Textos na Categoria 'Espiritualidade'

Vamos, Não Perca o Momento

Pergunta: Baal HaSulam escreveu no jornal “A Nação” que é inadmissível perder a hora certa. O que isso significa no contexto do movimento de protesto atual em Israel?

Resposta: Isso significa que temos de divulgar a mensagem de unidade, mas primeiro de tudo, unir-se entre si. Não podemos esquecer isso, caso contrário nosso aspecto se transformará em um acordo comum.

Quando se fala com as pessoas e fazendo aparições diante delas, você tem que entender que você está junto conosco e que pretende transmitir a carga interior, espiritual da nossa interconexão com elas. Só isso vai permitir-lhes sentir que a unidade é a salvação.

Da 5a. parte da Lição Diária de Cabala 14/7/11, “A Nação”

 

Para o Bem do Mundo e Para Agradar ao Criador

Pergunta: O mundo moderno está se abrindo para a ciência da cabala?

Resposta: Sim, mas com a condição de que vamos unir e formar um lugar dentro de nós para a qualidade de doação, para a Luz, por isso através de nós influenciaremos o mundo inteiro. Temos que nos tornar um link de transmissão, um “adaptador” que conduz a Luz para as outras nações.

Se fizermos isso, não sobrará nenhum problema e a onda de despertar em todo o mundo nos elevará para o mundo espiritual. Mas isto só acontecerá se nos unirmos em prol de transmitir esta unidade para toda a humanidade e dar prazer ao Criador. Dessa forma, Ele, nós, e o mundo inteiro juntos vamos ser soldados em um único sistema.

Da parte 5 da Lição Diária de Cabala 14/08/11″A Nação”

Um Corte Transversal Numa Dimensão Desconhecida

Dr. Michael LaitmanO que é a “fé acima da razão”? Isto é algo que apenas pode ser percebido através da sensação, de onde quer que esta venha. E sempre que não venha, não sabemos que este tipo de dicotomia existe numa pessoa: uma divisão entre o que está dentro da razão e o que está acima dela.

Nós pensamos que “acima” da razão significa simplesmente o oposto. Mas isto não é assim. É um corte transversal numa dimensão completamente diferente, uma que não percebemos. Esta nova dimensão é chamada de “espaço espiritual”, que se revela a nós. É como se mais um mundo aparecesse na minha realidade, que eu não supunha que existisse antes.

É como um gato que não percebe o mundo rico que o homem tem. Pensa que vive no mesmo mundo e tem os mesmos cinco sentidos do homem, e não precisa de nada mais! Afinal de contas, o homem tem a mesma coisa.

O gato não percebe que o homem tem o seu próprio mundo e todo o tipo de análises humanas. Um gato é incapaz de perceber isto.

E agora imagine que este gato receba de repente sentimentos e razão humanas, incluindo todo o entendimento que o homem tem, que não supunha que existisse antes. Para o gato, isto é chamado “fé acima da razão” – acima da razão felina que tinha antes.

Mas algumas vezes o gato cai desse nível e torna-se um gato uma vez mais, embora um gato mais forte, sábio e astuto. Contudo, ele ainda existe nos limites apropriados para um gato. E a partir dali ele ascenderá novamente de forma a tornar-se humano!

Estes estados são chamados de subidas e descidas espirituais. Não são o mesmo que os estados psicológicos em que a nossa disposição fica pior e depois melhor, e consideramo-nos numa “descida” quando estamos em baixo. Uma subida espiritual é quando você se eleva à verdadeira doação, a novos desejos.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 2/8/11, Shamati

Aprenda A Viver Em Equilíbrio Com A Natureza

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que é a natureza e o que significa estar em equilíbrio com ela?

Resposta: Nós existimos na natureza. Um grande número de parâmetros nos influenciam, como temperatura, pressão, vibrações diferentes, todos os tipos de ondas, a radioatividade e outros. Nós devemos existir em equilíbrio com todos esses fenômenos naturais.

Esta é a lei da física: um corpo que existe em um estado de equilíbrio com o meio ambiente está em seu estado mais confortável. Se a temperatura, a pressão, ou outros parâmetros subir mesmo um pouco, eu me sinto mal. Se eles caem um pouco, eu também me sinto mal.

É assim que eu sou criado nesta natureza: eu posso existir na natureza dentro de certos limites, e dentro destes limites devo tornar-me equivalente à natureza circundante. É por isso que no inverno eu preciso me agasalhar para estar em equilíbrio com a natureza e, no verão, é o oposto, e assim por diante.

Isto diz respeito à parte que podemos ver, mas há também uma parte da natureza que não podemos ver. Ela consiste das leis dos desejos, as leis do nosso desejado desenvolvimento, isto é, leis morais. O homem também deve estar de acordo e em equilíbrio com elas.

