Textos na Categoria 'Israel'

Propriedade Das Doze Tribos

749.02Pergunta: No jornal A Nação, Baal HaSulam escreve que a terra de Israel é propriedade das doze tribos, e as próprias pessoas são chamadas de judeus por serem descendentes das duas tribos restantes. As outras dez tribos desapareceram.

Se a terra de Israel já nos foi dada e depois de dois mil anos voltamos aqui, com certeza, para corresponder à raiz espiritual, todas as doze tribos devem viver nela, certo?

Resposta: Essas doze tribos serão reveladas em breve. Até agora, apenas duas tribos e meia vivem nesse território, e o resto de alguma forma se espalhou por toda a Terra. Não podemos vê-las, não podemos identificá-las. Não temos permissão para sentir a nação inteira porque não podemos usar nossa interação corretamente.

Comentário: Uma vez você explicou que as doze tribos são a estrutura do nosso desejo “Yod-Hey-Vav-Hey”.

Minha Resposta: Todo desejo consiste em quatro fases. Portanto, o desejo “Israel” também inclui quatro fases, cada uma das quais consiste em três linhas. Quatro vezes três é igual a doze tribos. Como resultado, havia doze tribos em nosso mundo.

Pergunta: Quando essas tribos entraram na terra de Israel após vagarem no deserto por 40 anos, todas as doze tribos foram claramente dispersas de uma certa maneira. O que isso significa no trabalho interno?

Resposta: Elas foram informadas de que maneira deveriam se dispersar, de modo que cada uma das doze partes correspondesse ao seu lugar na Terra. Afinal, a Terra tem seu próprio potencial. Cada tribo, isto é, o desejo humano, deve corresponder ao desejo do mundo animado, vegetativo e inanimado.

De KabTV, “Estados Espirituais”, 21/05/21

Equilibre Todas As Forças Da Natureza

232.06Pergunta: Como as forças negativas e positivas, que estão constantemente em conflito, se manifestam em nosso mundo no nível humano?

Resposta: Em nosso mundo, quase não sentimos boas forças. Apenas de forma muito limitada entre amigos, parentes, pais e filhos. Ou as sentimos nos instintos da natureza, que nos impõe boas relações, porque do contrário não haveria vida e procriação. E nos outros níveis da natureza, não vemos essas forças porque não as trazemos para o nosso mundo.

Pergunta: Isso significa que existe uma força positiva e negativa, que estão equilibradas, por exemplo, em um nível inanimado e, portanto, a Terra, este coágulo de matéria, pode existir.

Mas houve um período em que essas forças não estavam em equilíbrio e havia uma luta constante entre elas. O mesmo está acontecendo com a humanidade. Como consequência disso, guerras constantes são travadas onde as forças do bem e do mal estão constantemente em guerra entre si. O que acontecerá quando elas chegarem ao equilíbrio?

Resposta: As forças do bem e do mal chegarão ao equilíbrio apenas quando uma pessoa intervir em sua proporção, oposição e equilibrar todas as forças da natureza. Então a natureza agirá para o bem de todos os que a preenchem.

Pergunta: Podemos dizer que nosso desejo pelo Criador, ou seja, pela propriedade de doação, ainda não se formou totalmente e, como resultado, surgem guerras e conflitos?

Resposta: Sim. É o relacionamento entre nós que determina todos os estados da natureza em todos os seus níveis e nosso relacionamento com o Criador.

De KabTV, “Estados Espirituais”, 21/05/21

As Doze Tribos Do Povo De Israel

747.02Pergunta: De onde vieram as doze tribos do Povo de Israel?

Resposta: Existe um Kli (vaso) comum, uma conexão mútua comum das pessoas, que consiste em doze partes. O fato é que as pessoas são uma combinação de quatro níveis “Yod-Hey-Vav-Hey”, o chamado HaVaYaH.

Cada uma dessas partes, por sua vez, consiste em três linhas: direita, esquerda e média. Portanto, quatro níveis vezes três linhas fornecem doze fluxos diferentes de movimento em direção à conexão completa. Eles são chamados de “doze tribos”.

