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Doze Tribos Em Uma Nação, Parte 3

Twelve Tribes in One Nation, Part 3Pergunta: Por que todas as tribos do povo de Israel têm fronteiras claras e não devem se misturar?

Resposta: Israel é uma nação que andou junto no deserto, mas cada um em seu próprio lugar, com sua própria bandeira. É assim que precisamos avançar, como eles foram do Monte Sinai à Terra de Israel, organizados em tribos, cada uma com sua bandeira e na conexão correta entre si.

E não é sobre vagar pelo deserto material, mas sobre progredir na espiritualidade.

Há um filme de Hollywood que mostra como os judeus andavam no deserto simplesmente um após o outro, mas essa é uma imagem errada. No progresso espiritual, cada uma das doze tribos deve manter o relacionamento correto com as demais e permanecer conectadas o tempo todo: quatro tribos à direita, quatro tribos à esquerda e quatro tribos no meio: HaVaYaHHaVaYaHHaVaYaH.

Toda essa estrutura deve ser preservada. Quando todos experimentam obstáculos e o egoísmo coletivo se eleva, todos devem se assegurar de que crescemos juntos, na mesma forma, permanecendo na mesma percepção, na mesma matriz, apenas em um nível cada vez mais elevado.

Pergunta: Por que os casamentos entre as tribos eram proibidos?

Resposta: Isso é necessário para preservar o HaVaYah inicial, a forma do vaso. Toda a nação é como um só corpo. Se o corpo é construído de certa forma: cabeça, tronco, braços e pernas, é impossível misturar um braço com uma perna.

Comentário: Estes não são braços e pernas, mas pessoas!

Resposta: Se as pessoas das diferentes tribos se misturam, é ainda pior do que misturar um braço com uma perna. É impossível misturar o cérebro da cabeça com a medula óssea dos braços e das pernas. Cada um de nós foi criado com características específicas, como órgãos de um corpo material, e, portanto, todos juntos somos semelhantes a um organismo, uma pessoa. As diferentes tribos de Israel são como diferentes órgãos de um corpo.

Pergunta: Ainda não está claro por que duas pessoas não podem se casar?

Resposta: Quando falamos das tribos de Israel, não se trata de pessoas, mas de órgãos de um corpo espiritual, que é o povo de Israel. No entanto, com os corpos físicos você pode fazer o que quiser; a Torá não fala sobre eles.

Todas as tribos devem se apoiar mutuamente, como está escrito: “Ama o teu próximo como a ti mesmo”.

Pergunta: Por que então elas estão separadas umas das outras e recebem seu próprio lote?

Resposta: Como eu posso ajudar outra tribo se não pertenço exatamente à tribo que me foi atribuída? Digamos que você pertence à tribo de Naftali, e eu pertenço a de Zebulom.

Cada tribo tem seu próprio trabalho espiritual específico e eu só posso ajudar outro se percebo a mim mesmo exatamente como Zebulom e você como Naftali. E para as tribos de Aser e Gad eu devo fazer um trabalho diferente e fornecer um apoio diferente, e elas em retorno a mim.

Imagine doze pessoas que estão no grupo, mas cada uma delas tem sua própria alma. Se tentarmos mudá-la, só a estragamos. Portanto, não devemos mudar ninguém, mas apenas se conectar. Nenhum de nós tem qualquer falha, a culpa está apenas na conexão entre nós e, portanto, precisamos prestar atenção apenas a ela, trabalhar nela e corrigi-la, a fim de revelar a força superior dentro da conexão corrigida.

De KabTV “Nova Vida” 01/12/16

Doze Tribos Em Uma Nação, Parte 2

Twelve Tribes of One Nation, Part 2A divisão do povo de Israel nas doze tribos não é artificial, mas vem das profundezas da própria natureza. Essa nação é construída em equivalência com a força superior e, portanto, precisamente ao manter todas as diferenças entre as tribos, e por meio de sua conexão correta, eles atingem o estado chamado Shechina, que é o desejo coletivo de toda nação capaz de revelar dentro de si a força superior, o Criador.

Portanto, doze diferentes características em sua natureza são muito importantes e tiveram que ser preservadas da maneira mais pedante.

