Textos na Categoria 'Israel Hoje'

Nova Vida # 485 – A Sabedoria Que Garante O Sucesso Na Vida

Nova Vida # 485 – A Sabedoria Que Garante O Sucesso Na Vida


Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Pergunta: Apenas dois grupos de pessoas estão interessadas no Criador: pessoas religiosas ou grandes cientistas: naturalistas, pessoas como Einstein, que tentam saber se existe uma força superior e desejam encontrá-la. Mas quanto ao resto, o Criador não lhes interessa. Como Ele afeta a vida diária de uma pessoa comum?

Resposta: Esta questão não tem nada a ver com saber se uma pessoa é religiosa ou não. A pessoa vive e passa por diferentes fases de desenvolvimento, juntamente com toda a humanidade. Se descobre e conhece as leis de acordo com as quais ela e a humanidade evoluem, será capaz de conduzir a sua vida de uma maneira melhor.

Ao saber o que a espera em um dia ou dois, para onde tudo está indo e avançando, será capaz de gerir melhor. Suponha que você quer saber qual profissão é melhor para o seu filho? Tudo ficará claro: como estudar, o que estudar, o que é melhor comprar. Você saberá tudo com antecedência, porque descobrirá o plano geral segundo o qual você desenvolve-se, e fluirá com ele.

Portanto, a revelação do Criador é necessária para cada pessoa. Experimentamos tantas decepções e fracassos hoje porque agimos cegamente. Toda a humanidade – com toda a tecnologia avançada que temos, com os sofrimentos a que temos sido submetidos, e a grande e amarga experiência que acumulamos – age cegamente porque não conhece o plano da natureza. [Leia mais →]

Nova Vida # 484 – Escolher A Descoberta Do Criador E A Preocupação Com A Humanidade

Nova Vida # 484 – Escolher A Descoberta Do Criador E A Preocupação Com A Humanidade
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Pergunta: Além das pesadas obrigações, será que pertencer ao “povo escolhido” dá aos judeus quaisquer vantagens, benefícios ou “concessões”? O que há de bom em ser o povo escolhido?

Resposta: Não podemos simplesmente recusar e rejeitar a nossa missão: nem aqueles que pertencem ao povo judeu hoje nem as doze tribos que estavam perdidas quase 2.500 anos atrás. Não podemos nos esconder de nosso papel; somos obrigados a realizá-lo.

Ser ou não ser escolhido não depende de nós. Nós só temos que olhar para onde é possível adicionar a nossa participação independente, graças a qual chegaremos a uma vida boa e calma, de modo que todos entenderão e nos apreciarão. Isso não é no sentido de que seremos superiores aos outros, mas que eles vão aspirar ao mesmo objetivo e tornar-se incluídos no mesmo processo.

Nós não podemos escapar. De qualquer forma, devemos realizar o nosso papel. Nada vai ajudar, nem se esconder dele ou morrer, mas apenas cumprir a nossa missão.

Pergunta: Será que ser escolhido significa que descobrimos o plano de desenvolvimento da vida e agimos em conformidade, possibilitando alcançar o sucesso em tudo? De que maneira a vida diária de alguém que descobre o plano de desenvolvimento é distinta?

Resposta: Uma pessoa como essa vai entender onde está, como se conectar corretamente com as pessoas, como construir uma base cada vez mais segura em todos os momentos para uma revelação ainda maior da força superior. Ela constantemente avança para a descoberta da força superior dentro dela, e isso a preenche com maior conhecimento e emoção. Todos os seus desejos e pensamentos serão dirigidos apenas para isso.

Ainda hoje nós inconscientemente ansiamos e só aspiramos à revelação da força superior. Nós achamos que supostamente queremos comida, sexo, sucesso, bem-estar familiar, dinheiro, honra e conhecimento. Mas, na verdade, em tudo isso, estamos procurando o sabor único da força superior.

E agora, graças a isso, estamos vivos; nós sentimos o gosto do Criador em tudo. Tudo, cada objeto que nos traz prazer, contém uma parte microscópica do Criador. Mas se quisermos sentir plenamente isso, de modo a preencher todos os nossos desejos e pensamentos, revelando toda a perspectiva do futuro, devemos nos preparar, ou seja, se conectar corretamente com o ambiente.

