Textos com a Tag 'Crise'

“Crise” É Uma Decisão

Dr. Michael LaitmanA palavra “crise” (κρίσις) em grego antigo não significa um problema, mas uma decisão, julgamento, um ponto de virada, isto é, o nascimento de algo novo. (www.wikipedia.com)

A palavra “crise” (רבשמ, em hebraico) significa um lugar onde uma nova vida emerge, um assento onde uma mãe dá à luz uma criança. Uma mulher em trabalho de parto é descrito como “sentada sobre a crise”.

O grande comentarista bíblico RASHI (século XII) escreve em seu comentário sobre a Bíblia (Bíblia, Êxodo 1,16): “O lugar de uma mãe que dá à luz é sobre as pedras de nascimento, que em outra passagem foi chamado de ‘Mashber’( crise) em vez de ‘Avanim’ (pedras)”.

Há também uma passagem em Profetas: “Os filhos chegaram à crise (Mashber) e não têm força para nascer” (Profetas 2-9,3).

המילה “משבר” בעברית מתארת ​​את כסא היולדת. כפי שנאמר “יושבת על המשבר” = יולדת.

רש”י, שמות פרק א ‘, פסוק ט”ז – “על האבניים מושב האישה היולדת, ובמקום אחר קוראו” משבר “.

“באו בנים עד משבר וכח אין ללידה”. מלכים ב ‘, פרק יט, ג’פסוק.

O Que É Exigido De Nós?

Dr. Michael LaitmanPergunta: O mundo já vê o colapso esperando por ele no futuro próximo. No entanto, com exceção de nós, ninguém está fazendo nada, e nada de bom está acontecendo.

Resposta: Se nós agíssemos corretamente, o mundo teria despertado do sonho. Eles não vão despertar, se nós não os despertarmos. Somente nós somos culpados pelo que está acontecendo. As pessoas são incapazes de recobrar seus sentidos sozinhas; elas despertam somente se você sacudí-las.

Isso interessa a todos, sem exceção, incluindo os líderes mundiais e especialistas. Alguns deles já têm uma faísca de entendimento. Eles percebem ao menos um pouco da situação real, mas ainda não mudam sua maneira de pensar, ainda não compreendem que eles são os únicos que devem mudar, e não o mundo. Nós costumávamos mudar o mundo egoisticamente, enquanto que agora é o homem que precisa mudar. Já há cientistas escrevendo sobre isso, mas suas palavras ainda são muito externas, visto que eles mesmos não entendem o que está por trás delas.

Assim, o nosso trabalho é necessário até que esses cientistas decidam vir assitir uma lição conosco.

Somente nós podemos “sacudir” a essência da humanidade. É por isso que eu não faço nenhuma reivindicação a ninguém. A criação de meios de comunicação que influenciem corretamente o ambiente também depende de nós. Tudo é colocado sobre os nossos ombros, e de ninguém mais.

Assim, olhando para o mundo, eu só aprendo como abordar este “bebê” e levar uma colher de comida à sua boca. Aqui tudo depende de nós.

Pergunta: Então o que é que nós não estamos fazendo?

Resposta: Nós não disseminamos. Como você influencia o mundo? Como você transmite a ele o que você recebe durante a aula? Nós não estamos fazendo o suficiente. Afinal, nos foi confiado o trabalho de correção: para nós nos organizar, organizar a rede de conexão entre nós, e para estendê-la sobre todos os nossos grupos ao redor do mundo. Nós temos uma centena de grupos e milhões de pessoas nos ouvindo sem estabelecer contato conosco.

Mas, por alguma razão nos falta a força e a sabedoria para construir corretamente a estrutura. Nós ainda não podemos apresentar a mensagem, de modo que ela atraia as pessoas e introduza o novo programa nelas. Elas não são culpadas de nada. Na verdade, elas estão prontas para absorver mais do que nós lhes damos.

Da 5 ª parte da Lição Diátia de Cabalá 23/09/11, “Um Mandamento”

A União Como Método Para Resolver A Crise, Parte 6

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Pascal Lamy, Director Geral da Organização Mundial do Comércio, conselheiro político francês): “‘O verdadeiro desafio hoje é mudar a nossa forma de pensar – não apenas nossos sistemas, instituições ou políticas. Precisamos da imaginação para perceber a imensa promessa – e o desafio – do mundo interligado que criámos. O futuro reside em mais globalização, e não menos – mais cooperação, mais interacção entre pessoas e culturas, uma partilha ainda maior de responsabilidades e interesses. É a “união em nossa diversidade global’”.

Meu Comentário: É isso mesmo, a “união em nossa diversidade global”, isto é, a ascensão acima de tudo o que nos divide, e a unificação acima das nossas diferenças, não as anulando, mas acima delas. Por outras palavras, o egoísmo não é destruído; a reciprocidade, até mesmo o amor, é construída acima dele. A alegoria é a subida ao Monte Sinai – acima do ódio, como é dito: “O amor cobrirá todos os pecados”.

