Textos com a Tag 'Sociedade'

Sofrer Pela Sociedade

533.02Pergunta: Por que todos os Cabalistas que alcançaram altos graus espirituais sofreram de doenças graves no final de suas vidas?

Resposta: Porque sofrem pelo bem da sociedade e não por si mesmos.

Afinal, em nosso mundo, estamos acostumados a ver uma pessoa como um indivíduo solitário e separado, e, portanto, emitimos julgamentos sobre ela: esta é má, aquela é boa, esta é assim e assado, aquela é assado e assim por diante. Deixamos de levar em consideração o sistema que cerca a pessoa, que passa por transformações junto a ela, no qual ela existe.

Para pessoas comuns, essa perspectiva é compreensível. Mas um Cabalista passa por tudo isso não por interesse próprio. Ele opera fora de si mesmo, dentro da sociedade que o cerca, e existe “dentro” dela. Portanto, o cálculo que ele realiza é um cálculo de como fazer a sociedade progredir.

Todo o seu sofrimento é também pelo bem da sociedade. Ou seja, suas doenças e seus problemas, tudo isso, não provém de sua própria natureza pessoal, mas sim do fato de ele reunir em si todos os anseios da sociedade; ele age como Bina, que reúne todas as aspirações vindas de baixo, de Malchut a Zeir Anpin, e começa a corrigir e dar à luz tudo isso. Como uma mãe que sofre quando seus filhos adoecem ainda mais do que eles próprios e carrega o fardo de todos eles coletivamente.

Portanto, não podemos interpretar o sofrimento de um Cabalista como um indício de seus problemas pessoais. Esses problemas não lhe dizem respeito. Veja o que aconteceu com o Rabino Akiva e o Rabino Shimon, e quão jovem era o ARI quando faleceu! Contudo, em nossa época, tudo está mudando; estamos avançando em massa; então tudo pode mudar.

Mas, nos séculos passados, os Cabalistas assumiram grande sofrimento. Esses sofrimentos não eram por fé, não por Deus, mas pela humanidade. Um Cabalista absorve em si as doenças de todas as outras pessoas e as corrige dentro de si, e, portanto, por um tempo, elas passam por ele. Isso precisa ser compreendido. Não há nada de religioso nisso!

De KabTV, “Recebi uma Chamada. Os Sofrimentos dos Cabalistas”, 08/10/10

Sob A Influência Da Sociedade

939.02É sabido que a pessoa sempre se encontra entre pessoas que não têm conexão com o trabalho no caminho da verdade, mas, ao contrário, sempre resiste àquelas que trilham o caminho da verdade. E como os pensamentos das pessoas se misturam, as visões daquelas que se opõem ao caminho da verdade permeiam aquelas que têm algum desejo de trilhá-lo.

Portanto, não há outra solução senão estabelecer uma sociedade separada para si mesmas, que seja sua estrutura, ou seja, uma comunidade separada que não se misture com outras pessoas cujas visões sejam diferentes daquela sociedade. E elas devem constantemente refletir sobre o propósito da sociedade, para que não sigam a maioria, pois seguir a maioria é da nossa natureza  (Rabash, “Sobre a Importância da Sociedade”).

No caminho espiritual, tudo acontece de forma diferente do que em outras áreas da atividade humana, porque aqui eu preciso me transformar, ou seja, me libertar de uma natureza egoísta e adotar uma nova.

Isso significa que não tenho outra escolha senão criar deliberadamente um ambiente apropriado ao meu redor, onde metas e ideais espirituais sejam elevados ao máximo, desenvolvidos e tornados obrigatórios para todos. Em tal ambiente, posso aprender com esta sociedade e absorver uma influência mais forte dela do que de toda a humanidade, e, mais importante, maior do que do meu próprio egoísmo. Só então serei capaz de, de alguma forma, me transformar.

Pergunta: Rabash escreve que uma pessoa que está entre pessoas não relacionadas ao caminho espiritual gradualmente adota as visões delas. Será que uma pessoa é realmente tão fraca assim?

Resposta: Não é que uma pessoa seja fraca; ela é simplesmente matéria-prima que é moldada pela sociedade. Qualquer que seja o ambiente em que viva, seus pensamentos inevitavelmente refletirão esse ambiente.

