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O Medo De Ficar Por Fora (FOMO)

Laitman_003.jpgNas Notícias (Science Daily): “‘Você está por fora’. Existe outra frase que possa causar tal ansiedade no coração dos jovens? … É verdade, porém precisamos conversar sobre o medo de ficar por fora. Conhecido como FOMO (sigla em inglês) na fala dos millennials (Geração Y), o medo de ficar por fora está rapidamente prejudicando a Geração Y – e provavelmente está causando danos à sua própria vida. …

“O estudante universitário médio gasta oito a 10 horas matando o tempo em seu telefone celular a cada dia, e quando acreditamos de forma consistente que estamos ‘por fora’, a ansiedade e a depressão podem se estabelecer. Não é nenhuma surpresa então que o uso de antidepressivo seja muito alto e cresça a cada ano”.

Pergunta: Como você se relaciona com isso?

Resposta: No passado, antes de eu descobrir a sabedoria da Cabalá, eu também sofria deste medo em certo grau. No meu tempo não havia internet, e eu vasculhava todas as revistas, bibliotecas, praticamente em todos os lugares, porque temia faltar alguma coisa importante no mundo sobre mim mesmo, sobre a vida, e temia perder uma oportunidade de me realizar. Esse medo está enraizado no fato de que a pessoa quer algo significativo em sua vida, alcançar algo, não perder o que é importante, saber o significado da vida. Mas, no final, a pessoa corre em volta até que se cansa e aceita o fato de que, de alguma forma, vai chegar ao final de sua vida.

Pergunta: Será que isso significa que, de repente, um medo positivo de não viver a sua vida em vão surge na pessoa?

Resposta: Claro, a pessoa quer deixar sua marca, fazer algo significativo, de modo que as pessoas saibam sobre ela, a apreciem e se lembrem dela.

Mas uma pessoa que alcança o nível da sabedoria da Cabalá começa a entender que a coisa mais importante para ela é que as pessoas devem mudar para melhor, e é nisso que ela investe seus esforços. É como cuidar dos filhos: não faz diferença para a pessoa o que seus filhos possam pensar dela. O que importa para ela é que eles devem ter sucesso, e pensar corretamente em seus filhos.

Um Cabalista só pensa em como se realizar ao educar os outros para que eles avancem sem ter que segui-lo o tempo todo. Essa é a coisa principal, e sua recompensa é o fato de que as pessoas devem seguir o caminho certo para se realizar ao se assemelhar à natureza, mesmo sem saber sobre ela. Em outras palavras, o medo de um Cabalista é não ser capaz de se realizar como parte integral de toda a natureza. Essa deve ser a sua atitude e a realização de sua atitude para com todos os outros.

Pergunta: Você tem medos?

Resposta: Eu não tenho quaisquer medos, mas aspiro a cumprir a minha missão, que é o sentimento que tenho de justificar o que me foi dado pelo meu professor, e eu sinto sua pressão sobre mim mesmo no momento. Não é medo, mas um sentimento de responsabilidade. Que medo pode haver em um mundo onde o Criador controla tudo? Eu me sinto responsável por revelar o legado dos grandes Cabalistas às pessoas para que cada ser humano tenha a chance de se realizar totalmente ao utilizar esse conhecimento.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 31/08/16

Nova Vida # 442 – As Quatro Espécies

Vida Nova # 442 – As Quatro Espécies


Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

O que a Sukkah simboliza no contexto das nossas relações com a força superior; como é que as quatro espécies simbolizam nossa acomodação a ela, e que emoções a pessoa sente procurando por ela?

Todo o nosso trabalho em Elul, Rosh HaShanah e Yom Kippur é para descobrir a ausência do Criador, e depois vem Sukkot.

O Skakh (palha) simboliza que já fizemos a sombra que esconde o Criador para que possamos gradualmente descobri-Lo.A Sukkah simboliza que o Criador nos abraça e rodeia com Sua Luz. As quatro espécies simbolizam que a pessoa vai adaptar-se ao Criador.

Os sete dias, Luzes, Ushpizin (convidados), constroem sete características em mim, que são fundamentais para sentir o Criador. Reter as quatro espécies simboliza o desejo da pessoa a acomodar-se ao Criador.