A União Como Método Para Resolver A Crise, Parte 5

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Ex-primeiro-ministro britânico James Gordon Brown): “‘Não haverá acordo sobre as alterações climáticas, apesar das preocupações nucleares estarem aumentando e os investimentos que implicam baixos teores de carbono se tornarem mais evidentes a cada dia. Nem haverá apoio global suficiente para os desempregados do Oriente Médio, Norte da África e África Subsaariana (que, juntos, constituem 30 por cento dos jovens do mundo), com todos os problemas de imigração e insegurança que tal negligência desencadeará. O crescimento global será muito inferior ao que deve ser, a menos que o mundo comece a entender que não há solução para a instabilidade financeira, a diminuição do comércio e o desemprego em massa, sem um acordo global por emprego e justiça.

“Este é um desafio que a cúpula do G20 pode e deve tomar para si para pôr em prática”.

Meu comentário: Isso só é possível através da influência ampla e maciça dos meios de comunicação sobre as massas e do processo de educação continuada baseado no espírito da “garantia mútua”. Enquanto isso, o G20 está surdo às ações deste tipo, e não podemos culpar seus membros por isso; isso é o que eles são.

FMI: A Economia Mundial Precisa De Uma Ação Coletiva Agora

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (da BBC News): “A chefe do FMI, Christine Lagarde, pediu aos países para ‘agirem agora e agirem juntos’, para continuar o caminho da recuperação econômica.

“‘Nós não somos de forma alguma estranhos e estamos ligados por um destino comum’, disse ela durante a reunião anual do FMI e do Banco Mundial em Washington. ‘E estes tempos turbulentos devem nos unir cada vez mais’.

“A Sra. Lagarde disse: ‘Há um caminho para a recuperação. Ele é mais limitado do que era há três anos, mas há um caminho e temos opções”.

“… Vamos remover as nuvens e a incerteza. Falar é fácil, e isso exige obviamente uma ação coletiva.

“‘Nós estamos todos juntos nisso e ninguém deve estar sob qualquer ilusão de que possa haver uma dissociação’.

“A queda do mercado finaceiro de quinta-feira estimulou o G20 a anunciar um compromisso: “tomar todas as medidas necessárias para preservar a estabilidade dos sistemas bancários e dos mercados financeiros, conforme solicitado’.

“Os analistas dizem que os investidores não se impressionaram com o anúncio. ‘A declaração do G20 na noite passada abrandou o atual sentimento amargo do mercado, mas as garantias do ministros de economia carecem de substância’, disse Jane Foley no Rabobank.

“‘Os mercados funcionam na base do segundo a segundo, enquanto os políticos parecem estar trabalhando para um calendário mensal’, disse Esticar Jeremy, da CIBC, a BBC”.

Meu comentário: Mas eles ainda precisam entender que a crise está nas nossas cabeças, na nossa abordagem do mundo e da sociedade, e não na própria sociedade ou mundo: a crise está em nós. Eles devem chegar ao ponto em que tomarão nota das nossas sugestões, e não só isso, mas perceberão que o que propomos é a única forma de salvação, que, em outras palavras, é a auto-correção, e não a correção da natureza ou de alguém mais.

A humanidade tem que entender que o tempo de mudar a natureza para atender às nossas necessidades terminou (quando nós seguimos o princípio de “Não vamos esperar pela misericórdia da natureza, vamos tirar dela o que precisamos”). Agora é nossa vez de nos adaptar a ela!

As pessoas que se perguntam sobre o sentido da vida e querem saber a resposta de forma plena e precisa encontram a Cabalá. Da mesma forma, os economistas e outros nos descobrirão, apesar de terem passado por sofrimentos e perda de tempo.

O Instituto ARI Estabelece Contato No Nível Mais Alto Da Sede Da ONU


Recentemente, nós iniciamos um relacionamento promissor com as Nações Unidas para a implementação de projetos conjuntos de educação, destinados a um impacto global. Apenas alguns dias antes da Assembléia Geral, eu tive uma reunião presencial na sede da ONU, em Nova Iorque, com a vice-secretária geral da ONU, Dra. Asha Rose Migiro.

Na minha qualidade de presidente e fundador do Instituto ARI (Ashlag Research Institute), juntamente com a nossa delegação, apresentei a minha opinião sobre a solução para a crise global em todos os níveis, como mudança climática, fome, problemas sociais e econômicos, colocando-se em prática os princípios de uma nova educação global e integral. Junto comigo estavam Rachel Laitman, Norma Livne e Seth Bogner, como membros do conselho do ARI.

