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Como Você Evita Usar Seus Desejos?


Uma pergunta que recebi: O que significa “evitar usar os desejos”?

Minha Resposta: Evitar usar um desejo significa que eu não quero usá-lo, ao invés de apenas restringir-me ou “fechar a minha boca”. Por exemplo, suponha que os médicos me proíbam de comer doces, então eu tenho que limitar-me, embora eu realmente queira.

Na espiritualidade, “evitar usar um desejo” significa que eu encontro a força dentro de mim para sobrepujar esse desejo, concentrando-me em algo que seja mais importante para mim. Eu escolho não usar esse desejo; caso contrário, esta decisão é inútil.

Isto significa que mesmo que os médicos de repente me deixassemcomer doces, eu não tiraria proveito disso. Isso não significa que eu não quero comer doces, mas simplesmente que não estou usando esse desejo.

Isto é difícil de explicar porque não temos esses tipos de cálculos no mundo material, onde todos os nossos cálculos são feitos num único plano – escolher qual prazer é mais importante. Porém, no mundo espiritual, os cálculos são feitos em dois planos, eu ou o Criador, e decide-se quem é mais importante. Eu devo adquirir a importância do Criador acima de cada desejo que eu não quero usar, e essa é a razão pela qual eu não quero usar o desejo.

Como posso fazer isso? Eu exijo a revelação do Criador, peço-Lhe a força para evitar o uso do desejo. Então, eu serei capaz de me manter acima do desejo e na Luz do Criador, que foi revelada para mim. O desejo permanece, mas eu me elevo acima dele e não quero usá-lo. No entanto, se a Luz cessasse, eu imediatamente cairia no meu desejo novamente, e desejaria usá-lo, e não haveria nada que pudesse me parar. Quando a Luz que Corrige vem até mim, ela me mantém suspenso no ar como um ímã. Eu só me mantenho na espiritualidade devido à Luz que Corrige. Ela brilha e me atrai, permitindo que eu supere o meu desejo de receber prazer e me eleve acima dele.

Isso significa “evitar o uso do desejo”. O desejo está lá, mas eu não quero usá-lo.

Em nosso mundo, nós fazemos cálculos conforme a viabilidade deles. Se eu preciso perder peso, eu não como, ou contenho-me e não uso certo desejo, porque tenho medo da punição. Na espiritualidade, só há uma razão para eu não usar um desejo – a grandeza do Criador. É por isso que inverto o meu desejo, de recepção para doação.

O Círculo Simboliza a Perfeição Espiritual


Recebi uma pergunta: O que é matéria e forma na espiritualidade? O que é o desejo do Mundo Infinito? Por que o senhor sempre o desenha como um círculo?

Minha resposta: Um círculo simboliza perfeição e igualdade espiritual. Não há nada mais alto ou mais baixo, ou à esquerda ou à direita de algo. Tudo é igual em relação ao centro do círculo.

Matéria é desejo e forma é a coisa particular que eu desejo. Equivalência de forma é quando nós desejamos a mesma coisa, e a diferença de forma é quando nós desejamos coisas diferentes. Todos os vários desejos particulares ainda existem no Mundo Infinito, ainda assim eles se unem e se tornam equivalentes porque eles desejam doar um ao outro, integrar-se, e entender-se. De fato, cada um inclui os outros dentro de si mesmo.

Minha tarefa é voltar para o Mundo Infinito. Eu sou uma parte do Mundo Infinito, sou um pequeno órgão da alma comum. Para me conectar com outros, eu preciso absorver todos os seus desejos, os desejos de todo o Mundo Infinito. Eu preciso me tornar igual àquele círculo e incluir tudo em mim, assim ele será meu. Então, eu entenderei o que todos querem e serei capaz de prover isso. Serei capaz de expressar meu infinito amor a todos.