De KabTV, “Estados Epirituais”

A Guerra De Gogue E Magogue, Parte 12

294.2Duas Versões Da Guerra

Comentário: Baal HaSulam escreve que existem duas versões para se travar uma guerra contra o egoísmo: ela ocorrerá no nível dos pensamentos, do esclarecimento dentro de cada pessoa, ou, se não fizermos isso, ela pode de alguma forma se manifestar no nível corporal.

Minha Resposta: Então será muito pior nos sacudir e deixar claro que devemos começar a nos aproximar.

Comentário: Na verdade, o Baal HaSulam escreve que pode haver uma terceira ou quarta Guerra Mundial.

Minha Resposta: Mas tudo pode ser executado de maneira suave e curta. Esse é o problema. Se existe uma força chamada Israel (direto ao Criador), é dito que Israel encurta o tempo de correção. É isso que estamos tentando fazer dentro de nossa organização, com todas as pessoas do mundo.

Pergunta: O que significa lutar contra o seu ego? Com que tipo de egoísmo realmente lutar?

Resposta: Com aquele que é dirigido contra o outro.

Pergunta: É precisamente esse egoísmo estreito que é contra a conexão com outras pessoas?

Resposta: Sim. Somente a conexão com os outros é o que devemos aceitar como a única direção de nosso desenvolvimento.

Israel, os judeus, devem provar seu valor nisso. É por isso que eles são tão egoístas. Mas se eles fizerem isso, serão capazes de liderar o mundo inteiro com eles.

De KabTV, “Estados Espirituais”, 30/04/21

Guerras Internas No Nível Externo

962.1Pergunta: Existem diferentes tipos de guerra: guerra civil, guerra fria, guerra de informação, guerras religiosas e assim por diante. É assim que a guerra se manifesta em nosso mundo. Você costuma dizer que a guerra é um remédio. Qual é a diferença entre todas essas guerras como meio de correção?

Resposta: Elas ocorrem em diferentes níveis de egoísmo. O fato é que você pode simplesmente lutar contra nosso egoísmo “de frente”. Se ele for pequeno, é assim que se faz. Por exemplo, forçamos as crianças ou a nós mesmos a nos levantar e fazer algo, fazer certas coisas, usar métodos vigorosos para substituir relações ruins entre nós por boas e forçar uma pessoa a se aproximar de outras pessoas.

Embora inicialmente alguém não queira nada, nós criamos as condições que ela deseja, porque se ela não ouvir as instruções para o bem e a paz, a perda resultante será muito maior.

Portanto, as guerras que foram travadas em diferentes pontos da história por milhares de anos se substituem. Mas estamos em uma guerra constante.

Pergunta: Então, estamos constantemente em guerra com o egoísmo dentro de nós porque é a nossa natureza e, como consequência disso, todos os tipos de guerras também se manifestam no mundo exterior? Estamos dispostos de modo que vejamos nosso egoísmo interno de fora. Então, se não enfrentarmos nosso egoísmo interno, teremos que lutar com um inimigo externo?

Resposta: Sim, somos forçados por todos os tipos de razões externas, invólucros e influências a fazer este trabalho contra o nosso egoísmo.

De KabTV, “Estados Espirituais”, 14/05/21

A Guerra Judaica

592.03Pergunta: Todos nós sabemos o que é uma guerra. É um conflito armado entre partes rivais que se expressa pela imposição da vontade de um lado a outro país ou nação. E o que é a guerra na espiritualidade, em particular, a “guerra judaica”? Quem está em guerra com quem?

Resposta: Somos criados na qualidade do egoísmo, que é bem conhecida por todos. De acordo com o pensamento da criação, devemos subir do nível egoísta de existência ao nível altruísta, do ódio mútuo ao amor.

Essa é uma transição totalmente incrível de uma qualidade para outra. É realizada pela influência de uma força especial que existe na natureza e está pronta para nos ajudar a superar o egoísmo e subir ao nível do amor ao próximo. Só podemos fazer isso se entendermos e quisermos.

A implementação da condição de nossa ascensão apesar do egoísmo, contra ele, na luta com ele, ao nível de doação, amor e conexão é a “guerra judaica”.

O fato é que estamos dentro do programa da natureza, que nos afeta e exige que o implementemos gradativamente. A cada momento devemos fazer nossa transição de egoístas para altruístas, do ódio para o amor entre nós, e demonstrar isso às nações do mundo como um estado possível.