A Dr. Migiro expressou: “Eu não poderia concordar mais com você, Dr. Laitman, em sua perspectiva sobre a necessidade de alcançar novos níveis de compreensão entre os povos e países através da educação”, e disse: “Respeito muito e aprecio o seu trabalho e compromisso em atingir essa meta. Nós devemos trabalhar juntos para este objetivo comum, com a ajuda do poder das mulheres”.

Durante a reunião, eu apresentei à Dra. Migiro a proposta por escrito do Instituto ARI na ONU para uma mudança global, assim como meus recentes livros, “A Psicologia da Sociedade Integral” e “Auto-Interesse versus Altruísmo na Era Global –  como a sociedade pode transformar o auto-interesse no benefício mútuo”.

Há Apenas Um Caminho: Em Direção A Uma Sociedade De Crescimento Espiritual

Dr. Michael LaitmanPergunta: Você tem uma renda igual, pois cada um recebe (relativamente) uma porção (salário) igual (equivalente) a de todos os outros. Isso tira o estímulo das pessoas para trabalhar e se desenvolver, porque o egoísmo individual ainda é a base da nossa natureza. Somente quando estivermos (se formos) corrigidos, conseguiremos, provavelmente, lutar pela igualdade de forma natural.

Então, não é melhor deixar as pessoas mais desiguais em suas aspirações por riqueza e desigualdade, para que elas se orgulhem de sua vantagem sobre os outros (próximos), porém, uma vez que elas recebam a riqueza ganha de forma justa, de  acordo com o trabalho investido e as habilidades, doem aos outros tudo que for além do necessário  e recebam a recompensa espiritual do Alto e a gratidão da sociedade?

Resposta: É exatamente isso que estamos propondo. A transição do individualismo egoísta para o coletivismo, onde nós atuamos como células no corpo, deve ser gradual; porém,no final, a sociedade deve trabalhar e receber o que precisa para sua existência, enquanto tudo que está acima disso é “ganho” no nível espiritual.

Em outras palavras, você está dizendo que ainda é necessário continuar a desenvolver as indústrias e todas as estruturas capitalistas “desnecessárias”. E nós dizemos desde o início, que não há lugar para elas no nosso mundo, que desta forma nós estamos destruindo nosso planeta, esgotando seus recursos e contaminando-o com  produções “desnecessárias”, a fim de transformar bens e produtos “desnecessários” em dinheiro e assim começar a doá-los aos pobres.

Isso não destrói a pobreza e a pressão social, não obriga a ensinar a todos a conexão global, como a natureza (crise) exige hoje.

A solução da crise em desenvolvimento é simples: a Natureza só nos deixa uma opção: abandonar a sociedade de consumo excessivo e, de forma gradual e consciente, formar uma sociedade de consumo razoável e de crescimento espiritual.

Todos os trabalhadores e os desempregados devem estudar a nova estrutura do mundo (a natureza), seu sistema único, global e analógico, semelhante ao de um corpo vivo, e construir suas relações de acordo com este modelo. Isto é o que todos nós devemos fazer, além de adquirir o que for necessário para a existência. Os meios de comunicação, a arte e a educação devem encontrar seu lugar aqui, de modo que o ambiente circundante criado dessa forma nos influencie e nos molde em direção à equivalência com a natureza.

A União Européia Não Tem Futuro Em Seu Estado Atual

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Michael Khazin, economista, do km.ru ): “A observação mais interessante parece ter sido apresentada por  Jacek Rostowski, ministro financeiro da Polônia: “As elites européias, incluindo as elites alemãs, devem decidir se querem que o euro sobreviva – mesmo que a um preço elevado – ou não. Se não, nós devemos nos preparar para um desmantelamento controlado da zona do euro’. Ele acrescentou: ‘Nós temos uma escolha simples: a solidariedade ou o colapso da Europa’. A escolha é simples: ou a solidariedade ou o colapso do bloco do euro”.

“Ou a Alemanha (e apenas ela!) assume a responsabilidade pessoal de pagar todas as dívidas de todos os países da União Européia e mantém um padrão de vida em todos os países da União, ou o sistema começará a se desintegrar.

“A tentativa de anexar a Alemanha Oriental indica que não há recursos suficientes para elevar todos eles ao nível da Alemanha. Isso significa que o padrão de vida na Alemanha deve ser reduzido a fim de elevar o padrão de vida na periferia. Como tal decisão pode ser “vendida” para os cidadãos alemães, que terão que votar a favor disto?

“Obviamente, as histórias sobre ‘valores Europeus’  não cabem aqui: muito provavelmente, o fascismo ressuscitará na sombra do padrão de vida mais baixo, e substituirá a tolerância e o multiculturalismo. O interesse da Alemanha em expandir a União Européia protegeu o mercado. As leis internas da União Européia limitaram muito os mercados na união e os fechou à importação estrangeira. O principal fornecedor interno era a Alemanha.

