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A Humanidade Em Risco De Extinção

Dr. Michael LaitmanOpinião: Nick Bostrom (Professor da Faculdade de Filosofia da Universidade de Oxford), Riscos Existenciais: Por causa da aceleração do progresso tecnológico, a humanidade talvez esteja se aproximando de uma fase crítica em sua trajetória.

Hoje, nós estamos fazendo algo que nunca fizemos antes na Terra. Se os fatores naturais não foram capazes de destruir a raça humana em centenas de milhares de anos, eles irão nos extinguir no século que se aproxima.

O paradoxo está no fato de que sem a tecnologia nossas chances de evitar os riscos globais são iguais à zero, enquanto que possuir tecnologia nos dá uma chance um pouquinho maior de escapar da extinção, ainda que essa mesma tecnologia geralmente cause esses riscos. O maior fator da causa do aumento do risco é a discrepância entre a maturidade do homem em termos de ética e moral, e o crescimento do poder das tecnologias criadas por ele.

Para minimizar os riscos do desastre tecnológico, nós precisamos fazer o seguinte:

  • Apresentar o problema dos riscos existentes,
  • Criar uma estrutura de ações internacionais cooperativas,
  • Regular o ritmo do progresso tecnológico,
  • Planejar programas dirigidos a minimizar riscos existenciais específicos.

Meu comentário: As tecnologias que produzimos são o resultado direto de nossa atitude egoísta para com a sociedade que nos cerca e para com a natureza. Somente nosso equilíbrio com a natureza poderá nos levar ao uso inteligente das tecnologias. Mas, para alcançar isso, é necessário primeiro transformar a natureza do homem. E isso pode ser feito somente pela força que nos criou: “Eu criei a inclinação ao mal e o método para sua correção”.

Trazer O Mundo À Harmonia

Dr. Michael LaitmanPergunta: O problema é que a humanidade pensa que é dona desta terra e se esforça para tirar o máximo proveito dela, arruinando-a. As pessoas não parecem entender que elas receberam a terra apenas para utilizá-la, não para possuí-la. Isso conduz a humanidade à guerras, lutas por territórios e recursos.

Como o estudo da sabedoria da Cabalá pode harmonizar os diferentes pontos de vista das pessoas, fazendo-as compreender que usando a terra de maneira egoísta elas, acima de tudo, prejudicam a si mesmas?

Resposta: Isso só pode ser feito se a pessoa vê o outro lado da moeda! Se nós não aprendermos a ver este mundo como transparente e a detectar as forças que agem na realidade circundante, não mudaremos. O nosso ego só pode quebrar se perceber claramente como as suas ações estão trazendo-lhe dor: “Vai me doer”.

Nós devemos alcançar o estado que nos revelará a integridade da natureza. Então, eu simplesmente não serei capaz de cometer o mal, pois verei como me machuco com isso. Esse é o único caminho! Não há nenhum outro. As pessoas não aprenderão de outra forma.

Mas nós só podemos revelar esse tipo de conexão mútua entre nós por meio de um trabalho no ambiente, nos esforços para nos unificar, enquanto tentamos os elevar acima do nosso ego. Então, nós começamos a sentir o quanto isso é difícil e começamos a estudar a nós mesmos, nossa natureza, todas as nossas qualidades egoístas; nós discernimos se somos ou não capazes de nos unificar com os outros contra o desejo, e elevá-los aos nossos olhos.

Este é um tremendo trabalho psicológico interno, que continua até que comecemos a descobrir as forças internas. Basicamente, isso ocorre quando colocamos revelamos a força geral, o poder da união, que transforma cada um de nós.

No entanto, nós não temos escolha. Hoje, a humanidade se encontra em um estado muito perigoso. Nós podemos ver claramente que em mais 10 a 15 anos todos os recursos energéticos estarão esgotados. A exploração de todas as principais fontes de energia, como petróleo, gás, carvão ou a água, está sendo reduzida drasticamente. Nós precisamos alcançar o equilíbrio com a Natureza.