Se não implementarmos este programa, a natureza nos pressiona e nos ajuda a entender que estamos no estado errado, na atitude errada em relação a ele. Então, graças à natureza, que nos empurra a lutar com nosso próprio egoísmo, gradualmente nos elevamos acima dele e podemos até substituí-lo pelo altruísmo.

Pergunta: Acontece que existem duas forças na natureza: uma positiva e uma negativa. Toda a matéria, o universo inteiro, é construído na junção dessas duas forças opostas. No nível humano, isso se manifesta como as forças do bem e do mal, ou seja, egoísmo e altruísmo?

Resposta: Totalmente correto. Isso é exatamente o que está escrito nas fontes Cabalísticas sobre a guerra das forças do bem e do mal.

De KabTV, “Estados Espirituais”, 14/05/21

Por Que Viemos Para A Terra De Israel?

961.2Pergunta: Qual é a sua opinião sobre a trégua e o cessar-fogo entre Israel e Palestina? Como você reagiu?

Resposta: Eu entendo de uma forma muito direta, minha opinião não muda. Visto que o povo judeu veio para este país, eles devem saber por que estão aqui. Eles não fugiram apenas dos problemas terrenos, eles vieram aqui para demonstrar seu objetivo e seu propósito espiritual para si mesmos e para todas as nações do mundo.

Se eles não fizerem isso, é claro que não podem viver nesta terra. Outras nações podem mais ou menos existir aqui de alguma forma, mas não eles.

Portanto, não estou muito feliz por termos conquistado essa terra e por estarmos nos comportando dessa forma aqui. Ano após ano, estamos nos tornando cada vez mais egoístas, não estamos dando um exemplo para outras nações de como devemos viver, mesmo dentro de nosso próprio povo. Existem enormes contradições entre nós, todos os tipos de relações egoístas que não existem entre outras nações. Portanto, não estamos na Terra de Israel, mas no exílio de nossas propriedades espirituais de conexão e amor.

Portanto, não vejo nenhuma circunstância especial no fato de que depois da guerra, que nos deu um pequeno abalo, veio a chamada trégua. Se nós, os judeus, especialmente aqueles que vivem aqui em Israel, não mudarmos, o mundo não mudará. Continuaremos a viver em um estado de não trégua, mas apenas um cessar-fogo temporário, e seremos novamente forçados a lutar.

Nossos vizinhos não nos deixarão em paz. Eles continuarão a preparar uma guerra cada vez mais sofisticada e cada vez mais essas guerras se tornarão mais sérias. Temos um inimigo muito sério. E isso é natural. É assim que deveria ser porque não estamos cumprindo nosso papel histórico.

De KabTV, “Conversas entre Leonid Macaron e o Cabalista Dr. Michael Laitman”, 21/05/21

“Há Um Propósito Para O Conflito Israelense-Palestino” (Linkedin)


Meu novo artigo no Linkedin: Há um Propósito para o Conflito Israelense-Palestino

O fim da Operação Guardião das Muralhas marcou o fim de mais uma rodada no que parece ser um conflito sem fim. Depois de cada rodada, descansamos um pouco, mas é sempre mais curto do que gostaríamos, e a implacabilidade do inimigo nos cansa e esgota nossa motivação. Ao mesmo tempo, não temos para onde ir, então não podemos nos dar ao luxo de fazer as malas e partir; é uma batalha que não podemos perder.

Embora pareça que o conflito não tem fim, na verdade, pode haver um fim para ele, e isso depende de nós. Primeiro, precisamos perceber que nem as operações militares nem os tratados de paz resolverão o problema. Dividir a terra entre palestinos, judeus, beduínos e quem mais quiser um pedaço dela não vai resolver nada e não vai acabar com a violência, já que o conflito não é por território, religião ou nacionalidade.

É um conflito essencial cujo propósito é fazer com que toda a humanidade reconheça o propósito da criação, o propósito de nossa própria existência e o propósito da existência de nações, países, religiões, culturas e raças. Este conflito está no cerne da realidade. É por isso que parece inescrutável e insolúvel.

