Textos na Categoria 'Economia'

Lições De Um Novo Mundo: Produzir Menos Coisas Desnecessárias

Dr. Michael LaitmanPergunta: Quais são os princípios mais importantes que qualquer desempregado deve saber para ser capaz de ter sucesso no novo mundo?

Resposta: Em primeiro lugar, é impossível ter sucesso no novo mundo quando cada um só pensa em si mesmo. Nós temos que pensar em todos. Não há outra escolha. Esta é a lei da natureza que está sendo revelada em nossos tempos.

Em segundo lugar, cada membro da sociedade deve se preocupar com os outros como órgãos num corpo. No mundo global nós não precisamos construir sistemas egoístas: mídia, governos, sistemas sociais, saúde, educação, etc., que hoje não se importam com o que acontece com os outros. Nós precisamos nos preocupar em como construir uma pessoa saudável numa sociedade saudável. Todos os sistemas devem ser voltados para este propósito. Isto significa que deve haver um plano geral.

Apenas aqueles que entendem que precisamos da integralidade e da garantia mútua devem ter o direito de conduzir a sociedade. Caso contrário, cada um vai continuar com seu protecionismo, o que levará à oposição e destruição da natureza.

Nós devemos aspirar para que esta mesma relação exista na família, educação dos filhos, bairros, cidades, nações e no mundo inteiro. Isto significa que não temos que desenvolver separadamente sistemas específicos para cultura, educação e saúde, mas precisamos trabalhar em círculos, passando de um pequeno círculo para um maior, e, finalmente, englobar toda a humanidade.

Nós temos que organizar todas as organizações internacionais de forma diferente, de modo que este será seu objetivo e é isso que elas terão como objetivo em toda a sua atividade. Todas as leis no mundo devem ser feitas como leis integrais, de modo que a integralidade se tornará a lei essencial da nossa existência. A liderança, os tribunais e os sistemas para os direitos humanos devem ser destinados apenas a isso.

O que decorre da lei integral influencia todas as esferas de nossas vidas, especialmente fábricas, empresas e negócios, e se elas têm ou não o direito de existir. Se uma empresa não corresponde ao sistema de produção essencial, é como uma farpa que entra num corpo, infectando e prejudicando todo o corpo.

Ela deve ser retirada e só as coisas saudáveis​​ e necessárias devem ser deixadas. Esta é uma percepção totalmente nova, segundo a qual ninguém tem o direito de criar algo apenas para o propósito de tentar vendê-lo. Pelo contrário, quanto menos nós produzirmos e vendermos, melhor. Isso é totalmente oposto à nossa abordagem atual, e de acordo com isso tudo vai mudar.

Pergunta: Parece que este é um estado futuro muito avançado que resultará da educação integral. Quando o governo poderá decidir se uma empresa está em harmonia com a natureza e, portanto, deve funcionar?

Resposta: Em parte, isso resultará da mudança consciente e, em parte, uma conseqüência da evolução natural, onde as indústrias desnecessárias fecharão por conta própria.

De “Lições do Novo Mundo” 01/12/11

Mudar Para Doação

Dr. Michael LaitmanPergunta: Nós estamos apresentando uma nova ideologia para a humanidade: a transição da separação e competição para a união e preocupação mútua, a fim de suprir as necessidades vitais e sociais de cada pessoa. Isto significa que precisamos oferecer às pessoas um novo paradigma das relações sociais. O que vai atraí-las para isso? O que vai acontecer com a enorme massa de pessoas que ficarão sem emprego ou trabalharão apenas em meio expediente?

Resposta: Elas aprenderão a participar de diferentes atividades voltadas à aquisição gradual do desejo do nível humano e sua satisfação.

Pergunta: Mas elas não querem isso ….

Resposta: Eles querem viver e desfrutar, além de prover suas necessidades básicas. Cada pessoa tem um grande vaso de desejo. Sua parte inferior pertence às necessidades básicas – vamos chamá-las como um todo de “alimento”. Este é o nível animal, os desejos que têm a ver com comida, sexo e família.