Pergunta: Em toda a história do povo judeu, tem havido muitos sábios em cada geração que buscaram e exploraram a força superior. Esse foi o lote das maiores mentes da geração, a elite. Mas é possível que agora cada pessoa na face da Terra pode alcançar o Criador, todos os sete bilhões de habitantes?

Resposta: Em primeiro lugar os sete milhões de judeus em Israel devem revelar o Criador e mostrar a todos que têm esse poder. Todas as pessoas vão sentir isso. No momento em que o povo de Israel começar a avançar em direção à revelação do Criador, toda a humanidade irá congelar com uma expectativa tensa, entendendo que depois que os judeus alcançarem essa descoberta, isso vai passar a todos os povos.

Pergunta: Então, o que é esse “povo escolhido”?

Resposta: O povo escolhido é o povo que escolheu a revelação do Criador e uma preocupação com toda a humanidade, pois esse é o propósito da descoberta: a revelação da força superior, o poder geral da natureza, a todas as pessoas. Essa é a nossa obrigação, e depois todo mundo vai realmente ser feliz. Eles irão transcender o conceito de tempo, espaço e movimento, saindo assim para outra dimensão.

De KabTV “Nova Vida # 484 – Escolher A Descoberta do Criador E Se Preocupar Com A Humanidade”, 28/12/14

A Quem Pedir Perdão E Para Quê? Parte 2

laitman_534Pergunta: Será que isso significa que é um erro pensar que existe um Deus acima que está assistindo nossas ações e de quem precisamos pedir perdão?

Resposta: A pessoa passa por vários estágios de desenvolvimento. Portanto, é impossível dizer que algumas de suas crenças estejam corretas e outras não. Ela pensa dessa maneira hoje, mas aos poucos corrige sua percepção, aumentando o conhecimento e sentimento.

Portanto, é claro que o conceito de “Eu e o Criador” muda completamente. Eu sinto cada vez mais que a força superior é resultado da minha conexão com outras pessoas e não existe fora dela. Apenas a essência do Criador (Atzmuto), que é totalmente inacessível para mim, existe independentemente.

Nós devemos entender bem que o Criador existe apenas na conexão com as pessoas. Não pode haver apelo ao Criador com exceção da nossa unidade; depois de tudo, nós criamos o lugar para a Sua revelação através dela.

Cada um deve julgar a si mesmo: o quanto está conectado com os outros. Essa é toda a sua redenção. É impossível julgar uma pessoa individualmente. Esse é um imenso erro que fazemos sempre instintivamente: pensar em nós mesmos, contar conosco mesmos, e agir sozinho.

Esse é um erro fatal que continuamos a fazer há milhares de anos. A separação do Criador é a razão do nosso terrível esquecimento.

Comentário: Lamentavelmente, isso parece muito relevante, porque causa separação, desacordo e hostilidade entre diversas correntes e facções.

Resposta: O povo de Israel já passou por esses estados durante a destruição do Primeiro e Segundo Templos. Os judeus estavam se matando, não só com palavras, mas também com armas reais, derramamento de sangue fraterno nas guerras civis. Eu espero muito que hoje não cheguemos a esse ponto. Nós ainda não sacamos nossas espadas, mas sinceramente lutamos uns com os outros por todos os outros meios.

Isso é porque nos esquecemos de quem somos, qual é a base da nossa nação, e nossa responsabilidade em ir em direção à unidade; embora, de fato, essa seja a nossa própria correção e a correção de todo o mundo.

De KabTV “Nova Vida” 27/09/16

Ynet: “Antissemitismo: A Mesma Melodia Uma E Outra Vez”


Na minha coluna sobre Ynet – “Anti-Semitismo: A Mesma Melodia Uma E Outra Vez

Setenta por cento dos judeus da Europa não vão comemorar juntos a época de feriados por causa do medo do antissemitismo. “Nossa nação está acostumada a ser perseguida, a desculpa para nos odiar muda, mas é a mesma melodia uma e outra vez”. O Rav Laitman explica a lei do antissemitismo, por que ela se repete em todas as gerações, e como podemos evitar a próxima onda de ódio.

A onda de terrorismo emergiu novamente na semana passada em Israel e despertou a preparação e a tensão novamente. Mas o medo não permeia apenas Israel, mas também os nossos companheiros judeus na Europa.