Quando resolvermos o conflito palestino-israelense, equilibraremos o mundo inteiro, toda a realidade. Inconscientemente, as pessoas sentem isso, é por isso que esse conflito e essa região estão sempre no centro das atenções. As pessoas acertadamente acham que seu próprio bem-estar depende do que está acontecendo no Oriente Médio e, especificamente, entre Israel e seus vizinhos. Quando equilibrarmos nossas relações aqui, isso resolverá todos os outros desequilíbrios em todo o mundo.

O equilíbrio que precisamos encontrar nos conectará uns aos outros e, posteriormente, à origem da criação. Essa origem, que podemos chamar de Deus, Alá ou qualquer outro nome, criou todas as contradições na realidade. No entanto, isso os criou equilibrados e harmoniosos. Dia e noite, vazante e fluxo, inverno e verão, masculino e feminino, atração e rejeição, nascimento e morte, tudo está equilibrado e a existência de um sustenta e depende da existência do outro.

Nós, humanos, interrompemos esse equilíbrio porque nos concentramos apenas em receber e receber, e nos esforçamos para não dar nada em troca. É por isso que exploramos os recursos naturais indiscriminadamente, mesmo à custa do futuro de nossos filhos. É também por isso que conquistamos, humilhamos e escravizamos outras nações. Em nosso esforço para nos sentirmos bem com nós mesmos, denegrimos, tratamos com condescendência e menosprezamos os outros para nos sentirmos superiores. Na verdade, todos os nossos problemas vêm do desequilíbrio dentro de nós.

Os judeus, cuja nacionalidade foi estabelecida exclusivamente por meio do juramento de união “como um homem com um coração”, foram os primeiros a se erguer acima da predisposição humana natural para o egoísmo. É por isso que foram designados para serem a “luz para as nações”, para dar o exemplo de unidade e, assim, mostrar a outras nações como se unir acima de seu egocentrismo inerente, equilibrar-se e, subsequentemente, conduzir o mundo ao equilíbrio.

De fato, ao longo da história, quando os judeus se uniram entre si, as nações os apoiaram. Quando se dividiram entre eles e se tornaram beligerantes, as nações os desacreditaram e insultaram. Nos dias do Primeiro Templo, Nabucodonosor II conquistou a terra de Israel e destruiu o Templo somente depois que os judeus se tornaram rancorosos uns com os outros e “esfaquearam uns aos outros com as adagas na boca” (Yoma 9b). Mais tarde, quando eles se uniram durante o exílio, o rei Ciro lhes devolveu a terra e os ajudou a reconstruir o Templo.

Durante o período do Segundo Templo, quando os judeus estavam unidos, as nações “subiriam a Jerusalém e veriam Israel … e diriam: ‘É conveniente apegar-se apenas a esta nação’” ( Sifrey Devarim , 354). Quando eles se dividiram e quiseram se tornar como os gregos, em cujo reino viviam, eles entraram em guerra, os selêucidas conquistaram a terra, e só a libertaram depois de se unirem sob os hasmoneus.

Mas os hasmoneus também não mantiveram sua unidade quando as lutas pelo poder os separaram, o que trouxe sobre nós o domínio romano. Este último conquistou a terra e fez de Judá uma província romana. No entanto, os romanos também teriam ficado completamente satisfeitos em nos deixar levar nossas vidas de acordo com nosso caminho, não fosse pelas lutas internas entre nós e a corrupção de nossos líderes que os forçaram a nomear seus próprios procuradores (governadores) . Finalmente, entramos em uma guerra civil em plena expansão e não buscamos nada além de exterminar uns aos outros. O resultado final dessa guerra foi a destruição do Segundo Templo, o exílio dos remanescentes da nação e a morte da maioria de seus correligionários.

Os palestinos de hoje estão fazendo o que as nações sempre fizeram em relação a Israel: eles estão nos pressionando para nos unirmos e nos tornarmos o exemplo que devemos ser – não para nosso bem, mas para o bem do mundo. É por isso que o mundo os apoia. Visto que é realmente nosso dever nos unir e nos tornar o exemplo de unidade do mundo, onde todos os opostos estão equilibrados, os palestinos estão certos em estar com raiva de nós. Nada do que dissermos ou fizermos por eles os acalmará até que façamos o que devemos: nos unirmos e, assim, nos tornarmos uma luz para as nações.