“Nas condições atuais, é impossível produzir uma decisão sobre a unidade do bloco do euro, tanto pela política inter-alemã (…) quanto por razões financeiras. A Alemanha simplesmente não tem dinheiro suficiente para implementar este plano. Isso significa que a União Européia terá que abdicar do cenário político”.

Meu comentário: A União Européia (UE) tem uma saída, que pode parecer irrealista: continuar com as atividades normais, tal como agora, mas para a sobrevivência da União Européia, aplicar em todos os níveis o movimento pela unidade interna, a garantia mútua, a participação e a proximidade, e assemelhar-se às condições globais e integrais da natureza.

De fato, de qualquer modo nós somos obrigados, de acordo com o plano evolutivo, a adquirir essa forma. Então, vamos fazê-lo conscientemente, como resultado de nossa própria vontade, sem resistir à pressão, mas sim como resultado da constatação de que é o próximo estágio do nosso desenvolvimento. E se nós interiorizarmos isso, alcançaremos algo muito mais perfeito de uma forma fácil e rápida, e não sob pressã, através da miséria.

Todos os países do mundo enfrentam este desafio, embora na Europa isso seja particularmente relevante, pois todas as condições econômicas e sociais adequadas já existem na União Européia. Particularmente, a ligação interna entre as pessoas, removendo as barreiras entre todo e qualquer cidadão da União Européia, levará a Europa ao pleno florescer. Caso contrário, ela entrará em colapso, arrastando o mundo inteiro consigo. O ponto decisivo não tem a ver com a questão “se a UE deve ser desmantelada”, mas se “haverá paz ou guerra”.

O Acordo É A Chave

Dr. Michael LaitmanPergunta: O senhor afirma que se nós chegarmos a um acordo, nós seremos contemplados com todas as necessidades, e todos terão o suficiente. Mas onde é que nós vamos conseguir o que falta para as pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza?

Resposta: Por exemplo, deixe-me citar algumas informações do “Calcalist“: “Nos dias de protestos causados ​​pela escassez de moradias, 46855 apartamentos estavam vagos.

“Em Israel, há 46855 apartamentos vagos (4700 em Tel Aviv, 3400 em Haifa, 6% dos apartamentos vazios estão em Jerusalém, 1423 em Petach Tikva, 1122 em Ramat Gan, 1114 em Holon, 902 em Rishon Le Zion)”.

Se quiséssemos, nós poderíamos obter o consentimento dos proprietários dos apartamentos para alugá-los a preços reduzidos e receber um grande reconhecimento público.

A Economia Deixou De Ser Uma Ciência

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Joseph Stiglitz, economista, professor da Universidade de Columbia, ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 2001, do calcalist.co.il): “‘Os modelos econômicos utilizados pelos bancos centrais causaram a crise”.

“‘Há três anos, em agosto de 2008, nós nos reunimos aqui em Lindau e, surpreendentemente, não houve uma única discussão antes que a gigantesca crise surgisse, um mês depois. Como poderia um grupo de economistas, que deveria pensar com cuidado nos principais problemas da economia mundial, ter perdido a maior crise financeira em 75 anos?’

“De acordo com Stiglitz, ‘há uma grave crise não só na economia, mas também na ciência da economia’.

“Os modelos macro-econômicos, que foram utilizados pelos bancos centrais até agora, têm criado métodos de trabalho e raciocínio que estão no centro da crise, e o principal deles é a desregulamentação e a afirmação de que se a política monetária só se preocupasse com inflação baixa, seria suficiente para manter um crescimento estável. Se olharmos para trás, essas idéias parecem quase absurdas”.

Meu comentário: A economia reflete nossas conexões egoístas. Nós criamos essa “ciência”, e ela muda de acordo com o crescimento e a expansão do nosso egoísmo. A economia é o seu reflexo, a cópia.

Portanto, hoje, quando o nosso ego terminou seu desenvolvimento e formou um sistema global e integral fechado, diferentes relações, típicas de sistemas fechados, ao invés de sistemas individuais, se manifestam nele. Mas, como os economistas mantiveram-se egoístas e individualistas, eles não podem criar uma nova economia: a economia de uma comunidade global e integral.

Assim, suas antigas ferramentas não são adequadas para o nosso tempo. Isso é o que a crise é: a crise do nosso pensamento econômico ultrapassado. Nós devemos nos reconstruir “desde dentro”, nos tornar diferentes, e coincidir com o novo sistema de comunicação entre nós, que se manifestou hoje.

Para fazer isso, nós devemos criar o ambiente à nossa volta que nos forçará a uma nova relação global e integral de interdependência através da educação, mídia e assim por diante. Caso contrário, não seremos capazes de ver a crise, mesmo com um mês de antecedência!