Cada grupo e cada pessoa inclui em si quatro diferentes camadas de egoísmo. O menor egoísmo é o nível inanimado, o nível vegetal é um egoísmo superior, o nível animal é ainda maior, e o humano tem o maior egoísmo. O nome de quatro letras do Criador ou HaVaYaH é definido por estes quatro níveis.

Pergunta: Se o egoísmo é uma qualidade negativa, como ele pode definir o nome do Criador?

Resposta: O egoísmo é uma qualidade negativa quando é usado egoisticamente. Entretanto, se usarmos o egoísmo na forma oposta e nos conectarmos com os outros acima do nosso egoísmo, ele se transformará no lugar de nossa conexão. Sem egoísmo, teimosia, rejeição e desejos fortes não valemos nada. É por isso que está escrito, “quanto maior a pessoa, maior o seu egoísmo”.

Assim, não podemos dizer que o egoísmo é uma qualidade negativa. Ele é negativo apenas na medida em que nos separa uns dos outros. No entanto, se o usarmos corretamente, ele se torna nosso “auxiliar contra si mesmo”.

Pergunta: Por que as pessoas se dividem em grupos exatamente pelas qualidades de seu egoísmo?

Resposta: O desejo de receber é toda a nossa natureza, nossa substância; não temos mais nada. O uso correto de nossa substância nos permite trabalhar com ele.

Inicialmente, todas as qualidades do homem são negativas e, portanto, é dito que o Criador criou a inclinação ao mal. No entanto, se pudermos trabalhar com essas qualidades de uma forma positiva, transformamos a inclinação ao mal em uma inclinação ao bem.

Não há inclinação ao bem dentro de nós a partir da natureza. Ela aparece somente quando podemos trabalhar com as qualidades egoístas de uma forma positiva. O maior egoísta tem a oportunidade de ser o maior vilão ou o maior santo.

No entanto, as tribos do povo de Israel diferem não apenas pela medida quantitativa de egoísmo (grande ou pequeno), mas também pela sua qualidade e caráter. Todas as tribos são muito diferentes, por isso é muito importante usar cada uma delas de acordo com sua origem e somente conforme o seu crescimento sincronizado, mantendo o equilíbrio entre elas em cada grau.

Essa é a definição correta para o desenvolvimento do povo de Israel. Se a tivéssemos mantido desde o momento em que chegamos a esta terra e nos desenvolvido aqui, tudo teria sido bom. No entanto, o fato é que conseguimos a conexão correta entre nós durante o período do Primeiro Templo e depois tivemos que nos conectar com o mundo inteiro. Essa foi a razão para a queda e a quebra, para a chamada “destruição do Templo”, ou seja, a correta conexão entre nós.

E agora, depois que a nação de Israel incorporou em si todas as nações do mundo, devemos nos levantar juntos. Durante essa ascensão cada pessoa vai descobrir seu lugar na nação, sua tribo. Embora tenhamos muitas qualidades misturadas, elas são apenas materiais, pois não trabalhamos no sentido espiritual, caímos do mundo espiritual. E a mistura com todas as nações do mundo no nível material não é tão importante.

De KabTV “Nova Vida” 12/01/16

A Mistura Das Nações

laitman_747_01Uma pessoa é criada como um egoísta absoluto e sua tarefa é adquirir uma qualidade de doação e amor oposta ao egoísmo. É para isso que serve a Torá, como está escrito: “Eu criei o egoísmo e dei a Torá para sua correção”.

Visto que a Luz da Torá corrige e retorna ao estado correto, devemos usá-la como um instrumento para alcançar a equivalência com o Criador.

Aqui surge o problema: a pessoa usa a Torá para o seu propósito? Infelizmente, vemos que seu verdadeiro propósito é absolutamente esquecido.

A atitude correta para com a Torá não existia por muito tempo, somente quando as pessoas viajavam pelo deserto e realizavam a correção até o nível de doação mútua. Então começou sua correção no nível da recepção mútua, a fim de doar, que é simbolizado pela entrada na terra de Israel.

Foi então que elas construíram o Primeiro Templo – o estado de completa realização mútua. O sistema de conexão integral foi utilizado, o que significa ser como um homem com um coração. Nele, elas revelaram o Criador em toda a Sua glória.