Nós não sabemos essas leis. Nós pensamos que estamos tão bem neste mundo se fiaermos doações, ajudar os pobres, não incomodar ninguém, pagar nossos impostos, ajudar as velhinhas a atravessar a rua ou o que você imaginar. Isso não é suficiente?

Não só não é o suficiente, como não vale para nada, porque eu só faço o que eu penso e compreendo com minha mente egoísta. A fim de fazer o que eu preciso, eu preciso estudar a natureza em si e aspirar a ser semelhante a ela.

Esta lei de equivalência é a única lei que eu preciso obedecer. Todo dia eu mudo, cresço e me torno alguém. Segue-se que todos os dias, em todos os momentos, eu devo corrigir e ajustar meu equilíbrio com a natureza.

Com este intuito, primeiro nós devemos aprender as exigências que a natureza ou o Criador (não importa como nós chamamos) nos apresenta, de que forma nos conformamos com estas exigências, e como alcançar o equilíbrio. É disso que a sabedoria da Cabalá fala: O que é a natureza circundante, o que somos nós, em que sentido nós não correspondemos à natureza, com base em quais parâmetros, e como podemos alcançar o equilíbrio com eles. Nisso se resume toda a sabedoria.

Da Série “Lição Virtual” aos Domingos 31/07/11

Um Detector Para Revelar O Criador

Dr. Michael LaitmanO Livro do Zohar fala sobre as conexões entre nós, porque não há mais nada para se falar em toda a realidade. A realidade é única. Nós estamos dentro da Luz, do Criador e temos que revelar o nosso verdadeiro estado.

Na medida em que tentamos revelá-lo, temos a sensação de escuridão interna, a qual podemos dispersar, abandonar com a ajuda de esforços mútuos na conexão entre nós. Com estes esforços mútuos, ajudamos a Luz a se tornar revelada.

É exatamente isso o que nós temos que fazer. Não há nada além de nossos esforços, o desejo, a preocupação, o pedido e a aspiração pelo estado de revelação. Então, qual é o problema? O problema é que desejar esta revelação significa desejar o estado que é oposto a nós. Nós nos encontramos entre duas aspirações: a atração natural para nós mesmos, e a aspiração artificial exterior, para fora de nós.

Portanto, através de esforços diferentes, por qualquer meio possível, eu tenho que ser inspirado pelo ambiente e atingir um estado onde a aspiração para fora se tornará mais importante para mim do que a atração natural para mim.

Se eu sou capaz de adquirir essa importância com a ajuda dos esforços e o pedido pela Luz, para que ela se torne revelada e me ajude, isso significa que sou capaz de revelar a conexão entre nós. Conforme eu revelo esta conexão, eu revelo a Luz, o Criador. Isso porque a Luz se revela dentro de nossa conexão, mas eu não posso revelá-la: falta-me o detector.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 1/08/11, “O Zohar

Governado Por Ídolos

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “A Paz”: As pessoas dividiram e separaram cada ação geral em si mesma, isto é,  a força, a riqueza, a dominação, a beleza, a fome, a morte, a doença e assim por diante. Elas designaram a cada uma seu próprio supervisor e expandiram o sistema à vontade.

Eu quero alcançar todos os tipos de coisas na vida. Para conseguir isso, eu peso cada qualidade que é boa para mim e procuro o apoio da natureza quando tento obtê-la. Eu atribuo uma força específica para a natureza que me ajudará. Por exemplo, eu não tenho coragem. Isso significa que eu preciso do deus da guerra. A fim de ter um monte de dinheiro, eu preciso de um deus responsável pela riqueza. É assim que eu “encontro” forças auxiliares na natureza para mim.

Se eu não conseguir alguma coisa, então, aparentemente, existem divindades ruins na natureza que devem ser cultivadas e bajuladas para que elas respondam da mesma maneira.
O desejo egoísta cresce constantemente e me traz cada vez mais decepções, enquanto que em resposta a pessoa desenvolve este tipo de atitude “mitológica” para com a natureza, atribuindo independência às suas diferentes forças chamando-as de divindades.

De certa forma, a humanidade já passou por esta fase por meio das religiões, embora ela ainda esteja imersa em superstições. As pessoas acreditam em todos os tipos de forças, sinais de sorte e azar. De que forma a compra de uma fita vermelha difere de fazer um sacrifício para algum deus através de uma árvore “sagrada”? É a mesma coisa, o mesmo nível.

É aqui que a humanidade se encontra em nossa época “progressista”. As pessoas começaram esta prática há milhares de anos e não mudaram até hoje. Da mesma forma como antes, elas ainda acreditam na ajuda de objetos especiais que são vendidos a elas, e no efeito de contribuições monetárias que, aparentemente, vão diretamente para a conta de certo deus que pagaria com a ajuda milagrosa. Todos os credos e religiões são construídos sobre estes esquemas.

