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A Cabalá Pode Ser Usada Para Prejudicar Os Outros?

49.01Pergunta: A Cabalá pode ser usada para prejudicar os outros?

Resposta: De forma alguma! Isso é um completo absurdo, pois somente aqueles que estão em um nível espiritual e moral elevado podem alcançar as grandes forças do mundo. Tal pessoa é capaz de utilizá-las, mas não pode transmitir essa capacidade a outros.

Mesmo que ela quisesse ou fosse forçada a usar a Cabalá para benefício próprio, não conseguiria. Estamos lidando com um sistema que opera no nível do mundo infinito e, portanto, ninguém é capaz de usar a Cabalá para causar dano; simplesmente não funciona. Só se pode explorar seu nome para especulação.

Pergunta: Mas será que ela consegue prever o futuro?

Resposta: Nada pode ser previsto, pois o futuro depende da pessoa.

Ela só pode revelar pessoalmente novos horizontes de realização e, em conformidade com isso, sentir-se existente no mundo superior. Esta é uma realização individual.

Da Lição de Cabalá em Russo, 24/09/17

Inspirem-se Mutuamente

524.01Comentário: No artigo “A Agenda da Assembleia”, Rabash enfatiza que cada um, de acordo com suas habilidades, discursa na assembleia sobre a importância do grupo e sobre o que ele lhe proporciona, a fim de impressionar os demais.

Resposta: Cada um deve inspirar os outros, dizendo o quanto se orgulha de pertencer ao grupo, o quanto o valoriza e o quanto ele é grandioso e importante para si. Na medida em que o Criador é importante para uma pessoa, o meio de alcançá-Lo, ou seja, o grupo, também é importante para ela.

Ela deve expressar tudo isso com suas próprias palavras e, com isso, inflamar os corações dos amigos. E os outros devem se esforçar para ouvir o que ela diz e se conectar com seus sentimentos.

É um trabalho mútuo. Por um lado, um amigo deve impressionar os outros e, por outro, eles devem se inspirar nele.

Pergunta: E se ele disser a mesma coisa durante dez anos?

Resposta: Não importa. Cada vez, os sentimentos são diferentes.

De KabTV, “A Essência da Sabedoria da Cabalá”, 11/03/19

No Limiar Da Unificação

944Hoje, alcançamos um estado em que podemos nos reunir em um único todo unificado. Ao fazermos isso, abrangemos todo o universo dentro de nós; começamos a construir, a partir de nós mesmos, o modelo que realmente existe e a revelar o verdadeiro modelo: a unificação das almas humanas, que inclui as partes inanimadas, vegetativas e animadas da natureza e, sobretudo, as espirituais.

Uma pessoa que começa a trabalhar com seus amigos dessa maneira se aproxima da percepção do universo como um todo único e unificado. Então, naturalmente, ela vê todos os mundos, incluindo o nosso, interligados e contidos uns nos outros.

Ela os vê permeados, integrados e unidos por uma única força chamada “Criador”, e em meio a tudo isso, ela se vê existindo eternamente e ascendendo através dos graus de perfeição. Ou seja, ela vê o universo em sua verdadeira forma, uma realidade não limitada pelo nosso mundo, que se perde dentro de toda essa imagem.

Portanto, o fato de estarmos nos aproximando de um estágio em que meus alunos podem começar a trabalhar na percepção da realidade descrita na “Introdução ao Livro do Zohar” já representa uma etapa significativa.

Eu espero que, num futuro próximo, todas as pessoas que estão conosco, de uma forma ou de outra, independentemente de onde vivam, sejam incluídas nesta visão de mundo. Esta é a libertação das amarras do egoísmo, das limitações em que as almas permanecem antes do contato com o espiritual, com a verdadeira criação.

Esta é a revolução no homem, tal é o momento mais importante de sua existência, porque depois disso, segue-se uma revelação ainda maior. Ele entrou na sensação do verdadeiro volume, do verdadeiro universo, e isso é tudo. E agora se seguem apenas 125 graus de realização espiritual.

