Textos na Categoria 'Trabalho Interno'

Ajudar A Europa A Unir-se

Pergunta: Essencialmente, o que podemos fazer para ajudar especificamente a união dos grupos europeus?

Resposta: Para ajudar com a unificação dos grupos europeus precisamos estar unidos com eles: conectar-nos com eles, para empurrá-los, ajudá-los, e para participar com eles em sua unificação.

Nós não somos de ficar do lado e assistir: “O que está acontecendo lá na Europa?”, Mas sim de participar neste esforço de unificar. Precisamos estar cientes do que está acontecendo em todos os grupos europeus, para viver com eles.

Não estamos apenas criando um grupo europeu nesta convenção; estamos criando o grupo geral do mundo. Precisamos sentir que todos nós somos um só corpo. Caso contrário, não podemos avançar.

Nós estaremos no mesmo estado o tempo todo, dispersando e reunindo novamente um pouco, e isso vai continuar por anos. Não temos tempo para isso. Precisamos nos unir e trabalhar em conjunto tanto que vamos ver e sentir o outro como fazemos agora nesta convenção.

Necessitamos de um centro de divulgação para uma educação integral e de gestão para todo o grupo europeu. O centro do grupo mundial é encontrado com a gente. E então nós vamos começar a consolidá-los todos em um grupo unido.

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Da Convenção Europeia na Alemanha 22/03/13, Lição 3

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Salto De Nachshon

Pergunta: O povo de Israel estava com medo de pular para o mar Vermelho (Yam Suf – Mar Final) até Nachshon decidir fazer isso. Parece que não foi fácil de fazer.

Resposta: Isso realmente não foi fácil. Vemos que as dificuldades aparecem em todas as fases do processo espiritual. Sempre há aqueles que estavam prontos para voltar atrás. O nosso ego é tão multifacetado que não é imediatamente possível abandoná-lo, afastar-nos dele, ou pelo menos constatar que este é ruim.

É difícil para uma pessoa anular-se perante os outros. Se eu não agir primeiro, isto quer dizer que eu preferiria que fosse alguém a fazê-lo. Será que isto é um desejo por amor e união? É verdade que, naquele momento, este assunto ainda não estava claro. E percebemos isso depois do “bezerro de ouro” e muitos outros problemas que haveriam de aparecer.

Pergunta: O que representa ” o salto de Nachshon”?

Resposta: Em uma pessoa há uma característica que representa prosseguir com fé acima da razão: “Minha morte é melhor para mim do que a minha vida”. Então, a pessoa pula ao mar e o que será, será. Certo é que não se está falando sobre o nosso estado presente. A ação que é chamada “salto de Nachshon” exige preparação.

Ela é necessária a fim de se passar para a próxima fase, mas estamos nós preparados para realizá-la? Entretanto, estamos longe de compreender isso embora esse momento se aproxime rapidamente. Não há dúvida de que nos encontramos em estádios de rendição. Na conexão dos corações está a ideia de paz e plenitude, nesta está a nossa salvação, isto precisa de vir como uma alternativa para a atual situação no Egito. Portanto todo o nosso trabalho, aprendizagem e divulgação são direcionados para a conexão e unidade. Só com a ajuda da conexão e de uma boa relação mútua podemos ser salvos.

De KabTV de “Cabalistas escrevem: A Noite da Páscoa Seder” 04/03/13

E Os Filhos De Israel Clamaram A Partir Do Trabalho

Pergunta: Qual é o significado da expressão “… e os filhos de Israel clamaram a partir do trabalho?”

Resposta: Significa que levantamos as mãos e gritamos: “Ajude-nos! Nós somos incapazes de deixar Faraó, escapar do nosso egoísmo para uma nova vida”. Porque não? Qual é o propósito deste jogo inteiro? Sua finalidade é a de revelar a força superior! Se pudéssemos sair do Egito por nós mesmos, não teríamos quaisquer problemas. No entanto, neste caso, não revelaríamos a força superior, a força da doação e do amor. Ela tem que nos satisfazer, se revelar a nós, e fazer-nos sentir ela própria. Durante a fuga do Egito é revelada pela primeira vez como algo que nos acena: como uma nuvem ou um pilar de fogo. Mas, então revelaremo-la praticamente.

