Textos na Categoria 'Nova Vida'

Nova Vida # 773 – Costumes De Rosh Hashaná

Nova Vida # 773 – Costumes De Rosh Hashaná
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

A raiz de Rosh HaShanah (Cabeça do Ano, Ano Novo) é o nascimento espiritual do primeiro homem que descobriu a força geral da natureza. Essa é uma força oculta que inclui todas as leis e forças da natureza que podem ser descobertas se nos tornamos iguais a ela. Rosh Hashaná é considerado como o dia em que Adam HaRishon (o primeiro homem) descobriu o Criador, Bore, das palavras hebraicas “Bo-Reh” – “Venha e Veja”.

Nós fomos criados com um desejo de receber egoísta e devemos reconhecer o mal nele, nos mantermos afastados dele e nos voltarmos ao Criador. Rosh Hashaná é uma fase no caminho para a correção em que queremos coroar a força do bem acima do mal em nós. Todos os nossos costumes são uma réplica das ações espirituais internas da correção do mal em nós.

Soprar o Shofar simboliza ações espirituais sublimes, que são muito difíceis de explicar em linguagem simples. A saudação “um ano bom e doce” simboliza a necessidade de adoçar a inclinação ao mal, descascar o desejo de receber a partir da intenção egoísta, e cobrir o nosso desejo de desfrutar bruto com uma boa intenção, “a fim de doar”. Essa é a inclinação ao bem. A chave para um ano doce é como usamos o desejo de desfrutar: se é para o meu próprio bem ou para benefício dos outros.

O ditado, “que possamos ser a cabeça e não a cauda”, significa que não devemos seguir os nossos pensamentos egoístas, mas que o Criador deve nos controlar; que pelo poder do amor, da doação e da conexão, Ele deve reinar sobre nós e guiar cada ação em nossa vida.

“Que os nossos direitos (Zchuyot) devem ser muitos como uma romã” – vem da raiz “Zachut“, que significa “pureza” e refere-se à purificação do nosso ego para realizar o maior número de ações para o bem dos outros e, no caminho, também para o bem do Criador. As boas ações são ações que vêm após a correção da inclinação ao mal e antes disso tudo é ego.

Rosh Hashaná é de fato o tempo para o reconhecimento do mal, o desejo de mudar a nossa cabeça e de coroar o Criador. Em vez de ter a força de recepção, com a qual fomos criados, que nos governa, queremos que a força de doação nos governe.

De KabTV “Vida Nova # 773 – Costumes De Rosh Hashaná “, 27/09/16

Nova Vida # 772 – Selichot Entre Uma Pessoa E O Lugar

Nova Vida # 772 – Selichot Entre Uma Pessoa E O Lugar
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Deus, o Criador, HaVaYaH, o lugar, todos esses nomes se referem à força superior que criou o desejo de receber. O Criador preenche o desejo de receber na medida em que o desejo de receber se assemelha ao Criador que doa. O Criador reside nos laços de doação entre pessoas que se conectam. Este é o lugar.

Diz-se que é inútil pedir perdão ao Criador se você não tiver corrigido seus relacionamentos com os outros. Portanto, Selichot (orações de perdão) devem vir a partir da conexão entre as pessoas em um grupo. Este é o lugar onde o Criador é revelado. O ajuste de contas pessoal é até que ponto estou conectado a todos em boas relações. Não existe nenhuma conta de mim mesmo.

O distanciamento do Criador durante os 2.000 anos de exílio distorceu nossa verdadeira percepção da busca da alma. Tudo o que uma pessoa faz está escrito no livro; nós estamos todos encerrados em uma rede e cada movimento que fazemos é registrado na rede. Você afeta a rede, de modo que deve constantemente se certificar de que a rede está conectada e não desconectada. Não saber o seu dever não o exclui da punição. Se você não reforçou as conexões na rede, é como se você causasse a desconexão.

Perdão, remorso pelo passado, e receber no futuro estão todos incluídos na busca da alma de uma pessoa, e assim ela corrige sua atitude para com a rede; ninguém pode executar essa correção para ela. O perdão entre uma pessoa e seu amigo é se voltar a alguém em certo ponto, esclarecendo e corrigindo a atitude para com ele.

O perdão entre uma pessoa e o lugar é a atitude de uma pessoa para com todo o sistema integral; esclarecer e corrigir a sua atitude geral para com o sistema. Pedir perdão ao Criador é pedir perdão a todos em conjunto. “Eu habito no meio do meu povo”.

