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Mentiras Da CNN Sobre Israel

Laitman_421_01Nas Notícias (The Jerusalem Post): “Após o ataque terrorista de quarta-feira à noite no mercado de Sarona, em Tel Aviv, que deixou quatro pessoas mortas e 16 feridos, a CNN inspirou indignação com sua manchete quando colocou a palavra “terroristas” nas citações da sua página do Facebook.

“Além disso, a agência de notícias não mencionou terrorismo nem uma vez no artigo que relata a provação. …

“A CNN rapidamente removeu o tweet e emitiu um pedido de desculpas via Twitter na noite de quinta-feira, chamando seu uso de aspas em torno da palavra terrorista em sua manchete de notícias ‘um erro’.

“‘Os ataques foram, sem dúvida, ataques terroristas’, disse a agência de notícias em comunicado à imprensa”.

(The Jerusalem Post): “A CNN atualizou um gráfico essa semana listando alguns dos ataques terroristas mais mortais que ocorreram durante o mês do Ramadan para incluir uma referência ao ataque de 08 de julho [sic] em Tel Aviv.

“Um grupo de defesa de Israel, Stand With Us, apontou a atualização em suas mídias sociais, alegando que a ‘crítica’ levou à mudança. …

“Mas o gráfico não inclui a referência a vários outros ataques que ocorreram dentro de Israel e nos territórios palestinos, incluindo o esfaqueamento fatal de uma adolescente em seu quarto e o assassinato de um pai na frente de sua esposa e filhos”.

Comentário: A CNN mente constantemente sobre Israel. Por exemplo, eles construíram um mapa de atividades terroristas ocorridas durante o último jejum do Ramadã e o atualizaram para incluir o ataque de 8 de junho no distrito de Sarona, em Tel Aviv, mas não mencionaram nada sobre o que aconteceu em Yehudah e Shomron, onde uma menina de 13 anos e, mais tarde, um Rabino foram assassinados. A CNN não considerou esses atos de terrorismo.

Os pesquisadores concluem que Israel, durante o período de formação do Estado, estava constantemente explicando seu comportamento moralmente correto ao mundo, e agora deixamos de fazer isso. Eles pensam que é hora de entender que esta é a abordagem errada e que devemos começar a explicar a nossa retidão.

Segundo eles, algo vai mudar como resultado.

Meu Comentário: Sem dúvida, tudo mudaria se o nosso governo entendesse que é imperativo divulgar nossa justiça para educar a humanidade. Eu me relaciono com a publicidade como parte de nosso trabalho educativo que devemos conduzir com a humanidade, para ser uma “Luz para as nações” (Isaías 49: 6). Devemos mostrar isso a eles. Não apenas a CNN terá uma boa opinião sobre nós, mas o mundo saberá por que o povo judeu foi criado e existe no mundo, como a humanidade deve interagir conosco e nós com eles, e como os judeus devem entender sua tarefa e missão.

Pergunta: Isso significa que você não concorda quando eles dizem que se fôssemos explicar a nossa justificativa algo mudaria?

Resposta: Que tipo de justificativa temos? Não temos justificativa. Alguém estava morando aqui quando chegamos há 100 anos no final do século XIX? As pessoas aqui moravam em todo o território. Não podemos afirmar que não os expulsamos. Elas partiram e se mudaram para a Jordânia e outros lugares. Se elas querem voltar ou não, não faz nenhuma diferença. Nós chegamos ao seu lugar.

Desde então, tem havido um problema. É verdade que há aqueles que inflaram o problema artificialmente, mas o problema existia e não foi resolvido até hoje. Como pode ser resolvido? Somente por meio de um trabalho educativo e uma explicação de por que temos o direito de nos instalarmos aqui, por que temos o direito de viver junto com os nossos “primos” – os árabes.

Se houvesse paz e segurança aqui, ficaríamos felizes em viver com eles. Nossas religiões são semelhantes em sua base, suas raízes são próximas, temos um único “pai”. Portanto, devemos levar em conta que eles estavam aqui. A este respeito, eu não pertenço ao acampamento da direita que diz: “Isso é só nosso!”

