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“O Ciclo Das Cigarras Controla Seus Predadores”

Dr. Michael LaitmanNas notícias (da Science Magazine): “Cigarras sazonais têm um ciclo de vida estranho que alguns têm argumentado que elas podem contar, e que tem uma afinidade particular com números primos. Isso porque suas ninhadas surgem após longos períodos de tempo; na América do Norte, elas surgem em massa do subsolo a cada 13 ou 17 anos. Agora, dois pesquisadores argumentam que os ciclos das cigarras são cronometrados para “projetar” os números de um mortal inimigo: os pássaros predatórios. Ao contrário do que se poderia esperar, as populações destas aves caem significativamente no ano que as cigarras surgem em toda a sua glória vibrante, relatam os cientistas na atual edição da The American Naturalist.

“E os mistérios ainda permanecem. ‘Nós ainda não temos uma boa teoria que explique como o ciclo das cigarras faz com que as populações de aves cheguem a seu ponto mais baixo exatamente 13 e 17 anos mais tarde’, diz Walt Koenig, ecologista comportamental da Universidade de Cornell e principal autor do artigo. ‘Nós ainda estamos coçando a cabeça com isso’”.

Meu comentário: Tudo é controlado pelo mesmo programa em que estamos todos incluídos como um todo, complementando-se mutuamente, a fim de levar tudo o que existe ao mesmo objetivo, quando toda a massa, devido ao trabalho consciente dos seres humanos em se unir com sua própria espécie, se adere à governança superior.

O Que Torna O Nosso Trabalho Eficaz?

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que precisamos ter em mente para que o grupo não se transforme num bando de escarnecedores (zombadores)?

Resposta: Cada vez, nós deliberadamente caímos sob a influência do Criador, que zomba de nós e nos sacode como bebês, como se simplesmente “sacudisse tudo para fora” de nós. Hoje somos tão agradáveis e “fofinhos”, prontos para amar tudo e todos. Mas amanhã voltaremos a ser completamente opostos. Como podemos esquecer que o nosso caminho é feito de subidas e descidas? Não podemos nos lembrar disso se nos esquecemos do Criador.

Por que se diz: “Israel, a Torá e o Criador são um”. Israel significa “anseio pelo Criador”. Por isso, o remédio para a correção – os nossos estudos, o grupo – onde tudo isso é compreendido, e o próprio Criador, tem que ser como um só, num só lugar. Há o Criador, o grupo e eu.

Nós temos que constantemente conectar tudo num todo unificado; não pode haver qualquer outra visão do mundo! A fim de me concentrar e devidamente olhar para o que está acontecendo, eu preciso desses três pontos: o olho, a visão e o alvo. Caso contrário, não serei capaz de fazer nada.

Portanto, se quisermos manter o grupo na intenção correta, é nossa responsabilidade ter em mente que a nossa meta é a adesão com o Criador. Caso contrário, o que vai nos motivar, o nosso egoísmo? Hoje eu estou disposto, amanhã não estou.

Aqui o Criador aparece como o definidor, o primeiro a agir, ou o que inicia nossas ações, que cria o grupo e tudo o que está acontecendo conosco, que nos dá tudo. Tudo o que temos em nossos corações e mente agora, tudo o que ouvimos e sentimos, tudo isso é obra Sua.

Como devemos, em conjunto, responder a isso, baseado no fato de que sentimos algo vindo Dele? A partir deste momento, o nosso trabalho começa. Este é exatamente o momento em que todos nós claramente sentimos que foi Ele quem nos uniu agora; Ele conecta todos nós num só desejo, uma intenção, e no mesmo pensamento. É Ele quem preparou tudo para nós, para que todos juntos começassem a subir e lutar por Ele. Portanto, como podemos subir até Ele, para que possamos fortalecer conscientemente entre nós o que Ele criou? O que significa: “Eu agora me ligo ao grupo?”. Eu me ligo aos outros e ao Criador no desejo comum, num objetivo e aspiração comuns. Se o esforço que cada um de nós exerce liga todos os outros e o Criador juntos, esta é precisamente a nossa resposta ativa. É assim que devemos agir. Se imaginarmos que tudo vem do Criador e sabemos como devemos responder a isso, este vai ser um trabalho muito eficaz, uma medida muito eficaz.

Da Convenção em Novosibirsk 08/12/12, Lição 4

Escolhendo Onde Queremos Ir

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que significa que a nação de Israel precisa dar ao mundo o método da linha média?

Resposta: Há duas linhas na natureza. Uma força é o nosso ego que cresce constantemente. Em geral, ele é chamado de “Faraó”. Do outro lado, há a força positiva, através da qual precisamos corrigir esse ego.

