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Família: A Neutralidade Para Completar a Compreensão Mútua

Pergunta: Há dois tipos de família tradicional. O primeiro tipo é a chamada família, educada, agradável, sabe-se que é costume se conter; conter seus sentimentos, emoções e pensamentos : A fim de manter a paz na família, a pessoa não expressa tudo o que ela pensa. O outro tipo é uma família onde as pessoas expressam suas emoções, sentimentos e coisas com as quais elas não estão satisfeitas. A mulher constantemente aponta falhas do homem; ela bica e reclama o tempo todo.

Qual é a maneira certa de agir? As pessoas deveriam restringir-se ou não, expressar-se ou direcionar a energia do casal em direção a integralidade?

Resposta: Eu acho que essas questões devem ser resolvidas em um grupo. Um grupo de educação integral, que cuida da participação de uma pessoa em comunidades sociais também deve examinar essas questões. Em um grupo como este, as pessoas têm oportunidades diárias para corrigir suas atitudes e relacionamentos com as outras.

Eu acho que a resposta é muito simples. As pessoas devem se permitir ser mais honestas e se abrirem para a extensão de seu avanço na educação integral, e elas vão continuar a abrir-se, pois continuam a completar mutuamente uma à outra. Quando eu sinto que o meu parceiro não me completa, ele não me entende e eu ainda não o entendo. Eu não sei como me abrir. Eu não sei como agir nessas situações.

Continuamos um pouco neutros, mas assim que somos capazes de introduzir no nosso contato mútuo qualquer dos nossos recursos internos, tais como desejos, necessidades, pensamentos e hábitos – fazemos. É necessário fazer uma pessoa sentir que a interação integral é mais importante.

Assim se torna uma possibilidade em qualquer nível, você imediatamente incluí seus desejos, pensamentos, necessidades, fraquezas, e qualquer coisa nele. A principal coisa é dar-lhe o objetivo de unir, e o que é isso. Então, uma pessoa torna-se seu próprio psicólogo.

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De uma palestra sobre educação infantil Integral 3/5/12

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A Pessoa Constrói O Seu Próprio Criador

O sistema de conexão entre nós é revelado gradualmente, graças ao facto de que nos conectamos. Dentro desta conexão sentimos os nossos desejos, que gradualmente começam a unir, e a força geral que circula neles.

Essa força e a Luz que é revelada pelos nossos desejos é a imagem do Doador que está no lado exterior. Nós próprios construímos isso e descobrimo-Lo. Essa imagem é chamada de Criador, que significa Boreh – vem e vê (Bo-Reh em Hebraico).

O Criador existe apenas se o ser que cria, O constrói e O descobre dentro dos seus desejos, nas suas intenções, suas aspirações e esforços.

Pode parecer estranho, uma vez que depois de tudo, diz-se: “ Eu sou o primeiro e Sou o último”, “ Não há ninguém para além Dele”, “ A Sua glória preenche o todo o mundo”. E depois de tudo isto, diz-se que a pessoa constrói o próprio Criador?

Nós ainda estamos preparados a acreditar que temos que revelar o Criador, que está escondido, como para se mover a cortina que O esconde. Mas isso diz que somos nós quem constrói a forma a que chamamos Criador.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabala 20/09/12, Escritos do Rabash

A Vida Impessoal

Pergunta: Como é que vamos sentir a conexão correta?

Resposta: A ligação correta é quando sentimos apenas a conexão e não nos sentimos a nós mesmos. É exatamente o oposto do que está a acontecer agora.

Se todos nós desconectarmos de nós mesmos, vamos sentir apenas as conexões entre nós, isto é, o corpo geral que vive e existe. Cada um não vai sentir a sua própria célula individual, mas que está incluído em todo o corpo, e vai dar de si mesmo até que não se sinta a si próprio mas apenas o corpo em geral. Isso significa que teríamos atingido a conexão.

Então, o sentimento coletivo de vida no corpo geral, de que não pertence a ninguém pessoalmente mas é o resultado da conexão entre nós, esse sentimento é chamado o Criador.