Nós precisamos convencer a todos que esse é o nosso território. Isso acontecerá quando mostrarmos e provarmos que esse é o programa de desenvolvimento do mundo e que nossa presença aqui é imperativa para toda a humanidade e não para nós pessoalmente, porque é especificamente daqui que podemos mostrar a todos de que maneira devemos criar um mundo novo!

Só então o mundo inteiro, incluindo aqueles que viveram aqui, entenderá tudo e nos ajudará em vez de tentar nos aniquilar.

Essa é a propaganda real quando você traz tudo para uma base muito séria! A principal coisa é que os judeus devem ser autorizados a viver aqui, porque sem eles, o mundo não será capaz de chegar ao seu estado adequado. Os judeus devem viver aqui por causa do mundo, por causa do Criador, para implementar o programa da criação na vida.

Então tudo será mudado. Se provarmos o nosso direito de viver aqui assim, todos concordarão conosco.

E se dissermos apenas que precisamos viver em algum lugar… O que, de repente vamos voltar depois de dois mil anos?! Imagine quantas reivindicações contra cada um se acumularam e o quanto aconteceu no mundo durante esse tempo – que confusão, que grande migração de povos. Tirem os mapas dos arquivos e vejam o que é!

Portanto, o problema de redesenhar o mapa do mundo não irrompe, nós precisamos nos livrar de todas as fronteiras. Mas isso deve ser através da aproximação das pessoas, não como foi feito na comunidade européia pela força com o golpe de uma pena.

Não vejo outra saída, tanto do ponto de vista do desenvolvimento humano quanto da necessidade da humanidade se aproximar. Não há outra saída além da educação! Se removermos os limites internos, as fronteiras externas serão eliminadas por si só. Isso só pode ser alcançado através de uma educação adequada.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 21/07/16

Nova Vida # 571 – Por Que Os Protestos Não Funcionam?

Nova Vida # 571 – Por Que Os Protestos Não Funcionam?
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Pergunta: Por que os protestos, que são uma ferramenta perfeitamente democrática, não funcionam em Israel?

Resposta: Porque diferentes leis funcionam em Israel.

A nação de Israel só pode ser baseada na regra do “ama teu amigo como a ti mesmo”. A conexão é o nosso fundamento.

Protestos não resolverão nossos problemas porque a solução está em estabelecer uma nova conexão entre todos. Chorar nas ruas não vai funcionar; a única coisa que funcionará é o estudo gradual das razões pelas quais não conseguimos construir uma sociedade melhor aqui.

A conexão entre nós tem que nos ajudar a aprender algo sobre conexão todos os dias, sobre o amor ao próximo, sobre a correção de nossas relações. Nós temos que nos conectar para resolver nossos problemas, unir nossas esperanças e parar de tratar os outros com desrespeito.

O protesto é conectar-se contra alguém. Nós, por outro lado, temos que protestar contra o nosso egoísmo, a força que nos separa. A conexão é subir acima de todas as nossas diferenças, acima de nossas visões opostas, espalhando uma proteção de amor acima de tudo.

Nós temos que promover ações que conduzam à conexão com o povo: workshops, círculos de debate, canções, etc. A razão é que uma força muito poderosa é revelada na conexão entre nós, a força positiva que está oculta na natureza, a força que equilibra tudo.

A conexão evoca a força que constrói em vez da força que destrói. Nós protestamos contra a força egoísta em nós. Somente quando mudarmos é que a sociedade israelense mudará e a vida em nosso país será melhor.

De KabTV “Nova Vida # 571 – Por Que Protestos Não Funcionam?”, 17/05/15

Nova Vida # 570 – Frustração Social

Nova Vida # 570 –Frustração Social
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Se nós pensávamos que havia algum tipo de âncora em Israel para se apoiar, hoje vemos que a corrupção é onipresente. Há uma frustração geral e é bom que tenhamos chegado a isso. Ela revela uma verdade que não estava clara para nós antes.

Tudo se tornou podre de baixo para cima. Todo político promete: “Vou corrigir isso para você/para todos vocês/para mim”, e é claro que ele não será capaz de fazer nada.

Você não pode dizer que há uma perda de direção, pois, na verdade, nunca houve uma nação no rumo certo. A única maneira possível em Israel é o caminho de “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18) e a responsabilidade mútua.

A mudança positiva que se espera pode acontecer somente através de uma mudança na pessoa. Pessoas corrigidas constroem uma sociedade corrigida. Somente através da conexão entre nós descobriremos a força do bem, o poder do amor, que pode corrigir tudo.

