Textos com a Tag 'Amor'

Hesed (Bondade) Para Milhares De Gerações

Dr. Michael LaitmanA Torá, Êxodo 20, 5-6: Você não deve se curvar a eles ou adorá-los; porque Eu, o SENHOR teu Deus, sou um Deus ciumento, punindo os filhos pelo pecado dos pais até a terceira e quarta gerações daqueles que Me odeiam, mas mostrando amor para mil gerações daqueles que Me amam e guardam os Meus mandamentos.

Pergunta: O que quer dizer “mostrando amor para mil gerações daqueles que me amam e guardam meus mandamentos…”?

Resposta: Existem três estados espirituais, três níveis: Ibur (gestação), Yenika (sucção) e Gadlut (grandeza). Se eu pecar, o nível em que estou se dobra três gerações para baixo.

Só é possível cometer um pecado ou transgressão no estado de Gadlut. Nesse caso eu caio totalmente dele através dos estados de Yenika e Ibur, através de todos os três níveis (três gerações), até  o quarto nível, e isso é nisso que se resumem todos os meus pecados. Isso significa que eu perco o nível e renovo meu movimento novamente.

Com isso, eu perco a Luz dos três níveis, a Luz de NR “N (Nefesh, Ruach, Neshama). Mas se eu subir, eu recebo a Luz de NRNHY, a Luz plena. A Luz plena é mil vezes maior, uma vez que é o nível de Arich Anpin. Isso significa que a Luz da recompensa sempre é dez mil vezes maior (e ainda mais) do que a Luz da punição.

Acontece que eu ganho e, assim, mais dois níveis são adicionados que me aproximam mais da Luz. Isto continua até o fim da correção; uma progressão geométrica incrível!

De Kab TV “Segredos do Livro Eterno” 25/02/13

O Amor Que Quebra O “Coração De Pedra”

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que eu posso dar ao Criador?

Resposta: Você sentiu certo desconforto pela recepção no mundo do Ein Sof (Infinito), e você parou e disse para si mesmo que não queria receber mais. No mundo da quebra, o mundo de Nekudim, você estava quebrado, já que não podia receber a fim de doar. Nós sabemos do TES que os Partzufim superiores cometeram um erro intencional nos cálculos. Porém por que você foi quebrado? Porque você descobriu um amor que você não poderia receber a fim de doar, que você não poderia retribuir!

A satisfação em si não importa, nem as cinco porções que o anfitrião lhe serve. As cinco porções já aparecem no mundo de Adam Kadmon, e está claro para você que você pode recebê-las ou não. Tudo está claro em relação às porções, mas agora você descobre que o anfitrião tem uma atitude especial para com você, que Ele ama você! E você não pode suportar esta atitude e ela quebra você.

O amor quebra da forma mais severa, já que você não tem nada para dar em troca, não há nada a fazer. Então, a pessoa que se dedica a alguém, como uma esposa a seu marido, compra-o totalmente. Se ela demonstra que está disposta a fazer tudo por ele, ele não pode rejeitá-la; é um amor incondicional.

É impossível resistir a esse amor que é revelado na quebra dos vasos; a criatura  não pode pagar por ele, não tem nada para completá-lo. Assim, como resultado da quebra, nós começamos finalmente a procurar e descobrimos o quê podemos dar em troca do amor do superior.

Assim, nós entendemos o que são as “duas grandes Luzes”: Malchut e Zeir Anpin, a criatura e o Criador que se tornam um: “eu sou para meu amado e meu amado é para mim”.

Pergunta: Eu não posso pagar por esse amor apenas por minha dedicação, apreço, admiração e o reconhecimento de Sua grandeza?

Resposta: Não, porque você não tem nenhum outro parâmetro, exceto o seu desejo. Você não pode medir o amor e não sabe o que é o amor. Você sabe o que é o amor apenas pelo seu próprio vaso.

Você acha que expressar seu amor para com o Criador é retribuir a Ele vários quilos de desejo com uma Masach (tela), mas o amor é típico apenas do Criador. Se você mede e calcula isso, então, graças à conexão entre vocês, a Luz do Seu amor preenche vocês dois. Isto significa que “vocês são cobertos por um cobertor”. A Luz do amor vem do Criador e envolve vocês dois, já que vocês querem alcançar a adesão; visto que o amor mútuo é chamado de adesão, vocês têm os vasos comuns que são preenchidos pela Luz comum graças à Masach comum.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 17/05/13, Talmud Eser Sefirot

Amar Ao Próximo Não Em Palavras, Mas Em Ações

Dr. Michael LaitmanPergunta: O mandamento de amar o próximo como a si mesmo é conhecido em todo o mundo. Então, como a sua interpretação original difere da convencional?