O Criador é totalmente doação e amor. Eu posso entender e senti-Lo se doação e amor estiverem dentro de mim. Hesed, Gevura, Tifferet, Netzah, Hod, Yesod e Malchut – estas são as formas de doação do Criador para nós. Uma pessoa não pode relacionar-se com o Criador melhor do que através de seu relacionamento com os outros. Por meio dos outros alcançamos o Criador.

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De KabTV “Nova Vida # 442 – Feriados: As Quatro Espécies”, 5/10/14

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Nova Vida # 440 – Feriados: A Sucá No Coração

Nova Vida # 440 – A Sucá No Coração
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

O que a Sucá e sua estrutura especial simbolizam? Qual é o significado das luzes e sombras que são típicas deste feriado, e o que isso significa para a construção da Sucá no coração?

O Criador é a força geral de toda a realidade, amor absoluto e doação. Cada fenômeno natural é sentido apenas depois que uma pessoa prepara o sentido correto para si. O Criador é a força de amor e doação. Se houver um pouco de amor e doação em mim, vou senti-Lo. A sabedoria da Cabalá é a sabedoria da absorção e de como nos sintonizar com o mesmo comprimento de onda que o Criador.

A cobertura da Sucá simboliza a Masach (tela), o que significa que não quero receber essa iluminação para meu próprio prazer, mas para a correção. A alma não está na Sucá que construímos no quintal, é claro, mas é o nosso desejo destinado à doação. Como podemos apontar nosso desejo à doação aos outros? Pelas Luzes, as forças de correção, chamadas Ushpizin.

As quatro espécies (usadas em Sucot) representam as quatro partes da alma, Yod – Hey – Vav – Hey. O etrog (cidra amarela) é muito importante, uma vez que representa a Sefira Malchut, a base da nossa criação. Nós seguramos as quatro espécies e as movemos de um lado para outro. Diferente do costume externo, temos também que mover a alma de um lado para outro.

Além do costume de construir uma Sucá no quintal, também temos que construir uma Sucá em torno do nosso coração. Essa é a principal coisa.

O desenvolvimento do nosso amor e doação, assim como o do Criador, é chamado de construir uma Sucá em torno da minha alma. Sete Sefirot me separam do meu próximo estado. As Sefirot são os níveis de correção da alma. A cobertura da Sucá simboliza o fato de que eu não quero receber a abundância para meu próprio prazer, mas para que ele me corrija. Depois de Sucot, Simchat Torá Chanucá vem Purim, o fim da correção, quando tudo é permitido.

Construir uma Sucá no coração é estabelecer as condições para o nosso desejo e nossa intenção de sermos corrigidos para o amor e doação.

De KabTV “Nova Vida # 440 – A Sucá No Coração”, 02/10/14

Nova Vida # 439 – As Luzes De Sucot

Nova Vida # 439 – As Luzes De Sucot
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Qual é o significado interno de Sucot? O que as luzes, que são típicas deste feriado, simbolizam e como isso está relacionado com a transição de uma pessoa do mal para o bem?

Em Rosh HaShanah nós coroamos a força de amor e doação. Durante os Dez Dias de Arrependimento, separamos os desejos em nós que podem ser corrigidos e os que não podem. Os sete dias de Sucot são sete iluminações especiais que transformam o mal em nós em bem.

As Luzes que vêm são chamadas de Luzes Circundantes. Elas simbolizam a Sucá e a cobertura da Sucá. As medições da Sucá coincidem com as medições da alma. Na Sucá, essas são Amot (o comprimento de um antebraço), na alma, isso se refere aos desejos e Luzes.

A alma é um desejo totalmente voltado ao amor ao próximo. O arrependimento é o exame do coração: que desejos estão em mim e em que medida estou disposto a trabalhar para o bem dos outros. Sucot são as Luzes que corrigem o mal em nós em bondade até Shemini Atzeret (o oitavo dia de Sucot) quando não há mais nada para corrigir.

De KabTV “Nova Vida # 439 – Feriados: As Luzes De Sucot“, 02/10/14

Nova Vida # 438 – Yom Kippur

Nova Vida # 438 – Yom Kippur
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Qual é o significado espiritual dos costumes de Yom Kipur e como eles nos despertam para examinar nossos desejos internos e intenções em nossa atitude para com os outros, para a conexão, e para o amor verdadeiro?

Quase todo mundo vai à sinagoga no Yom Kippur. De acordo com a sabedoria da Cabalá, Yom Kippur é um estado muito especial no ciclo do ano para a pessoa que se desenvolve espiritualmente.

