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Os Estágios de Desenvolvimentos São Sempre os Mesmos


Recebi uma pergunta: A preparação para o próximo Congresso se intensifica de acordo com os mesmos níveis – inanimado, vegetativo, animado e falante – assim como qualquer desenvolvimento na natureza?

Minha resposta: Sim, isso acontece em qualquer desenvolvimento, incluindo a evolução dos desejos. Eles também vão através das quatro fases da Luz Direta, HaVaYaH (Yod-Hey-Vav-Hey), e o mesmo se aplica ao Congresso. Quando uma pessoa começa a pensar sobre o Congresso e se prepara para ele, ela vai através de ascensos e descensos. Algumas vezes ela deseja ir ao Congresso e outras vezes não. Mas, se ao final de tudo ela alcança a decisão final de comparecer, então ela vem ao Congresso verdadeiramente preparada.

A pessoa tem que entender por que ela está indo e do que ela deseja sair, como também onde o resto do mundo, incluindo seu emprego, família, e saúde se coloca em relação a isso. Ela tem que calcular tudo e chegar à pergunta: “Qual é o sentido da minha vida?” Que não pode ser respondida por nada além da Cabalá.

A experiência precisa mostrar a ela que no final do fia, tudo o mais na vida depende de algum fator desconhecido, cuja fonte é revelada a nós pela ciência da Cabalá. Essa Fonte é a Força Superior, e ao se conectar a ela a pessoa ganha um instrumento que a capacita a corrigir tudo que ela tem nesse mundo e no mundo espiritual.

Se a pessoa discerne tudo isso completamente de acordo com a estrutura HaVaYaH, então não existe nenhuma dúvida que ela virá preparada para o Congresso.

Encontrar a Linha Do Meio é a Nossa Grande Tarefa


Se você conceder menos do que você é capaz, então não é auto-outorga. É assim que a linha do meio funciona. Não pode surgir a menos que haja uma medida precisa de doação máxima. A linha do meio não existe inicialmente e não sabemos a sua medida, mas constitui todo o “ser humano” dentro de nós. Temos de criar esse ser humano que vai ser igual ao Criador. Então, como vamos construir e criar a linha média à imagem do Criador, se essa é composta de duas forças: masculina e feminina, direita e esquerda? Nós não sabemos o que essa conexão é ou de que forma essa criatura chamada “homem” deveria ter. Quando ele nascer, será chamado nosso “eu”. “Mas antes que isso aconteça, é como se não existisse. Nós não podemos saber nada disto antes do tempo porque não vemos o Criador. Quando completarmos esse trabalho e construirmos precisamente as dez Séfiras, ao invés de nove ou onze, então o resultado será chamado o Criador – “Vinde e Vede” (Bo-Re). Vamos revelar a nós mesmos e o Criador juntos, porque uma pessoa não pode ser revelada sem o Criador e o Criador – sem o homem, pois eles só podem existir juntos.

Nós não temos qualquer exemplo ou imagem do que a linha do meio é. Temos de procurar e pedir que ela nos mostre os exemplos e a conexão. É assim que vamos começar a ver O Jogo que o Criador está jogando conosco por despertar diferentes sentimentos em nós, esta é sua maneira de nos dar sugestões para nos ajudar a encontrar a linha média. Do contrário, não seremos capaz de compreendê-la; só poderemos encontrar a linha do meio através da procura, tentando imaginar o que é enquanto estivermos na escuridão. Essa é a arte e toda a obra de construção do “Templo” – a manifestação da imagem do Criador em todos os níveis do nosso desejo: assim, vegetativo, animal e humano.

Tornando-se Um Espelho Para o Criador


O Zohar Capitulo “Miketz”, Item 61: Nukva é chamada “noite”, e ela é um espelho, que significa iluminação de Hochma. E desde que não há iluminação de Hochma em qualquer Partzuf além dela, Nukva é chamada “espelho” ou “visão”. Consequentemente, o nome “noite” é visão.

