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A Luz Curativa Do Zohar

Recebi uma pergunta: De qual parte do mundo espiritual a Luz do Zohar vem até nós?

Minha resposta: Ela vem de Rosh de Arich Anpin na forma de Luz Circundante, pois a Luz do Zohar é a Luz do Infinito, o brilho superior. Essa Luz não “vem para nós”, mas brilha sobre nós “de longe” e nos leva de volta à Fonte. Ela brilha sobre nós através de todos os mundos que a reduzem, e ilumina nossos desejos que são opostos a ela.

Esse não é o sistema de conexão “direto” baseado nas telas e a Luz Interior recebida, segundo a qual a Luz é revelada na medida da habilidade da pessoa doar. Em particular, desde que eu não tenho ainda uma tela, a Luz atua sobre mim desde longe, e não na medida em que posso receber para doar, mas na medida em que eu posso curar-me a mim mesmo com sua ajuda.

Algumas vezes a pessoa vai ao médico que lhe diz: “O que eu posso fazer? Você precisa de um remédio muito forte, mas seu corpo não é capaz de resistir a ele”. Isso acontece com pessoas idosas ou com pessoas que estão seriamente feridas. A cura existe mas o corpo da pessoa é tão fraco para recebê-la; ela não pode digeri-la. Ela pode fazer mal à pessoa mais do que ajudá-la.

O mesmo se aplica à Luz Circundante, que atua sobre mim somente na medida em que posso me curar, isto é, na medida em que eu posso resistir a ela. Por isso eu recebo a Luz, a propriedade de doação, como veneno, como morte ao meu egoísmo.

O Significado De “Comando” Na Espiritualidade


Recebi uma pergunta: O capítulo que estamos lendo no Livro do Zohar é chamado “Comando” (Tetzaveh). O que significa “comando” na espiritualidade?

Minha resposta: Isso se refere ao comando que foi designado para nós. Para se juntar ao trabalho do Criador, nós primeiro precisamos tentar reconhecer nosso desejo e a razão da nossa criação. Precisamos sentir nosso estado oposto ao Criador para nos tornar “criaturas”.

No entanto, isso não é suficiente. Esse é só o primeiro reconhecimento da nossa natureza. Depois disso, a pessoa tem que tentar se tornar semelhante ao Criador. Então, ela descobrirá que é incapaz de fazer isto. Quando a pessoa apesar disso se pressiona e se esforça para alcançar o próximo nível de reconhecimento de si mesma, ela descobre que não tem desejo de se tornar semelhante ao Criador. Além de ser oposta ao Criador e incapaz de se tornar semelhante a Ele, a pessoa mesma não quer isso.

Mas, enquanto passa por esse processo, a cada momento a pessoa constrói o significado do Criador, a importância da meta, e vê seu próprio estado como baixo e insignificante, ela continua a buscar até que finalmente entende que existe um sistema de conexão entre as almas, e daí em diante, ela pode receber uma força adicional. Então, ela de fato irá desejar e ser capaz de revelar toda sua oposição ao Criador, sua falta de desejo, e a oportunidade de se tornar semelhante a Ele. Junto com isso, ela sentirá a pressão necessária para a correção, para o alcance da doação para o Criador, que irá exceder muitas vezes o que ela pode alcançar por si mesma.

Então, equipada com essa “munição pesada” que ela obteve através da força do grupo com a propriedade da garantia mútua (dentro da qual o Criador existe como um fiador que suporta todo o sistema), a pessoa vem e se atrai a Ele. Ela agora tem algo para se sentir atraída. Antes disso, ela não podia fazer um correto apelo.

Por isso, a pessoa alcança a influência da Luz que Reforma. Ela entendeu sua livre escolha e chegou ao estado no qual o Criador concede a ela força. Então, dentro da Luz, a pessoa começa a ver o que ela precisa corrigir, como está escrito: “Em Sua Luz veremos a Luz”. A pessoa começa a ver a ordem do Criador: corrigir todas as suas 613 propriedades não corrigidas, uma por uma.