Acima disso estão os supostos “extras”: desejos de riqueza, honra e conhecimento, que dizem respeito ao nível humano. E aqui me dizem, “Você precisa preencher toda essa parte com doação ao próximo. Tudo que você queria antes, agora precisa ser direcionado para beneficiar os outros. Só assim você será capaz de receber satisfação nesta parte do vaso.

Hoje, as pessoas vivem para satisfazer suas próprias necessidades. Nossas necessidades básicas serão satisfeitas mas, em todos os aspectos, a pessoa experimentará o vazio: “Meu corpo está satisfeito, mas e agora?”. A pessoa não recebe nada a mais por causa da crise. Isso vale até mesmo para aqueles no topo, já que eles também vivem dos lucros, que desaparecerão à medida que a bolha econômica se esvaziar.

Então, do que eu posso receber prazer como ser humano? Eu comi e agora? É aí que ocorrerá uma substituição da satisfação. Enquanto antigamente cada um queria se destacar, mostrar o quão bom, forte e rico ele era, para que os outros tivessem inveja dele, agora esse já não será o caso. O globo terrestre não se destina a suprir eternamente estes nossos jogos. A partir de agora, a satisfação do nível humano será alcançada mediante a preocupação com a humanidade. Já não podemos cavar longe um do outro; agora, ao contrário, é preciso satisfazer uns aos outros.

Esta é a única solução e ela nos é oferecida pela ciência da Cabalá. Você pode satisfazer a todos, inclusive você mesmo, em prol da doação; e, em prol da recepção, você não será capaz de satisfazer-se nem mesmo um pouquinho.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 08/01/12, “A Liberdade”

O Plano De Resgate Fará A Crise Do Euro Piorar

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Peter Morici, professor da Universidade da Escola Smith de Economia de Maryland, e ex-economista chefe da Comissão de Comércio Internacional dos EUA): “Os líderes europeus estão trabalhando febrilmente para criar o que a chanceler alemã Angela Merkel está chamando de ‘união fiscal’ para restaurar a confiança do investidor privado na Europa e reavivar o crescimento. Infelizmente, o que ela defende lançará a Europa numa crise econômica mais grave e deixará os líderes europeus sem as ferramentas de política monetária e fiscal necessárias para combater a recessão”.

Meu comentário: Mas ninguém sabe como resolver estes problemas, ou todos agem como se soubessem. De qualquer forma, nós precisamos de mais tempo para nos darmos conta de que o nosso egoísmo, inveja e orgulho são elementos de nossa natureza pecaminosa e percebermos a necessidade de nos unir para o bem da nossa sobrevivência.

Uma solução simples para os problemas econômicos

Economia é uma ciência sobre nossas relações egoístas que hoje estão gradualmente se transformando em um tipo diferente de economia, a economia de relacionamentos altruístas.

Quando resolvemos problemas econômicos de nossa família, que geralmente se sentam ao redor da mesa com nossos cônjuges e filhos e pensamos em conjunto a melhor forma de utilizar o nosso orçamento limitado. Levamos em consideração as necessidades de cada membro da família: o mais jovem quer um brinquedo, a criança mais velha quer frequentar as aulas, a maior de todas exige medicamentos, precisamos comprar comida, e assim por diante …. Nós estruturamos o nosso orçamento de acordo com as necessidades de todos. Temos que organizar o orçamento do mundo da mesma maneira. [Leia mais →]

Os Desejos Que Eu Não Escolho

Dr. Michael LaitmanPergunta: Quão detalhado e amplo deve ser o curso básico sobre “Evolução como Desenvolvimento do Egoísmo”?

Resposta: Ele deve ser o mais detalhado e extenso possível, porque todos os outros cursos vão derivar e fazer parte do curso principal.

