Textos com a Tag 'Luz'

Uma Notável Jornada Ao Desconhecido

Dr. Michael LaitmanNós existimos em um sistema de leis em ação. Há uma força superior que nos influencia e deseja doar o bem. Por isso, ela criou o desejo de desfrutar, que ela pode preencher com prazer.

A criatura recebe prazer especialmente ao tornar-se idêntica à força superior: perfeita e eterna. Para alcançar isso, ela deve atingir as mesmas sensações, o mesmo nível, profundidade, poder e status como se pertencesse a essa força superior.

A força primária é considerada como o Criador, enquanto que a secundária é a criatura. Esta força secundária deve sofrer transformações, enquanto acumula várias impressões, até ascender todos os 125 degraus espirituais. Ela deve experimentá-los por conta própria, através de uma busca independente, de uma compreensão, consciência, percepção e esforço para alcançar tudo isso enquanto aspira chegar a um estado preparado para ela pela força superior.

Assim, a evolução da criatura implica num elemento de participação pessoal, com seus próprios sentimentos e pensamentos, com a consciência da própria existência e realização. Mas a criatura não tem como fazer nada sozinha, exceto uma coisa: o desejo de mudar. De fato, a força das transformações, o seu programa e ordem, vem somente de quem dá a força original, o Criador.

O sucesso no trabalho é determinado pela aprendizagem de dividir todos o seu avanço em duas partes: o trabalho atribuído à criatura e o trabalho realizado pelo Criador. Eles são parceiros, mas todos o seu trabalho é distribuído de acordo com o que diz respeito ao homem e o que diz respeito ao Criador.

A chave é não tentar fazer o trabalho do Criador, tentando corrigir a si mesmo e o mundo. O trabalho da pessoa é o desejo de mudar. Essas mudanças devem ocorrer acima da minha natureza, o que é considerado como “acima da minha razão”. Isto significa que a direção da minha transformação, bem como as propriedades e sensações internas que estão sendo formadas em mim, são totalmente incompreensíveis para mim, já que eu recebo uma nova natureza.

Sem ter idéia de onde se está ou em que direção está se movendo é um sinal claro da nova natureza que está surgindo na pessoa. Afinal, se a pessoa entende e sente seu progresso, todas as mudanças ocorrem em concordância com o seu egoísmo, sua natureza.

Quando a pessoa cresce dentro de sua própria natureza, ela está de certa forma consciente do que é esperado e faz escolhas para beneficiar o seu egoísmo. Mas, na espiritualidade, quando nós desejamos obter uma natureza diferente e tornar-nos igual ao Criador, nós sempre nos movemos em direção a algo desconhecido e imprevisível. Nós só atraimos as forças de desenvolvimento até nós.

No entanto, essencialmente, só há uma força que é dividida em vários componentes de acordo com seu uso: o nosso desejo individual e inicial, “o ponto no coração”, o poder do grupo, a força do estudo e, finalmente, a força que realmente age sobre nós e nos corrige, chamada de “Luz Circundante”.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 8/3/11, A Importância do Estudo

Não Tenha Medo, Estamos Com Você!

Após a quebra,as faíscas caíram em vasos quebrados e a Luz é o desejo de receber esta Luz egoisticamente. Acontece que eu estou dentro desse desejo egoísta do recipiente quebrado, e isso significa que eu quero usar a sociedade e o Criador para receber a plenitude espiritual, mas por amor a mim mesmo!

Eu quero progredir espiritualmente, ganhando mais conhecimento, mais sensações, e tornando-me mais próximo dos meus amigos, a fim de receber deles alguma coisa. Tudo isso tem como objetivo a direção da meta espiritual, mas com uma intenção egoísta. É assim que eu ativo meus desejos espirituais ou recipientes quebrados. Eu ajo com o coração quebrado e é justamente dentro dele que eu vou encontrar o Criador entre todos os meus desejos egoístas. [Leia mais →]

Nascido De Novo Em Cada Novo Degrau

Dr. Michael LaitmanPergunta: É um Cabalista capaz de medir com precisão a “força milagrosa” da Luz superior como numa experiência científica, ou para ele isso é um axioma, como é um axioma para nós?