De Kab TV “Nova Vida # 772 – Selichot Entre uma Pessoa E O Lugar”, 27/09/16

Nova Vida # 771 – Perdão Entre Uma Pessoa E Seu Amigo

Nova Vida # 771 – Perdão Entre Uma Pessoa E Seu Amigo
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

A natureza humana é egoísta, sua inclinação é má, e por isso, desde o princípio, a pessoa causa mal aos outros. A questão é apenas se ela reconhece isso, se sente que a sua natureza é má, e se se arrepende? Mesmo que a pessoa reconheça que está explorando os outros e queira corrigir isso, uma pergunta pode ser feita: o que a motiva? Quando ela explora alguém, ela se desliga do sistema porque fazer parte do sistema significa que ela está preocupada com o bem-estar do sistema.

O pecado não é sobre que mal conseguimos identificar e, portanto, que não nos relacionávamos bem com os outros. A principal coisa é examinar a si mesmo e entender em que nova atitude você deve se esforçar para considerar tudo fora de você. O resultado deste exame é uma verdadeira correção onde a boca e o coração da pessoa são iguais. Quando a pessoa identifica o mal, ela se abstém dele e desenvolve um bom relacionamento com os outros.

Isso já é “arrependimento”. Depois de um processo de correção interna, você precisa dar o bom exemplo aos outros. Se não houver uma resposta adequada do outro lado, às vezes você tem que se fechar e esperar. Para lidar com o atropelamento de sua dignidade, é preciso construir uma dignidade maior para si mesmo. Dignifique o sistema. Dignifique a construção de si mesmo como uma pessoa que está corrigida.

De KabTV “Nova Vida # 771 – Perdão Entre Uma Pessoa E Seu Amigo”, 20/09/16

Nova Vida # 770 – O Mês De Selichot (Perdão)

Nova Vida # 770 – O Mês De Selichot (Perdão)
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Nós temos que conhecer a estrutura da realidade para compreender o significado de Selichot. Nós estamos todos conectados em um único sistema, mas este sistema está quebrado. Nós temos que corrigir a rede entre nós, uma vez que ela não será corrigida por si só e apenas vai revelar mais e mais como está quebrada.

O perdão correto é resultado do reconhecimento do mal em nós, de nossa atitude em relação ao amor e mutualidade, que deve haver no sistema corrigido. Nós pedimos perdão por não dar um bom exemplo aos outros. Não se trata apenas da boca para fora, mas um exame de onde temos negligenciado na correção da conexão entre nós. Não há nenhuma razão de se iniciar um novo ano, uma nova mudança, antes de se realizar um sério exame de consciência e analisar se estamos sintonizados corretamente.

As orações pelo perdão começam com o autoexame, porque, por não estarmos corrigidos, somos a causa de todo o mal no mundo. Antes de correr para corrigir nossas relações com alguém é preciso primeiro corrigir a nós mesmos internamente. Então, a nossa atitude externa para como os outros também será corrigida, é claro. Antes da correção, nós precisamos adquirir uma “régua”, com a qual podemos medir o bem e o mal no sistema.

O sistema correto é baseado em uma conexão de coração para coração, como um só homem em um só coração, de acordo com a regra do “ama teu amigo como a ti mesmo”. O perdão correto inclui a correção da minha atitude má para com o mundo inteiro, a correção da inclinação ao mal em uma inclinação ao bem chamada de verdadeiro arrependimento. Através do amor, a pessoa se eleva ao nível do Criador.

De KabTV “Nova Vida # 770 – O Mês De Selichot (Perdão)”, 20/09/16

Nova Vida # 769 – O Embrião, O Bebê E A Alma

Vida Nova # 769 – O Embrião, O Bebê E A Alma

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

O processo de aprendizagem começa com a educação dos pais. O que uma mulher aprende durante a gravidez afeta seu embrião. O embrião está conectado ao banco de dados superior, mas a pressão do mundo exterior fecha-o. O bebê absorve muito mais do que nós entendemos por meio de seus sentidos internos. Nós todos vivemos a fim de desenvolver a nossa alma, e se uma criança tem uma alma especial, tem questões existenciais.

Um bebê nasce com sentidos internos não desenvolvidos, que devem ser amadurecidos. Os sentidos evocam questões e curiosidades, então deixe a criança desenvolver na direção para a qual ela é atraída e não a iniba.