Nossa escolha é simples: dê o exemplo de união e ganhe o favor do mundo, ou continue nutrindo o ódio mútuo até que o mundo nos expulse mais uma vez e nos execute como os nazistas.

“Os Judeus Estão Sentados Em Um Barril De Pólvora” (Linkedin)


Meu novo artigo no Linkedin: “Os Judeus Estão Sentados Em Um Barril De Pólvora

Há uma sensação de paz imaginária após o cessar-fogo Israel-Hamas, mas no exterior, o estopim do antissemitismo está novamente aceso e em chamas. Judeus em Israel e basicamente em qualquer lugar do mundo estão em uma guerra constante por suas vidas, olhando para suas costas, mantendo um olho em seus arredores porque o perigo pode surgir a qualquer momento tanto de lugares óbvios quanto inesperados. O que mais precisamos enfrentar para entender que o mundo tem um problema com os judeus? Tanto Israel quanto o povo judeu estão basicamente sozinhos. Portanto, o único lugar para encontrar uma solução para o ódio é entre nós, na nossa vontade e capacidade de união.

Desde o início da Operação Guardião dos Muros, lançada por Israel para defender sua população de milhares de ataques de mísseis de Gaza, tem havido um forte aumento nos incidentes antissemitas em todo o mundo, bem como a condenação internacional da resposta militar israelense. Os perpetradores desses ataques antissemitas deliberadamente escolheram e visaram sinagogas e instituições judaicas. Os incidentes ocorreram em plena luz do dia e incluíram agressão verbal e física contra judeus nas praças, restaurantes e ruas das principais cidades dos Estados Unidos, Europa e América Latina, entre outros locais.

Os judeus americanos dizem que temem se identificar publicamente como judeus. Alguns tiraram seus colares com a estrela de Davi, alguns consideraram remover as mezuzot de suas casas e alguns até hesitam em ir até as sinagogas.

Portanto, pode-se perguntar por que os judeus estão levando o golpe pelas ações de Israel que foram julgadas como erradas e injustificadas pelo mundo? Muito simples. As pessoas têm problemas com os judeus em geral. Portanto, elas atacam o Estado de Israel, contra o povo judeu, e ficarão felizes em apagar ambos completamente.

Nossos inimigos apontam muito precisamente que o que precisa mudar pode ser encontrado conosco, dentro da comunidade judaica mundial. Precisamos nos reconectar e fortalecer nossa identidade comum como um povo cuja existência é eterna, porque nos foi dado um papel especial a cumprir no mundo: nos unir no amor acima de todas as diferenças e ajudar os outros a fazerem o mesmo.

Dentro desse amálgama unido, nossas diferenças permanecerão, pois são parte integrante do tecido de quem somos, mas elevar-nos acima delas é obrigatório. Podemos aniquilar as ameaças contra nós estabelecendo conexões inquebráveis ​​acima de tudo o que nos separa, ou nossos inimigos nos aniquilarão sem misericórdia.

O mais importante Cabalista, Yehuda Ashlag (Baal HaSulam), escreveu sobre a tendência da nação judaica de se aproximar quando o perigo espreita: “É o sofrimento comum que cada um de nós sofre por ser um membro da nação. Isso imprimiu em nós uma consciência e uma proximidade nacionais, como acontece com outros sofredores. Esta é uma causa externa. Enquanto essa causa externa se juntou e se fundiu com nossa consciência nacional natural, um tipo estranho de amor nacional emergiu e deu início a essa confusão, antinatural e incompreensível” (A Nação). Mas agora, vemos que, mesmo em tempos difíceis, não estamos nos unindo!

Até que haja a necessidade de uma conexão entre as facções que construímos em nossa distante comunidade judaica, e até que transcendamos os conflitos e argumentos que incitam o ódio entre nós, as guerras externas não vão parar. Elas apenas se tornarão mais intensas.

Muitos judeus na Diáspora estão tentando se desassociar de Israel e, ao fazer isso, aumentam a pressão sobre nós dentro de Israel e fazem com que percebamos que estamos completamente sozinhos. Então, cada comunidade estará sozinha, se for o que eles desejam. Eles podem se unir e cuidar de si mesmos para seu próprio bem. E aqueles que vivem em Israel terão que fazer o mesmo até que alcancemos a integração crítica necessária para enfrentar nossas ameaças existenciais.