Assim, há duas forças que se enfrentam, e a pessoa precisa colocá-las em equilíbrio, de modo que a força má vai se transformar numa força boa, “O anjo da morte se transforma no anjo santo”. E a pessoa faz isso atraindo essa força para si por conta própria. Isso significa que “ela aprende a Torá”, a sabedoria da Cabalá, de maneira correta, a qual é chamada de “Torá da Luz”, já que nela se encontra a Luz que Reforma.

Mas a Luz só nos afeta se aspiramos à conexão. Afinal, toda a Torá é descoberta na conexão entre as pessoas, quando elas desejam e aspiram superar o ego que as separa. É exatamente como aconteceu em frente ao Monte Sinai quando foram perguntados, “Vocês estão prontos para se conectar como um homem em um coração?”. Se sim, então a Luz que é chamada de “Torá” aparece e nos conecta. Assim, o Criador é revelado, a força superior. Se “não”, então aqui é o lugar de seu sepultamento.

É especificamente nesse estado que realmente nos encontramos agora, e nós temos que escolher onde queremos ir, com que força.

Para isso, não se exige que todos estudem a sabedoria da Cabalá, mas todos vão atingir a sabedoria da conexão que é chamada de educação integral, por meio da televisão ou da Internet. Ela nos ensina como devemos nos conectar, ou seja, através de que tipos de ações. Se a pessoa só quiser imitar o exemplo que a educação integral lhe dá e participar de acordo com sua capacidade, passivamente, ouvindo as lições, as discussões, então, ela é adicionada a todos. No final, todos juntos fortalecem a força interna positiva dentro da nação, e em cujos arredores irá se consolidar mais e mais.

A partir de nós, esta força vai começar a se espalhar por todo o mundo, por toda a humanidade. Então começaremos a sentir como o mundo inteiro se acalma, abandonando suas reclamações com relação à nação de Israel. Depois, ele começará a se aproximar positivamente de nós perguntando como nos ajudar, só para receber a Luz através de nós.

Da Porção Semanal da Torá 04/12/12

Mandamento Do Amor

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que significa agradar o Criador?

Resposta: Agradar, dar prazer ao Criador, amar o Criador, todas essas palavras são muito bonitas. Mas como podemos amar uma força, mesmo que ela seja eterna e governe tudo o que existe? Todas estas palavras são ditas a uma pessoa para que ela possa se ajustar de alguma forma.

Nós só chegamos a amar o Criador através do amor aos outros. No artigo, “Um Mandamento”, há uma instrução: chegar ao amor pelo Criador. Mas como podemos ser solicitados, obrigados a amar? É possível quando trabalhamos no amor pelo outro (pelo próximo), criando uma massa comum de nossos anseios pelo outro, construindo uma conexão comum acima do nosso egoísmo, e cobrindo-o com amor mútuo. Está escrito: “O amor vai cobrir todas as transgressões”. Quando nós construímos uma propriedade coletiva da conexão mútua comum e ansiamos por todos enquanto cultivamos o amor internamente, então, em nosso egoísmo interno, surge uma estrutura completamente nova: a adesão, a inclusão mútua.

Amor significa que eu assumo todos os seus desejos e cuido deles, pensando unicamente em como satisfazê-los, enquanto você pensa nos meus, e assim por diante. Amor significa satisfazer os desejos do outro, em vez do meu próprio, usando-os para este fim. Se eu organizo tais condições dentro de mim, ao fazê-lo eu desenvolvo um vaso lá que trabalha para o benefício da doação. Este vaso comum, que todos nós estamos criando juntos, contém nosso componente coletivo chamado “amor pelo Criador”.

Nós começamos a experimentar não só o vaso comum, a nossa atitude para com os outros, o amor por eles, doando a eles, mas também o que me preenche ao longo do caminho. Esta sensação é chamada de Criador, Boreh em hebraico (“Bo“- venha, “Reh“- veja). Quando nós criamos um vaso espiritual coletivo, como resultado o Criador é revelado lá.

Assim, a principal Mitzva é muito simples: “Ame ao próximo”. Através do amor pelo outro, no vaso que você criou, você sentirá o amor do Criador e, respectivamente, o amor Dele por você.

Pergunta: Qual é o objetivo final deste trabalho?

Resposta: Está no fato que você chega a uma completa equivalência e adesão com Ele em nosso próprio egoísmo corrigido. É assim que você sobe para o nível do Criador. Este é o objetivo final da criação. Você começa a experimentar a sensação de que está em adesão total com Ele, mas você não se dissolve nele, porque todo o seu vaso com você.