Da Palestra em Roma , 20/05/11

O Desejo De Se Unir

Dr. Michael LaitmanHoje, a humanidade está tentando se unir. Instintivamente, as pessoas entendem que junto é melhor do que sozinho. Diferentes países estão tentando fazer sucessivos acordos, para entrar em uma união que irá torná-los mais fortes e mais bem-sucedidos. Mas será que eles conseguem fazer isso? No final, vemos que isso leva a conflitos e até mesmo guerras. O problema permanece: nós não sabemos como nos unir.

No entanto, o desejo de se unir tem naturalmente permeado a humanidade há muitos anos. Esta é a parceria que é inerente às nações e aos povos: eu me protejo e ainda assim percebo que vale a pena me unir com os outros. Juntos, vamos criar um monopólio e nos tornar mais forte do que qualquer outra pessoa.

Este movimento, que não tem enfraquecido, acabará por nos conduzir a problemas tão grandes que a própria natureza nos mostrará a necessidade de nos unir. É revelador para nós que devamos nos misturar em um todo único, global e integral, para nos completar mutuamente, para nos tornar perfeitos, plenos, e aceitar o “mundo redondo”, onde todas as partes estão interconectadas.

Se a natureza coloca o desafio dessa maneira, então como devemos agora construir a sociedade humana? Afinal, o problema do egoísmo está concentrado apenas na sociedade humana. Este é o único lugar onde o egoísmo trabalha contra a união. Como resultado, descobrimos que somos incapazes de nos unir.

Por que o Criador colocou uma pedra no nosso caminho, tornando-nos diferentes e opostos uns dos outros? Se fossemos iguais, tudo seria claro: Cada pessoa daria certa quantia e receberia determinado valor, e o assunto estaria resolvido.

No entanto, somos diferentes e, portanto, temos de subir acima do egoísmo e ativar a intenção em prol da doação, sem qualquer conexão com o benefício pessoal. Só assim o homem será completamente capaz de se unir com os outros. Então, ele alcançará a doação em prol da doação e, depois, a recepção em prol da doação. Somente se cada pessoa tomar este caminho é que a união perfeita surgirá entre nós.

É por isso que não fomos criados iguais: porque senão resolveríamos o problema no nível animal e material e seríamos equivalente a formigas em um formigueiro.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 12/05/11, “A Paz”

O Amanhecer De Um Novo Mundo

Dr. Michael LaitmanA humanidade ainda não percebeu o suficiente aquilo que deve ser descoberto ou revelado. Nós estamos confusos e não entendemos qual ação deve ser feita. No entanto, a sabedoria da Cabalá não se destina a tornar nossa vida confortável neste mundo corpóreo. Pelo contrário, ela informa que devemos começar a ascender, a partir deste mundo, ao Mundo Superior, que está sendo gradualmente revelado a nós.

Lá, a vida é completamente diferente: ela não está dentro de nós, mas entre nós. No espaço entre as partículas elementares do universo, nós começamos a experimentar fenômenos totalmente novos e a sentir de forma diferente: que somos seres integrais que estão conectados globalmente e que vivem juntos em um sistema unificado. Em vez de sentir-me só, eu começarei a sentir este sistema como um todo. Então, nós perderemos a sensação de nossos egos individuais. O “eu” individual se tornará coletivo, o mundo inteiro.

A Cabala explica que a transição deve ocorrer em nosso tempo. É por isso que estamos vendo uma crise global em tudo que foi criado ao longo de milhares de anos de nossa evolução. Nós devemos nos conscientizar que não podemos mais existir no modelo anterior, e que chegou a hora de termos uma atitude diferente em relação a nós mesmos e o mundo. Devemos começar a explorar o “vazio” entre nós, o qual é preenchido por enormes forças que, de fato, governam todos nós.

Como resultado, saberemos quem somos e por que razão estamos aqui, e seremos capazes de alcançar um tipo de vida completamente diferente. Por um lado, nós estamos sendo empurrados nessa direção pela dor; por outro lado, estamos sendo puxados por certa força interna, um chamado. Toda pessoa tem esse “ponto no coração”, o ponto de partida do novo mundo que está sendo revelado no vazio.

