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Sua Proteção Do Alto

Dr. Michael LaitmanA Natureza é dividida em vários níveis: inanimado, vegetativo, animado e falante. Da mesma forma, a humanidade é constituída por eles, bem como cada um de nós individualmente. Esses quatro níveis representam as quatro fases da evolução do nosso desejo de receber para o nosso próprio benefício.

Nós  somos levados por estas etapas através da inveja, luxúria e ambição: do desejo pela riqueza até o desejo pelo poder, e do desejo pelo poder ao desejo pelo conhecimento. É assim que nós evoluímos de um nível para outro. Quanto maior a ascensão de uma pessoa, mais oportunidades a natureza oferece para ela errar e desviar-se da verdade. Na verdade, quanto mais avançada for a pessoa, mais qualidades diversas ela desenvolve, o que a torna mais vulnerável e aberta à várias influências.

Os pobres são mais preocupados com seu bem-estar e o dinheiro dos ricos. Os “heróis” que lutam por poder são dependentes da opinião dos outros, enquanto que os “sábios” que anseiam por conhecimento estão cheios de dúvidas e continuam procurando algo, pois eles nunca estão satisfeitos.

Quanto mais evoluída for a pessoa, maior será a chance dela enfrentar o desafio de ser atraída por alguma idéia entranha e distante da rota curta e direta em relação à meta, que é a adesão com o Criador. Na “Introdução ao Livro Panim Meirot uMasbirot “, o Baal HaSulam escreve que o desejo saudável das pessoas avançadas se quebra e elas começam a perseguir a riqueza, o poder e a fama, esquecendo assim que este é o fim da “pessoa”. Neste momento, só a sorte e a “proteção do Alto” podem ajudar.

Nós sabemos que existiram pessoas que possuíam um desejo verdadeiro (espiritual) , mas mesmo elas, finalmente, terminavam sob o peso das ocupações terrenas. Portanto, você deve examinar escrupulosamente o seu desejo: Você está absolutamente certo de que a meta é importante para você, tão importante que o resto do mundo não existe?

O Criador auxilia a pessoa no seu caminho, mas somente se a pessoa vive em constante temor e teme desviar-se do caminho certo. Esse temor espiritual lhe traz a assistência espiritual do Alto. Neste estado, a pessoa compreende que sua alma está nas mãos do Criador.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 29/07/10, “Introdução ao livro, Panim Meirot uMasbirot

Porquê Toda A Humanidade?

Dr. Michael LaitmanO desejo que nós precisamos de nos elevarmos acima é tão grande como a Luz que o criou em termos de volume, profundidade, largura, energia, e poder. Nós não somos capazes de o corrigir sozinhos. Por esta razão, o Criador dividiu-o em múltiplas partes, para que cada um de nós tivesse a oportunidade de corrigir a sua parte individual neste imenso desejo. Como resultado final, todas as partes se juntam.

Ao mesmo tempo, a Cabalá relata que nós fomos separados de forma a aprender a nos elevarmos acima do nosso ódio (separação) e amar-nos uns aos outros para que nós aprendêssemos a amar o Criador da mesma maneira. Isto é, o propósito da nossa divisão em almas individuais é de nos elevar a uma nova atitude amável para com os outros, e não para tornar o nosso trabalho com o desejo de receber mais fácil.

Ambas as avaliações são correctas. O propósito da nossa separação é duplo. Nós devemos alcançar o amor pelos outros antes de alcançarmos o amor pelo Criador, como está escrito, “Do amor pelos outros ao amor pelo Criador”, e a divisão em múltiplas partes torna mais fácil o nosso trabalho em direcção à correcção do ego.