Agora a pessoa entende como cada propriedade, força, e desejo estão corruptos, e como podem ser corrigidos, o que ela ganha ao fazer essa correção, e como ela influencia todo o sistema comum. Através do sistema comum, o Criador é revelado. Assim, a pessoa gradualmente passa através de todo o processo da Torah e dos mandamentos. Ela corrige todos os seus desejos pela intenção de doar para doar e mesmo pela intenção de receber para doar, que não é pelo seu prazer, mas para o Superior.

O Princípio Básico Do Avanço Espiritual

Dr. Michael LaitmanA pessoa não pode adquirir um recipiente (vaso) espiritual, o desejo de receber a qualidade de doar de Cima, sem se anular a si mesma perante o grupo. Sem isto, ela irá estudar mas sem proveito. Além do mais, se ela se coloca a si mesma acima dos outros, então seu estudo irá tornar-se “a poção da morte” e irá torná-la um “morcego na noite”. Inversamente, se a pessoa se coloca a si mesma abaixo dos amigos, então seu estudo irá fazê-la um “galo saudando o amanhecer”.

Desta forma, tudo depende somente da sua atitude para o grupo e os amigos. Além do mais, não é o que a pessoa faz exteriormente; o mais importante é o que está a acontecer no seu coração. Particularmente:

1) Até que ponto ela sente (ainda egoisticamente) que sem os amigos ela não irá alcançar o objectivo;

2) O quanto ela trabalha em prol de os ver como maiores. Na realidade, isso é muito difícil, e a pessoa deve compreender que o Criador escolheu estes amigos para ela.

Até que a pessoa comece a se relacionar com os outros como com a sua própria família, que são importantes e necessários para ela, a Luz não o irá afectar positivamente.

Eu ascendo o primeiro nível se eu percepciono todos como “1” e a mim mesmo como “0”; que em relação a eles, eu sou proporcionalmente  “0,1”, isto é, que eu me percepciono a mim mesmo como 10 vezes menos que eles. Mas no segundo nível, o egoísmo trás-me o “fardo do coração”, e eu terei de os percepcionar como 100 vezes mais importantes que eu; e neste terceiro nível, 1000 vezes. Caso contrário, eu não serei capaz de pedir que a Luz que Corrige me afecte. Cada vez que eu desejo ascender, eu devo primeiro descer mais fundo. Assim, cada vez a pessoa sente um fosso maior entre ela mesma e a sociedade (10, 100, e 1000 vezes mais).

Este avanço é impossível sem o apoio do ambiente e do desejo comum ardendo apaixonadamente em cada um. Por isto, cada um ganha motivação, inspiração, importância da espiritualidade, assim como o entendimento que esta é a única ocupação vantajosa na vida.

Nós começamos com o amor de amigos, que nos ajuda a atrair a Luz Circundante, que nos corrige e nos dá um amor genuíno aos outros, no qual nós chegamos a amar o Criador. Desta forma, este principio aplica-se ao longo de toda a nossa ascensão espiritual, em cada acção, do principio ao fim ao longo do caminho.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabala 30/05/10, Artigo, “De acordo Com O Que É Explicado Sobre ‘Ama Teu Amigo’”

Como Escolher Um Ambiente Melhor A Cada Momento


Recebi uma pergunta: A Cabalá diz que a pessoa deve sempre se esforçar para estar em um ambiente melhor. Então, o que especificamente eu deveria fazer?

Minha resposta: Você deve tentar se preocupar a cada momento sobre o fato de que você é inteiramente dependente do seu ambiente. Com essa preocupação você começará a ter pensamentos e desejos de se conectar aos outros, e você irá revelar que o ambiente contém tudo.