Do programa da KabTV: “Cabalistas escrevem: A Saída do Egito” 04/03/13

Eu Estou Desaparecendo E Crescendo

Pergunta: Se a Luz influencia uma pessoa de acordo com a raiz da sua alma, onde está a minha participação neste processo e como faço para determinar o seu ritmo?

Resposta: A Luz que Reforma ilumina de acordo com o estado do sistema geral em que todos nós estamos integralmente conectados. Estamos todos incorporados mutuamente uns nos outros, e por isso não posso estar desligado da minha geração, do tempo, lugar e do estado geral. Meu estado depende dos outros e o estado dos outros depende de mim.

Além disso, eu também posso avançar individualmente, mas o meu progresso individual está sendo incorporado em todos. Isso significa que eu não posso pensar só em mim. É impossível, no âmbito deste sistema, e assim eu não vou me ajudar. Se eu orar somente por mim, eu faço mal a mim próprio, não importa o quão boa a minha oração possa ser. Se ela não passar pelo grupo, faz com que danifique a alma.

Assim, devemo-nos sempre lembrar que este é um sistema geral em que todos nós estamos conectados, todos ligados e dependentes uns dos outros. O nosso trabalho consiste em revelar este sistema.

Meu esforço individual é focado na revelação do geral. Eu não revelo o lugar onde eu estou, eu revelo antes onde estão os outros, a sociedade. Eu não me descubro, mas sim o sistema em que o meu “eu” desaparece.

Eu no próximo nível sou aquele que sente seu “eu” menos e que sente a sociedade mais. Num nível mais alto há um menor sentimento do meu “eu” e um maior sentimento da sociedade.

Então, como posso orar por mim mesmo? Alcançando o próximo estado, no próximo nível, que não será mais meu! A sociedade no próximo nível é “eu.” O “eu” atual desaparece no regime geral, e o sistema torna-se parte de mim. Isto é realmente o que eu sinto e percebo aos outros como a mim mesmo. Eu vejo a sociedade como minha alma.

Não é o ponto egoísta do meu “eu”.De lá saem círculos que se espalham e cada vez o círculo e a sociedade ficam maiores: a sociedade 1, sociedade 2, e a sociedade 3. Se eu me anular, até certo ponto, eu percebo a primeira. Então eu me anulo um pouco mais, percebo a segunda, eu continuo a anular-me e percebo a terceira. Essas fases são chamados Ibur (gestação), Yenika (sucção), e Mochin (mente).

Então, quem sou eu? Eu sou aquilo com o que me identifico. Se eu estiver incorporado na primeira sociedade, então este será o meu “eu”, se estou incorporado na segunda sociedade, então esta sociedade será eu, e se eu estiver incorporado na terceira sociedade, tudo isso vai ser eu. Meu ser atual desaparece. Isto significa que cada vez eu me elevo acima do meu ego, acima da Masach (tela), pela fé acima da razão.

A partir de 1ª parte da Lição Diária de Cabala de 20/03/13 ,”Matan Torá (A Entrega da Torá)”

Cada Ramo Está Perto De Sua Raiz

Nós todos sabemos que cada ramo está naturalmente perto de sua raiz, e assim a nossa natureza está perto de nossa raiz, com o Criador. O desejo de doar, como a Luz, como o Criador, que nos criou, é instilado nele. Mas estamos em uma ocultação que pesa sobre nós e não nos permite ver a nós mesmos da maneira que realmente somos.

Portanto, todos os nossos atributos parecem corruptos. No entanto, temos que entender que não é a nossa verdadeira forma. Não somos nós, mas sim a ocultação! Só tirando esta ocultação ou subindo acima dela vamos chegar imediatamente à nossa raiz. É como roupas que temos de descolar de nós e subir acima. Isso é chamado o trabalhar com “fé acima da razão“, o que significa olhar de cima nosso ego, acima da tampa que está sobre nós, e viver acima dela.

Estamos realmente no estado de Ein Sof (Infinito), mas nos esquecemos disso. Devemos sempre ver o mundo do Infinito em tudo: em nossos relacionamentos, em nossas aspirações, em toda a imagem do mundo que nós vemos.