Uma educação social geral é necessária para o povo de Israel, uma educação para a conexão e amor mútuo. Sem isso, não somos um povo. Desde a destruição do Templo, o ódio infundado tem nos destruído. “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” é nosso único futuro. Mesmo que isso soe ingênuo, as forças da natureza estão nos dirigindo para isso. Isso é o que a sabedoria da Cabalá nos ensina.

De KabTV “Nova Vida # 570 – Frustração Social”, 17/05/15

Resolução No 2334 – Razões E Implicações

Laitman_175Nas Notícias (The Jerusalem Post): “A resolução 2334, aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU em 23 de dezembro de 2016, com apenas a abstenção dos Estados Unidos, gerou um tsunami de comentários da mídia. …

“O aspecto verdadeiramente único da resolução 2334 é que ela busca modificar a resolução 242 do Conselho de Segurança, a base aceita e acordada para o processo de paz árabe-israelense. …

“Salientando a necessidade de estabelecer uma ‘paz justa e duradoura no Oriente Médio’, ela sustentava que as forças armadas israelenses deveriam se retirar ‘dos territórios ocupados no recente conflito’ e que deveria haver um ‘reconhecimento da soberania, integridade territorial e independência política de todos os Estados da região e seu direito a viver em paz dentro de fronteiras seguras e reconhecidas, livres de ameaças ou atos de força’. …

“Essas áreas, agora referidas na resolução 2334 como ‘territórios palestinos’, foram governadas pela Jordânia e pelo Egito, respectivamente, durante 19 anos – de 1948 a 1967 – sem qualquer tentativa de qualquer Estado árabe de estabelecer uma Palestina soberana. Então, como agora, reconhecer uma Palestina soberana na Cisjordânia, Jerusalém Oriental e Gaza significava reconhecer um Israel soberano fora dessas áreas – algo que o mundo árabe não estava preparado para fazer na época”.

Pergunta: Quatorze países votaram a favor da resolução e um pais se absteve. Parece que o mundo inteiro é contra Israel. É realmente assim?

Resposta: O mundo inteiro sempre esteve contra Israel, desde os dias de Abraão. Quando os judeus deixaram a antiga Babilônia e a cisão entre a nação de Israel e o mundo inteiro ocorreu, o ódio de Israel surgiu.

A resolução no 2334 é um exemplo de que o mundo inteiro está contra nós. Ninguém nos apoiou; todas as nações do mundo se uniram contra Israel e unanimemente aceitaram a resolução. Se todas as nações do mundo, bilhões de pessoas, nos censurarem, alegando que não nos comportamos adequadamente e de maneira desejável, nós devemos examinar profundamente essa questão, pois talvez algo esteja realmente errado.

Imagine o que aconteceria se a ONU propusesse votar a favor ou contra a criação do Estado de Israel hoje, tal como fez há 67 anos. Se tivessem de votar sobre o direito de Israel existir hoje, o resultado seria provavelmente negativo.

A ONU votaria provavelmente em desvincular totalmente os laços com Israel e nós não poderíamos fazer nada sobre isso. Como poderíamos existir depois de tal resolução? É impossível existir sozinho no mundo moderno. Tal isolamento estragaria o Estado mesmo sem uma guerra. Nós temos que levar em conta essa opção e descobrir a razão do ódio geral que o mundo sente em relação a Israel.

As grandes mentes da humanidade procuraram a razão para o ódio sentido em relação aos judeus há séculos, mas somente a sabedoria da Cabalá fornece a razão e a solução. Nós temos que nos unir e é nosso dever transmitir o método de unidade ao mundo inteiro. O mundo precisa desesperadamente dele e está esperando que nós façamos isso. Enquanto não o fizermos, o mundo se unirá cada vez mais em seu ódio em torno de nós e não aceitará nossa existência.

Vamos esperar que em 2017 possamos reconhecer nosso dever para com o mundo e o cumpramos! Então o mundo inteiro se acalmará, como está escrito nos profetas, e alcançará o maravilhoso estado corrigido.

