Textos na Categoria 'Oração e Intenção'

Nova Vida # 529 – O Que É Oração?

Nova Vida # 529 – O Que É Uma Oração?
Dr. Michael Laitman em Conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Nós estamos numa realidade particular e ansiamos por outra realidade. A oração é o meio para essa mudança.

De acordo com a sabedoria da Cabalá, a realidade que sentimos é retratada pelas nossas características internas. Isso significa que tudo o que eu vejo fora de mim irradia do meu interior.

Orar significa que eu dirijo o meu coração para corrigir o ego em mim que me separa de tudo ao meu redor. “E você deve amar o seu amigo como a si mesmo” (Levítico 19:18) – esse é o nosso próximo nível de desenvolvimento. Isso é o que atualiza nossa atitude para com a realidade. Essa atualização inclui duas etapas: querer amar e receber o poder de fazer isso, onde a oração é o meio para fazê-lo.

Eu procuro uma conexão com a força superior da natureza, o poder de amor e doação, que vai me ajudar a amar. A oração não é um meio para satisfazer o que nos falta individualmente; por isso, compreensivelmente, vemos que isso não ajuda. A oração é voltar-se à força superior na natureza, que produz e dirige a realidade para um objetivo específico. Essa operação não é simples. Eu devo saber como penetrar no “grande computador” que gere o mundo.

Somente orações que vêm do amor ao próximo, de um coração puro, de um desejo de que as coisas sejam melhores para todos, são respondidas. Nada pode mudar para melhor, se não mudarmos a nós mesmos e avançarmos para a conexão inclusiva.

De KabTV “Nova Life # 529 – O Que É A Oração?”, 26/02/15

É Necessário Ensinar O Sidur?

laitman_527_05Pergunta: Em seu blog você inclui alguns Salmos de Davi. Seria também útil incluir também as principais orações do Sidur (livro de orações), que são essenciais para o nosso progresso espiritual?

Resposta: Eu acho que ainda é muito cedo para estudar o Sidur. Estamos falando em nossas aulas sobre orações como a expressão correta de se voltar ao Criador, de Sua revelação aos Cabalistas.

Os Cabalistas descobriram o Criador, e de sua experiência prática em se voltar a Ele, ou seja, da criação dentro deles de desejos, pedidos, MAN, eles descreveram a formação de orações para nós.

Mas nós mesmos devemos estar em conexão com o Criador, pelo menos no nível de Lo Lishma (não em Seu nome), de modo que as palavras do Sidur, que foram criadas pelos gigantes Cabalistas, os participantes da Grande Assembleia há mais de dois mil anos, não pareçam ingênuas e estranhas.

Nova Vida # 695 – A Influência Da Intenção Sobre A Realidade

Nova Vida # 695 – A Influência Da Intenção Sobre A Realidade
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Quanto mais a pessoa se governar, quanto mais se preparar, melhores resultados ela vai obter. Os Cabalistas têm outras intenções; eles trabalham com um poder único, a força superior que nos retrata toda a realidade. Em cada situação que eles experimentam, seja interna ou externa, eles devem determinar que “Não há outro além Dele” (Deuteronômio 4:35) e que Ele é o bom que faz o bem.

A Cabalá nos ensina como construir intenções e começar a identificar o poder superior, transcendendo os sentimentos. Quando nós reconhecemos a força que está agindo em toda a realidade, descobrimos intenções de doação e amor por todos, chamadas “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18), que nascem em nós e o desejo de sustentar tudo, sem desconsiderar nada, e se relacionar com tudo com bondade. Toda a realidade é criada a partir de uma única força de doação e amor; nós temos a capacidade de reconhecer isso enquanto estamos vivos. Essa intenção suprema é chamada, “E amarás o teu amigo como a ti mesmo”, e significa amar querendo beneficiar, uma intenção que se encontra acima do desejo de prazer e que o maneja. Esse é um ato inteligente vestido na emoção.