O que quer que uma pessoa aprenda ao longo de sua vida, basicamente, aproxima-a a correção de sua alma de uma forma muito especial. O mundo serve como um enorme embrulho para a pergunta fundamental: “Para o quê estou vivendo”

Temos um cérebro e um coração, não a fim de servir o nosso corpo físico, mas para que eles nos ajudem a alcançar a interioridade da vida. Nós temos um desejo inato de saber de onde viemos, para onde vamos, o que aconteceu antes de nascermos, e que há depois da morte.

As respostas a todas essas perguntas estão na dimensão espiritual, que percebemos quando desenvolvemos o desejo para doar bondade. A força de doação é a força para sair do nosso desejo natural de receber tudo para o nosso próprio bem e trabalhar na direção oposta da vida espiritual, no sentido de dar em vez de receber, de amor ao invés do ódio. A gota de sêmen espiritual, o pequeno ponto que pode ser desenvolvido em um desejo de amar e de doar está dentro de nós.

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De KabTV “Nova Vida # 769 – O Embrião, O Bebê E A Alma” 9/13 / 16

 

Nova Vida # 768 – Aprendizagem

Nova Vida # 768 – Aprendizagem
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

A aprendizagem não é sobre o quanto uma pessoa se lembra, mas até que ponto expande sua percepção. Nós não sabemos em que mundo vivemos e qual deve ser a conexão entre nós, mas se expandirmos nossos vasos de percepção, vamos perceber um mundo mais atraente. É nisso que a sabedoria da Cabalá se envolve.

Quando uma pessoa expande seus vasos de percepção, absorve novos dados, processa-os e alcança uma nova compreensão. Ao contrário dos animais, nós temos que explorar para que estamos vivendo e estudar o sentido da vida.

Essa é a razão do homem receber inteligência, para que possa compreender sua essência, o seu papel no mundo e o propósito de sua evolução.

As crianças pequenas têm um instinto natural de aprender, de saber sobre coisas novas e explorar, de forma que vão crescer e se desenvolver. Esse instinto é extinto quando elas crescem, mas se um adulto tiver um desejo de descobrir coisas, de aprender e se desenvolver, também será capaz de estudar.

A diferença entre o nível animal e o nível falante é que o nível falante se refere ao estudo infinito, e se eu não aprendo algo novo todos os dias, não sinto que estou vivo. O entendimento é tanto emocional como mental, o coração entende. Se a pessoa não aprende a corrigir a sua alma durante a sua vida, não resta nada dela depois que ela morre.

De KabTV “Nova Vida # 768 – Aprendizagem”, 13/09/16

Nova Vida # 767 – O Próximo Nível

Nova Vida # 767 – O Próximo Nível
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Hoje, a humanidade atingiu um estado único. O nível anterior de desenvolvimento terminou. Por um lado, temos imensas capacidades, e, por outro lado, tudo o que temos desenvolvido trabalha em nosso detrimento. Como resultado, as pessoas estão em desespero e acabam desistindo. Esse estágio do nosso desenvolvimento é chamado de “reconhecimento do mal”.

A sabedoria da Cabalá ensina por que estamos vivos e para onde devemos ir. Nossa próxima forma é a forma de um “círculo”: todos vivendo em condições de igualdade, em conexão, “como um homem com um só coração”. O que nos falta hoje é a compreensão do objetivo da vida, para que estamos vivendo. Mais tarde, vamos descobrir que precisamos subir acima do egoísmo, para o “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18).

Quando as pessoas estiverem realmente conectadas, cada uma vai sentir um nível superior e espiritual da vida. A natureza não nos criou conectados desde o início para que fosse possível que nos desenvolvêssemos espiritualmente de forma independente. Quando as pessoas estão conectadas, a sua atitude para com os outros é como para si, todas são iguais e se amam.

Por milhares de anos as pessoas têm falado sobre a regra geral: “E amarás o teu amigo como a ti mesmo”. A sabedoria da Cabalá oferece um método único para a sua realização.

De KabTV “Nova Vida # 767 – O Próximo Nível”, 06/09/16

Nova Vida #766 – O Que Diferencia Um Ser Humano De Um Animal?

Nova Vida #766 – O Que Diferencia Um Ser Humano De Um Animal?
Dr. Michael Laitman, em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

A diferença essencial entre um humano e um macaco é que o ser humano tem um impulso para o desenvolvimento, para mudar a si mesmo e seu ambiente. Nós temos um programa especial em nós que necessita de desenvolvimento. A pergunta é por que ele existe em nós? A verdade é que não sabemos por que é que vivemos. Esta questão exige uma solução hoje.