De uma “Conversa Sobre os Resultados de 2016”, 25/12/16

Babilônia – Segundo Round, Parte 3

Laitman_931-02Pergunta: Dentro do estreito círculo familiar, uma pessoa sente calor e proteção porque não há luta egoísta entre parentes. O que aconteceria se esse círculo se expandisse e cobrisse muitas pessoas não conectadas por laços familiares?

Resposta: A força positiva da natureza será revelada entre essas pessoas. Se elas tentarem manter bons relacionamentos, a força oculta na natureza será revelada. Haverá um lugar para que ela seja revelada porque elas vão querer se conectar acima de seu egoísmo.

A distância entre a força dessa conexão e o egoísmo que resiste a ela será o lugar onde a força positiva e anti-egoísta da natureza poderá ser revelada.

Existem duas forças na natureza: a negativa que nos separa, e a positiva que nos conecta. A força positiva aparece se tentamos nos conectar. Nós nos tornamos seu detector, criando condições para sua revelação.

A família é um grupo muito pequeno, de modo que é difícil sentir a manifestação dessa força nela. Mas uma tribo que une muitas famílias fornece um lugar para a revelação da força positiva da natureza.

Abraão falou precisamente disso na antiga Babilônia há 3.500 anos. Ele disse que não temos outra escolha senão nos unir apesar do egoísmo que eclodiu e da crise social que ele causou, e apesar do mal-entendido mútuo, o que é chamado de confusão de linguagem.

Nós devemos nos elevar acima dessa confusão, isto é, da aversão mútua, para que o amor cubra todas as transgressões do nosso egoísmo.

Se cobrirmos o egoísmo com o amor, descobriremos a força do bem escondida na natureza, na medida em que podemos superar nossa inclinação ao mal. O egoísmo crescerá cada vez mais em todas as formas possíveis, e teremos que superá-lo cada vez mais.

Afinal, o mal é revelado apenas para que possamos nos conectar mais fortemente acima dele e descobrir a força positiva ainda mais até que sintamos que vivemos no oceano de bondade.

E quem nos ajudou? Foi o mesmo egoísmo maligno que crescia constantemente em nós. Assim, isso é chamado de “ajuda contra ele”. Então nos encontramos no mundo de bondade absoluta, mas ele é construído acima do nosso egoísmo, acima das forças do mal. Agora, essas duas forças começam a trabalhar juntas, ajudando-se mutuamente. A força do mal ajuda a força do bem em que vivemos.

Esse método é chamado de sabedoria da Cabalá. Ele ensina como usar corretamente o egoísmo maligno que se revela, cada vez elevando-se acima dele por meio da força do bem. Podemos fazer isso sozinhos, como está escrito “Eles ajudaram a cada um de seus amigos”.

Portanto, nós devemos voltar a esse amor fraternal quando todos nos sentimos como uma única tribo.

De KabTV, “Nova Vida” # 794 29/11/16

O Novo Êxodo

Nas Notícias (Haaretz): “O ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman criticou, segunda-feira, a França, por sua tentativa de organizar uma conferência de paz internacional sobre o conflito israelo-palestiniano e pediu aos judeus franceses que viessem para Israel.

Meu comentário: Lieberman está absolutamente certo. A França é um país católico muito religioso onde em algumas ocasiões realizaram massacres e guerras. Claro, isto não é para os judeus. Ficará pior e pior.

É possível que eles emitam leis proibindo judeus de exportar capitais ou impedindo-os de estabelecerem-se em outros países europeus ou americanos. Então somente Israel será deixado para eles.

Mas hoje existem dificuldades com trabalho e habitação em Israel. E os judeus franceses são principalmente pessoas com meios bastante moderados e assim elas terão que começar do zero.

O fato é que a saída dos judeus da França irá lançar o país ao nível de um país do terceiro mundo, tanto espiritual como financeiramente. Tenho a certeza disso! O êxodo dos judeus de qualquer país sempre foi um desastre para o país, e será um desastre para a França.

Pergunta: Gostaria de perguntar a você como um Cabalista: a ação da força superior, o Criador, conduzirá o povo de Israel de todos os países do mundo?

Resposta: No final, é claro. E isso acontecerá em um estado elevado de hostilidade e ódio contra Israel. As nações do mundo farão com que os judeus deixem suas casas; eles serão espremidos. Então, eles devem sair enquanto é possível. Em geral, o êxodo dos judeus europeus já começou.

