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O Caminho Mais Fácil Para A Espiritualidade

Dr. Michael LaitmanO Baal HaSulam, o Rabash, e outros grandes Cabalistas nos dizem que se quisermos avançar, a maneira mais fácil de fazer isso é nunca pararmos de pensar e de imaginar que estamos todos juntos. Eles estão descrevendo a realidade espiritual enquanto já estão lá. Mas como nós podemos chegar lá? Para fazer isso nos foi dado um meio de auxílio: imaginar que estamos conectados através do amor e da garantia mútua com os nossos amigos que também desejam atingir a mesma realidade.

Desta forma, ao fazer o meu trabalho interior eu entro em um estado que está oculto de mim. Eu ainda não o vejo e não posso imaginar ou compreendê-lo. Portanto, vamos imaginar que estamos juntos. Isto certamente nos trará mais perto de revelar a realidade descrita pelo O Zohar.

Da 2a parte da Lição Diária de Cabala 16/08/10, O Zohar

As Famílias De Hoje Necessitam Uma Base Espiritual Comum

Pergunta: Por que existem tantos problema nas relações familiares hoje em dia, e tantas pessoas estão se divorciando ou não querem se casar de jeito nenhum?

Resposta: O egoísmo está crescendo o tempo todo. Ele não é mais como nas gerações passadas onde não havia quase diferença entre uma geração e a próxima. As pessoas continuavam a viver na mesma terra, na mesma vila, e o filho herdava a profissão de seu pai: O pai era um ferreiro, e o filho se tornava um ferreiro; o pai era um fazendeiro, e o filho se tornava um fazendeiro também. Era costume se viver assim. As pessoas passavam suas roupas de uma geração à outra, e assim por diante.

Hoje a pessoa é nova a cada momento! Para mudar, a pessoa nem precisa ter nascido. E desde que a pessoa é nova, ela não pode suportar o que tinha ontem. Ontem, eu me casei com alguém, e hoje quando eu olho para “ela”, eu fico perplexo e penso: “Essa é realmente a mulher com quem me casei? Onde está aquela que eu conhecia ontem? Onde estão suas qualidades? Eu não vejo aquelas qualidades hoje”. Eu falhei em entender que uma mudança ocorreu em mim. Enquanto isso, eu olho para ela e me parece que ela mudou, e que eu não sou mais capaz de viver com ela.

Não é culpa de ninguém. Se nosso desejo que se desenvolve não começa a ser corrigido, a família irá inevitavelmente ser destruída. Que base as pessoas precisariam usar para ficar juntas? Uma vez nós estivemos juntos no nível social-corporal: uma família comum, uma vida doméstica, filhos, trabalhos e obrigações diárias, e a pressão da opinião pública. Todavia hoje ninguém mais de preocupa com nada. As pessoas ultrapassaram todos essas condições. Elas não querem nada.

Assim, as pessoas são incapazes de ter e criar uma família, e elas não querem ter filhos. Os problemas na família estão se agravando e eles são impossíveis de serem resolvidos se os cônjuges não estão unidos pelo estudo comum da espiritualidade.

Nenhuma atividade material irá manter as pessoas juntas. Somente isso pode salvar a família, como está escrito: “Um marido e uma esposa, e o Criador entre eles”. Nós ainda temos que descobrir em que medida adquirimos a Força Superior, uma ideia mais elevada, para nos conectar no nível de “homem”.

Antes Do ARI, Os Portões Da Sabedoria Estavam Fechados Para Nós

O ARI é a grande alma que descendeu ao nosso mundo para abrir os portões da sabedoria para nós. Assim, com escreve Baal HaSulam, desde o tempo do ARI adiante, tudo depende da pessoa: Ela tem que se corrigir e através disso, revelar o Criador, vir à adesão com Ele, e alcançar o propósito da criação. Antes do ARI, essa porta estava totalmente fechada porque as almas ainda não estavam prontas. Elas ainda precisavam passar através de certo caminho de desenvolvimento e se misturar umas com as outras.

