Textos com a Tag 'Luz'

As Sombras Sagradas E Impuras

Dr. Michael LaitmanNo nosso trabalho, existem quatro fases de HaVaYaH, tal como em tudo o resto. Ao inicio, a pessoa quer aproveitar-se do Criador, mesmo que não tenha idéia do que seja isso, e egoistamente usa o grupo de todas as formas.

Mais tarde, começa a procurar pelo menos um pouco de doação. Este tipo de desejo dá-lhe a Luz superior ao afectar constantemente a pessoa e levando-a através das quatro fases de evolução, ao longo dos degraus de sentir e perceber. Mesmo que não revele desde já em que estado está em relação à Luz, as sensações que sente ainda mudam.

Assim, ela chega a um ponto onde começa a pedir correcção. Obviamente, ainda é uma noção egoísta, uma vez que ela é a que quer sentir-se bem e pensa que irá obter todo o benefício por ser capaz de doar. Por outras palavras, é ainda tudo “eu, eu, eu, e eu”, mas a sombra que esconde o Criador dela vai-se alterando em profundidade e qualidade.

Anteriormente, ela pensava que esta sombra estava simplesmente a cobrir o Criador. Agora, ela acaba por perceber que é tipo um jogo, como um adulto com uma criança, onde o primeiro permite ao último fazer algo por si mesmo para que possa crescer. Então, a pessoa começa a gostar da ocultação.

Não significa que ela queira continuar lá, mas sim que está disposta a usá-la correctamente. Vê-a como uma expressão de amor que a Luz, o Criador, a Natureza, sente por ela. Assim, ela aumenta a sua participação consciente no grupo e começa a prestar atenção a cada momento.

Ela começa a ver que este sistema inteiro “respira” a toda a hora. Num instante ele afasta, noutro aproxima, dependendo da “atitude” da Luz superior, da maior ou menor ocultação. A pessoa envolve-se em todo o tipo de interacções com a Luz, ao trabalhar com estas ocultações, a Luz superior, o desejo, todo o tipo de eventos “acidentais”, por assim dizer, aos quais ela se sujeita. Ela começa a conectar tudo a uma raiz: “Não há nada além d’Ele”.

A sombra que costumava ocultar a Luz e parecia ser uma sombra de forças impuras transforma-se numa sombra sagrada. Agora, ela quer usar esta sombra para que ela não desapareça, mas permanece uma sombra cobrindo o seu desejo de receber prazer. Em relação a si, ela deseja trabalhar acima dela.

Esta sombra torna-se vital para ela e transforma-se numa tela anti-egoísta que retém o seu desejo egoísta. Agora, a pessoa controla esta sombra autonomamente e usa-a apenas para doar.

Aqui continuam outras quatro fases de desenvolvimento, o HaVaYaH completo: doar em prol de doar, seguido de receber em prol de doar. Em todas as fases anteriores pelas quais ela já passou, ela foi aprendendo com a Luz superior: ela revelou-lhe quem ela é, a sua atitude para com a Luz, como as nove Sefirot de Luz Directa (do Criador até ela) para que ela venha a revelar as nove Sefirot da Luz Reflectida (de si mesma até o Criador).

Inversamente, ela aprende destas ocultações como ocultar-se a si mesma, a sua espessura (o desejo egoísta) e transforma isso num desejo que doa e é preenchido com a Luz! Assim, a pessoa aceita gradualmente a ocultação inteira em si mesma, transformando-a da cobertura sobre o seu desejo egoísta na tela e na Luz Reflectida, na intenção de doar. Ela transforma toda a profundidade do desejo que estava anteriormente oculto nas forças de doação, o poder de amar os outros.

Assim, ela começa a sentir que não há outros. De forma miraculosa, ao começar a ver a Luz Reflectida a expandir-se dela, descobre que os outros que costumavam ser alheios, distantes, e terríveis para ela são exactamente o oposto: alguém querido e amado.