Pergunta: Esta é uma nota otimista?

Resposta: Eu sou sempre um otimista. Se o fim é bom, tudo é bom.

[200370]

De KabTV “Noticias com Michael Laitman” 28/12/16

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Um Milhão Para Segurança

Laitman_632_1Nas Notícias (Jewish Press): “Dois novos caças ‘Adir’ F-35 de Israel aterrissaram em Israel na segunda-feira à noite, com grande pompa na Base Aérea de Nevatim no Negev. Eles foram recebidos com grande cerimônia pelo governo de Israel, incluindo o presidente Reuven Rivlin, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o ministro da Defesa Avigdor Liberman, a secretária de Defesa dos EUA, Ash Carter, o chefe de Estado-Maior das IDF Gadi Eizenkot, o comandante da Força Aérea israelense Amir Eshel e altos funcionários da IAF.

“‘O caça Adir redefine as habilidades de dissuasão de Israel. Ele redefine o braço longo do IDF. Ele redefine o reino de nossa capacidade de operar’, observou o presidente Rivlin.

“‘Qualquer um que pensa em nos destruir coloca-se em perigo de extinção’, disse o primeiro-ministro durante a cerimônia de boas-vindas para os “poderosos” caças Adir.

Pergunta: Qual é a sua opinião sobre as grandes esperanças que estão inseridas nessa aquisição?

Resposta: Eu não acho que quaisquer grandes esperanças estejam conectadas a isso. Esses aviões constituem um elemento dissuasor, assim como uma arma nuclear. Por outro lado, é perigoso porque quando você tem uma arma desse tipo: ela incentiva você a usá-la. Mas um elemento dissuasor como esse é realmente imperativo estar em seu poder e não em poder dos seus inimigos.

Em princípio, isso não indica nada. Nós só nos fortaleceremos quando fortalecermos nosso espírito. Afinal de contas, os filhos de Israel sobrevivem não porque temos uma arma estrangeira ou algo semelhante, mas porque estamos conectados com as nossas raízes, que devemos levar ao seu estado final, o que significa que temos que levar todos os povos do mundo a uma boa conexão entre eles.

Assim, os aviões não nos ajudarão, mas sim a compreensão adequada de nossas tarefas ideológicas. Se sairmos especificamente com essa arma e com o poder do espírito, podemos vencer todas as forças do mal e trazer o mundo ao estado correto.

Comentário: Apesar de tudo, isso relaxa de certa forma a pessoa. Ela pensa: “Nós já temos aviões, temos a Cúpula de Ferro. Em geral, esse é algum tipo de proteção”.

Minha Resposta: É verdade, mas isso é uma pequena compensação pelos danos espirituais que estamos causando a nós mesmos. Não podemos cobrir isso com aquilo porque precisamos levar o mundo a uma boa conexão.

E nós estamos fazendo exatamente o oposto. Assim o ódio contra nós crescerá, nossos oponentes se tornarão mais fortes; eles estão cada vez mais perto de nossas fronteiras e estão equipados tanto quanto nós. Portanto, nós precisamos pensar no que estamos fazendo com tudo isso. Eu transformaria os cem milhões de dólares gastos com o avião em educação. Isso proporcionaria benefícios e segurança muito maiores.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 14/12/16

Nova Vida # 338 – A Ideologia Da Nação De Israel e A Próxima Revolução

Nova Vida # 338 – A Ideologia Da Nação De Israel E A Próxima Revolução

Dr. Michael Laitman na conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

O que torna a ideologia da nação de Israel tão especial? O que podemos aprender com os líderes de revoluções ao longo da história e como pode a sociedade israelense afetar a futura revolução?

Desde os dias de Abraão, a ideologia da nação de Israel tem sido o cumprimento de “ama teu proximo como a ti mesmo.” Dois mil anos atrás, rompeu com isso e desde então estamos indo ladeira abaixo.

De acordo com a sabedoria da Cabalá, a nossa ideologia é “ama teu próximo como a ti mesmo”. Esta é a nossa constituição. Esta ideologia é a interioridade da nação, e é hora de voltar a ela. Então, seremos uma luz para as nações do mundo. Baal Shem Tov começou a espalhar o amor dos outros, entre a nação de Israel, e, em seguida, Marx continuou este ideal.

