Textos na Categoria 'Oração'

Uma Lasca No Universo Ou Uma Criança Amada?

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “Introdução Geral ao Livro, Panim Meirot uMasbirot”: … como coisas corpóreas são separadas umas das outras por um machado e um martelo, as espirituais são separadas umas das outras pela disparidade de forma entre elas. E quando a disparidade de forma aumenta até o ponto de oposição, de um extremo ao outro, é criada uma separação completa entre elas.

Da perspectiva do Criador, que criou o desejo de receber, não há oposição entre este desejo e o desejo de doar. É como um bebé que recebe de uma mãe – não há divisão entre eles. Eles estão inseparavelmente conectados e desfrutam um do outro.

Vemos como na natureza um organismo estranho composto da carne de alguém recebe a oportunidade de crescer dentro do corpo da mãe e não é interpretado por ela como estranho! Como é que este fenómeno é sequer possível – um feto dentro da barriga da mãe, considerando que quando encravamos uma pequena lasca, o corpo imediatamente começa a rejeitar o objecto estranho? Forma-se imediatamente uma infecção à volta dela e o corpo tenta empurrá-la e separá-la.

É sabido como durante um transplante de órgãos é muito difícil superar esta barreira, a incompatibilidade do corpo e a rejeição de um corpo estranho. Mas aqui ocorre o oposto: Um corpo cresce dentro do outro, e o corpo grande cuida sempre do corpo pequeno, fazendo tudo apenas para seu benefício!

Este é um exemplo do desejo de desfrutar (o feto) e do desejo de doar (a mãe) em harmonia um com o outro. A mesma coisa ocorre em relação ao Criador, que cria o desejo de desfrutar. Este desejo não contradiz ou se opõe à doação.

Contudo, se o objectivo é levar este desejo de desfrutar para a forma de doar, então eles realmente se tornam oposto um ao outro de acordo com as suas intenções. No estado inicial existe um desejo de doar e um de receber – o Criador e a criação. Mas não há discrepância entre eles e eles estão unidos. Mas depois a criação se desenvolve e adquire uma intenção egoísta, e agora, de acordo com as suas intenções, eles tornam-se opostos: a intenção de doar é oposta à intenção para si próprio do início ao fim, de zero até o infinito.

O que temos de corrigir é a intenção egoísta e não o desejo! O desejo permanece em nós. Nós mantemos sempre o desejo de receber. Mas a intenção tem de ser “em prol de doar”.

Contudo, ficamos normalmente confusos sobre isto, pensando que temos de lutar com os nossos desejos. As religiões e diferentes práticas espirituais tentam destruir o desejo ou diminui-lo. Mas a Cabalá diz o oposto: “Aumente o seu desejo e a intenção de doar juntamente com ele!”. Então, você será capaz de doar mais com as suas acções.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 24/6/11, “Introdução Geral ao Livro, Panim Meirot uMasbirot

Um Novo Conto Sobre Chapeuzinho Vermelho

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que acontece “nos bastidores” das minhas ações quando durante a leitura do Livro do Zohar eu faço esforços repetidos para retornar à intenção, mas eles me parecem inúteis?

Resposta: Seus esforços determinam suas qualidades de percepção, sua sensibilidade, e então você faz a revelação. Tudo está na sua frente, mas sua falta de sensibilidade não lhe permite revelar o sistema de conexão entre as almas sobre o qual fala O Zohar. Seus esforços e orações constroem os instrumentos de percepção dentro de você para sentir essa imagem.

Pergunta: Eu repetidamente tento construir minha intenção de novo, mas parece que faço os mesmos esforços e sinto a mesma coisa que senti uma semana atrás, como se nada tivesse mudado…

Resposta: Suponha que eu esteja entre músicos. Olhando para eles, eu vejo como eles ouvem cada som e discernem a combinação de diferentes sons, e vejo quão importante isso é para eles. À medida que eu olho para eles, eu aprendo como eles tratam os sons. Então, como resultado de meus esforços, eu me torno mais sensível e começo a senti-los.

Então, eu faço perguntas aos músicos e eles explicam as coisas para mim, mas eu não entendo suas explicações. “Um quarto”, “um quinto”, “glissando”, “forte” – essas palavras não me dizem nada, tal qual a terminologia ilegível do Livro do Zohar.

Mas, eu quero aprendê-las! Por isso eu tento me tornar um pouco mais sensível a elas e senti-las. Então, como nós estamos em um sistema especial, de acordo com meus esforços, desejo, e aspiração, eu começo a sentir. É assim também que a criança se desenvolve: ela quer ser grande e está sempre correndo por toda parte, nunca fica cansada e investiga tudo ao redor.