Nukva é o desejo a ser satisfeito que é capaz de se tornar semelhante ao Criador, o desejo de doar, porque ele O vê antes. Todos os nossos desejos sobem a Nukva, a Malchut do Mundo de Atzilut.

Se esses desejos são dirigidos à doação e desejam unir-se com outras almas, eles entram em Malchut do Mundo de Atzilut e se unem uns com os outros. Dessa forma, eles se tornam semelhante à Zeir Anpin do Mundo de Atzilut e a conexão emerge conforme Zeir Anpin e Malchut estejam em adesão.

Nukva se torna semelhante à Zeir Anpin, ou dito de outra forma, a criatura se torna semelhante ao Criador. Quando a criatura se prepara apropriadamente, o Criador é impresso nela, e assim, a criação se torna Seu “espelho”, Por essa razão, é chamada uma “fotografia do Criador”.

O Elevador Espiritual


Como funciona o “elevador espiritual”? É como uma incrível escada rolante em que estamos todos conectados, de tal maneira que todos podem ajudar uns aos outros a ascender. Cada pessoa tem a sua metade superior dentro do Nível Superior, e a sua metade inferior dentro do nível inferior.

Desta forma, cada um de nós está sempre conectado ao Nível Superior, porque a parte superior do seu Partzuf espiritual (Galgalta ve Eynaim) entra na parte inferior (AHP) do Grau Superior.

Contudo, uma pessoa sente o AHP do Nível Superior como escuridão, pois este é mais doador. Um grau maior de doação é sentido como escuridão, pois não o queremos. Todavia, se uma pessoa supera o seu egoísmo e se torna “pequena” ao usar apenas Galgalta ve Eynaim, apenas os Kelim de doação, e se ela deseja se conectar com o Nível Superior, independentemente do que está a acontecer nesse nível, então ela cancela o seu ego (AHP), o desejo egoísta. Se uma pessoa não o deseja sentir, como se ele não existisse, então ela conecta-se ao Superior e eles tornam-se um todo. O seu Galgalta ve Eynaim (Keter e Hochma) e o AHP do Superior (Bina, Zeir Anpin, e Malchut), juntos, formam um Partzuf completo com as dez Sefirot completas (Gadlut de Min Ha Aleph).

O Superior, por sua vez, tem o mesmo tipo de conexão com o Superior em relação a ele. Desta maneira, nós todos nos unimos e operamos como um corpo comum. Todos nós estamos conectados como uma corrente, em que todo o elo atravessa outro elo, e ambos partilham uma parte comum. A única diferença entre uma corrente normal e nós, é que não há qualquer partes livre  da corrente das nossas almas – a minha parte superior está sempre conectada ao Grau Superior, e a minha parte inferior está conectada ao grau inferior. Não há nada em mim que esteja livre de estar conectado com uma parte ou outra. Eu estou sempre completamente conectado a todos os outros; na verdade, esta é a todaa minha essência.

A nossa salvação reside em nos tornarmos conscientes desta conexão. É por isso que, independentemente do meu estado, independentemente de eu me sentir bem ou mal, eu devo sempre dirigir-me às pessoas que precisam de mim para ajudá-las. Elas são as pessoas que aspiram pelo mesmo objectivo que eu. Se eu me unir com elas, eu irei ser capaz de absorver toda a energia que elas têm. Eu tenho tudo o que preciso para fazer isto, porque estou conectado a elas; eu só preciso despertar esta conexão.

Se uma pessoa se encontra num estado em que não compreende ou sente nada, ela é indiferente e experimenta a escuridão, e ela está num mau humor; isto significa que ela não é suficientemente activa. Tudo depende dela, porque tudo o que ela precisa já foi preparado para ela.

