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Uma Estação Com Energia Infinita

Laitman_009Pergunta: Onde se consegue a energia para o trabalho interior se se tem sempre que manter o Criador oculto?

Resposta: A energia vem do Criador através do grupo. Não existe outra fonte de energia além d’Ele, e o grupo é o canal para isso.
No grupo, a energia ou Luz se expressa como resultado da união ou semelhança com o Criador. O Criador está presente dentro da união dos amigos.

Se você organiza corretamente seu trabalho, então você irá entender que o Criador e o grupo são a mesma coisa. O grupo é o modelo que permite a você revelar a força interna contida nele, chamada o Criador.

Existe uma fonte de energia, mas você tem que se ligar nela. A energia somente pode ser consumida através de um interruptor (uma tomada) que é semelhante e oposto. A força da corrente de energia depende da densidade do contato no grupo.

Através do grupo eu recebo exemplos do Criador. Eu começo a ver o grupo e sua estrutura como o sistema de mundos. Dentro dele eu revelo as conexões das almas nos Mundos Superiores.

A força interior do grupo, que o revigora e sustenta, é o Criador, a Luz Superior.

Entre A Escuridão E A Luz

Dr. Michael LaitmanA pessoa precisa da força da Torá para revelar a si mesma e a realidade em relação ao Criador. Estar perto do Criador significa ser semelhante a Ele, à qualidade de doação e amor. Essa qualidade se revela à pessoa através de sua atitude para com o próximo, ou seja, alguém que esteja perto dela por ter o mesmo objetivo na vida. Este é o critério correto para a auto-análise e a avaliação de sua atitude para com o Criador.

O objetivo (proximidade com o Criador, a revelação do Criador, e a união com Ele) é atingido em duas etapas:

  1. As qualidades da pessoa se revelam como mal, porque elas não lhe permitem atingir o objetivo.
  2. A força de correção, a Luz, é revelada dentro da união entre as pessoas que aspiram ao objetivo. Assim, a inclinação ao mal, a natureza do homem, ajuda a pessoa a se unir com o Criador.

No começo os defeitos do egoísmo (Klipot) parecem grandes obstáculos. No entanto, à medida que avançamos nós descobrimos a capacidade de transformá-los em bondade. Todos eles se tornam o nosso ponto de independência (Klipat Noga), que nos permite crescer.

No lado direito nós temos o Criador, e no lado esquerdo a Klipa. Nós nos formamos como resultado de ambos, criando nossa forma independente da similaridade em relação ao Criador. Quando a força da Luz e a força das trevas conectam-se entre si de forma correta, elas dão origem à forma de Adão, o ser humano em nós. O ser humano em nós é o grau de nossa equivalência com o Criador.

Tudo é feito pela Luz. Ela revela a força da inclinação ao mal em nós, bem como a sua própria força, a fim de desenvolver o egoísmo. Como resultado, nós revelamos a sua única Fonte – o Criador – e a distinção entre o bem e o mal, ou luz e escuridão, desaparece. Todas as forças e qualidades formam a imagem da única realidade: a Fonte.

Isso constitui toda a ciência Cabalística: a revelação do Criador às criaturas, ou melhor, dentro das criaturas.

Da 1r parte da Lição Diária de Cabala 14/09/10, Escritos do Rabash

Luz Através Das Fendas Na Parede

O Superior revelou para nós sua parte inferior, Malchut, como um vazio negro, que não promete nada bom. O “Mundo Superior” (o mundo espiritual) nos é apresentado de propósito nessa forma não atrativa. Enquanto isso, “nesse mundo” que sentimos no Keter do inferior, encontramos pelo menos algum prazer.

Eu existo em tal estado que mesmo esse mundo não me atrai, e o estado do Superior me parece pior. Na verdade, eu não estou satisfeito mesmo nos meus desejos de receber egoístas, mas o Superior coloca uma carga maior sobre mim sugerindo que: “Você precisa estar em doação!” Eu não tenho nada, e ainda assim o Superior está me dizendo: “Vamos, divida o que você tem com os outros!”