Nós nos perguntamos: como as crianças podem ver o mesmo desenho animado ou ouvir a mesma história milhares de vezes? Porém, é milhares de vezes para nós porque nós não nos desenvolvemos nem um pouco. Mas, a criança vive naquela história. Quando ela ouve um conto sobre Chapeuzinho Vermelho hoje, para ela é uma história completamente diferente, não igual a de ontem. Você olha para ela e pensa: “Bem, eu vou contar a história para ela. Deixe que ela se sente quietinha, se acalme, e a desfrute…”. Porém, ela ouve uma nova história toda vez! E mesmo que ela também a saiba de cor, quanto ela a repete junto com você ela a revive de novo. É semelhante a como você tem que comer hoje, mesmo que tenha comido ontem. É isso que acontece a ela também!

Assim, todo o seu trabalho é desenvolver a sensibilidade para adquirir novas qualidades de percepção.

Da 2a parte da Lição Diária de Cabalá 23/06/11, O Zohar

Não Se Deixe Ser Subornado Quando Procurar A Verdade

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como nós não conseguimos fugir de exigir a verdade, então nós finalmente revelamos que estamos mentindo para nós mesmos?

Resposta: Se a pessoa é capaz de agarrar-se à verdade, então ela tem muita sorte. Nós vemos que há muitas pessoas no mundo que não precisam da verdade e que não perguntam para que estão vivendo.

Em outras, esta pergunta já surge, mas do ponto de vista do, “Para que estou sofrendo?”. Ou seja, esta não é uma pergunta sobre o sentido da vida, mas sobre como encontrar o gosto na vida, agora que você sente um gosto amargo em vez de doce.

E há outras pessoas que não perguntam sobre uma boa vida, mas sobre encontrar a verdade nela. E há pessoas que não perguntam sobre a verdade na vida, mas sobre quem nos deu essa vida, sobre o Criador. Esta pergunta já não é sobre mim, porque eu já não me importo sobre quem sou eu e o que vai acontecer com a minha vida, de uma forma ou de outra. Eu quero vir a conhecê-Lo, atingir o Criador, e existir Nele – na própria fonte, na raiz.

Há muitos níveis nessa atitude, dependendo da exigência da pessoa, de sua sensação e realização. Aqui, tudo depende da raiz da sua alma e do atual ciclo de vida, ou seja, em que estágio de desenvolvimento ela está.

Mas, mesmo que em nosso estado atual ainda não tenhamos recebido a chance de perguntar sobre a verdade, nós podemos desenvolver esses desejos dentro de nós por meio do ambiente, “do professor, do grupo, e  dos livros”, e avançar dessa forma. No entanto, isto não é fácil e requer que você revele o que está no fundo de si mesmo, dentro de seus genes informativos (Reshimot ).

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 20/06/11, Escritos do Rabash

O Amor É Uma Rua De Mão Dupla

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como podemos explicar às pessoas que o amor é necessário?

Resposta: Você pode amar comer peixe no almoço, você pode amar o seu filho pequeno, ou pode amar o próximo ou o Criador. As mesmas palavras designam noções completamente diferentes.

Vale a pena enaltecer o amor ao próximo a uma pessoa que ama peixe? Como você pode descrever-lhe o prazer de doar? O que ela vai entender? Que ela tem que dar o peixe para outra pessoa? Isso é amor?

O que significa amar o próximo? Ele tem um significado completamente diferente. Amar o próximo significa anexar o desejo dele ao seu e trabalhar com o seu desejo a fim de satisfazer o desejo dele. Então, nós dois nos fundimos num todo, onde eu o satisfaço e ele me satisfaz.  No que ele se satisfaz? Em seu desejo. Seu desejo em relação ao meu é como Malchut em relação a Zeir Anpin. Eu sou como o Criador, e ele a criação. Este é o meu trabalho.

Assim, o “amor” é a relação entre o Criador e a criação. Somente isso é o amor – a atitude da criação para com o Criador. Se eu posso construir este tipo de atitude para com os outros, ou em outras palavras, se eu adquiro a qualidade do Criador (a qualidade de doação), e por meio dela eu me relaciono com o desejo do próximo como faz o Criador, verifica-se que o Criador está dentro de mim, e eu realizo as ações necessárias em relação ao próximo. Isso significa que eu amo o próximo.

Nós não temos o direito de usar a palavra “amor” em qualquer outro sentido, contexto, ou caso. Caso contrário, nós vamos confundi-la com o nosso “amor por peixe”.

Nós estamos falando sobre como o Criador, a qualidade de doação, se veste em mim. Antes de tudo, nós temos que realizar o princípio: “Não faça aos outros aquilo que você mesmo odeia”. É assim que eu me torno neutro. Depois disso eu tenho que adquirir o desejo dele em vez do meu. O desejo de outra pessoa se torna mais importante para mim e, portanto, ela se torna maior do que eu. Eu estou pronto para fazer tudo por ela, assim como faria para um filho doente em nosso mundo. Eu estou totalmente em “curto-circuito” no seu desejo; isso é o que me faz agir.