Mesmo que essas pessoas sejam não corrigidas, elas contém o sistema corrigido. Elas ainda não o sentem nelas mesmas, mas você irá revelá-lo através da busca. A espiritualidade já existe no seu estado corrigido, mas sua revelação depende do nosso desejo, como está escrito: “Cada pessoa julga os outros na medida dos seus próprios defeitos”.

Você tem que se esforçar para sentir a influência do ambiente. Essa influência carrega energia, entendimento e a necessidade de retornar à Luz, à importância da meta. Isso é tudo o que você precisa para alcançar a meta espiritual. Assim, tudo depende da sua atitude frente o ambiente; tudo depende de você!

O mundo inteiro e toda a humanidade foi criada pelo Criador para dar a cada pessoa a oportunidade de avançar independentemente, criando a correta atitude interior ao grupo. De outra forma, você irá se mover em direção à meta pelo caminho do sofrimento.

Esforços Produzem Revelação

A revelação é o resultado de esforços. Quando lemos O Livro do Zohar nós somente precisamos exercer um esforço. Ao tentar discernir as propriedades, O Zohar está falando sobre nosso interior, nós penetramos rumo a uma tela mais interna dentro de nós, em direção a um quadro mais profundo do mundo. É aí que a revelação do Criador acontece.

Interpretações e comentários pessoais do texto não trazem a revelação. Para sentir um novo mundo dentro de nós, para interpretar O Zohar internamente, a pessoa precisa dirigir a si mesma para um estado interior de modo crescente quando lê o texto.

Um estado mais interno significa que a pessoa conecta o texto com suas propriedades internas em um grau maior. Ela as vê em si mesma, descobre que cada palavra aponta para uma propriedade ou ação dentro dela tal como as “doze tribos”, “Jacó”, um “deserto”, e um ”poço”. Como resultado desses esforços, ela revela seus verdadeiros significados.

Por isso a Cabalá é chamada “Torah Emet” ou a verdadeira Torah. Tal entendimento do texto não pode ser transmitido em palavras. Especialmente, ele pode ser revelado somente dentro da pessoa, nessas novas propriedades que aparecem como resultado dos esforços.

“Aqueles que Me Buscam, Me Encontrarão”

Recebi uma pergunta: O que devo fazer se eu não posso me concentrar por 5 minutos ao menos durante uma lição do Zohar? Eu não sei onde procurar por tudo isso dentro de mim mesmo?

Minha resposta: Continue procurando por todos os meios dentro de você mesmo por todas as propriedades descritas no Livro do Zohar. Se a uma pessoa doente se tivesse dito que esse texto dá a informação de como se manter saudável, escapar das confusões, falência, e outros problemas, ela iria gulosamente “engolir” o texto, tentando absorver cada palavra nele. Se ela estivesse amedrontada e procurasse a salvação no texto, ela iria tentar compreendê-lo mesmo que o livro tivesse sido escrito em um idioma estrangeiro.

Mas, a falta de espiritualidade não nos amedronta. Somente o ambiente pode nos levar interiormente a um desejo sobre isso.

Então, mesmo que você não saiba onde buscar por isso dentro de você continue procurando de qualquer jeito. Imagine que você está entrando em um lugar novo, escuro, desconhecido e você não consegue ver nada. Você tem uma lanterna, e cada vez que você ouve algo, você aponta o flash da lanterna em volta, esperando encontrar algo.

Como adultos, nós estudamos preenchendo nosso intelecto. Mas, as sensações não se desenvolvem através do intelecto. Como crianças, porém, nós evoluímos através do ouvir e do observar, sem entender o que vemos ou ouvimos. Esse é precisamente o motivo pelo qual nós desenvolvemos nossos sentimentos e mente. Histórias têm sido contadas a nós, coisas têm sido mostradas a nós, mas nós não as entendemos. A conexão entre as coisas têm sido explicadas a nós, e nós ainda não as captamos. Porém, precisamente por causa dos nossos esforços para entender, nós nos transformamos de animais em seres humanos.

