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Nova Vida # 631 – Israel É O País Mais Forte Do Mundo

Nova Vida # 631 – Israel É O País Mais Forte Do Mundo
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

Como você define um país forte? O que determina a sua estabilidade, e em que condições Israel pode se tornar o país mais forte do mundo?

O tempo, como um motor interno, desenvolve a raça humana. No século XXI, nós nos tornamos dependentes um do outro. É impossível saber o que vai acontecer no próximo momento. Quem é forte hoje pode ser fraco amanhã. A incerteza governa todos os aspectos da vida.

A Rússia enfraqueceu. A Europa pensou na unidade e hoje tudo está desmoronando lá. O mundo está em constante mutação. Qualquer conexão entre os países não se sustenta por muito tempo. E isso também é verdade no nível individual, onde as famílias se dividem, etc.

Uma pessoa não se preocupa com nada. Ela é cheia de dúvidas e está absorvido em seu telefone celular. Se uma pessoa recebesse alguns milhares de dólares a fim de viver no exterior, muitos deixariam esse lugar.

Neste caos, é muito difícil dizer que país é forte, sem falar na estabilidade. Israel hoje é muito fraco, uma vez que existem muitos fatores que podem minar instantaneamente nossa estabilidade. Mas nós podemos tornar esse país o mais forte do mundo, se aprendermos a usar nossa força especial. Nosso mundo é operado por uma rede de forças e só nós, judeus, temos o poder de afetar essa rede.

Depende se nos conectamos e nos tornarmos como um homem em um só coração. É assim que a força pode ser medida. Nenhum outro país, exceto Israel, pode ser forte. Todos os países do mundo dependem de nós. Se nos conectarmos, vamos garantir a nossa segurança, uma vez que, assim, obrigamos todos a se conectarem a nós de bom grado. Apenas Israel tem livre-arbítrio. O resto do mundo depende da qualidade da conexão entre nós israelenses.

Estar conectados significa responsáveis ​​uns pelos outros, como irmãos numa boa família. As boas relações entre nós vão levar à equivalência de forma com o sistema de governança e de providência na natureza. A natureza é feita dos níveis inanimado, vegetal e animal da natureza, mais o homem, todos conectados num único sistema, como partes de um corpo. Hoje nós descobrimos que o mundo está globalmente conectado, que todos afetam os demais, e que todos dependem de todos os outros. Construir a boa conexão mútua entre nós, nos torna compatíveis com a rede de governança da realidade, e assim nós ganhamos a força protetora.

As nações do mundo sentem que a chave para o futuro do mundo está em nossas mãos e elas nos culpam por tudo. No passado, uma nação que tinha armas nucleares er considerada forte, mas hoje isso é menos significativo, uma vez que muitos países têm armas nucleares. Israel vai se tornar o país mais forte do mundo quando nos tornamos compatíveis com a força superior que sustenta toda a natureza.

A sabedoria da Cabalá explora o sistema da Providência e as leis exatas pelas quais ele atua. De onde é que alguém obtém o pensamento de se levantar e atacar? Ele vem do sistema superior. Só nós temos a possibilidade de controlar os pensamentos e desejos que irão despertar em toda a humanidade através dessa rede.

Como será o Israel forte? Será um país que conhece apenas uma coisa: que deve estar conectado num bom caminho. Então, nenhum terrorista se levantará contra nós e todos os países do mundo vão gostar e nos apoiar em todos os sentidos.

De KabTV “Nova Vida # 631 – Israel É O País Mais Forte Do Mundo”, 08/10/16

Plano De Separação Da Autoridade Palestina

laitman_559Comentário: O presidente da oposição, Itzhak Hertzog, exige a completa separação de Israel dos palestinos: “Eu quero me separar dos palestinos o mais rápido possível”, afirmou ele num discurso feito numa convenção no INSS em Tel Aviv, “Eles estão lá e nós estamos aqui; vamos construir um grande muro entre nós”.

Hertzog apresentou um novo plano no qual sugere a construção de uma cerca em torno dos grandes assentamentos árabes declarando que “apenas a separação entre eles e nós vai garantir uma maioria judaica no Estado de Israel. Apenas a separação entre nós e eles vai impedir a penetração de terroristas e aumentar a nossa sensação de segurança”.

Resposta: Eu não acho que isso vai impedir a entrada de terroristas, já que não há realmente qualquer barreira contra terroristas e nenhuma fronteira pode ser totalmente seladA.

Minha crença baseada na sabedoria da Cabalá é que devemos realmente nos concentrar na união entre nós que vai atrair todas as nações do mundo a se unir em torno de nós! E principalmente quem histórica, mental e linguisticamente está mais próximo de nós, porque o árabe está muito perto do hebreu.

Portanto, nós devemos mudar a nossa atitude em relação aos árabes em Israel e os países vizinhos. Nosso professor, o grande Cabalista Baal HaSulam (Rav Yehuda Leib Ashlag), escreveu sobre isso.