É exatamente por isso que eu sou semelhante ao Criador, como Zeir Anpin que recebe um pedido de Malchut. Quanto mais o desejo de outra pessoa é capaz de me fazer doar, maior eu sou do que ela. Este é o amor. Você vê como isso é diferente de nossas noções atuais?

Quanto mais eu posso doar a outra pessoa, mais eu forneço-lhe a Luz da correção. Afinal, há a garantia mútua entre nós. Eu não satisfaço seu desejo egoísta, mas revelo dentro dela o desejo de estar em um sistema comigo, de modo que a Shechina reine entre nós. Então, o que devo dar-lhe? Eu lhe dou o meu apoio da garantia mútua, que ela também fornece a mim, ao revelá-lo em seu desejo. Este é o amor.

Ninguém está satisfazendo o egoísmo do outro. Eu não revelo o desejo egoísta na outra pessoa, mas o desejo do apoio mútuo, a fim de revelar o Criador no relacionamento entre nós. O Criador não pode ser revelado em qualquer indivíduo ou apenas na minha atitude para com outra pessoa, a menos que seja fortalecida pela mesma atitude dela. O amor não funciona em uma direção. Ele é uma rua de mão dupla. Ele exige uma rede de conexão por onde os impulsos da doação fluem, uma rede permeada por sentimentos de amor, relações de garantia mútua e reciprocidade que nos fortalecem mutuamente.

Nesse meio tempo, o egoísmo permanece abaixo, sem fazer quaisquer cálculos para satisfazê-lo. Afinal, nós nos elevamos acima dele, conectados por nossa intenção mútua em prol da doação. E quando ele atinge um determinado nível de unidade, criando uma rede acima de nós, nós revelamos o Criador, a qualidade mútua de doação e amor entre nós.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 20/06/11, “Matan Torá (A Entrega da Torá)”

Dar À Luz Ao Nível Espiritual

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual é o ambiente correto para uma mulher, e como podemos usá-lo quando é tão difícil trabalhar com alegria e entusiasmo?

Resposta: O ambiente correto para as mulheres facilita na mulher a aspiração para analisar e sintetizar de forma calma e constante o desejo correto: o que ele deveria ser; como nós, as partes masculina e feminina de nossa família, nos unimos de damos à luz ao nível espiritual.

Nós o produzimos entre nós mesmos ao nos unir corretamente. Nosso contato correto gera o próximo nível. Isso é o que as mulheres devem pensar em primeiro lugar. Então, os homens irão perceber tudo da forma correta e agirão.

Da 2a Lição na Convenção de Moscou 10/06/11

Cabalistas Sobre O Amor Ao Próximo E O Amor Ao Criador, Parte 8

Dr. Michael LaitmanCaros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

A Oração da Multidão

É como nossos sábios (sábio é aquele que atingiu o Criador) disseram: “Qualquer pessoa que esteja triste pelo público (como por si mesma e perante si mesma, exatamente por essa razão) é recompensada e vê o conforto do público”. O público é chamado de “A SantA Shechiná (Divindade)”, pois público significa coletivo, ou seja, a assembléia de Israel, uma vez que Malchut é o conjunto de todas as almas. (Isto é, aquele que se esforça pela correção da alma coletiva merece o conforto de vê-la).
– Baal HaSulam, Shamati (Eu Escutei), Artigo nº 35, “Com Respeito à Vitalidade da Kedusha

Abençoado com Doação

Pergunta: Está escrito: “Deus te abençoe em todas as suas ações.” O que significa ser abençoado?

Resposta: “Abençoado” significa que me é concedido a propriedade de doação na minha vontade de receber. Acho a sua falha e trabalho duro para me preparar, após receber do Criador a “bênção”, a intenção de doar mais do que todo o meu desejo.

Bênção é Bina. Que mais pode uma pessoa ser abençoada com? O que podemos, mas ter falta do que a Luz que Reforma? Não há nada. A criação inteira é feita de desejo e se ela ganha a intenção de doar, já é abençoada, pois não há estado tão perfeito como este. Isso é tudo que precisamos.

Diz-se que uma pessoa deve receber cem bênçãos diárias. Em outras palavras, é preciso reformar o seu vaso inteiro para caber doação, as dez Sefirot, cada uma das quais se divide em dez. Estas cem bênçãos se tornam os cem portões (Shaarim), porque em seu estado atual, uma pessoa avalia (Meshaher) o Criador com o seu vaso corrigido que se enche com a Luz.

