Multiplique A Força Coletiva Do Grupo
Até que ponto me conecto à força coletiva do grupo? Somente na medida em que a reabasteço por meio dos meus próprios esforços em prol do objetivo.
Nesse sentido, estabeleço uma conexão e posso me valer da ascensão dos meus amigos para usar a força espiritual coletiva conhecida como grupo. Ao usar essa força comum, na verdade, estou contribuindo para o grupo.
Espiritualmente, não importa o quanto você receba, você apenas fortalece o todo; ele não enfraquece. Isso não acontece no mundo corpóreo. Na espiritualidade, uma pessoa “acende uma vela com a vela” de outra. Isso não significa que a primeira fique com menos. Ao acender sua vela, a segunda pessoa adiciona seu brilho à primeira, até que uma fogueira flamejante se acenda.
A situação é tal que multiplicar a força coletiva a reforça ainda mais e, consequentemente, percebemos a realidade do grupo, o ambiente.
Além disso, à medida que trabalhamos nisso, começamos a sentir cada um, percebemos o quanto se dedicam e o quanto são capazes de se dedicar, considerando sua condição atual. Exteriormente, podem parecer quietos e modestos, e até mesmo preguiçosos, mas então começamos a sentir a magnitude de sua contribuição. Já vemos o trabalho da alma de cada um.
Pergunta: Então, quem recebe está contribuindo?
Resposta: Certamente, você se fortalece com o grupo para avançar. Você não pode tirar nada dessa força além do benefício de avançar na mesma direção; caso contrário, ela não lhe ajudará em nada.
Afinal, é a força do esforço em prol do Criador, direcionada a Ele. Você não pode tomá-la e usá-la para outra coisa; não funcionará. Portanto, vemos que aqueles que não utilizam esse fluxo estão se esquivando da obra, o que significa que não se beneficiam dela nem contribuem para ela.
Da Lição Diária de Cabalá 22/05/26, Rabash, Carta 59, 1962
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