A pessoa acumula todas estas transformações ao passar através dos degraus de ocultação (dos mundos) e construir a partir deles novas relações de amor e doação. Assim, a sombra impura dos desejos egoístas torna-se sagrada, e todas as ocultações tornam-se uma revelação do amor.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 16/5/11, Shamati #8

Restaurando A Tela Quebrada

Dr. Michael LaitmanA Luz superior permanece em repouso absoluto, e nada evita a criatura de sentir que é controlada por uma força única e unificada que preenche toda a criação. São apenas as propriedades da própria criatura que não permitem experienciar essa força devido a serem opostas ao Criador, à Luz.

De facto, de acordo com a condição da Primeira Restrição (Tzimtzum Aleph), as propriedades da criatura têm de corresponder com as propriedades da Luz, da doação. Esta condição é deposta pelo Criador que deseja trazer a criatura ao estado mais confortável, o mesmo que o Dele próprio.

Assim, o desejo da criatura, que não possui a intenção de doar, é aquele que a separa do Criador, não a deixando senti-Lo, a Luz, a satisfação. A correcção que devemos atravessar de forma a sentir-nos dentro da Luz superior é vista como uma “tela” (Masach) ou a intenção de doar.

Portanto, há um sistema oculto, a ocultação dos mundos que obstrui a Luz das criaturas ( “mundo” em hebraico é “Olam”, e “ocultação” é Alama), atrás do qual ela cultiva o seu desejo egoísta. Assim, uma centelha da tela e a Luz Reflectida desperta nela, e é o “ponto no coração”.

Se a criatura a estimula, ela está num processo onde lhe é mostrada constantemente uma nova profundidade do desejo pelo sistema de mundos, num grau cada vez maior, começando do zero. O grau anterior responde mostrando uma vontade de adquirir a intenção de doar para este desejo.

Nesse caso, o sistema oculto irá garantir-lhe correcção, uma tela anti-egoista, a intenção de doar. A criatura exige que toda espessura (Aviut) do desejo que o sistema de mundos lhe revela do lado esquerdo seja corrigida pela tela (a intenção de doar do lado direito). Ao unir estas duas forças, desejo e intenção, a criatura se assemelha à Luz superior.

Á medida que cresce, a criatura experiencia sentimentos diferentes sob o impacto da Luz superior. Ela pode achar que está a ser liberta para fazer o que lhe apetecer. Ainda mais, pode ponderar ou não sobre isso. Pode esforçar-se para ser livre em maior ou menor medida, ou não fazer ideia alguma sobre este assunto; ou seja, pode estar mais próxima ou mais longe dos degraus animal e humano.

Quando o ponto no coração, a centelha da tela quebrada, e a Luz Reflectida começam a ser revelados na pessoa, ela ganha a oportunidade de o expandir e para isso exige a Luz que Corrige. Anteriormente, esta centelha, a tela quebrada, compelia-a a querer a espiritualidade de forma egoísta e desfrutar do Criador e do mundo espiritual também de forma egoísta. Enquanto que agora ela quer mudá-la toda para doação.

Assim, a pessoa entra num grupo Cabalístico e começa a praticar a doação nele. Quer seja bem sucedida ou não, todos estes são componentes necessários para atingir uma oração, uma solicitação. Se o tipo correcto de necessidade amadurece na pessoa, a Luz superior, que hoje lhe traz o sentimento de distanciamento, dar-lhe-á um sentimento de proximidade.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 16/5/11, Shamati #8

Sempre Brilhe, Brilhe Por Toda Parte!

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que devo exigir da Luz que Corrige?