No entanto, assim que alcançaram o estado correto mais elevado entre si, imediatamente começaram a cair, porque o próximo nível de egoísmo surgiu dentro delas, que já não dependia delas. Esse egoísmo estava nas nações do mundo e fora do círculo criado entre os judeus chamado Templo.

Elas não tinham força para resistir, corrigir, unir e absorvê-lo na conexão entre si. Afinal, ele pertencia às nações do mundo que não deixaram a Babilônia com elas, não passaram pelo caminho do sofrimento no exílio egípcio e não fizeram a correção que o povo de Israel realizou durante 40 anos de travessia do deserto.

Os judeus não estavam prontos para passar o método às nações do mundo e absorver seu egoísmo dentro deles mesmos, porque não havia interface e nenhuma inclusão mútua dos diferentes desejos em si. Assim, o povo de Israel começou a cair do alto nível de amor mútuo, a fim de preparar a correção das nações do mundo.

Acontece que essa parte quase completamente corrigida da humanidade tinha que ser quebrada, assim como o sistema chamado “Adão” foi quebrado em seu tempo, para se dissolver nas nações do mundo.

Assim, ocorreu a mistura e absorção mútua de diferentes qualidades. Parte das qualidades (o egoísmo das nações do mundo) entrou nas qualidades corrigidas do povo de Israel, e as qualidades de Israel de doação e amor caíram nas qualidades egoístas das nações do mundo.

Essa se tornou a causa da destruição do Primeiro Templo, que simbolizava o amor. Então a destruição tinha que continuar de acordo com o mesmo sistema como no mundo de Nikkudim, no sistema de Adão e na destruição do Segundo Templo.

Depois da destruição do Primeiro Templo, não havia amor entre as pessoas, mas os vestígios da qualidade de doação continuavam e eram expressos no acordo mútuo e nas leis da comunidade correta. No entanto, após a destruição do Segundo Templo, eles também desapareceram.

Como está escrito: “O povo de Israel caiu do nível do amor para o nível do ódio infundado”. Ao mesmo tempo, eles se tornaram completamente idênticos às nações do mundo e ainda piores do que elas porque as nações do mundo não tiveram a ascensão e a queda, onde todas as subidas anteriores se transformam inversamente em quedas correspondentes: quanto maior a subida, menor a queda.

Portanto, após o colapso final do Segundo Templo, o povo de Israel se encontrava em um estado espiritual mais distante do Criador. A partir desse estado, eles devem começar o caminho de elevação.

Assim, o primeiro movimento foi dirigido para a conclusão da penetração mútua, a difusão das qualidades das nações do mundo com as qualidades do povo de Israel e vice-versa, de modo que nenhuma diferença permanecesse entre eles.

Essa condição, por um lado, foi conseguida através da criação das religiões (judaísmo, cristianismo e islamismo) com a ajuda de várias guerras, ataques, massacres e expulsões de país para país e, por outro lado, a ciência e a cultura, a descoberta de continentes, a grande assimilação e assim por diante pelos judeus.

Tudo isso era para que a dissolução final acontecesse e para que as várias qualidades entrassem umas nas outras. Além disso, não se trata de qualidades físicas e de contatos materiais entre as pessoas, uma vez que os judeus sempre viveram isolados, mas sobre a interpenetração interna e espiritual das qualidades. Talvez, isso foi expresso externamente através de várias ações físicas que são completamente incompatíveis com as espirituais.

A difusão final das qualidades do povo de Israel com as nações do mundo terminou aproximadamente no século XVI, quando o grande Cabalista ARI descreveu o método de correção do mundo e o sistema da condição correta do universo. Portanto, ele é considerado Mashiach (Messias) Ben-Yosef entre os Cabalistas, que é o predecessor do Mashiach Ben-David (Messias)

De KabTV “Segredos do Livro Eterno” 14/09/16

Nova Vida # 831 – Antissemitismo Nos Estados Unidos E Europa

Nova Vida # 831 – Antissemitismo Nos Estados Unidos E Europa
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-HarelSummary

Resumo

A onda de antissemitismo que surgiu hoje provém de judeus odiando o judeu dentro deles. O papel dos judeus é mostrar a todos que vêm ao mundo como se conectar com amor, mas eles não estão fazendo isso.

