Textos na Categoria 'Livre Arbítrio'

Um Sistema Com Um Grau De Liberdade

Dr. Michael LaitmanA Luz criou o ponto do desejo, a única criatura, “a partir da ausência”. Em torno desse ponto, foi necessário construir um sistema no qual este ponto pudesse chegar ao nível da Luz que o gerou: chegar até este nível em plena compreensão e sensação consciente.

Tudo isso teve que ser fornecido ao ponto, exceto uma coisa: a liberdade de escolha no seu desenvolvimento. No entanto, todos os outros meios, qualidades e condições tiveram que ser concedido.

Segue-se que deve haver uma ponte entre a Luz e o ponto de escuridão (ponto negro). A ponte deve se tornar um sistema através do qual a Luz faz um caminho para se rebaixar até o nível do ponto negro que surgiu do nada.

O ponto negro em si é oposto à Luz. Ele precisa absorver todas as formas que existem na ponte entre ele e a Luz. Quando ele incluir todas as formas existentes em si na forma das preparações internas chamadas “genes informativos” (Reshimot), ele se encontrará na extremidade oposta do sistema dos mundos. Então, sob a influência de seus próprios despertares que surgem desde dentro, ele será capaz de começar a subir os graus desses mundos e conhecerá a Luz, por si só.

Todos os meios chegam a ele de Cima: os genes informativos, a luz, forças, desejos e estados. Todos eles, exceto um: a criatura sempre mantém a liberdade de escolha e decide por si só se deve usá-los em prol da subida ou não. Esta é a chave!

Assim como ocorre com o exemplo do Anfitrião e do convidado: o convidado não tem culpa que ele está com fome e tem um bom apetite. Ele não tem culpa que ele é pobre! Nem é sua culpa que há um Anfitrião generoso e poderoso que sabe exatamente o apetite, desejos e gosto do seu hóspede, e que lhe prepararou uma satisfação adequada, em termos de qualidade e quantidade.

Nada fere a dignidade do hóspede aqui, se ele souber como se comportar com respeito próprio e não se apressar em comer. Se ele souber como se conduzir bem, seus defeitos se transformam em méritos, suas fraquezas em coragem, e suas preocupações e queixas numa bênção de santidade.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 06/10/11, “Pticha

Em Vez de Olhar Para os Outros, Olhe Para Você

Pergunta: Parece que o sofrimento é inevitável e que não seremos capazes de vencer sem ele …

Resposta: No entanto, você pode substituir com o sofrimento do amor. Se aqueles em torno de você começam a “lavagem cerebral”, você começará a apreciar a doação: “Porque eu não doo” Você vai andar por aí com essa pergunta de manhã até à noite: “Por que me falta? Onde posso encontrá-la? Talvez aqui? Talvez lá? “Você vai procurar por ela em todos os lugares como se estivesse hipnotizado”.

Então não haverá necessidade de golpes, pois os golpes internos irão substituí-los. Mas eles vão vir na forma de um anseio de doação, para o propósito da criação, e você será conectado a ele diretamente. Tudo depende das pessoas à sua volta. Elas têm que constantemente “transmitir” a você como a doação é importante, e então você vai lutar por isso.

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Ciência Em Vez De Instintos

Dr. Michael LaitmanAo contrário dos animais, nós nos desenvolvemos com a ajuda da ciência. Porém, isso ainda não é o livre-arbítrio. A ciência só nos faz avançar um pouco. Os animais são movidos por golpes e seus instintos, mas visto que são poucos os nossos instintos, nós nos desenvolvemos por golpes e ciência.

Os avanços científicos nos permitem ver e resolver os problemas com antecedência. Por exemplo: os raios-x nos permitem identificar uma doença e começar a tratá-la sem ter que esperar que ela realmente apareça. Sem os raios-x, somente a dor poderia nos dizer que há um problema ali.