Este vaso é chamado Adam (um humano), e o seu preenchimento é chamado o Criador, a Luz da vida, a força de doação mútua.

Da 1 ª parte da Lição Diária da Cabala 20/09/12, Escritos do Rabash

Desconectar

Dr. Michael LaitmanNossa Convenção começa, e estamos ocupados apenas com a conexão, apenas com a união. Deste momento até o final da Convenção, eu não me lembrarei de mais nada e não falarei uma palavra sobre o mundo externo; nós estamos focando apenas em nós mesmos e em nossos amigos, onde quer que estejam.

Não falem nem pensem no que está acontecendo no mundo. Afinal, se uma pessoa se corrigir através da conexão, os mundos de BYA serão equilibrados e as forças equilibradas irão habitar em toda a natureza. Se nós, o Bnei Baruch, nos corrigirmos, a afluência certamente vai fluir de nós todos; ela irá fluir para os canais que nos conectam com o mundo inteiro.

Baal HaSulam escreve sobre isso na Introdução ao Livro Panim Meirot uMasbirot, Item 4: Quando os filhos de Israel são complementados com o conhecimento completo, as fontes da inteligência e do conhecimento devem fluir para além das fronteiras de Israel e abastecer todas as nações do mundo.

Assim, nós também temos que disseminar a sabedoria da Cabalá entre as nações do mundo, mas nós temos que executar a correção, não elas. Durante a Convenção nós esquecemos tudo: casa, disseminação e o mundo. Não há nada, exceto o lugar onde estamos, juntamente com os nossos amigos que estão conectados a nós de todo o mundo. Nós estamos juntos num só coração. Nós estamos totalmente desconectados do mundo externo, entrando mais profundamente.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 20/09/12, “Introdução ao Livro Panim Meirot uMasbirot

Não Basta Descer Da Árvore: Você Deve Se Elevar Acima De Si Mesmo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Hoje as pessoas já entendem que as coisas só vão piorar no mundo. Mas a Cabalá ainda está longe das massas. Como nós podemos cobrir essa distância? E por que ela existe?

Resposta: Ela existe para dar a nós e à humanidade a oportunidade de fazer um esforço. Esta separação permite a nós e à sociedade externa fazer um trabalho mútuo entre nós. A distância foi criada com um propósito: aqui você deve investir seu conhecimento, compreensão, entendimento e pensar no que lhe impede continuar o processo natural.

Uma vez os macacos desceram das árvores e com o tempo tornaram-se povos primitivos. Seguiu-se a era da escravidão, a Idade Média e o período do capitalismo. E hoje, quando esse desenvolvimento acabou num colapso, as pessoas chegaram à compreensão da necessidade da boa união. Então, por que o desenvolvimento não continua automaticamente?

Porque o ser humano nunca iria aparecer. Seria o mesmo primata que desceu das árvores, impulsionado por seu egoísmo. Nós não percebemos que estamos totalmente sob o controle do nosso amor-próprio. Se me mostrassem o sistema em que todos nós existimos, eu veria que não faço nada sozinho. Nessa situação, a criatura não vai surgir. Passe alguém pelo filtro da independência, e nada restará dele – nada, a não ser a força superior, que estava lá inicialmente.

“Como você cria um ser humano?”: eis a questão. Um ser humano só pode ser feito fornecendo-lhe a escuridão, um pouco de conhecimento e um pouco de força, para dar-lhe a oportunidade de encontrar uma maneira de prevalecer sobre sua natureza e construir algo oposto a ele fora da escuridão sem muito conhecimento ou compreensão. Então, ele vai querer tirar as partes necessárias do Criador e submeter-se voluntariamente ao ambiente, que vai obrigar a fazê-lo. Ele será capaz de adquirir uma forma sobrenatural através deste trabalho mútuo, uma forma que está acima de sua natureza. Esta forma é chamada de “Humano” (Adam), uma forma que ele criou sem utilizar as Reshimot (genes informativos), que ficaram nele desde os tempos que ele era um primata.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 19/09/2012, “Introdução ao Livro, Panim Meirot uMasbirot

Como O Elemento Da Vida É Criado?

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que vai acontecer quando nos conectarmos? Como isso funcionará?

