Textos na Categoria 'Saúde'

Relaxe!

549.01Comentário: A humanidade é assolada por doenças, muitas delas incuráveis. Todos buscam conselhos que possam, de repente, ajudá-los a lidar com a vida.

Minha Resposta: Relaxe e não tente mudar nada. Deixe-se levar pelo fluxo da vida. Aceite o que é. Tudo o que acontece é obra do Criador. Portanto, não O contradiga, mas sinta-se conectado a Ele a cada instante.

Pergunta: O que podemos fazer com os medos que constantemente atormentam uma pessoa?

Resposta: Não haverá medos! Porque o medo surge do desejo de garantir um futuro específico para si mesmo. Mas isso não existe aqui.

Pergunta: Então o medo surge quando você não concorda com Ele?

Resposta: Sim. Mas aqui não é assim. O futuro desaparece; simplesmente não existe. Em outras palavras, cada momento é como passar sem deixar vestígios. Há paz. O que foi, será. Sabe, como a inscrição no anel de Salomão?

Pergunta: Sim. Então você acha que se uma pessoa se acostumar com essa fórmula, se ela a viver, se conviver com ela, isso a libertará dos medos e até mesmo da dor?

Resposta: Não se trata apenas de estar livre do medo e da dor, mas também de estar devidamente conectado com a natureza, com o Criador.

Pergunta: Qual é o resultado disso?

Resposta: Isso lhe proporcionará uma conexão com o Criador, paz, proximidade e simplesmente conexão.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 23/06/26

Como Cuidar Do Corpo

737.01Pergunta: Todos os nossos pensamentos e intenções vêm do corpo. Qual a melhor maneira de cuidar do corpo físico? Sei por experiência própria que, se durmo o suficiente, estou pronto para me dedicar a atividades relacionadas ao trabalho espiritual.

Resposta: É claro que quanto mais saudável o corpo de uma pessoa, melhor preparada ela estará para o trabalho interior. Isso é bem conhecido. Temos a obrigação de dar ao corpo o que ele precisa. Os antigos romanos diziam: “Mente sã em corpo são”. Por “mente”, eles se referiam à alma animal, mas, mesmo assim, o princípio permanece. Portanto, é necessário dormir, comer, lavar o corpo e cuidar dele.

Quando eu morava em Rehovot, havia um jovem que morava perto e criava um cavalo muito caro. O jeito como ele cuidava e o amava era inacreditável! Era a vida dele. Essa imagem ficou vívida na minha memória. É assim que devemos cuidar do corpo. Claro que não devemos dedicar toda a nossa vida a ele, mas precisamos dar a ele o que ele precisa.

É assim que devemos agir. Deixemos o corpo trabalhar para nós, para o ser humano que existe dentro de nós! Para isso, estou pronto para cuidar dele.

Rabash cuidava muito bem do seu corpo. Eu comprava para ele todos os mantimentos necessários — legumes, frutas e chocolate. Ele fazia exames de sangue regularmente e se dedicava bastante a manter a saúde.

Costumávamos ir juntos ao mar. Ele só saía da água depois de nadar 600 braçadas. E se não íamos ao mar, caminhávamos, uma hora e meia de cada vez. Eu tinha que cantarolar algo animado, e caminhávamos nesse ritmo por uma hora e meia. No meio da caminhada, parávamos por dez minutos, durante os quais eu podia fazer uma pergunta, e depois continuávamos. Nessa época, ele já tinha 80 anos.

Também frequentávamos aulas de natação e ginástica com um passe de sócio. Minha esposa se lembra de que costumávamos passar de três a quatro horas por dia praticando esportes e exercícios físicos. Algumas pessoas conseguem ficar sentadas o dia todo, mas Rabash não; seu corpo precisava de atividade física. Comprei uma bicicleta para ele, e todas as noites ele se exercitava nela, dando 400 voltas. Não era nada fácil!

Certa vez, eu estava passando por uma terrível decadência espiritual. Naquela época, um instrutor de ioga vinha nos visitar e nos ensinava, não filosofia, mas exercícios que ajudavam a desenvolver a flexibilidade do corpo. Eu estava em um estado tão ruim que disse: “Não sou capaz de fazer isso”.

“Tudo bem, então não faça isso”, respondeu Rabash. “Continuarei sozinho”.

Ele continuou praticando com o professor de ioga em casa, e em poucos dias eu voltei.

