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Revele O Zohar Em Seu Coração

Dr. Michael LaitmanO Livro do Zohar, Capítulo “Mishpatim (Decretos)”, item 561: Mesmo em relação ao verso, “E eu mandarei um anjo diante de você”, …Moisés não respondeu de uma vez. Pelo contrário, quando está escrito, “Se Sua presença não vai conosco, não nos dirige para fora daqui”, ele respondeu isso em relação ao que está escrito: “Minha presença irá e dará a você descanso”.

A pessoa tem que procurar dentro de si mesma por todas essas propriedades descritas no Zohar. Quem é Moisés, quem é o anjo, quem é o Criador, o que todos esses objetos inanimados, plantas, animais, pessoas são, e como eles existem e vivem dentro da pessoa? Nós devemos tentar encontrá-los interiormente, fazer um esforço para nos mover do quadro externo que surge a nossa frente para a contemplação interna de onde em mim estão todas essas qualidades, forças, e desejos. Esses esforços são muito importantes.

Desse modo, eu corrijo minha percepção egoísta que me faz pensar que algo acontece fora, e não dentro. Então, eu me volto precisamente para minhas propriedades internas e “implanto” a Torá em mim mesmo, desejando reconhecê-la em seu verdadeiro lugar. É por isso que nós precisamos constantemente tentar interpretar o que está escrito no Zohar como nossas propriedades.

Da 2a parte da Lição Diária de Cabalá 24/05/11, O Livro do Zohar

Configurações Para A Revelação

Dr. Michael LaitmanAntes de ler O Livro do Zohar, temos de nos preparar de forma que essa leitura nos beneficie. O Zohar fala acerca da correcção da alma, isto é, sobre a correcção da conexão entre nós. Assim, lendo O Zohar, devemos aspirar a perceber em nós os estados corrigidos descritos no texto. Isto significa que desejamos revelar o que O Zohar fala.

Revelação não é entendimento na mente. Como posso perceber o que nunca vi? É possível ver apenas na condição em que novos modelos de sensação se formem dentro de mim, porque a visão é uma sensação nos nossos desejos, os vasos de recepção. Uma sensação deve ocorrer apenas quando o meu estado interno específico corresponda àquele descrito n’O Zohar.

Isto pode ser alcançado apenas se ascender ao nível do doador, como O Zohar requer. Como é isto possível? É possível se me conectar com o ambiente, em relação ao qual posso expressar a medida da minha doação. Assim, mesmo antes de abrir O Livro do Zohar, temos de esforçar-nos para nos unir em tal estado, em tal nível, com tal força que seja adequada à revelação d’O Zohar na conexão entre nós.

Na medida em que a pessoa se anula a si mesma e nos conectamos juntos em doação e garantia mútua, na mesma medida podemos atingir as condições em que iremos sentir do que O Zohar fala, pelo menos a nível mais baixo. Tudo isto depende da força de unidade entre nós que tem de estar ao nível do primeiro degrau espiritual. Assim, sentiremos o que O Zohar nos relata.

O Baal HaSulam escreve sobre isto na “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot”, item 155: Uma pessoa esforçando-se por saber o que estuda atrai para si a Luz que Corrige. Em essência, todo o nosso trabalho é aspirar a estar neste estado, senti-lo. Assim, é nos pedido apenas ter um desejo para sentir a necessidade da revelação.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 24/5/11, O Livro do Zohar

A Chave Para O Livro Do Zohar

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que há de tão especial no Livro do Zohar? Por que ele é tão popular e por que as pessoas consideram ser a fonte mais poderosa?

Resposta: O Baal HaSulam escreve que O Livro do Zohar é a maior e mais reveladora composição Cabalística de todos os tempos. Afinal, dez Cabalistas, que estavam aptos para a criação de um vaso (Kli) único, uniram-se para escrever este livro. Eles se conectaram às dez Sefirot no nível da correção final (Gmar Tikun), em todos os 125 graus, através dos quais a alma deve ascender para obter sua correção final.

Eles subiram ao estado da última correção (Gmar Tikun) e de lá escreveram sobre esta revelação. É por isso que este livro é chamado de O Zohar, o “brilho” (Zeira Ilaa) mais elevado que existe.

Este livro foi escrito como um comentário aos cinco livros da Torá. Tudo o que foi revelado pelos grandes Cabalistas da época do Primeiro Templo até a época do Segundo Templo é apresentado neste livro no nível da correção final. Além disso, ele foi escrito de uma forma muito original: o Rabi Shimon falava, o Rabbi Aba escrevia, e todos os outros partilhavam as suas revelações. Isso significa que ele faz descrições por meio de vários pontos de vista, e por isso convém a todas as almas que nunca o revelarão e gostariam de corrigir-se através da Luz que Corrige.