O Criador não criou nada de ruim; Ele só criou o bem, como resultado de sua aspiração de trazer a bondade. Mas Ele ocultou este estado para que possamos descobrir e ver o que Ele acha desejável e nós fazermos o mesmo.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabala de 20/03/13,”Matan Torá (A Entrega da Torá)”

O Criador Está Esperando

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que significa “dirigir-se ao Criador”?

Resposta: Dirigir-se ao Criador significa exigir das forças interiores do mundo, que detêm e controlam este mundo, que sejam claramente manifestadas em nós. Nós temos que conhecer esta força, estar em contato com ela, e agir com a sua ajuda. É por isso que pedimos, exigimos, que ela seja revelada.

Para o Criador não importa como você se dirige a Ele. Você pode amaldiçoa-lo, só não saia!

Da Convenção Europeia na Alemanha 22/03/13, Lição 2

Substituindo-Me Pelo Resto Do Mundo

Dr. Michael LaitmanConforme eu me anulo, meu ego, o velho “eu” desaparece. Em vez disso, eu adquiro todo o sistema que se torna meu. Não me afogo no sistema, como se deixasse de existir; em vez disso eu adquiro todos!

Eu começo a sentir que tudo no sistema são meus desejos, minhas intenções, minha vida. Eu vivo este sistema, eu mato meu desejo de receber e assim começo a sentir o desejo do sistema, sua mente, a força que o coloca em funcinamento.

Eu não posso estar sob duas autoridades ao mesmo tempo: eu posso estar sob meu domínio ou sob o domínio do Criador, um dos dois. Então, eu tenho que elevar meus vasos dos mundos de BYA até a conexão com Malchut de Atzilut, até a Shechina (Divindade).

Os mundos de Beria, Yetzira, Assiya (BYA), são os desejos de HBD, HGT, NHY que estão sob o Parsa. Primeiro nós elevamos nossos vasos do mundo de Beria para Atzilut, depois os desejos do mundo de Yetzira para Atzilut, e depois do mundo de Assia para Atzilut. Nesse sentido, os estados de Ibur (gestação), Yenika (sucção) e Mochin (mente) formam-se em nós.

Assim, nós subimos para Malchut de Atzilut, erguendo-nos na “fé acima da razão”. Tudo o que é externo a mim está separado de mim por uma barreira, pelo Parsa, atrás do qual há o mundo de Atzilut. Deste lado do Parsa, existem os mundos de BYA que são chamados vasos de separação, onde eu sinto o meu “eu”. Mas, na verdade, não é o meu “eu”, são os vasos quebrados que estavam conectados anteriormente e depois caíram. Portanto, agora eles são retratados a mim dessa maneira.

Da 1ª parte da lição diaria de Cabalá 20/03/13, “Matan Torá (A Entrega da Torá)”

Chegou A Hora De Despertar O Mundo

Dr. Michael LaitmanTodo mundo age de acordo com a raiz de sua alma, e a Luz que Reforma age sobre a pessoa de acordo com a raiz de sua alma. Portanto, quando nós nos olhamos neste mundo, não entendemos as motivações de nossas ações; não vemos quais genes informativos e quais Luzes correspondentes são transformadas em nós. Não podemos julgar corretamente uns aos outros, e, portanto, podemos dizer que é sempre necessário julgar favoravelmente seu amigo.

Em relação a si mesma, a pessoa recebe a liberdade de escolha e deve se esforçar para construir um ambiente para ela que a despertará plenamente. Ela deve se dedicar a este ambiente, submeter-se a ele e estar integrada a ele tanto quanto possível, como está escrito, “tudo o que você puder fazer com suas mãos, estiver ao seu alcance, faça-o”.

Mas junto com isso também existe um plano geral de desenvolvimento. Nós nos encontramos em um processo como este, onde o mundo inteiro está começando a despertar. Portanto, o nosso desenvolvimento depende do desenvolvimento de todo o mundo. Este quebra-cabeça é despertado cada vez mais, e cada um precisa preencher o lugar que lhe é designado. Portanto, quanto mais o mundo avança em geral, mais longe nós, “Israel”, as pessoas que buscam o Criador, avançamos. Da mesma forma, através do nosso avanço podemos despertar o mundo inteiro.