De KabTV “Nova Vida # 695 – A Influência Da Intenção Sobre A Realidade”, 18/02/16

Nova Vida # 694 – O Poder Da Intenção

Nova Vida # 694 – O Poder Da Intenção
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Está escrito, “Último em ação, primeiro em pensamento” (Lecha Dodi). Portanto, as pessoas que querem compreender a vida começam a esclarecer qual deve ser a sua intenção, qual deve ser a mais elevada intenção apropriada para ela? Qual é a coisa mais elevada pela qual vale a pena viver? Quando éramos jovens, nós nos questionávamos dessa forma e mais tarde nos esquecíamos; fluíamos pela vida no “piloto automático”.

A sabedoria da Cabalá fala sobre as intenções e explica que estamos vivendo dentro da intenção. Nós somos construídos de acordo com o desejo de prazer e a intenção é revestida nele, embora nós tenhamos a capacidade de controlar a intenção e mudar a realidade. A realidade que nós sentimos agora permanece e uma nova realidade chamada mundo superior é adicionada a ela. Intenções mais elevadas, espirituais, são intenções de doar bondade, amor e conexão aos outros. A intenção que é direcionada dentro de mim cria a imagem deste mundo, e as intenções dirigidas fora de mim criam o mundo superior. A maioria das pessoas vive sem pensar em suas intenções e sem esclarecer por que elas estão vivendo.

De KabTV “Nova Vida # 694 – O Poder Da Intenção”, 18/02/16

Um Método Para Conectar O Criador À Criatura

Laitman_931-01Pergunta: O que significa que o AHP do superior cai no GE do inferior?

Resposta: AHP são vasos de recepção e GE são vasos de doação, Hafetz Hesed, que não querem nada, mas estão satisfeitos com o que têm. Keter, Hochma, e a parte superior de Bina são apenas doação sem recpção.

É somente a partir da metade de Bina para baixo que começa o pensamento de como pagar o anfitrião, Keter, pelo prazer que Ele tem dado. Esta é a razão de Bina desenvolver vasos de recepção (Zeir Anpin e Malchut) para que possa receber neles a fim de doar.

Esta é a razão pela qual existe doação apenas até a metade de Bina, e abaixo disso, recepção. A queda significa que não podemos trabalhar com os nossos desejos de recepção sem ter um Masach (tela) sobre eles a fim de doar, e por isso não o usamos. Só depois de receber a Luz que Corrige é que o AHP pode ascender, mas apenas com a condição de que recebermos uma resposta à oração (MAN) do inferior.

Acontece que nós podemos usar nossos desejos de receber apenas a fim de doar aos outros, aos amigos ou ao público. Nós nunca seremos capazes de usar o nosso AHP para o nosso próprio benefício, a fim de alcançar um estado de grandeza. Para que devemos fazer isso? Isso simplesmente não pode ser feito! Nós podemos receber apenas de acordo com o pedido do inferior.

Essa é toda a fórmula “do amor das criaturas ao amor do Criador”. Só porque nós queremos receber um pedido das criaturas e queremos doar-lhes é que temos a oportunidade de deleitar o Criador e sentir amor por Ele. Esta é uma ação: a recepção da oração delas chamada “o amor das criaturas”, e o pedido que é se eleva para o cumprimento dessa oração chamado “o amor do Criador”. De acordo com essa fórmula, a ação é imediatamente cumprida.

O público nos dá suas deficiências de doação. Embora eles clamem “dê-nos pão!”, nós devemos traduzir este pedido para deficiências espirituais. Ao mesmo tempo, devemos gradualmente ensinar as pessoas e levá-las às necessidades espirituais. Como está escrito, “Pois todos Me conhecerão, do menor ao maior”. Isso significa que devemos ensinar o público que todas as suas deficiências, em última análise, devem ser o desejo de chegar à doação ao Criador. Então, vamos receber o seu pedido correto e elevá-lo. Isto significa que “o amor das criaturas” se conectará através de nós “ao amor do Criador”.