O Zohar Abre o Mundo Para Você


Parece-nos que O Zohar fala sobre a mesma coisa uma e outra vez – as três linhas. Mas, isso é só porque a inclinação ao mal tem medo das três linhas. Na verdade, as três linhas expressam o princípio de conexão entre todas as partes, todos os detalhes na realidade. No entanto, essa união ocorre de diferentes formas em bilhões de níveis. Assim, O Zohar apresenta isso através de várias descrições que despertam diferentes formas de conexão com você. Tudo isso nos é dado para que você se sintonize com elas, registre-as e as organize dentro de você.

Na realidade, não há nada exceto o desejo de receber e a intenção para a doação. No entanto, uma nova história aparece a cada momento porque existe um número infinito de uniões. Nós simplesmente somos incapazes de sentir um novo estado mental, experimentar um gosto diferente, uma conexão diferente, ou uma nova revelação a cada vez.

Quando nós começamos a sentir cada ação sobre a qual O Zohar fala, então iremos compreender que isso nos instrui para que confirmemos uma união particular, uma ação particular, então outra, e assim por diante. Isso revela novas conexões para nós continuamente, com isso abrindo o mundo para nós.

O Tempo de Preparação Depende da Raiz da Alma


Recebi uma pergunta: A duração do período de preparação depende da raiz da alma? O Zohar pode acelerar esse período que se diz que normalmente leva “de três a cinco anos”?

Minha resposta
: Se você usar seu livre arbítrio e trabalhar no alcance da meta, então O Zohar ajuda a encurtar o tempo de preparação, salvando você de várias e prolongadas encarnações. Esse é o significado do versículo: “Eu trabalhei e encontrei”. Se você se esforçar, será recompensado.

Quanto esforço você deveria exercer? Tanto quanto seja necessário de acordo com a raiz de sua alma. Ninguém sabe antecipadamente quanto esforço deve fazer. Está escrito: “A salvação do Criador vem em questão de segundos”. Ela vem de repente, como o êxodo do Egito.

Uma Clara Definição da Meta


O Criador criou o desejo de gozar e o preencheu com Luz. O Criador e a criação estavam unidos como um, um desejo, uma Luz, e um estado de unidade. Na Cabalá, isso é chamado o primeiro estado – o estado 1. Nele, todos os desejos, almas, e mundos estão preenchidos com a Luz Infinita como uma única e simples entidade. Esse estado é mantido junto somente pela força da Luz, o poder do Criador.

Após acontecer a primeira restrição (Tzimtzum Alef), a Luz retirou-se. Gradualmente, os mundos enfraqueceram a Luz ao criar o ocultamento até que a criação começou a sentir-se quebrada em pequenas partes que foram separadas, afastadas, divididas por uma explosão. Cada alma se tornou um pequeno, separado fragmento do primeiro estado que existiu antes da explosão. Isso é chamado de estado 2.

A diferença entre o primeiro e o segundo estado é devido ao desaparecimento da Luz. Uma correção acontecerá quando aqueles que estão no mais baixo nível irão pedir por ela elevando MAN. A Luz retornará ao seu pedido porque os fragmentos desejarão reunir-se.

Não há nada mais exceto esse simples princípio. Esse é o sentido da nossa vida e a meta pela qual existimos. Nós simplesmente precisamos sentir a nós mesmos separados, como fragmentos estilhaçados que foram cortados da unidade da montanha e têm que se reunir. Somente a “Luz que Reforma” é capaz de nos colar juntos novamente e um único todo. Ela irá nos fazer voltar ao benevolente estado inicial onde nós estávamos todos unidos e trabalhávamos juntos como engrenagens bem afinadas. Nossa meta é retornar a esse estado.

Assim, nossa meta consiste de duas partes:

1. Alcançar o desejo de nos conectar uns aos outros.
2. Entender que somos incapazes de fazer isso por nós mesmos e elevar MAN – pedindo ajuda ao Criador.

Nossa conexão precisa ser revelada para o bem da semelhança com o Criador, para satisfazê-Lo como Ele deseja nos satisfazer. Ao fazer isso, nós alcançamos a semelhança com Ele e alcançamos Seu status.