A história deste livro é única e trágica. Ele estava oculto há muito tempo e só foi revelado no século XI na Espanha, graças ao Rabino Moshe de Leon. Depois, seguiu mais algumas etapas da sua ocultação e revelação, até o surgimento do Baal HaSulam no século XX.

Durante esse tempo, o retorno à terra de Israel começou e todos os Cabalistas começaram a sentir que chegara o momento da compreensão do Livro do Zohar, ou seja, da correção das almas e saída do exílio definitivo para a redenção final. É por isso que o Baal HaSulam recebeu permissão para escrever um comentário deste livro chamado “Sulam” (escada).

O Livro do Zohar está “encerrado por trás milhares de fechaduras” e trancado com muitas chaves diferentes; ele está escrito de uma maneira que a pessoa normal não consegue nem mesmo tocá-lo. Você pode comprá-lo e lê-lo, mas você não saberá o que fazer com ele e como usá-lo corretamente. Através de suas quatro introduções, escritas para este livro, e os comentário “Sulam”, depois do qual recebeu o seu nome, o Baal HaSulam nos dá a chave, define a forma de revelar e ver este livro.

A partir deste momento nós podemos realmente dizer que recebemos O Livro do Zohar, a fim de compreendê-lo. Ele se torna a fonte da grande Luz que podemos usar dia após dia.

Do programa sobre Lag B’Omer, em 15/05/11

Aceite-nos Em Sua Assembléia

Pergunta: A rede de conexão entre os grandes cabalistas do passado também trabalharam sobre as almas que ainda não despertaram espiritualmente?

Resposta: Não, essas pessoas não recorreram a eles para pedir por ajuda. Você pode estudar a Torá, ler milhares de livros, e isso não vai mudar nada em você. Além disso, mesmo se você ler os textos dos cabalistas, com a intenção de avançar, a questão é se você está no grupo, se você deseja criar juntamente com outros a mesma forma de conexão que existe entre os cabalistas.

Queremos criar um vínculo entre nós mesmos uma rede de conexão que existe como entre esses cabalistas? Queremos mudar a partir da conexão entre as almas quebradas que só pensam em como aproveitar todos os tipos de prazeres terrenos para a ligação que nos une aos nossos santos Pais, os grandes cabalistas de todas as gerações? Queremos passar de um sistema quebrado de ligação entre as almas para a correção? Pedimos que nos ajudem a nos tornar semelhante a eles para que nos aceitem em sua assembléia.

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A partir da segunda parte da Liçção diária de Cabala, 17/05/11, O Livro do Zohar

Descansando Nas Mãos dos Grandes Cabalistas

Pergunta: Quais as correções que os cabalistas do passado realizaram por nós?

Resposta: Baal HaSulam escreveu na “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot,” Item 11: Os sábios do Talmud tornaram o caminho da Torá mais fácil para nós do que os sábios da Mishná. Isto é porque … eles nos forneceram um novo meio, em vez da penitência apresentados na Mishnah referida acima, Avot: É a Luz da Torá “. Tem poder suficiente para reformar uma pessoa ….”

“Porque os sábios da Talmud substituiram o caminho do ascetismo (“viver a pão e água, dormir no chão, levar uma vida pobre, e exercer na Torah”) apenas com o estudo da Torá? É porque eles corrigiram a rede de conexão entre eles. Este regime geral de almas já contém as almas que atuam sobre eles, e nós podemos nos valer de sua ajuda. [Leia mais →]

Lag B’Omer: O Feriado da Luz

O feriado de Lag B’Omer (o dia 33 de Omer) é celebrado em honra ao Rabi Shimon Bar Yochai, o autor do Livro do Zohar, que morreu naquele dia. No capítulo”Idra Zuta,”artigo “Azinu,” O Livro do Zohar descreve a morte do Rav Shimon desta forma: Porquê o Senhor deu benção, até mesmo a vida eterna sobre ele (Salmo 133).

Rabi Abba disse: A santa Luz não terminou de proclamar a vida até que seus discursos fossem concluídos. Eu os gravei e pensei em gravar um pouco mais, mas não escutei. E eu não levantei minha cabeça, porque havia uma Luz muito grande para a qual eu não podia olhar.
Rabi Eleazar levantou Rabi Abba e o levou longe do seu lugar. E a casa encheu-se de um aroma perfumado. Eles o colocaram na cama e ninguém tocou além de Rabi Eleazar, e Rabi Abba. Quando eles levaram para fora da casa a cama, ouviram uma voz. Então, todo mundo entrou e se reuniu para a celebração para honrar Rabi Shimon.