Na realidade, o Criador podia ter criado dois Adãos em vez de um, para que eles aprendessem como entender-se bem um com o outro. Nós escutámos que a “quantidade mínima é dois”, pois dois seria suficiente para aprender como sair de si mesmo em direcção ao outro. Ainda assim, o Criador dividiu o desejo colectivo nas múltiplas almas da humanidade de acordo com a densidade ou a massa do egoísmo, para que cada um de nós corrigisse sua parte individual do ego colectivo, o restringisse, se elevasse acima dela, e a usasse para doar aos outros.

Desta forma, o nosso trabalho em corrigir este enorme ego está dividido em partes múltiplas relevantes ao número de almas (ou pessoas) no nosso mundo. Assim, a população na terra decresce ou aumenta para condizer à densidade de egoísmo neste mundo em qualquer momento específico.

Além do facto de que este trabalho está dividido entre uma grande dose de pessoas vivendo hoje, ele gradualmente se torna completado por cada um de nós com cada vinda a (reencarnação em) este mundo. Cada vez, nós corrigimos o nosso ego em pequenas porções, dia após dia, durante todo o nosso tempo de vida e múltiplas encarnações.

Da Lição 1 do Mega Congresso, 23/07/10

Por Que Essa Roda Continua Girando?

Baal HaSulam, “Introdução ao Livro Panim Meirot uMasbirot” item 20: por causa do pecado da Árvore do Conhecimento, as forças impuras foram dadas para controlar o homem. Por isso a ordem do universo é muito confusa. Pecadores geram o mal, diminuem a Luz da abundância para as pessoas. Isso naturalmente conduz à destruição e ao sofrimento. Mas, se eles aumentam a abundância, então a separação para os receptores aumenta mais ainda, como os sábios disseram: “Se uma pessoa tem cem moedas, ela quer duzentas, e se ela tem duzentas, então ela quer quatrocentas”.

É a natureza do homem sempre perseguir o prazer, mas ao fazer isso ele somente aumenta seu desejo de receber. Toda a vida é uma perseguição sem fim por prazeres que você nunca pode alcançar. E as pequenas partes de satisfação que nós recebemos são dadas a nós para que continuemos perseguindo e aumentando nossos desejos.

Parece-nos que corremos atrás do prazer, mas nós somente estamos correndo atrás de um desejo ainda maior! Nós mal tocamos nosso objeto de desejo, e no próximo momento sentimos que precisamos duas vezes mais! Quando experimentamos prazer por um momento, nós aumentamos nosso desejo duplamente, e assim o prazer em si mesmo se torna um desejo. Isso continua e continua até que nos tornemos desiludidos.

Punição Espiritual

Dr. Michael LaitmanA natureza deste mundo é egoísta, e nós nascemos no desejo cuja natureza é de receber. Assim, este desejo está constantemente a puxar e me empurrar para o prazer, não me deixando em paz por um segundo. Cada momento ele está a criar uma nova necessidade em mim, atiçando-me com novas fontes de prazer. Acontece que neste mundo eu estou sob persistente pressão da força da natureza que desperta em mim a sensação de dor e sofrimento. Assim, se eu não fizer nada, não há punição. O impulso de fazer algo deriva da natureza, porque eu sou controlado pela força que me está a empurrar a mim “de trás.”

Por outro lado, não há força impulsionadora no desenvolvimento espiritual, dado que não há coerção lá. Depende de mim ganhar, reunir, acumular, e ordenar uma força dentro de mim mesmo que me irá avançar. Desta forma, para ajudar a nós que residimos dentro de nosso egoísmo (o desejo de receber prazer) a avançar espiritualmente, nós somos “punidos” se nós não trabalhamos. Isto é, nós somos punidos por inacção.

Se nós começarmos a prestar atenção aos nossos sentimentos, nós iremos reconhecer que eles vêem do Criador. Isto irá nos ajudar grandemente a reagir mais correctamente e a avançar. Se nós começarmos a ver que a atitude do Criador para conosco, punição por nossa inactividade no trabalho, em cada estado que nós atravessamos, nós seremos capazes de nos preparar-nos melhor para cada nova acção momento a momento. Nós iremos ver que o Criador é sempre o primeiro e que Ele nos convida e nos cnoduz a agir. Tudo o que precisamos de fazer é prestar atenção ao que Ele está a dizer, e como Ele está a trabalhar connosco, e de acordo com isso, discernir os detalhes de nosso trabalho. Posteriormente, nosso inteiro trabalho implica unirmos nossas almas, onde o Criador se irá revelar a Si Mesmo a nós.