Em outras palavras, a sensação de ser oposto não acaba, visto que a adesão com o Criador ocorre acima dela; caso contrário, poderia ocorrer a aniquilação mútua. Por isso, nós temos de ver o nosso egoísmo como a matéria com a ajuda da qual avançamos. Nós devemos tratá-lo com respeito, pois é a imagem invertida do Criador. Por outro lado, todo o nosso mundo é a Sua imagem inversa no nosso nível.

Da Convenção em Novosibirsk 08/12/12, Lição 4

A Dualidade Do Trabalho Espiritual

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se cada um de nós está se esforçando e tira para fora seu ponto, em que momento ocorre a adesão destes pontos entre nós?

Resposta: Estejam sempre preparados para a dualidade. Se eu intencionalmente procuro medir e sentir alguma coisa, por um lado eu vou ser empurrado para longe disso, e, por outro lado, tenho que construir uma atração em mim. Por um lado, eu não vou entender, e por outro lado, eu poderia entender alguma coisa. Tudo isso vai existir em mim em igual proporção. Se eu trabalho para o grupo, por um lado tenho que olhar para ele como algo absoluto, uma unidade que está em perfeição, no mundo do Infinito. Cada um dos amigos é um anjo que completou todas as suas correções. Todos os amigos estão unidos. Há um ideal na minha frente, e o Criador está dentro dele.

É assim que eu imagino tudo o que está fora de mim. Eu vou ter algo pelo qual me esforçar, pela unidade com os amigos, para ser incluído neles. Eu os vejo como ótimos, eu desenvolvo a inveja, o ciúme e o desejo de me integrar a eles.

Por outro lado, este grupo me influencia, e eu tenho que ver e sentir como normalmente acontece neste mundo. Neste caso, eu tenho que me comunicar com eles como com iguais e, às vezes, como um professor para com os alunos, e é assim que cada um de nós faz. Eu tenho que excitar, organizar e motivá-los à meta, fazer comentários sobre o trabalho compartilhado, sobre a unidade, etc.

Assim, existe um tipo de “tesoura”. Por um lado, eu me refiro aos amigos como grandes, perfeitos e conectados uns aos outros. Por outro lado, eu me identifico com eles como àqueles a quem posso apontar, torcer; eu tenho que organizar alguém a quem possa influenciar.

Eu devo estar preparado para tratar o grupo de duas maneiras, e isso não deveria me incomodar. No trabalho espiritual a dualidade sempre emerge. De qualquer forma, um não anula o outro; há tempo para um e para o outro. Devido a isso, você precisa aprender a se bifurcar, a olhar para coisas mais “inclinadas”, e depois, entre essas duas direções oblíquas, você vai descobrir como ver o sistema superior.

Da Convenção em Novosibirsk 09/12/12, Lição, 5

Tirando Todas As Centelhas Da Espessura Dos Desejos

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que significa: “conectar-se às centelhas dos amigos”?

Resposta: Significa conectar nossos desejos ao Criador. Afinal, os amigos vieram aqui porque há uma centelha em seu grande desejo que anseia pela espiritualidade, por equivalência de forma e conexão com o Criador. Eu também estou aqui por causa desse desejo; ele que nos trouxe ao grupo.

Nós temos que nos conectar nesses desejos, conectar-nos apenas pelas razões que nos trouxeram aqui. Vamos tirar apenas aqueles que nos trouxeram aqui de toda a espessura dos nossos desejos e descartar todo o resto como um saco cheio de lixo líquido, e conectar as centelhas de onde o nosso vaso espiritual será criado.

Será apenas a sua parte superior, e tudo o resto é formado do lixo que descartamos quando anulamos esses desejos. Não é fácil descartá-los, uma vez que temos que anular cada um desses desejos, um por um.

Quando tentamos conectar e queremos amar, o ódio é subitamente revelado, a fim de nos mostrar que não há amor natural em nós. Enquanto isso, parece que você ama a todos naturalmente, e que trata todos muito bem, como é aceito em nosso mundo: eles não trabalham no amor e portanto não descobrem o ódio.

Para alcançar o amor, precisamos primeiro descobrir o oposto, o ódio. Mas nós não trabalhamos no ódio. Nós aspiramos ao amor. Quanto mais você anseia por amor e realmente trabalha nele, mais rápido você descobre que odeia e que não ama. Você recebe a verdade do Alto.

Descobrir o amor significa ver o amigo como o maior em nossa geração, e olhar apenas para os seus atributos positivos, tentar sentir que os desejos dele são mais importantes que os seus desejos, como uma mãe sente por seu filho.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 12/12/12O Zohar

Convenção Mundial Sem Fim

Dr. Michael LaitmanEu espero estreitar tanto as nossas conexões de modo a atingirmos o nível em que realmente sentimos um do outro. Hoje nós temos um par de milhões de pessoas ao redor do mundo, mas muitas delas não conhecemos. Se pudéssemos ver todos aqueles que nos vêem ou ouvem…

Quando começarmos a sentir mutuamente um ao outro como uma mãe sente seu filho à distância, e até mesmo muito mais do que isso, então será simplesmente uma Convenção permanente em todo o mundo.