O Zohar usa essas descrições coloridas, porque está escrito na língua do Midrash (contar histórias). Mas, claro, ele não está falando sobre sua morte física, mas a passagem da alma, que vai para o estado do fim da correção. É por isso que este é um evento tão importante e, por isso, todo o sistema, que inclui os seus alunos, recebe como uma grande Luz.

Isto não fala sobre a morte de uma pessoa, mas sobre o afinamento de um Partzuf espiritual. Primeiro, a Luz vem e veste-se em um Partzuf, formando em seu interior Taamim, Nekudot,Tagine e Otiyot. A roupa da Luz em um Partzuf e seu desaparecimento fazem o ajuste de Luz para ser utilizado, e é assim que a alma de Rabi Shimon atinge a sua verdadeira ação do último nível, o fim geral de correção. Isto é o que o Zohar descreveu.

Todos os outros amigos, todas as almas que dependiam dele e que resultaram de seu Partzuf, que se encheram de Luz e agora estão livres, recebem através dele toda a luz que restou. São aqueles que estavam unidos a ele, conectados a ele, e participaram na atração da Luz quando ele faleceu.

A morte de um cabalista significa a Luz que ele absorveu toda dentro de sua alma, juntamente com seus alunos, acumulando-a com a ajuda deles para toda a humanidade, agora é liberada por ele transmite a todas as outras almas. Agora, esta Luz se torna como uma iluminação, como a Luz circundante que ele dá aos outros. Sua passagem simboliza a passagem da Luz.

É por isso que nós celebramos este dia, desta forma e estamos felizes em receber essa Luz superior, que é chamada de “O Zohar,” capaz de corrigir todas as almas, na conexão e elevando cada pessoa ao nível do Criador. É por isso que esse feriado é chamado de o feriado da Luz – da Luz que reforma, a Luz da correção. Cada pessoa tem que se perguntar: Será que ele realmente usou essa Luz

corretamente? Essa Luz tem sido dada a nós, mas nós estamos usando, estamos realizando a nós mesmos? Isso é chamado de participar no feriado de Lag B’Oomer.

A Partir do programa exibido em Lag Baomer. 17/05/11

Uma Rede Envolvendo Todo O Universo

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que significa que cada um dos nove estudantes do Rabbi Shimon representava uma Sefira diferente? Esses Cabalistas podem viver em nossa época?

Resposta: Os dez Cabalistas que tornaram possível a escrita do Livro do Zohar são as dez principais Sefirot. Cada um deles, ao alcançar a raiz de sua alma, entendeu que pertencia a uma das suas dez Sefirot, e a unificação interna deles produziu uma força tão grande que eles puderam revelar a Luz superior e “respingá-la” em nós. Por isso esse livro é chamado “O Zohar, de acordo com o nome da Luz que brilha na parte superior do mundo de Atzilut (GAR de Atzilut).

Eu não penso que hoje nós precisamos de Cabalistas de tal estatura. Eles já revelaram tudo, iluminaram todo o sistema de almas, e todos os outros Cabalistas se uniram ao mesmo sistema. Isso produziu uma completa rede corrigida de almas dentro do sistema comum de almas, que ainda não estão corrigidas.

Agora, se nós quisermos nos corrigir, basta lermos O Livro do Zohar tanto quanto possível, com toda nossa força, para tentarmos nos unir a seus autores, suas almas, bem como os Cabalistas que os seguiram. Eles se tornaram a parte corrigida do sistema comum das almas, e se nós quisermos nos unir a eles, seremos capazes de usar todas as Luzes e forças que operam na união mútua deles. É assim que seremos capazes de usar a Luz do Livro do Zohar.

Em essência, nós já recebemos tudo! Já existe um sistema corrigido de almas dentro do sistema que ainda não se corrigiu. Nós temos o livro à nossa disposição e toda a ciência da Cabalá, em geral, que estudamos pelo método do Baal HaSulam. Isso é suficiente para nós!

Está claro que ainda haverá novas revelações, nós iremos explicar tudo mais e iremos entender melhor o que está escrito nesse livro. Mas, nós já recebemos do alto tudo para completar nossa correção.

A Cabalá é estudada num grupo. E cada pessoa no mundo que sente que tem que corrigir sua alma e aspira revelar a razão de sua existência, onde se encontra a raiz de sua vida e sua razão, irá finalmente encontrar esse caminho dentro da mesma rede – dentro de um de nossos grupos. Lá ela começará a revelar o que estamos fazendo e como revelar a raiz da alma, como revelar o sistema espiritual no qual existimos, ainda que estejamos lá num estado inconsciente, por enquanto. Assim, como podemos perceber esse sistema?

Quando nós chegamos ao grupo e começamos a estudar, a princípio vemos pessoas a nossa frente. Mas, depois de termos estudado por algum tempo, nós começamos a entender que essas não são pessoas, mas uma rede de conexão interna que nos une.