O ARI simboliza o período do Messias por isso ele é chamado Messias filho de José. De seu tempo em diante, a ciência da Cabalá começou a adquirir a forma de um método de correção. Antes então, isso foi programado somente para alguns poucos escolhidos que se apresentaram em uma forma especial.

Nós devemos respeitar os Cabalistas que viveram em Safed na mesma época do ARI, como eles reconheceram a grandeza dele e o apreciaram. Ramak já era idoso. Famoso e estimado, mas ele foi às aulas do ARI. Ele se sentou lá como um estudante a despeito do fato de que ele tinha o dobro da idade do ARI e o reconheceu como um grande Cabalista.

Graças a Ramak e a diversos outros Cabalistas que reconheceram o alcance do ARI, o ARI foi protegido dos oponentes à Cabalá. Depois, ele teve vários jovens estudantes (de 26 anos), e a atitude em relação à Cabalá naquela época era longe de ser positiva. Podemos pensar que tudo era permitido como algumas pessoas tendem a escrever hoje em dia, mas esse não era o caso.

Nesse sentido, a vida do ARI é semelhante à de Ramchal que foi perseguido por estudar Cabalá e exilado no gueto de Pádua, Itália, onde ele viveu. Porém, o Gaon de Vilna (Agra) declarou a sua grandeza, e o Ramchal foi deixado em paz.

O Prazer Espiritual

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que é o prazer espiritual? É simplesmente um prazer muito intenso ou algo completamente diferente?

Resposta: A única diferença entre o prazer corporal e o espiritual reside em qual desejo eu experimento este prazer: egoísta ou altruísta. Os meus desejos egoístas de recepção são limitados. Gradualmente, eles revelam seu próprio vazio, e eu sou forçado a procurar um prazer maior. Como resultado, eu nunca estou satisfeito.

Eu tentei preencher-me (satisfazer-me) com prazer, mas falhei, porque o prazer é “positivo” e eu sou “negativo”. Quando eu tento receber prazer, eu só ganho uma satisfação temporária, que se assemelha a um “curto-circuito”: ela se dissolve rapidamente deixando-me vazio novamente, mas agora a sensação de vazio é duas vezes maior. Ela dobrou porque o prazer que eu tão ansiosamente procurava desapareceu, criando a sensação de vazio em adição aquilo que eu havia sentido antes. Assim, conclui-se que eu estou sempre em uma perda dupla. Como resultado, nós evoluímos em nosso mundo de geração em geração, aumentando o nosso egoísmo vazio.

Ainda hoje um novo problema surge: o ego que uma vez cresceu, trazendo-me uma sensação de vazio, parou de crescer. Logicamente, isso deveria ter me deixado contente, mas eu sinto que não ganharei nenhum prazer a partir de agora. Este novo problema é pior que o anterior, uma vez que não há nenhuma esperança de satisfação. Além disso, eu sinto que o egoísmo é total, representando a soma de todos os sete bilhões de desejos egoístas individuais. Eu descobri que dependo de todos, e que todos dependem de mim. Por este motivo, eu descubro que não sei o que fazer com isso, o que me leva ao desespero extremo.

Durante este período, a  pessoa encontra consolo nas drogas, o que adia a realização da crise total por algum tempo. No entanto, mesmo esta “solução” expira, pois ela torna a pessoa ciente de que este caminho é falso, e que se desconectar da vida significa concordar com a morte. Mas a natureza não permite isso! Nós nos deparamos com a pergunta: “O que fazer depois?”. E a resposta está em mudar o “prazer proveniente da recepção” para “o prazer proveniente da doação”.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabala 6/8/10 “O Ensino da Cabala e Sua Essência”

Amplificador de Sinais Espirituais

Dr. Michael LaitmanPergunta: No trabalho com as três linhas, a linha da esquerda parece grande, pesada e espessa, uma vez que abrange toda a nossa inclinação ao mal. Em contraste, a linha da direita parece muito leve e funciona apenas como um “tempero”. Essa é apenas a minha sensação pessoal?