Nós não entendemos como esta conexão funciona, mas existe. A semente de Israel é encontrada em cada revolução.

Abraão foi o primeiro revolucionário. Ele trouxe uma nova força no mundo, uma força de doar, a misericórdia acima da força da recepção. Os judeus têm a tendência oculta de se transformar em algo novo.

Hoje, apenas a nação de Israel pode liderar uma revolução educacional social no mundo. A correção do mundo é a transição de relações egoístas às relações de amor e conexão. Esta é a ideologia.

A próxima revolução não implicará em uma parte dominante e uma parte que é dominada. A conexão entre nós prevalecerá, a força superior.

Deus é a força superior que habita na natureza, que conecta tudo, que tudo desenvolve. A próxima revolução será de acordo com a ideologia da nação de Israel.

[141185]

De KabTV “Nova Vida # 338 –A Ideologia Da Nação De Israel e Da Próxima Revolução” 4/3/14

OBS: Áudio/Vídeo em idioma inglês
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O Que O Futuro Reserva Para Israel?

Laitman_414Nas Notícias (Ynet): “De acordo com um relatório do Credit Suisse, 17.000 israelenses se tornaram milionários em 2016 por si só, um aumento de 19% desde 2015; no entanto, enquanto a riqueza média israelense dobrou desde 2000, a desigualdade de renda tem aumentado constantemente.

Segundo um relatório publicado pelo Credit Suisse, cerca de 2% dos israelenses possuem participações superiores a US$ 1 milhão, enquanto 32% totalizam US$ 100.000 a US$ 1.000.000, 42,5% entre US$ 10.000 e US$ 100.000 e 23,5% menos de US$ 10.000. …

“Segundo o relatório, nos últimos 16 anos, a riqueza média dos cidadãos israelenses dobrou de US$ 92.589 para US$ 176.263. A riqueza média de um cidadão israelense era de apenas US$ 54.384, cerca de um terço da riqueza média.

“O Índice de Gini, que mede a desigualdade de renda nos países, mediu Israel em 77,2%. O índice é medido em uma escala de 0-100, com 0 representando a igualdade perfeita e 100 representando a desigualdade perfeita”.

Meu Comentário: Isso é verdade e existe um vácuo no meio. Essa é uma tendência global, que continuará até que o mundo transite para o fascismo ou o comunismo.

Pergunta: O que acontecerá com os milionários ou bilionários israelenses?

Resposta: Eles vão imigrar para outros países e viver lá. Somente os pobres e os idealistas permanecerão aqui. Mas eu não sei quanto tempo eles serão capazes de existir aqui se não nos esforçarmos e estabelecermos uma sociedade Cabalística correta em que todos vivam graças à força de bondade que habita entre nós. Se isso não acontecer, o mundo inteiro avançará para uma terrível guerra mundial.

Pergunta: Você chama a nova sociedade de “Israel”.

Resposta: Eu a chamo de “Israel” devido ao anseio dos judeus em se unir de acordo com seu método Cabalístico singular, que é a única maneira deles poderem se tornar uma nação. O papel dessa nação é mostrar ao mundo como se unir, algo que a humanidade carece.

Pergunta: Você tem certeza que apenas essas pessoas permanecerão em Israel?

Resposta: Sim, tenho a certeza. Somente Cabalistas permanecerão em Israel e vão lutar até o fim, porque é realmente nesse Estado que está o ponto de conexão entre o nosso mundo e o mundo superior. Todos os outros fugirão se não conseguirmos estabelecer a base espiritual em tempo, a base espiritual que atrairá judeus e não-judeus, sobretudo aqueles que têm o ponto no coração e compreendem que esse é o futuro da humanidade.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 05/12/16

Ynet: “A Direita na Europa: Uma Bomba Relógio”


Da minha coluna semanal no Ynet: “A Direita Na Europa: Uma Bomba Relógio”

O último referendo na Itália e a renúncia do primeiro-ministro Renzi anunciam o fortalecimento dos movimentos fascistas e provam que é hora dos europeus se unirem. Atualmente, os ventos dos protestos nacionalistas estão direcionados para a política, mas eles podem em breve se voltar contra milhões de imigrantes e, mais tarde, como aconteceu no passado, contra os judeus. O Rav Laitman explica como desarmar a bomba nacionalista que ameaça o destino do povo judeu.