De KabTV, Eu Recebi uma Chamada. Suba as Escadas”, 27/09/10

A Meta Como Combustível Para Alcançar Um Resultado

213Comentário: O desejo de receber exige resultados, tanto na espiritualidade quanto na corporeidade.

Minha Resposta: O desejo de receber exige resultados. Isso significa que, além de combustível, é necessário uma meta. E se a meta for importante, ela mesma se torna combustível, porque a pessoa sabe que, no próximo estado, se sentirá melhor do que no atual.

Por exemplo, quero mover minha mão de um lugar para outro. De onde vem a força para isso? Ela vem do fato de que será mais confortável para mim; caso contrário, não consigo simplesmente encher meu corpo de energia. Não consigo realizar uma ação extra só porque tenho energia extra. Aqueles que não fazem esses cálculos são considerados loucos.

O egoísmo, desde os níveis mais baixos até os mais elevados (mesmo na espiritualidade), usa a meta como motivação, como combustível. Não é possível que o combustível exista separadamente da meta.

Uma pessoa precisa saber que no próximo estado se sentirá melhor, que ganhará algo. E quanto maior o ganho, mais força terá.

O problema é que nossa atitude em relação à meta geralmente não coincide com a própria meta. Digamos que eu esteja no estado A e precise chegar ao estado B. Portanto, meu problema é me convencer de que estar no estado B sempre será melhor do que estar no estado A.

Suponha que eu queira me tornar professor daqui a vinte anos. Eu já me tornei um? Não. Eu simplesmente imagino, de acordo com meu entendimento atual, o que significa ser professor daqui a vinte anos. Mas quando eu de fato me tornar um, será completamente diferente do que imaginei vinte anos atrás.

Neste momento, imagino que um professor deva ser grandioso e respeitado. Mas como, com a minha mente e compreensão atuais, com o que tenho hoje, posso imaginar um nível mais elevado ao qual eu possa aspirar? Será apenas algo imaginário. E o sistema de valores que possuo atualmente deve me dar a força para lutar por ele.

Da Lição Diária de Cabalá 19/04/26, Rabash, “Moisés Foi”

Garanta Que A Revelação Do Criador Não Cause Danos

276.02Quando Moisés subiu ao céu, encontrou o Criador sentado, amarrando coroas às letras. Ele lhe disse: “Mestre do mundo, quem Te impede?”

Ele lhe disse: ‘Daqui a algumas gerações, haverá um homem cujo nome será Akiva Ben Yosef’.

Ele disse a Ele: ‘Mestre do mundo, tens uma pessoa assim, e ainda assim transmites a Torá por meu intermédio?’ Ele respondeu: ‘Cala-te! Tal era o Meu pensamento’ (Rabash, “Qual é a diferença entre Lei e Julgamento na Obra?”).

Pergunta: Parece que o Criador deu a Moisés algo que ele não desejava. É possível ter plenitude sem um Hisaron (carência)? Isso significa que o Kli recebe algo que não quer?

Resposta: A discussão é sobre Malchut, sobre a lei e não sobre o desejo. Pelo contrário, Malchut se opõe ao seu próprio desejo; exige trabalho em segredo na observância das leis como “um boi para um fardo e um jumento para uma carga”; somente depois disso é que se torna como “julgamento”.

Moisés é a qualidade da fé. Ou seja, a obra começa com a fé, com Malchut, e só depois se transforma na recepção da Torá.

Quando o povo de Israel se uniu e saiu do Egito, tornou-se um Partzuf e, então, foi recompensado com a recepção da Torá a partir das nove primeiras Sefirot.

Pergunta: Antes de receber a Torá, Malchut resiste ao desejo de recebê-la para si mesma?

Resposta: Sim, claro. Inicialmente, o trabalho é direcionado contra a recepção; a princípio, trata-se apenas de Malchut, a observância das leis.