Rabash fazia tudo de acordo com um cronograma. Ele definia horários para comer, horários para beber e assim por diante. Ele nunca bebia enquanto comia, e nunca comia enquanto bebia. Sua relação com o corpo era sempre muito precisa e disciplinada. Havia também coisas que eu achava muito difícil de suportar.

Por exemplo, ele não permitia que o ar condicionado fosse ligado.

“Este é o calor natural; não há nada que se possa fazer a respeito”, ele dizia. E nós o suportávamos.

“Se quiser, ligue um ventilador. É como o vento; isso é aceitável”.

Minha pressão arterial subia terrivelmente. Eu sentia como se fosse explodir. A temperatura ao nosso redor era de 40°C. Rabash tentava se comportar em relação à natureza da maneira mais simples possível.

Da Lição Diária de Cabalá 07/06/26, Rabash, “Quais são os momentos de oração e gratidão no trabalho?”

Não Deixe Que Sua Chama Interior Se Apague

096Ser jovem significa sempre se esforçar em avançar.

Pergunta: Isso é o que significa ser jovem?

Resposta: Sim, isso é juventude. Não é uma questão de anos. Você pode viver até os 200 anos e permanecer jovem. Ou pode se tornar um velho com apenas 20 anos, completamente esgotado.

Portanto, tudo depende do seu avanço! Se você tem o desejo de encontrar o sentido da vida, você será sempre jovem.

Isso é o mais importante. Depende de você, da sociedade em que você está inserido e do ambiente em que vive.

Mas em hipótese alguma você deve se deixar extinguir ou deixar sua chama interior se apagar. Isso é crucial.

De KabTV,, “Notícas com o Dr. Michael Laitman”, 07/05/26

Tudo O Que Estiver Destinado À Alma, Ela Suportará

294.4Pergunta: Você tem medo de sofrer? Imagine que você fique doente ou que algo do tipo aconteça com você.

Resposta: Não, não há medo. É desagradável, claro, porque envolve dor e sensações desagradáveis; em outras palavras, a ausência de luz em mim se manifesta da mesma forma que em outras pessoas. Não há nada que se possa fazer a respeito; como todos, eu preferiria evitá-la, mas entendo sua origem e não a temo.

Um Cabalista acredita que o plano do Criador deve ser cumprido, e eu faço tudo para me alinhar a esse plano. Quanto ao que está reservado para a minha alma, quaisquer que sejam as metamorfoses pelas quais ela esteja destinada, ela as sofrerá. O principal para mim é me preparar para estar com o Criador em todas essas transformações, mesmo que Ele realize em mim “operações cirúrgicas” muito desagradáveis.

Pergunta: Você está falando do sofrimento do corpo físico ou do sofrimento interior?

Resposta: Por “cirúrgico”, quero dizer operações internas. Claro que isso pode incluir operações físicas e fisiológicas, naturalmente.

Quando perguntaram a Baal HaSulam: “Certamente o senhor poderia ter feito de tudo para não sofrer antes da morte?”, ele respondeu: “Eu jamais permitiria isso a mim mesmo”. De fato, ele teve uma morte muito dolorosa. Sofreu de câncer, problemas cardíacos e várias outras enfermidades. Suportou grande sofrimento. Ele não faleceu em idade tão avançada, por volta dos 70 anos. Que anos são esses?

Se uma pessoa realmente compreendesse até que ponto mesmo esses sofrimentos, que servem como um veículo para a espiritualidade, a impulsionam para frente, e percebesse que tem a capacidade de se elevar acima deles, ela não os eliminaria, ela se elevaria acima deles. Mas o que se quer dizer aqui não é uma pessoa comum que simplesmente sofre como um pequeno animal espancado, mas um Cabalista.

De KabTV, Eu Recebi uma Chamada. Os Sofrimentos dos Cabalistas”. 08/10/10

Como Um Cabalista Corrige O Mundo?

525Pergunta: Se um Cabalista absorve em si as doenças de todas as pessoas e as corrige dentro de si, onde está a alegria de sua vida?

Resposta: Você não imagina a alegria que isso lhe traz, pois, com isso, ele corrige muita coisa. Ele não sofre simplesmente como um homem comum em nosso mundo, que desconhece a causa, a razão ou o propósito de seu sofrimento, por quem o sofrimento simplesmente passa enquanto ele segue em frente mecanicamente. Um Cabalista faz isso conscientemente; ele percebe esses sofrimentos, compreende sua origem e os corrige. Interiormente, ele é feliz.

Pergunta: Então todos os Cabalistas que morreram tragicamente eram felizes?