Este é todo o sistema. Esta é a única ação pela qual nós realizamos correções. Três componentes são necessários para esta fórmula. O inferior é o público, nós estamos no meio, e o superior é o Criador. Portanto, é impossível apenas estudar Cabalá e realizar a correção. É em conjunto ou a morte. A pessoa é chamada de Adam, aquele que se assemelha ao Criador (em hebraico). Como podemos nos assemelhar a Ele?

Nós devemos acreditar que o Criador é apenas uma força boa e benevolente, e essa é também a forma como devemos nos relacionar com o mundo inteiro. Nós somos os únicos que podem ajudar as pessoas a alcançar o bem e, portanto, temos que fazer isso. Esta é a razão de nós recebermos suas deficiências e elevá-las.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 19/02/14, Escritos do Baal HaSulam

Como Podemos Pedir Ao Criador Qualquer Coisa?

Pergunta: Como podemos orar e pedir ao Criador por qualquer coisa, quando pela primeira vez. Ele, de qualquer maneira, sabe tudo com antecedência? Em segundo lugar, a Sua lei é imutável, tudo é predeterminado por Ele, é fixo e não pode ser alterado, de modo que tudo é realmente feito por definição. Em terceiro lugar, como pode uma pequena criatura, que não pode sequer ver um centésimo do quadro geral, pedir algo ou, ainda mais incompreensível, como ele pode exigir alguma coisa, se essa demanda é a para doação?

Resposta: Porque a solicitação muda você e sua atitude em relação ao Criador e o trás para mais perto Dele.

[166902]

Material Relacionado:

Pergunte O Que Quiser

O Que Pedir Ao Criador?

O Que Devemos Pedir Ao Criador?

Pergunta: Às vezes, quando eu tento orar e imaginar o Criador diante de mim, quero desaparecer. Como posso voltar-me para o Criador? Eu sinto que Ele é todo-poderoso e que Ele sempre vai me perdoar, mas, ao mesmo tempo, eu sempre sinto que sou defeituoso, quando me volto para Ele. Mesmo se eu continue tentando ser gentil com os outros e justificando-os, ainda me sinto imundo quando oro. O que devo fazer?

Resposta: O Criador criou os defeitos que você sente e seu trabalho é perceber exatamente o que esses defeitos são e pedir para ser purificado deles.

[167039]

Material Relacionado:

Pergunte O Que Quiser

O Que Pedir Ao Criador?

Yom Kippur: Alegria Ou Tristeza Universal?

Dr. Michael Laitman A Torá, “Levítico”, 23:26-23:28: Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo: Mas aos dez dias desse sétimo mês será o dia da expiação; tereis santa convocação, e afligireis as vossas almas; e oferecereis oferta queimada ao Senhor. E naquele mesmo dia nenhum trabalho fareis, porque é o dia da expiação, para fazer expiação por vós perante o Senhor vosso Deus.

A contagem dos meses no trabalho espiritual começa em Pessach (Páscoa Judaica). O sétimo mês a partir de Pessach se correlaciona com Malchut, à sétima Sefira que vem depois Hesed, Gevura, Tiferet, Netzach, Hod e Yesod. A décima e última Sefira em Malchut (Malchut de Malchut), que simboliza o décimo dia do mês, é Yom Kippur, quando a pessoa chega ao ponto mais baixo de sua natureza e eleva a oração dali. Isto significa que ela chega a um estado que não está em seu poder se corrigir por si mesma, então simplesmente se desprende e faz tudo o que está em seu poder para elevar um pedido de correção.