Resposta: Tudo! A correção: até o estado final corrigido (Gmar Tikun). Esta Luz não apenas nos traz de volta à espiritualidade desde o nosso nível. Sempre, em todos os níveis, onde quer que estejamos, temos a Luz Interior e a Luz Circundante. A última brilha ao nível seguinte, que por ora me rodeia mas não pode vestir-se interiormente por causa da ausência da tela. Assim, eu sempre desejo a Luz, de modo que ela corrija e depois vista-se dentro de mim.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 16/05/11, O Zohar

Abra A Porta Para A Luz Entrar

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como alguém pode afectar os seus amigos, na prática, de modo que mantenha a intenção correta durante a aula, especialmente quando estamos lendo O Livro do Zohar ?

Resposta: Em primeiro lugar, temos que apoiar uns aos outros em nossa busca interna, nossa sensação interna, uma vez que isso é o que chamamos “garantia mútua”. Sem o nosso apoio mútuo, não vamos chegar a um estado onde vamos sentir o desejo coletivo como o nosso.

Não é porque os amigos precisam de mim, mas porque eu preciso deles. Essas ações são muito mais profundas do que simples apoio externo. Assim, eu desperto para uma consciência de que todos esses desejos significam o vaso da minha alma.

Às vezes, eu penso na unidade dentro dos desejos, mas se eu a entendo ou não, eu desperto a Luz desse modo; eu executo as ações voltadas para a unificação dos nossos vasos espirituais (desejos). A Luz é a unidade, e se eu não recorrer a ela através de um desejo ou vaso único, eu não atraio a Luz.

Portanto, devo pensar no desejo integral, onde vivemos em doação e garantia mútua.Essencialmente, a garantia é a abertura muito pequena por onde deixamos a Luz entrar. Na verdade, a garantia significa que você já está ligado com os outros na unidade, semelhante à unidade da Luz.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 15/05/11, O Zohar

Deixe A Luz Nos Guiar

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual é o significado de “necessidade”, com a qual sempre devemos nos preocupar?

Resposta: A necessidade para mim é sempre sentir a minha conexão com a Luz que me guia, como um adulto que orienta a criança pela mão. É assim que eu desejo estar conectado à Luz, a fim de sentir constantemente que ela me guia adiante.

Você se lembra sendo arrastado pela mão por sua mãe? Deixe a Luz nos guiar da mesma maneira!

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 15/05/11, Escritos do Rabash

Libere Em Você O Espaço Para A Luz

Dr. Michael LaitmanPergunta: Por que é necessário abstrair-se do Criador até o ponto máximo, para conseguir  a correção e a adesão com Ele?

Resposta: Não basta descer através de todos os mundos até este mundo. Temos que descer ainda mais fundo. Só quando entramos no grupo nós começamos a perceber o que significa um “homem quebrado”. Então, caímos mais e mais baixo, muito mais profundo do que quando nós começamos a estudar.

Afinal de contas, nós anteriormente não estávamos familiarizados com a nossa inclinação ao mal e não nos sentíamos mal com isso. Nesse ponto, nós ainda pensávamos que os desejos que tínhamos eram bons, e quanto mais o nosso ego evoluía, mais energia nos dava para avançar.

Então, começamos a querer nos unir com os outros e revelar a essência interna do grupo. Fazemos isso ao mesmo tempo pensando constantemente sobre isso, a fim de encontrar a conexão interna entre nós, que existe, mas está oculta de nós. É só então que descobrimos que nós sempre nos esquecemos, rejeitamos e odiamos isso. Assim, a pessoa aos poucos começa a alcançar sua natureza.

Esta ainda é uma descida, visto que a pessoa não revelou todo o mal em si, e todas as subidas e descidas são definidas exclusivamente pela forma como a criatura se sente em relação a isso. A pessoa ainda não se vê como mais distante do Criador. Toda a sua compreensão e experiência baseiam-se no grau da sua distancia Dele, como se ela se estivesse movendo cada vez  para mais longe.

Assim, ela sente um vazio, uma amargura e frustração ainda maior. Ela não entende como pode ser que ela trabalhe e estude tanto, apenas para sentir-se pior, a medida  que o mundo se torna ainda mais sombrio para ela. No entanto, ela finalmente percebe que esta é a forma como a criatura é revelada, e é necessário passar por isso.

