Textos na Categoria 'Zohar'

Uma Oração De Muitos

95Uma oração de muitos se eleva diante do Criador, e o Criador se coroa com essa oração, pois ela se eleva de várias maneiras. Isso ocorre porque um pede Hassadim , o outro Gevurot e um terceiro Rachamim . E consiste em vários lados: o lado direito, o esquerdo e o meio.

Mas uma oração de um não compreende todos os lados; é apenas de um jeito. Qualquer um pede Hassadim ou Gevurot ou Rachamim.

Portanto, a oração de um não é erigida para ser recebida como a oração de muitos, pois não inclui todas as três linhas como a oração de muitos (Zohar para Todos, “VaYishlach”, Item 45).

Para chegar à oração comum, uma oração para todos como um todo, para se tornar um, é necessário passar por estados muito difíceis de escrutínio interior e entender que:

1. A meta espiritual é mais importante do que todas as outras metas.

2. É impossível alcançá-la sozinho, mas apenas criando um anseio comum a partir dos anseios individuais, e ele será semelhante ao Criador e a luz superior o preencherá.

Portanto, apenas tal pedido, tal oração, pode ser ouvido, o que significa que pode causar a ação corretiva da luz superior.

A leitura do Livro do Zohar nos faz entender que devemos estar juntos porque sem sair de nós mesmos é impossível alcançar a doação, as qualidades do Criador, para existir no mundo superior.

Dizem: “Do amor pelos seres criados ao amor pelo Criador”. O Criador nos deu a ilusão de que há muitas pessoas ao nosso redor, e devemos destruir essa ilusão, entender que tudo isso está dentro de mim e pedir a Ele que una o mundo inteiro dentro de mim.

Então a oração de muitos se transformará na verdadeira oração de um.

Da Lição Diária de Cabala 20/12/2009, O Livro do Zohar

Para Inclinar O Mundo Para O Bem

557O superior espera apenas uma reação nossa. Porções de luz vêm de cima para baixo (para cada um de nós) e exigem que respondamos corretamente. O superior sabe exatamente o que está acontecendo com o inferior, em que estado o inferior está, porque Ele forma esse estado para ele.

Claro, o superior sabe para o que o inferior está pronto. Ele arranja para ele todas as condições externas e internas para o livre arbítrio e deixa para o inferior apenas uma coisa incompreensível e desconhecida para o inferior: o terço médio de Tiferet (Klipat Noga). É nesse estado que o inferior deve formar ele mesmo a linha média.

Se o inferior, em resposta à influência do superior, construir corretamente a linha média, significa que foi premiado. Ele realmente inclinou a si e o mundo inteiro (todo o ambiente que o superior formou para ele naquele momento) para o bem.

Portanto, tudo o que é exigido do inferior, quando ele sente uma carência (Hisaron), é se voltar para o superior e obter dele o componente que lhe falta, a fim de inclinar a si mesmo e ao mundo inteiro para o bem.

Afinal, o inferior carece de conhecimento, sensação e capacidade de decidir. Ele deve receber tudo isso do superior.

O superior deixa para ele uma Klipat Noga para que o inferior deseje se voltar a Ele e obter o que lhe falta. Se o inferior está pronto para receber este depósito para a Klipat Noga, ele o recebe, e esta é a força adicional de doação que ele adquire no grau atual e, devido a isso, sobe para o próximo grau.

Da 2a parte da Lição Diária de Cabalá 10/12/10, O Livro do Zohar,Tzav (Comando)”

O Zohar — Construtor Da Alma

49.04Ao estudar O Livro do Zohar, cada pessoa esclarece para si mesma exatamente o que é necessário para sua alma.

Portanto, quando estamos lendo O Zohar, cada um de nós recebe suas próprias impressões que são diferentes dos outros.

Toda a narrativa do Zohar deve passar por nós. Mas uma pessoa se desenvolve não sob a influência da própria narrativa, mas devido à luz que reforma.

Ela brilha no desejo de uma pessoa, em sua matéria, que contém genes de informação (Reshimot). Isso é semelhante ao trabalho das células-tronco, que são a base de todas as células humanas.

A luz afeta nossa matéria, e os Reshimot que são característicos e específicos para esta alma despertam dentro da matéria, e, com a ajuda da luz, estes Reshimot constroem da matéria qualquer estrutura, uma parte da alma.

Cada pessoa tem sua própria estrutura da alma.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 15/12/09, O Livro do Zohar, “Seleções, Capítulo “Noé”

Sintonize-se Com O Zohar

65Quando você começa a ler O Zohar, precisa se sintonizar para nadar junto com o fluxo do material que os grandes autores do Livro do Zohar prepararam para nós.

Eles nos dizem que a única criação é o desejo de receber. Este desejo tem duas formas de percepção da realidade, percepção do Criador que o criou.