Cada parte de alma comum deve incluir todas as outras dentro de si. Mas, como eu posso fazer isso? Foi por isso que a quebra dos vasos ocorreu – para que todas as partes pudessem se misturar e se integrar entre si. Agora todas consistem de todas. Sabendo disso, nós podemos apreciar a quebra e entender onde ela nos trouxe e como ela foi essencial. Sem a quebra, eu não seria capaz de entender ninguém ou absorver seus desejos. Eu não seria capaz de me conectar com todas as partes e alcançar o Mundo Infinito.

Por que Precisamos Ser Pais?


Recebi uma pergunta: Por que o Superior quer dar ao inferior se ele está no estado de Hafetz Hesed, isto é, não querendo nada para si mesmo?

Minha resposta: Não é que o Superior queira dar ao inferior, mas são os Reshimot (genes informativos) do inferior que despertam o Superior. De modo semelhante, em nosso mundo nós não damos à luz as crianças porque nós queremos nos tornar pais por nossa própria escolha. Mais exatamente, os Reshimot daqueles que devem nascer despertam nosso desejo de nos tornar pais. Com o auxílio do Reshimo, a futura pessoa que deve nascer de você desperta em você um pensamento de dar nascimento a ele.

O Espelho dos Nossos Desejos


Uma pergunta que recebi: Quando eu olho no espelho, vejo a minha própria imagem, e é claro que eu não consigo comunicar ou trabalhar com ela. Mas quando olhamos para a nossa realidade, nós basicamente vemos a nós mesmos, ou as imagens do nosso desejo.

A Minha Resposta: É por isso que o Baal HaSulam diz que o desejo de uma pessoa está dividido em duas partes – a parte que é percebida interiormente, e a parte que parece estar fora. Por um lado, a pessoa percebe a si mesma, e por outro ela percebe o mundo. Esta forma falsa e oposta de percepção foi criada de propósito para que nós transferíssemos a parte que está fora para a nossa percepção “interna”.

O fato é que tudo o que está fora, assim como eu próprio, é na verdade percebido dentro de mim. Não há nada além de um único desejo, um mundo.

Nós não precisamos corrigir a nossa realidade material ou a sensação desta divisão em “eu” e “este mundo”,  que é a realidade no seu nível mais inferior. Em vez disso, nós devemos  unir ambas as partes do desejo ao ascender os degraus da escada espiritual. A realidade em que estamos agora é o último nível, o mais inferior da realidade, e ele não muda quando ascendemos espiritualmente. Ele irá mudar e desaparecer apenas no Fim da Correcção, quando este mundo entrar na correção geral, a sensação unificada dentro de um desejo unificado – o Mundo do Infinito.

Até lá, a imagem do nosso mundo não muda. A Luz influencia-o; contudo, ela influencia Malchut, o desejo, de forma a unir ambas as suas partes – a interna e a externa, numa única. A Luz também influencia todos os outros desejos– os nossos desejos espirituais, onde temos liberdade de escolha. Estes são os desejos com que trabalhamos e temos de corrigir. Mas no nosso mundo não há nada para corrigir. Nós só precisamos corrigir a conexão entre as almas. É aí que os nossos desejos se unem num único, e nele revelamos o Criador.

A camada do desejo, onde eu percebo a mim mesmo e o mundo à minha volta, permanece até ao Fim da Correção. Até mesmo o maior Cabalista, que ascenda até o último nível (125º) e alcance a Correção Final geral, ainda perceberá este mundo da mesma maneira que você. Ele terá de ir a um doutor para curar o seu corpo, e terá de usar todo este mundo e ver a realidade como dividida em interna e externa. Embora ele saiba que na realidade não é assim, apesar disso, ele ainda verá a realidade desta maneira através dos seus sentidos corpóreos, porque este nível de realidade não muda até o absoluto Fim da Correção.