Resposta: Não, nós nunca sabemos como subimos ao degrau seguinte. É como no exemplo do Rabino Shimon, que caiu tão baixo precisamente antes de atingir o mais alto degrau, a correcção final, que se tornou uma pessoa comum, simplesmente o Shimon do mercado.

Quando se trata do próximo degrau, operamos sempre através da fé acima da razão, e nunca sabemos o que irá acontecer lá. Uma vez que eu já tenho experiência, posso dizer que maior doação e maior amor e unidade me esperam lá, mas porque eu ainda não o sinto realmente, não tenho capacidade de prever nada com 1% de precisão.

É sempre algo absolutamente inesperado e novo, uma “actualização” inteira, uma mudança completa de todos os meus componentes, melhoria de todas as dez Sefirot. Habitualmente, isso é sentido como uma renovação muito forte que dá uma impressão tão extraordinária que tudo se volta de baixo para cima em comparação com o que era antes.

A percepção inteira da realidade, sensações, e entendimento mudam. Isto ocorre em cada degrau, independentemente de onde a pessoa esteja. É uma nova criatura de cada vez.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 8/3/2011 sobre A Importância do Estudo

A Criação Nadando Num Oceano de Luz

Dr. Michael LaitmanExistem apenas duas forces no universo: a força de doação – o Criador, e a força de recepção – a criação. Elas começam a partir de estados opostos entre si, onde a força do Criador é infinita, como um oceano de Luz que está num repouso eterno. E a força da criação começa com um pequeno ponto dentro desta Luz Infinita.

O objectivo do Criador é elevar este ponto de forma que ele se torne tão grande quanto a Luz e igual a ela em todos os sentidos, quer em tamanho quer em quantidade. Isto quererá dizer que o bom e generoso Criador terá conseguido fazer a sua boa e benevolente acção – a acção de doar.

Portanto, o Criador dá à criação todas as qualidades que estão presentes no desejo de receber prazer, em oposição ao que está presente no Criador, no desejo de doar, de forma que a criação possa decidir independentemente e escolha livremente o estado do Criador (doação), como a mais elevada e mais admirável qualidade comparada a tudo o que está presente na criação. Mesmo se recebesse a oportunidade de adquirir satisfação infinita para seu próprio benefício, iria preferir permanecer vazio só para estar perto da qualidade de doar.

Neste caminho a criação tem de passar através de uma quantidade enorme de discernimentos, mas eles podem todos ser divididos em dois caminhos: entendimento quantitativo e entendimento qualitativo. Todo o trabalho da criação assenta na percepção do mal. Tem de perceber o quão má é a sua qualidade egoísta de recepção em comparação com a qualidade de doar do Criador.

E a razão porque é má não é por causar sofrimento à criação. Nesse caso a criação escolheria doar de forma egoísta. Contudo estes entendimentos do bem e do mal não devem depender dos desejos da própria criação, isto é, não podem escolher algo que possam ser capazes de desfrutar naturalmente.

A escolha tem de ser feita do ponto que é independente dos seus desejos para que você prefira outorgar pelo bem desta qualidade, porque é a mais elevada. E não deve ocorrer porque você planeje receber algum tipo de satisfação ou benefício dela.

Portanto, neste caminho a criação começa sempre por perguntar, “Quem é o Criador para que eu ouça a Sua voz?” e “O que irei eu receber por todo este trabalho?” Isto é, revela todo o seu desejo, o vaso inteiro (Kli) e o seu tamanho, assim como qualidade, apreendendo-se e exigindo satisfação natural de acordo com as suas qualidades egoístas.