Depois disso virá um curso sobre o livre arbítrio: será que ele existe, o que ele realmente é. Este curso é muito amplo e contém muitos tópicos. Nós não apenas estudamos se o livre arbítrio existe ou não, e como e onde ele pode ser realizado, mas também exatamente em quais elementos da natureza ele existe, será que o ser humano o possui, em qual nível de desenvolvimento, como fazer a diferença entre o livre arbítrio e o determinismo, e assim por diante.

Afinal, nós não sabemos de onde surgem os nossos desejos. Parece-me que eles são meus, mas, na realidade, eles vêm de fora. De onde? Por quê? Os desejos surgem comigo sob a influência da sociedade circundante: eu assisto TV e, de repente, começo a desejar o que está sendo mostrado a mim, e isso é percebido inconscientemente por mim como o meu próprio desejo. No dia seguinte, eu já quero adquirir o que eu vi na TV ontem, e acredito que estou realizando o meu próprio desejo. Todos nós entendemos que é assim que nós somos comprados e como as coisas são vendidas para nós.

Tudo isso deve ser explicado porque está ligado à tomada de decisão, à consciência de onde reside o meu livre arbítrio, e se eu posso ser livre de todas as possíveis idéias e valores impostos sobre mim, que na verdade não são nem valores, nem idéias, mas simplesmente negócios.

Cada tópico que nós desenvolvemos e ensinamos fornece à pessoa uma vasta área de atividade, e é por isso que a informação deve ser transmitida usando um monte de exemplos e discussões. Às vezes, quando você acabou de oferecer o material a uma pessoa do púlpito e de frente, ela não o absorve. No entanto, através de algumas explicações, jogos e situações, ela começa a entender o que estava sendo dito.

Da “Palestra sobre a Educação Integral” 12/12/11

O Começo Da Iluminação

Dr. Michael LaitmanPergunta: Eu sei por experiência que a pessoa está preparada para estudar se você explicar a ela porque isso necessário. Então, por que ela precisa de um curso sobre a evolução do egoísmo?

Resposta: A partir deste curso ela vai aprender não só o começo, mas também o fim de toda esta cadeia. Ela vai se sentir existindo dentro dela. Ela vai ver para onde tudo isso está se dirigindo. Com base nisso, ela poderia tomar decisões corretas em relação a todos os seus estados pessoais.

Comentário: Digamos que eu aprenda como os planetas se formaram. Como isso tem relação com a minha vida?

Resposta: Essa é uma parte da visão global do mundo, que eleva um pouco a pessoa acima de sua parte animal. Quando ela olha para trás alguns bilhões de anos, e quando ela olha para a frente para dezenas ou talvez centenas de anos à frente, ela começa a ver este eixo de tempo praticamente infinito dentro do qual ela existe neste momento – um elemento pequeno, fraco e dependente. Daqui, surge a pergunta nela: “Quem sou eu?”.

Quando ela perceber sua condição lamentável sobre este eixo, será possível começar a elevá-la acima, num novo estado onde ela vai sentir: “Tudo isto está abaixo de mim, eu posso estar no controle de tudo, estou realmente num nível superior e posso sair dos limites do tempo, espaço e história”. Este é o início dessa iluminação que irá surgir dentro dela.

Da “Palestra sobre a Educação Integral” 12/12/11

Harmonia Que Nós Mesmos Criamos

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual a mensagem que devemos transmitir às pessoas num curso de economia racional?

Resposta: Nós temos que transmitir estatísticas muito interessantes: a quantidade de recursos que a humanidade deve gastar, a maneira eficiente de usar os recursos naturais e humanos, a energia e assim por diante. Em outras palavras, nós ensinamos às pessoas um curso de harmonia com a natureza, quando não tomamos nada desnecessário dela, como os animais.