Dejà Vu Enquanto Se Lê O Zohar


Você sabe que está estudando corretamente O Zohar quando você continua lendo repetidamente, ainda que você não entenda nada. Você não precisa ter medo disso ou tentar mentir para você mesmo. Ao contrário, você precisa aceitar o fato de que é desconhecido como a um bebê, e então ele irá realmente ganhar claridade.

Estudar O Zohar traz uma sensação de Dejà Vu, onde algo que você já leu antes de repente aparece em sua memória enquanto lê uma parte diferente do texto. Quando você o lê pela primeira vez, você não entende nada, mas agora subitamente tudo se junta, parecido a como algo em nosso mundo se revela a um bebê.

Se parece que o material é claro para você, então esse é um grave erro de sua parte que atrasa seu progresso. Você precisa entender claramente que você está lendo sobre fenômenos que atualmente não existem dentro de você.

Se sua alma se corrige, então você os perceberá apropriadamente. Mas por agora você está meramente ouvindo as palavras sem saber o que elas realmente significam. Por exemplo: você lê a palavra “escuridão” e pensa que você entende seu significado, mas na verdade ela significa algo completamente diferente; ela se refere à inabilidade de perceber alguma coisa. Afinal de contas, o livro fala sobre doação, enquanto você só conhece como receber.

Sua oposição à Luz, a esse estado elevado de doação, é chamada escuridão. De um modo similar, sua semelhança com a Luz e a habilidade de se conectar a um mais avançado desejo é chamada Luz. Nesse aspecto, não importa se você não entende e não pode imaginar essas noções. O que é importante é seu desejo. Isso é o que atrai a Luz – a força que desenvolve você.

O Criador Escuta o Desejo da Mulher


Nukvah (o desejo feminino) recebe tudo de Zeir Anpin (seu esposo), incluindo a Luz da Correcção que a transforma num recipiente ou vaso (Kli) à noite, e a Luz de Preenchimento, que a preenche quando ela alcança o estado de maturidade e recebe a Luz em prol da doação, um estado chamado dia. As horas diurnas são estados diferentes, em que ela recebe a Luz em prol da doação em graus variantes.

O tempo é uma mudança de iluminação dentro de Nukvah, dependendo da sua habilidade de se unir com Zeir Anpin e da quantidade de Luz da Correcção que ela recebe dele. O tempo são os estágios de correcção de Nukvah, os quais ela deve atravessar gradualmente. Nukvah não define que estado ela atravessa, mas apenas a velocidade na qual as mudanças ocorrem.

A manhã é sempre seguida pela tarde, e a tarde é sempre seguida pelo entardecer, e então pela noite. Esta ordem é impossível de se alterar. Contudo, a velocidade de quão rapidamente estes estados surgirão, para substituírem uns aos outros, depende apenas do seu pedido (Hitaruta de-Letata – “despertar de baixo”). Nada virá de Cima a menos que ela o deseje.

Esta é a lei que opera no mundo espiritual, governando as relações do Nível Superior com o nível inferior, o Criador e a criação. E nós observamos a mesma coisa no nosso mundo. Parece-nos a nós que o desejo masculino governa o mundo; mas, na realidade, tudo é determinado pelo desejo da mulher. É o desejo dela que causa todas as mudanças no mundo.

Nunca Pare de Aumentar o Seu Desejo Espiritual


Até agora nós nos desenvolvemos “automaticamente”, porque as Reshimot despertaram dentro de nós, e, então, nos arrastaram e nos arrastam continuamente para objectivos diferentes. Na espiritualidade, o mecanismo funciona de forma diferente; lá, tudo depende do seu despertar.

Você foi despertado e sente um desejo ardente. Então, você se esforçou e, conseqüentemente, avançou. Mas se agora você não acrescenta pressão, você permanecerá no mesmo lugar. Anos de estudo não garantem o seu sucesso, se não forem acompanhados de seus esforços.