Resposta: Com certeza. A pessoa se vê como uma substância “importante” que “abarca” todo o mundo material com seu egoísmo. Este é um peso muito grande. Por outro lado, existe a espiritualidade, certo “espírito” (Ruach) leve e sem substância. A pessoa pergunta: “Que poder ele pode ter se é totalmente elusivo?”.

A física quântica investiga as partículas elementares que nem podem ser “apreendidas”, e são detectadas apenas pela deflexão de uma agulha. Nós sabemos deste mundo que quanto mais invisível é uma força, mais poderosa ela é. Da mesma forma, a realidade espiritual define e mantém tudo em sua “rede”, aplicando sua força. Tudo o que existe origina-se das forças internas; suas ações materializam-se e, assim, permitem-nos ver as partículas elementares, assim como todo nosso universo. A energia espiritual dá origem ao material todo mundo.

Portanto, é inviável até mesmo comparar os poderes da Luz e da matéria. A Luz criou um único ponto negro, “Yesh Mi Ain” (existência a partir da ausência). Este ponto nunca muda, ele permanece sempre um ponto. Dentro deste ponto inicia um processo de apreensão: “Eu sou negro. Eu sou diferente da Luz. Quão diferente sou eu? Pode ser a diferença tão grande?”. Mais tarde, essa enorme divergência que, de fato, é representada por apenas um ponto negro, amplia-se conforme a realização de sua natureza má, criando todos os mundos. Este ponto é a essência de tudo que existe; todo seu poder vem da Luz.

Devido à presença da Luz e de seu pequeno desejo, esse ponto é capaz de produzir a Luz de Retorno. É semelhante a um amplificador que produz um sinal fraco na entrada, mas, ao ser aplicada uma força externa que reforça o fraco sinal inicial, este se intensifica e se transforma em um sinal extremamente forte na saída. É assim que você usa a energia “externa” da Luz, aplicando-a em seu pequeno desejo pela espiritualidade e, assim, faz grandes mudanças.

Ao utilizar o seu desejo de produzir a Luz de Retorno e doar de volta ao Criador, você envolve todo o poder da Luz, a força do Criador, e a aplica em um pequeno desejo seu; isto é, quando uma enorme Luz Refletida emerge e se iguala em força com a Luz Direta, a influência do Criador.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabala 30/07/10, O Zohar

Cruzando O Machsom

Pergunta: O que significa “cruzar o Machsom”?

Resposta: Cruzar o Machsom (a barreira que nos separa da espiritualidade) significa sentir a realidade dentro de mim. O “ponto no coração” emerge e ganha o “volume” mínimo (10 Sefirot). Nessas Sefirot, eu começo a perceber e a sentir uma nova realidade. Eu sinto como a Luz entra e sai de mim causando várias sensações. Isso começa com mínimas mudanças de percepção e entendimento, mas eu sou capaz de ver o que está acontecendo “dentro”. Com respeito ao nosso mundo, eu começo a vê-lo no fundo de um novo (espiritual) mundo.

Tal dualidade de existência não é um obstáculo. Ao contrário, ela me permite sentir e entender a relação entre os dois mundos, o ramo e a raiz. Dentro do meu ponto no coração, eu sinto várias ações não importando quão pequenas sejam. Eu ainda não entendo o que elas significam quando a Luz entre e sai, mas eu sinto que algo vem e vai repetidamente. Eu ainda não compreendo exatamente o que está acontecendo tal como um recém nascido que sente mas não sabe o que está acontecendo.

Suponha que a luz acenda e apague. Um recém nascido não sabe que isso se chama luz e escuro, mas ele observa algum fenômeno. Para mim, assim que a Luz entra e sai, ela me dá a sensação da realidade Superior (conforme a Luz entra) e do nosso mundo como sua mera impressão (conforme a Luz sai). Daí para frente, eu começo a me orientar nela melhor e melhor ao ponto de ter a habilidade de desenvolver propriedades semelhantes.