Existe uma percepção dentro do desejo diretamente, que é chamada de cima para baixo. Assim, o desejo pode sentir apenas o que estamos sentindo agora dentro de nós. Essa percepção é chamada de mundo.

E há outra forma de percepção acima do desejo, fora dele, quando eu não sinto a mim mesmo, mas supostamente os outros. Essa percepção é incomum para nós porque não nascemos nela.

Parece estranho para nós, embora os autores de O Livro do Zohar digam que essa percepção é natural porque vem da natureza, do Criador, e além do nosso pequeno mundo que sentimos em nós mesmos, todos os outros mundos enormes estão fora de nós.

O Zohar nos direciona para que também ganhemos percepção externa fora do nosso corpo. Portanto, devemos nos ajustar à percepção da realidade que existe não dentro, mas fora de nós para ver nela o que O Zohar indica.

Seja qual for a forma que este livro nos conta – sobre eventos neste mundo, sobre personagens de contos de fadas como anjos, espíritos, palácios, não importa o quão real ou irreal possa nos parecer – em qualquer caso, ele sempre nos conta sobre o que está acontecendo na forma de percepção fora de nós.

Portanto, uma pessoa que quer entender o que O Livro do Zohar quer dizer a ela e o que quer revelar a ela dentro dela, deve se colocar na mesma direção, esforçando-se não para se preencher, mas para sentir o que está realmente fora dela.

Essa forma de percepção, claro, está em nós, pressupõe apenas a atitude de uma pessoa para com tudo como para consigo mesma!

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 21/12/09, O Livro do Zohar,VaYishlach (E Jacob Enviou)”, 21/12/09

Realização Através Do Amor

549O tema do amor parece ser o mais simples e compreensível. Mas, na verdade, é o mais difícil porque é o tema central na questão de perceber o Criador, de se aproximar Dele e de entender a raiz do mundo.

Confundimos o conceito de amor espiritual com o familiar amor egoísta neste mundo, que sabemos intuitivamente como usar. É como um bebê que chora o tempo todo e exige amor desde o primeiro dia de nascimento. É assim que uma pessoa age até o último dia de sua vida.

Não tratamos o amor em sua forma verdadeira e correta. Achamos que o amor é algo simples e autoexplicativo. Isso explica por que tão poucas pessoas alcançam a realização espiritual, ou seja, o amor altruísta em prol da doação, o amor universal e o amor pelos amigos através dos quais alcançamos o amor espiritual.

O problema é que não entendemos que toda a nossa vida e o caminho do desenvolvimento espiritual visam encontrar o amor pelo outro. Essa é uma grande dificuldade porque naturalmente entendemos o amor de forma egoísta e percebemos tudo através do amor-próprio. Mas não sabemos o que é o amor pelo mundo ou o que é o amor pelo Criador, que é a única maneira de nos aproximarmos Dele e começarmos a senti-Lo.

Cada um pode sentir no seu coração o quanto negligencia o amor, se não for um amor egoísta, mas sim um amor pelo mundo.

A sabedoria da Cabalá nos ensina uma atitude diferente em relação ao Criador e à verdade. Pensamos que o objetivo principal é descobrir como os mundos caíram em cascata e como nasceram as Sefirot e os Partzufim espirituais, e que quanto melhor estudarmos a técnica do mundo espiritual, mais avançaremos. Mas isso está errado.

Na verdade, tudo depende da forma como desenvolvemos em nossos corações o sentimento de amor pelo outro, a fim de tratar com amor todos os habitantes deste mundo – todas as pessoas, animais, plantas e a natureza inanimada, todos os níveis de cima a baixo. Afinal, podemos atribuir esse amor ao Criador que criou este mundo e o deu a nós para que possamos nos corrigir construindo a atitude correta em nós mesmos em todos os quatro graus de nosso desejo de receber.

Primeiro, precisamos restringir nosso desejo de receber realização e transformá-lo em amor universal, amor por tudo que está fora de nós. Tudo isso foi criado pelo Criador e, portanto, sou obrigado a amar toda a Sua criação para me aproximar Dele.

Não temos nada a fazer em nossa vida a não ser transformar o ódio ou a indiferença pelo mundo inteiro em um sentimento de proximidade e amor chamado amor universal.

Somente na medida desse amor universal pelo outro começaremos a sentir o que significa amar o Criador e nos aproximar Dele. Ao transformar o egoísmo em amor, alcançamos toda a verdadeira realidade espiritual.

Portanto, o tema do amor é o tema mais importante, central e profundo dentro do qual nos encontraremos com o Criador. Vamos tentar nos libertar do amor-próprio e valorizar nossos amigos. Não importa se estão perto ou longe ou se são bons ou maus, mas estão no mesmo caminho que nós e têm um desejo especial de alcançar o amor verdadeiro.