Assim, a ciência nos ajuda a sofrer menos, e nós pagamos caro pelo conhecimento científico. No entanto, ainda é a mesma tendência animal: o desejo de se livrar dos problemas. A ciência não nos eleva ao nível humano, já que ela é parte do nível animal. Ao usá-la, nós compensamos nossa falta de instintos, isso é tudo.

Os animais se viram muito bem sem médicos. Eles sabem como comer direito, como dar à luz e como construir um abrigo. Os animais fazem tudo por instinto, enquanto que nós substituímos os instintos pela ciência. Este é realmente o papel da ciência: servir nosso egoísmo para que soframos menos.

Portanto, nós também examinamos nosso desenvolvimento no nível animal. Mesmo quando as pessoas se conscientizam da necessidade de se unir e se conectar, elas não sabem como alcançar isso.

Da 5a parte da Lição Díaria de Cabalá 04/10/11, “Paz No Mundo”

A Alternativa Ao Sofrimento


Baal HaSulam, “Paz no Mundo”: Quatro propriedades são fornecidas para esse propósito:  misericórdia, verdade, justiça e paz. Esses atributos têm sido usados por todos os reformadores do mundo até agora. É mais correto dizer que é com esses quatro atributos que o desenvolvimento humano avançou até agora…

Somente por estes quatro atributos é que nós temos que nos organizar para chegar ao fim da correção. Portanto, como discerni-los? Muitos podem falar por horas sobre a misericórdia, a verdade, a justiça, e a paz, mas será que nós podemos concordar com o que esses atributos são?

Não é simples, mas o Baal HaSulam, conhecendo a natureza espiritual, escreveu que é isso que temos que esclarecer, a fim de organizar a nós e o mundo. Nós não sabemos o que é um mundo corrigido. Todos nós somos corrompidos e por isso parece-nos que qualquer melhoria egoísta já é uma correção. No entanto, para o Baal HaSulam, o mundo corrigido é um mundo onde todas as possíveis deficiências são totalmente satisfeitas. Como isso é possível? Teremos que descobrir.

Primeiro, nós temos que entender que nunca seremos capazes de nos satisfazer egoisticamente, mas apenas em doação, pois embora não exista nenhuma restrição na doação, existe na recepção. Então, como podemos desejar receber de tal maneira que a própria recepção vai nos fazer entender que vale a pena doar?

Nós podemos nos desenvolver nesta direção através de golpes: toda vez que eu quero receber algo, eu recebo mais e mais golpes, até que finalmente chego à conclusão que é melhor não querer receber egoisticamente. Então, eu começo a odiar meu desejo de receber, e não sei mais o que fazer com ele. “Então, talvez eu desfrutarei doar?”.

Assim, diferentes falhas me levam ao ponto onde peço pelo desejo de doar, pelo poder de doar, o poder de me conectar com os outros. Este é o caminho do sofrimento e da ascese, sobre o qual se diz: “Coma moderadamente pão com água e durma no chão”. No passado as pessoas costumavam aceitar isso e, assim, avançar para a doação.

O mesmo ocorre hoje. Se as pessoas não aceitarem a sabedoria da Cabalá e a explicação sobre o desenvolvimento do mundo, elas também avançarão do mesmo jeito. Elas vão querer mais e mais, porém vão conseguir cada vez menos, e como resultado do sofrimento, elas vão começar a sentir que vale a pena estar juntas, doar umas às outras, conectar-se, restringir o ego, e até mesmo apagá-lo totalmente.  

Nós vemos que em tempos de guerra, quando os problemas atingem a todos, as pessoas começam a se conectar. Mesmo os animais não têm medo uns dos outros quando há um incêndio na floresta ou um terremoto, e todos eles escapam do perigo juntos. O problema comum os une porque o medo da morte é maior do que o medo da fome. Certamente, eles não se tornam “justos”, mas o desejo de satisfazer sua fome é deixado de lado por um desejo maior de sobreviver.