Então, eu posso aceitar que o Superior sugere somente sem pensar, sem quaisquer condições, e não através de meus próprios esforços. Eu só posso fazer isso pela força da Luz, sem fazer nenhum plano e tendo esperança de satisfazer meu egoísmo e receber algum benefício “nesse mundo”.

O mais importante para uma pessoa é alcançar o estado de doação. E, então, ela terá tudo, mas somente depois de rejeitá-lo! Ela irá receber satisfação, mesmo assim não através da recepção, mas através da doação.

É assim que devemos ver o mês de Elul antes do começo do Ano Novo, o começo da jornada espiritual. ELUL, como um acrônimo, significa “Eu sou para meu Amado, e meu Amado é para mim”. O Superior transmitiu essas condições sem esperança para mim para que eu com o auxílio delas possa sair do meu estado egoísta. De fato, se Ele me prometesse algo bom, eu nunca seria capaz de desligar-me do meu egoísmo, como eu sou ligado a ele pelo prazer.

Está escrito: “O Criador coloca a mão do homem no bom destino” ao submergir sua vida na escuridão e no vazio, mas, por outro lado, revela ao homem um minúsculo raio de Luz para lhe mostrar a saída da escuridão. Esse raio de Luz não é um ganho material egoísta. O Criador me abasteceu com a ajuda no meu caminho espiritual. Ele me trouxe a um grupo Cabalístico, onde eu posso exercer meu livre arbítrio e escolher o ambiente correto.

A Luz “ilumina” um pouco, isto é, me dá a sensação que a doação concretamente é a Luz. Faz-me sentir que a Luz é ascender acima do meu egoísmo quando não importa se eu estou satisfeito ou vazio uma vez que o que conta é a Quem eu estou conectado.

O Criador me deixa saber o seguinte: Você sofre no estado corporal, então não busque satisfação material. Ao invés, estando nesse estado, olhe para cima. Pense que outra vida pode existir, com outros valores, em doação, em outra dimensão (de felicidade).

Isso significa que o raio de Luz está brilhando sobre mim através de fendas na parede que me separa do Mundo Superior, o mundo da paz (descansado do meu egoísmo e preocupado em satisfazê-lo) e da perfeição (aspiração à doação e amor).

União Das Almas = Equivalência Com O Criador

Dr. Michael LaitmanNós precisamos sentir a nossa oposição em relação à Luz e atingir o seu estado. Se nós não atraimos a Luz, nós sofremos, porque a sensação de sermos opostos ao Criador é amarga. Portanto, a fim de termos a oportunidade de nos desenvolver adequadamente, nós somos levados a um sistema chamado “grupo Cabalístico”. Ao invés de existir em um vazio e não saber como me desenvolver nas tentativas de me tornar semelhante ao Criador, eu me descubro em um grupo.

Eu posso trabalhar na união com o grupo, junto com outros que aspiram ao mesmo objetivo que eu. Em vez de focar em algo invisível, estando em um vazio, e não sabendo de onde vem o sofrimento ou o que está acontecendo, eu trabalho no sentido da união. E a nossa conexão resolve todos os problemas!

Como a união das almas pode ser substituída pela equivalência com o Criador? Originalmente, no Mundo do infinito, nós éramos uma única alma de Adão. Mais tarde, nós quebramos em várias partes, as almas individuais, e em vez do Mundo do Infinito nós começamos a sentir o nosso mundo (quebrado). Através da quebra, a Luz criou qualidades em nós que são opostas a ela, e a alma se tornou oposta à Luz.