Os judeus são os únicos que podem levar o mundo a uma vida de amor e conexão entre todos. Só então o antissemitismo cessará e será substituído por simpatia e apoio.

De KabTV “Nova Vida # 831 – Antissemitismo Nos Estados Unidos E Europa”, 28/02/17

Doze Tribos Em Uma Nação, Parte 1

Twelve Tribes In One Nation, Part 1Pergunta: A nação de Israel foi fundada no princípio da unidade e deve ser como um homem com um só coração. No entanto, a nação consistia de 12 tribos que foram separadas de tal forma que até mesmo os casamentos entre elas eram proibidos.

Cada uma delas tinha seu próprio propósito: soldados, trabalhadores, cientistas, comerciantes, pastores, camponeses e clérigos. De onde veio essa divisão na nação fundada na unidade?

Resposta: Essa divisão existe precisamente porque o povo de Israel está fundado na unidade. Afinal, se queremos nos unir, não apagamos quaisquer características pessoais de uma pessoa, tribo ou nação. Pelo contrário, à medida que avançamos mais, a singularidade de cada uma é reforçada e expressa ainda mais.

Nós somos chamados de uma nação quando podemos se unir acima de todas essas diferenças e incorporá-las em nossa união. A conexão deve ser tão especial que nenhuma diferença é apagada ou desaparece nela. Essa é a primeira condição porque verificamos a exatidão da união precisamente pelo fato de o amor cobrir ou não todas as transgressões.

As diferenças permanecem, mas o amor as reconcilia. Toda a beleza e o poder do amor são determinados exatamente pelas diferenças preservadas. É como as especiarias, como sal e pimenta, aguçam e enfatizam o sabor da comida. Ou como um casal que às vezes precisa de uma discussão para sentir a força de sua conexão mútua.

Se apenas queremos apagar todas as diferenças, isso não funciona, como vemos no exemplo da União Europeia e de um grande número de divórcios. Não sabemos como conectar as pessoas para que todas as suas características sejam preservadas juntamente com a conexão. Tal conexão é chamada de linha do meio que não apaga as linhas direita e esquerda, mas constrói algo novo no meio.

Nosso egoísmo consiste de quatro níveis: inanimado, vegetal, animal e humano. A linha esquerda é puro egoísmo que nos divide e separa. A linha direita quer nos conectar calculando a média e apagando todas as diferenças. Se seguirmos essas duas linhas, o ódio e o amor, sem combiná-los corretamente, não teremos sucesso.

Na conexão correta, as linhas esquerda e direita se conectam entre si. Como resultado, quatro níveis da linha esquerda (inanimado, vegetal, animal e humano), quatro níveis da linha direita e quatro níveis da linha do meio dão origem às doze tribos do povo de Israel, cada uma das quais mantém seu caráter e propósito.

Portanto, era necessário manter cada tribo em sua forma inerente e mesmo casamentos entre as tribos eram proibidos. E somente mais tarde, quando o povo de Israel perdeu sua realização espiritual e desceu do grau da linha do meio, é que os casamentos entre as tribos se tornaram possíveis. Isso se relaciona a chamada “descida das gerações”.

De KabTV “Nova Vida” 01/12/16

As Raízes Espirituais Das Nações E Dos Povos

laitman_749_02Pergunta: Quais são as raízes espirituais das nações e dos povos?

Resposta: Uma pessoa espiritual é composta de sete Sefirot: Hesed,Gevura,Tiferet, Netzach , Hod , Yesod e Malchut. Cada uma das sete Sefirot é composta de dez sub-Sefirot, fazendo um total de setenta raízes espirituais de povos neste mundo, que são chamadas de setenta nações do mundo. O grupo de pessoas que se separou das setenta nações, elevando-se acima de si at´pe o Criador é chamado de Yashar-El (Isra-El) direto ao Criador.

Mas, em princípio, esse grupo não é um povo, mas um grupo composto por diferentes tribos que se separaram dos setenta povos que viviam na Babilônia. Todas as setenta nações se espalharam por todo o mundo, e hoje, nem sequer é possível dizer a qual das antigas tribos babilônicas os povos modernos pertencem. Nenhum desses povos que viviam na Babilônia permaneceu em sua forma pura. Todos se misturaram. O enorme egoísmo que despertou neles os espalhou em diferentes direções. Cada um desses povos foi atraído para um lugar que corresponde a suas almas. Mais tarde, eles começaram a se misturar e os povos migraram.