Punição Espiritual

Dr. Michael LaitmanA natureza deste mundo é egoísta, e nós nascemos no desejo cuja natureza é de receber. Assim, este desejo está constantemente a puxar e me empurrar para o prazer, não me deixando em paz por um segundo. Cada momento ele está a criar uma nova necessidade em mim, atiçando-me com novas fontes de prazer. Acontece que neste mundo eu estou sob persistente pressão da força da natureza que desperta em mim a sensação de dor e sofrimento. Assim, se eu não fizer nada, não há punição. O impulso de fazer algo deriva da natureza, porque eu sou controlado pela força que me está a empurrar a mim “de trás.”

Por outro lado, não há força impulsionadora no desenvolvimento espiritual, dado que não há coerção lá. Depende de mim ganhar, reunir, acumular, e ordenar uma força dentro de mim mesmo que me irá avançar. Desta forma, para ajudar a nós que residimos dentro de nosso egoísmo (o desejo de receber prazer) a avançar espiritualmente, nós somos “punidos” se nós não trabalhamos. Isto é, nós somos punidos por inacção.

Se nós começarmos a prestar atenção aos nossos sentimentos, nós iremos reconhecer que eles vêem do Criador. Isto irá nos ajudar grandemente a reagir mais correctamente e a avançar. Se nós começarmos a ver que a atitude do Criador para conosco, punição por nossa inactividade no trabalho, em cada estado que nós atravessamos, nós seremos capazes de nos preparar-nos melhor para cada nova acção momento a momento. Nós iremos ver que o Criador é sempre o primeiro e que Ele nos convida e nos cnoduz a agir. Tudo o que precisamos de fazer é prestar atenção ao que Ele está a dizer, e como Ele está a trabalhar connosco, e de acordo com isso, discernir os detalhes de nosso trabalho. Posteriormente, nosso inteiro trabalho implica unirmos nossas almas, onde o Criador se irá revelar a Si Mesmo a nós.

Dentro desta união, sentindo como o Criador nos está a guiar, nós iremos começar a perceber a Luz Directa, a Luz Reflectida, e todas as outras acções que nós estamos a estudar na sabedoria da Cabala. Nós iremos começar a percepcionar como elas se manifestam entre nós. Desta maneira, o Criador empurra-nos para que nossos desejos correspondam aos Seus.

Assim, o Criador não nos pune mas corrige nossa trajectória.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabala 18/07/10, Artigo, “Eu Sou o Primeiro e Eu Sou o Último”

Legos Para A Alma

Dr. Michael LaitmanTodos os graus da espiritualidade são “pré-cortados”; eles foram predeterminados em avançado pela descida da Luz de Cima para baixo. Isso é similar a uma fábrica de brinquedos que fabrica conjuntos de construção Lego. O Criador criou uma imagem completa no Mundo do Infinito, e então, ao descer de Cima para baixo, “cortou” ou dividiu a imagem em mais e mais partes. Isto continuou até que as “peças de Lego” estavam prontas a ser dadas à “criança” que existe neste mundo precisamente no fundo da descida abaixo.

Uma “criança” neste mundo começa a reunir a imagem do Criador de volta à sua forma original. Ela coloca mais e mais peças juntas até que a imagem esteja completa. Como é que a criança se beneficia deste “jogo”? Enquanto faz este trabalho, a criança experimenta grandes mudanças durante sua ascensão de volta ao Mundo do Infinito. Ela torna-se mais inteligente e madura devido a seu trabalho. Os passos de ascensão não têm valor por si mesmos; o que importa é como eles afectam a pessoa. Nomeadamente, enquanto sobem a escada espiritual, as almas tornam-se mais equivalentes  ao Criador.

O Criador atirou-nos para baixo propositadamente, do Mundo do Infinito para este mundo, para que nós pudéssemos subir de vollta ao reunir a imagem do Criador dentro de nós. Esse é o objecto do jogo!