“O Amor Vai Redimir Todos os Pecados”


Quando lemos O Livro do Zohar devemos nos preocupar somente com uma coisa: nosso desejo de alcançar o próximo estado, que é de unidade e integração. Durante toda a criação a unidade parece ter se dividido em partes separadas. A criação parece enorme e não temos ideia onde buscar por ela dentro de nós, como O Zohar nos diz.

No entanto, devemos desejar ver tudo isso dentro de um sistema geral onde tudo está conectado, onde todos os desejos, pensamentos, qualidades, e ações trabalham em harmonia em uma alma comum. Além disso, tudo isso está dentro de mim; a função dessa alma corrigida é o ato de doação que eu revelo dentro de mim mesmo.

Uma pergunta aparece: O que significa doação? É quando o coração dá para o cérebro, o cérebro dá para o fígado, e o fígado dá para os pulmões? Podemos realmente chamar isso de doação? Afinal, como é possível a doação dentro de um corpo? Se os órgãos não dão uns aos outros, eles simplesmente morrem. Então, como podemos chamar de “doação” essas qualidades se as vemos como uma parte da alma geral? Tão logo você começa a vê-las como uma única unidade e senti-las como “seus próprios órgãos”, isso para de ser considerado doação porque você não pode realmente dar a você mesmo.

A resposta a esse dilema é que todos os “pecadores” e todos os “pecados” que revelamos como resultado desse processo permanecem intactos. A “inclinação ao mal” sempre permanece, mesmo quando construímos conexões com outras almas acima dela. Assim, mesmo que o sistema de almas seja revelado em mim, ao mesmo tempo todo meu ódio prévio continua a estar presente. No entanto, acima dele eu revelo o amor e a conexão entre todos nós.

Por isso não existe contradição entre o entendimento de que tudo que existe é um sistema geral, e ao mesmo tempo, que todas as partes do sistema atuam em mútua doação.

Aquele que Ascende se Conecta com os Mundos Dentro de Si


Recebi uma pergunta: Por que Rabbi Shimon escreve o Livro do Zohar alegoricamente, ocultando o fato que está somente falando sobre a conexão entre a Luz e o desejo?

Minha resposta: Ele realmente ocultou alguma coisa? Pense sobre como o livro Árvore da Vida do ARI começa: “Saiba, que antes dos mundos serem emanados e das criaturas serem criadas, uma Simples Luz Superior tinha preenchido toda a realidade”. E então um ponto de desejo apareceu e continuou a se desenvolver até que os mundos e todas as coisas que habitavam neles emergiram desde esse ponto.

Não há nada mais do que o desejo de receber a Luz, e a Luz. Tudo o mais é um desenvolvimento da conexão entre eles, onde a Luz permanece invariável e o desejo muda em semelhança com a Luz. Essa conexão é o assunto descrito na ciência da Cabalá e particularmente, no Livro do Zohar.

Se uma pessoa está em um nível espiritual, então ela vê as conexões entre nosso quadro do mundo e seu nível espiritual. Ela vê as forças e qualidades descendendo Nível Superior para o inferior, que todos nós vemos. Todos os nomes das qualidades e forças em todos os 125 níveis acima do nosso mundo permanecem os mesmos como os nomes no nosso mundo, mas quando a pessoa lê cada nome, ela vê suas raízes ao invés do objeto material.

Quando se adquire uma tela e entra no mundo espiritual, passando o Machsom, a pessoa começa a revelar a fonte de tudo o que acontece no nosso mundo. Ela vê o quadro desse mundo e como ele é projetado dentro dele desde um nível mais alto, e também como ele se divide em níveis: inanimado, vegetativo, animado, e humano.

Essa visão a capacita para automaticamente nomear todas as forças e qualidades do Mundo Superior usando os nomes dos objetos materiais, desde que elas são a materialização das Forças Superiores que descendem a esse mundo.