Na vida normal nós corremos atrás do sucesso assim que nos levantamos de manhã, sem que ninguém nos encorage a fazê-lo, mas isso não funciona da mesma maneira na espiritualidade. Embora você receba o despertar, isto não é suficiente. Agora você tem de acrescentar algo de si mesmo a ele. Você tem de adquirir um desejo ardente dos livros e do grupo, de forma a fortalecer o seu impulso inicial usando os desejos dos seus amigos. Esta é a única maneira que você avançará.

O Zohar Explora O Nosso Mundo Interno dos Desejos


Os Cabalistas explicam que o desejo é a única criatura que o Criador criou. Ela é constituída por 613 desejos (Taryag) diferentes, com todas as suas diferentes manifestações. Nós vivemos no interior destes desejos. Eles são todos nós.

A Luz do Criador brilha sobre esses desejos. Na realidade, é Ela quem separa um desejo comum dentro de uma multidão de desejos particulares, porque o desejo torna-se dividido e mais complexo sob influência da Luz. É por isso que ele se divide em partes diferentes, até mesmo partes que são opostas umas das outras.

Entre esses desejos, alguns são contrários e opostos à  Luz, e outros apoiam e são semelhantes à Ela. Os nossos desejos maléficos nos afastam da Luz e são chamados de “inclinação ao mal” (Yetzer Ra), “forças do mal” (Kohot HaTumaa), ou o lado oposto (Sitra Achra). Os nossos desejos benéficos, chamados Yetzer Tov, nos empurram mais em direção ao objetivo e nos ajudam a alcançá-lo. Eles são chamados de “forças da santidade” (Kohot HaKedusha).

Também existem em nós desejos em diferentes níveis de desenvolvimento: inanimado, vegetativo, animado e humano. Além disso, existem desejos chamados “anjos”, “demônios”, “espíritos”, e assim por diante. Há uma enorme variedade de diferentes tipos de desejos, mas eles estão todos dentro de nós; nós somos constituídos por eles.

No entanto, nós nos relacionamos com os nossos desejos e qualidades de diferentes maneiras. Nós tratamos alguns deles como se estivessem perto de nós e fossem úteis, enquanto outros parecem longe de nós, opostos a nós e prejudiciais. Nós os tratamos de um modo ou de outro dependendo da nossa meta, da nossa forma de trabalhar com eles, e outras considerações.

No entanto, independentemente do que dizemos, pensamos, ou mencionamos, nós estamos sempre nos referindo aos nossos desejos. As pessoas que vemos ao nosso redor também são expressões do nosso desejo, um desejo que tomou “nossa” forma sob a influência da Luz.

Alguns desejos são grandes e relativamente constantes; se eles mudam, eles o fazem lentamente. Estes desejos estão no nível inanimado de desenvolvimento. Outros desejos são mais flexíveis e estão nos níveis  vegetativo e animado. Eles mudam mais rápida ou lentamente de acordo com seu tipo e força. Todos esses desejos dependem de um maior nível de desejos – o nível humano, também  chamado de “alma”. Os desejos “animados” que são menores do que este nível são chamados de “espíritos” e “anjos”.

Além disso, as “câmaras” são diferentes tipos de espaços ou cavidades; esses são desejos do nível animado que têm suas próprias características. Alguns desejos que operam dentro destas câmaras são mais ativos e flexíveis, e são chamados de “espíritos”, os quais estão no mesmo nível vegetativo. Os desejos que são ainda mais ativos operam dentro dos espíritos; estes são “anjos”, o nível animado. Finalmente, num nível ainda mais profundo existem as almas que se ajudam mutuamente.

Desta forma, O Zohar revela o mundo inteiro para nós. Mas todo este mundo está dentro de mim e dos meus desejos. É como se eu estivesse viajando dentro deles, como uma pessoa minúscula num desenho animado vagando dentro do seu próprio corpo, penetrando diferentes órgãos e espaços entre eles e vendo como seu o organismo funciona.