De acordo com uma nova pesquisa preocupante realizada pela Associação Judaica Europeia e o Centro Rabínico da Europa, 70% dos judeus europeus têm medo de ir às orações e celebrações públicas em Rosh HaShanáYom Kipur, devido ao aumento de incidentes antissemitas, apesar do aumento das medidas de segurança e policiamento em torno das instituições judaicas. “O desafio dobrou nos últimos meses”, diz o CEO da associação, “nós também estamos lidando com um aumento da perseguição dos judeus pelos muçulmanos e um aumento significativo do poder de movimentos de extrema direita.

A crise de refugiados muçulmanos tem incomodado os 27 líderes da UE ao longo do último ano. É a principal causa do aumento de partidos radicais de direita que pedem para deportá-los e que está aterrorizando os judeus que vivem na Europa. Os judeus estão atualmente expostos aos ataques de grande escala, incitação à violência e abuso verbal, e apesar de suas promessas, os líderes europeus simplesmente não podem garantir a sua segurança. Metade dos incidentes racistas na França são dirigidos aos judeus; na Alemanha, o presidente do Conselho Judaico, Dr. Joseph Shuster, alertou as pessoas a não usar o solidéu em regiões muçulmanas; na Holanda, Mezuzot foram removidas das portas, e a mídia britânica está envolvida em um ataque antissemita sem precedentes contra Israel e os judeus, mas, curiosamente, 85% dos incidentes antissemitas não são relatados…

Como De Costume, Os Judeus São Os Culpados

Europa está acostumada a acusar os judeus. É o reduto do movimento BDS, que opera contra Israel, e campanhas de incitação como a “Semana do Apartheid Israelense” são lançadas nas capitais europeias, e dezenas de milhares de declarações antissemitas são publicadas diariamente on-line acusando os judeus de todo o mal no mundo. Com esse tipo de coisas acontecendo, não seria surpreendente se em breve um novo comitê internacional fosse nomeado com a “iniciativa de formular uma estratégia para impor a paz no Oriente Médio”, que concluiria que a solução para os problemas da Europa é a deslegitimação de Israel. Eles podem de repente decidir que a solução operacional para a crise dos refugiados na Europa é reassentá-los ao nosso lado na terra de Israel, o país que eles próprios atribuíram no Plano de Partilha da ONU em novembro de 1947.

Não deixem que a política os engane. O que está acontecendo na Europa agora é apenas uma nova expressão externa do padrão recorrente de ódio que tem sido parte da nossa história por gerações. Infelizmente a história nos ensina que os antissemitas têm vencido esta luta como atestam os milhões de judeus que foram assassinados inspirados em libelos de sangue desde 1144 até hoje. A principal expressão do antissemitismo hoje é anti-Israel, “o moderno libelo de sangue” sob o disfarce de antissionismo.

Por que explicações racionais sobre a situação no Médio Oriente não convencem nenhum intelectual? Por que nunca seremos capazes de escapar da nossa identidade? Por que o ódio a Israel continua a emergir apenas como tem sido à gerações? Por que é que, ao contrário de qualquer outra nação na história, quanto mais eles tentam nos destruir, não serão capazes de completar o trabalho?

A Lei do Antissemitismo

De acordo com a Cabalá, o antissemitismo não é um fenômeno passageiro, mas uma lei da natureza que pode ser medida. Quando nos unimos acima de todas as disputas e divergências, a força positiva que pode fazer maravilhas se espalha no mundo. Por outro lado, quando estamos divididos e emocionalmente distantes uns dos outros, invocamos a força negativa no mundo, que retorna e nos atinge com uma explosão de antissemitismo.

Mesmo que eles não estejam cientes disso, no fundo de seus corações os antissemitas sentem que temos a chave para o seu futuro brilhante, mas nossos ouvidos são surdos e nós sequer ouvimos quando alguns deles dizem abertamente que se apenas nos conectássemos, a sua atitude em relação a nós iria melhorar dramaticamente. Henry Ford, um dos maiores antissemitas da história, escreveu em seu livro O Judeu Internacional: O Problema Mais Importante Do Mundo, “O judeu há muito tempo tem se acostumado a pensar em si mesmo como o único requerente ao humanitarismo da sociedade; a sociedade tem uma grande reclamação contra ele que ele abandonará a sua exclusividade, deixará de explorar o mundo, de criar grupos judaicos, o fim e todo o seu ganho, e começará a cumprir, em certo sentido, a sua exclusividade, mas que nunca lhe permitiu cumprir, a antiga profecia de que ele se gaba: de que por meio dele todas as nações da terra seriam abençoadas”.