Estamos acostumados a examinar nossas ações, mas também devemos examinar nossas intenções, especialmente no que diz respeito aos outros: aonde eu permaneço no que diz respeito à força superior cuja natureza é amor e doação? O exame, assim como um raio-X da intenção do coração, é feito pela Luz que vem do estudo da Cabalá.

Os Dez Dias de Penitência são dez raios-X do coração, que mostram onde estou para o meu próprio benefício e onde estou para o benefício dos outros.

A Torá requer que a pessoa corrija o seu coração. A Natureza, Deus, examina apenas a intenção no coração. O jejum simboliza a necessidade de primeiro parar de receber somente para o meu próprio benefício, restrição. Então nós podemos doar. Aprendemos com a história do profeta Jonas que temos que nos colocar de lado e agir para o benefício dos outros. Uma pessoa não pode se voltar ao Criador se existem pessoas no mundo que ela machuca.

A verdadeira reconciliação com os outros não é que eles devem perdoar você, mas que você deve construir em seu coração todo o amor por eles.

De KabTV “Nova Vida # 438 – Yom Kippur“, 30/09/14

Nova Vida # 434 – O Significado Dos Feriados De Israel

Nova Vida # 434 – O Significado Dos Feriados De Israel
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Quais são os significados espirituais dos feriados de Israel, como eles estão conectados à realização do objetivo de nossas vidas, e qual é a diferença entre eles e os feriados de outras nações?

Abraão estudou a tendência de desenvolvimento na antiga Babilônia. Ele entendeu que tudo avança para a conexão. Ele descobriu que a humanidade tem que alcançar a identidade com a natureza, se equilibrando e harmonizando com ela. Para estarmos equilibrados com a natureza, precisamos entender esse enorme sistema, que é profundo.

Abraão descobriu a lei pela qual toda a realidade evolui rumo à unidade geral, e a humanidade é parte disso. O processo de aproximação da união da humanidade tem etapas, como durante o curso da vida humana. A conexão é expressa em “O que é odioso para você, não faça ao seu amigo” (Shabbat 31a), e depois disso, “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18). Abraão disse isso aos babilônios. A maioria deles não quis ouvi-lo. Dezenas de milhares de pessoas o seguiram até o amor ao próximo. Os estágios de desenvolvimento no caminho para a conexão podem ser chamados de “Ciclo Anual”. Ele se repete em cada nível.

Segue-se que os feriados de Israel são espirituais e não uma comemoração de datas históricas como em outras nações. Os feriados de Israel são determinados pela natureza como estados de desenvolvimento no caminho para a conexão plena.

  • Desde o início, nós estamos dentro da conexão e harmonia da natureza em um estado oposto de divisão e destruição. É necessário fazer algum exame de consciência. Isso é chamado de mês de Elul.
  • Coroar o poder que conecta todas as partes da natureza para nos governar: Rosh HaShaná
  • Conectar toda a humanidade a isso, e não apenas nós, o povo de Israel: Yom Kippur, a leitura do livro de Jonas.
  • Em Sucot: conectamos as quatro espécies juntas, correspondendo aos quatro estágios de correção do egoísmo que nos separa.
  • Simchat Torah (Regozijo da Torá): nós estamos contentes que a força superior nos conecta.
  • Chanucá: um feriado espiritual acima do ego.
  • Purim: nós corrigimos todo o ego, todas as más tendências que estavam em nós, e podemos comemorar.
  • Pesach (Páscoa Judaica): simboliza como nós sempre nos afastamos da escravidão do egoísmo para a liberdade.
  • Contagem do Ômer: contamos quantos dos nossos desejos já corrigimos.
  • Shavuot: a entrega da Torá, o poder de correção. Através da Torá nós construímos a nós mesmos, mas não podemos manter isso e quebramos.
  • Tisha B’Av: disso aprendemos que profundidade devemos realmente nos corrigir através de uma conexão completa.

De KabTV “Nova Vida # 434 – O Significado Dos Feriados De Israel”, 16/03/14

Nova Vida # 485 – A Sabedoria Que Garante O Sucesso Na Vida

Nova Vida # 485 – A Sabedoria Que Garante O Sucesso Na Vida


Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Pergunta: Apenas dois grupos de pessoas estão interessadas no Criador: pessoas religiosas ou grandes cientistas: naturalistas, pessoas como Einstein, que tentam saber se existe uma força superior e desejam encontrá-la. Mas quanto ao resto, o Criador não lhes interessa. Como Ele afeta a vida diária de uma pessoa comum?

