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Um Laboratório Experimental Dentro De Você

Dr. Michael LaitmanA Cabalá é tudo. Não há nada além de suas fronteiras. Ela inclui o homem e todo o seu mundo, não importa onde ele esteja. Tudo isto existe somente na percepção do homem, enquanto que o nosso estudo de plantas e animais através da zoologia, biologia e botânica é apenas um estudo de como o homem os percebe. Na verdade, todos são forças expressas desta forma em relação a mim.

Eu até estudo o Criador a partir do modo como Ele se revela em relação a mim. Através de toda a realidade eu O revelo como a raiz. A realização desta raiz é o objetivo de toda a investigação. O universo inteiro desenvolveu-se exatamente para que o homem revelasse a Raiz. Toda a realidade é o meio para estabelecer uma conexão entre o homem e a Raiz, o Criador.

O Criador não é um símbolo religioso, mas a raiz de tudo, Aquele que controla tudo, a causa primária e fonte de tudo o que existe, assim como o objetivo. Está escrito: “Eu sou o primeiro e Eu sou o último”.

A raiz significa que tudo começa a partir Dele e Ele determina como cada evento irá ocorrer. E tudo acabará por terminar com Ele também. Está escrito sobre Ele, “O Uno, Único e Singular” e “Não há outro além Dele”, que é Bom e faz o Bem.

Mas é impossível investigar a realidade com a ajuda da ciência da Cabalá sem antes mudar a si mesmo. Apenas um Cabalista pode ser um pesquisador nesta ciência, porque ele a revela a si. É impossível investigá-la como um observador externo, como fazem as outras ciências.

Por exemplo, eu já estudei metalurgia, onde costumávamos recolher amostras de metal. Nós esquentávamos uma amostra, a resfriávamos, testávamos sob pressão, e verificávamos a influência de diferentes adições e ligas. No entanto, eu permaneci a mesma pessoa que investiga o metal. Eu podia jogar fora a amostra de metal e pegar outra no dia seguinte.

No entanto, na Cabalá você tem que estar dentro da amostra de teste! Você tem que assumir suas qualidades. Você não apenas aprende a entendê-las um pouco e a senti-las de fora, do jeito que costumamos experimentar as coisas que nós investigamos. Na Cabalá você tem que estar dentro da própria matéria, assumir a mesma forma, e de acordo com essa correspondência você será capaz de compreendê-la.

Somente depois que você constrói dentro de si o modelo dela, é que você será capaz de verificar e investigá-la. Você investiga a si mesmo! O Criador (Boreh) significa “Venha e Veja” (Bo – Reh). Eu não vejo nada do lado de fora. O Criador está dentro de mim. Conforme o grau de nossa equivalência, o qual eu conquistei, eu digo: “Este é o Criador! Este é o meu Deus”.

Cada pessoa tem que vir a conhecê-Lo: “Do menor deles até o maior”. Mas para isso é preciso estar disposto a mudar sua natureza e substituí-la pela natureza do Criador.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 23/01/11, “A Essência da Sabedoria da Cabalá”

O Jogo Da Minha Imaginação

Dr. Michael LaitmanPergunta: Eu ouvi você dizer várias vezes que tudo que me traz sofrimento, me ofende ou me magoa, está basicamente dentro de mim. Como eu faço para começar a sentir e compreender isso?

Resposta: Quando a verdadeira realidade torna-se revelada para mim, eu entendo que percebo tudo interiormente, e que não há nada do lado de fora. A noção de “fora de mim” não existe, pois tudo ocorre em minhas sensações, na minha percepção. E a realidade aparente que eu atualmente observo: a extensão deste mundo, o Universo infinito, a Terra com os seus numerosos detalhes, toda ela eu percebo interiormente. Então, quando eu corrijo o meu desejo egoísta geral, essa situação muda totalmente.

No entanto, nós não sentimos isso no nosso mundo, porque percebemos a realidade no desejo que não muda qualitativamente: ele apenas se torna maior ou menor. No entanto, se nós transformássemos a sua principal qualidade (a absorção em si mesmo) na doação, nós sentiríamos a nossa percepção anterior à parte,  e poderiamos julgar corretamente o que está acontecendo.

Isso não é simples. Isso é difícil de entender e impossível de sentir. A mudança ocorre de repente, só através da Luz Superior, que de forma gradual, gota a gota, age sobre nós.

Além de suas qualidades normais (Kelim), a pessoa adquire novas qualidades. Este mundo não desaparece, mas além dele, ela percebe a realidade adicional, sua outra parte. Só então ela entende onde ela está localizada e realmente percebe que o nosso mundo é uma mera ilusão

Da Palesta Introdutória em Netania 12/12/2010

Uma Variável Na Realidade Constante

Falando da atitude do Criador para conosco, usamos o nosso léxico e dizemos que Ele é “misericordioso”, “irritado”, e assim por diante. Naturalmente , tudo isso só existe em relação a nós.