No final, ela concorda com isso, o que é considerado como “aceitação incondicional”. Ela está preparada para o que vier e acha que está tudo bem se ela se sente mais inferior ainda; o mais importante é não desistir!

Nesse caso, ela recebe uma carga ainda maior pelo ego, enquanto que, ao mesmo tempo, ganha a oportunidade de corrigi-lo. Aqui o progresso baseia-se em dois opostos, pois quando ela começa a corrigir-se, igualando-se ao Criador e aproximando-se Dele em cada novo passo, ela deve revelar a sua natureza oposta na “linha da esquerda”. Então, de acordo com isso, ela pedirá a Luz “na linha da direita” e se corrigirá na “linha do meio”.

Isso significa que ao longo de toda esta subida até Malchut do mundo do Infinito, até o último momento, à adesão considerada como “Rav Paalim UMekabtziel (Ele que Abençoa e Adorna-a)”, ela vai continuar a revelar um mal cada vez maior. Isso não pode ser evitado.

Caso contrário, nós não vamos encontrar em nós a necessidade da Luz. Nós precisamos de um espaço onde possamos fazer o Criador dentro de nós mesmos. Este espaço deve ser oposto às propriedades inatas do Criador, e dependerá de mim o que fazer nele.

É por isso que encontramos esse vazio, todos os lugares que o compõem, e todas as suas partes, como separadas, opostas, e distanciadas umas das outras, como as partes quebradas de um lego. Nós, entretanto, começamos a montá-lo, procurando as peças que combinam e colocando-as na seqüência correta, na ordem correta de causa e efeito, de modo a alinhar todos os detalhes que foram separados.

Assim, eu revelo como o Criador se sente em relação a mim, que Ele é o Bom que faz o Bem, que criou o ponto da “existência a partir da ausência” que eu preciso corrigir em mim mesmo. Esta consciência de que fui criado “a partir da ausência” me ajuda a entender a “existência a partir da existência” (Yesh Mi Yesh) que me criou.

Todo o processo que este ponto criado por Ele passa é necessário apenas para que eu possa alcançar a Luz infinita. Todas estas fases foram pré-estabelecidas muito antes, durante o plano da criação, antes da criação deste ponto “a partir da ausência”, como é dito: “O fim de uma ação está em seu pensamento inicial”. Assim, ele chega à conquista da força que o criou e à compreensão do que era a essência de todo esse processo de correção.

 Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 08/05/11: “Todos Que Sofrem pelo Público”

A Última Gota Que Acende A Luz

Dr. Michael LaitmanPergunta: Você diz que O Zohar é o sistema de laços entre nós. Como essas conexões são expressas no Zohar: na forma de letras ou no significado por trás das palavras?

Resposta: Você não vai encontrar os símbolos dessas conexões em letras ou palavras, e mesmo sem elas. Devemos ver O Zohar como um dispositivo de conexão e nada mais. Eu não sei como ele funciona. Tudo o que sei é que, se os meus desejos estão corrigidos e se estou lendo O Zohar com a esperança de que estes desejos sejam satisfeitos, isso irá ocorrer.

Eu tenho determinado dispositivo que eu ajusto e ligo na eletricidade, mas falta uma última gota: um pouco mais do meu pensamento e desejo de que isso funcione, para que o dispositivo comece a canalizar a eletricidade e comece a trabalhar.

Eu devo antecipar isso e nada mais. Isso é considerado como “aguardar a salvação”. Mas nós precisamos, da melhor forma possível, preparar os nossos desejos e necessidades, de forma que eles estejam aptos para a correção, tanto quanto possível. Afinal, um desejo não amadurecido não merece correção. Deseje o tempo que passou e que um novo desejo precise ser usado, ou que o mesmo desejo em um grau mais elevado não mereça correção.