O Criador nos deu esse anseio interno e oculto. Vamos começar a trabalhar e desenterrar o amor escondido em nós até chegarmos ao amor universal; vamos nos aproximar e nos unir com toda a criação e sua força interior, que é o Criador.

Este é o grão central de todo trabalho espiritual. Você pode esquecer os nomes dos Partzufim AB-SAG e não saber como são chamados os mundos superiores, mas sentiremos isso através do amor; não será apenas memorização, mas verdadeira realização.

Da Lição Diária de Cabalá 23/01/23, Amor – Trechos Selecionados do Zohar para Todos

O 50º Portão De Bina

165Existem muitos tesouros escondidos naquele palácio, um em cima do outro. Dentro desse palácio existem portões que foram feitos para ocultar, para bloquear as luzes. Eles são cinquenta (Introdução do Livro do Zohar, Capítulo “Fechadura e Chave”).

Quando estudamos O Livro do Zohar, devemos acreditar que este livro é um intermediário entre nós, os inferiores, e o Criador, o superior, e toda esta ligação se dá através do grupo do Rabi Shimon.

Os portões são as condições que temos de cumprir. Para passar pelos portões, você precisa se aproximar deles e se ajustar a certas qualidades. Então, alguns dos portões se abrem, alguns são cancelados e alguns precisamos corrigir integrando-os.

Depois de cada portão, revelamos cada vez mais o desejo de doar dentro de nós mesmos, nos aproximamos cada vez mais do Criador e entendemos melhor todo o sistema que conecta a criação com o Criador. Portanto, a cada portão que atravessamos, entramos cada vez mais no palácio do Criador.

Atrás do último 50º portão absolutamente tudo é revelado, a Malchut inteira, completamente aderida com a força superior.

Da 2a parte da Lição Diária de Cabalá 01/01/23, Escritos do Baal HaSulam, “Introdução ao Livro do Zohar

As Letras Do Livro Do Zohar Expressam Conexões

526Pergunta: As letras de que fala O Zohar expressam os tipos de conexão entre nós?

Resposta: Claro! Apenas a conexão entre nós! Sem a conexão entre as almas, os autores do Zohar não teriam conseguido nada. Tudo se consegue na rede de conexões entre nós.

O que nós alcançamos? Forças de doação. A totalidade dessas forças de doação é chamada de Criador (Bo-Re, Venha e Veja), que revelamos na conexão entre nós; é a qualidade de doação e amor.

Se conseguirmos isso na forma de forças, este é o nosso desejo, um vaso para revelar a luz. Se obtivermos uma impressão nele, a luz, este é o Criador, a luz que se revela em um vaso, em um desejo. Fora isso, não há nada.

Tudo o que lemos no Zohar ou em todos os livros dos Cabalistas são apenas as impressões de uma pessoa, um Cabalista, de sua obtenção da força de doação dentro de seus desejos, de acordo com a equivalência de qualidades. Ele nos fala sobre seus desejos, sobre a força que alcançou, sobre sua impressão, que ele explicou de forma tão externa.

É possível expressá-lo em música, canções e belas palavras, ou pode ser explicado na linguagem da Cabalá, Talmude ou lendas. Mas, em última análise, os Cabalistas explicam suas realizações para nós.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 26/05/2011, O Livro do Zohar, “Truma (Doação)”, “Um Caqui e uma Liteira

Oração Do Coração

562.01Isso é o que o Rabi Elazar orava e dizia quando jejuava: “É revelado e conhecido diante de Ti, Hashem, meu Elohim e o Elohim de meus pais, que ofereci diante de Ti minha gordura e sangue, e os cozinhei com o calor da fraqueza do meu corpo” ( O Zohar, Shemot: Versículo 368).

Há uma grande diferença se eu leio essas palavras do livro de orações ou algo acontece dentro de mim e eu explodo por dentro em meu anseio pelo Criador com tais palavras.

Esses sentimentos foram criados dentro de mim, transformados em palavras e frases. Talvez eu nem conheça esse idioma. Não sei como isso acontece, mas é o resultado de meus esforços para tornar meus desejos semelhantes à luz e conectá-los com a luz.

A luz e os desejos produzem essa reação na alma, são reconhecidos no meu cérebro, o cérebro transmite as instruções aos órgãos da fala, e eu as pronuncio sem saber de onde vieram essas palavras!

É assim que a verdadeira oração deve ser, quando tudo vem de dentro, quando da conexão de luzes e Kelim , dos fundamentos mais profundos da criação, luz e desejo, o preenchimento do desejo com luz, todo o TANTA (Kli completo – Taamim, Nekudot, Tagin, Otiot) são gradualmente construídos até serem expressos pelo aparelho da fala.