Pessoalmente, eu considero cuidadosamente tais expressões sobre o assunto e duvido que elas qualquer sentido prático.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 08/02/16

A Imigração Para Israel Deverá Aumentar

laitman_930Pergunta: De acordo com dados recentes, a Aliyah (imigração) para Israel deverá aumentar significativamente em 2016: 10.000 judeus são esperados somente da França, 3.000 dos EUA, 7.000 da Rússia e 7.000 da Ucrânia. O país está se preparando para absorvê-los. Qual é o caminho certo para fazer isso?

Resposta: Primeiro, cada indivíduo precisa de um lugar próprio onde possa viver normalmente. É nisso o que o país deve se envolver, e não através de empreiteiros que constroem casas horríveis por uma fortuna, mas um programa nacional para construir casas simples, no modelo de linha de montagem, que possam ser construídas rapidamente na forma desejada. As pessoas terão prazer em viver nelas. Eu sou a favor de dar aos recém-chegados a chave de um apartamento e um subsídio mínimo de modo que eles possam viver e se tornar gradualmente parte da força de trabalho.

As pessoas que vêm desses países são profissionais altamente qualificados e experientes que têm muitos laços e sabem como trabalhar. Israel deve permanecer o centro tecnológico do mundo e tem que preparar tudo que for necessário para alcançar isso para que os recém-chegados sejam capazes de continuar a trabalhar na sua profissão, hi-tech, etc., independentemente do seu local de residência. Isso é possível hoje graças à Internet e, em muitos casos, é possível operar desde Israel de modo que os recém-chegados serão capazes de continuar o seu trabalho que faziam nos países de onde vieram, manter seus negócios, continuar seus estudos em universidades, etc., como se nunca tivessem partido. Isto lhes dará uma sensação de segurança e a pessoa vai sentir que pode trabalhar e se comunicar na sua língua materna.

Pergunta: O que você pode dizer sobre os recém-chegados da perspectiva Cabalística?

Resposta: As pessoas que estão prestes a fazer uma mudança devem ouvir atentamente os conselhos dos Cabalistas. Elas são forçadas a deixar suas casas e, assim, começam a entender que há uma dependência especial aqui, uma força especial da natureza, um plano da natureza, um destino do qual você não pode escapar. Elas têm que perceber que isso é predeterminado, não só para elas, mas também para os seus filhos, e se quiserem parar a corrente do ódio antissemita, têm que descobrir a razão para isso e entender como transformar esse terrível problema, que parece não ter solução, na revelação dos segredos mais sublimes do mundo, na transição de toda a humanidade a uma nova dimensão.

Assim, será revelado que a essência da religião que a nação judaica trouxe ao mundo em todas as suas formas: Cristianismo, Islamismo, Judaísmo, etc., todos os credos e tudo o que há, é apenas o prefácio da grande profundidade da sabedoria da Cabalá, da realização dos segredos superiores da natureza, e com base nesse conhecimento, a transição para a próxima dimensão.

Pergunta: Você acredita que as pessoas comuns que vêm a Israel serão capazes de adquirir essa sabedoria?

Resposta: Elas precisam, todo mundo precisa, não só os judeus! Nós podemos fazer isso muito rapidamente, porque a força da natureza aguarda apenas a menor tentativa de ser ativada de nossa parte, pelo apertar do botão “iniciar”, e tudo começará a se mover.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 04/02/16

Ynet: “Qual É A Diferença Entre A Floração Da Amendoeira E A Economia Em Queda?”


Da minha coluna no Ynet, “Qual é a Diferença entre A Floração da Amendoeira e a Economia em Queda?”

Os costumes de Tu BiShvat são simples e afáveis – nós comemos fruta seca, bebemos um pouco de vinho, as crianças plantam árvores, e pronto. Mas a verdade é que Tu BiShvat é um dos feriados mais significativos porque detém o segredo para a resolução dos problemas em nossas vidas. O Dr. Michael Laitman revela a chave para uma boa vida que cresce em Tu BiShvat.

Tu BiShvat não está entre os feriados “famosos”; um feriado que muitas vezes não é falado. Ele está escondido entre Sukkot, Shavuot,Pessach, intitulado o “Ano Novo das Árvores”, e ocupa um lugar “modesto” no calendário israelense. Seus costumes são simples e afáveis – nós comemos frutas secas, bebemos um pouco de vinho, as crianças plantam árvores, e pronto. A verdade é que Tu BiShvat é um dos feriados mais significativos! De acordo com os Cabalistas, Tu BiShvat detém o segredo para a resolução dos problemas em nossas vidas.

Como Tudo Está Interconectado

Nós vivemos num mundo global. De evento em evento está se tornando claro para nós quanto estamos conectados uns aos outros em todos os vários níveis da vida (1). Quando uma crise econômica eclode na China ou na Rússia, colore as bolsas de valores do mundo de vermelho; um atentado terrorista no coração de Paris coloca todas as potências mundiais em alerta; guerras civis na Síria estão causando a migração em massa que está mudando a demografia e composição da população na Europa continental, e isso sem ter falado dos preços do petróleo, da guerra iniciada na Ucrânia, ou da clima maluco que nos lembra que estamos vivendo no mesmo planeta e influenciamos o seu “humor”.