Quando a pessoa encontra todas as conexões entre esse mundo e seu nível espiritual, ela ascende ao próximo nível mais elevado. Enquanto isso, esse mundo permanece imutável e mantém a mesma forma. No novo nível a pessoa continua a buscar pela conexão entre as raízes (qualidades no nível espiritual) e suas projeções nesse mundo. A busca acontece para corrigir as qualidades da pessoa; na medida em que ela os corrige, ela vê um quadro claro do Nível Superior. Uma vez que ela discerne todas as forças, qualidades e conexões, ela completa aquele nível espiritual e ascende ao próximo nível.

Mesmo que esse processo possa parecer monótono, ele é realmente como uma extraordinária descoberta. O quadro desse mundo permanece o mesmo até que a pessoa alcance a correção completa (Gmar Tikkun), onde ela ascende ao estado no qual tudo se une. Todas as forças, Luzes, e desejos se unem em um todo e ela é completamente unida ao Criador.

Quando a pessoa vê as conexões entre esse mundo e o último, mais elevado, ela alcança o estado de adesão com o Criador e a total equivalência com Ele. Expresso de maneira diferente, a pessoa alcança o Mundo da Infinidade.

Todos os desejos – os mais não corrigidos do nosso mundo, ou os mais corrigidos, e todos os quadros e imagens se tornarão uma realidade unificada chamada “O Criador e Seu Nome são Um”. Existirá somente um único desejo: HaVaYaH.

O Criador Combate Nossa Guerra Por Nós


O Livro do Zohar, Capítulo “Shmini” (“No Oitavo Dia”), item 25: A linha direita e a linha esquerda são misericórdia e julgamento. Aqueles que aspiram ao Criador vão pela direita, enquanto os adoradores de ídolos vão pela esquerda. Ele que aspira ao Criador, mesmo que ele peque e se renda, permanece no lado direito, sem conexão com o esquerdo ou mesmo sem estar misturado a ele. “Pois quando o direito ascende, ele que está preso a ele ascende e é exaltado por ele.

Então, o lado esquerdo obedece, e todos aqueles que andam a seu lado, como está escrito: “Sua mão direita, o Criador, extermina o inimigo”.

Não deveríamos nos focar na linha esquerda, porque se começamos a fazer isso, iremos analisar nossos desejos e parecerá que estamos fazendo discernimentos e na realidade nos opondo a nossas qualidades perversas. Mas, na verdade estamos misturando-nos com eles, e isso não é bom.

Devemos tentar ignorá-los como se não existissem. Não deveríamos desejar negociar com eles, mas somente aspirar pelo lado direito. Quando aspiramos á meta espiritual, à adesão com o Criador, O Nível Superior, doação, então sua luz vai nos corrigir e às nossas qualidades egoístas, o lado esquerdo.

Por nós mesmos nunca seremos capazes de resistir a essas qualidades, assim é melhor somente ficar longe delas. A linha esquerda desperta em nós somente para que nos unamos à direita. Esse é nosso caminho. Se, no entanto, nos viramos para o lado esquerdo, pensaremos que somos heróis, capazes de trabalhar e derrotar esses desejos. Mas, isso nunca irá acontecer! Somente o Criador pode vencê-los por nós. Essa guerra é travada pelo Criador, não por nós.

Nós não temos a força para isso. Aquele que aspira ao Criador é pequeno, fraco, e incapaz de opor-se por si mesmo às suas qualidades egoístas. Tudo isso é arranjado pelo Criador, e tudo que precisamos fazer é desejar que isso aconteça. Nós somente temos que alcançar o pedido correto.

Por isso nosso trabalho é chamado “O Trabalho do Criador”, porque a Força Superior, o Nível Superior, o Criador, realiza todas as ações, enquanto nós meramente expressamos nosso desejo de que isso aconteça. Nosso trabalho inteiro é esperar que isso aconteça. Isso é chamado “Eu despertei o amanhecer”, quando o cavalo (nós) se move obedientemente por sua conta, adivinhando que seu cavaleiro (o Criador) deseja com antecedência.