No Livro do Zohar, está escrito que se compararmos corretamente a terra de Israel geograficamente com sua raiz espiritual, ela corresponde precisamente às cinco partes de um Partzuf espiritual. Hermon é Keter, a Galiléia é Hochma, o Jordão que liga Jerusalém com o Mar da Galiléia é Bina, Jerusalém é Zeir Anpin, e o Mar Morto é Malchut.

Isto indica a marca de suas raízes superiores na área geográfica da nação.

Pergunta: Uma pessoa que visita esses lugares pode sentir algo como a “Síndrome de Jerusalém”?

Resposta: Sim, algumas pessoas, quando se deslocam de uma parte do país para outra parte, realmente sentem sensações como essas. Eles são cabalistas ou pessoas com alta sensibilidade.

Pergunta: É possível usar isso para o avanço espiritual?

Resposta: Não. Nosso mundo é como um mapa aberto. Se você tem sensibilidades especiais em relação a ele, você vai sentir onde você está.

Da Lição da Cabalá em Russo 14/08/16

“O Alfabeto Mais Antigo Do Mundo Era Uma Forma Inicial Do Hebraico”

Laitman_151Nas Notícias (ScienceNews): “O alfabeto mais antigo do mundo, com inscrições em lajes de pedra em vários locais egípcios, era uma forma primitiva do hebraico, concluiu uma nova análise controversa.

“Os israelitas que viviam no Egito transformaram os hieróglifos daquela civilização em hebraico 1.0 mais de 3.800 anos atrás, numa época em que o Antigo Testamento descreve os judeus vivendo no Egito, diz o arqueólogo e epígrafe Douglas Petrovich da Universidade Wilfrid Laurier, em Waterloo, Canadá. Os oradores hebraicos que procuravam uma maneira de se comunicar por escrito com outros judeus egípcios simplificaram o complexo sistema de escrita hieroglífica dos faraós em 22 letras alfabéticas, propôs Petrovich em 17 de novembro na reunião anual das Escolas Americanas de Pesquisa Oriental. …

“Petrovich diz que sua grande chance veio em janeiro de 2012. Enquanto realizava pesquisas no Museu Egípcio no Cairo, ele encontrou a palavra ‘Hebreus’ em um texto de 1874 aC que inclui a letra alfabética mais antiga conhecida. Segundo o Antigo Testamento, os israelitas passaram 434 anos no Egito, de 1876 aC a 1442 aC …

“Várias figuras bíblicas aparecem nas inscrições traduzidas, incluindo José, que foi vendido como escravo por seus meios-irmãos e depois se tornou uma poderosa figura política no Egito, a esposa de Josá, Azenate, e o filho de Josá, Manassés, uma figura proeminente em um negócio de mineração de turquesa que envolvia viagens anuais à Península do Sinai no Egito. Moisés, que levou os israelitas para fora do Egito, também é mencionado, diz Petrovich. …

“Um livro de Petrovich detalhando suas análises das inscrições antigas será publicado nos próximos meses. Petrovich diz que o livro mostra definitivamente que só uma versão antiga do hebraico pode dar sentido às inscrições egípcias”.

Meu Comentário: De acordo com a sabedoria da Cabalá, sempre ficou claro que Adão criou essa linguagem há quase 6.000 anos, e antes dele não havia pessoas que tivessem perguntas mais profundas. Adão alcançou a linguagem através de sua conquista do mundo superior e sua conexão com o nosso mundo.

Mentiras Da CNN Sobre Israel

Laitman_421_01Nas Notícias (The Jerusalem Post): “Após o ataque terrorista de quarta-feira à noite no mercado de Sarona, em Tel Aviv, que deixou quatro pessoas mortas e 16 feridos, a CNN inspirou indignação com sua manchete quando colocou a palavra “terroristas” nas citações da sua página do Facebook.

“Além disso, a agência de notícias não mencionou terrorismo nem uma vez no artigo que relata a provação. …

“A CNN rapidamente removeu o tweet e emitiu um pedido de desculpas via Twitter na noite de quinta-feira, chamando seu uso de aspas em torno da palavra terrorista em sua manchete de notícias ‘um erro’.