“O século XXI, ao contrário dos períodos que o precederam, consiste de uma coleção de numerosas redes de comunicações que estão conectadas entre si por cruzamentos sem fim”, escreve o professor Ludger Kühnhardt, diretor do Centro de Estudos de Integração Europeia. Junto com pesquisadores de renome, ele descreve o quanto estamos conectados (2). Infelizmente, é especificamente as crises globais que estão fazendo com que essa percepção se infiltre em nossos sentimentos (3).

O Prêmio Nobel de Economia, Professor Paul Krugman, escreve: “Na era global todos nós estamos no mesmo barco”. E hoje o barco rachou e a água está lentamente entrando. É claro para todos nós que o mundo é global e gerenciado como um sistema fechado, e apesar disso, continuamos a nos conduzir como que cada um por si, como se nada tivesse mudado. O sistema negativo de conexões entre nós está fazendo o barco afundar (4). Uma pessoa pode nos imaginar como inquilinos de um único edifício que, de repente, descobrem que assinaram um acordo que os obriga à responsabilidade mútua. De agora em diante, nós devemos pagar por qualquer dano que o filho de um vizinho faz, e os problemas de um dos inquilinos é o nosso problema também.

A lacuna e a contradição entre as conexões globais, que estão nos “pressionando” a unir, em contraste com a preocupação egoísta de cada um por si mesmo, são a causa para as várias crises que estão sendo reveladas diante de nossos olhos. “O nosso mundo está se tornando global e integral, ou seja, todos nós estamos conectados uns aos outros”, é a maneira que o professor Yehuda Kahana da Faculdade de Administração da Universidade de Tel Aviv analisa a situação. “A mudança no significado dos valores que necessitamos para isso é parar de pensar apenas em ‘eu’ e começar a pensar também em ‘nós'”.

A Questão É: Como Se Conectar?

Nós temos tentado vários métodos “tapar o buraco no barco”. Apenas na semana passada o Fórum Econômico em Davos, uma cúpula de prestígio, terminou. Conferências de Cúpula Mundiais, a cooperação regional, a falsa União Europeia, e inúmeras organizações internacionais não conseguiram remendar a fenda, e o barco continua a encher de água…

Não basta advertir: “Acima de tudo é preciso se unir hoje” (5), chegou a hora de fazer alguma coisa. Infelizmente, nenhuma “união” é bem-sucedida e nem será bem-sucedida em manter a sua posição, pois um método para lidar com o egoísmo que cresce continuamente está faltando. O egoísmo humano é a força negativa que destrói as relações humanas. A única sabedoria que oferece um método para se conectar acima do egoísmo que nos separa sem suprimi-lo é a autêntica sabedoria da Cabalá.

Este método antigo (6) nos ensina a construir laços de consideração e interesse mútuo que são tão importantes no mundo global de hoje. Ele nos dirige a perceber os antigos princípios de conexão, como: “O que é odioso para você, não faça ao seu amigo” (Shabbat 31a), “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18). Por meio disso nós aprendemos a descobrir o poder da conexão na ligação entre nós, o poder positivo que é inerente à natureza, e com a sua ajuda, equilibrar o egoísmo nas relações interpessoais (7).

E Como Tudo Isso Está Relacionado a Tu BiShvat?

O Ano Novo das Árvores que começa hoje nos recorda o poder positivo que existe na natureza. A semente que nós plantamos no chão simboliza o enorme potencial que existe nas relações entre nós. Essa semente vai germinar e crescer numa árvore que dá vida, e mais tarde dá frutos como: segurança pessoal nas ruas, a redução das disparidades e desigualdades na economia, um sistema de saúde que se preocupa com todos nós e uma educação em valores; ela precisa da água da vida da sabedoria da Cabalá. Quando um espírito de unidade se espalha entre nós, como água vivente, isso se infiltra em todos os sistemas sociais.

A necessidade de investir em solo fértil, a construção de um ambiente que vai içar a bandeira da importância da unidade entre nós como uma chave para a boa vida, é a mensagem central e universal de Tu BiShvat. Essa é a razão desse feriado sempre ter siso foi importante para os Cabalistas. Não é à toa que a Torá compara a humanidade a uma árvore no campo. Tu BiShvat, o Ano Novo das árvores, é um convite para o início do crescimento, o início de uma nova vida (8).

Bom Feriado para toda a casa de Israel.

Referências:

(1) “Não se surpreenda se eu misturo o bem-estar de um coletivo em particular com o bem-estar de todo o mundo, porque, na verdade, nós já chegamos a tal ponto que o mundo inteiro é considerado um coletivo e uma sociedade. Isto é, como cada pessoa no mundo extrai a medula de sua vida e seu modo de vida de todas as pessoas no mundo, ela é forçado a servir e cuidar do bem-estar de todo o mundo …. e, portanto, o bem-estar da coletividade e seu próprio bem-estar são a mesma coisa” (Rav Yehuda Ashlag – Baal HaSulam, no artigo, “Paz no Mundo“).

(2) “Para saber quem somos, devemos entender como estamos conectados” (Nicholas Christakis, professor de medicina sociológica, Universidade de Harvard, de seu livro Conectados).