Nós não merecemos quaisquer transformações pela parte do Criador. Mas, na medida em que nós mesmos mudamos em relação à imutável e sempre constante lei do “Bem que faz o Bem”, merecemos uma reação recíproca.

Eu seria capaz de prever qual será a reação se eu fosse familiarizado com todos os parâmetros interiores da minha alma, com todo o sistema e suas condições. Obviamente, é um desafio saber tudo. Como isso pertence a nós, o Criador, porém, não muda. A força que preenche toda a natureza e sustenta a criação de toda a existência sempre nos trata com amor absoluto, como o “Bem que faz o Bem”, por sua vez, não há qualquer alteração e mudança.
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Voltar Mais Amadurecido

Dr. Michael LaitmanQuando nós lemos as obras dos Cabalistas, as pessoas que revelaram o Mundo Superior, a realidade superior, nós não compreendemos ou sentimos o que eles falam, mas simplesmente acompanhamos suas palavras. Eles nos falam que existe uma Força Superior que é inatingível por si só. De nossa parte, nós a alcançamos como o Criador, o Bom que faz o bem. A partir desta qualidade, o Criador fez a criação e desejou que ela se desenvolvesse e recebesse a Sua bondade.

A bondade está em tornar-se igual ao Criador. Não há nada melhor ou maior do que isso. Portanto, “fazer o bem” significa levar a criação ao nível do Criador. Para isso temos que adquirir dois parâmetros, que são inerentes a Ele: a perfeição e a independência. Em princípio, a independência é parte da perfeição, mas para nós ela tem um significado especial e é de fundamental importância. Nós devemos ser independentes, como o Criador. Assim como Ele existia por Si mesmo antes da criação, do mesmo modo nós devemos atingir o mesmo grau de independência, apesar de sermos Suas criaturas.

Além disso, nós temos que atingir o grau do Bom que Faz o Bem por nós mesmos e adquirir também esta qualidade. A fim de nos dar esta oportunidade, o Criador criou um estado perfeito onde somos idênticos a Ele, semelhantes, unidos e unificados em todos os sentidos – em qualidades, na percepção, na independência, e em todos os outros apectos.

A partir deste estado inicial e final, Ele nos rebaixou em vários níveis da perfeição, até alcançarmos a oposição total. Então, a partir deste estado oposto, Ele nos dá a oportunidade de voltarmos à perfeição com uma posse valiosa. Tudo que precisamos fazer é voltar para casa.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 13/01/11, Escritos do Rabash

Faça Você Mesmo Um Mundo Diferente

Em última análise, nós descrevemos uma imagem da realidade para nós mesmos quando a Luz entra em contato com o desejo de receber, da mesma forma como no nosso mundo a Luz projeta  um filme sobre uma tela. Contudo, ao contrário do cinema, a Luz Superior não descreve a imagem na tela externa, mas dentro de nós, criando assim uma imagem da realidade sobre a matéria, o desejo de receber prazer.

É por isso que vemos um mundo vivo e criaturas vivas “diante de nós” (é assim que percebemos o que sentimos dentro de nós), e não as imagens numa superfície plana. Imagine por um momento que você está desenhando um cachorrinho que está correndo em torno de você. Você está criando-o; ele não é uma imagem, mas uma criatura feita de carne, sangue e ossos, que tem uma mente e sentimentos, porque está dentro de sua matéria (desejo). Essencialmente, isso é tudo o que estamos fazendo, porque não existe nada, exceto desejo e Luz.

Se o seu desejo desperta, eleva-se e atinge pelo menos uma medida mínima de doação, ele cria novas imagens, novas criaturas, juntamente com a Luz. Você vê por si mesmo, como se estivesse de lado, como seus diversos desejos, que mudam em contato com a Luz, criam várias formas de vida. Você consegue imaginar em que realidade está vivendo? Diante de seus olhos, os mundos estão mudando, com todo seu conteúdo, os quais foram criados por você.

Certamente, você está plenamente consciente de que, anteriormente, você também existiu em um mundo criado em sua matéria.Então, surge uma pergunta: Eu estou criando estas formas, criando-as novamente, ou elas já existiam antes e só agora estão se revelando desta forma, ao longo do crescimento do meu desejo e subida na escada dos níveis espirituais?

Em cada nível espiritual, eu me deparo com novas formas, um novo mundo. Será que eu fiz esse novo mundo que estou descobrindo, ou ele existia antes de mim e agora eu só estou descobrindo-o? A resposta é que eu só o revelei. Mas para mim, eu estou realmente criando-o, uma vez que para mim, ele vive em meus desejos.