O Zohar descreve algo muito semelhante. Ele nos diz como existimos no mundo espiritual e que todo o mundo espiritual é o nosso desejo, que nos parece como se estivesse dentro ou fora, em todos os tipos de estados diferentes. E tudo isso com a intenção de trabalharmos com ele.

O Novo Você


Recebi uma pergunta: Se a pessoa tem uma doença séria, está falida e está tendo problemas no seu casamento, tudo isso será consertado tão logo ela entre no mundo espiritual? Afinal, nós aprendemos que todos esses sofrimentos são dados à pessoa para que ela se corrija. De outro modo, como ela será capaz de dizer que o Criador é Bom e faz o Bem?

Minha resposta: Se o Criador é revelado a você, então você dirá que Ele é Bom e faz o Bem. Por exemplo: pense no tremendo sofrimento que Rabbi Akiva teve que suportar durante sua morte agonizante e, mesmo assim, ele ainda abençoava o Criador. Isso não é uma lenda sobre um mártir, mas um estado verdadeiro que cada um de nós pode experimentar – sofrer e ainda assim não sentir o sofrimento.

“O Criador é revelado” significa que eu revelo a qualidade de doação em mim, acima dos desejos egoístas. Junto com todo meu sofrimento, eu estou imerso em um oceano de bondade. De outra forma, como eu posso abençoar o Criador?

Nossos desejos egoístas jamais serão satisfeitos. A primeira restrição (Tzimtzuf Alef) nunca será anulada. Só podemos receber satisfação dentro de diferentes desejos – os Kelim de doação que construímos sobre nosso desejo de gozar.

Continuação da pergunta: Mas, nesses Kelim, me sentirei satisfeito ou faminto?

Minha resposta: Você se sentirá satisfeito, como o convidado que recebe prazer do fato de que o Anfitrião está recebendo prazer dele. Mas, você está recebendo prazer? Não! Aquele “você” sobre o qual você está perguntando hoje, o você egoísta, nunca receberá prazer!

Outro “você” – o você corrigido, aquele que recebe prazer do prazer do Anfitrião, receberá satisfação. Mas, aquele egoísta que só quer comer não receberá nada!

Continuação da pergunta: Então, eu serei satisfeito ou não?

Minha resposta: Sim, você será!

Continuação da pergunta
: Mas, como?

Minha resposta: Ao construir novos tipos de desejos dentro de você e através disso se tornando 613 vezes mais satisfeito! Contudo, esse prazer não será sentido nos seus desejos anteriores.

Isso é algo que nós não entendemos ainda. Isso constitui a diferença entre estar nesse mundo e no mundo vindouro. Contudo, isso virá.

O Intelecto é uma Ferramenta para Trabalharmos com Nossos Desejos


Uma pergunta que recebi: O meu intelecto é capaz de compreender facilmente o que está escrito em O Livro do Zohar?

Minha Resposta: O nosso intelecto pode apenas compreender o que sentimos. Ele é capaz de perceber apenas o que é sentido dentro da nossa matéria, ou do nosso desejo.

Até mesmo na matemática, onde operamos somente com números, estes números estão organizados dentro de nós de acordo com quão pequenos ou grandes são os nossos desejos. Desta forma, tudo deve estar organizado dentro de nós mesmos, dentro da matéria da qual somos compostos – os nossos sentimentos. Não podemos fazer nada em relação a isso, visto que foi assim que o Criador nos fez.

Depois disso, nós ligamos o nosso cérebro e começamos a perceber a diferença entre os números: este parece maior e aquele menor, este é positivo e aquele negativo. É assim que nós agimos, e a razão pela qual a primeira coisa que devemos fazer é desenvolvermos os nossos sentidos – o desejo de receber e todas as suas diferentes formas, assim como o desejo de doar.

O nosso cérebro e o intelecto servem apenas para nos ajudar a construir as conexões entre os diferentes níveis do desejo de receber prazer e do desejo de doar. É para isso que serve o nosso intelecto; ele conecta várias formas de desejo.