Comentário: Os Cabalistas são frequentemente acusados ​​de serem fechados em si mesmos. Por algum motivo, eles passam essa impressão a todos.

Minha Resposta: Eles evocam antagonismo nos outros porque o método Cabalístico vai contra a natureza humana. Isso pode ser visto na forma como a humanidade se relaciona com o povo judeu e percebe a semente da Cabalá dentro deles, mesmo que os próprios judeus não tenham consciência disso.

Portanto, continuo imperturbável pelo fato de despertar ódio em muitas pessoas. O que se pode fazer? Teremos que esperar até que elas se corrijam e entendam que não há outro caminho. Espero que, com o ritmo atual dos acontecimentos, isso aconteça rapidamente.

De KabTV, “A Última Geração”, 29/07/18

Uma Sociedade Que Valoriza A Espiritualidade

938.03Pergunta: Como a pessoa pode usar o princípio ” Ame o seu próximo como a si mesmo” para escolher o ambiente certo ?

Resposta: Baal HaSulam escreve sobre isso no artigo “A Liberdade”. Uma pessoa deve encontrar um ambiente que corresponda exatamente à Hisaron (deficiência) que deseja adquirir.

Veja, em nossas vidas a sociedade dita o que devemos fazer. Como já temos desejos de desfrutar, a sociedade pode nos impor o que devemos desfrutar, por exemplo, Coca-Cola. Não sei o que é, mas de acordo com o que a sociedade me incute, vou e compro uma garrafa de Coca-Cola, na qual há uma certa quantidade de gramas de prazer.

Numa sociedade Cabalística, é diferente. Devo construir um ambiente que corresponda às minhas expectativas. Se eu almejo o mundo espiritual, algo sublime, e a sociedade me diz que vale a pena desejá-lo, ela me forçará a pensar constantemente em espiritualidade, e eu estudarei o método por oito horas por dia, mas meu pedido continuará sendo o de receber. Eu quero espiritualidade, deem-me! Tal exigência não é atendida de cima para baixo.

Claro, esta é uma etapa intermediária, e ela também existe. Mas a demanda que é atendida de cima é uma demanda pelas forças de doação.

Portanto, devo procurar uma sociedade que valorize este Hisaron. Mesmo que eu não saiba o que é (ainda não tenho esse desejo), quando a sociedade começar a me “doutrinar” com a mensagem de que isso é muito importante e que é exatamente o que me falta, receberei dela esse desejo; há a doação, algo que está acima da minha natureza, e é precisamente isso que devo exigir.

Começo a estudar livros que falam sobre espiritualidade e, por meio deles, quero desvendar o que ela é. Quero que me faça sentir bem. Quando recebo esse desejo do grupo, a luz ao meu redor começa a brilhar sobre mim e me transforma.

Lenta e gradualmente, o grupo deve me mostrar o que devo exigir durante o estudo, e então alcançarei o resultado desejado.

Da Lição Diária de Cabalá de 02/02/26, Rabash, “Pois o Homem é a Árvore do Campo – 1”

A Sociedade Como Um Único Organismo Espiritual

75.01Pergunta: Quando falamos de um estado integral, estamos nos referindo à sociedade ou, de acordo com a Cabalá, a um único organismo espiritual?

Resposta: É a mesma coisa. Estamos falando de uma sociedade que começa a se perceber como um todo comum. Dentro dela, emergem uma mente coletiva, um sentimento coletivo, necessidades coletivas e uma visão coletiva de tudo. Ou seja, toda a sociedade se torna um todo unificado e começa a sentir todos os níveis da natureza como totalmente interconectados. E quando uma pessoa inclui essa vasta natureza dentro de si, a vê e a sente em seu interior, ela começa a internalizar seu programa.

Como parte desse programa, ela começa a percebê-lo em sua totalidade. É como se ela se visse como tendo se originado bilhões de anos atrás e continuando seu desenvolvimento bilhões de anos no futuro, porque começa a ser incluída nesse imenso organismo de natureza integral. Ela começa a sentir todas as forças dentro das quais existe e entende como isso funciona, como a influencia e como ela pode influenciar a si mesma, seu destino e seu futuro, como o único elemento ativo na natureza, não instintivamente, mas conscientemente.