Afinal, em nossas vidas regulares nós não somos diferentes dos animais. Então, por que devemos tomar da natureza mais do que precisamos? Um animal cava um buraco para si, armazena alimentos, procria instintivamente, cria sua prole, mata as outras criaturas e as come, mas nunca além de suas necessidades. E nós devemos agir da mesma maneira.

Tudo deve funcionar apenas em harmonia com a natureza. A única diferença é que no nosso caso essa harmonia deve ser algo que alcançamos de forma consciente, em oposição à harmonia nos níveis inanimado, vegetal e animal, que é mantida instintivamente. Nós devemos criar a harmonia por nós mesmos.

Da “Palestra sobre Educação Integral” 12/12/11

Receita Para A Paz

Dr. Michael LaitmanPergunta: Os movimentos extremistas de direita na Europa estão ficando mais fortes. Em geral, quando uma pessoa não vê uma solução para um problema, ela tende a aceitar a aparente simplicidade das reivindicações radicais. Como podemos apresentar nossa mensagem em contraste a isso?

Resposta: Em primeiro lugar, há muitos fatos científicos. Mas os cientistas não podem fornecer uma plataforma séria no momento. Por isso, nós temos que organizá-la de uma maneira que irá mostrar a “semente” racional nas nossas recomendações.

Além disso, nós não devemos esquecer que as tendências radicais unem as pessoas por um lado, mas por outro lado, levam a conflitos e guerras. Aqui nós temos que explicar que essas tendências estão em contraste com a natureza. Nas condições atuais de conexão mútua total, qualquer conflito terá sérias implicações.

É por isso que a Europa não pode quebrar agora. Em primeiro lugar, não é a favor da Alemanha. Os alemães estão dispostos a pagar bilhões de euros apenas para impedir que isso aconteça. Afinal, eles vêem para onde isso levará: à perda de seu mercado. Se você se isola, no dia seguinte a sua economia começará a sufocar. Então, todo mundo vai perder como resultado da desintegração da União Europeia.

Dia a dia torna-se mais claro que o protecionismo não é a solução para os problemas atuais. Ele é usado de forma muito limitada, mas, no geral, todo mundo já entende o fato de que estamos todos mutuamente conectados e que esta conexão não pode ser quebrada. Ela só pode ser destruída pela guerra, ou seja, pelas ações extremas, mas não há formas intermediárias.

Eu espero que sejamos capazes de preparar o nosso método e envolvê-lo de uma forma que permitirá que as pessoas entendam a idéia básica. Nós oferecemos, “Vamos verificar juntos a sua eficácia”, “Vamos continuar a desenvolvê-lo juntos”; como resultado, nós precisamos criar uma plataforma que leve a conexão mútua entre as pessoas a um novo nível qualitativo, que é a base para todas as mudanças que ocorrem no mundo, na humanidade.

O ambiente é o fator que trará a mudança nas pessoas de uma forma que as ajudará a se adaptar à conexão que já existe entre nós, a concordar com ela, a compreendê-la e, não tendo escolha, a participar dela. Eu não preciso ser um anjo. Eu simplesmente entendo que não há outro caminho, e que eu tenho que estar em boas relações com todos, e tentar ajustar-me à mesma onda internamente: nos pensamentos e desejos. Por quê? Porque eu dependo deles.

Apenas a influência externa é necessária para conseguir isso, e todos vão entender a essência do que está acontecendo. As pessoas têm de receber diferentes exemplos e explicações, e assim as diretrizes básicas da mensagem serão compreendidas. Isto por si só é suficiente para trazer mudanças positivas no mundo.

O nosso problema é o egoísmo. Ninguém duvida do fato de que ele é a força negativa no nível pessoal, a nível político, e em todos os outros níveis. Ele só deve ser “adoçado” um pouco, isso é tudo. Se sentirmos a dependência mútua entre nós, vamos sentir que não temos que mentir um para o outro, e nós vamos ser capazes de concordar, também no nível do governo, não destruir o nosso planeta.