Resposta: É uma conexão criada acima do sentimento de separação, uma vez que a alcançamos por nós mesmos, e essa conquista baseia-se no contraste entre dois estados opostos. Acima da resistência entre eles, descobrimos nossa realização.

É como uma resistência num circuito elétrico que resiste à conexão entre dois pontos, criando uma resistência entre eles. No entanto, se conectamos essa rede a dois pólos, criamos uma diferença de potencial, e por esta resistência podemos esclarecer qual é a diferença: ao esclarecer a diferença e as relações entre eles podemos entender o que é um pólo e o que é o outro. Tudo isso é esclarecido pelo resistor, pela força de resistência.

O sistema da vida é construído nesta base — na conexão de partículas opostas. Essas partículas se conectam em átomos, e os átomos em moléculas, e tudo se conecta com base nos opostos, um positivo com um negativo.

Diferentes materiais são criados graças às diferentes conexões entre as partículas positivas e negativas. Tais qualidades internas e opostas são típicas de cada material, de todos os elementos da tabela periódica. Mais tarde esta conexão entre o positivo e o negativo se torna cada vez mais variada e complexa. Diferentes qualidades aparecem nela, que transformam estas criações em células vivas.

Não é mais um sistema estático onde a adição e a subtração estão conectadas numa relação estável uma com a outra, mas um sistema em que essa relação começa a mudar e, assim, o elemento da vida é criado.

O inferior pode existir não apenas se aderindo ao superior do jeito que era no mundo de Ein Sof (Infinito), ou separado Dele, como após a descida dos mundos a este mundo, mas também ao começar a executar movimentos independentes no que diz respeito ao superior. Isso já é uma mudança do nível inanimado da natureza para o nível vegetal e, depois, para o nível animal e finalmente para o nível falante. É assim que ocorre a subida dos níveis.

Assim é que a vida é criada neste mundo, e isto também é o que acontece no mundo espiritual, conforme a pessoa avança e anula a divisão que a separa do Criador.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 13/09/12, “Discurso para a Conclusão do ZoharI

Desejos Que Submetem A Mente

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que significa “Adão”? É um pensamento ou uma imagem visual?

Resposta: Adão representa duas partes, desejos e pensamentos, já que consiste em coração e mente. É importante entender que os desejos são primários aos pensamentos e dirigem a nossa mente. Os pensamentos se desenvolvem em nós de acordo com a qualidade dos nossos desejos.

Há um provérbio: “Quanto mais a pessoa é castigada, mais inteligente ela se torna”. Isso porque a nossa vontade de nos livrar da aflição promove o nosso crescimento. Nós nos tornamos mais engenhosos e inteligentes quando buscamos como escapar do sofrimento e ser preenchidos com algo que realmente queremos. Portanto, não importa o quão grande ou respeitada seja nossa mente, ela ainda é apenas um atendente que serve os nossos desejos.

Tendo concordado com isso, nós devemos instigar desejos mais elevados dentro de nós. Então, a nossa mente vai subir para alcançá-los.

Digamos que, num grupo de 10, nós subimos a um grau onde todos nós temos os mesmos desejos que transcendem os nossos desejos materiais corporais. Nós devemos deixar todos os desejos sensíveis, bem como a questões terrenas, em casa.

Assim que o grupo entra num lugar – um estúdio, uma sala de aula, etc., que pudesse ser chamado de laboratório – pronto! A porta é fechada. O mundo externo deixa de existir. Somente aqueles que estão na sala são importantes.

É como se estivéssemos a bordo de uma nave espacial que está voando para um lugar desconhecido por tempo indeterminado. Nós perdemos a noção do tempo, e os problemas materiais não nos incomodam mais. Nada importa! Nosso objetivo é verificar uma estrutura chamada Adão (homem).

Que tipo de desejo nós teremos? Deve ser apenas para fundir um com o outro, para se tornar um todo.

Assim, começamos a perceber que a estrutura que estamos tentando definir é semelhante à natureza, que, hoje em dia, se manifesta como um organismo integral, unificada e completa. Se compreendermos esse fato, vamos nos sentir muito melhor e mais à vontade.