Resposta: Sim, sem dúvida. Meu professor faleceu em meus braços. A questão é que todos esses sofrimentos chegam ao nível do nosso mundo na forma de todos os tipos de doenças. A doença segue seu curso por si só, como em qualquer corpo animado, e ele corrige o mundo por sua atitude em relação à fonte, ao Criador, à luz, elevando-se acima disso.

Ele não se torna saudável, nem imortal. Ele ainda adoece e morre. Mas durante o curso dessa doença e morte, ele realiza correções enormes e se percebe como existindo no mundo superior; isso é o que significa ser um Cabalista.

Pergunta: Então ele precisa passar por sofrimentos?

Resposta: Não, em nossa época, isso é absolutamente desnecessário. Tudo isso ocorreu em séculos passados, quando os Cabalistas simplesmente realizavam correções e, assim, preparavam toda a humanidade para seu estado atual.

Hoje, olhamos para nós mesmos e para o mundo de uma maneira completamente diferente, e juntos participamos da correção geral. Portanto, um Cabalista não precisa corrigir bilhões de pessoas, mas apenas disseminar a Cabalá e ajudá-las para que se corrijam. Dessa forma, realizaremos as correções em conjunto, como um só grupo.

Pergunta: Como o método mudou? Se antes a pessoa tinha que sofrer…

Resposta: Isso ainda era antes do início da nossa era, quando o egoísmo generalizado na humanidade estava em um nível tal que o próprio sofrimento impulsionava a pessoa em direção à espiritualidade. E agora isso pode ser feito atraindo a luz através do estudo das fontes primárias e do trabalho em grupo. O caminho da luz não é o caminho do sofrimento.

Pergunta: Por outro lado, uma pessoa envolvida na Cabalá passa por momentos difíceis, não é?

Resposta: Naturalmente, esses são estados desagradáveis. Mas a questão é que eles não são tanto físicos, mas sim de natureza ética e moral. Trabalho árduo e nervos de aço são necessários aqui, embora em grupo tudo isso ocorra de forma relativamente tranquila.

De KabTV, Eu Recebi uma Chamada. Os Sofrimentos dos Cabalistas”, 08/10/10

Sofrer Pela Sociedade

533.02Pergunta: Por que todos os Cabalistas que alcançaram altos graus espirituais sofreram de doenças graves no final de suas vidas?

Resposta: Porque sofrem pelo bem da sociedade e não por si mesmos.

Afinal, em nosso mundo, estamos acostumados a ver uma pessoa como um indivíduo solitário e separado, e, portanto, emitimos julgamentos sobre ela: esta é má, aquela é boa, esta é assim e assado, aquela é assado e assim por diante. Deixamos de levar em consideração o sistema que cerca a pessoa, que passa por transformações junto a ela, no qual ela existe.

Para pessoas comuns, essa perspectiva é compreensível. Mas um Cabalista passa por tudo isso não por interesse próprio. Ele opera fora de si mesmo, dentro da sociedade que o cerca, e existe “dentro” dela. Portanto, o cálculo que ele realiza é um cálculo de como fazer a sociedade progredir.

Todo o seu sofrimento é também pelo bem da sociedade. Ou seja, suas doenças e seus problemas, tudo isso, não provém de sua própria natureza pessoal, mas sim do fato de ele reunir em si todos os anseios da sociedade; ele age como Bina, que reúne todas as aspirações vindas de baixo, de Malchut a Zeir Anpin, e começa a corrigir e dar à luz tudo isso. Como uma mãe que sofre quando seus filhos adoecem ainda mais do que eles próprios e carrega o fardo de todos eles coletivamente.

Portanto, não podemos interpretar o sofrimento de um Cabalista como um indício de seus problemas pessoais. Esses problemas não lhe dizem respeito. Veja o que aconteceu com o Rabino Akiva e o Rabino Shimon, e quão jovem era o ARI quando faleceu! Contudo, em nossa época, tudo está mudando; estamos avançando em massa; então tudo pode mudar.

Mas, nos séculos passados, os Cabalistas assumiram grande sofrimento. Esses sofrimentos não eram por fé, não por Deus, mas pela humanidade. Um Cabalista absorve em si as doenças de todas as outras pessoas e as corrige dentro de si, e, portanto, por um tempo, elas passam por ele. Isso precisa ser compreendido. Não há nada de religioso nisso!