“Dentro do vasto tecido da humanidade cada pessoa está conectada a seus amigos, sua família, seus colegas de trabalho e vizinhos. No entanto, essas pessoas estão conectadas a seus amigos, suas famílias, seus colegas de trabalho e seus vizinhos e assim por diante indefinidamente em distância, até que todas as pessoas no mundo estejam conectadas a todo o resto dessa ou de outra maneira” (Nicholas Christakis, professor de medicina sociológica, Universidade de Harvard, de seu livro Conectados).

(3) “A globalização não só é algo que vai nos preocupar e ameaçar no futuro, mas algo que está ocorrendo hoje e para a qual é preciso primeiro abrir os nossos olhos”. (Ulrich Beck, de uma entrevista com Brigitte Neumann, Deutschland, 2003).

“A globalidade significa que de agora em diante nada que acontece em nosso planeta é apenas um evento local limitado; Todas as invenções, vitórias e catástrofes afetam todo o mundo, e nós temos que reorientar e reorganizar nossas vidas e ações, nossas organizações e instituições, ao longo de um eixo ‘local-global’.” (Ulrich Beck, O Que É A Globalização?, 2000).

“Não haverá uma solução para os problemas do clima, desemprego, economia, comércio, emissões de dióxido de carbono ou qualquer outro problema até que o mundo entenda que a solução para todos esses problemas reside na unidade e cooperação” (Gordon Brown, PhD em História, ex-Primeiro-Ministro britânico).

“Recentemente, a partir das conclusões de um relatório sobre as alterações climáticas do IPCC (Painel Intercontinental de Mudança Climática) afirmou-se que há uma certeza de 95 por cento que os seres humanos têm sido a causa dominante do aquecimento global desde os anos 50 do século passado. O relatório indica que “melhoria efetiva não é susceptível de ser atingida enquanto agências individuais continuarem a promover seus próprios objetivos particulares. As respostas mais comuns, incluindo a cooperação internacional, são fundamentais para melhorar o nível de emissões de gases com efeito de estufa e de se relacionar com fatores climáticos adicionais” (Stocker, Qin, Plattner, Tignor, Allen, Boschung, Midgley (2013), Relatório sobre Climate Change 2013: The Physical Science Basis.” Working Group Contribution).

“A maioria das pessoas está ciente de que o comportamento humano é nocivo para o ambiente. O dano agora vai ser perigoso – em muitas áreas estamos nos aproximando do ponto da virada que vai levar ao colapso dos ecossistemas. Isso é especialmente importante porque os seres humanos evoluíram a partir da natureza; nós dependemos da natureza para existir, pois a natureza é a fonte de toda a nutrição, ar e água. Se os sistemas da natureza que suportam a vida na Terra entrarem em colapso, a humanidade entrará em colapso” (Dr. James Lovelock, The Vanishing Face of Gaia).

“Os três riscos mais prováveis ​​para os anos de 2012 e 2013 são o produto de um velho paradigma egoísta do pensamento, e são eles: a séria disparidade de renda, desequilíbrios fiscais crônicos e crises ecológicas, que são todos atos humanos” (Relatório de Riscos Globais 2013, Fórum Econômico Mundial, Genebra, Suíça).

“Quatro dos cinco riscos mais prováveis ​​que a humanidade enfrenta são produto de ligações negativas entre as pessoas. Entre esses riscos encontram-se os conflitos internacionais, o fracasso da liderança, o colapso político e o desemprego” (Relatório de Riscos Globais 2015, Fórum Econômico Mundial, Genebra, Suíça, página 60).

“Quase um em cada dez americanos em seus vinte anos, e um em cada dezesseis de todas as idades, apresentou sintomas de transtorno de personalidade narcisista” (Stinson, Dawson, Goldstein, Chou, Huang, Smith, Pickering (2008), Prevalence, correlates, disability and comorbidity of DSM-IV narcissistic personality disorder: Results from the “Wave 2 National Epidemiologic Survey on Alcohol and Related Conditions,” Journal of Clinical Psychiatry, 69(7), 1033)

“O narcisismo entre os jovens está em ascensão” (Twenge e Campbell, “A Epidemia Narcisista, Living in the Age of Entitlement”, 2009).

“Nossas conexões sociais entrarão rapidamente em colapso” (Shirley Turkle, Life on the Screen, Simon and Schuster, 2011).
“Até agora o homem tem sido contra a Natureza; de agora em diante ele vai ser até contra sua própria natureza” (Professor Dennis Gabor, ganhador do Prêmio Nobel em Física).

“Não somos de forma alguma estranhos, e estamos ligados por um destino comum. E esses tempos turbulentos devem nos aproximar cada vez mais” (Christine Lagarde, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional).

“O desafio que enfrentamos hoje, no fundo da crise sistémica, é criar uma civilização que vai soldar a energia de todos nós, até mesmo o nosso ódio mútuo, para a criação de um coletivo comum” (Mikhail Delyagin, Diretor do Instituto de Globalização de Problemas).

“Há uma necessidade não só de uma mudança no sistema social, mas de algo muito mais complexo, mudanças profundas na consciência e no comportamento do homem moderno” (Boris Wolfson, especialista no estudo da educação comparada e história da educação).