Então, nesse momento, quando eu aspiro a desenvolver dentro de mim novos sentidos e mente, eu leio O Zohar sem entender sobre o que “ele” é. Porém, meus esforços desvelam novas habilidades que estavam escondidas de mim antes.

O Mundo Superior está  entre nós. Nós só precisamos continuar a nos desenvolver passando de ser humano desse mundo para nos tornar “humano” no Mundo Superior. Faça todo o esforço para ver. É assim que nossos sentidos se desenvolvem. Depois de você começar a sentir, sua mente começará  também a trabalhar.

Escapando da Armadilha do Progresso

Recebi uma pergunta: É bem sabido que o progresso nos mantém longe da Força Superior, Deus, e da purificação interior. Em minha opinião, a Cabalá, junto com outras religiões, deve concordar com essa abordagem sobre o progresso.

Minha resposta: O progresso é uma lei da natureza. Não podemos pará-lo; ele nos é dado pelo desenvolvimento do nosso egoísmo. Sua tarefa é trazer a humanidade a um “beco sem saída” onde só há um caminho para sair: a transição para um novo tipo de sociedade baseada na doação e no amor. Nenhuma outra solução é possível numa sociedade global e interdependente.

Nós temos que aspirar à semelhança de forma com a natureza em nosso comportamento e nos tornar unidos uns com os outros e com a natureza a despeito do nosso egoísmo crescente. Especificamente, nosso egoísmo e progresso nos compelem a nos transformar a nós mesmos.

É impossível fazer uma transição natural a um novo tipo de sociedade como é também impossível mudar a natureza humana. Nossas tentativas nos trarão mais dor (cataclismos naturais, guerras, etc.). Nós podemos mudar do egoísmo para o altruísmo somente aplicando a metodologia Cabalística. A Cabalá nos ensina como usar a força que originalmente criou o egoísmo. Somente esta força pode corrigir e transformar nosso ego em doação e amor pelos outros.

Somos incapazes de parar o progresso. Mesmo assim, ao aplicar o conhecimento Cabalístico podemos trazer o mundo – com seu crescente egoísmo e progresso – a um estado generoso. Por isso a disseminação da Cabalá é tão criticamente importante hoje em dia.

Esquecimento Caro

Laitman_9141Nós temos nos acostumado com o fato de que quando desejamos alcançar algo nas nossas vidas ordinárias, fazemos esforços e recebemos um resultado. Para colher uma colheita, por exemplo, precisa-se lavrar a terra, plantar as sementes, cuidar da colheita e etc.. O fruto do trabalho é a direta conseqüência do esforço pessoal investido.

A espiritualidade é também impossível de ser alcançada sem esforço, mas por uma razão diferente: o esforço constrói um desejo espiritual (vaso) dentro de mim, onde a satisfação espiritual pode ser sentida. A satisfação existe em abundância, mas somos incapazes de senti-la e a perceber. Os esforços do homem causam uma influência na Luz Superior, que forma a pessoa, ajustando ele ou ela à sua satisfação. A Luz Superior executa todo o trabalho. Assim, eu coloco esforço no “desejo por Ele”, e a Luz trabalha; o Criador e eu somos parceiros.

Constantemente esquecemos nosso Parceiro, pensando que precisamos mudar e corrigir a nós mesmos enquanto realizamos mudanças na sociedade somente com nossas mãos, como se tudo estivesse centralizado em mim e fosse realizado por mim. Esquecemos que somente precisamos gritar e pedir como uma criancinha, e então, acontecerá. A Luz me influenciará e fará tudo. O Criador irá fazer “o que é necessário”, enquanto nós precisamos adivinhar “o que é necessário” e pedir isso a Ele, de acordo com o princípio “Torne o seu desejo como o d’Ele”.