Sem a correção interior do homem, que o levará ao nível de conexão com a força superior da natureza, tudo o resto é essencialmente “adoração de ídolos”, na terminologia da ciência da Cabalá. Afinal, eu não quero mudar a mim mesmo, mas alguma força externa, de modo que ela se torne mais graciosa para mim.

É assim que nós devemos sucessivamente passar do materialismo para a fé, que atribui um pensamento, uma vontade, um plano para a natureza. E pareço ser capaz de mudar tudo isso por meio de certas ações externas. Acontece que uma cerimônia simples me permite “modificar” o objetivo e o programa da criação.

Portanto, que deus é esse que pode ser mudado? Que tipo de “todo-poderoso” é ele, se a sua atitude bondosa pode ser comprada com “dinheiro”? Assim é o quão baixo está o nível atual da humanidade.

Apenas se a pessoa obtém forças e usa todo um complexo de meios para mudar a si mesma, subindo ao nível de Deus, o Todo-Poderoso, a força superior, é que este método é prático, autêntico e correto. Somente ele é realmente realista. Simplesmente não existem outros caminhos além dele.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 1/08/11, “A Paz”

A Linha Luminosa Na Escuridão

Dr. Michael LaitmanTalmud Eser Sefirot, Parte 2, Item 1: Esta Kav [linha] é como um fino Tzinor [tubo], onde as águas da Ohr Elyon [Luz superior] de Ein Sof  [Infinito] se expandem e Nimshachim (estendem) aos Olamot [mundos] no lugar do Halal [espaço] e Avir [ar].

Todo o trabalho ocorre dentro do mesmo desejo de desfrutar, o qual por vezes se imagina cheio de Luz e, às vezes, vazio. É semelhante ao que às vezes acontece conosco quando parece que temos tudo, mas sentimos-nos como se não tivéssemos nada.

O verdadeiro estado não muda – o desejo de desfrutar está totalmente preenchido com a Luz e está no Mundo do Infinito. Todas as mudanças só existem na percepção da criação. Seu desejo muda continuamente e ele imagina que não tem nada, enquanto outras vezes imagina que tem tudo. Às vezes ele quer receber e, por vezes, doar. Diferentes formas vestem a matéria e eles são determinados pela criação dependendo de sua impressão da Luz.

Mais precisamente, não é a criação que determina isso, mas a Luz que é absorvida na criação mais e mais profundamente, evocando todos os tipos de sensações nela. Mas tudo ocorre no desejo de desfrutar. Ele se sente vazio, permanecendo após a restrição no mundo do Infinito.

Agora ele quer se comportar de forma diferente neste desejo comum, chamado Malchut do mundo do Infinito, quer revelar desejos que agem intencionalmente e são chamados de “uma linha, um tubo” – ou seja, visando à doação ao Anfitrião. De todos os meus desejos, eu escolho aqueles que podem visar a Ele, e eu uso-os.

Eu recebo neles, mas para doar ao Anfitrião. Em todos os meus desejos eu sou incapaz de doar a Ele. Eles são grandes demais e seu gosto é muito intenso. Eu não tenho a força para receber neles e, ao mesmo tempo, pensar no Anfitrião, doar a Ele.

Ou seja, neste tubo entram os desejos mais fracos as Luzes mais fracas que eu posso dar para ao Anfitrião. Todo o resto do vazio infinito que permanece à volta deste tubo são meus grandes desejos e gostos que sou incapaz de receber por causa da doação. Todo este Infinito permanece fora desta linha.

E tudo acontece dentro do mesmo desejo, a mesma criação que trabalha sobre si mesma desta forma, tornando-se mais perfeita e desenvolvida, revelando cada vez mais qualidades, gostos, luzes e elementos dentro de si, mudando qualitativamente.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 26/07/11, Talmud Eser Sefirot

O Fracasso Não É Uma Opção

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como é possível explicar às pessoas a diferença entre “um meio especial” (Segula) e o misticismo?

Resposta: “Um meio especial” refere-se a ações claramente objetivas e muito claras. A Segula é uma fórmula que inclui um coeficiente que é claro para mim, embora eu saiba que condições ela necessita para funcionar.

A função resultante é composta de várias variáveis ​​que estão interligados por várias conexões. Nesta fórmula, eu entendo tudo exceto um “x”. No entanto, ele definitivamente pertence a ela e eu o levo em consideração. Eu sei que quando outras condições forem atendidas, ele também será realizado e produzirá um resultado.

Eu não estou conectado a este x e não o sinto como sinto todos os outros elementos. Mas depois que eu faço a minha parte, ele desperta e se torna realizado. É como se ele estivesse oculto atrás de uma cortina, mas eu sei como ativá-lo. Eu recebi um grupo e um método, eu estudo e organizo todas as condições, e se eu trabalho corretamente, eu ativo este desconhecido.