Enquanto não adquirimos as telas, devemos trabalhar na qualidade da fé. Ou seja, não devemos ver a luz.

Além disso, mesmo na escuridão, devemos constantemente tentar mobilizar nossas forças. Porque quando a imagem do Criador aparece diante de nós, surge um problema: há um alimento tão poderoso nas Klipot! Trabalhar nesse estado é muito difícil.

Existe uma condição obrigatória: o Criador só se revela depois que você tiver forças para resistir a Ele; caso contrário, a revelação que você receber lhe fará mal.

Você se “venderia” a Ele e se tornaria como um louco, obcecado por Ele, sem desejar mais nada. Não haveria nenhuma outra força em você para criar uma espécie de “barreira de ferro”, impedindo que você se tornasse um escravo absoluto, vendido à servidão do prazer, mas mantendo sua independência.

Você não teria liberdade de ação, e o Criador o obrigaria com toda a força de Sua revelação.

Isso é proibido porque o Seu desejo é fazer de você um ser livre.

Da Lição Diária de Cabalá 17/04/26, Rabash, “Qual é a diferença entre Lei e Julgamento na Obra?”

Não Pare Até Conseguir!

760.4Pergunta: Por que nos foi dado esse ponto de impaciência, esse mal?

Resposta: É para que realizemos muito na vida, para que elevemos esse desejo cada vez mais, cada vez mais alto, até o nível do Criador.

Pergunta: Qual desejo?

Resposta: O desejo por tudo.

Pergunta: Você quer dizer elevar esses desejos egoístas ao Criador?

Resposta: Sim.

Pergunta: E qual é o desejo mais elevado? Em que nos transformaremos a partir deste ponto de impaciência em relação aos outros?

Resposta: Desejar o Criador com a maior paixão.

Pergunta: Ele quer isso?

Resposta: Sim, é exatamente isso que Ele quer.

Pergunta: Então Ele quer que tenhamos paixão por Ele?

Resposta: Sim. “Shuvu, bnei Israel, ad HaShem Elokecha” — “Voltem, ó filhos de Israel, para o Senhor, seu Deus”.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 27/03/26

Ajuste O Ego Ao Programa Certo

238.01Pergunta: Está escrito que uma pessoa não pode mover um dedo se isso não lhe trouxer prazer. Como podemos fazer algo sem nenhum prazer?

Resposta: Sabemos que, de forma alguma, independentemente do que aconteça, alguém pode dar o menor passo se não se beneficiar dele. Nem o nosso corpo espiritual, ou seja, o desejo de receber, nem o nosso corpo animal podem se mover sem alimento, sem combustível.

O Criador não precisa de combustível, porque a Sua “matéria”, se é que se pode chamar assim, é o desejo de doar.

Nossa essência reside no desejo de receber, que é o nosso fundamento. Esse desejo pode ter a intenção de receber ou a intenção de doar. Ambas as intenções são acréscimos, como uma camada protetora sobre o desejo de receber, que determina seu funcionamento, o que o impulsiona e o que o motiva.

Para realizar qualquer movimento com o desejo de receber, é preciso dar-lhe a força necessária para concretizar essa ação, ou seja, energia, combustível, que é a motivação, para que o próximo estado seja melhor do que o atual.

Você pode planejar a importância do próximo estado em comparação com o presente, e o ego concordará com isso. Você só precisa sintonizá-lo com esse programa.

Vemos pessoas que correm do amanhecer ao anoitecer em busca de algo que consideram importante. Isso pode depender da educação, da publicidade, do medo ou de outros fatores; não importa o quê, o ponto principal é que uma pessoa pode ser programada e treinada, e pode adquirir um programa interno segundo o qual agirá, porque isso lhe parecerá o mais importante.