Tudo depende da educação, que deve ser baseada numa verdade simples: nós dependemos uns dos outros, e não há nada que possamos fazer sobre isso. Não há outra maneira. O mundo se tornou nossa casa coletiva e nesta casa coletiva não há nada mais sensato do que concordar. Que outras formas pode haver? É tempo de pararmos de chamar isso de “utopia”. Hoje, isso já é uma necessidade crucial.

Nós já falamos sobre isso na ONU e na UNESCO. No futuro, iremos apresentar esta plataforma para o público e seus representantes. Primeiro, nós vamos obter a opinião de especialistas e depois vamos implementá-la. Em primeiro lugar, nós devemos abrir, desenvolver e adaptar o método para a humanidade.

Da 4ª parte Lição Diária da Cabalá 1/1/12, “A Liberdade”

O Apocalipse Ataca A Humanidade

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Andrey Milovzorov, de utro.ru): “O Saxo Bank prevê que os preços do trigo vão dobrar em 2012. Mas o que vai mudar na vida dos consumidores europeus ou russos se um pão custa o dobro? Nada. O gasto médio do europeu em comida é de 20% de sua renda, e do Russo é de 50%.

“No entanto, há países onde as pessoas gastam 90% de seus rendimentos em alimentos. Na Somália, um quarto de milhão de pessoas poderiam morrer por causa de uma seca severa. Ninguém se apressa em ajudar, porque este é um mercado para os agricultores do oeste.

“Entregas de ajuda alimentícia em grande escala alimentam um exército enorme de especuladores no mercado acionário. O mercado não está interessado em desenvolver a agricultura nos países famintos.

“Parece que para mudar a lógica dos mercados, nós precisamos de argumentos mais sérios do que um aumento do preço do pão na Europa. Por exemplo, um êxodo em massa de refugiados da África para a Europa, que fogem da fome (pode haver até 150 milhões deles), ou distúrbios alimentares que possam afetar todo o comércio mundial e cortar o fornecimento de petróleo para o Ocidente”.

Meu comentário: A fome em massa terá consequências imprevisíveis, e forçará principalmente o mundo a reconsiderar o seu desdém em relação aos seus vizinhos e cuidar da garantia mútua.

As Perspectivas Sombrias Para 2012

Opinião: (Olivier Blanchard, economista-chefe do FMI): “Nós começamos 2011 num modo de recuperação reconhecidamente fraco e desequilibrado, mas mesmo assim havia esperança.

“No entanto, à medida que o ano chega ao fim, a recuperação em muitas economias avançadas está parada, com alguns investidores até mesmo explorando as implicações de uma ruptura potencial da zona euro, e a possibilidade real de que as condições possam ser piores do que vimos em 2008.

“Eu tiro quatro principais lições do que aconteceu.

  • Em primeiro lugar, depois da crise de 2008-09, a economia mundial está fértil de múltiplos equilíbrios – resultados auto-realizáveis de pessimismo ou otimismo, com grandes implicações macroeconômicas.
  • Em segundo lugar, medidas políticas incompletas ou parciais podem piorar as coisas.
  • Em terceiro lugar, os investidores financeiros estão esquizofrênicos em relação à consolidação fiscal e crescimento.
  • Em quarto lugar, a percepção molda a realidade.

“Coloque esses quatro fatores juntos, e você consegue explicar porque o ano termina muito pior do que começou.

“Toda a esperança está perdida? Não, mas colocando a recuperação de volta nos trilhos vai ser mais difícil do que era há um ano. Vai exigir planos de consolidação fiscal confiáveis mas realistas. Exigirá a provisão de liquidez para evitar múltiplos equilíbrios. Exigirá planos que não sejam apenas anunciados, mas implementadoss. E exigirá a colaboração muito mais efetiva entre todos os envolvidos.

“Eu tenho esperança de que isso vai acontecer. A alternativa é muito desestimulante”.