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabala 16/07/10, Artigo, “A Sabedoria da Cabala e Sua Essência”

Sem Momentos Inúteis Em Nossas Vidas

Dr. Michael LaitmanUma pergunta que recebi: Como nós podemos imaginar os processos que ocorrem na espiritualidade e que são descritos na sabedoria da Cabalá? Onde e quando eles ocorrem, ou eles já ocorreram?

Minha resposta: Todos estes processos já ocorreram em nossas raízes espirituais. Tudo que nós fazemos é revelá-los, ascendendo de baixo para cima e assim aproximando-nos deles. Mas tudo já “ocorreu”. Na espiritualidade, o tempo é uma seqüência de causas e efeitos.

O Criador criou o desejo de desfrutar. Então, esse desejo recebeu a Luz. Depois, ele começou a experimentar a vergonha, restringiu-se, tomou a decisão de começar a receber de forma altruísta (usando uma tela/intenção), e começou a receber a fim de doar, de acordo com o grau de sua capacidade, e assim por diante. Em outras palavras, nós estudamos uma seqüência de ações que aconteceram antes de começarmos a senti-las.

Aqui eu estou nascendo, e a partir deste momento, eu começo a sentir-me. Eu sei que antes de nascer, havia outras pessoas vivas, mas eu não sei o que realmente significa “antes de mim”. Eu começo a perceber a realidade somente a partir do momento em que eu nasci. “Segundo a minha percepção da realidade”, parece que há outras pessoas por aí que nasceram antes de mim e até mesmo algumas que estavam vivas e morreram antes de eu ter nascido. Mas tudo isso só existe na minha realidade, na qual nasci e vivo atualmente. “Eles” são algo que eu concebo como imagens na minha cabeça. Todos nós trabalhamos apenas com o nosso desejo interior que precisa ser esclarecido.

É por isso que a minha realidade começa com o nascimento. Tudo o que supostamente aconteceu antes de eu nascer é uma preparação para a minha sensação atual. Relaciona-se com o Criador e Suas ações dentro de mim. Ele as realizou para preparar-me para perceber o mundo e a realidade à minha volta, do modo como eu faço a partir do momento do meu nascimento. Quem é meu pai e minha mãe e todas as pessoas que me rodeiam? Por que elas agem dessa maneira? É o criador que preparou este sistema que cuida de mim. O mundo todo que eu percebeo é feito pelo Criador para o bem do meu trabalho.

Portanto, nossa vida está conectada com os processos espirituais que se destinam a levar-nos ao despertar espiritual e à revelação de novas sensações. Você realmente acha que existe um momento inútil em sua vida?

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 8/07/10, “Introdução ao Livro, Panim Meirot uMasbirot

A Estação De Radio Do Criador

A fim de sintonizar-me à onda do Criador, eu preciso ajustar meu “diapasão” (a bússola do meu instrumento) – o grau de doação (tela). Eu sintonizo o meu desejo de desfrutar a doação e, dependendo desse desejo, eu pego diferentes “estações de rádio” do Criador.

Altero a freqüência do comprimento da onda, e passo de um nível (Aviut) do desejo do outro, e com base sobre isso eu percebo influências do Criador. Como posso saber que eu me sintonizo corretamente? Eu sei disto pela reação. Se eu “pego” uma onda dele e recebo algo, isso significa que eu estou sintonizado com doação.

Se eu pudesse ver em que sentido giraria o botão do rádio sintonizador a fim de me aproximar e mais claramente me sintonizar com um de Seus canais. Se fosse marcado como no rádio. Mas não há tais etiquetas no mundo espiritual. Embora, se chegarmos a um estado em que somos capazes de ajustar a nossa sintonia, a alma começa a nos ensinar.

Da quarta parte da Lição Diária de Cabala de 8/7/10, “Introdução ao Livro, Panim uMasbirot Meirot”a