Contudo, ela só alcançará isso quando estiver integralmente integrada em todos os níveis da natureza. Então, ela ascende ao nível mais elevado da natureza, ao nível do Criador, por assim dizer. Não existe um Criador como tal; a própria natureza é o Criador. Mas a pessoa atinge esse nível.

Pergunta: Como podemos definir o próprio conceito de sociedade, visto que sociedade e organismo são percebidos como coisas diferentes? A sociedade às vezes é comparada a um organismo, mas isso é uma metáfora, uma imagem.

Resposta: Esses conceitos são percebidos de forma diferente em uma sociedade onde todos os elementos não estão interconectados. Se considerarmos um organismo dividido em partes, em fragmentos, como uma pessoa doente em estado grave, quando todos os sistemas estão em desequilíbrio, então você está certo. Esse é o estado da sociedade atual que estamos tentando, de alguma forma, salvar da destruição, da completa desintegração de todos os seus sistemas. Mas quando todos os sistemas estão em apoio mútuo e equilíbrio, cada um individualmente e todos juntos, como o corpo humano, temos simplesmente uma sociedade integral.

Comentário: Portanto, devemos traçar uma linha clara entre as noções de sociedade que prevalecem na sociologia. Lá, tudo é muito simples: existe uma sociedade simples, uma comunidade primitiva, uma tribo, e existe uma sociedade complexa, que deve ser altamente diferenciada.

Minha Resposta: As comunidades primitivas, aliás, eram praticamente comunidades integradas. Para elas, isso se baseava em um nível instintivo, como no mundo animal.

Mas nós nos diferenciamos do mundo animal porque o egoísmo cresceu em nós. E agora começamos a nos unir em um nível diferente.

Os animais estão instintivamente unidos em uma comunidade integral. A natureza os mantém unidos por meio de sua lei geral. Então, acima de nosso corpo animal, o egoísmo cresce, e devemos começar a nos integrar acima dele, com ele. Ou seja, o próprio egoísmo nos proporciona um novo nível de integração.

De KabTV, “Mundo Integral”, 26/11/12

O Método De Unir A Sociedade

600.02Pergunta: A partir de que ponto o método de Abraão pode ser considerado uma religião genuína?

Resposta: A partir do momento em que se tornou uma força unificadora, uma força para construir uma sociedade que se imbuí dessa ideia, a adota e a aceita como seu modo de vida.

Isso ocorreu quando o grupo de Abraão, que havia deixado a Babilônia, começou a se reunir no Monte Sinai. É evidente que, na Torá, essa história é apresentada de forma puramente alegórica. Na realidade, o povo não estava fisicamente no monte; tratava-se, antes, de estados interiores que eles vivenciaram.

A partir desse ponto, já se pode dizer que eles tinham uma religião, isto é, a implementação entre o povo de uma estrutura organizada em dezenas, centenas e milhares, e o estabelecimento de uma interação correta entre si dentro dela, na qual o Criador se revela como a qualidade de amor, doação e garantia mútua.

Daqui começa o movimento social daqueles que deixaram a Babilônia, que dessa forma gradualmente se tornaram uma nação.

Em outras palavras, o ponto de virada foi o momento em que surgiu a necessidade de uma instrução para superar o ódio mútuo. A partir daí, a religião começa como um método de unir as pessoas em um todo, em equivalência com a força superior.

Chamamos esse método de “religião” porque as pessoas, em sua estrutura, estão constantemente voltadas para a equivalência com a força superior, esforçando-se para fazer tudo de modo que a força superior se revele entre elas.

De KabTV, “A Última Geração”, 03/07/17

De Acordo Com Os Níveis Da Sociedade

281.01Pergunta: Baal HaSulam escreve sobre o grupo, o professor e os livros. Se dissermos que as massas não aprenderão como nós, será que esses planos mudarão?

Resposta: É claro que as massas não devem estudar a ciência da Cabalá. E, em geral, não se deve ver o estudo como estudo por aprender, caso em que “o conhecimento da pessoa é maior que suas ações”.

Em primeiro lugar, estudar é um meio de levar a pessoa à decisão de que precisa mudar de acordo com a força superior para se fundir com ela e atrair algumas forças superiores para se corrigir.