No entanto, se nós corrigimos a quebra juntos e nos unimos novamente, a nossa ação se presta à revelação da Luz, tornando-se como ela. Em vez de nos igualarmos à Luz que está oculta, nós nos igualamos aos desejos que sentimos e compreendemos. Parece-nos como se estivéssemos sendo convocados, como bons filhos, para nos unir e anular o nosso egoísmo. Mas ao fazê-lo nós revelamos a Luz na união dos nossos desejos, pois este é o lugar onde a Luz se oculta: no interior dos Kelim quebrados.

Acontece que a oportunidade de trabalhar em grupo é a aplicação mais prática e real da Cabala. Nós realizamos ações que estão à nossa disposição, enquanto, em essência, revelamos a Luz que está além da quebra. Desta forma, nós purificamos o nosso contraste com a Luz, tornando-nos iguais a ela, e nos unimos. A Luz e o vaso se fundem num todo, e nós retornamos ao Mundo do Infinito.

Nós revelamos os 620 níveis ou degraus que nos separam uns dos outros e da Luz. Ao fazê-lo, nós descobrimos que somos opostos à Luz conforme os 620 degraus e, assim, compreendemos a Luz do Infinito 620 vezes melhor. Assim, nós revelamos a alma comum e toda a Luz que a preenche: o Criador.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabala 3/09/10, Shamati # 50

O Ponto De Salvação

Dr. Michael LaitmanA mesma questão surge repetidamente: Por que a Luz não conseguiu criar um ser perfeito semelhante ao Criador desde o início? Mas isso não pode ser feito! É impossível passar a qualidade de doação do Criador diretamente para a criatura.

É por isso que nós temos que experimentar a quebra dos mundos (no Mundo de Nekudim) e da alma coletiva (pecar com a Árvore do Conhecimento). Não há outra maneira de conectar e juntar as qualidades de doação e recepção (Bina e Malchut), exceto através do pecado (a quebra) de Adão e da destruição do Templo.

Mas foi o homem forçado a provar o fruto (maçã) da Árvore do Conhecimento? É semelhante à situação quando você vê um prazer e reconhece claramente que ele traz danos; você sente vergonha, mas está disposto a anulá-la, porque a tentação é forte demais. Você não pode resistir a ela, mesmo que esta seja mortal. Além disso, o prazer não anula a vergonha, mas obriga você a continuar!

Nesse caso é necessário chegar à conclusões e aprender de uma vez que é exatamente neste ponto que você experimenta o pecado de Adão baseado no egoísmo coletivo (a Árvore do Conhecimento), descrito como: “Eu comi e comerei de novo!”. Ele não pode resistir; esse prazer é maior que ele, embora ele saiba que é proibido.

É aqui que a diferença entre a Luz e o desejo é revelada. Se você for capaz de perceber e deseja corrigí-la, perceberá que você precisará da Luz que Corrige. Não há outra opção; esta é a única maneira de você sentir que está condenado e pode ser salvo apenas por um milagre do Alto. É quando você pede pela Luz e recebe a salvação.

A salvação vem somente deste ponto no nível humano. Quanto aos “animais”, o Criador não apela que eles saiam do Egito. É o “humano” que sai do Egito e conduz o “gado” para fora.

Da 4ª parte 4 da Lição Diária de Cabala 29/08/10, “Introdução ao Livro, Panim Meirot uMasbirot

Todos Têm Uma Alma

Se uma pessoa estuda Cabalá somente para obter conhecimento, sem o desejo de se corrigir, então será inútil, pois o propósito de estudar é atrair a Luz que Reforma. Por isso, os Cabalistas esconderam seus textos nos séculos passados. Naquele tempo a humanidade não sentia a necessidade da Luz da Correção, assim não havia razão para dar às pessoas um livro de Cabalá. Elas não iriam ver nada mais do que letras mortas ou celas vazias nele. Por isso a Cabalá foi banida. Se a pessoa não tem um desejo correto, a Cabalá não fará bem a ela. De fato, ela irá somente prejudicá-la uma vez que ela irá estudar mecanicamente e permanecerá na mesma dimensão material que ela sempre conheceu.