O ódio irracional que surge agora nos lembra da maneira mais difícil que temos um papel, e embora pudéssemos ficar felizes em se livrar dele, é impossível. Mesmo se assimilarmos ou tentarmos esconder nossa identidade israelense, permaneceremos sempre judeus. Nós somos uma nação que carrega uma ideia, um ideal social de amor ao homem, à nossa nação e ao mundo. Nós nos tornamos uma nação com base no altruísmo expresso pela regra “Ama o teu próximo como a ti mesmo”, e apenas o retorno ao amor pode derrotar o ódio que o mundo sente em relação a nós. Os Cabalistas nos dizem que nós judeus decidimos o destino do mundo. “Assim como os órgãos de um corpo não podem existir mesmo por um instante sem o coração”, como está escrito no Livro do Zohar, “as nações do mundo não podem existir sem Israel”. Através da unidade entre nós, obrigamos o mundo a se unir e a abundância começa a fluir. Enquanto estamos divididos, nós os separamos e isso entope os tubos de abundância e leva a guerras e ódio.

Baal HaSulam (Rav Yehuda Ashlag), o grande Cabalista do século XX, escreveu que “a nação de Israel recebeu um transmissor, e na medida em que todos em Israel estão conectados, transmitem a sua energia às outras nações do mundo”. Ele também escreveu “Nós somos os filhos do ideal”, e somente quando nós o cumprirmos e nos unirmos, seremos capazes de viver em paz.

Não Há Para Onde Fugir

A pressão que pode ser colocada em nós pela Europa, e com isso por todas as nações do mundo, pode nos levar de volta aos anos em que vagávamos de um lugar para outro, na melhor das hipóteses, ou à nossa destruição, assim como há 80 anos, na pior das hipóteses. Embora possa parecer que o povo judeu tem uma casa na terra de Israel hoje, “Todas as ideias sionistas vão ser anuladas”, escreveu Baal HaSulam em “A Última Geração”. Com grande tristeza, ele descreve o processo de declínio do nosso futuro se não cumprirmos o nosso papel e transmitirmos ao mundo a força de conexão através de nós. “Esse Estado será muito pobre e seus habitantes vão sofrer muito, e muitos deles ou seus filhos, sem dúvida, deixarão gradualmente o país e apenas um número insignificante será deixado, que também irá finalmente ser absorvido pelos árabes”. Depois, não haverá realmente nenhum lugar para fugir.

Em tempos de crise, nenhum país, nem mesmo os EUA, vai nos apoiar ou receber. A mesma coisa aconteceu nos dias da Alemanha nazista, quando os judeus que se sentiam ameaçados pelo antissemitismo tentaram escapar temendo o grande desastre que se aproximava. Alguns até navegaram o infame St. Louis à América do Sul, mas quando chegaram à Cuba que o governo lhes disse que eles não eram bem-vindos e se recusaram a recebê-los. Eles navegaram para os EUA, onde foram recusados de novo, e não tendo escolha voltaram para a Europa e a maioria deles foi morta no Holocausto.

O Diagnóstico Está Feito

Baal HaSulam, que conhecia a lei do antissemitismo e todas as leis da natureza que atuam em nossa realidade, alertou as pessoas que o Holocausto estava se aproximando, “Eu já publiquei a maioria dos meus pontos de vista, em 1933. Eu também falei com os líderes da geração, e as minhas palavras não foram aceitas. Embora eu gritasse e advertisse que o mundo ia ser destruído, isso não impressionou, mas agora, após a bomba nuclear e de hidrogênio, eu acredito que o mundo vai acreditar que o fim do mundo está muito próximo e que Israel será o primeiro a se queimar, da mesma forma que foi na guerra anterior. Por isso, é certo despertar o mundo de hoje, para que eles recebam o único remédio que existe, vivam e sobrevivam” (“A Última Geração”).