Em meus artigos mais recentes, eu tenho detalhado e discutido as mudanças globais atuais e explicado que tudo decorre das leis da natureza, que a sabedoria da Cabalá ensina. O mundo está mudando, a economia está assumindo uma nova forma, os regimes estão mudando diante de nossos olhos, e a voz do povo britânico, que escolheu deixar a UE, e a voz dos americanos, que conduziram Trump à Casa Branca, ecoaram na voz do povo italiano que disse não ao referendo e se opôs fortemente às reformas na Constituição italiana, uma verdadeira rebelião na vacilante UE.

Os ventos do protesto nacionalista na Itália estão direcionados agora para a política, mas eles podem mudar de direção e atingir os milhões de imigrantes estrangeiros e, mais tarde, como sempre, os judeus. Esta tendência fascista e antissemita pode afetar o destino da Europa, o destino do povo judeu e o destino da humanidade como um todo.

O Coletivo é Maior do que a Soma de Suas Partes

O fascismo faz parte do DNA italiano. Em 1919, cerca de um ano após a Primeira Guerra Mundial, o fascismo como visão de mundo levou ao surgimento de um regime ditatorial na Itália que substituiu a democracia liberal. O fascismo italiano atribuiu grande importância à ideia do Estado eterno e exigiu que o indivíduo mortal sacrificasse a si mesmo, suas aspirações e seus objetivos para o bem maior: não há classes sociais, não há indivíduos e a nação é um corpo vivo.

Por meio de uma ideologia nacionalista coerente enfatizando o ódio aos estrangeiros, o suposto fundador do fascismo, Benito Mussolini, reuniu seus compatriotas para livrá-los da pobreza, dos problemas sociais e do desemprego – as mesmas questões que a Itália enfrenta hoje.

O próprio Mussolini criou o termo “fascismo”, que deriva da palavra italiana “fascio“, que significa feixe ou unidade. É um antigo símbolo romano de um feixe de varas de madeira como uma representação de força através da unidade em contraste com a fraqueza do indivíduo. É uma conexão egoísta e exploradora cujo único propósito é ganhar poder e controle, e finalmente levar à destruição da “nação unida”.

Cem anos depois de desaparecer, os partidos nacionalistas estão despertando e indicam a necessidade real de unidade. É perfeitamente claro que a unidade que deriva do egoísmo estreito se preocupa apenas com sua própria nação. A questão é se existe outra opção. É possível liderar a crescente necessidade de unidade por uma nova trilha e, em caso afirmativo, como?

O Logotipo Judaico

Ao contrário do logotipo fascista, há centenas de anos, a grande força de unidade do povo judeu era comparada a um feixe de juncos: “Se alguém toma um feixe de juncos, pode quebrá-los de uma só vez? Se tomá-los um por um, até mesmo um bebê pode quebrá-los” (Tanchuma). A história da unidade de Israel remonta à antiga Babilônia há cerca de 3.500 anos. Naquela época, a sociedade primitiva era como uma família onde todos se entendiam “E era toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala” (Gênesis 11: 1). De repente, a natureza egoísta do homem irrompeu. O mesmo desejo de receber prazer que nos motiva através do prazer ou do sofrimento exigia maiores prazeres à custa dos outros. A exploração mútua levou a uma profunda crise social que dividiu os babilônios e levou a uma guerra civil.

Os babilônios frustrados procuraram um meio para sair da crise social, e a salvação apareceu sob a forma de Abraão, o grande sacerdote babilônico da época que os reuniu em torno dele, ensinou-lhes a sabedoria da Cabalá e como se conectar e se amar. Um grupo de babilônios outrora afastados se conectou como um homem em um só coração e foi chamado de Israel por causa de seu desejo de se parecer com o Criador, “Yashar El“, atribuir tudo à força da natureza que é plena e eterna. Desde o momento em que a nação de Israel foi estabelecida, ela tinha apenas um objetivo: servir como exemplo de unidade para as outras partes da humanidade dividida, ser a Luz das nações do mundo.

A nação judaica sofreu muitas mudanças. Após a destruição do Segundo Templo, o egoísmo cresceu e o ódio sem fundamento se intensificou. O amor fraternal e o sublime valor da unidade deixaram de iluminar a visão espiritual, e a nação se dispersou por todo o mundo por dois mil anos de exílio.