As forças superiores que descem para correção vêm de acordo com a elevação de MAN, um pedido de correção. Em outras palavras, tudo isso não deve estar vinculado a um livro ou estudo. O que há para aprender? São coisas extremamente práticas que acontecem em uma pessoa: eu tenho um desejo, e acontece! Ainda assim, é preciso haver preparação e explicações.

De que forma chegará à sociedade? De uma forma mais prática. Há pessoas cujo dever é mergulhar nos livros e extrair deles essas ideias, discerni-las com fervor, de modo que possam ser transmitidas a um público cada vez mais amplo, isto é, torná-las mais simples e claras, de acordo com as camadas sociais.

Quanto mais baixo o nível da sociedade, mais práticos eles se tornam. Afinal, são menos capazes de perceber a parte abstrata dela, tanto que, como escreve Baal HaSulam no artigo “A Última Geração”, haverá aqueles que não percebem absolutamente nada.

“Quer que eu assine? Eu assino”.

“Por quê?”

“Não sei por quê. Vejo que você age assim, e eu também agirei”.

Isto é, haverá pessoas que se juntarão apenas nominalmente.

Da 1a parte ª da Lição Diária de Cabalá 12/05/25, Escritos do Baal HaSulam, “O Arvut (Garantia Mútua)”

A Sociedade Do Futuro No Espaço Virtual

962.2Ao se envolver no espaço virtual, você interage com um grupo que parece existir fora de você. Mas, na realidade, é seu Kli pessoal, seus desejos pessoais, sua alma. Porque, além do ambiente, além do mundo inteiro, que é, na verdade, esse mesmo domínio da sua alma, existe apenas o ponto no coração, apenas esse gene espiritual (Reshimo).

Tudo o mais no mundo, além deste ponto, que existe fora dele é o que você atualmente percebe como sendo você mesmo; estes são seus dados informativos.

Assim, nosso mundo inteiro é intencionalmente apresentado a nós como algo externo e até mesmo oposto a nós, de modo que, ao nos relacionarmos com ele inicialmente de forma egoísta, gradualmente começamos a transformá-lo em nós mesmos, a atraí-lo, a absorvê-lo de forma altruísta, querendo dar a ele. Em outras palavras, posso me conectar com o mundo na medida em que estou pronto para dar a ele, pertencer a ele, amá-lo.

O mesmo se aplica ao grupo. Eu crio deliberadamente uma força virtual composta de muitas forças, influências e qualidades fora de mim, que começa a trabalhar ativamente em relação a mim.

Ou seja, o mundo inteiro está agora embutido neste simulador, neste campo de testes, onde começo a me refinar através de todos os textos, todos os artigos e todos os princípios Cabalísticos em relação ao grupo ou ao mundo. Com o tempo, o mundo inteiro entrará neste simulador. O ponto é que, no final, construiremos a sociedade do futuro dentro de um espaço virtual.

Isso significa que agora estou começando a me programar para a ascensão espiritual. É exatamente isso que a Cabalá exige. É nosso trabalho mais real, e não é separado da vida. Aqui, eu estudo minhas próprias qualidades; atuo como meu próprio psicólogo interior. Baal HaSulam sempre endossou a psicologia corpórea.

O grupo me estimula. Por outro lado, embora eu possa me programar até certo ponto em certos estágios ou participar da formação dos meus próprios passos selecionando diferentes opções, ainda há uma divisão de psicólogos, ideólogos e programadores que desenvolvem continuamente esse sistema. E nesse processo, eu também posso participar ativamente.

Vejo nessa ação coletiva, nesse jogo, uma realização muito clara do nosso movimento em direção ao Criador porque, no mínimo, você tem algo tangível em suas mãos: seu relacionamento com o grupo e o relacionamento do grupo com você. Cada um de nós percebe nosso ambiente como algo externo, e juntos deliberamos sobre como despertar uns aos outros.

Este é um sistema que fica entre o grupo e cada um de nós. E seremos nós que programaremos nossos relacionamentos com o grupo. Teremos controle sobre como o grupo influencia o indivíduo e como o indivíduo deve responder a essa influência.