(4) “Rabi Shimon bar Yochai deu uma parábola sobre pessoas sentadas num barco. Uma delas pegou uma broca e começou a perfurar debaixo dela. Seus companheiros disseram-lhe: ‘O que você está fazendo sentada?’ Ela lhes disse: ‘O que lhe importa, eu não estou furando debaixo de mim?’ Eles disseram, ‘A água está subindo e inundando o barco” (Midrash Rabá, Levítico, Parashat 4:6)

“Não se surpreenda que as ações de uma pessoa tragam elevação ou declínio para todo o mundo, pois é uma lei inflexível que o geral e o particular são tão iguais como duas ervilhas numa vagem. E tudo o que se aplica no geral, também se aplica no particular. Além disso, as partes formam o que é encontrado na totalidade, pois o geral pode aparecer apenas após o aparecimento das suas partes, de acordo com a quantidade e qualidade das partes. Evidentemente, o valor de um ato de uma parte eleva ou declina o todo completo” (Rav Yehuda Ashlag – Baal HaSulam, “Introdução ao Livro do Zohar“, 68).

(5) Pascal Lamy, diretor-geral da Organização Mundial do Comércio.

(6) “Nunca houve qualquer bondade como houve com Abraão … e ele trouxe a paz entre uma pessoa e seu companheiro, pois, afinal, ele foi o pai de muitas nações; por causa disso, ele unificou e fez a paz entre todos os seres criados” (“Gevurot HaShem“, Capítulo 6)

“Abraão tinha quarenta anos quando tomou conhecimento de seu Criador. … E ele começou a se levantar e proclamar em alta voz a todas as pessoas, para que elas soubessem que há um só Deus para todo o mundo e que Ele é digno de ser servido. E ele foi, chamou e reuniu o povo de cidade em cidade e de reino em reino … até que milhares e milhares se reuniram em torno dele, e eles eram as pessoas da casa de Abraão. E ele implantou em seus corações esse grande princípio, e escreveu livros sobre isso … e o assunto foi e aumentou entre os filhos de Jacó e naqueles que os acompanhava, e uma nação foi criada no mundo que conhece o Criador” (Rambam, Mishnah Torah, O Livro do ConhecimentoHilchot Avodah Zarah, Capítulo 1).

(7) “Os grandes males que ocorrem entre as pessoas, de uma pessoa para a outra, são derivados da ignorância. Tivesse uma pessoa o conhecimento sobre a forma humana, ela acabaria com todo o mal para si e os outros. Isso ocorre porque o conhecimento da verdade remove a animosidade e o ódio, e elimina os danos que as pessoas fazem umas às outras” (Rambam, “Moreh Nevuchim“).

“A sabedoria da Cabalá é a sabedoria da verdade” (“O Selah HaKadosh“, Toldot Adam).

“A sabedoria da verdade nos ensina a unidade do mundo, o lado igual que se encontra em todos serem, mais e mais, a imagem da forma do Criador, e como ir no caminho desta Luz sem qualquer obstáculo” (Rav Raiah Kook, “Orot HaKodesh 2″, 393)

“Somente isso é toda a sabedoria da Cabalá – conhecer o comportamento da Vontade Suprema que criou todas essas pessoas e o que ela quer delas, e qual será o fim de todas as órbitas da Terra” (Kelach Pitchei Hochmah, Prefácio 30).

“A sabedoria da Cabalá não nos deixa passar nossas vidas no pó. Em vez disso, ela eleva as nossas mentes para o cume do conhecimento” (Johannes Reuchlin, filósofo alemão e humanista, De Arte Cabbalistica).

(8) “A pessoa é chamada de árvore do campo e, em Rosh Hashaná é o tempo do julgamento, para melhor ou para pior.

“Está escrito: ‘Para sempre é a misericórdia construída” (Salmos 89:3). Assim, em Tu BiShvat, que é chamado de Ano Novo das Árvores, nós devemos ser fortalecidos com a qualidade da bondade, porque para isso merecemos a fruta, que se chama “árvore frutífera” (Rav Baruch Shalom Halevi Ashlag – Rabash, Dargot HaSulam, artigo, “Ano Novo das Árvores”).

“… pois cada indivíduo vai entender que o seu próprio benefício e o benefício do coletivo são a mesma coisa. Nisso, o mundo chegará a sua plena correção” (Rav Yehuda Ashlag – Baal HaSulam, artigo, “Paz no Mundo”).

Do artigo no website Ynet

A Juventude Ortodoxa Deve Juntar-se Ao Exército?

Pergunta: Vários rabinos influentes condenaram fortemente a campanha em apoio à mobilização dos jovens ultra-ortodoxos para o serviço militar e alternativo.

Em particular, os rabinos em Jerusalém disseram que a campanha deve ser considerada pecaminosa e merece condenação. Eles ainda assinalaram uma decisão “Halachica (halakhah/halakahn)”.

É uma longa luta que agora está ganhando força. Mais recentemente, a polícia deteve um grupo de ultra-ortodoxos por suspeita de incitamento contra os apoiadores da mobilização. O que você pensa sobre isso?