Mas se o desejo de receber não o considera importante, não fará nada, como um carro sem combustível. Portanto, antes de começarmos a trabalhar com ele, seja para receber ou para dar, devemos definir seu sistema de valores: o que é mais ou menos importante.

Neste momento, por exemplo, é mais importante para eu dormir do que ler um livro. Embora estivesse interessado no livro há apenas meia hora, decidi que agora me sinto cansado e que é mais importante descansar. Mas, de repente, no meio de um sonho, enquanto me delicio com ele, lembro-me de algo mais importante e salto da cama.

Uma pessoa está constantemente escolhendo o que é preferível. Somente aquilo que é mais importante no momento extrai força do ego.

Quando estou dormindo e me mandam levantar para a lição, mesmo tendo levantado ontem, anteontem e nos últimos cinco anos, simplesmente não tenho energia ou disposição para levantar. Mas se eu realizar todo tipo de “operações” em mim mesmo e me convencer disso, de repente vejo que onde eu não tinha força para levantar, ela aparece, e de repente eu levanto com facilidade. Ou seja, eu fiz uma “lavagem cerebral” e preparei meu ego para isso.

Da Lição Diária de Cabalá 19/04/26, Rabash, “Moisés Foi”

Um Meio De Sair De Uma Descida

962.7Por essa razão, quando uma pessoa entra em uma descida, não deve se assustar e fugir da campanha. Pelo contrário, este é o momento de fazer uma oração sincera (Rabash, “Quais são as quatro qualidades daqueles que vão ao seminário, na obra?”).

Pergunta: Que tipo de conselho é esse? Se eu fosse capaz de oferecer uma oração verdadeira, vinda do fundo do coração, eu não a chamaria de descida.

Resposta: Não sei como você define subidas e descidas. Uma descida é caracterizada pelo seu distanciamento do Criador; uma subida é a sua aproximação a Ele.

Então, o que é uma descida? É quando você enxerga seu verdadeiro estado: seus desejos se tornaram mais grosseiros, seus desejos pioraram e seu humor corresponde a isso. Se você ponderar tudo isso, você se verá dessa forma. E este é o momento da oração.

E quando mais você poderá perguntar? Será que você pode realmente se voltar ao Criador em um estado de subida?

Comentário: Quando estou em descida, não posso pedir nada a Ele.

Minha Resposta: Por quê? Você se sente em descida, mas com Ele, você se sente exaltado e poderoso.

Pergunta: Mas dizem que quando eu caio, tudo ao meu redor cai comigo?

Resposta: Isso também é uma espécie de descida. E quando se pode elevar uma oração verdadeira?

Comentário: Quando estou apenas começando a descer, talvez ainda seja possível fazer algo, mas não quando já cheguei ao fundo do poço.

Minha Resposta: Se você está no ponto mais baixo, nada pode ser feito. Na descida mais profunda, a pessoa não tem força alguma. Ela precisa atravessar esse ponto como que por inércia.

Durante um período de descida, quando não se pode orar, é preciso tentar fazer algo, buscar uma forma de sair dessa situação. Por exemplo, quando trabalho em um livro, há períodos em que não consigo escrever. Então, edito textos já existentes. Se não consigo trabalhar com o texto, respondo a perguntas, faço algum trabalho mais simples. Se não consigo fazer nem isso, vou me dedicar a algo distante, sem relação com a escrita do livro.

Para encontrar um meio, é preciso usar todos os meios possíveis. Qualquer meio pelo qual você deseje progredir é chamado de oração.

Da Lição Diária de Cabalá 11/04/26, Rabash, 1988 “Quais são as quatro qualidades daqueles que vão ao seminário, na obra?”

Expanda O Ponto No Coração

258Uma pessoa é composta por dois sistemas. Um sistema é a natureza da pessoa, o desejo de receber em ação. O outro sistema relaciona-se com o ponto no coração . Se você conseguir se desvencilhar do seu desejo e agir a partir desse ponto no coração, você se verá sob uma luz verdadeira e, ao descobrir o que está oculto, começará a percebê-lo de forma diferente, compreendendo que é benéfico para você e não lhe causa nenhum prejuízo.