Resposta: Trata-se da diferença entre Abraão e Babilônia. Na Babilônia, aceitava-se manter o egoísmo não corrigido e, ao mesmo tempo, exclamava-se sobre o amor. Por outro lado, o método de Abraão, isto é, a propriedade de misericórdia (Hassadim), é a autocorreção no caminho para a doação, onde o outro se torna mais importante do que você mesmo.

Isso só pode ser alcançado através de um trabalho em grupo baseado e construído por Abraão. Na época, tendo reunido pessoas, ele começou a ensinar-lhes a autonegação, a autoanulação e a unidade, a ponto de amar o outro como a si mesmo. A pessoa deve realizar este trabalho justamente no grupo onde construímos o nosso ambiente na prática.

Portanto, eu não vejo pessoas envolvidas nisso em nenhum outro lugar. Nas gerações mais recentes, ninguém, exceto Baal HaSulam e Rabash em particular, escreveu sobre a necessidade fundamental de união e garantia mútua.

Será que as religiões e crenças, círculos e organizações, que pregam amor ao próximo, facilitam a correção do egoísmo ou apenas implantam estes ou aqueles atributos coletivos? Por exemplo, a Alemanha nazista também uniu pessoas.

Portanto, a questão é o tipo de união que estamos falando.

Nós temos uma metodologia que permite que a pessoa se uma com os outros, se entregue ao ambiente, a fim de revelar a doação mútua e o amor para o bem de toda a humanidade – e não apenas parte dela que se protege por métodos fascistas ou protecionistas – e, finalmente, para alcançar uma forma de doação e amor absoluta e abstrata, em outras palavras, para satisfazer o Criador.

Você pode encontrar uma enorme quantidade de material online sobre o amor ao próximo. Todo mundo fala sobre isso, sem mencionar Israel e Abraão, como se fosse sua invenção pessoal ou propriedade de sua religião. Quando o egoísmo cobre os olhos, as pessoas não entendem a profundidade da questão, não conhecem a história, e afirmam que conhecem a verdade suprema. Não há nada que você possa fazer sobre isso.

Do nosso lado, nós nos baseamos no método de Abraão. Ele descobriu o “ama ao próximo como a si mesmo” e, tendo saído da Babilônia, adotou essa metodologia. Então, Moisés desenvolveu-o por meio da unidade no Monte Sinai e assim por diante. Em geral, nós estamos falando da tarefa do povo de Israel, da sua base. Ele foi inicialmente formado sobre essa base. Se não houvesse a base, não teria havido nenhuma nação.

Todas as outras nações surgiram naturalmente, mas Israel “não é um povo” neste sentido. Ele não está entre as outras nações porque sua base é a doação, o “ama ao próximo como a si mesmo”, separado da realidade do nosso mundo. Israel é o povo conectado entre si pelo desejo de encontrar entre si a doação e o amor, e para subir neste amor acima do seu desejo egoísta. Não há nenhuma nação de Israel sem essa base. Em outras palavras, Israel não pode ser chamado de “um povo”, enquanto estiver no exílio do mundo espiritual.

Os judeus no Egito não eram uma nação até que saíram da escravidão e aceitaram os meios que lhes permitiam viver como um homem com um coração, em garantia mútua. Só então eles se tornaram um povo. Hoje, eles não são mais um povo, mas um conjunto de exilados.

Não é por acaso que, ao longo da história os judeus se preocupavam tanto com a educação. Nós também queremos estabelecer o método de educação integral em nosso meio e, assim, passá-lo a toda a nação e ao mundo inteiro. Há apenas uma razão: ele não existe sem a nação.

Os próprios conceitos de “povo”, “país” e “sociedade” entre os judeus, seguiram a educação. Antes que Abraão educasse – ensinasse aqueles que escaparam com ele da Babilônia – eles não eram um povo. Afinal de contas, é necessário ter uma “cola” que irá conectar as pessoas em um; caso contrário, elas são estranhas entre si. É a educação no princípio do “ama ao próximo como a si mesmo” que os reúne num grupo unificado ou uma nação unificada. Claro, é um povo único, diferente de todos os outros. Eles estão unidos de acordo com as condições do nosso mundo, e a fim de unir, Israel deve aceitar os termos do mundo espiritual.

Esta é a origem de sua completa oposição ao resto do mundo em termos de educação e da essência do amor ao próximo. Se os outros estão dispostos a distribuir este princípio às suas nações, Israel não pode ser limitado a si mesmo, porque isso não é o amor como deveria ser. Nós devemos, inicialmente, estar cientes do objetivo da criação e levá-lo ao mundo. Caso contrário, em vez de amor, haverá o “ego das pessoas”, o “ego nacional”, ou, como é chamado hoje o “orgulho nacional”, o que é um absurdo. Israel não pode ter nada disso. Ele deve limitar o seu ego e conectar os valores espirituais superiores a ele em vez de se gabar de suas diferenças nos assuntos deste mundo.