O grito de Baal HaSulam ainda está ecoando hoje e é mais relevante do que nunca. Mesmo assim, quando a Europa era próspera, os judeus preferiram dançar complacentemente ao som de uma valsa em Berlim ou mastigar tranquilamente schnitzel apesar do grande perigo iminente. As ondas de antissemitismo moderno que lavam a Europa hoje devem servir como lembrete de nosso papel: se unir e ser a luz para as nações do mundo, ser um exemplo da sociedade corrigida em que todos vivem em amor fraternal acima de todas as nossas diferenças. Hoje nós também estamos chegando a escolha fatal, assim como fizemos quando nos tornamos uma nação pela primeira vez no encontro no Monte Sinai e fomos confrontados com uma decisão semelhante, quando diante de nós havia uma escolha inequívoca: se unir ou aqui será o nosso local de sepultamento, garantia mútua ou ódio infundado, tudo ou nada. Nós fizemos um esforço enorme, conquistamos o monte de ódio entre nós, e nos conectamos como um homem em um só coração.

A mensagem é clara: nós devemos culpar apenas a nós mesmos pelo ódio que o mundo sente em relação a nós. Enquanto formos cruéis uns aos outros, o mundo será cruel em relação a nós. Lá no fundo, cada judeu sente que “Todos de Israel são amigos”.

Se nos conectarmos como um feixe, vamos aproveitar o antissemitismo para a nossa vantagem. Uma vez que “o principal protetor contra a calamidade é o amor e a unidade, quando Israel sente amor, unidade e fraternidade para com o outro, não há espaço para o desastre afetá-lo (Maor VaShemesh).

Ynet 22/09/16

“Setenta Por Cento Dos Judeus Europeus Não Querem Ir À Sinagoga Em Yom Kippur”

Laitman_419Nas Notícias (The Jerusalem Post): “Uma pesquisa divulgada terça-feira afirmando que 70% dos judeus europeus não vão à sinagoga em Rosh Hashana ou Yom Kippur, devido a preocupações com segurança, foi recebida com ceticismo por líderes judeus proeminentes.

“A pesquisa online, conduzida na semana passada pela Associação Judaica Europeia e o Centro Rabínico da Europa tinha 78 entrevistados, que a AJE diz ser uma amostra representativa de 700 cidades, capitais e periferias em toda a Europa – que vão desde a Grã-Bretanha até a Ucrânia. …

“Os participantes foram questionados se houve um aumento ou diminuição no número de indivíduos registrados em suas comunidades judaicas em comparação com o ano passado; se houve um aumento ou diminuição no número de judeus esperados para ir à sinagoga, nos Elevados Dias Santos, em comparação com o ano passado; quão preocupados eles e seus membros da comunidade estão com o aumento do antissemitismo em seus países; e se houve maior segurança em institutos de judeus em sua comunidade, à luz do aumento dos ataques terroristas na Europa. …

“A pesquisa também descobriu que 80% dos entrevistados estão preocupados com um aumento no antissemitismo em seus países. …

“Essa pesquisa é realizada anualmente, e tendo analisado os resultados, comparando-os com os anos anteriores, os grupos deduziram que a queda no comparecimento à sinagoga é resultado direto do aumento do antissemitismo. Margolin disse ao The Jerusalem Post que, enquanto outros fatores entram em jogo, como a secularização, uma comparação com os anos anteriores mostra que as preocupações de segurança são o principal fator. …

“Ele citou um aumento nos ataques contra indivíduos, instituições e comunidades judaicas, que ele em parte atribuiu ao afluxo de refugiados à Europa. Ele também apontou para uma crescente influência da extrema direita em todo o continente.

“‘Atualmente, o foco da extrema direita e sua atividade está focada na islamofobia, mas testemunhos de rabinos e líderes comunitários mostram uma grande preocupação sobre o crescimento do nacionalismo e da xenofobia, também contra os judeus da Europa’, ele advertiu.”

Meu Comentário: Não é possível fugir do ódio no mundo atual. Logo, os judeus sentirão que estão sendo encurralados. A única saída é através do desenvolvimento e estudo do método de unificação, ou seja, retornando à construção de um povo único. Neste estado, conforme os nossos esforços, nós imediatamente obtemos o apoio do Criador através do sentimento de uma boa atitude em relação a nós, em primeiro lugar dos antissemitas!

Será Que Donald Trump Determinará O Destino De Israel?

Laitman_409Nas Notícias (Haaretz): “Trump Diz Que Israel Será Destruído A Menos Que Ele Seja Eleito Presidente”

“Donald Trump disse que se ele não for eleito presidente, o acordo nuclear do Irã destruirá Israel.