Resposta: Esta questão não tem nada a ver com saber se uma pessoa é religiosa ou não. A pessoa vive e passa por diferentes fases de desenvolvimento, juntamente com toda a humanidade. Se descobre e conhece as leis de acordo com as quais ela e a humanidade evoluem, será capaz de conduzir a sua vida de uma maneira melhor.

Ao saber o que a espera em um dia ou dois, para onde tudo está indo e avançando, será capaz de gerir melhor. Suponha que você quer saber qual profissão é melhor para o seu filho? Tudo ficará claro: como estudar, o que estudar, o que é melhor comprar. Você saberá tudo com antecedência, porque descobrirá o plano geral segundo o qual você desenvolve-se, e fluirá com ele.

Portanto, a revelação do Criador é necessária para cada pessoa. Experimentamos tantas decepções e fracassos hoje porque agimos cegamente. Toda a humanidade – com toda a tecnologia avançada que temos, com os sofrimentos a que temos sido submetidos, e a grande e amarga experiência que acumulamos – age cegamente porque não conhece o plano da natureza. [Leia mais →]

Nova Vida # 484 – Escolher A Descoberta Do Criador E A Preocupação Com A Humanidade

Nova Vida # 484 – Escolher A Descoberta Do Criador E A Preocupação Com A Humanidade
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Pergunta: Além das pesadas obrigações, será que pertencer ao “povo escolhido” dá aos judeus quaisquer vantagens, benefícios ou “concessões”? O que há de bom em ser o povo escolhido?

Resposta: Não podemos simplesmente recusar e rejeitar a nossa missão: nem aqueles que pertencem ao povo judeu hoje nem as doze tribos que estavam perdidas quase 2.500 anos atrás. Não podemos nos esconder de nosso papel; somos obrigados a realizá-lo.

Ser ou não ser escolhido não depende de nós. Nós só temos que olhar para onde é possível adicionar a nossa participação independente, graças a qual chegaremos a uma vida boa e calma, de modo que todos entenderão e nos apreciarão. Isso não é no sentido de que seremos superiores aos outros, mas que eles vão aspirar ao mesmo objetivo e tornar-se incluídos no mesmo processo.

Nós não podemos escapar. De qualquer forma, devemos realizar o nosso papel. Nada vai ajudar, nem se esconder dele ou morrer, mas apenas cumprir a nossa missão.

Pergunta: Será que ser escolhido significa que descobrimos o plano de desenvolvimento da vida e agimos em conformidade, possibilitando alcançar o sucesso em tudo? De que maneira a vida diária de alguém que descobre o plano de desenvolvimento é distinta?

Resposta: Uma pessoa como essa vai entender onde está, como se conectar corretamente com as pessoas, como construir uma base cada vez mais segura em todos os momentos para uma revelação ainda maior da força superior. Ela constantemente avança para a descoberta da força superior dentro dela, e isso a preenche com maior conhecimento e emoção. Todos os seus desejos e pensamentos serão dirigidos apenas para isso.

Ainda hoje nós inconscientemente ansiamos e só aspiramos à revelação da força superior. Nós achamos que supostamente queremos comida, sexo, sucesso, bem-estar familiar, dinheiro, honra e conhecimento. Mas, na verdade, em tudo isso, estamos procurando o sabor único da força superior.

E agora, graças a isso, estamos vivos; nós sentimos o gosto do Criador em tudo. Tudo, cada objeto que nos traz prazer, contém uma parte microscópica do Criador. Mas se quisermos sentir plenamente isso, de modo a preencher todos os nossos desejos e pensamentos, revelando toda a perspectiva do futuro, devemos nos preparar, ou seja, se conectar corretamente com o ambiente.

Pergunta: Em toda a história do povo judeu, tem havido muitos sábios em cada geração que buscaram e exploraram a força superior. Esse foi o lote das maiores mentes da geração, a elite. Mas é possível que agora cada pessoa na face da Terra pode alcançar o Criador, todos os sete bilhões de habitantes?