“‘Os ataques foram, sem dúvida, ataques terroristas’, disse a agência de notícias em comunicado à imprensa”.

(The Jerusalem Post): “A CNN atualizou um gráfico essa semana listando alguns dos ataques terroristas mais mortais que ocorreram durante o mês do Ramadan para incluir uma referência ao ataque de 08 de julho [sic] em Tel Aviv.

“Um grupo de defesa de Israel, Stand With Us, apontou a atualização em suas mídias sociais, alegando que a ‘crítica’ levou à mudança. …

“Mas o gráfico não inclui a referência a vários outros ataques que ocorreram dentro de Israel e nos territórios palestinos, incluindo o esfaqueamento fatal de uma adolescente em seu quarto e o assassinato de um pai na frente de sua esposa e filhos”.

Comentário: A CNN mente constantemente sobre Israel. Por exemplo, eles construíram um mapa de atividades terroristas ocorridas durante o último jejum do Ramadã e o atualizaram para incluir o ataque de 8 de junho no distrito de Sarona, em Tel Aviv, mas não mencionaram nada sobre o que aconteceu em Yehudah e Shomron, onde uma menina de 13 anos e, mais tarde, um Rabino foram assassinados. A CNN não considerou esses atos de terrorismo.

Os pesquisadores concluem que Israel, durante o período de formação do Estado, estava constantemente explicando seu comportamento moralmente correto ao mundo, e agora deixamos de fazer isso. Eles pensam que é hora de entender que esta é a abordagem errada e que devemos começar a explicar a nossa retidão.

Segundo eles, algo vai mudar como resultado.

Meu Comentário: Sem dúvida, tudo mudaria se o nosso governo entendesse que é imperativo divulgar nossa justiça para educar a humanidade. Eu me relaciono com a publicidade como parte de nosso trabalho educativo que devemos conduzir com a humanidade, para ser uma “Luz para as nações” (Isaías 49: 6). Devemos mostrar isso a eles. Não apenas a CNN terá uma boa opinião sobre nós, mas o mundo saberá por que o povo judeu foi criado e existe no mundo, como a humanidade deve interagir conosco e nós com eles, e como os judeus devem entender sua tarefa e missão.

Pergunta: Isso significa que você não concorda quando eles dizem que se fôssemos explicar a nossa justificativa algo mudaria?

Resposta: Que tipo de justificativa temos? Não temos justificativa. Alguém estava morando aqui quando chegamos há 100 anos no final do século XIX? As pessoas aqui moravam em todo o território. Não podemos afirmar que não os expulsamos. Elas partiram e se mudaram para a Jordânia e outros lugares. Se elas querem voltar ou não, não faz nenhuma diferença. Nós chegamos ao seu lugar.

Desde então, tem havido um problema. É verdade que há aqueles que inflaram o problema artificialmente, mas o problema existia e não foi resolvido até hoje. Como pode ser resolvido? Somente por meio de um trabalho educativo e uma explicação de por que temos o direito de nos instalarmos aqui, por que temos o direito de viver junto com os nossos “primos” – os árabes.

Se houvesse paz e segurança aqui, ficaríamos felizes em viver com eles. Nossas religiões são semelhantes em sua base, suas raízes são próximas, temos um único “pai”. Portanto, devemos levar em conta que eles estavam aqui. A este respeito, eu não pertenço ao acampamento da direita que diz: “Isso é só nosso!”

Nós precisamos convencer a todos que esse é o nosso território. Isso acontecerá quando mostrarmos e provarmos que esse é o programa de desenvolvimento do mundo e que nossa presença aqui é imperativa para toda a humanidade e não para nós pessoalmente, porque é especificamente daqui que podemos mostrar a todos de que maneira devemos criar um mundo novo!

Só então o mundo inteiro, incluindo aqueles que viveram aqui, entenderá tudo e nos ajudará em vez de tentar nos aniquilar.

Essa é a propaganda real quando você traz tudo para uma base muito séria! A principal coisa é que os judeus devem ser autorizados a viver aqui, porque sem eles, o mundo não será capaz de chegar ao seu estado adequado. Os judeus devem viver aqui por causa do mundo, por causa do Criador, para implementar o programa da criação na vida.