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 03/06/13, Escritos do Baal HaSulam

O Que É Odioso Para Você, Não Faça Aos Seus Amigos

Dr. Michael LaitmanExistem dois princípios: Hillel disse: “O que você odeia, não faça ao seu amigo”, e o rabino Akiva disse: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. O primeiro princípio refere-se à Bina, que é dividida em duas partes:

• Uma é neutra, a principal coisa para ela é não prejudicar ninguém. Eu sempre vigio a mim mesmo, a fim de ser um “bom menino”, aparentemente para “pairar sobre a terra”, sem envolver o meu ego. Eu não tenho nenhuma camisa? Bem, eu não preciso disso. Eu moro na “floresta”, longe de todos, e não me comunico com ninguém. Assim, sigo o princípio: “O que você odeia, não faça ao seu amigo”. Evito causar qualquer dano aos outros, assim como não gostaria de ser prejudicado por eles. Estas são as três primeiras Sefirot de Bina.

• Isto me leva à “continuação da frase original”, para as sete Sefirot inferiores de Bina, para os vasos de recepção. Agora, eu verifico a mim mesmo com relação ao assunto de “falsificar”: Talvez eu, de alguma forma, prive os outros? Talvez eu não contribua para o bem que eles poderiam receber? Isso ainda não toca meu “principal capital egoísta”. Eu não estou pronto ainda que sacrificar alguma coisa de mim, mas já me sinto a necessidade de ajudar os outros. Enquanto eu não corrijo o meu desejo de receber, eu já adiciono algo ao desejo de doar. Devido às fases anteriores da correção, eu começo a reconhecer as oportunidades para beneficiar os outros: “Ah, ele pode ganhar aqui e isso vai trazer-lhe bem”. Eu contribuo para essas oportunidades. Esta é a fase de transição que vai me levar à verdadeira dádiva.

Por enquanto, não é a doação real, nem abnegação em prol do outro. Por exemplo, eu ganhei cinco mil dólares no mês passado, e só dois mil é suficiente para mim. Surge a pergunta: Se eu seguir o princípio “o que você odeia, não faça a seu amigo”, eu devo dar três mil dólares para o outro?

A resposta é não. Afinal de contas, eu não trabalho com os vasos de recepção, não renuncio aos meus, mas continuo totalmente na propriedade da misericórdia (Hassadim) e apenas contribuo para o bem dos outros. Eu tenho um bom coração e estou pronto para ajudar os outros, mas não à minha custa. Assim, eu trabalho com o egoísmo no nível 0, nível 1 e, parcialmente, no nível 2 de Aviut (a “espessura” do desejo), mas não no desejo do AHP, que pertence aos níveis 2, 3 e 4.

A parte superior do meu vaso, o meu desejo total de desfrutar, são os vasos de doação (248 desejos), e na parte inferior são os vasos de recepção (365 desejos). Os vasos de doação estão no estado de Hafetz Hesed (HH), na propriedade de misericórdia, e querem doar a fim de doar, mas os vasos mais baixos recebem a fim de doar. Assim, na primeira parte, eu realizo a “purificação”, e na segunda parte a correção, tornando-me semelhante ao Criador pelas propriedades. Aqui, eu já formo a minha semelhança humana: a imagem humana, semelhante ao Criador.

Em geral, esse desejo corrigido com a intenção altruísta é chamado de “alma”.

Assim, o princípio de Hillel pertence à parte superior do vaso, e o princípio do Rabi Akiva à parte inferior. Claro que, em qualquer caso, eu trabalho com o meu egoísmo e deve superá-lo. No entanto, o trabalho de acordo com o primeiro princípio não exige que eu sofra prejuízos, desista de meus bens, e esta é a sua diferença fundamental.

É importante lembrar que estamos falando de uma pessoa que quer aderir ao Criador (C), e é por isso que ela pergunta: “Como posso conseguir a adesão? Como posso entrar no mundo superior, na espiritualidade?”. Primeiro essas perguntas empurram a pessoa nos vasos de recepção, para a linha de esquerda, e depois a levam ao princípio de Hillel. Mais tarde, esta decisão a leva novamente e a deixa trabalhar com seus desejos egoístas.

Este caminho é descrito no exemplo de um convertido que vai a um sábio para pedir conselhos. Primeiro, ele pede que Shamai o ensine a amar o próximo como a si mesmo, mas é recusado porque é impossível atingir a meta de uma só vez. Em seguida, ele vai a Hillel e pede a ele para explicar todo o método Cabalístico enquanto ele está sobre um pé, ou seja, para descrever os meios de avanço por uma única regra. Em resposta, Hillel formula o princípio de “o que você odeia, não faça a seu amigo”, ou seja, ele esclarece que ações são necessárias para isso.