Vamos compreender a natureza melhor e seremos capazes de lê-la. Então, se considerarmos a natureza do ponto de vista integral que devemos formar entre nós, nós instintivamente perceberemos e seguiremos suas leis. Vamos perceber que é essencial reorganizar nossas vidas, mesmo no nível material habitual.

Vamos induzir tais desejos dentro de nós. Vamos aspirar a subir acima de nós mesmos, independentemente das nossas metas e esperanças terrenas. Devemos elevar e melhorar o nosso “algo” integral e levá-lo para além de todas as questões materiais. É nosso dever apoiar totalmente o outro nesta tarefa.

Da Discussão sobre Formação Integral 02/03/11

Em Uníssono Com O Mundo

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “Paz no Mundo”: Assim, a paz do mundo e a paz do estado são interdependentes. Por isso, nós necessariamente descobrimos que, mesmo essa parte do Estado, que atualmente está satisfeita com a sua vida, que é hábil e inteligente, ainda tem muito a se preocupar com a segurança de suas vidas, devido às tensões com aqueles que se esforçam em derrubá-la. E se eles entendessem o valor da paz, ficariam felizes em adotar a conduta de vida de última geração, pois “tudo o que um homem tem, ele dará pela sua vida”.

Existe uma condição simples para a boa vida da última geração, que é saber que em toda a terra, em toda a humanidade, tudo está conectado de forma integral e global e ninguém está livre dessa conta geral. Todos estão mutuamente conectados em conexões completas que conhecemos e que não conhecemos: o revelado e o oculto. Há milhões de cordas esticadas entre nós através dos meus pensamentos e desejos e através de tudo em mim. Se eu ainda não as revelei, isso não significa que elas não existem. É claro que elas existem e são reveladas de forma mais clara a cada dia.

A única coisa que eu posso fazer é entender que é assim mesmo, mas o entendimento não é o suficiente: eu preciso chegar à sensação de que eu era capaz de usar corretamente a situação. Deixe-a me limitar quando eu fizer algo errado e me empurre para frente nas iniciativas corretas, de acordo com o sistema geral onde estamos todos conectados uns aos outros.

Se eu não sentir, eu vou perder esta oportunidade: eu vou começar a dizer uma coisa e fazer outra, que é o que realmente está acontecendo hoje.

Bem, primeiro eu tenho que entender isso e explicar aos que me rodeiam. Mas, finalmente, o sistema tem que ser revelado em nós, para que realmente o vejamos em nossos olhos e em nossa visão, de modo que sintamos seus sinais provenientes de coração a coração, de mente a mente.

Ninguém será capaz de pensar e contemplar por si mesmo. Todo mundo vai ter que se conectar ao mundo inteiro em seus pensamentos. Em outras palavras, nós precisamos de um coração e uma mente para todos.

A própria vida exige a unidade. Nós estamos nos movendo nessa direção e a alcançaremos de qualquer maneira, se não for agora, então mais tarde. Então, como podemos realizar isso? Será que algum governo global ou alguma polícia global nos ajuda? O que podemos fazer?

Nós precisamos de meios especiais que nos mostrem a conexão entre todos de uma forma emocional e cognitiva, de modo que não vamos apenas olhá-la de lado, mas vamos realmente nos encontrar nela.

Então eu vou automaticamente me preocupar com os outros: se eu penso, eu penso em todos; se eu tomo uma decisão, eu levo todos em conta. Eu vou ser forte e estar intimamente conectado ao geral. Sem isso não há chance de obtermos sucesso.

Pergunta: Você descreveu o estado final, mas não como chegar lá.

Resposta: Isso mesmo. Mesmo agora eu posso usar corretamente o meu bom senso e a minha mente para descrever a mim como as coisas devem ser. Se eu já vejo o sistema geral, como ele me obriga agora? Então, outras condições serão reveladas, mesmo as mais difíceis e estranhas.

Eu ainda tenho que pensar objetivamente no presente: existem certos componentes que estão conectados de certa maneira.

Como eu faço para conectá-los de modo que todos sintam a todos os outros e todos possam levar todos os outros em conta?