Portanto, é impossível separar esses dois componentes no nosso trabalho. Todo mundo está conectado e depende dos outros de uma forma que é impossível separar: tanto o trabalho interior, através dos nossos genes informativos e da nossa Luz que Reforma pessoal, e também o trabalho no grupo e o trabalho geral no povo de Israel, na terra de Israel e em todo o mundo. Chegou o tempo em que devemos despertar a todos. Mas, quanto mais interna a camada é, mais importante é o seu despertar.

A pessoa precisa entender que se ela cai o tempo todo e, assim, sente sua inferioridade, isto é feito para o seu bem e assim ela percebe o seu verdadeiro estado. É necessário ser grato ao mal, e também ao bem, pois o bem e o mal são analisados em conjunto. A forma em que o bem e o mal serão revelados depende apenas da Luz que Reforma. E sempre é necessário examinar a nós mesmos de acordo com a nossa integração na sociedade: quanto você está pronto e se esforça, se preocupa em ver todo o grupo, e o mundo em geral, como com a sua alma?

Da Preparação para a Lição Diária de Cabalá 20/03/13

Uma Mensagem Para A Nuvem De Glória

Dr. Michael LaitmanO Midrash, “O Livro de Jetro”: Quando Jetro se aproximou do acampamento dos filhos de Israel, escreveu uma carta a Moisés dizendo: “Seu sogro Jetro chegou. Por favor, venha e me encontre. Se você não vier por minha causa, faça-o por sua esposa Séfora; se não for por ela, faça-o por seus dois filhos”. Jetro amarrou a carta em uma seta e lançou-a para a Nuvem de Glória. A Nuvem geralmente rejeitava tudo, mas ela deixou esta mensagem passar por causa de Moisés.

Esta passagem fala sobre um estado interno da pessoa. Não há nenhuma conexão entre a propriedade de “Jetro” e a propriedade de “Moisés”. Moisés separou-se de Jetro, e é por isso que Jetro diz: “nós temos a oportunidade de estabelecer uma conexão entre nós; se não entre você e eu, então entre você e Séfora; se não com Séfora, então com seus dois filhos”. Ele está procurando uma maneira de fazer uma conexão. “Lançar uma seta para a Nuvem de Glória” significa que Moisés permanece no próximo nível (superior) e este é impossível alcançá-lo.

Quando na espiritualidade eles dizem que “alguém envia uma mensagem (ou um representante/intermediário) para outro porque é impossível aproximar-se diretamente dele”, isso significa que duas propriedades (recepção e doação) são incompatíveis e não se entendem. Jetro é a propriedade de recepção (egoísmo), enquanto que Moisés representa a propriedade da doação. Essas duas propriedades são incompatíveis dentro de uma pessoa, de modo que deve haver um “adaptador” que as conecte. A única coisa que a propriedade denominada “Jetro” é capaz de fazer é elevar seus desejos e “enviar uma mensagem para a Nuvem de Glória,” isto é, para a propriedade de Moisés, a qual ele é incapaz de se aproximar e compreender.

A separação que existe entre Moisés e Jetro é essencial e indispensável. Neste ponto, juntos eles começam a criar uma conexão. É o momento quando as propriedades egoístas começam a se manifestar no povo de Israel. O povo de Israel saiu do Egito sem corrigir essas propriedades; eles simplesmente receberam estas qualidades sem implementá-las.

Este é o momento quando estas qualidades começam a se corrigir gradualmente; Jetro é a manifestação das mesmas propriedades egoístas, mas agora elas têm um desejo de alcançar o nível de Moisés. Este nível já está “semeado” em Jetro, já que Moisés passou 40 anos junto com Jetro (a distância entre Malchut e Bina), colocando este ponto nele. Este ponto é a “seta” que Jetro envia a Moisés. Naturalmente, Moisés muda seu caminho e o enfrenta, uma vez que nenhum homem é capaz de rejeitá-lo, pois ele percebe como este é essencial para ele.