É claro que o Rabi Elazar não leu essa oração de acordo com o livro de orações, mas enquanto estava neste estado, sobre o qual falou ao Criador.

Antes que o Segundo Templo fosse arruinado, o povo de Israel estava em conexão com o Criador, nas qualidades de doação e amor, e sua oração era o sentimento em seu coração – desejo. Dizem: “O que é a oração? O trabalho no coração”.

Mas os sábios da Grande Assembleia (Knesset HaGadol), sabendo da iminente queda no egoísmo, ou seja, a ocultação do Criador de todos, compilaram uma coleção de orações para nós, estados aos quais uma pessoa deve chegar.

Eles a chamavam de “Sidur” – a ordem dos estados espirituais que devemos percorrer dentro de nós mesmos, em nosso coração (desejo).

Mas como não somos capazes disso em tempos de exílio, ausência de conexão com a luz, com o Criador, quando a força superior está oculta, lemos mecanicamente as palavras do livro de orações e alguém pode estar tentando imaginar o que isso significaria na espiritualidade.

Somente a luz, quando estamos estudando Cabalá, evocará em nós sentimentos, pensamentos, sensações, palavras e frases de nossa oração como trabalho no coração, e não no aparelho da fala.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabala 22/04/10 , O Livro do Zohar, Shemot (Êxodo)

Livros Que Atraem A Luz Superior

209Pergunta: Como nós, que somos tão pequenos, de repente movemos os mundos? Você disse que quando uma criança começa a chorar, sua mãe imediatamente corre até ela e faz o que ela quer.

Resposta: Sim, o menor é o mais forte.

Pergunta: Mesmo aqueles que estão apenas começando seu avanço?

Resposta: Mas eles estão fazendo isso! Eles querem entrar em contato com o Criador. Sim, são os mais fortes.

Mesmo que eles não entendam nada, como um bebê que está deitado no berço e gritando. O bebê nem percebe que está chorando – ele está apenas com dor, e este é um grito natural. Ele não percebe que assim se pode chamar uma mãe que virá e lhe dará algo. Ele não tem compreensão da cadeia de ações que invoca. Ele está gritando porque é uma reação natural ao que está acontecendo com ele.

Pergunta: Podemos dizer que alguém que está tentando ler, por exemplo, a Torá ou as fontes Cabalísticas, começa a dar esse grito?

Resposta: Sim, claro. Mas não apenas ler, especialmente a Torá. A Torá não ajudará aqui. A pessoa precisa do Livro do Zohar ou de algum outro livro Cabalístico.

Comentário: Mas não quero dizer o princípio externo da leitura, mas o interno: a busca de si mesmo, a busca do que está dentro de mim.

Minha Resposta: Não, além disso, é necessário um livro que possa evocar a luz superior com mais intensidade. O Livro do Zohar é o mais eficaz.

Pergunta: Ou seja, seu conselho é ler sem entender?

Resposta: Esse é o meu conselho porque passei por isso com o Rabash. Esse é o meu conselho porque é assim que funciona. Costumávamos ler O Livro do Zohar por apenas meia hora à noite, antes de ir para a cama. E era só ler sem nenhum comentário.

Havia 20 pessoas sentadas ao redor da mesa com o Rabash à frente, e por meia hora nos revezamos na leitura: a primeira, depois a segunda, a terceira e assim por diante. Então, líamos uma ou duas páginas e íamos para casa. Assim terminava o dia.

Mas quando o Rabash e eu estudávamos sozinhos em viagens, em conversas pessoais ou aulas, a atitude era diferente. Chegávamos no parque, passeávamos e depois nos sentávamos em um banco. Eue pegava um livro e discutíamos o livro ou apenas conversávamos por cerca de duas horas. Depois disso, voltávamos a caminhar e íamos para casa. E assim foi por 12 anos.

De KabTV, “Segredos do Livro Eterno“, 12/02/10

Comentário Passo A Passo Sobre O Livro Do Zohar

65Comentário: O Livro do Zohar foi escrito na interseção do sistema analógico começando a se mover para o digital. Essa linguagem deve estar próxima de nós em nosso tempo.

Minha Resposta: Baal HaSulam escreveu um acréscimo ao Livro do Zohar, chamado HaSulam, que significa a escada. Lá, em paralelo com a descrição sensorial, semelhante a uma fábula, com dicas e todos os tipos de imagens, Baal HaSulam descreve tudo em forma digitalizada, ou seja, passo a passo.

Isso dá uma enorme vantagem ao Livro do Zohar porque a partir deste momento ele se torna adequado para uso prático para a nova geração. Ele não permaneceu no estado em que foi escrito há 2.000 anos, quando só podia ser usado por grandes Cabalistas.

De KabTV,Eu Recebi uma Chamada. As Línguas do Zohar, Talmude e Torá”, 16/10/13