Então tudo será mudado. Se provarmos o nosso direito de viver aqui assim, todos concordarão conosco.

E se dissermos apenas que precisamos viver em algum lugar… O que, de repente vamos voltar depois de dois mil anos?! Imagine quantas reivindicações contra cada um se acumularam e o quanto aconteceu no mundo durante esse tempo – que confusão, que grande migração de povos. Tirem os mapas dos arquivos e vejam o que é!

Portanto, o problema de redesenhar o mapa do mundo não irrompe, nós precisamos nos livrar de todas as fronteiras. Mas isso deve ser através da aproximação das pessoas, não como foi feito na comunidade européia pela força com o golpe de uma pena.

Não vejo outra saída, tanto do ponto de vista do desenvolvimento humano quanto da necessidade da humanidade se aproximar. Não há outra saída além da educação! Se removermos os limites internos, as fronteiras externas serão eliminadas por si só. Isso só pode ser alcançado através de uma educação adequada.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 21/07/16

Nova Vida # 571 – Por Que Os Protestos Não Funcionam?

Nova Vida # 571 – Por Que Os Protestos Não Funcionam?
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Pergunta: Por que os protestos, que são uma ferramenta perfeitamente democrática, não funcionam em Israel?

Resposta: Porque diferentes leis funcionam em Israel.

A nação de Israel só pode ser baseada na regra do “ama teu amigo como a ti mesmo”. A conexão é o nosso fundamento.

Protestos não resolverão nossos problemas porque a solução está em estabelecer uma nova conexão entre todos. Chorar nas ruas não vai funcionar; a única coisa que funcionará é o estudo gradual das razões pelas quais não conseguimos construir uma sociedade melhor aqui.

A conexão entre nós tem que nos ajudar a aprender algo sobre conexão todos os dias, sobre o amor ao próximo, sobre a correção de nossas relações. Nós temos que nos conectar para resolver nossos problemas, unir nossas esperanças e parar de tratar os outros com desrespeito.

O protesto é conectar-se contra alguém. Nós, por outro lado, temos que protestar contra o nosso egoísmo, a força que nos separa. A conexão é subir acima de todas as nossas diferenças, acima de nossas visões opostas, espalhando uma proteção de amor acima de tudo.

Nós temos que promover ações que conduzam à conexão com o povo: workshops, círculos de debate, canções, etc. A razão é que uma força muito poderosa é revelada na conexão entre nós, a força positiva que está oculta na natureza, a força que equilibra tudo.

A conexão evoca a força que constrói em vez da força que destrói. Nós protestamos contra a força egoísta em nós. Somente quando mudarmos é que a sociedade israelense mudará e a vida em nosso país será melhor.

De KabTV “Nova Vida # 571 – Por Que Protestos Não Funcionam?”, 17/05/15

Nova Vida # 570 – Frustração Social

Nova Vida # 570 –Frustração Social
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Se nós pensávamos que havia algum tipo de âncora em Israel para se apoiar, hoje vemos que a corrupção é onipresente. Há uma frustração geral e é bom que tenhamos chegado a isso. Ela revela uma verdade que não estava clara para nós antes.

Tudo se tornou podre de baixo para cima. Todo político promete: “Vou corrigir isso para você/para todos vocês/para mim”, e é claro que ele não será capaz de fazer nada.

Você não pode dizer que há uma perda de direção, pois, na verdade, nunca houve uma nação no rumo certo. A única maneira possível em Israel é o caminho de “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18) e a responsabilidade mútua.

A mudança positiva que se espera pode acontecer somente através de uma mudança na pessoa. Pessoas corrigidas constroem uma sociedade corrigida. Somente através da conexão entre nós descobriremos a força do bem, o poder do amor, que pode corrigir tudo.

Uma educação social geral é necessária para o povo de Israel, uma educação para a conexão e amor mútuo. Sem isso, não somos um povo. Desde a destruição do Templo, o ódio infundado tem nos destruído. “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” é nosso único futuro. Mesmo que isso soe ingênuo, as forças da natureza estão nos dirigindo para isso. Isso é o que a sabedoria da Cabalá nos ensina.

De KabTV “Nova Vida # 570 – Frustração Social”, 17/05/15