Nós somos iguais. Obviamente, nós podemos avançar em direção à correção pelo sofrimento. Ele vai nos obrigar a aspirar à doação e destruir nosso ego, a fonte de todo o mal em nosso mundo. Mas este é um caminho longo e doloroso.

É por isso que nos foi dada uma alternativa, o caminho da Torá. Por quê? Por que nós precisamos desse outro caminho? Porque nós não alcançamos o livre-arbítrio pelo sofrimento. Nós só fugimos dele, como animais. Por desespero, nós estamos até mesmo dispostos a doar, mas só porque nos sentimos mal quando recebemos. Nós não escolhemos doar por vontade própria, mas como resultado de nosso sofrimento não temos escolha. Este é o grau de um animal, não do homem.

A fim de nos levar ao nível humano, nós precisamos de duas forças: a força de doação e a força de recepção, com o livre-arbítrio entre as duas. Este é o caminho das pessoas que têm o ponto no coração.

As pessoas que não têm o ponto no coração também terão o livre-arbítrio: elas poderão escolher seguir aqueles que podem levá-las para frente.

Da 5a parte da Lição Diária de Cabalá 04/10/11, “Paz No Mundo”

O Adaptador Entre Eu e o Novo Mundo

Nós já entendemos que estamos todos conectados por um vínculo estreito mútuo e que esta ligação funciona no mundo de forma diferente do que no passado. A nova condição, um novo coeficiente, foi adicionado as nossas inter-relações, que ainda não podemos ter em conta por causa da nossa natureza. Nós não estamos familiarizados com o sistema ao qual fomos lançados, e por isso não podemos fazer nada sobre isso.

Portanto os Cabalistas dizem: Nós devemos primeiro aprender o que é o sistema e entender a situação.

Então saberemos como organizar nossa vida. [Leia mais →]

O Verdadeiro Trabalho

Dr. Michael LaitmanPergunta: Por que a rede do nosso relacionamento quebrado não nos é revelada? Por que não somos apresentados a causa de todo o mal, para que possamos saber onde nos esforçar?

Resposta: Porque nós nos corrigiríamos por falta de esperança. Nossos esforços seriam um trabalho egoísta comum. Seria como ganhar dinheiro para comprar comida. Na espiritualidade, não é considerado trabalho se eu sou pressionado pela simples ameaça da fome.

Na realidade, sem qualquer necessidade, eu tenho que querer aspirar à meta, pela qual eu não sinto necessidade. Minha natureza não me obriga, e eu desenvolvo um desejo completamente livre, independente de qualquer coisa. A doação não é condicional para mim; eu não preciso disso; eu não dependo de ninguém ou qualquer coisa. Como o Criador, eu estou acima de tudo.

Então, eu descobro a minha dependência dos outros; eu quero doar, servi-los, e ser o último, o menor de todos. Caso contrário, o trabalho não é feito por mim, mas pelo Criador.

No meu trabalho espiritual, há um ponto que eu preciso expandir constantemente: o ponto de liberdade, totalmente desconhecido de nós em nosso mundo. Neste ponto, eu não dependo de ninguém e ninguém pode fazer nada. O mundo inteiro está aos meus pés sem nenhum esforço da minha parte. Este é o lugar onde há a oportunidade para o verdadeiro trabalho.

Para alcançar este ponto, eu recebo dificuldades e problemas, graças aos quais eu aprendo. Assim, quando eu realmente me familiarizar com o mundo espiritual, meu trabalho vai se transformar em seu oposto, como se tivesse se invertido. Será dito a mim: “Pegue tudo!”, e eu recusarei este presente.

Da 5ª parte da Lição Diária de Cabalá 20/09/11, “A Nação”

O Mundo Está Sofrendo Por Minha Causa

Dr. Michael LaitmanPergunta: Quanto tempo mais vamos sofrer como crianças teimosas que não desejam criar um bom ambiente? Como é que vamos superar nossa teimosia?