É um dia de alegria, quando eu tenho algo para o qual me virar e alguém a quem recorrer (a força superior) com este pedido. Eu posso realmente fazer isso desde que eu tenha atingido o ponto mais baixo por minhas ações. Em outras palavras, eu alcancei o último estado através dos meus esclarecimentos e pesquisa psicológica interna por quem eu sou, o que sou, no sentido de que minhas ações são destinadas, e o que estou vivendo. Eu descobri que é totalmente egoístico e que não existe qualquer conexão com os outros dentro deste estado.

Neste momento eu só posso gritar, e este é um ponto de expiação e perdão onde sinto minha natureza como o odioso ego e quero me separar dele com todas as minhas forças. Eu não quero usar o ego quando se trata de comida, água, ou quaisquer ações, e não posso superá-lo. A única coisa que posso fazer é elevar uma oração à força superior para que Ele me corrija. Este é o sentido da minha solicitação.

Nós podemos chegar a um estado de expiação e perdão a qualquer momento, independentemente da data do calendário do Yom Kippur. Isso acontece quando a força superior pode realizar correções em mim. Só Ele pode me ajudar; eu não posso me corrigir, mas posso pedir a Ele essa correção.

Comentário: Tudo o que acontece no mundo espiritual é o oposto de tudo o que há no mundo corpóreo, porque para nós, Yom Kippur é um dia de luto universal e não um dia de alegria.

Resposta: No passado, o estado do Yom Kippur era compreendido corretamente, mas durante os 2.000 anos de exílio, temos atribuído isso aos nossos próprios sentimentos e combinamos os nossos sentimentos com este dia. Na verdade, é um estado de alegria, porque todos os feriados são alegres.

De Kab TV “Segredos do Livro Eterno” 18/06/15

Quem É O Culpado Pelo Pecado De Adão?

Dr. Michael LaitmanA descoberta do mal é chamada de “o pecado de Adão”. Mas, esse não foi de fato um pecado, pois o próprio Criador diz que Ele criou a inclinação ao mal. Isto significa que Adão não pecou; ele só descobriu o pecado, o seu mal, a natureza egoísta.

Desde o início fomos criados com uma natureza como essa, para que pudéssemos ter a oportunidade de subir acima dela, e a partir deste mal, tornar-se consciente do bem, o Criador. É impossível descobrir isso sem essa natureza, “Como a vantagem da Luz sobre a escuridão” (Kohelet Rabá 2:13).

No Ano Novo (RoshHashaná) nós celebramos a oportunidade de nos elevarmos e atingirmos a força superior, o Criador, para nos tornarmos Adão (homem), ou seja, aquele que se assemelha a Ele. Isso está dentro do poder de todos, pois Adão foi simplesmente o primeiro quem fez isso. Como se diz, “porque todos Me conhecerão, do menor ao maior deles” (Jeremias 31:33), e “… porque minha casa será chamada de casa de oração para todos os povos” (Isaías 56: 7). Portanto, Adão é uma imagem que é relevante a toda a humanidade.

Se durante esse feriado nós fizermos a conta correta do ano passado, nós esclarecemos que ainda não alcançamos a correção e que não subimos com toda a humanidade para o ápice da nossa existência, o mundo espiritual, o nível de assemelhar-se ao superior, o poder eterno e perfeito. Para isso, nós pedimos perdão, ou seja, julgamos a nós mesmos que poderíamos ter descoberto a nossa inclinação ao mal e corrigi-la, subindo acima dela e nos unindo, mas não fazemos isso. Por isso, nós pedimos no início do ano que recebamos o poder que torna possível nos corrigir e atingir o objetivo da criação.

Do Programa da Rádio Israelense 103FM, 06/09/15

O Que É Possível Pedir Ao Misericordioso E Compassivo?

laitman_239Pergunta: Chegar à oração, esse é o trabalho individual de uma pessoa ou o trabalho de todo o grupo?

Resposta: Claro que é o trabalho compartilhado de todos nós. De onde é que eu recebo a força para isso? Se eu não me identifico com a tristeza da comunidade, não seria capaz de chegar à oração.