Assim, de acordo com a lei da criação, o princípio ou adesão com o Criador é dividido em duas partes:

• “O que você odeia, não faça a seu amigo”;

• “Ama o teu próximo como a ti mesmo”.

Se eu avançar de forma consistente de acordo com esta ordem, eu vou finalmente atingir o amor pelo Criador.

Pergunta: Seguindo o princípio “o que você odeia, não faça a seu amigo”, eu realizo ações físicas. Como posso combinar isso com a intenção correta?

Resposta: O mesmo princípio funciona em nosso mundo, no mundo espiritual, na vida cotidiana e entre os amigos. Não importa em que ambiente eu esteja, eu devo ficar no nível desse ambiente e tentar me comportar da mesma forma como eu quero que eles se comportem em relação a mim. Consequentemente, no grupo, eu sigo os desejos dos amigos e seu objetivo, e no trabalho, eu ajusto minha atitude aos desejos dos meus colegas. E eu faço isso em todos os lugares.

Eu me coloco na situação do outro e, assim, meço a minha atitude com relação a ele, e isso já é doação. Na verdade, eu não desejo mal a mim mesmo, e assim, com certeza trarei benefício para o outro.

Isso é mais do que um exercício; isso já é uma ação, a correção. Não importa se eu atuo egoisticamente. Não pode ser de outra forma. Minhas ações sempre resultam do egoísmo. No entanto, com essa abordagem, elas atraem para mim a Luz que Reforma e, então, eu mudo. É por isso que é dito que o coração segue as ações. Primeiro, eu atuo de acordo com o ditado de Hillel, e, depois, a Luz vem e me corrige.

Pergunta: Portanto, nós poderíamos dizer que o critério do meu avanço é a medida do amor ao próximo que eu alcanço?

Resposta: Claro, como poderia ser de outra forma? Os graus espirituais são diferentes justamente na sua medida de doação.

Pergunta: Nos últimos quatro ou cinco anos, eu só fui capaz de entender que não sou bom. A única coisa que posso fazer é tentar não prejudicar os outros. Nada mais.

Resposta: Se você está pensando em como não causar danos aos outros, você chegou longe. A aceitação deste pensamento na sua cabeça é uma grande conquista.

Pergunta: Na verdade, doar a fim de doar também é egoísta, porque no final, eu desejo o bem para os outros apenas porque desejo o bem para mim. Isso só me fornece uma vida mais confortável.

Resposta: Então, por que a humanidade ainda não adotou esse princípio? O problema é que isso é repugnante à nossa natureza, que exige que os outros se sintam mal. Nós vemos como países inteiros chafurdam em conflitos bobos, a base dos quais é o orgulho primitivo. Isto custa uma quantidade enorme de recursos, bilhões em investimento, um monte de nervos e problemas. Não obstante, em geral, o mundo age egoisticamente, e nada nele poderia ser chamado de “doação em prol da doação”.

Pergunta: Eu acho que a “doar a fim de doar” é algo ingênuo, abstrato. O que é isso na realidade?

Resposta: É uma ação dirigida contra a vontade, contra meu egoísmo. Ela exige que eu incline a minha cabeça, sinta o outro, fique no seu lugar, “experimente a mim mesmo” e ele em mim mesmo. Aqui, você precisa de um profundo entendimento de psicologia.

O princípio “o que você odeia, não faça ao seu amigo” compõe a metade de todo o método, metade da correção da alma. Tendo implementado-o, eu subo para o nível do Partzuf Abba ve Ima do mundo de Atzilut, eu obtenho as Luzes de Hassadim. Elas contêm a iluminação de Hochma, porque eu anulo o meu egoísmo.

Para não causar danos ao outro, eu devo parar, trabalhar em mim mesmo. Eu lhe faço um favor — não apenas às minhas custas, sem entregar os meus bens, mas pelo comprometimento e concordando em seu benefício. Em nosso mundo, essas ações são pensadas para ser generosas e benevolentes, e ainda pensamos que somos capazes de realizá-las altruisticamente.

De qualquer forma, com a abordagem correta, com a ajuda da Luz que Reforma, elas gradualmente me guiam ao longo do caminho. Cada vez, o meu desejo de doar cresce, enquanto eu busco o meu próprio interesse, busco recompensa, mas a Luz me leva ao verdadeiro pagamento.

Eu repito, nós devemos realizar ações, a Luz vai seguir as ações, e mudanças virão depois da Luz. No início, eu purifico meus vasos da intenção egoísta. Assim, mesmo as minhas piores ofenças se transformam na categoria de equívocos. Então, eu prossigo diretamente para a correção, construindo minha equivalência humana a partir de um “material” limpo.

Assim, “o que você odeia, não faça ao seu amigo”. Este é todo o método, e se você tomar esse caminho, ele vai levar você à meta.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 30/05/13, Escritos do Baal HaSulam

Um Caminho Inevitável

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “O Amor do Criador e o Amor dos Seres Criados”: A fase imediata após o “ama ao teu amigo como a ti mesmo” é a adesão.