De Cabalá para Principiantes, “Percepção da Realidade” 20/10/10

Aquilo Que Não Foi Alcançado Não Pode Ser Chamado

Pergunta: É possível encontrar pontos de referência no mundo superior sem conhecer todos esses termos que o Zohar está usando? Será que conhecer o mundo superior depende da compreensão dos termos?

Resposta: Não importa em que língua a pessoa estiver lendo o Zohar no momento: um desconhecido na totalidade, a linguagem dos ramos, ou qualquer outra. Todas essas línguas não são para nós ainda. Eu não sei o que está sendo descrito.

Se eu não estou familiarizado com algum fenômeno, objeto, tipo de realização, as forças, os estados espirituais, ou resultados, e se eu não tiver atingido o estado espiritual em si, você pode descrevê-lo para mim em milhares de palavras – isso não vai me ajudar. O que esses nomes e palavras me importam se eu não tiver atingido elas?

Por que, então Cabalistas escrevem todos os textos para nós? Eles fazem isso para que nós não foquemos as palavras em si, mas sim nos esforcemos para atingir esses estados espirituais. Sem a realização, nenhuma dessas palavras tem valor. Você pode brincar com elas como lhe agrada: é como se você as atirasse em uma caixa, as misturasse e as juntasse como você quiser.

Se você não conseguir, todos estes textos são apenas uma Segula (um remédio milagroso) desde que você os empregue como tal. Se não, você só emaranha-se. Por isso, olhamos para os textos do Zohar apenas na medida em que somos capazes de pensar sobre a sua “propriedade milagrosa” durante a leitura. Essa é a chave.

O Zohar tem capítulos que são muito difíceis de focalizar. Eu leio sobre várias faces e características faciais, ou linhas da palma, que realmente me confunde. Mas isso também é bom desde que eu me esforce mais a fim de reconhecer propriedades espirituais por trás dessas palavras.

Portanto, devemos ver o texto do Zohar só com a sua “força milagrosa”. E quanto mais emaranhados ficamos com ele, mais forte devemos encorajar-nos a unirmos a esta “força milagrosa”, e procurar a Luz que Reforma para que ela nos traga realização. Afinal, “Qualquer coisa que nós não alcançamos, não definimos por um nome e uma palavra.” Nós não vamos entender uma palavra, e nenhum nome tocará um sino.
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A partir da segunda parte da Lição Diária de Cabala de 06/01/11 lição, “Introdução do Livro do Zohar”, o artigo”Yitro (Jetro)”

Material Relacionado:
Acelerador de Partículas Espirituais
A Oculta Lei Da Luz
Você Verá Isso E Nenhum Outro

Integrar O Egoísmo Num Sistema Comum

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como eu posso ter certeza de que, na prática, toda a realidade está dentro de mim?

Resposta: Você precisa querer que essa imagem aconteça dentro de você de forma natural, de modo que você viverá nele. Afinal, esta é a percepção autêntica.

Ao fazer isso, você realiza o princípio do “ama ao próximo como a si mesmo”. Não existem partes separadas de você. Toda a realidade está dentro de você e só o egoísmo reside entre a realidade e você, como um obstáculo imaginário que separa você de suas próprias partes.

Ao superar este obstáculo e estabelecer conexões sobre ele, você corrige a quebra. O egoísmo continua e pode se manifestar ainda mais forte, enquanto você mantém o fortalecimento da interconexão de todas as partes sobre ele, tentando uní-las em você. Então, o Kli (vaso) parece ser 620 vezes mais forte e poderoso do que era antes de ser quebrado.

Você usa o egoísmo como um resistor, usando sua força de oposição. Você não precisa causar um curto circuito em torno dele; em vez disso, você percebe o potencial dele, mas apenas com a intenção de doar. Desta forma, a Aviut (espessura egoísta do vaso) gera a Kashiut (firmeza da tela). Em outras palavras, a profundidade, a força do desejo gera a firmeza da intenção.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 30/12/10: “O Que Significa Dizer que a Criação do Mundo foi em Doação”

Uma Realidade Dupla

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se devemos ver o grupo apenas como o seu estado interior e corrigido, como então difere ele do resto do mundo que também parece apenas não estar corrigido?

Resposta: Não há diferença no sentido interior. Mas quando você olha para o grupo, não consegue evitar reparar que as aspirações dos amigos para a espiritualidade se manifestam de forma externa, que eles vêm à lição todos os dias. Isto significa que eles tentam alcançar a espiritualidade mas ainda não a têm.

Você tem um ecrã (tela) exterior onde você vê como eles desejam a doação enquanto permanecem no sistema egoísta que pretende consumir tudo por auto-gratificação. Contudo, eles já sabem, percebem de alguma forma, e sentem mesmo que há uma chance de conseguir uma atitude diferente para com o mundo: substituir o consumo pela doação.