Nesse caso, por que então disseminamos a Cabalá entre as massas, inclusive entre aqueles que ainda não têm um desejo espiritual, o “ponto no coração”? A verdade é que o desejo da pessoa inclui todas as dimensões. A vasilha coletiva espiritual inclui todas as almas, todas as pessoas, mesmo aquelas cujos Reshimot para a correção espiritual ainda não apareceram. A diferença é que elas não podem começar a correção imediatamente porque ainda não sentem a necessidade de alcançar a meta espiritual.

Todavia, todos têm uma alma! Todas as pessoas são parte integral de Malchut do Mundo da Infinidade. Nós somos capazes de atar todas essas almas a nós mesmos e assim incluí-las em nosso círculo. Dessa forma, nós iremos projetar sobre elas a Luz Circundante que nós atraímos.

A Luz Circundante pode não impactá-las tão fortemente quanto o faz em nós. Ela influencia nosso Reshimo espiritual diretamente, mas os Reshimot espirituais delas ainda não se revelaram e assim a Luz as influencia indiretamente. Todavia, ela as atrai para a correção e as integra no nosso organismo espiritual coletivo.

Desta forma, o trabalho que estamos fazendo não é em vão. Baal HaSulam escreveu que a disseminação da ciência da Cabalá entre as massas é “o chamado do chifre do Messias”.

Qual É A Verdadeira “Disseminação Cabalística”?

Dr. Michael LaitmanQuanto mais nós nos unirmos, participarmos de ações comuns, tais como convenções e noites de união, e nos comunicarmos dentro do sistema do “Estimulador”, ondas gerais da Luz Superior começarão a descer sobre nós e, gradualmente, lançar-nos até a margem do Mundo Superior. Desta forma, nós descobriremos que existe uma multidão de pessoas surfando juntas a mesma onda, para realizar uma ação espiritual comum. A Força Superior age de forma sincronizada no que diz respeito a um grande número de pessoas. Portanto, a intensidade desse desejo espiritual e a Luz Superior que o rodeia são revelados nessa união. Isto começa a influenciar toda a humanidade, e é chamado de disseminação da ciência Cabalística.

As pessoas começarão a sentir no subconsciente este fenômeno, devido ao fato de que estamos todos conectados como uma só alma. Mesmo aqueles que não vêem ou ouvem nada disso, inevitavelmente, começam a surfar a mesma onda, sentindo a presença do movimento espiritual no mundo. O mundo se tornará mais sensível à influência da Luz.

Desta forma, nós estamos influenciando o mundo todo com as ondas que criamos juntos. Nós estamos elevando e abaixando o mundo inteiro – elevando centelhas de doação e abaixando egoísmo. Cada vez mais centelhas de doação estão fazendo seu caminho até o topo e as pessoas estão começando a se perguntar sobre o sentido da vida. Portanto, nós estamos acelerando o processo de correção.

Da 4a parte da Lição Diária de Cabala 19/08/10, “Introdução ao Livro, Panim Meirot uMasbirot

Do Que A Klipa Nos Protege?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Do que a Klipa (casca, força impura) nos protege?

Resposta: A Klipa protege-nos do Criador! Enquanto nós existimos em nosso orgulho, nós não podemos nos unir a Ele e sempre nos desenvolvemos devido a duas forças: uma força nos desenvolve desde dentro com a ajuda da Luz, e a outra nos impede e restringe, levando-nos a permanecer dentro do nosso desejo de desfrutar para nosso próprio benefício, o qual é de fato a Klipa.