“O acordo do ano passado, que negociou a suspensão de sanções por uma reversão nuclear, ‘vai destruir Israel – a menos que eu seja eleito’, disse Trump a líderes trabalhistas da grande Cleveland na segunda-feira, de acordo com o The Columbus Dispatch. ‘Então, Israel vai ficar bem’.

Pergunta: Trump está dizendo claramente: “Judeus estejam comigo, votem somente em mim”. Pode ser que os judeus nos Estados Unidos são uma potência tão influente? Afinal, grandes massas de muçulmanos e outros povos vivem nos EUA hoje.

Resposta: Os judeus nos Estados Unidos são muito poderosos, por enquanto, apesar do fato de serem divididos em muitos sectores, extremamente fragmentados. Eu ouvi dizer que alguns ainda se recusam a tomar parte nas eleições. Eu espero que antes das eleições haja algumas mudanças que irão agitá-los. De um modo geral, o futuro de Israel depende diretamente de quem for o próximo presidente: Hillary Clinton ou Donald Trump.

O Presidente Obama tornou-se uma enorme força destrutiva que despertou o mundo o máximo possível. A humanidade ainda não compreende a extensão dos danos. E Clinton, uma protegida de Obama, vai continuar a implementar suas ideias, especialmente porque vai ser mais fácil para ela fazer. Sua política será gerida de uma forma totalmente diferente; será muito mais difícil e não escondida.

Eu acredito que Donald Trump tem uma abordagem melhor para o correto desenvolvimento do mundo do que Clinton. Ele não é o candidato ideal, é claro, não há nenhuma discussão sobre isso, mas em comparação com Clinton, ele é mais adequado para rever o paradigma mundial e mudar seu vetor de desenvolvimento em vez de continuar os mesmos problemas que surgiram com o governo Obama.

Nos últimos anos, tem havido enormes mudanças no mapa político e econômico do mundo. E nisso não podemos culpar ninguém, excetos os líderes dos países mais poderosos. A propósito, durante o seu reinado, os EUA deixaram de ser o país mais poderoso e rico, mas está mostrando toda a sua fraqueza e declínio. Portanto, nem Obama nem o seu sucessor Clinton merecem continuar.

Comentário: Por outro lado, você continua mencionando a influência superior, a força superior, que controla os corações dos líderes e que através deles empurra a humanidade através do sofrimento.

Resposta: Nós podemos escolher não seguir o caminho do sofrimento. Uma das opções que temos é escolher o caminho do bem, a maneira mais rápida de desenvolvimento harmonioso.

Se os judeus quiserem avançar ao longo do caminho certo, a liderança superior irá nomear um líder que irá aparentemente levar o mundo à meta por um bom caminho. Mas se eles não quiserem avançar à meta ao longo do bom caminho, a liderança superior irá consequentemente nomear um líder que irá gerir o mundo de mdo que teremos que seguir o caminho do sofrimento.

Ninguém neste mundo determina nada. Infelizmente ou felizmente, tudo é determinado apenas pelos judeus e tudo se resume a eles, incluindo as eleições nos Estados Unidos e em todo o mundo.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 07/07/16

Os Judeus Norte-Americanos Precisam De Israel?

400Comentário: Um estudo recente indica que os judeus na Flórida não estão preocupados com o destino do Estado de Israel e apoiam Hillary (Forward).

Resposta: Eu me lembro quando dei uma palestra para judeus norte-americanos. Os que vieram disseram francamente: “Nós somos a favor do Estado de Israel deixar de existir; ele serve como um mau exemplo para todo o mundo. Os judeus não estão se comportando corretamente e devem abandonar o lugar para o benefício dos muçulmanos. Não importa o que aconteça com a nação; em vez disso, o que nos interessa é a sombra que a nação lança sobre nós. Então, tudo o que fazemos é apenas para provar que não temos nenhuma relação com essa nação. Nós votamos e nos apresentamos em todos os sentidos contrários ao que funciona em benefício de Israel”.

É assim que falam as pessoas que nasceram logo após o Holocausto. Em minha excursão eu não encontrei um único judeu que expressasse simpatia pelo Estado de Israel. Na melhor das hipóteses, eles eram indiferentes, considerando Miami sua casa.