Dentro desta união, sentindo como o Criador nos está a guiar, nós iremos começar a perceber a Luz Directa, a Luz Reflectida, e todas as outras acções que nós estamos a estudar na sabedoria da Cabala. Nós iremos começar a percepcionar como elas se manifestam entre nós. Desta maneira, o Criador empurra-nos para que nossos desejos correspondam aos Seus.

Assim, o Criador não nos pune mas corrige nossa trajectória.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabala 18/07/10, Artigo, “Eu Sou o Primeiro e Eu Sou o Último”

A Unificação Da Luz E Do Desejo

Dr. Michael LaitmanO Zohar, Capitulo “Lech Lecha (Vai-te por ti)”, Item 32: “E eu vos farei uma grande nação”…“E eu vos abençoarei”…Ao retirar da linha direita que não está misturada com a esquerda, ele foi recompensado com a iluminação da direita que está misturada com a esquerda…

Porque ele retirou da iluminação da esquerda que não está misturada com a direita, ele foi recompensado com a promessa implicada nas palavras, “E [eu farei] faço teu nome grande”, que é a iluminação da esquerda que se misturou com a Hassadim na direita.

…“E tu serás uma bênção”, que é a iluminação da linha do meio.

O avanço ao longo das três linhas é como caminhar com duas pernas: de um lado há a força de doação (a linha direita), e do outro a  força de recepção (a linha esquerda). Um usa estas duas forças ou linhas para avançar, “pisando” sobre uma e então na outra. Contudo, a direcção que ele toma, que também determina quanto ele activa estas duas forças de direita e esquerda, é chamada a linha do meio.

Desta forma, a linha do meio não é certo tipo de terceira força. Não há terceira força! A linha do meio é a combinação correcta das linhas esquerda e direita. A combinação correcta garante o avanço, primeiro via o governo da qualidade de julgamento, e depois da misericórdia; primeiro o bem, e depois o mal. Uma desencadeia a revelação das forças do mal, que empurram o homem por trás. A outra revela as forças que atraem e acenam pela frente. O homem avança com a ajuda destas duas forças. Elas são como duas rédeas através das quais a pessoa controla e avança. Há uma ciência inteira de como as usar.

A sabedoria da Cabala é chamada a terceira linha, o “caminho dourado”. Ela é o método do uso correcto destas duas forças da natureza: a força da recepção e a força da doação, mais e menos. Todas as nossas ciências corpóreas também se resumem à capacidade de usar estas duas forças naturais: da energia atómica, que também contém “mais” e “menos”, às moléculas que se juntam e se dividem com base nas valências positivas e negativas. Tudo é compreendido por duas forças opostas.

Desta forma, o estudo correto reside em aprender como tomar estas duas bases naturais (a Luz e o desejo, o mais e o menos), juntá-las num todo singular, e reunir sistemas inteiros até o universo infinito que inclui tudo. Nós temos de aprender de modo que os “mecanismos” que construímos através desta unificação, tais como “motor”, “frigorífico”, “ar condicionado”, e assim por diante, trabalhem da melhor maneira e de forma ideal.

Essencialmente, toda sabedoria resume-se em extrair o máximo beneficio destas duas forças. E nós encontramos-nos no meio delas, na chamada “linha do meio”.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabala 16/07/10, O Zohar

O Programa Da Criação

Cumprir a meta da criação significa se tornar semelhante e igual ao Criador. Esse é Seu programa em relação a nós porque é o estado melhor e perfeito. Porém, para nos tornarmos iguais a Ele, nós temos que adquirir um desejo igual ao d’Ele.