No entanto, quando nós nos elevamos para o próximo nível, nós precisamos remover e jogar fora a Klipa, de modo que possamos usar o “fruto” maduro como “alimento” para o homem que está dentro de nós. Portanto, é costume remover a casca da fruta e não usá-la como alimento.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabala 14/07/10, “Introdução ao Livro, Panim Meirot uMasbirot

A Vida Coletiva Da Luz E Do Desejo

Todos nós estamos incluídos como partes do sistema geral dentro do único estado que lá existe: o Mundo da Infinidade. Ele existe como um corpo semelhante a um organismo vivo que consiste de vários subsistemas internos que transferem sangue, linfa, ou sinais nervosos. Nós estamos todos interconectados no nível do Mundo da Infinidade como um eterno organismo que funciona como uma máquina perfeita semelhante à Luz que o preenche. O desejo e a Luz trabalham juntos em harmonia.

Como em cada corpo saudável, processos de expansão-contração acontecem, como o pulso, a respiração, ou a batida do coração. Mesmo que o desejo de receber prazer e a Luz sejam contrários um ao outro, sua oposição cria uma dinâmica chamada “vida”. Todas essas mudanças produzem a sensação de vida.

Se só a Luz ou somente o desejo existissem, nada seria sentido de maneira nenhuma. A criação sente sua existência porque a Luz e o desejo atuam em conjunção um com o outro, isto é, em harmonia. Algumas vezes a Luz se expande e algumas vezes o desejo adianta-se. Durante todo o tempo, um completa o outro.

Algumas vezes a Luz é maior porque o desejo intencionalmente se diminui e deixa a Luz agir. Outras vezes a Luz permite que o desejo funcione. Um é maior, e então o outro, como num balanço. Isso é o que nos permite ascender, decolando para cima! Essa dinâmica dá nascimento à vida.

Ela trabalha assim no Mundo da Infinidade. Porém, nosso estado é intencionalmente corrompido em tal forma artificial que nós vemos “a vantagem da Luz apesar do estado de escuridão”. Isso nos deixa sentir nossa oposição à Luz e nos permite fazer nossos próprios esforços para nos corrigir. Somente sob essa condição somos capazes de apreciar a Luz.

Se você nasceu perfeito, você irá viver “automaticamente” e nunca irá revelar a perfeição em sua mais profunda medida. Essa é a razão porque as restrições e ocultamentos, distanciamento e a quebra aconteceram, até um ponto de completa separação da criatura do Criador. E essa corrupção existe somente em nossa percepção interna e em nenhum outro lugar mais.

Eu me sinto estando em algum corpo (isso é pura ilusão) dentro de algum (imaginário) mundo somente porque eu estou inconsciente. Eu existo no Mundo da Infinidade, mas minha falta de consciência produz várias ilusões de imagens imaginárias. Esses delírios são chamados “esse mundo”. É o último, o mais baixo, e o pior degrau de todos os estados possíveis.

Assim, é óbvio que nós temos que aplicar esforço e recuperar a consciência (sensação de perfeição). Somente depois de alcançá-la iremos compreender sua profundidade por completo.

Conectando-se Com A Luz

Todos os livros escritos pelos Cabalistas podem me dar a Luz que Reforma. A maior força da Luz descende até mim quando eu leio O Livro do Zohar, é quando acontece a conexão com a Luz.

Porém, a Luz atua somente se todos nós juntos desejarmos alcançar a garantia mútua, unidade, amor, e nos tornar “como um homem com um só coração”, semelhantes ao Criador. O quanto entendamos isso não é importante. Se eu sou incapaz de me unir, a Força virá desde o Alto e o fará.

Tão logo eu começo a sentir conexão com todos os outros num pequeno grau, o mundo espiritual será revelado a mim nessa conexão. Isso acontece dentro de nós da mesma forma como a pessoa que estava inconsciente começa voltar à consciência e compreende onde realmente está.

A ocultação desaparece, e eu sinto que essa realidade da qual eu antes não estava consciente sempre esteve e permanece aqui. Isso depende somente do meu desejo de me conectar com o resto das partes. No correto relacionamento entre nós, eu encontro a verdadeira realidade.