Avançamos muito lentamente porque constantemente esquecemos sobre a correção através da Luz, presumindo que podemos vencer usando nossa própria força. Nós tentamos nos transformar e ao mundo, conectar causa e conseqüência, fazer o trabalho da Luz e ver o resultado do nosso trabalho.

No princípio, nos esquecemos sobre o componente principal, a Luz, que nos dá a forma desejada. Subsequentemente acreditamos que o que está fora de nós precisa de mudança e esquecemos que mudanças externas somente são o resultado de nossas mudanças internas.

O mundo exterior não muda. Em lugar disso, nossa visão do mundo muda junto com nossas qualidades internas, nosso desejo de receber prazer. Como conseqüência, um novo quadro da realidade emerge. Assim, se ficarmos aquém de nos sintonizar corretamente com a espiritualidade, podemos gastar anos sem sentir um avanço.

“6000 Anos” ou Como Apressar o Tempo

Laitman_009Recebi uma pergunta: Se não existe tempo na espiritualidade, então por que está escrito que a correção ocorre em um período de seis mil anos?

Minha resposta: Baal HaSulam explica o significado de “6000 anos” nos artigos “Um Discurso para a Finalização do Zohar”, “Introdução ao Livro do Zohar”, bem como em outros artigos. “6000 anos” são o VAK de Zeir Anpin, que precisam ser realizados em relação à Malchut.

Quando Malchut, a sétima Sefira, revela todas essa seis qualidades, chamadas “6000 anos”, dentro de si, isso é chamado o “sétimo dia”, “Sabbath”, ou o “sétimo milênio”. Somente então Malchut se torna completa para doar.

Assim, essas qualidades são chamadas “6000 anos”. Ano (Shana) vem da palavra “mudar” (Shone). Nós precisamos experimentar esses graus um após o outro. Por um lado, não estamos falando sobre os anos no nosso mundo. Por outro lado, se não acelerarmos o tempo, então de acordo com a conexão de raiz e ramo, a percepção do tempo em nosso mundo irá obedecer a suas raízes e o processo de correção irá realmente terminar em seis mil anos.

Mas, nós podemos mudar a extensão e a essência dos seis mil anos; podemos abreviá-los e comprimi-los. No entanto, eles serão chamados “6000 anos” porque nós não cortamos graus, mesmo assim de acordo com o tempo corporal, será menos.

Não Olhe Para Trás


Recebi uma pergunta: O senhor sempre nos adverte de que não devemos olhar para trás, como a mulher de Ló que se virou para olhar para Sodoma e se tornou uma estátua de sal. Com isso o senhor quer dizer que quando estamos muito inspirados depois de um Congresso ou de uma atividade de disseminação, não deveríamos pensar sobre isso, mas aspirar por algo à frente, ao próximo grau?

Minha resposta: Não olhar para trás significa não desejar estar no estado anterior. Porém, isso não significa que a pessoa deve apagar o passado, como se ele não existisse. Devemos aprender com o ontem para continuar num estado melhor hoje, mas a pessoa deve desejar estar no estado de amanhã ao invés do de ontem. Esse é o significado de “não olhe para trás”.

Porém, isso não tem nada a ver com Sodoma. Sodoma é quando a pessoa verdadeiramente deseja retornar ao grau anterior, que já foi revelado como um estado falho. Nós não podemos mais retornar a ele. Se eu decidi que meu estado prévio era imperfeito e impróprio para a correção, para o avanço para a meta, a doação, então eu tenho uma escolha – eu preciso acabar com ele e seguir em frente.

Existem pessoas que olham para trás: elas desejam permanecer nos estados passados, serem “pequenas”. Desde que isso vai contra o desenvolvimento, está proibido para nós agir assim. Ao invés, precisamos sempre olhar para o futuro. O meio para isso é o grupo. Se eu tento me sintonizar com o grupo mesmo que levemente, sempre receberei dele meu estado futuro, apesar do estado do grupo ou do meu nele. Assim, nós sempre temos a oportunidade de ir adiante ao invés de ir para trás.