Em última análise, tudo se resume a isso: quanto mais indulgentemente nos entregarmos à nossa única missão – a construção da unidade que inconscientemente esperam de nós todas as nações do mundo – mais fácil será para nossos inimigos. Nossos inimigos nem mesmo terão que lutar com armas; eles não precisarão de foguetes ou mísseis. Para quê, uma vez que toda a humanidade está pronta com suas forças, sistemas e frentes para lutar junto com o Hamas contra Israel? Toda a humanidade – da América e Rússia à distante China – todos. Em todos os países do mundo, em todos os governos, há um número suficiente de pessoas que ficarão felizes em abolir a legitimidade do Estado de Israel e das pessoas sentadas nele e nos varrer da face da terra.

É difícil para nós ouvir que a origem do problema está em nós; é difícil perceber a enormidade do nosso papel e a responsabilidade que nos é colocada, a razão de todo esse ódio dirigido a nós. Tende a entrar por um ouvido e sair pelo outro. Mas devemos ouvir e agir com toda pressa. O coração da nação judaica está muito partido, despedaçado e alicerçado no egoísmo, mas não há escolha a não ser nos esforçarmos a cada momento para alcançar a conexão entre nós até que nosso coração coletivo comece a despertar e bater. Quando percebermos nossa missão e nos unirmos em amor, descobriremos que sentar em um barril de pólvora não precisa ser nosso destino. Em vez disso, nossa união amorosa criará um jardim pacífico ao nosso redor, onde podemos sentar-nos com calma.

A Guerra De Gogue E Magogue, Parte 8

962.6Sinais do “Fim dos Dias”

Comentário: A ideia da oposição da luz e das trevas não é nova no Judaísmo. Isso está escrito diretamente nos Manuscritos do Mar Morto, encontrados na década de 50 do século passado perto do Mar Morto, nas cavernas de Qumran.

Minha Resposta: Essa ideia foi expressa por quem já naquela época se sentia vivendo neste período.

Pergunta: Os manuscritos foram escritos do século III a.C. ao século I d.C., exatamente naquela época. Além disso, existem alguns sinais pelos quais podemos dizer que esta guerra já começou. Por exemplo, está escrito que a guerra acontecerá nos últimos dias antes da chegada do Messias. Esta é a primeira condição.

O que são esses “últimos dias” e o que significa a chegada do Messias?

Resposta: A chegada do Messias significa que poder, conhecimento e iluminação estão chegando ao mundo, que toda a natureza está em um único sistema e devemos alcançar conexão absoluta uns com os outros, tornar-se semelhantes ao Criador e ascender ao Seu nível.

Assim, as pessoas entrarão em sintonia com isso porque encontrarão tais problemas que não serão capazes de resolver dentro da estrutura de sua vida terrena, seja em seu próprio poder ou em suas mentes.

Comentário: Uma das condições também é que todos os judeus devem se reunir na terra de Israel.

Minha Resposta: Não acho que isso deva necessariamente acontecer fisicamente, mas todos se sentirão mais ou menos pertencentes à terra de Israel.

“Terra” (Eretz) vem da palavra “Ratzon” (desejo). “Israel” (Yashar-El) significa direto ao Criador. Ou seja, uma direção consistente para a revelação do Criador, para a conexão com o Criador, despertará nas pessoas, não no campo da religião, mas no campo da comunicação interna, realização.

Comentário: Numerosas fontes originais indicam que todo o nosso desenvolvimento dura 6.000 anos. Hoje, faltam pouco mais de 200 anos para o final da correção. Isso, por assim dizer, indica que estamos, como dizem, nos “últimos dias”.

Minha Resposta: Na verdade, os anos terrenos desempenham um papel bastante indireto aqui. Mas, ao mesmo tempo, espero que mesmo em nosso tempo possamos viver esses eventos que nos trarão mais perto de um estado em que o mundo inteiro, todos os povos do mundo, todos os desejos em todos os níveis sintam que são governados por um único desejo de cima.

Este é um desejo de bondade, conexão e amor mútuo. E todas as criaturas – inanimadas, vegetativas, animadas e, o mais importante, humanas – desejarão que apenas este único poder reine nelas.

De KabTV, “Estados Espirituais”, 30/04/21