O mandamento do amor ao próximo nos leva ao nível do amor do Criador. É um caminho seguro, com todas as oportunidades, estados e meios que precisamos. É impossível escapar dele por diferentes desculpas, como dizer que não sabíamos ou que não podíamos agir já que todo mundo recebeu o que precisa.

A correção do “ama teu amigo como a ti mesmo” inclui todas as outras correções e é a mais odiosa, porque é oposta à nossa natureza, embora não tenhamos escolha, exceto entender que ela é a nossa única base. Enquanto não descobrirmos a necessidade dessa correção, não poderemos entrar no caminho que conduz à meta.

Pergunta: Como podemos dar satisfação ao superior ao tratar os outros bem?

Resposta: Basicamente, é a mesma coisa. Imagine que todos os seres criados, todas as pessoas são “filhos do Criador”. Isso é o que diz as fontes. Então, se você faz o bem para o filho, você certamente satisfaz o pai.

Uma vez o Criador disse a Jonas, o profeta, que Ele não podia simplesmente abandonar a grande cidade de Nínive, com 250.000 habitantes, apesar de seus pecados. A mensagem é clara: “Se você os tratar com amor e os salvar, você vai me dar satisfação”.

O Criador não tem vaso (Kli) para receber satisfação de nós, de modo que os meios para isso é toda a realidade que se espalha entre nós, entre cada um de nós e o Criador. E nesta realidade as outras pessoas vêm em primeiro lugar.

Portanto, a disseminação do método de correção e a preocupação com o mundo inteiro são as ações mais preciosas que nos foi autorizado realizar e nós temos que nos concentrar nelas. É claro que primeiro nós temos que corrigir a nós mesmos, a fim de saber como nos relacionar com o mundo.

O cálculo é o seguinte: “Eu faço tudo para dar satisfação ao Criador. Eu expresso esse desejo ao me preocupar com o mundo, ou, mais precisamente, ao me preocupar com as pessoas. Os níveis inanimado, vegetal e animal da natureza também vão participar de sua correção. A fim de cuidar das pessoas, eu tenho que me corrigir e por isso tenho que começar por me corrigir”.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 02/06/13, Escritos do Baal HaSulam

Cobrindo A Lacuna Entre Os Opostos

Dr. Michael LaitmanPergunta: Nós já temos um grande grupo mundial, um professor e as fontes primárias. Por que é tão difícil perceber a lei do “ama ao próximo como a si mesmo”?

Resposta: Na verdade, não pode ser tão oneroso ouvir sobre isso, mas o problema é a sua realização. Inicialmente, nós precisamos entender e nos tornar cientes do fato de que as duas partes diferentes, “positiva” e “negativa”, devem estar conectadas entre si. No nível físico da natureza, tudo é mais simples: do nível mais elevado, o Criador obriga vários elementos a se conectarem e, em geral, eles constroem a estrutura atômica.

O que é isso? Por que as partículas não se dispersam? O fato é que existem forças que as obrigam a interagir, apesar da oposição entre si. As forças negativas que as repelem pertencem à matéria do “vaso” (Kli), e estas são as forças de rejeição, ódio, e polaridade. As forças positivas que precisam ficar juntas são as forças do amor. É por isso que se diz: “O amor cobre todas as transgressões”. É o amor que cobre a lacuna entre os opostos.

Nós observamos esses mecanismos em átomos e moléculas, onde as coisas se tornam muito mais complicadas devido aos cálculos das etapas anteriores e posteriores do desenvolvimento, etc. De qualquer maneira, os cálculos são sempre feitos de acordo com o mesmo princípio, tornando-se cada vez mais difícil com o tempo.

Vale a pena ver todo o universo dessa forma. Ninguém nos ensina a amar; nós estamos falando justamente da lei da natureza. Certa vez, Abraão descobriu isso; diz-se que ao olhar para o céu, ele fez perguntas sobre quem criou o mundo e para quê. Ele foi motivado por conflitos crescentes daquela época entre os babilônios. O ódio mútuo foi crescendo e Abraão tentou entender: Por quê? De onde poderia extrair o poder da unidade contra as forças de separação?

Analisando internamente a natureza inanimada, vegetal e animal, ele percebeu que a toda a criação, exceto o homem, está imbuída da lei de unidade que obriga todas as partes da criação a estar juntas. É por isso que elas vivem e se desenvolvem. As pessoas é outra coisa: o confronto entre positivo e negativo está aumentando constantemente nelas. Onde, então, está a força oposta de conexão e o amor no nível humano? Como isso poderia ser posto em ação?

Aparentemente, Abraão entendeu que o Criador confiou este trabalho ao homem. Nós mesmos devemos adicionar esta parte e toda a criação. É por isso que se diz que o Criador começa e o justo termina.

