Contribuição Para O Grupo
Pergunta: Em nosso estado, a contribuição para o grupo pode se limitar apenas a pensamentos?
Resposta: Em nosso estado, não. A contribuição para o grupo se expressa não apenas espiritualmente, mas também corporalmente. Afinal, estamos conectados, trabalhamos juntos e realizamos ações em conjunto. Ao realizarmos ações corporais, recebemos força e reforço divinos.
Pode parecer que estamos simplesmente publicando livros ou nos dedicando à disseminação de conhecimento. Mas, por meio disso, recebemos um poder espiritual imenso como recompensa. Enquanto existirmos neste mundo, não podemos separar o espiritual do corpóreo e dizer: “Pronto, agora é como se não tivéssemos corpos e lidássemos exclusivamente com conceitos espirituais”. Isso é impossível.
Neste mundo, você sempre lidará com corpos e ações físicas: criar algo, disseminar, e assim por diante. Portanto, é preciso compreender que, por meio dessas ações, também se alcançam valores espirituais.
Baal HaSulam escreve sobre isso: quanto mais esforço uma pessoa investe em algo, mais importante esse algo se torna para ela, e ela não consegue mais abandoná-lo. Isso a conecta ao trabalho até que ela comece a sentir que vale a pena investir esforço nele, trazer benefícios e até mesmo se dedicar a ele.
Não se deve diminuir a importância das ações corporais. Se não tivéssemos realizado as ações corporais que fazemos durante ou antes de Pessach, não teríamos alcançado o que alcançamos.
Pergunta: Então, ações físicas em grupo, com intenções corretas, são a combinação adequada para a transmissão espiritual ao grupo?
Resposta: Sim. Devemos nos esforçar para que tanto as ações corporais quanto as ações espirituais se tornem uma só, verdadeiramente uma só, de modo que não haja uma única ação corporal resultante de um desejo consciente que não esteja conectada à intenção correta.
Da Lição Diária de Cabalá 22/05/26, Rabash, Carta 59, 1962
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Comentário:
Como o grupo pode sentir que precisa do esforço de cada amigo? É muito mais fácil trabalhar a partir do princípio do “eu em relação ao grupo” e muito mais difícil trabalhar a partir da perspectiva do grupo em relação a cada pessoa.
Como alguém pode começar a sentir novamente um Chisaron (falta) do Criador estando em estado de descida (se você caiu em um estado ruim e perdeu o contato com Ele e não sente mais a conexão)? A única maneira é persistir em seu estudo com o grupo e, ao se aproximar dos amigos e se incluir neles, você recupera a conexão com o grupo, sua conexão com o Criador.
Pergunta:
Até que ponto me conecto à força coletiva do grupo? Somente na medida em que a reabasteço por meio dos meus próprios esforços em prol do objetivo.