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Da parte 4 da Lição Diária de Cabalá de 6/07/2011, Escritos do Rabash

A Dança De Todos

Dr. Michael LaitmanPergunta: Hoje nós teremos uma convenção para celebrar o feriado de Shavuot. Mas quando eu imagino o que vai acontecer lá, eu não quero ir para lá. Isso significa que eu tenho que subir acima da razão?

Resposta: As pessoas vão dançar lá, mas você não gosta de dançar. Haverá comida deliciosa lá, mas você não vai gostar. Haverá muitas crianças lá, e você não está muito animado com isso. Acontece que não há realmente nenhuma razão para você ir.

Ou você pode imaginar a situação de forma diferente: o que me importa a comida, os movimentos que as pessoas fazem com seus corpos, as músicas, as crianças gritando, e todas as pessoas que estão lá? Tudo isso é a forma externa do desejo que está sendo despertada pelo Criador. Ele reúne as pessoas que querem se aproximar Dele. Fora de toda a Malchut do mundo do Infinito, ele reuniu um grupo de desejos individuais, de modo a uni-los no futuro.

É por isso que Ele agora lhes dá essa necessidade. Eles nem sabem por que as coisas saíram desse jeito. Cada um tem suas próprias razões para vir e cada um imagina de forma diferente por que está lá. Mas eu vim para me juntar ao desejo do Criador, que está oculto neles.

Você pode se sentar calmamente no canto e tentar sempre manter a intenção de estar conectado o desejo deles. Eu não olho para os seus impulsos interiores, mas precisamente para o desejo que o Criador desperta neles. Isto é o que eu preciso. Esta necessidade é a minha alma. Afinal, eu tenho apenas um ponto no coração e tenho que juntar estes desejos a mim, os quais me darão o volume do vaso espiritual. Então, eu serei capaz de avançar.

No entanto, se eu não fizer uma conexão com eles, onde é que obterei o desejo, onde encontrarei minha alma? Onde eu receberei a revelação do Criador? Sozinho eu não tenho e não terei nada além do ponto inicial. Portanto, eu não deveria ir à convenção? Eu devo deixar a oportunidade passar?

Pergunta: Eu não posso assistir à transmissão na televisão e, assim, unir-me com o desejo das pessoas? É realmente necessário estar fisicamente presente?

Resposta: Isso depende do que torna mais fácil para eu ser permeado pelo desejo deles e sua erupção, e de quantos esforços farei para isso. Talvez se eu assistir de casa, receberei 50 quilos do desejo deles, mas se eu for lá, mesmo sentado no canto, experimentarei uma repulsa tão grande, que adquirirei apenas 2 quilos. No entanto, se eu me preparar com antecedência, se eu começar a dançar com eles, embora eu deteste fazer qualquer coisa assim, se eu mantiver a intenção dentro (Por que eu estou fazendo isso?), então será muito benéfico.

Todos nós trabalhamos acima do desejo, embora não falemos disso o tempo todo. Todo o trabalho espiritual é feito acima do desejo, de modo que a mente governará o coração.

Da 1ª parte da Lição Dária de Cabalá 06/06/11, Escritos do Rabash

Trabalhando sobre o desejo Juntos

Não devemos criticar os estados que experimentamos a cada momento. Afinal, não sabemos para que nos é dado e de onde eles vêm.

Tudo o que precisamos fazer é tentar entender como usar o estado em que recebemos agora. Devemos reconhecê-lo com o entendimento de que não há estado melhor para o nosso progresso que este que estamos atualmente vivenciando, para a correção da nossa alma. Nós devemos agradecer ao Criador pelo o mal, assim como faríamos para o bem.

Afinal, eu meço o meu estado de acordo com minhas falhas. Se eu fosse reformado, eu me sentiria infinito em cada estado. No entanto, se eu tiver um sentimento oposto em algum lugar, isso significa que há uma falha a certeza de que eu preciso sentir, mediante o trabalho, e corrigir a sensação até me sentir perfeito. [Leia mais →]

Cabalistas Sobre A Abordagem Ao Estudo Da Sabedoria Da Cabalá, Parte 4

Dr. Michael LaitmanCaros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

A Importância da Intenção durante o Estudo

Durante a prática da Torá, cada pessoa deve… ajustar sua mente e seu coração para revelar o Criador (a propriedade de doação e amor). E qualquer pessoa está apta para isso, como está escrito: “Você trabalhou e não encontrou, não acredite”. … Assim, a pessoa não precisa de nada nesta questão, exceto o trabalho em si.
– Baal HaSulam, “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot”, item 97

Existe um remédio maravilhoso para aqueles que se engajam na sabedoria da Cabalá. Embora eles não entendem o que estão aprendendo, através do grande desejo de entender, eles despertam em si mesmos as Luzes que cercam suas almas.
– Baal HaSulam, “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot”, item 155