Os judeus não podem vagar por todo o mundo e assimilar com as outras nações para sempre porque eles têm uma grande responsabilidade e uma obrigação de trazer ao mundo o método da conexão. Cada vez que os judeus tentaram negar seu papel, logo foram lembrados dele na forma do antissemitismo, que é a lei da natureza.

Antissemitismo em Resumo

No início do século XX, Henry Ford, um grande antissemita, publicou uma série de livretos chamada “O Judeu Internacional”, onde escreveu, “O judeu tem se acostumado a pensar que é o único dono do Humanismo da sociedade durante muito tempo. A sociedade tem uma grande demanda do judeu, que ele deve deixar de ser distante, deve deter o seu abuso do mundo, deve parar de se relacionar com os grupos judaicos como o objetivo de todos os seus lucros, e deve começar a cumprir a Antiga profecia, já que é por isso que todas as nações na terra serão abençoadas”.

Ford é um dos muitos exemplos. Em 1364, o rei polonês Casimir III disse que os judeus estavam sempre planejando, querendo prejudicar os cristãos, para explorá-los e empobrecê-los financeiramente. Em 1885, o filósofo alemão Paul de Lagarde ofereceu ao povo alemão um plano detalhado sobre como se livrar da repugnante raça judaica que vive entre eles. Ele disse que não se negocia com “pragas e parasitas” e não se educa-os, mas que eles devem ser destruídos “tão rapidamente e completamente quanto possível”. Adolf Hitler, o odioso, escreveu: “Pois o espírito judeu é o produto do povo judeu. A menos que expulsemos em breve o povo judeu, eles terão judaizado nosso povo dentro de um tempo muito curto”. Todos nós sabemos como suas palavras foram transformadas em ações.

Mas mesmo depois do Holocausto que atingiu duramente os judeus europeus, os ventos de ódio estão soprando novamente. O escritor e diplomata francês Jean Giraudoux escreveu que “a população racial francesa estava sendo ameaçada por hordas de judeus de guetos da Europa oriental e central que descendiam sobre a França. Esses bárbaros judeus eram inclinados à anarquia, e sua corrupção minava os traços artesanais nativos de precisão, perfeição e confiança”.

A Unidade Cura as Feridas da Humanidade

Hitler, Ford e muitos antissemitas ao longo da história, sentiram inconscientemente que a nação judaica tem um papel significativo no mundo e que não o cumpre. Quando a unidade entre o povo de Israel se enfraquece, o fascismo e o nazismo se tornam mais fortes, por isso não é de admirar que nessa geração todos os destruidores entre as nações do mundo estão levantando a cabeça e principalmente querendo destruir e matar os filhos de Israel. Como os sábios disseram, “nenhuma calamidade vem ao mundo se não for para Israel uma vez que, como se diz no Tikunei HaZohar, Israel é a causa da pobreza, assassinato, roubo e destruição em todo o mundo” (Os Escritos de Baal HaSulam).

Por outro lado, se agimos com responsabilidade e nos unimos como um só homem em um só coração, como a sabedoria da Cabalá nos ensina, nós usamos corretamente nossa natureza egoísta, estimulando a força positiva da conexão na natureza e irradiando-a através da rede entre nós ao mundo inteiro. Baal HaSulam escreveu: “a nação israelense foi construída como uma espécie de portal pelo qual as centelhas de pureza brilhariam sobre toda a raça humana em todo o mundo … até que se desenvolvem de tal forma que possam entender o prazer e a tranquilidade encontrados no núcleo do amor ao próximo” (Baal HaSulam, “O Arvut“). A unidade que se espalha através de nós para a rede global suaviza os corações da humanidade, os aproxima e desativa os pensamentos maus que eles têm sobre como se prejudicar através de regimes fascistas e, mais ainda, como prejudicar os judeus.

“Quando há amor, unidade e amizade, não há espaço para qualquer calamidade” (Maor VaShemesh). Em outras palavras, a escolha é nossa. Nós só temos que mostrar ao mundo como se conectar corretamente. Uma conexão frouxa entre nós trará a ascensão do fascismo, enquanto que uma conexão estreita levará a sua queda.

De Ynet 08/12/16