Caso contrário, eu vou gritar por mim, mas para isso não irei receber uma resposta de cima. Eu devo transmitir ao Elyon (Superior) o pedido dos outros, a Oração de Muitos. É chamado assim porque eu grito pelos muitos, e não porque muitas pessoas gritam.

Os “muitos” são os meus próprios desejos que são retratados a mim como estranhos. Eu grito porque quero abordá-los, senti-los como sinto a mim mesmo, alcançar o ama ao próximo como a mim mesmo, e conectar.

Eu não grito por ser ruim para eles e que o Criador precisa ajudá-los, mesmo que esta seja também uma oração, como é dito: “Aquele que ora por seu amigo é atendido primeiro” (Baba Kama 90b). A principal coisa é que quando eu os vejo como partes de mim e estou conectado a eles, conforme estou conectado ao Criador.

Afinal, se eu peço ao Criador para ser misericordioso com eles e resolver os seus problemas, desta forma eu O culpo por abusá-los e penso que Ele é cruel, e estou pedindo a Ele para fazer algo de bom para eles. Mas eu não posso me voltar ao Criador dessa forma e não vou ter equivalência de forma com Ele se eu não decidir que Ele é misericordioso e piedoso.

Assim, uma verdadeira oração não é um pedido que algo de bom deva ser feito aos outros. Como posso pedir ao Criador para fazer algo de bom se Ele também é o bom que faz o bem? Eu Lhe peço para fazer essa correção em nós para que todos nós possamos nos aderir a Ele. Esta é toda a oração, não há nada mais para pedir.

Se eu vejo algo ruim, é porque há uma lacuna; as forças da Shevira (quebra) são descobertas. E a Shevira está dentro de mim, de modo que eu vejo a realidade como sendo tão ruim. Por isso, eu peço que todos nós sejamos capazes de aderir ao Criador e dar-Lhe prazer. Afinal de contas, nós somos tão desprezíveis que não estamos preparados para aceitá-Lo como Ele realmente é: o bom que faz o bem.

Isso significa que nós não Lhe pedimos para fazer o bem para nós, porque em todos os casos nós nos encontramos numa situação ideal para nós. Nós pedimos pela correção da nossa visão e sensação distorcidas, por isso não culpamos o Criador como crianças que gritam: “Mamãe má!”.

Pergunta: Mas o que deve ser feito com uma inclinação ao mal que constantemente proclama que tudo é ruim?

Resposta: A pessoa deve tentar superar sua inclinação ao mal e não destruí-la. Nós precisamos ser superiores estar acima dela, porque os desejos de doação devem estar acima dos desejos de recepção. No entanto, é proibido extinguir os desejos de recepção; pois, assim, os desejos de doação não podem existir.

Sem a Yetser Hará (inclinação ao mal), o que nos resta? A Yetser HaTov (a inclinação ao bem) não pode existir em nós, porque este é o Criador, o desejo de doar. Eu não posso ser a Yetser HaTov; a Yetser HaTov só pode existir dentro de mim na medida em que anda sobre a Yetser Hará.


Yetser Hará me garante a separação do Criador, a independência. E a Yetser HaTov que a controla me dá a forma do Criador. No entanto, eu só posso pedir que a Yetser HaTov domine a Yetser Hará dentro de mim. Somente a Luz Superior pode realizar isso; eu mesmo não sou capaz de fazer. Isso não está em meu poder.

Eu só posso esclarecer que isso é o que é exigido de mim. Eu recebo essa possibilidade como resultado da Shevira, que constrói a conexão entre o desejo de receber e o desejo de doar. Então, eu recebo a capacidade de esclarecer, analisar, diferenciar entre um e outro. A Luz Superior começa a iluminar estes conceitos para mim e eu vejo o que é bom e o que é ruim.

Da Preparação para a Lição Diária de Cabalá 06/03/14