De KabTV, “Recebi uma Chamada. Os Sofrimentos dos Cabalistas”, 08/10/10

Um Meio De Suprimir O Egoísmo

540Comentário: Em 1938, um cientista suíço desenvolveu acidentalmente o LSD, uma droga que supostamente proporciona uma experiência de realidade diferente. Aqueles que a experimentaram começaram a ver o mundo de forma diferente e alegadamente sentiram um estado “além do tempo”.

Minha Resposta: Não posso ser especialista nesse assunto porque nunca usei drogas. Sempre acreditei que elas são ilusórias, uma desconexão da realidade. Com tais meios, é impossível transcender nosso mundo, elevar-se acima do tempo, do espaço e do movimento para uma dimensão diferente. São simplesmente diversas sensações psicossomáticas. Interrompemos o funcionamento adequado do cérebro e, portanto, supostamente, alçamos voo em algum outro espaço.

É evidente que isso nada tem a ver com a Cabalá, pois uma pessoa não adquire a qualidade de doação e amor pelo mundo ao seu redor. Uma pessoa pode, de alguma forma, ser sintonizada com isso por meio de drogas e convencida de que, por assim dizer, começará a amar os outros, a ser alegre, feliz e inclinada a se comunicar com os outros. Mas tudo isso só acontece porque a sintonizamos dessa maneira e lhe demos meios para suprimir o sentimento de egoísmo.

É o mesmo que se uma pessoa recebesse uma ferida emocional ou, pelo contrário, um grande presente do destino, mas não mudasse a si mesma e não adquirisse novas qualidades.

É evidente que as pessoas que usam drogas não se tornam altruístas por natureza, e não enxergam o mundo como um lugar bondoso, bom e com propósito. Elas veem todo tipo de imagem distorcida dentro de si mesmas.

Portanto, isso não tem absolutamente nada a ver com o mundo que um Cabalista revela na medida em que seu egoísmo se transforma em doação e amor, em uma qualidade oposta à natureza em que nasceu.

De KabTV, Eu Recebi uma Chamada. Cabalá e LSD”, 10/01/10

O Poder Curativo Do Cuidado

183.04Pergunta: Uma das minhas pacientes tinha diabetes e sofria de depressão. Ela se sentia sozinha, então comia o que estivesse por perto, nunca cozinhava para si mesma, esquentava comida pronta no micro-ondas e comia na rua. Perguntei se ela tinha alguma amiga e, após receber uma resposta afirmativa, aconselhei-as a cozinhar uma para a outra. Elas seguiram meu conselho e ambas começaram a se recuperar. Por que uma pessoa não consegue fazer algo para si mesma, mas faz com prazer para outra pessoa?

Resposta: Numa mulher, isso se expressa com especial intensidade, pois ela possui um instinto maternal de cuidado, um senso de dever. Uma pessoa sozinha é preguiçosa demais para cozinhar só para si. É sabido que, se uma mulher mora sozinha, ela nunca cozinha. Mas, se ela tem família, não pode se dar ao luxo de deixar as coisas de lado.

Por que nos tornamos mais saudáveis ​​quando cuidamos dos outros? Não necessariamente porque nossos sistemas se equilibram, mas porque entramos em equilíbrio com a natureza, com o vasto mundo ao nosso redor, no qual circulam forças poderosas que buscam o equilíbrio. Existimos uns em relação aos outros como um dipolo: positivo-negativo, negativo-positivo, que começa a interagir com esse campo imenso, com essa força imensa. Como nos esforçamos para nos assemelhar a ele, atraímos sua influência positiva para nós mesmos, uma influência que nos cura.

Não importa em que nível interagimos uns com os outros. Suponha que duas pessoas troquem pequenas coisas agradáveis; não importa o quê. O principal é que ocorra uma ação que as coloque em correspondência com esse vasto campo, e então ambas comecem a se recuperar. E não importa que uma tenha enviado uma maçã para a outra e a outra tenha enviado algo igualmente insignificante; esse não é o ponto. O ponto reside precisamente na correspondência com o ambiente circundante, com aquilo com que você se alinha: seja com a humanidade corrupta, da qual você recebe apenas influências negativas, seja com a influência positiva da grande força da natureza.

De KabTV, “Medicina do Futuro”, 07/04/13

O Poder Das Emoções

276.01Comentário: Uma história que circula nas redes sociais relata que psicólogos que trabalham com crianças com câncer em estágio terminal decidiram realizar o maior desejo de cada criança e observar como a realização desse sonho afetaria seu bem-estar.