Resposta: Nós precisamos nos convencer da necessidade de avançar. Caso contrário, vamos sofrer. Devemos ter vergonha do fato de que o mundo está sofrendo e não estamos dando a ele o que podemos e o que ele precisa. Nós realmente devemos nos sentir culpados pelo sofrimento do mundo. Deixe essa vergonha nos queimar, levando-nos finalmente a fazer alguma coisa.

Os cálculos individuais que usamos para justificar a nós mesmos, a medida que ficamos em casa e não fazemos nada, de nada servem aqui. Independentemente do que possa parecer para nós, nós precisamos usar todas as nossas forças para sermos impregnados com o sofrimento no mundo e vermos que somos responsáveis ​​por conduzi-lo à correção.

É realmente um grande problema se tratamos o mundo e as pessoas com negligência, pensando: “Deixe-os sofrer, talvez então eles mudarão”. Eles não podem mudar. Só nós podemos mudar, e assim, através de nós, eles serão abastecidos com decisões prontas.

No caminho espiritual nós revelamos que o mundo é o nosso próprio sistema. Agora, imagine que por muitos anos você propositalmente prejudicou as pessoas, tratou-as como inimigos, e gostou, e agora de repente você descobre que elas são seus filhos. Imagine o sofrimento que você sente agora, à medida que você se lembra de tudo que eles foram forçados a suportar por causa de você.

Esta é a parte da vergonha que nos é revelada. Portanto, a fim de reduzi-la, nós precisamos nos apressar com antecedência, rejeitando os cálculos pessoais. Aconteça o que acontecer, não preste atenção para o comportamento das pessoas. Afinal, o Criador propositadamente as apresenta desta maneira para que você pense apenas na doação e deseje-lhes o bem.

Da Lição 1, Convenção de Cabalá em Toronto, 06/09/11

Como Será A Transição?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Nós estamos no limiar de um novo estado. Será que a transição para ele acontecerá sem problemas ou será acompanhada de choques?

Resposta: Isso é algo que eu não posso prever, pois depende da nossa livre escolha. As coisas podem se desenvolver em qualquer direção. Se nós avançarmos corretamente, nos moveremos em direção ao positivo, sendo atraídos para a bondade. Caso contrário, a natureza nos empurrará por trás com os desastres, que podem incluir uma guerra mundial.

Esperemos escolher o bom caminho. Para que isso aconteça, nós temos que fazer o “nosso dever de casa” da melhor forma possível. Além do estudo, nós também temos que dar o que recebemos, trabalhando na disseminação e explicando o que está acontecendo às pessoas. Nós temos que criar conteúdos e colocá-los em todos os lugares, incluindo a internet e mídias de massa.

Cada um que estuda a ciência da Cabalá deve pensar em como transmiti-la. Nós temos que entender quão horrível seria ter esta oportunidade, mas não realizá-la.

Da Palestra #1 de Nova York , 11/09/11

Parafusos Não, Mas Criadores De Um Novo Mundo

Dr. Michael LaitmanÉ muito difícil para nós mudar as idéias que formamos ao longo de toda a nossa vida até agora. Na verdade, é simplesmente impossível. De uma forma ou de outra, nós continuamos com nossa percepção antiga, mesmo que pareça que já estamos mudando. Na verdade, nada está se movendo. No entanto, agora temos que mudar nossa antiga perspectiva para uma nova, e essa mudança tem que acontecer em todo o mundo. Então, onde podemos obter essa nova percepção, uma visão integral?

Suponha que amanhã o mundo inteiro queira se transformar numa rede totalmente conectada, onde cada um dedica toda a sua energia para trabalhar para o bem da sociedade (mesmo que hoje ninguém queira ou sinta isso, mas vamos ser sonhadores por um momento). Como é que nós descobriremos como construir este sistema, como devemos estar conectados e interagir uns com os outros?