Moisés diz a Jetro tudo o que aconteceu com ele. Jetro começa a sentir o que ele está falando e abençoa o Criador por tudo o que Ele fez por Israel. Essas duas propriedades dentro de uma pessoa começam a sentir uma à outra e são incorporadas uma na outra. Antes de tudo, Moisés tem que fazer o trabalho no nível de Bina e, em seguida, continuar a usar suas qualidades inferiores (chamadas “povo”), ou seja, que o trabalho espiritual é sempre feito primeiro no plano mais fino e só depois os desejos mais espessos, grosseiros são adicionados a ele.

Moisés transfere a Torá a Jetro na medida em que a Torá entra no egoísmo e começa a trabalhar no seu interior. Depois que Jetro recebe a Torá, ele por sua vez explica a Moisés como trabalhar com o egoísmo.

A distância entre Malchut e Bina são 40 degraus (ou 40 anos). Jetro é Malchut que sobe ao nível de Bina e se une a ela. Moisés, em seguida, inclui-se em Jetro e começa a trabalhar nele, que é Bina que desce a Malchut.

Moisés entregou a Torá a Jetro sob a forma alegórica; ele abrangeu parcialmente os degraus que já foram cobertos por Moisés e o povo, ou seja, as qualidades que já tinham sido corrigidas. Em seguida, Jetro diz a Moisés como trabalhar com o egoísmo, isto é, Malchut que sobe a Bina cria o sistema que trabalha com o egoísmo. Desde então, o nível superior (Bina) tem que incorporar o egoísmo, a fim de descobrir como trabalhar com ele e criar um sistema de correção gradual do “egoísmo dentro do egoísmo”. É por isso que Jetro e Moisés têm que ser incluídos um no outro, em vez de ficarem distantes.

Depois que Moisés transfere a Torá para Jetro na forma que ele mais precisa para voltar ao seu povo e corrigir seus desejos inferiores (Jetro é uma etapa transitória para abaixar os desejos que apoiam “seu povo”), Moisés recebe de Jetro um sistema que funciona com o egoísmo. Ele começa a perceber as maneiras de dividi-lo em dezenas e centenas de milhares de partes e aprende a trabalhar com a espessura (Aviut) dos desejos, ou seja, com algo que está ausente em Bina por causa de sua transparência. Quando a espessura se aproxima de Bina, surge a necessidade de iniciar um sistema hierárquico. Isto é como o sistema é construído, embora não seja muito típico para Israel.

Israel é uma propriedade de Bina, a qualidade de doação. No entanto, o povo de Israel saiu do Egito tendo absorvido o egoísmo em sua totalidade. Neste momento, eles começaram a “organizar” o egoísmo e perceber como trabalhar com ele passo a passo. Devido a Jetro, o povo de Israel adquiriu a chance de aceitar o sistema que visa o egoísmo.

Da Kab Tv “Mistérios do Livro Eterno”, 11/03/13

A Peculiaridade Do Nosso Tempo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Ultimamente, nós estamos vendo um confronto crescente entre as duas forças opostas na Europa e no mundo. Este não é um pré-requisito para que possamos encontrar uma oportunidade para avançar corretamente?

Resposta: A ciência da Cabalá, juntamente com outras ciências, diz que tudo no mundo é composto de duas forças opostas: positivo-negativo, Norte-Sul, pressão-vácuo, quente-frio, etc. Tudo isso é baseado nas duas forças opostas fundamentais: recepção e doação. A perfeição, a vida, consiste destas duas forças que formam a terceira força, a linha média, onde, em princípio, tudo o que existe está ali. Nós vemos isso em organismos vivos, plantas e animais. Antes do nosso tempo, nós também fomos nos desenvolvendo como animais, ou seja, instintivamente, sob a lei da linha média.

Mas agora nós estamos chegando ao próximo nível de gestão, quando essas duas forças opostas surgem em nós e temos que equilibrá-las por conta própria. Esta é a peculiaridade do nosso tempo, do nosso desenvolvimento. Portanto, nós temos que ver o mundo em harmonia e temos que levar esta harmonia até ele ao combinar corretamente as duas forças opostas em nós mesmos: a força de recepção (Aviut) e a propriedade de doação (tela). Nós temos que agir desta maneira.

Da Refeição antes da Convenção Europeia na Alemanha 23/03/13