Não apenas Israel não é uma casa para eles, mas um lugar que deve ser abandonado, e até mesmo limpado da face da Terra! Isso sugere que estamos avançando muito rapidamente em direção a uma solução para a questão mundial final. Ou os judeus cumprem a sua missão, ou a lei da natureza irá forçá-los a cumprir. Os judeus de Miami, através do seu comportamento, estão forçando os judeus de Israel a realizar sua missão.

Pergunta: Você não tentou convencê-los do contrário?

Resposta: Absolutamente. Para mim, a principal coisa é que eles entendam qual é a missão dos judeus e que Israel deve existir para realizá-la.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 31/08/16

Nova Vida # 626 – Yom Kippur: O Eu E A Realização Social

Nova Vida # 626 – Yom Kippur: O Eu E A Realização Social
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Qual é a fonte desse sentimento especial em Israel durante os feriados de Tishrei? Como podemos voltar atrás e ser novamente uma nação coesa em sua terra e qual é o papel do Yom HaKippurim para o povo de Israel?

Yom Kippur é um dia especial porque as pessoas em Israel o tornam assim aqui. Ele é sentido de forma diferente no exterior, por exemplo. Em Yom Kippur a pessoa deve fazer um balanço pessoalmente, mas isso não pode ser feito sozinho; só pode ser feito em conjunto.

Rosh Hashaná é um dia para reconhecer que há um rei, uma força superior, o poder  total da natureza que cuida de tudo. A sabedoria da Cabalá nos ensina a expandir os limites do nosso mundo e descobrir essa força. Para fazer isso, a pessoa deve transcender seu egoísmo estreito, abolindo as fronteiras entre si e os outros.

Abraão falou sobre esse princípio: “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18), que era a base para nos tornar o povo de Israel. Quando anulamos os limites entre nós, somos verdadeiramente o povo de Israel, dignos da terra de Israel. Após 2.000 anos de exílio voltamos aqui para reconstruir. Essa é apenas uma oportunidade.

Nós temos que fazer alguma introspecção. Isto é representado para nós no Yom Kippur pela história do profeta Jonas. Jonas representa a nação de Israel e seu papel no mundo: ensinar as pessoas a se conectar melhor. Sabe-se que as pessoas pagam muito pelo direito de ler o “Maftir Yonah”. Este é um remédio para o sucesso. Na verdade, se entendermos qual é a nossa missão e a realizarmos tanto dentro de Israel como no mundo, tudo ficará bem.

Afinal, a Europa está em colapso, o Oriente Médio está em chamas, e o mundo inteiro está chocado e nos culpa, como sempre. Este ano, em Israel, nós estamos começando a entender que não há nenhuma conexão entre nós, exceto quando há problemas externos. Cabe a nós encontrar uma maneira de se conectar, e há um método claro e preciso para isso que vem da sabedoria da Cabalá.

De KabTV “Nova Vida # 626 – Yom Kippur: O Ego E A Realização Social”, 17/09/15

“Como Israel Se Tornou A Única ‘Ilha De Estabilidade’ No Mundo”

laitman_600_02Nas Notícias (cursorinfo): “‘O Oriente Médio mergulhou no caos, a Europa está se despedaçando, a situação política nos EUA é pobre. O único lugar estável no mundo: o Estado de Israel’; assim me escreveu na semana passada um dos mais experientes e bem conhecidos funcionários do Departamento de Estado em Washington, um renomado especialista em Oriente Médio. …

“Estabilidade, claro, é um conceito bem relativo. No entanto, um observador americano, chegou a uma conclusão similar; veja o seguinte quadro: apesar de todos os problemas do governo de coalizão em Jerusalém, das lamentações da oposição parlamentar, Israel conseguiu superar desafios em seu caminho. Pelo menos tem uma política externa florescente. …

“O fortalecimento das relações com a Índia, China, Japão e outros países da Ásia Central é uma grande conquista política externa da diplomacia Israelense. Além disso, Israel está desenvolvendo suas relações com países que não tinha relações diplomáticas formais – em áreas como a luta contra o terror, a tecnologia moderna, ciência e economia. Um aspecto importante da doutrina de política externa do atual governo é uma correlação entre os interesses de Israel e os eventos que ocorrem no mundo que nos rodeia. Por exemplo, a ameaça iraniana e do Estado Islâmico reúne uma série de países árabes. Ao contrário de anos anteriores, quando vários processos no Oriente Médio ocorreram como resultado da intervenção dos Estados Unidos, agora nós estamos falando da coordenação dos interesses entre os agentes regionais.