O Criador criou um ponto de desejo e então o preencheu com Sua atitude, Luz de Hochma e Luz de Hassadim. Isso fez com que o desejo se torne enorme, o Mundo Infinito. Nossa tarefa é somar nossa própria atitude a esse desejo, onde nossa posição é oposta ao Criador. Para nos ajudar a fazer isso, o Criador colocou um ponto de doação dentro do desejo que Ele criou, para que nós o desenvolvamos com nossos esforços. Assim, nós desenvolvemos nossa atitude para com Ele até que ela alcance o tamanho da Sua atitude com relação a nós. Nós a aumentamos 620 vezes mais.

É impossível fazer essa mudança de uma só vez. Isso só pode ser feito gradualmente, passo a passo, ao se fazer pequenas mudanças. O caminho é pavimentado com descidas e subidas porque, por um lado a criação precisa permanecer vazia e o desejo satisfeito, e por outro lado, ela precisa se aderir ao Criador acima do desejo vazio e se tornar igual a Ele. Por isso, sempre há dois estados opostos combinados dentro de criação.

Existem dois tipos de Luz: Direta e Refletida. O Criador deseja que nos relacionemos com Ele na Luz Refletida do mesmo jeito com que Ele se relaciona conosco na Luz Direta, e assim nos tornemos o mesmo que Ele. Porém, a doação é Seu desejo e Sua natureza, enquanto que para nós, a doação é a intenção de doar enquanto desejamos receber para Seu bem.

Desta forma, nós podemos ser opostos a Ele tendo desejos opostos, mas iguais a Ele tendo a mesma intenção – a intenção de doação e amor. Se eu me dirijo a Ele com meu desejo, então eu sou oposto a Ele. Se eu me dirijo a Ele com minha intenção, então eu sou como Ele. Por isso, eu sempre caio em minha relação com Ele devido à diferença de nossos desejos, e então, eu subo devido à semelhança de nossas intenções. Quando meu desejo aumenta, eu me torno oposto ao Criador, mas quando eu corrijo meu desejo de receber através da intenção de doar, eu me torno igual a Ele.

Assim, eu sempre oscilo entre esses dois eixos, e a coisa mais importante é que meu “self” permaneça no meio, na linha média: receber para doar a Ele, ou para Seu bem. Através da equivalência com Ele, eu me apegarei a Ele.

Se eu não me importar como eu sinto meu estado, se bom ou mau, e se o mais importante para mim for permanecer na intenção de alcançar a maior semelhança com o Criador, então eu estou na linha média.

As Almas São As Conexões Entre Desejos

Dr. Michael LaitmanUma pergunta que recebi: Como podemos nós relacionar tudo o que lemos em O Estudo das Dez Sefirot ao amor dos amigos?

Minha Resposta: Tudo que é descrito em O Estudo das Dez Sefirot toma lugar nas conexões entre as almas. A ciência da Cabalá não diz nada sobre o que transpira no material, que é o desejo de receber. Ela fala apenas sobre o que transpira nas intenções, nas forças acima do material, ou nas conexões entre as almas.

Há um sistema de um desejo geral dividido numa multidão de desejos específicos, níveis, manifestações, variações, e milhares sobre milhares de gradações variadas de qualidades. Estas qualidades de diferentes desejos conectam-se juntas.

O problema reside não no desejo em si mesmo. O desejo é dado a nós nos níveis inanimado, vegetativo, e animal porque esses níveis são governados por cálculos, pensamentos, atitudes, e conexões. Por esta razão, a ciência da Cabalá não fala de desejos (material) mas das intenções (conexões entre os desejos). Estas conexões em particular são chamadas almas e formam o mundo espiritual, ao passo que os desejos formam o nosso mundo material.