A essência do coração vem de cima, assim como o seu desejo de receber natural: o próprio coração.

Do alto, você recebe ambos, tanto o coração quanto o desejo de receber, e não consegue distinguir entre eles. Às vezes, certos “truques” são orquestrados para você, fazendo-o ser jogado de um lado para o outro, através dos quais você começa a discernir um pouco entre eles.

No entanto, para realmente fazer a transição do coração para o “ponto no coração”, você só pode fazê-lo expandindo esse ponto. Você só pode expandi-lo recebendo alguma inspiração, um despertar externo, e atraindo a luz durante o estudo com a ajuda desse despertar.

Você não tem escolha; você precisa de um professor, da Torá (isto é, das fontes primárias) e de um grupo, para que, tendo recebido uma impressão dela e se inspirado por ela, você possa direcionar as luzes durante o estudo para o ponto no coração. Então ele crescerá, e você realmente será capaz de acrescentar vários Kelim adicionais a ele.

Da Lição Diária de Cabalá 17/04/26, Rabash, “Qual é a diferença entre Lei e Julgamento na Obra?”

A Fogueira Flamejante De Lag Baomer

132Em Lag BaOmer, marcamos a partida deste mundo do grande Cabalista Rabi Shimon Bar Yochai, autor do Livro do Zohar.

Ele foi um indivíduo verdadeiramente excepcional. A revelação que ele trouxe significa a disseminação da Cabalá, a ciência da correção, para o mundo inteiro.

A humanidade se desenvolveu de geração em geração em meio às dificuldades do nascimento até chegar a Abraão, que revelou a ciência da Cabalá em resposta à crise que eclodiu na antiga Babilônia.

Posteriormente, o povo de Israel enfrentou a escravidão no Egito e o êxodo de lá, a construção do Primeiro e do Segundo Templos e uma sucessão de subidas e descidas. Todas as terríveis desgraças sofridas por este povo, e por toda a história da humanidade, podem parecer um sofrimento incessante. Mas todo o caminho que percorremos até a vinda de Rabi Shimon foi apenas nossa preparação para a correção.

Após a destruição do Segundo Templo, o povo de Israel perdeu completamente o senso de espiritualidade e se afastou dela. Então, recebemos um presente dos céus: a chegada de um homem, um sábio do período do Templo (Tanna), um Cabalista de enorme estatura, que, graças à sua alma especial, incorporou em si todas as almas anteriores e as uniu em uma só.

Portanto, juntamente com seus alunos, ele foi capaz de atingir patamares extraordinários: a última correção de sua geração.

Baal HaSulam escreve que nunca houve uma conquista maior na história do que na época de Rashbi e sua geração, e algo semelhante só poderá ocorrer novamente após o fim da correção. Encontramo-nos agora nesse limiar.

“Zohar” é o nome da luz que se revela em GAR, do mundo de Atzilut, em seu Keter, em um lugar especial, na “mente oculta” do sistema de Arich Anpin. Rabi Shimon foi único por ser capaz de conectar um nível espiritual tão elevado com o nosso mundo físico.

Por meio de sua conquista espiritual, ele se encontrava no grau da correção final, tal como havia sido antes da destruição dos Templos, e, ao mesmo tempo, na vida material comum, existia após a destruição do Segundo Templo e a completa queda do povo, do ápice do amor fraternal para o ódio infundado, o que fez desaparecer qualquer sensação de espiritualidade.

Por ter unido esses dois polos tão distantes dentro de si, ele foi capaz de escrever este livro, ou seja, de fazer a revelação. E sem este livro, não teríamos possibilidade de corrigir nossas almas e atrair a luz que retorna à fonte.

De uma Palestra para o Feriado de Lag Ba’Omer, 01/05/10