Os animais têm uma linguagem suficiente para eles, enquanto que a linguagem humana é mais rica, porque nós devemos transmitir informações sobre o nosso desenvolvimento. A existência humana acima de um animal é expressa pela sua descoberta da origem da sua vida, sua razão, seu objetivo e o propósito da sua vida, e a natureza nos obriga a investigar de onde viemos e para onde estamos indo.

De Kab TV, “Nova Vida #766 – O Que Diferencia Um Ser Humano De Um Animal?” 06/09/16

Nova Vida # 622 – Um Novo Ano

Nova Vida # 622 – Um Novo Ano
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

Por que estamos animados com a renovação? Porque somos pessoas, não seres inanimados, vegetativos ou animados. Nós estamos sempre em um estado de desenvolvimento.

A expressão “ano novo” imediatamente desperta esperança, mas, aparentemente, a situação não é muito boa este ano. A minha expectativa pessoal é que este ano as pessoas queiram mudar suas vidas para melhor e estejam inclinadas a ouvir a sabedoria da Cabalá.

O que pode trazer renovação hoje é a descoberta da essência da vida, um estado que abre uma porta para um mundo maravilhoso. Neste mundo bom tudo funciona de forma diferente, sempre avançando em direção ao que é bom e ainda melhor. É como quando éramos crianças, quando cada dia estava cheio de prazer e alegria, jogos e coisas divertidas.

A vida atual é muito desgastante. Às vezes nós tomamos um fôlego, mas dia após dia realizamos uma corrida louca e cansativa. Portanto, muitas pessoas não querem mais ter filhos. Em que tipo de mundo nós os criaríamos?

As mudanças são estressantes para nós porque exigem uma adaptação de nós, acomodando-nos a uma nova situação. No mundo futuro que descrevemos acima, as inovações seriam agradáveis porque não exigiriam esforço. A possibilidade de abrir uma porta para um novo mundo depende do nosso acordo para viver uma nova vida. A condição principal para esta nova vida é viver em conexão com os outros, se tornar uma única família.

Isso é contra a nossa natureza egoísta, por isso nós precisamos de um método que desenvolva um desejo em nós por conexão. O que vai ajudar a superar o medo da mudança é um acordo social de que é impossível que as coisas continuem assim.

De KabTV “Nova Vida # 622 – Um Novo Ano”, 08/09/15

Nova Vida # 621 – O Segredo Para Um Bom Ano

Nova Vida # 621 – O Segredo Para Um Bom Ano
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

O que devemos esperar no próximo ano? Como podemos ter certeza de que o novo ano vai ser bom, e por que é que pela revelação do mal entre nós que podemos transformar o ano que vem em um ano bom?

O novo ano pode ser bom se entendermos que o ano passado foi ruim. É um momento de introspecção. A sociedade está começando a perceber que este não é o estado que sonhou. O mal está sendo revelado, e graças a ele as pessoas percebem que a situação que vivemos é falsa. Este é um passo muito importante em direção à verdade.

Nós temos que descobrir onde o remédio está. Ele está escondido na Torá, em sua interioridade, na sabedoria da Cabalá. Não se trata de se tornar religioso, mas da revelação da força superior que nos conecta, a Luz.

A meta que Israel deve definir para si no próximo ano é a da conexão. Conexão significa ser capaz de se conectar com os outros e preencher seus desejos. Nós somos todos partes de um sistema.

O mundo nos odeia porque não funcionamos corretamente. Não somos um exemplo de conexão. Quando começarmos a sentir que dependemos uns dos outros, vamos perceber que não há outra escolha senão aprender a se conectar.

Nós somos chamados de Israel, que vem das palavras “Yashar-El: direto à força superior da natureza”, a força de amor e doação. Quando entendermos que o ódio nos destrói e tentarmos nos conectar, vamos descobrir que precisamos da força superior.

A sabedoria da Cabalá nos ensina como usar a força superior para corrigir as corrupções em nossas vidas. O nosso egoísmo descreve todos os problemas, e a sabedoria da Cabalá nos ensina a atrair a força superior que o corrige.

Um bom ano é um ano em que vamos sentir a força superior entre nós, a força de amor e doação. Essa mudança é natural, como uma criança que cresce; nós sentimos a força da natureza que desenvolve a vida.

Nós temos que desenvolver um desejo para que o Criador habite entre nós, a força de amor e doação, a força de conexão. Quando reconhecermos o nosso estado mal, vamos alcançar o desejo de ungir essa força como o nosso rei, e esse é Rosh Hashanah (a cabeça do novo ano).

De KabTV “Nova Vida # 621 – O Segredo Para Um Bom Ano”, 19/05/14