Uma menina de quatro anos que morava em uma aldeia queria andar de bonde. Um menino de onze anos sonhava em andar a cavalo, e uma menina de treze anos sonhava em se tornar uma princesa: ter criados e ter a mão beijada como uma princesa.

Os psicólogos alugaram um bonde e passaram cerca de duas horas passeando com a menina pela cidade. Mostraram-lhe pontos turísticos interessantes e ofereceram-lhe chá e doces. Para o menino e seu pai, encontraram alguns cavalos, e pai e filho cavalgaram pela orla marítima.

Alugaram um castelo antigo e belas roupas antigas. Os médicos vestiram-se de cortesãos e a menina foi vestida com um vestido de princesa. A pequena princesa caminhou pelos corredores, todos a serviram e, tal como ela sonhara, beijaram-lhe a mão.

Os resultados dos exames médicos subsequentes foram simplesmente surpreendentes. Em uma criança, o câncer desapareceu completamente; nas outras, a doença regrediu ou, pelo menos, parou de progredir!

Este experimento confirmou uma verdade conhecida pelos médicos da antiguidade, mas frequentemente esquecida pelos modernos: as emoções exercem a influência mais forte e direta sobre o nosso bem-estar e saúde. Emoções positivas e bons pensamentos são capazes não só de trazer alegria e uma sensação de felicidade, mas também de superar as doenças mais terríveis.

Minha Resposta: Além da influência da luz circundante (Ohr Makif) nas ações integrais, que em geral transformam tudo o que é ruim e prejudicial em bom e benéfico, as emoções positivas que surgem no círculo da comunicação integral também produzem um efeito curativo.

Da Palestra de 16/10/13

A Felicidade É A Cura Para Todos Os Males

745.01Pergunta: Parece que quanto maior o número de pessoas com quem uma pessoa entra em contato, maior o risco de contrair alguma doença e adoecer. No entanto, estudos mostram que uma pessoa que vive isolada das outras tem uma probabilidade muito maior de morrer de doença. Por que surge essa contradição?

Resposta: Houve períodos na história da humanidade em que epidemias terríveis assolaram a Europa. Como as pessoas viviam densamente concentradas nas cidades, essas epidemias levaram a verdadeiras catástrofes e ceifaram milhões de vidas. Se uma pessoa vivesse em uma aldeia remota, teria uma chance maior de escapar de uma epidemia.

Mas hoje a humanidade já ultrapassou essa era de grandes epidemias. Estudos recentes mostram que, em nossa época, o sentimento de conexão e felicidade tem um poder tão grande que pode superar todos os problemas e doenças. Afinal, vivemos em uma era diferente.

Li sobre um estudo realizado em uma universidade envolvendo três adolescentes que sofriam de formas extremamente graves de câncer. Perguntaram a eles o que desejavam para suas vidas e prometeram que qualquer desejo seria realizado. Um menino queria voar em um avião na cabine do piloto, e uma menina queria ser rainha. Todos esses desejos foram realizados.

Para a jovem, foi organizada uma recepção real na universidade. Estudantes vestidos com trajes históricos prestaram-lhe homenagens reais. Após isso, constatou-se que o quadro clínico da paciente melhorou em 80%.

É claro que é impossível tratar todas as doenças apenas dessa maneira. Existem doenças de diferentes níveis — inanimado, vegetativo, animado e humano — dependendo de quais sistemas do corpo são afetados. Mas o câncer, em particular, é muito suscetível a essa influência e recua diante de um sentimento de felicidade. A felicidade cura até mesmo nas condições mais desesperadoras.

Nesses casos, os médicos aconselham os pacientes a fazerem o que gostam: viajar, beber vinho, aproveitar a vida. E o mais importante é o apoio das pessoas ao redor — amor, ajuda e proteção. O problema é que as pessoas muitas vezes agem exatamente ao contrário, começando a ter pena do doente e a chorar junto com ele. Fazendo isso, acabam enterrando-o imediatamente.

Quanto mais nos aprofundamos e nos conectamos com a força que sustenta toda a nossa vida, todo o universo e todos os níveis da nossa existência, melhor aprenderemos a curar todos os problemas através da sensação de felicidade. E compreenderemos que a felicidade só é alcançada através da conexão.

Ou seja, antes de tudo, precisamos de união. Ao nos unirmos, revelamos a conexão entre nós, na qual sentimos a força que nos une e nos dá uma sensação de felicidade. E através dessa sensação de felicidade, curamos todos os problemas.

De KabTV, “Nova Vida – Felicidade e Laços Sociais”, 17/10/13