Portanto, se não nós começamos a trabalhar no amor ao próximo, a conexão entre nós é cortada. Por exemplo, na Europa de hoje, o processo de unificação não continua no caminho certo e o continente está dilacerado. A ausência de “adições de unidade” por todos os lados leva ao crescimento da oposição e, por fim, a uma explosão. Essa é a perspectiva da humanidade em todos os níveis, seja na família, educação dos filhos, etc.

É por isso que devemos trabalhar na unificação correta, ou seja, acima do “positivo” e “negativo”. Não toque neles, porque todos vão ficar com suas propriedades inatas. Trabalhe apenas no “o amor cobre todas as transgressões”.

Nós precisamos entender que o positivo e o negativo não podem viver um sem o outro. Teoricamente, não existe Criador sem criatura e não existe criatura sem o Criador. Eles só podem existir em conjunto. Neste caso, os dois opostos sempre se repelem, e, em seguida, a terceira força resolve suas contradições, reforça a sua ligação. Este mecanismo dá origem ao desenvolvimento, à vida.

Por muitos anos, os cientistas têm se esforçado em resolver o mistério do surgimento da vida. De onde é que vêm as células vivas? O que as gerou? Um excesso de amor as gerou. A força que sustenta a natureza inanimada, como resultado de um excesso de amor, começa a desenvolver desejos adicionais e, em seguida, nós exigimos mais. Eu não me contento com a mera existência, eu quero entender, sentir e compreender toda a realidade, e essa necessidade me dá a vida, que começou com os corais e evoluiu para as estruturas mais complexas.

Em última análise, é o Criador, que ilumina um pouco a matéria morta, e ela se torna vegetal. Um pouco mais de Luz, e ela se transforma em animal. Só mais um pouco, e o grau humano emerge.

Assim, cobrindo o positivo e o negativo com amor, eu formo com eles um sistema, um átomo, por exemplo. Se eu adiciono a ele um poder maior de amor, eu afeto fortemente o positivo e o negativo e, assim, causo desequilíbrio. Aparentemente, existe um excedente de energia e, além de salvar o relacionamento, eles “pensam” em algo maior. A centelha que eu trouxe leva-os a procurar; o excesso de força os atrai para frente. Esta é a sua força de vida.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 28/05/13, Escritos do Baal HaSulam

Amor Absoluto Acima Do Ódio Fictício

Dr. Michael LaitmanPergunta: Baal HaSulam explica que se os pais tratarem seu filho com amor absoluto, o filho, inevitavelmente, começará a odiá-los, ao invés de retornar o seu amor, já que ele não vai se preocupar que os pais deixem de amá-lo. E sobre o Criador: Será que vamos também começar a odiá-Lo quando descobrirmos o Seu amor absoluto por nós?

Resposta: Nós temos que chegar ao amor absoluto em relação ao Criador em nosso trabalho espiritual, ou seja, independentemente se recebemos prazer ou punição do Criador. O nosso crescimento espiritual é baseado em desenvolver o amor enquanto sentimos um crescente sentimento de repulsa, até que ele atinja o ódio absoluto, ou seja, sentir que o Criador nos odeia mais e mais, enquanto nós desenvolvemos um crescente amor absoluto em relação a Ele, a fim para trabalhar na fé acima da razão.

Assim, nós podemos entender por que o Criador criou em nós um desejo no qual sentimos prazer ou dor. Mas nós temos que nos elevar para um novo sentimento de doação e, assim, a nossa atitude para com o Criador torna-se totalmente independente do seu amor, uma vez que estabelecemos a nossa atitude acima do sentimento de ódio, de acordo com o princípio “o amor cobre todos os pecados”.

Amor Como A Lei Da Natureza

Dr. Michael Laitman“Ama ao próximo como a si mesmo”, o rabino Akiva disse que este é um grande princípio da Torá.

Nós devemos entender que um “grande princípio da Torá” é a lei fundamental da natureza que abrange todo o universo. Com uma preparação correta, nós vemos que tudo existe apenas graças a esta lei do ama ao próximo como a si mesmo.

A relação entre qualquer coisa só é possível por meio de um poder especial, o qual permite e até exige que partes diferentes, ou mesmo opostas (sejam elas partículas, campos, elementos de células vivas ou pessoa) se unam. Esta força externa (o plano da criação) as influencia e obriga a se comunicar, e como resultado, as partes não se afastam uma das outra, mas aos poucos se aproximam, construindo em conjunto sistemas mais complexos da natureza inanimada, vegetal, animal e humana, e depois a natureza espiritual.

Tudo isso junto é a regra da Torá, “Amará ao próximo como a si mesmo”. “Torá” é a essência, o sistema, existente entre o Criador e a criatura. E a sua lei é o ama ao próximo como a si mesmo.