Resposta: Em primeiro lugar os sete milhões de judeus em Israel devem revelar o Criador e mostrar a todos que têm esse poder. Todas as pessoas vão sentir isso. No momento em que o povo de Israel começar a avançar em direção à revelação do Criador, toda a humanidade irá congelar com uma expectativa tensa, entendendo que depois que os judeus alcançarem essa descoberta, isso vai passar a todos os povos.

Pergunta: Então, o que é esse “povo escolhido”?

Resposta: O povo escolhido é o povo que escolheu a revelação do Criador e uma preocupação com toda a humanidade, pois esse é o propósito da descoberta: a revelação da força superior, o poder geral da natureza, a todas as pessoas. Essa é a nossa obrigação, e depois todo mundo vai realmente ser feliz. Eles irão transcender o conceito de tempo, espaço e movimento, saindo assim para outra dimensão.

De KabTV “Nova Vida # 484 – Escolher A Descoberta do Criador E Se Preocupar Com A Humanidade”, 28/12/14

Nova Vida # 627 – Yom Kippur: Ascensão Espiritual

Nova Vida # 627 – Yom Kippur: Ascensão Espiritual

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Qual a influência a sociedade tem sobre uma pessoa em conformidade com os costumes do Yom Kippur, qual é a essência do pacto que devemos fazer com a força superior, e sobre quais transgressões devemos expiar neste feriado? Yom Kippur tem um poder especial em Israel e influencia a todos. Yom Kippur é uma oportunidade para a introspecção, pensando em “por que estou vivo” e “qual é a essência de minha vida”.

Transgressões entre uma pessoa e outras pessoas é, basicamente, uma mudança na natureza humana, o ego. Sua atitude em relação a todo o seu ambiente deve ser como a sua atitude em relação a si mesmo. A transgressão é usar o seu ego para tirar vantagem dos outros. Transgressões entre o homem e Deus significa que “você não se relaciona com toda a realidade como se fosse você.

“Yom Kippur” significa que você precisa corrigir a si mesmo, até conectar-se com toda a criação, com um único coração.

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De KabTV “Nova Vida # 627 – Yom Kippur: Ascensão Espiritual”, 17/9/15

OBS: Audio e Vídeo em idioma inglês

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Nova Vida # 626 – Yom Kippur: O Eu E A Realização Social

Nova Vida # 626 – Yom Kippur: O Eu E A Realização Social
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Qual é a fonte desse sentimento especial em Israel durante os feriados de Tishrei? Como podemos voltar atrás e ser novamente uma nação coesa em sua terra e qual é o papel do Yom HaKippurim para o povo de Israel?

Yom Kippur é um dia especial porque as pessoas em Israel o tornam assim aqui. Ele é sentido de forma diferente no exterior, por exemplo. Em Yom Kippur a pessoa deve fazer um balanço pessoalmente, mas isso não pode ser feito sozinho; só pode ser feito em conjunto.

Rosh Hashaná é um dia para reconhecer que há um rei, uma força superior, o poder  total da natureza que cuida de tudo. A sabedoria da Cabalá nos ensina a expandir os limites do nosso mundo e descobrir essa força. Para fazer isso, a pessoa deve transcender seu egoísmo estreito, abolindo as fronteiras entre si e os outros.

Abraão falou sobre esse princípio: “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18), que era a base para nos tornar o povo de Israel. Quando anulamos os limites entre nós, somos verdadeiramente o povo de Israel, dignos da terra de Israel. Após 2.000 anos de exílio voltamos aqui para reconstruir. Essa é apenas uma oportunidade.

Nós temos que fazer alguma introspecção. Isto é representado para nós no Yom Kippur pela história do profeta Jonas. Jonas representa a nação de Israel e seu papel no mundo: ensinar as pessoas a se conectar melhor. Sabe-se que as pessoas pagam muito pelo direito de ler o “Maftir Yonah”. Este é um remédio para o sucesso. Na verdade, se entendermos qual é a nossa missão e a realizarmos tanto dentro de Israel como no mundo, tudo ficará bem.

Afinal, a Europa está em colapso, o Oriente Médio está em chamas, e o mundo inteiro está chocado e nos culpa, como sempre. Este ano, em Israel, nós estamos começando a entender que não há nenhuma conexão entre nós, exceto quando há problemas externos. Cabe a nós encontrar uma maneira de se conectar, e há um método claro e preciso para isso que vem da sabedoria da Cabalá.

De KabTV “Nova Vida # 626 – Yom Kippur: O Ego E A Realização Social”, 17/09/15