A sabedoria da Cabalá é estruturada de forma a revelar esse novo mundo ou dimensão adicional para nós, onde ainda não existimos, para nos informar sobre os meios que nos ajudarão a desenvolver a capacidade de sentir e estudá-lo, bem como interagir com ele.

Da Lição em Moscou, em 16/01/11, Escritos do Rabash

A Recompensa Da Verdade

Dr. Michael LaitmanA humanidade como um todo, e cada pessoa individualmente, pode ser dividida em três tipos de desejos:

1. Aqueles que são indiferentes à espiritualidade e permanecem no nível animal de existência. Eles se relacionam com os outros apenas para  encontrar a forma mais confortável e agradável de interação. Essas pessoas não vão além do cálculo “Eu versus o ambiente”.

2. O segundo tipo são os religiosos e aqueles que acreditam ser recompensados por “boas” obras, de acordo com seus padrões. A fé e a filosofia não importam a eles: alguns temem a polícia e outros temem o Criador. Ambos buscam recompensa de seu ambiente, mas os religiosos esperam ser recompensados no mundo futuro. Eles recebem o pagamento de uma forma ou de outra, e cada um, em um dado momento, define para si a recompensa ideal esperada.

Essas pessoas não têm a menor intenção de corrigir-se e, portanto, não têm nenhuma relação com o Criador. Eles simplesmente praticam auto-ajuda psicológica, esperando receber em troca, no mundo futuro, por certas ações que realizam neste mundo.

Eles estão dispostos a pagar e sofrer muitas dificuldades neste mundo, a fim de reunir uma bela recompensa que, foi-lhes dito, aguarda os justos quando eles morrerem. Eles acreditam que pelo júbilo e o paraíso que sentirão no futuro vale a pena até morrer.

3. Os Cabalistas são aqueles que entendem que tudo que foi mencionado acima é uma mentira e não funciona; que o princípio de “fazer alguma coisa e ser recompensado” não funciona no relacionamento com o Criador. Isso não resiste quando é testado na realidade da vida ou na história humana.

Nesta fase, a pessoa chega a um objetivo mais elevado: conhecer o propósito da vida. Ela não se preocupa muito com a recompensa ou a punição (“doce” ou “amargo”); ela deseja se aprofundar e chegar à verdade (“verdadeiro” ou “falso”). Ela pode sofrer e não receber nada por isso, mas a verdade é a recompensa que ela procura. Então, a pessoa não se mede de acordo com o grau de satisfação que sente ou quão amargo ou doce parece, mas por aquilo que é verdadeiro ou falso.

Da 1ª parte da Lição Diáris de Cabala 03/1110, “O Criador e Israel foram ao Exílio”

Um Guia Para O Livro Do Zohar: Um Brinquedo Lego Para Toda A Humanidade

Trechos do meu próximo livro, Um Guia para o Livro do Zohar

A conexão entre nós pode ser comparada a um quadro que não só foi despedaçado ou quebrado em pequenos pedaços, mas está incorretamente reunido. Se não houvesse conexão entre nós de nenhuma maneira, isso não seria tão mal, mas a quebra criou uma conexão negativa, egoísta. Qual é a razão disso? Essa conexão negativa entre todas as partes da natureza é uma “ajuda contra nós” uma vez que ela nos capacita a descobrir a natureza do Criador desde fora d’Ele.

Sem essa conexão negativa entre nós, não seríamos capazes de descobrir que o tipo de conexão entre nós determina tudo, e é a causa de todo bem e mal no mundo. Se essa conexão fosse boa, não seríamos capazes de alcançar o Criador, pois nós estaríamos dentro d’Ele. E se não houvesse conexão entre nós de jeito nenhum, não seríamos capazes de revelar a razão do mal em nossas vidas.