Da Convenção em Novosibirsk 08/12/12, Lição 4

Na Fronteira Do Novo Mundo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Você disse que a pessoa deve se voltar ao Criador através do grupo. O que significa isso? Nós devemos ler o Shamati em conjunto ou num workshop: o que devemos fazer?

Resposta: Eu acho que a pessoa deve se comportar de maneira muito simples: primeiro fazer um curso de curta duração de Cabalá e depois estudar num grupo. Ele tem que participar de nossas aulas tanto quanto possível, pelo menos na terceira parte da lição, e participar de workshops diversas vezes por semana: isso é o mínimo que ele pode fazer.

Além disso, nós temos uma enorme biblioteca, um arquivo de aulas e palestras traduzidas para muitas línguas. Não deve ser um problema encontrar algo para fazer.

A pessoa deve dedicar certa quantidade de tempo para disseminação, já que através dela nós não só levamos a nossa mensagem ao mundo, mas também nos unimos ao próximo nível.

Nós temos que levar à humanidade a informação sobre a correção, o avanço e a realização do próximo estado. Caso contrário, como é que podemos apagar a deficiência que está sendo revelada agora nas pessoas?

Nós falamos sobre o fato de que não há outro além Dele. Então qual é problema da humanidade? Como é que ela pode se corrigir?

Nós chegamos agora ao estado “redondo”, onde estamos totalmente dependentes uns dos outros. A terceira fase está sendo agora revelada e estamos começando a subir a ela a partir do nosso estado atual: isso é chamado de crise.

A verdade é que a “crise” em grego significa “nascimento”: o nascimento de algo novo.

Portanto, nós temos que mostrar à humanidade que agora estamos à beira de um novo mundo e este novo mundo é a integralidade.

O primeiro nível espiritual, o mundo de Assiá, agora está sendo revelado apenas em seu contorno externo, integralmente, já que o mundo espiritual é integral. Nós estamos começando a ver que com as nossas propriedades, somos incapazes de lidar neste sistema. Uma rede de conexões mútuas absolutas está descendo sobre nós, e não podemos fazer nada aqui. É exatamente assim que a crise atual se expressa na educação, ciência, economia, em todos os aspectos.

Portanto, primeiro nós temos que informar as pessoas sobre isso, e segundo, ensinar-lhes o método de como ascender internamente ao próximo nível qualitativo, o que significa mudar para a integralidade, para uma conexão mútua.

Da Convenção em Novosibirsk 08/12/12, Lição 3

A Guerra Dos Macabeus Contemporâneos Com O Egoísmo Global

Agora, depois de 2000 anos de exílio, voltamos para a Torre de Babel, que, entretanto, cresceu ainda mais. Nós voltamos para a grande dor do ego, a enorme torre do egoísmo humano que temos erguido e nos encontramos num beco sem saída sem saber o que devemos fazer com nossas vidas.

Tudo o que temos construído sobre a base do egoísmo não nos traz nenhuma solução:  Nós ficamos com nada, tudo que nós construímos no mundo está em ruínas e é dominado pela crise.

Hoje, devemos nos referir à mesma solução que foi encontrada em tempos antigos, nos dias de Abraão – a unidade. No entanto, não só no grupo, que era então chamado “povo de Israel”, deveria  se unir, mas sim o mundo inteiro teria que, finalmente, conectar-se para sempre.

Como exemplo, vamos usar a Revolta dos Macabeus à qual o feriado de Hanukkah foi dedicado. [Leia mais →]

A Primeira Vela é Acesa na Cadeia de Unidade

Hoje, estamos sob ataque por uma força física; Que é feroz e perigosa, representando uma séria ameaça, e é fanaticamente comprometida com a meta. Ela exige de nós o mesmo tipo de dedicação ao nosso objetivo, que é a nossa união.

Se nos unirmos hoje (eu espero que aconteça), iremos imediatamente sentir que há um poder espiritual que nos apoia. Em nome da governabilidade superior, esta força vai abandonar nossos adversários, uma vez que se manifestou como uma força de oposição ao Criador.

Hoje, estamos em uma situação idêntica ao tempo dos Macabeus. A sombra de um novo Estado palestino está flutuando no horizonte, muitos países europeus já falam em apoio. Ao mesmo tempo, não há unidade na nação de Israel. Todo mundo defende suas opiniões pessoais, especificamente bem antes das eleições. Falta-nos a força superior que nos apóia. No entanto, vai descer a nós somente com a condição de que vamos nos unir. [Leia mais →]