O “outro” é aquele que é diametralmente oposto a mim, assim como somos opostos ao Criador. No entanto, a lei do amor atua no sistema obrigando-nos a estabelecer uma conexão, porque não podemos existir sem o outro em todos os níveis.

Esta lei de integração por etapas é realizada sem a participação da criatura, por meio de processos evolutivos na natureza inanimada, vegetal e animal, bem como os níveis semelhantes da natureza humana. Aqui, a lei universal determina tudo, e a criatura está sob a “pressão” do desenvolvimento.

No entanto, no mais alto nível da natureza humana, a criatura começa a adotar e a tomar para si a realização desta lei. Ela descobre que o princípio do amor pelo outro, ou mesmo o oposto, é a lei da vida. Afinal, não haveria nada sem a conexão entre a criatura e o Criador. Ciente da importância da interconexão, definida como “amor ao próximo”, a criatura começa a percebê-la por sua própria vontade, embora no início descubra que todas as outras partes não são como ela, são estranhas e opostas a ela.

Em geral, todo o nosso trabalho é perceber esta lei. Mas, primeiro, é necessário estudá-la, para ver como ela age na criação. Afinal de contas, começando com o Big Bang, todo o nosso desenvolvimento, embora nos pareça como o processo de desintegração e desacordo, é na verdade uma gradual ligação de todas as partes da criação, até que a matéria seja obrigada a realizar a lei fundamental da natureza por sua própria vontade.

Assim, a criatura se identifica com o Criador, e ambos chegarão ao princípio básico: “Ama ao próximo como a si mesmo”.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 28/05/13, Escritos do Baal HaSulam

O Renascimento Do Amor

Dr. Michael LaitmanO amor se transformou num conceito empobrecido, desprovido de significado real. Pensando nele, nós nos afastamos da sua essência mais profunda, que é diametralmente oposta aos pontos de vista comuns. Na verdade, nós estamos falando da integridade de toda a criação, de todos os mundos, de toda a realidade, como alinhar corretamente todas as forças opostas. No entanto, hoje, esta palavra nega completamente uma atitude séria.

Na verdade, o amor é o poder da unidade. Não o confunda com os sentimentos e as associações que o nosso mundo egoísta provoca. Aqui, nós “amamos” o que nos agrada, nos satisfaz, mas o verdadeiro amor é a essência de uma parceria entre o Criador e a criatura, entre partes opostas, entre o “positivo” e o “negativo” em vários níveis da natureza inanimada, vegetal, animal e natureza.

O amor é uma força especial de uma ordem superior, ligando o positivo com o negativo. Diz-se que ele “cobre todas as transgressões”, ou seja, as diferenças entre os opostos. É o terceiro fator que os une em um. Trata-se da linha do meio que recebemos do Alto. É a força do Criador, que não pertence nem ao “positivo”, nem ao “negativo”.

É nesta perspectiva que devemos interpretar o famoso princípio do amar ao próximo como a si mesmo. Nós e os outros somos opostos um ao outro, e é por isso que precisamos da terceira força que nos conectará. Ou seja, quando chegamos a amar o outro como a nós mesmos.

Além disso, este princípio surge como o dever de revelar o Criador, de aderir a Ele. Afinal de contas, a fim de superar o ódio pelos outros, eu tenho que apelar ao Criador pela Luz que Reforma, para que Ele se torne um parceiro, ateste a minha conexão com os outros, a reforce e proteja.

Assim, em primeiro lugar, aderir-se ao Criador é como nos tornarmos unidos, e assim entendemos que todas as pausas entre nós são destinadas justamente para revelar o Criador e aderir a Ele.

Além disso, nós não aderimos a Ele com base nem no positivo, nem no negativo, mas com base no meio, entre eles. É por isso que é necessário buscar o centro do Grupo de Dez, o seu grupo, e lá, e só lá, exigir a Luz que Corrige.

No final, tudo está conectado numa única ação…

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 29/05/13, Escritos do Baal HaSulam

Amor: Um Breve Flash Ou Um Fogo Que Nunca Se Apaga?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Na vida dos casais, há momentos em que os parceiros experimentam uma sensação de felicidade sem precedentes, suprema, um sentimento que ilumina a rotina com um toque de luz. Quando nós começamos a sentir isso, ficamos empolgados que isso seja possível a todos. Afinal de contas, anteriormente, não achávamos que algo assim poderia existir.

Resposta: Eu acho que para cada casal, se eles construírem a sua relação na emoção e não no cálculo frio, haverá momentos de cumplicidade, como se os parceiros vivessem um dentro do outro, penetrassem o outro, estivessem interligados, quando descobrem uma integração, uma inclusão mútua no outro que não pode ser ignorada. Parentesco, proximidade com o ponto de unidade, os intoxica, e quando este amor se inflama, eles perdem a cabeça.