Eles sabem que há duas formas de experimentar a vida no universo:

  1. Uma vida onde eu instintivamente tento engolir tudo, porque nasci dessa forma, que é considerada como a “inclinação ao mal” com que nascemos.
  2. E há outra atitude para com a vida: doação, sair para fora de si mesmo, onde o meu “eu” por si mesmo não existe, a não ser que esteja incluído em todos os outros. Esta segunda abordagem é aquela que desejamos atingir.

Resulta que nós já temos duas abordagens. Toda a gente está a viver de acordo com o 1º princípio até agora, consumindo tudo em si mesmo. É isto que estamos a percepcionar actualmente, “este mundo”. Mas nós sonhamos em alcançar outro cenário na vida e ver a realidade espiritual que existe na doação.

O que irá então acontecer com a realidade corpórea? Irá desaparecer? Não, não irá. Irá permanecer por tanto tempo quanto for necessária, na medida em que precise ser empregada como um componente necessário.

Portanto, agora você deve ser capaz de perceber o que é o seu corpo material: É uma medida necessária que você tem de preservar de forma a continuar a consumir para o seu próprio benefício e não para doar. Mas, na realidade, não há corpo. Contudo, na medida que você precise de estar presente no consumo egoísta, você continua a existir na realidade material. E na medida que você passe para fora de si mesmo, você entra no mundo espiritual.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá, “Introdução ao Livro do Zohar, Artigo “Vocês São Parceiros Comigo”

Mudar As Formas Da Realidade

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se o nosso mundo é o mais baixo dos mundos e se nós podemos começar a subir a escada dos degraus espirituais com a ajuda da sabedoria da Cabalá, por que, então, existem milhões de pessoas passeando nesse degrau mais inferior, não alcançando jamais nem mesmo o ponto de partida da ascensão espiritual?

Resposta: Existem cinco mundos espirituais: Atzilut, Beria, Yetzira, Assiya e Adão Kadmon. Nós estamos no degrau mais inferior, no mundo corporal. Todos os 125 degraus que estão acima de nós são níveis de transformação da realidade.

Você deseja mudar a realidade? Se deseja, você precisa de uma nova tela. A tela é definida como a medida de conexão entre eu e a Luz, o Criador. Eu preciso me conectar com a Luz, o Criador, com a ajuda da tela.

Então, por meio de várias ações que eu realizo com a tela, eu serei capaz de criar várias formas de realidade. Além disso, essas formas estão vivas, assim como as pessoas que eu vejo agora. Além disso, nesse momento, eu não sou o único que está criando essa realidade; eu recebo tal percepção da natureza.

Porém, quando eu começo a ascender espiritualmente, eu atuo como o Criador. Eu crio cada degrau, todos os seus níveis inanimado, vegetal, animal e falante. Eu crio essa realidade; eu a formo e a apoio, ao invés do Criador. Porém, quem é esse “eu”? O “eu” é aquele que possui uma tela.

De Cabalá para Principiantes, “Percepção da Realidade” 20/10/10

Avanço À Terceira Dimensão

Dr. Michael LaitmanA indústria do cinema e da televisão está migrando para imagens 3D. Nós também temos que abrir mão da percepção bidimensional superficial e começar a ver a profundidade da espiritualidade em nossa realidade.

Na minha percepção, há três dimensões: largura, altura e profundidade. Esta é a minha tela. Nesta tela tridimensional, eu vejo pessoas, animais, prédios, o sol, e todo o mundo que me rodeia.

Eu experimento tudo isso no meu desejo de receber. No entanto, ele não desenha a imagem do mundo para mim em uma superfície plana, mas em três dimensões, dentro de mim. Já que além desta imagem não há qualquer outra, eu a experimento como verdadeira e a única existente.

Esta imagem foi reunida durante a quebra das almas (Kelim, vasos), quando minhas partes se separaram de mim: o meu “eu” que é GE (Galgalta ve Eynaim) e, fora dele, meu AHP (Auzen, Hotem, Peh), que eu não percebo como meu.

Agora, finalmente, em vez das manifestações do meu AHP, eu começo a trabalhar com o grupo e a interagir com os amigos. Eles gravitam em torno de mim, e eu em torno deles.

Nós estamos tentando trabalhar em conjunto como se estivéssemos em Arvut (garantia ou responsabilidade mútua), e esta prática me ajuda a entender que o grupo, bem como tudo o resto, são meus realmente. Tendo alterado a minha atitude para com a “realidade” exterior, eu descubro que ela se aproxima de mim e “se derrama” de dentro para fora.

Assim, o grupo é uma espécie de laboratório, onde tentamos corrigir dentro de nós os desejos corrompidos (Kelim), de modo que eles voltem da profundidade perdida para a nossa realidade.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 05/11/10 , “A Questão da Shechiná”