Tudo tem que ocorrer com a máxima precisão e, então, a Luz que Corrige vem e realiza a nossa fusão com o Criador. É isso que o nosso trabalho exige.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 08/05/11, O Zohar

As Três Partes Da Humanidade

Dr. Michael LaitmanA Luz gera o desejo e o controla. Inicialmente, o desejo não tem nenhum movimento independente que não seja solicitado pela Luz. Mas, se esse for o caso, como eu posso mostrar qualquer iniciativa, o chamado “despertar de baixo” (Itaruta de-Letata), que é exigido de mim?

Este despertar é possível porque a Luz se esforça em levar o desejo ao autoconhecimento e comportamento consciente, de modo que o desejo se sinta autônomo e independente da Luz. Então, uma vez que o desejo esteja sozinho e livre da Luz, ele pode decidir o que quer e exigir da Luz a mudança.

Essa exigência pode ser egoísta, quando o desejo quer satisfazer-se à custa de sua natureza original. No entanto, com a ajuda da Luz, é possível que o desejo atinja um estado quando ele quer uma mudança real e pede por satisfação não para seu próprio benefício, mas em prol da Luz, do Criador, e dos outros.

As pessoas que desejam atingir este tipo de exigência e pedem pelo bem-estar dos outros são chamadas de “Israel” (do hebraico – “Yashar Kel” – direto ao Criador), enquanto que todos os outros, aqueles que desejam apenas satisfazer-se sem qualquer conexão com a Luz, são chamados de “pessoas seculares”. E se a pessoa pensa que a Luz pode ajudá-la a realizar-se, ela é chamada de “religiosa”. Toda a humanidade está dividida nessas três partes.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 03/05/11, Shamati No.5

O Grupo Do Rabi Shimon Composto De Vários Milhões De Membros

Dr. Michael LaitmanA Luz superior está em um lugar chamado “Shechiná“, que é a unificação entre as almas. Com os nossos esforços, temos que alcançar a união entre nós. Então, revelaremos a Luz que constrói, cria, corrige e preenche toda a criação.

Esta Luz está sempre presente na Shechiná, na assembléia das almas que aspiram ao Criador (Knesset Israel), na unificação entre nós.

O Zohar é a mesma fonte de Luz, mas sob a condição de que nós nos imaginemos (e não importa quantos milhões de nós existam) como sendo o grupo do Rabi Shimon, que tinha dez pessoas que se sentaram, conectadas entre si, e receberam esta Luz chamada de “Zohar” – “a iluminação superior”. Esta é a Luz que nos influencia, nos corrige e nos eleva.

Da 2ª parte da Lição Diária de cabalá 04/05/11, O Zohar

No Reflexo Da Luz Superior

Pergunta: Se o Criador é imutável, por que cada um de nós O percebe de forma diferente?

Resposta: Cada um de nós percebe o Criador de forma diferente conforme o desenvolvimento de nossa alma, de acordo com nossos desejos e qualidades. Isso é devido a que o Criador mesmo não pode ser percebido. Eu nunca O sinto; eu percebo a mim mesmo em relação à “Luz superior simples”. Em relação a essa Luz superior simples, eu me descubro.

Assim, quem sou eu? Você é o mundo inteiro. Você sente isso? Sim. Você existe junto com aqueles ao seu redor? Sim. Bem, então você é esse mundo inteiro. É no seu desejo que você percebe tudo.

Você sente como se isso estivesse acontecendo externamente? Você está errado. Tudo isso está dentro de você. Todo o mundo está dentro de você. Você simplesmente percebe sua realidade dessa forma, em oposição à Luz superior. Você não percebe essa Luz superior, mas ela existe, e também não externamente, mas dentro de você.

Tudo que você possa imaginar está dentro de você, a Luz superior também. Mas o que é a Luz superior? Você só pode falar dela com base em sua experiência. Onde ela está? Está dentro de seus desejos. Tudo está dentro do homem.

Isso continua até que nós realmente revelamos a força superior.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 26/04/11, Shamati No.1