Por enquanto, esse sistema é defeituoso, mas estamos tentando revelar certa conexão nele, procurando pela força que poderá nos corrigir, nos fazer uma pessoa com um coração, nos levar ao amor ao próximo, à garantia mútua, e à união mútua.

Essa aspiração mútua para revelar a conexão entre nós na união dos corações nos leva à sensação da rede. Nós sentimos que ela existe. De repente, nós começamos a sentir que ela está presente. Então, dentro desse sistema de conexão, nós nos vemos, e a todos os grandes Cabalistas que entram nessa rede com seus elementos corrigidos e a apoiam, conduzindo a Luz dentro desse sistema, nutrindo-o através da Luz da união, amor, e participação mútua entre todos os seus elementos.

Não importa como nos sentamos juntos: física ou virtualmente. A coisa mais importante é que nós nos sentimos juntos e queremos nos tornar parte do mesmo sistema, nos unir aos Cabalistas. E se lemos O Livro do Zohar, nós atraímos nutrição, força, entendimento, e sensação espiritual dessas almas, dessa rede corrigida, tal como as criancinhas arrancam dos adultos. Isso nos capacita a nos tornar parte desse sistema e alcançar reciprocidade, conexão, e concessões, nos anulando e nos unindo com todos.

Do programa sobre Lag B’Omer em 17/05/11

Se Você Quer Ficar Bem – Prove!

Dr. Michael LaitmanA fim de receber a Luz que Corrige, a força que nos tornará semelhantes à força superior, o Criador, e nos levará de volta à fonte de bondade e abundância, de modo que nos tornemos tão bons, doando e amando, devemos nos colocar em condições adequadas.

Como eu posso provar a mim mesmo e preparar-me para fazer a solicitação correta à Luz superior, de modo que ela me influencie? Somente através do ambiente. Eu não tenho nenhuma oportunidade em nosso mundo para provar que quero me tornar doador e bom, a menos que eu organize a conexão correta com o ambiente da melhor forma possível.

É por isso que antes e durante a aula, em especial durante a leitura do Livro do Zohar, cada um de nós deve sentir constantemente que tem uma conexão contínua com os demais, que está em uma rede de conexão, onde ele se perde e só sente todos juntos. Ele deve tentar sentir com toda a força que ele não tem o seu próprio “eu”, mas que só há “NÓS”. Isto é chamado de assembléia de Israel (Knesset Israel): a unificação de todos aqueles que aspiram revelar o Criador.

Se eles se unem a fim de revelá-Lo, isso significa que as almas quebradas desejam se unir e ascender, por meio do seu pedido de unificação, à Malchut do mundo de Atzilut. Malchut do mundo de Atzilut pega esses desejos, que aspiram a se unir e fazer esforços mútuos para se unir, e eleva este pedido a Zeir Anpin. Ele, por sua vez, trabalha com este pedido, corrige as almas, e todos os que nele participam adquirem a força de doação mútua e começam a se sentir mais próximos, mais conectados entre si. Assim, gradualmente, passo a passo, muito lentamente, eles revelam a rede de conexão entre si. Quando essa rede atinge a sua primeira realização, nós começamos a sentir que estamos no primeiro nível da hierarquia espiritual.

Portanto, ao ler o Livro do Zohar nós devemos constantemente aspirar apenas à unidade entre nós, tão dentro dela que revelaremos a forma de nossa conexão chamada “o Criador”. Afinal, o Criador é a forma de conexão entre nós.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 17/05/11, O Zohar

Eu Quero Ser Adulto!

Dr. Michael LaitmanPergunta: Existe alguma ligação entre a rede de nossas relações mútuas e a rede de conexão entre os grandes Cabalistas, cujas obras estudamos?

Resposta: Nós devemos nos tornar como a rede de conexão que une esses grandes Cabalistas. A criança cresce ao querer ser como o adulto.

“Adulto” é a rede de conexão que os Cabalistas criaram entre si. A “criança” somos nós, aqueles que desejam se conectar, estar dentro, e tornar-se como ela.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 17/05/11, O Zohar

Sempre Brilhe, Brilhe Por Toda Parte!

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que devo exigir da Luz que Corrige?

Resposta: Tudo! A correção: até o estado final corrigido (Gmar Tikun). Esta Luz não apenas nos traz de volta à espiritualidade desde o nosso nível. Sempre, em todos os níveis, onde quer que estejamos, temos a Luz Interior e a Luz Circundante. A última brilha ao nível seguinte, que por ora me rodeia mas não pode vestir-se interiormente por causa da ausência da tela. Assim, eu sempre desejo a Luz, de modo que ela corrija e depois vista-se dentro de mim.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 16/05/11, O Zohar