Resposta: Este é um grande problema que tem de ser resolvido. Eu não posso imaginar qualquer um dos judeus ortodoxos que estão cercadas pela população árabe, não sendo protegidos pelo exército israelense. Por um lado, eles entendem isso perfeitamente. Por outro lado, não desejam participar.

Não há dúvida de que os árabes não fazem distinção entre judeus não-religiosos e religiosos, e realmente não me importo quem é quem. Hoje, eles são a ponta de lança nos ataques para destruir Israel e os judeus. [Leia mais →]

Nova Vida # 562 – A Raiz Do Racismo

Nova Vida # 562 – A Raiz Do Racismo
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

As diferenças na cor da pele estão profundamente enraizadas na natureza: preta, branca, amarela e vermelha. O problema do racismo não pode ser resolvido porque ele está profundamente enraizado na consciência humana.

Tudo o que podemos fazer é um tratamento completo e educar a “ama teu amigo como a ti mesmo” com o poder da Luz que Reforma, porque o nosso ego naturalmente quer estar acima dos outros e sentir que é único e exaltado.

Há quatro fases na evolução da matéria e, portanto, há quatro cores da humanidade: branca, preta, amarela e vermelha. Essa divisão em quatro partes existe em cada detalhe e é a fórmula geral da criação, י-ה-ו-ה (Yod-Hey-Vav-Hey). Portanto, é impossível de se relacionar com todos igualmente, mas apenas ascender à nossa uma raiz comum. É como uma mãe que tem quatro filhos (branco, preto, amarelo e vermelho), todos dela e todos gerados a partir dela.

A pessoa olha para alguém que é diferente dela e sente uma distinção. Nenhuma educação ou legislação ordinária pode resolver isso. O moderno desenvolvimento ocorreu primeiro entre as pessoas brancas e, depois, as amarelas, as vermelhas, e, finalmente, as pretas. Isso não significa que uma é melhor que a outra; é simplesmente a ordem de desenvolvimento.

Portanto, na história humana egoísta, o homem branco sempre dominou os outros e foi indiferente. Eles tentaram corrigir a atitude negativa para com os negros nos EUA e têm investido muito, mas, no final, todos nós vemos que ela explode na nossa cara. A única solução é elevar o homem acima de seu corpo, acima de seu coração e mente, acima da materialidade e do materialismo. Assim, o homem adquire uma nova percepção espiritual e vê os outros de acordo com seus atributos espirituais.

A única solução é elevar o homem à nossa raiz comum, ao nível em que não há diferenças ou distinções. A sabedoria da Cabalá fornece à pessoa os valores dos de doação e novos atributos que podem tirar uma pessoa de si mesma e leva-la aos outros. “Ama teu amigo como a ti mesmo” é a única coisa que elimina totalmente o racismo. Não há outra solução!

De KabTV “Nova Vida # 562 – A Raiz do Racismo”, 05/05/15

Gastos Municipais

laitman_568_01Pergunta: Foram publicadas recentemente estatísticas sobre os serviços prestados pelas autoridades locais em Israel aos seus residentes. Os números são surpreendentes.

Um residente de Tel Aviv recebe uma variedade de serviços e atividades, totalizando 6.700 NIS, enquanto um residente de Kiryat Yam recebe serviços municipais totalizando 360 NIS, 20 vezes menos, e respectivamente, em Ra’anana é 6.158 NIS e, em Ofakim é 537 NIS. Eu entendo que, em Ra’anana, os moradores ganham mais e pagam mais impostos municipais, mas 20 vezes é irracional. É um absurdo.

Resposta: Esse é o nosso governo. Ele não tem nenhum plano de trazer igualdade de condições às pessoas. Consequentemente, os prefeitos também não pretendem trazer uma distribuição igualitária de serviços aos seus residentes.

Se você investigar os vários estratos da população dentro de uma cidade – no centro da cidade, na periferia e no resto de suas áreas – vai ver uma imensa diferença entre eles de acordo com o mesmo princípio que existe entre o centro do país e a periferia. A questão indica que, a partir de hoje, o nosso governo ainda exige mudanças.

As pessoas devem exigir que a periferia seja pelo menos como o centro do país. Deve ser ainda melhor porque as condições lá permitem isso, como grandes áreas e amplas possibilidades. O problema é a falta de atenção dedicada a isso.

Comentário: A ênfase é colocada sobre o fato de que todas as áreas industriais, ou seja, todo o trabalho, se encontra no centro.

Resposta: Isso não importa. Toda a periferia é uma área dormitório. Sob as condições atuais, os moradores de toda a periferia podem chegar a qualquer escritório central ou fábrica de trem dentro de uma a uma hora e meia. O problema é que é necessário dedicar mais atenção a isso, e as áreas periféricas precisam ser boas áreas residenciais.

Onde já se viu um americano que queira viver no centro de uma cidade? Ele precisa de uma boa casa com um jardim natural e vai inclusive viajar uma hora para trabalho, enquanto que em casa há condições maravilhosas para a família.