E quando tenta alcançar a verdade de forma a não depender dos seus desejos, a “suspender-se” entre o céu e a terra, vê-se a si mesmo como “metade pecador e metade correcto”, como na balança da justiça. A partir daqui começa já a trabalhar na sua própria liberdade de escolha.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 10/3/11, sobre o Orador

A Luz No Vaso: Não Só Preenchimento, Mas Impregnação

Dr. Michael LaitmanO Criador criou o desejo, que era “redondo” (isto é, que inicialmente não tinha todos os detalhes de percepção), e preencheu-o com a Luz. Com Sua força, a força da Luz, Ele criou a realidade do desejo e preencheu-a com a mesma Luz.

Assim, só há dois elementos no universo: o desejo e a Luz, o vaso (Kli ) e o que o preenche. A Luz é considerada como “o Criador”, enquanto o desejo é considerado como “a criatura.” Só eles existem no mundo do Infinito. Quanto a um “mundo” na espiritualidade, ele é um estado de ser e não uma imagem que estamos acostumados a ver em nosso mundo.

Assim, o estado inicial do desejo e da Luz é chamado de “mundo do Infinito”, já que não há limites ou restrições. O desejo tem tanta Luz quanto deseja. Todos os componentes do desejo são preenchidos.

O que está faltando aqui? O desejo foi criado mas não está consciente disso. Ele existe porque a Luz está a sustentá-lo. Para que o desejo possa evoluir e sentir o que é, o que tem e o porque foi criado, é necessário inserir um determinado componente adicional nele. Isso porque, enquanto ele está encerrado em si só, o desejo não tem auto-consciência e percepção de sua própria existência.

A fim de perceber a si mesmo, o desejo tem de olhar para si de lado, observar-se, e refletir sobre sua existência.  Mamíferos e seres humanos pouco desenvolvidos não possuem essas características. Só depois de ter evoluído é que o homem começou a se perguntar: “Quem e o que sou eu? Para que eu sirvo? Qual é a essência da vida?”. Ele não está interessada em auto-realização, mas no sentido da vida e se esforça para olhar para fora de sua existência.

A fim de dar ao desejo esta oportunidade e capacidade, a Luz deve inseri-lo e compartilhá-lo com suas próprias qualidades. Nesse caso, as qualidades do desejo e da Luz vão co-existir nele, e do contraste entre elas, ele vai começar a perguntar-se: “De onde foi que eu vim? Por que eu existo? Para onde vou?”.

No entanto, se a qualidade adicional não aflorar no desejo, ele não vai começar a refletir sobre nada e só se preocupará com suas necessidades naturais: ficar satisfeito e pleno. Da mesma forma, os representantes dos níveis inanimado, vegetal e animal  esforçam-se para preencher e preservar-se da melhor forma possível.

É por isso que o Criador deve penetrar o desejo e permeia-lo com Ele, para dar-lhe a forma da Luz.

Da 3ª parte da Liçã Diária de cabalá 04/3/11, “Palestra sobre o Artigo, Prefácio à Sabadeoria da Cabalá”

A Verdadeira Confiança Vem Da Luz

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, Ohr Bahir.  Segurança é fé em si mesmo. No sentido psicológico é o sentimento de resistência. Isso é porque nada irá resistir em face do desejo, além da exaustão ou impaciência nos esforços.

Desta forma, um herói sente uma força poderosa de paciência interna e não desiste em face de nada, acreditando em si mesmo e em sua força. Mas uma pessoa fraca sente que não tem a força da paciência, e quando outra pessoa lhe causa sofrimento, ela não pode resistir e, assim, rende-se imediatamente a ela.

Pergunta: O que é a fé em si mesmo? Isso soa egoísta.

Resposta: O texto está escrito de uma forma que é decifrado diferentemente abaixo, em nosso mundo, e acima, no mundo espiritual. Em nosso mundo você deseja resistir se acredita que está certo, se aspira à meta, se realmente precisa de algo, ou se ama as pessoas pelas quais você se esforça, como seus filhos, parentes, e aquelas próximas a você. Por outro lado, na espiritualidade tudo é feito pela força da Luz que influencia você.