Como podemos construir tal governo e sociedade, produção e comércio, já que tudo isso deve existir enquanto vivemos no corpo material? Portanto, somos obrigados a organizar todo o sistema de relações que garante a nossa vida na terra, a fim de satisfazer as necessidades dos nossos corpos animados.

Para fazer isso nós precisamos de muitos sistemas, mas como podemos construí-los com as leis da doação, onde cada um é livre e age livremente em direção à doação máxima aos outros, onde cada um sabe o que deve fazer nesta máquina idealmente organizada, onde todas as engrenagens estão girando em harmonia? Isso parece uma utopia. Portanto, como é realmente possível fazer essa transição?

É possível escrever um romance sobre isso, mas como podemos imaginar racionalmente um sistema econômico que seja necessário em tal sociedade, a estrutura judicial e de governo, todo este mecanismo, desde os maiores elementos até os menores parafusos, incluindo o fornecimento de bens, os cuidados aos idosos, famílias, crianças, a construção e a cultura? A organização de tudo isto é muito complexa, porque tudo deve funcionar em “movimento perpétuo”, sem o combustível que estamos acostumados!

Tudo tem que trabalhar com uma fonte diferente de energia: o amor ao próximo. Mas de onde ela vem? Se eu simplesmente a recebo de cima, do jeito que agora eu sinto amor por meus filhos, então eu estarei trabalhando novamente de forma automática, como uma máquina. Então, qual é a diferença? Em vez do amor egoísta, eu serei impulsionado pelo amor ao próximo; então, o que vai mudar?

Portanto, nós temos que construir uma coisa sobre a outra, de modo que trabalhasse sob resistência, ascensão, a sensação de nós mesmos entre dois mundos ou dois desejos, onde cada um sobe contantemente acima de seu egoísmo, que o puxa de volta à terra.

Da 5a parte da Lição Diária de Cabalá 06/09/11, “A Nação”

Você Não Pode Corrigir Ninguém Exceto Você

Dr. Michael LaitmanPergunta: Quando há muitas pessoas sentadas numa sala quente, sempre haverá uma pessoa que está com frio e que força os outros a desligar o ar condicionado. Dizem que a maioria da humanidade é capaz de se adaptar às mudanças iminentes. Mas o que devemos fazer com aqueles que estão presos e não estão prontos para sair do estado atual?

Resposta: É importante corrigir a si mesmo em vez do mundo. Na verdade, eu quero provocar movimentos externos e tento ajudar as pessoas a entender o processo e o método de auto-correção. No entanto, em essência, eu só me preocupo com o modo de corrigir a mim mesmo. Eu não corrijo o meu vizinho. Eu lhe dou o método na forma mais suave possível, mas não o faço agir; isso já é escolha dele.

Portanto, nós não incomodamos as pessoas que não estão prontas para a mudança, de forma alguma. Elas ainda não estão maduras para isso. Ao disseminar o método Cabalístico, nós deixamos cada um avaliar por si mesmo. Eu já declarei em diversas ocasiões que não me importo como as pessoas aceitam a nossa mensagem. Eu escuto suas respostas apenas para melhorar a apresentação: para indicar algo de um modo novo e responder a uma pergunta que incomoda alguém. Mas se eu dei tudo o que tenho e a pessoa ainda rejeita e despreza as minhas palavras, eu a trato com respeito. Para mim, isso também é um sinal de sucesso, porque eu fui capaz de aproximar-me dela e revelar a sua resistência. Esta é a reação correta para ela hoje, e nada pode ser feito com relação a isso.

Nós nos dirigimos ao mundo exterior apenas para melhorar a nós mesmos. E se melhoramos a nós mesmos da melhor forma possível, eu não tenho nenhuma queixa com relação às respostas das pessoas. Vamos esperar mais um ano, ou mais cinco anos.

No entanto, se formos longe demais, isso será coerção e não estará dando à pessoa a oportunidade de livre escolha.

Da 5ª parte da Lição Diária de Cabalá 29/08/11 , “A Nação”