No entanto, isso vai durar apenas alguns minutos, na melhor das hipóteses por alguns dias e, em casos raros, algumas semanas. Aqui, muito depende de nós, do período pelo qual estamos passando em nossas vidas. Depois disso, a “ilusão” desaparece.

Portanto, de onde vem isso? Vem da natureza, para que possamos nos aproximar e desenvolver uma conexão particular entre nós chamada de família. Sem esses momentos, como animais, nós temos que continuar a nos aproximar de acordo com o “calendário” e depois nos afastar novamente de acordo com as ordens da nossa essência interior. No entanto, uma vez que somos seres humanos, nós temos que preservar nossos relacionamentos por anos, e, portanto, a natureza nos fornece um exemplo de como nós podemos fazer isso.

Ela nos mostra como prolongar este fogo de unificação e integração de modo que ele se torne fascinante, me intoxique, e não me deixe partir, de modo que me obriga a pensar no meu parceiro o tempo todo. Por um lado, ele jorra vida dentro de mim, e por outro, não me deixa voltar para qualquer outra coisa. Ele preenche minha emoção e tira minha mente. O exemplo para isso nós vemos dentro e fora, mas de uma forma ou de outra, ele vem do Alto, brilha fora, e depois sai.

Nós precisamos ensinar as pessoas a capturar momentos como estes, como prolongar a magia, fortalecê-la e desenvolvê-la através da mente. Eu vou alcançar um sentimento que experimentei antes especificamente com a ajuda da mente, mas agora esse sentimento vai ser equilibrado: eu não vou perder a cabeça e ser capaz de viver com ele durante anos, à medida que o desenvolvo e controlo. Ao tornar-se incluído um no outro, meu parceiro e eu não vamos perder a nossa capacidade de falar sobre a infinidade de emoções, mas em vez disso, nós seremos capaz de compartilhar nossas impressões e experiências, medir e discuti-las.

Nós realmente iremos compartilhar com o outro o sentimento que nos preenche de forma mais clara, à medida que ampliamos e nos elevamos cada vez mais acima de todos os acontecimentos da vida e acima do hábito que deixa um gosto agradável em todos os lugares.

Esta é a razão pela qual precisamos anexar a mente, ou seja, o método e os estudos, às emoções. Nós precisamos ensinar as pessoas a amar.

Pergunta: É possível aprender como experimentar o amor?

Resposta: Vamos lembrar o que aconteceu quando os parceiros se viram pela primeira vez. Isso poderia ter acontecido num primeiro encontro casual, ou o contrário, eles poderiam ter se reunido de vez em quando durante um ano inteiro, e mesmo assim, um dia, de repente, sentiram um impulso particular, realmente notaram um ao outro como se uma luz se acendesse em cada um deles.

Por que isso acontece? Nós não sabemos. A própria natureza nos envia momentos como estes. No entanto, sem a atenção necessária do nosso lado, eles desaparecem para onde eles vieram, sem que percebamos.

Só em circunstâncias muito raras é que esse sentimento permanece ao longo do tempo, como se as pessoas tivessem uma tendência para isso ou se já estivessem acostumadas a mantê-lo quando viviam em casa com seus pais. Em geral, o rudimento que a nossa vida anterior deixou em nós é muito importante: será que nós víamos exemplos semelhantes em casa? Será que recebemos a inspiração deles? Depois de tudo, como regra, nós imitamos tudo o que é absorvido da família que nos criou.

No mundo moderno, o divórcio se tornou a norma e até mesmo a regra geral. É difícil encontrar um parceiro que não traia, não desconfie de sua “outra metade”, ou não pense em se separar, muitas vezes suportando esta vida compartilhada sem ter outra escolha.

Portanto, é necessário ensinar às pessoas “cursos de amor”. Não vale a pena confiar nos impulsos espontâneos, acidentais e incontroláveis. Pelo contrário, nós concordamos que vamos gerar amor entre nós mesmos, que vamos valorizar e desenvolvê-lo. Nós não esperamos por quaisquer flashes casuais de fontes desconhecidas. Em vez disso, nós “mandamos” em nós mesmos. Então, não importa o que aconteça ao longo de nossas longas vidas, nós mantemos esse fogo de amor, para que constantemente nos forneça apoio, concedendo-nos uma sensação maravilhosa e segura em todas as etapas do caminho.

Eu já colocaria esse curso na escola, sem esperar que casais confusos procurem ajuda e conselhos quando não sabem como voltar à sensação que tiveram antes, como não se afastar um do outro no final, até que haja uma completa dissolução da família.

Tal como acontece com o resto dos nossos problemas, tudo se refere à falta de educação adequada, à falta de entendimento, conhecimento e habilidade, sem a qual é simplesmente impossível de suportar.

Da Palestra sobre a Nova Vida 30/07/12