Eu não tenho dúvidas sobre isso. Ele não pode deixar de funcionar se eu iniciar sua ativação. Este é um mecanismo infalível, onde, ao pressionar o botão correto, eu o ativo. Não haverá quaisquer assaltos ou falhas. Ele está em minhas mãos com a condição de que eu também tomei todos os outros elementos em minhas mãos.

Este x não acrescenta nada além do “selo de aceitação”: “Você fez tudo certo. Você estabeleceu a conexão correta com os outros”. Seu selo é uma garantia de que na conexão que eu fiz, eu revelarei a força superior. Assim, o x na minha fórmula é a verificação final, a prova de que eu criei o vaso espiritual.

Da 5ª parte da Lição Diária de Cabalá 25/07/11, “Arvut

Perguntas Sobre Minha Esposa E A Revelação Da Cabalá

Dr. Michael LaitmanPergunta: Eu gostaria de saber por que sua esposa não comparece às Convenções. Sua esposa e filhos estudam Cabalá?

Resposta: Ela está acostumada a estudar e estar sempre presente através da conexão virtual. Ela acredita que dessa forma ela pode ver, ouvir e participar muito mais como mulher.

Pergunta: Como devo preparar um lugar para o Criador ser revelado?

Resposta: Você tem que preparar um desejo por ele, isto é, o desejo de obter a qualidade de doação. Isso porque o Criador, a qualidade de doação e amor, é revelada na pessoa quando ela anseia por isso. Todo o nosso trabalho é desejar. O grupo, o professor e o estudo são designados para formar um desejo em si mesmo.

Pergunta: Na convenção em St. Louis você disse que os americanos devem dizer ao mundo sobre a Cabalá, enfatizando seu papel especial em revelá-la ao mundo. Mas, depois, você disse o mesmo sobre o povo russo, que sofreu mais do que os outros e, com isso adquiriu uma especial sensibilidade para revelar e divulgar a Cabalá. Além disso, a principal parte na revelação da Cabalá para a humanidade é atribuída aos judeus, que devem se tornar a Luz para as nações do mundo.

Eu estou confuso. Afinal, através de quem a Cabalá será revelada ao mundo?

Resposta: Ela será revelada através de cada nação e pessoa, na medida de seus esforços para se conectar com os outros e de acordo com seus talentos naturais e faculdades.

Um Guarda-Chuva Para O Egoísmo

Dr. Michael LaitmanO Zohar, Capítulo “Truma“, Item 759: Uma vez que Nukva foi adornada – ou seja, construída por (Partzuf) AVI (Aba ve Ima) -, e ZA e Nukva voltaram a ser PBP (Panim ve Panim), essa forma do homem (ZA) veio pelo desejo por Nukva. Lá, na Nukva , o segundo homem de Beriafoi gravado e exibido, como sua forma. Está escrito sobre ele, “E gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem”.

O Livro do Zohar fala apenas do que está acontecendo na rede que conecta as almas. A soma total de todas essas conexões entre nós é chamada “mundo superior”, cujas imagens são descritas pelo Zohar, incluindo as forças, Luzes, formas e imagens. Não há mais nada para nós imaginar, porque é isso que estamos vivendo!

Cada um de nós é um desejo de desfrutar, e fora de cada um de nós, nas conexões entre nós, há o mundo superior, cheio de Luz. Portanto, eu tenho que “embrulhar” o desejo de desfrutar, cobri-lo como que numa sombra, realizar uma restrição sobre ele e criar uma tela e a Luz refletida, e depois existir fora dele, nas minhas relações com os outros.

É exatamente disso que O Zohar fala: que forma ou imagem eu assumo em relação aos outros. Se eu fizer isso, eu revelo tudo que lemos no Zohar. Caso contrário, eu estou dentro de mim, no meu desejo de desfrutar, e sinto apenas este mundo.

Nós podemos perceber tanto dentro de nós quanto acima de nós, fora de nós. “Fora de nós” significa na atitude para com o próximo, onde “próximo” são as pessoas com quem eu quero construir uma rede de conexão. Isso é chamado de “grupo”. Se eu me relaciono com o mundo inteiro desta forma, o grupo é o mundo inteiro.

Enquanto eu corrijo minhas qualidades, se eu desejo revelar a força que fundou tudo, eu a revelo de acordo com a lei de equivalência de forma. Assim que minha rede de conexão com as outras pessoas adquire uma forma espiritual, uma essência espiritual, a verdadeira doação mútua, o primeiro nível da garantia mútua, em seguida, dentro dela, eu imediatamente sinto o Criador.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 25/07/11, O Zohar