Todo mundo conhece completamente a natureza do outro e está ilimitadamente conectado a todos numa variedade de conexões e tem uma mente tão grande que pode levar todo mundo em conta, imediatamente planejar projetos em nome de todos e realizar operações reais, certos de que estas operações são ótimas e que, nas circunstâncias atuais, são as melhores possíveis.

Caso contrário, se todos continuarem conduzindo suas contas pessoais sob as condições da crescente conexão mútua, tudo vai desmoronar como um carro cujas partes vão em todas as direções quando ocorre um acidente.

Portanto, nós temos que ver a imagem da nossa unidade como obrigatória: todo mundo tem a mente de todos e todos têm os sentimentos de todos os outros. Como isso é possível? Essa é uma questão em si. Mas mesmo agora já vemos que a natureza nos apresenta este problema.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 13/09/12, “Paz no Mundo”

Corrigir O Mundo Significa Nos Corrigirmos

Dr. Michael LaitmanPergunta: Que esforço e despertar nos faltam, a fim de ajudar as pessoas a quebrar as barreiras?

Resposta: Elas devem saber que a meta não é alcançada por gritos e tumultos nas ruas. Em vez disso, devemos aprender o que é a conexão.

A conexão não é uma coisa simples. Gritos entusiastas não vão ajudar aqui. A pessoa deve examinar a si mesma, revelar e executar dentro de si as forças que repelem a conexão e que a ajudam.

Na verdade, o método de conexão é o método para a correção do interior da pessoa. Eu não quero me conectar com os outros, porque é assim que sou construído internamente. Eu posso falar disso, louvar a unidade do mundo e organizar dias de amor geral, mas, na verdade, todos nós somos egoístas, e ninguém tem o poder de se conectar verdadeiramente com os outros. Não é que ele não queira, mas é simplesmente incapaz.

Portanto, nós precisamos nos familiarizar com isso e começar a mudar a nós mesmos. A correção do mundo é a correção de cada um. Nós precisamos mudar a pessoa. Além disso, cada um precisa mudar a si mesmo e não os outros; ajudar a outra pessoa significa transmitir o método e apoio em seus primeiros passos que ela é capaz de realizar. Eu posso lhe dar um exemplo até que ponto isso é importante para mim, para que ela também esteja imbuída dessa importância.

Nós só precisamos agir de acordo com os princípios da mutualidade. Nisso nós somos diferentes de todos os outros, à medida que dizemos que é possível chegar à conexão e unidade, que é possível superar a crise.

Nós somos capazes disso. Nós temos o método de conexão que se baseia na correção da pessoa. A Torá é destinada para isso, como está escrito: “Eu criei a inclinação ao mal, e eu criei a Torá como tempero para ela, porque a Luz nela reforma”.

Esta é a forma como a pessoa se torna melhor. Nós usamos este método que nos permite atrair a Luz através do estudo da sabedoria da Cabalá e do trabalho em grupo.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 07/09/12, “Corpo e Alma”

Quem São Os “Sábios No Coração”?

Dr. Michael LaitmanPergunta: A quem o Baal HaSulam está se referindo quando escreve sobre aqueles que são “sábios no coração”?

Resposta: “Sábio no coração” é aquele que está à procura de uma forma de abrir seu coração a uma sabedoria superior (“Sabedoria” – “Hochma“), a sabedoria da unidade, por meio da conexão com outros.

Nós queremos nos conectar com nossos corações, para conectar nossos desejos, e a partir de todos os corações e da soma total de todos os desejos, escolher apenas aqueles que estão prontos para a conexão. Ao criar uma conexão entre esses desejos nós criamos uma rede comum dentro da qual queremos começar a agir.

Enquanto estamos dentro desta rede nós esquecemos quais desejos pertencem a quem, porque agora é o nosso sistema comum. Depois, dentro dele, nós começamos a sentir a Luz de Hochma e, portanto, somos chamados de sábios no coração. Afinal, nós revelamos a Luz de Hochma (sabedoria) dentro da conexão dos nossos corações.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 11/09/12, Panim Meirot uMasbirot