Todos os meus parentes vivem no Canadá e viajam uma hora para trabalhar. Mas junto com isso, eles têm uma casa e um lote de terra perto de um lago, madeiras e ar limpo, ou seja, todas as condições para uma boa vida.

A nossa periferia está avançando muito lentamente em direção a um bom nível. Programas de governo devem levar isso em conta.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 27/01/16

Nova Vida # 644 – Equilíbrio Socioeconômico

Nova Vida # 644 – Equilíbrio Socioeconômico
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mendelbaum ben Moshe

Resumo

Os donos de negócios não dormem à noite por causa de suas preocupações e não há nenhum propósito em exigir uma maior justiça econômica, porque a natureza do homem é egoísta, é a inclinação do mal.

Nós vivemos numa fantasia social, uma vez que ninguém no governo se preocupa com o público, mas basicamente consigo mesmo. Protestos não vão levar a qualquer alteração significativa já que a natureza humana é má. A substituição do governo também não vai ajudar. Uma pessoa quer ganhar alguma coisa com uma ação que executa. Portanto, seria uma boa ideia descobrir o que os organizadores do protesto querem.

Não existem pessoas não-egoístas no mundo; todos nós somos egoístas. A natureza do homem é tirar vantagem dos outros para seu próprio benefício. Todo mundo usa o público para o seu próprio interesse.

Os magnatas em todo o mundo jogam de suas mesas as migalhas ao público. A luta social pode levar a uma adição de um pouco de manteiga sobre as migalhas de pão, mas nada mais do que isso.

A raiz do problema é a parte má na natureza humana, que tem que ser equilibrada pela força do bem. Não há outra solução. O ego destrói todos os nossos sistemas, o clima, a economia, comércio, cultura, educação e família.

As nossas queixas para com os magnatas também podem ser dirigidas aos países ricos que devem ajudar os países pobres! Mas isso não vai funcionar. Apenas um tratamento completo vai ajudar porque a natureza do homem é totalmente má e não pode suportar o fato de que ele não tem mais do que outros.

Só se levarmos a força do bem para nossa vida vai equilibrar o mal em nós e, assim, as duas forças se equilibrarão entre si. Não conhecemos tal tratamento. Tudo começou com Abraão e continuou até a destruição do Templo. O mundo precisa de uma cura para o mal, e por isso se volta com raiva contra Israel, porque só nós temos o método para equilibrar o mal. Um Israel equilibrado é uma sociedade em que a pessoa se preocupa com a outra mais do que consigo mesma. Essa é a lei do equilíbrio.

De KabTV “Nova Voda # 644 – Equilíbrio Socioeconômico”, 05/11/15

O Relatório Da OCDE: Israel Tornou-Se Mais Pobre, Mas Os Israelenses São Mais Felizes

laitman_626Pergunta: Em 31 de janeiro de 2016, o Secretário-Geral da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), Angel Gurria, deu ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e ao ministro das Finanças, Moshe Kahlon, um relatório sobre a situação econômica em Israel.

Embora os preços da habitação estejam aumentando e a pobreza crescendo, os israelenses se sentem mais felizes. Como esse paradoxo pode ser explicado?

Resposta: Aparentemente, para os israelenses, a felicidade não depende do dinheiro. Na verdade, o sentimento de felicidade não depende se você tem um apartamento ou não. Eu acredito que você pode viver e ser feliz numa tenda beduína ou uma pequena sala.

Comentário: Mas os israelenses continuam reclamando.

Resposta: Eu entendo que eles estão reclamando, mas, por outro lado, eles compram mais e mais apartamentos a cada ano, embora os preços da habitação estejam aumentando acentuadamente. E o Estado está interessado nisso, porque ele realmente determina o nível de preços aumentando os impostos. Quando uma pessoa compra um apartamento, ela paga ao Estado, através dos vendedores, 40% -50% do preço e ainda mais.

Além disso, eu vi um programa de TV não muito tempo atrás, onde um apartamento chique de cinco dormitórios custa um milhão de dólares, por exemplo, pode ser comprado em território árabe pelo preço de 50.000 dólares, que é 20 vezes mais barato, embora seja construído com os mesmos materiais e seja exatamente o mesmo padrão. Você pode comprar 20 apartamentos do mesmo padrão e até mesmo casas pelo preço de um apartamento que foi comprado em Israel, não muito longe do centro, a uma distância de 50, 20 e mesmo 10 quilômetros do centro, desde que não esteja sob a jurisdição das leis locais.

Por quê? Porque tais preços e lucros inflacionados são comuns tanto entre os construtores como aqueles que recolhem os impostos.

O que podemos fazer sobre isso? Pergunte ao Estado, uma vez que ele determina a política de construção. Se o Estado tivesse claramente determinado o nível dos preços da habitação de acordo com o tamanho ou localização, tudo poderia certamente ter sido diferente. Tudo está nas mãos do Estado, mas eles não levam a sério essa questão.

Pergunta: Sentir-se feliz é uma qualidade de Israel?