Por enquanto, esta é a única visão que tenho para implementar os princípios delineados nos escritos do Rabash. Ele é praticamente o único Cabalista que nos forneceu uma descrição detalhada do relacionamento entre uma pessoa e o grupo — relacionamentos que servem como a ferramenta primária para atingir o propósito da criação.

De KabTV, “Eu Recebi uma Chamada. Comunidade Virtual, Parte 4”, 16/05/10

A Sociedade Do Futuro: Cuidar Uns Dos Outros

963.4Comentário: Há muitos sites onde nossas informações são apresentadas. Mas você está falando de um estágio completamente diferente, quando uma pessoa não visita um site apenas para obter informações, mas absorve calor dele.

Minha Resposta: Claro. Devemos criar o ambiente ao redor em relação a cada um de nós, como um jogo de Tamagotchi, um bichinho virtual que precisa ser alimentado na hora certa, colocado para dormir e constantemente cuidado. Mas esse egoísta, o Tamagotchi deles, está sempre exigindo e exigindo deles.

No entanto, precisamos criar um jogo um pouco diferente, onde a sociedade ao redor se torne minha dor, meu “bebê”. Eu dependo dela, eu a amo, eu me importo apenas com ela porque, para mim, ela é a coisa mais importante, assim como uma criança é para uma mãe para quem nada mais no mundo existe. A natureza nos fez assim.

E aqui devemos atingir esse estado por nós mesmos. No entanto, por nós mesmos, não podemos fazer nada; devemos chegar ao ponto de realmente desejá-lo. Então sentiremos a necessidade da luz superior, que nos trará essa correção.

Chegar a tal estado é praticamente um jogo. Neste estágio, ainda não estamos atraindo a luz superior, pois precisamos atraí-la por meio do nosso desejo.

Precisamos criar uma conexão lúdica entre nós, na qual você receba constantemente inspiração, um senso de importância e necessidade dos outros — onde eles o excitem, provoquem e o impulsionem a tal ponto que você sinta inveja, raiva e ganância, e se pergunte por que não tem o que os outros têm.

É assim que deve ser sua aspiração para o superior.

De KabTV, “Eu Recebi uma Chamada. O Sistema do Futuro, Parte 2”, 11/05/10

Ore Por Toda A Sociedade

947Precisamos tentar sentir o coletivo que estará presente no congresso e orar por todos, incluindo até nós mesmos. Rabash escreve que uma pessoa deve orar por toda a sociedade, por todo o Kli mundial, e incluir a si mesma dentro disso.

A essência é que quando imagino as almas, devo também imaginar que o Criador está presente precisamente dentro delas. E dentro de mim? Dentro de mim, Ele existe em uma forma que me incita a me relacionar com Ele e com este coletivo de uma maneira especial.

Em princípio, Ele me distingue negativamente, como se eu não fosse como esse coletivo: Ele está dentro deles, mas não dentro de mim. O Criador deseja que eu desperte Sua revelação dentro de mim de uma maneira específica.

O mais importante é orar pelos outros como se fossem seus próprios filhos. É muito simples. Se você orar por eles dessa forma, significa que você está se integrando ao relacionamento correto com o Criador, porque Ele também se relaciona com todos como Seus filhos, a quem Ele deseja nutrir e elevar.

Então você formará uma conexão com Ele, similaridade com Ele e uma compreensão Dele. De repente, você começará a sentir Sua atitude em relação a todos, através da qual você chegará a entender a si mesmo e sua missão. Este é o caminho mais confiável.

Você se torna o parceiro do Criador. Afinal, cada um de nós deve se tornar Seu canal e semelhante a Ele, o que significa que você age como acredita que o Criador age no mundo.

Da Lição Diária de Cabalá 05/09/19, Preparação para a Convenção na Moldávia “Voltando-se ao Criador”

Palestras Sobre Os Degraus Da Escada, Parte 36


Palestras sobre os Degraus da Escada, Parte 36

A sociedade dá sabedoria?

A sociedade não pode dar sabedoria. A sabedoria é um resultado dos esforços da pessoa. O papel da sociedade é apenas elevar uma pessoa em direção à meta. Após receber essa elevação, trabalhamos com livros, professores e a sociedade, e por meio de tais esforços, a sabedoria emerge.