Não é segredo que o heroísmo em nosso mundo é a força do egoísmo. Nós precisamos da inveja, do desejo apaixonado, do amor-próprio e de outros estímulos para nos “animar” e adquirir a capacidade de resistir. Além disso, nós recebemos a capacidade de resistir da natureza. Algumas pessoas são capazes de resistir a grandes sofrimentos desde o nascimento.

Mas quando a pessoa entra no mundo espiritual e começa a trabalhar para a doação, isso para jánão funciona. Não há mais fortes ou fracos. Todos estão no mesmo nível e não são assistidos por sua natureza material. No mundo espiritual, a pessoa precisa da força que veste as Luzes nela.

Obviamente, aqui também cada pessoa difere das outras, mas ela difere pelo seu propósito espiritual, que é determinado pela raiz de sua alma. A respeito de qualquer outra coisa ela se sente fraca e sem poder. Quanto mais a pessoa avança, mais fraca se sente, e mais ela depende da Luz que corrige.

A princípio nós todos somos heróis, “verdadeiros homens”. Mas daí começamos a ficar fracos, até que descobrimos que não nos restou nada. É assim que nós “quebramos”, compreendemos nossa fraqueza, e graças a isso, entendemos que na verdade não precisamos ser capazes de fazer nada além de procurar pelas forças para persistir e resistir.

Eu só tenho que encontrar a força da fé. Então, eu irei adquirir a capacidade de resistir , a força da doação agindo acima do conhecimento. Deixe-me sentir vazio dentro, deixe-me não ter nada que valha à pena trabalhar, deixe-me estar completamente desprovido de energia, porque o meu egoísmo não me empurra adiante e não me dá forças. Todavia, se eu recebo a força da doação da Luz que corrige, eu já posso compreender isso. O grau da minha segurança depende disso.

No mundo material o grau da minha segurança depende do quanto está contido em meus Kelim (vasos) de recepção. Mas na espiritualidade é o contrário. O grau da minha segurança depende do quanto está contido nos meus Kelim de doação.

Ninguém tem qualquer “gosto especial” aqui e ninguém excede outros em poder. Cada pessoa desce a zero e experimenta um total vazio e fraqueza, e depois começa a adquirir a força da doação que vem do alto. Mas isso acontece somente na condição de que ela esteja unida com a força superior. O desejo de receber precisa sempre ser anulado ante o superior, para que assim o desejo do doar possa dar a pessoa a força de resistência e confiança.

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 3/3/11 sobre  a Confiança

Uma Exigência Pela Luz

Dr. Michael LaitmanSe a pessoa sente um desejo de se tornar “Humano” e o usa correctamente, é chamada de “Israel”, que significa “directo ao Criador” (Yashar-El). Ela quer atingir toda a sua actividade e todas as circunstâncias que encontra no seu caminho que a conectem ao Criador. Então, em cada situação e a cada momento na vida ela quer estar sob a influência da Luz que Corrige.

Ao construir estas coisas para si da forma correcta, a pessoa descobre que está à frente da Luz, do Criador, e o seu trabalho inteiro assenta apenas em aspirar para esta exigência que está direccionada a esta força correctora. Afinal de contas, olhando para a imagem toda, apenas ambas existem no mundo inteiro.

Nesse caso, a pessoa também constrói correctamente o seu ambiente. Os amigos são partes da sua alma, pertencendo ao mesmo desejo. Na medida em que os conecta a si mesma, a Luz vem e corrige essa união, substituindo a sua forma de recepção pela forma de doação mútua. Então, todas as criaturas que rodeiam a pessoa tornam-se partes dela e tudo se funde num todo através da Luz.

É assim como chegamos ao estudo, ao uso do método Cabalista, e alcançamos o objectivo da criação. Ao tentar tomar a direcção correcta antes do estudo e noutras ocasiões, a pessoa determina a velocidade do seu avanço.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 02/03/11, Escritos do Rabash

Um Processo Chamado “Luz”

Dr. Michael LaitmanA “Luz”, por si só não existe. Um determinado fenômeno ocorre dentro da criatura, e a criatura chama-o de “Luz”.