Resposta: Sim, basicamente, nós nos sentimos bem. Apesar do fato de que ninguém nos ama, que todos nos pressionam, etc., um israelense que vive no campo, rodeado por outros como ele, com seu exército, e com a sua indústria, se sente bem. Seus filhos podem estudar numa universidade, mesmo que tenham que trabalhar meio turno já que as coisas nem sempre são tão simples, mas eles ainda podem fazer isso. Ainda há elevadores sociais. Mesmo as pessoas que nasceram e cresceram na periferia podem, em poucos anos, alcançar posições elevadas na indústria hi-tech e obter salários muito altos. Eu acredito que Israel ainda seja uma terra de oportunidades.

É um país singular, com mentes singulares que ainda vão “vender” seus cérebros. A indústria hi-tech é o nosso futuro. Vamos viver nela e tudo o resto vai desaparecer porque não haverá nenhuma necessidade disso. Nós não precisamos sequer de agricultura, porque os outros podem fazer isso, mas o cérebro não pode ser transferido para outros.

O nosso futuro está na indústria hi-tech e nas boas mentes. Isso basta para ser a cabeça do mundo. Não é ruim nem muito pouco; nós só temos que usar a nossa mente corretamente.

Pergunta: E o fator espiritual?

Resposta: Isso é o que eu quis dizer quando disse que você tem que saber como usar sua cabeça. Além disso, nós temos que fornecer ao mundo uma nova tecnologia para o desenvolvimento correto e como construir a sociedade correta, a fim de levar ao mundo novas tecnologias e novas técnicas.

Eu acredito que nós também vamos descobrir isso, porque o que nós temos e ninguém mais tem é a sabedoria da Cabalá, que pode mostrar ao mundo inteiro um exemplo de unidade, paz e felicidade real. Assim, o mundo inteiro vai ser feliz como os israelenses são hoje.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 020/2/16

A França Vai Reconhecer O Estado Palestino

laitman_283_01Pergunta: O chanceler francês, Laurent Fabius, anunciou que Paris vai reconhecer o Estado palestino se o processo de paz no Médio Oriente não se mover em breve de sua estagnação. O governo de Israel rejeitou essa iniciativa de paz a que foi colocada quase como um ultimato.

Por que Paris tem um desejo tão forte de apoiar o Estado palestino num momento em que ela mesma está experimentando o terrorismo islâmico?

Resposta: Isso não importa. Mesmo que todas as nações do mundo experimentem o medo, a humilhação e a dor do Islã, elas serão anti-judaicas e não anti-islâmicas, porque sentem que todo o mal que acontece no mundo é especificamente por causa dos judeus.

Quando não conseguimos nos conectar e levar o bem ao mundo através dessa conexão, estamos fornecendo ao mundo a força do mal. Nós permitimos que essa força se desenvolva e não estamos contrabalançando-a com a força do bem.

Nós somos o canal através do qual a força superior do bem pode descer ao mundo, proporcionando uma existência equilibrada apropriada. Enquanto não começarmos a nos unir para sermos o condutor dessa força no mundo, a humanidade vai sentir cada vez mais que somos a razão para todos os problemas do mundo.

Não vai nos ajudar pensar de forma sensata e lógica, dizendo a nós mesmos que a Europa irá agora ver que tipo de situação os novos pregadores islâmicos extremistas estão trazendo ao mundo, etc. A Europa não vai ver isso, pelo contrário, irá conviver com eles e tentar controlá-los um pouco.

A incursão na Europa de milhões de muçulmanos continuará, juntamente com a entrada de muitos militantes extremistas. Mas a Europa será cada vez mais atenciosa para com eles e vai nos odiar, não porque somos bons ou ruins para os muçulmanos, ou porque somos a favor ou contra o seu Estado, mas porque não estamos trazendo o poder da bondade ao mundo. É necessário distinguir essas coisas.

Pergunta: Alguém entende isso?

Resposta: Ninguém entende. As nações do mundo agem instintivamente; elas sentem que o mal é devido a nós.

Quando dizemos: “Nós fizemos algo ruim? Temos realizado atos terroristas?”, elas respondem que o mal é devido a nós. Elas não sabem por quê.

A sabedoria da Cabalá explica que isso acontece porque não estamos a transmitindo bondade ao mundo através de nós! Nós precisamos estar unificados com o “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18), e através de tal conexão entre nós, através de nós vamos transmitir a força do bem que se encontra na natureza e deve ser revelada no mundo.

Pergunta: Por que essa tarefa foi especificamente imposta a nós? De que forma somos culpados?

Resposta: Nós não temos culpa de nada. Nós fomos escolhidos para essa tarefa e por isso temos que realiza-la.

“Nós” é o grupo de pessoas que vai transmitir a força boa e unificadora ao mundo no momento em que elas se unirem. É somente dessa maneira que vamos ser capazes de garantir um bom futuro para nós mesmos, e não de qualquer outra forma.

Eu estou feliz de viver numa geração como essa em que tais eventos estão acontecendo. Eu espero que o povo de Israel entenda o que está escrito na sabedoria da Cabalá, que é a base do povo de Israel. Essa sabedoria foi descoberta há 6.000 anos e nós precisamos compreendê-la, porque, caso contrário, podemos cair num novo Holocausto.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 01/02/16