“O conflito palestino-israelense já não é o principal tema que ocupa os líderes dos Estados Árabes Sunitas. Mas eles não podem ignorar completamente o problema. Portanto, não se deve esperar que as relações diplomáticas com a Arábia Saudita sejam concluídas em breve. No entanto, Israel pode usar relações informais com estes países a fim de promover uma solução para o problema palestino.

“Quanto à Europa, espera-se que o agravamento dos problemas internos do continente, pelo menos até certo ponto, torne mais moderada a insistência da UE para promover o uso de iniciativas sem sentido, como a que o governo francês impulsionou. Infelizmente, a Europa não entende os problemas reais do Oriente Médio, que são uma ameaça não só para a região, mas também para si mesma”.

Meu Comentário: Infelizmente esta situação em breve terá fim e ninguém mais vai comprar todos os produtos fabricados em Israel. Se os Judeus não começarem a se envolver em sua própria unidade, demonstrando o exemplo de uma sociedade integral para todo o mundo, o mundo vai mostrar seus dentes a eles!

Shimon Peres Morreu

laitman_293Comentário: Shimon Peres, uma figura pública bem conhecida que fez tanto por Israel, morreu. Ele fundou o Kibbutz onde trabalhou como pastor e, depois, como secretário do Kibbutz. Mais tarde, ele serviu como ministro em muitas áreas, incluindo absorção, defesa, etc. Mais tarde, se tornou presidente de Israel. Shimon Peres faleceu aos 94 anos de idade.

Resposta: Shimon Peres foi um dos fundadores do Estado de Israel, um discípulo de Ben Gurion, que o seguiu e gradualmente mudou de acordo com os tempos. Ele pode ser chamado de um homem de ideias socialistas, dedicado e leal a elas, a tal ponto que às vezes chegou a conclusões equivocadas, mas permaneceu nelas. Ele fundou a indústria nuclear israelense. Ele perdeu muitas vezes durante a sua vida, mas também ganhou muitas vezes. Ele acabou por ser fraco nas negociações e cedeu em questões em que não tinha que ceder.

Um verdadeiro líder é uma figura complexa, porque não temos conhecimento das condições em que uma pessoa opera, mas era evidente que ele não era fácil em si mesmo. A morte de Shimon Peres, que dos 18 aos 90 anos de idade foi continuamente ativo na política israelense, é o fim de uma era.

Sua biografia é incrível! É claro, existem aqueles que o respeitam e aqueles que não o respeitam, mas nenhum político ou líder era indiferente a ele. Ele, sem dúvida, deixou sua marca, mas ela na verdade não existe mais, porque ele representava o socialismo, que morreu lá na década de 1980. Os líderes que o seguiram, como Begin e Netanyahu, representam o capitalismo, mas desde o início do século XX a era do capitalismo também está morrendo.

Pergunta: Então, para onde a humanidade está indo?

Resposta: Nós estamos indo rumo à evolução natural da natureza que nos mostra um caminho muito simples: nós devemos todos nos unir. Essa é a essência do verdadeiro comunismo, onde a humanidade tem que alcançar o reconhecimento de que estamos conectados. Aqui, somente a sabedoria da Cabalá pode nos ajudar porque nos dá a força e a compreensão do que precisa ser feito nesse estado. A natureza nos obriga a fazer isso.

Não quero dizer que devemos voltar ao comunismo que conhecemos no passado, que não era o verdadeiro comunismo, mas era caracterizado pela escravidão e o terror. Eu estou falando de uma sociedade onde todos receberão as necessidades básicas e todo o preenchimento vai chegar a partir da conquista do nível superior da vida através da união entre as pessoas. Esse é outro estado, outra dimensão. Isto é o que nós temos que explicar às pessoas.

Pergunta: Você acredita que as pessoas vão entender isso?

Resposta: Não há outra escolha. Eu acredito que vamos realmente obter ajuda do exterior, onde eles vão começar a nos pressionar a tal ponto que nenhuma invenção de alta tecnologia ou inovação militares nos ajudará. Nó teremos que mostrar ao mundo a alta tecnologia espiritual e o que podemos contribuir com o mundo todo. Só então eles vão se acalmar.

Da Lição de Cabala em Russo 29/09/16