À medida que a criatura desperta para sentir este fenômeno, isso significa que a Luz se espalha dentro dela. Na realidade, nada se espalha, nem vem de nenhum lugar! Um desejo simplesmente desperta dentro de mim e eu chamo sua característica, forma e cor de “Luz”, que se espalha dentro, entra, e existe em mim em algum tipo de processo.

No entanto, além do meu desejo interior não existem outros processos que estejam ocorrendo. Eu chamo parte desses processos de “desejo” e parte de “Luz”. Em outras palavras, o meu desejo muda, e como resultado, eu chamo os fenômenos que ocorrem dentro dele de “Luz”.

Da Lição Diária de Cabalá 31/12/10, Talmud Eser Sefirot

A Luz É Veneno Para O Egoísmo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Você diz que o Livro do Zohar é o único meio que pode nos ajudar a alcançar a correção e a união. Mas não está claro como o mundo será capaz de usá-lo, já que é impossível entender qualquer coisa neste livro!

Resposta: Mas nós nos corrigimos em nosso mundo usando o mesmo meio obscuro! Eu venho de um médico sem entender nada sobre o tratamento ou os meios. Ele crava uma agulha em meu corpo e tira sangue em um tubo, e eu até lhe pago e digo “Obrigado!”.

Então, ele prescreve algum tipo de substância química para eu tomar, que contém somente veneno. Certamente, você deve saber que todo remédio é veneno; na verdade, o próprio símbolo da medicina é uma serpente com um copo de veneno. Nós pagamos um monte de dinheiro para este medicamento e não entendemos como ele funciona, e não há dúvida de que é à base de veneno. Mas eu o engulo e isso me ajuda! Eu fico melhor!

Meu corpo estava doente, então eu lhe dei mais um veneno, e de repente ele se tornou saudável. Você pode explicar isso? Mas é assim que funciona! Será que isso é lógico de alguma forma?

Da mesma forma, temos que injetar veneno dentro de nós, porque a Luz superior é o veneno mais verdadeiro que existe para nós. Temos que levá-la para dentro de nós e depois vamos ficar melhor! Precisamos de algo completamente oposto à nossa natureza, e isso parece completamente ilógico.

Mas mesmo em nosso mundo, tomar o remédio é uma ação ilógica, e é ainda mais se estamos falando da correção espiritual. Diga-me, será que eu realmente preciso da Luz superior que vai me ensinar a doar e a amar ao próximo? Sinto-me enjoado só de pensar nisso. Eu não quero ver ninguém e odeio todo mundo, amaldiçoando toda a minha vida e o Criador. Mas me disseram que você tem que adicionar um pouco mais de veneno e atrair a Luz, o Criador, para mais perto de você.

Mas o que eu estou atraindo? A força da doação, a Luz que parece trazer-me mais do que eu odeio! E é exatamente isso que eu não quero! Isso funciona como um duplo negativo, um oposto sobre um oposto – e este é todo o significado e a lógica! É muito difícil para nós entendermos isto.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 23/02/11, “Introdução ao Livro Meirot Panim uMasbirot “

Soldar Com A Luz Superior

Dr. Michael LaitmanÉ preciso lembrar constantemente que estamos lendo O Zohar somente para que os nossos desejos de união conectem-se sob a influência da Luz. Tudo o que eu posso fazer é aspirar pela união, esperando que ao ler O Zohar e o Talmud Eser Sefirot, a Luz nos conecte. Eu tenho que imaginar que além de mim, todo mundo é um só. E eu sou o único que tem que ser incluído em todos.

Eu sou incapaz de fazer isso sozinho. Este “clique”, conectando-me com todos, só pode acontecer como resultado do estudo. É como quando soldamos dois fios e os colocamos juntos e influenciamos o local de contato com alta temperatura, fundindo-os com uma liga de solda que os conecta.

É por isso que eu entro em contato com o grupo e imagino que me conecto com eles. Eu espero que o estudo nos solde no nosso ponto de conexão.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 21/01/11, O Zohar