A conexão deve ser compreendida de uma Rosh (a cabeça do Partzuf espiritual), que toma decisões e planos de conexão, e um Guf (o corpo do Partzuf), que actualiza a acção da conexão. Por outras palavras, ambos a Rosh e o Guf do Partzuf espiritual estão localizados entre os desejos, porque o Guf do Partzuf espiritual é o tipo de conexão que se materializou em prática.

Os desejos em si mesmos estão além do alcance da discussão, pois eles existem abaixo da superfície. é um certo parâmetro criado pelo Criador, sobre a base do qual nós construímos as conexões. Logo, toda a ciência da Cabalá fala apenas das almas, as conexões entre os desejos.

Da lição em 2/07/10, O Estudo das Dez Sefirot

O Dia Começa Na Noite

Uma questão eu recebi: Como eu sei que avancei no caminho da Luz e não no caminho do sofrimento?

Minha Resposta: O sinal de seguir no caminho da Luz é a alegria. Está escrito que “a alegria é o resultado de boas ações.” Se eu estou conectado com os outros, eu sou sempre uma parte de um corpo saudável e comum receberei dele força e inspiração. Tais fatores estão constantemente circulando em nosso organismo coletivo, fluindo de um para o outro, daí, eu nunca caio ou fico desapontado. Eu nem me sinto cansado! Eu às vezes posso sentir dor no meu corpo físico, mas eu nunca me sinto cansado mentalmente.

Continuo recebendo novos desejos e realização dos outros, que fluem deles para mim e vice-versa, sem parar. Assim, nesta condição de uma pessoa deixa de sentir altos e baixos. Para ela, tudo é um todo. [Leia mais →]

Abrindo Caminho Para A Luz

Recebi uma pergunta: Sob que condições a Luz que Reforma começa a influenciar uma pessoa?

Minha resposta: A Luz atua sobre a pessoa somente se ela a deseja. Tudo depende do desejo. A Luz está num estado de completo repouso; nós só precisamos adquirir o desejo pela ação que a Luz tem que executar em nós.

Existe uma grande quantidade de ações que se seguem umas às outras em vários níveis e em várias formas, como as ações de esclarecimento, reconhecimento do mal, correção, e satisfação. Nós temos que esclarecer que ações a Luz tem que executar em nós e nos preparar para elas. Tão logo nosso desejo se torne igual ao da Luz, ele será realizado.

Nós mesmos abrimos o caminho para a Luz e a deixamos agir sobre nós. Se não podemos alcançar o desejo requerido, então não merecemos a ação da Luz e nada acontece. Porém, então, a Luz que precisa se revelar a si mesma nos afeta via seu lado oposto nos causando sofrimento. No final das contas, esse sofrimento nos força a criar o desejo, o vaso para a Luz, assim que nos tornemos prontos para a correção. Desta forma, nós só precisamos do desejo.

Da 1ª Parte da Lição Diária de Cabala, 06/09/10, O Zohar

Material Relacionado:
Preparação Para A Recepção Da Torá: A Luz Da Correcção

Nosso Trabalho É Preparar O Desejo

De acordo com os Cabalistas, O Zohar é a parte mais efetiva de toda a Torá e de todos os livros Cabalísticos. Por quê? Esses livros são chamados santos (a propriedade de Bina), porque eles foram escritos das alturas do alcance espiritual. Dessa forma, ao lê-los, nós podemos atrair até nós mesmos a Luz que nos leva de volta ao Criador (à semelhança com Ele).

Porém, nós não podemos corrigir o desejo de receber somente através do desejo de nos corrigir, pois não há Luz, nem satisfação sem um desejo. Assim, nós temos que pedir que a Luz atue sobre nós e nos transforme. Essa Luz é chamada a “Luz Circundante” porque ela brilha sobre nós desde longe. Sob a influência da Luz, nossa “má intenção” se torna em uma boa intenção. Então, na medida em que o desejo se assemelha à Luz, a Luz o preenche. [Leia mais →]