Ao revelar que a conexão entre nós é má e é a causa de todos nosso sofrimento, nós podemos transformá-la em bem. Tanto é assim que, com a ajuda do sofrimento que nos empurra para frente, nós alcançamos o Criador. Então, descobrimos que de outra maneira não poderíamos tê-lo alcançado. [Leia mais →]

A Raiz Espiritual De Toda A Humanidade

Dr. Michael LaitmanO trabalho que nós fazemos na nossa comunhão espiritual é muito semelhante ao efeito “Tamagochi” (brinquedo japonês que obriga a pessoa a cuidar de algo virtual e inexistente). O jogador torna-se tão consumido e fixado no brinquedo que, para ele, este se torna mais do que real! Ele simplesmente tem que parar tudo o que está fazendo e cuidar do brinquedo, “alimentá-lo”.

Curiosamente, o egoísmo não o impede de cuidar dele. Afinal, isso não é outra pessoa com a qual ele precisa competir; pelo contrário, é um objeto cuja existência é “fácil de cuidar”, embora imponha sutilmente sua vontade sobre a pessoa.

O mesmo acontece no nosso estimulador espiritual: por um lado, nós nos separamos das pessoas e criamos algo abstrato, onde eu despersonalizo todos, separando-os de seus corpos, aparência e personalidade. Mas deixo seus pontos no coração, suas aspirações pela união em prol da revelação da força comum de amor: o Criador.

Por outro lado, é o nosso desejo, o nosso anseio, que é extraído do corpo e tudo o que nos separa uns dos outros. Ao contrário, nós estamos unidos pelo nosso sonho comum, a nossa necessidade comum em atingir o objetivo e fazê-lo apenas em conjunto.

Este sistema já está se tornando uma comunidade mundial, supranacional e multilingue. Ela se tornará a raiz espiritual comum de toda a humanidade, porque a idéia é unir todos os povos do mundo. Primeiro, nós colocamos toda a nossa força na criação de um sistema de conexão, amor e doação entre nós. Depois, “a Arca leva aqueles que a carregam”: ele tomará a frente e começará a moldar-nos com a Luz Superior que se manifestará dentro dele, conforme criamos o vaso de doação.

Neste sistema, nós damos a oportunidade para a Força Superior da natureza que existe na união entre os povos de “entrar” em nós e manifestar-se entre nós. E ela começará a agir dentro de nós,  a cuidar de nós, e levar-nos adiante em direção ao propósito da criação.

Porquê Toda A Humanidade?

Dr. Michael LaitmanO desejo que nós precisamos de nos elevarmos acima é tão grande como a Luz que o criou em termos de volume, profundidade, largura, energia, e poder. Nós não somos capazes de o corrigir sozinhos. Por esta razão, o Criador dividiu-o em múltiplas partes, para que cada um de nós tivesse a oportunidade de corrigir a sua parte individual neste imenso desejo. Como resultado final, todas as partes se juntam.

Ao mesmo tempo, a Cabalá relata que nós fomos separados de forma a aprender a nos elevarmos acima do nosso ódio (separação) e amar-nos uns aos outros para que nós aprendêssemos a amar o Criador da mesma maneira. Isto é, o propósito da nossa divisão em almas individuais é de nos elevar a uma nova atitude amável para com os outros, e não para tornar o nosso trabalho com o desejo de receber mais fácil.

Ambas as avaliações são correctas. O propósito da nossa separação é duplo. Nós devemos alcançar o amor pelos outros antes de alcançarmos o amor pelo Criador, como está escrito, “Do amor pelos outros ao amor pelo Criador”, e a divisão em múltiplas partes torna mais fácil o nosso trabalho em direcção à correcção do ego.

Na realidade, o Criador podia ter criado dois Adãos em vez de um, para que eles aprendessem como entender-se bem um com o outro. Nós escutámos que a “quantidade mínima é dois”, pois dois seria suficiente para aprender como sair de si mesmo em direcção ao outro. Ainda assim, o Criador dividiu o desejo colectivo nas múltiplas almas da humanidade de acordo com a densidade ou a massa do egoísmo, para que cada um de nós corrigisse sua parte individual do ego colectivo, o restringisse, se elevasse acima dela, e a usasse para doar aos outros.

Desta forma, o nosso trabalho em corrigir este enorme ego está dividido em partes múltiplas relevantes ao número de almas (ou pessoas) no nosso mundo. Assim, a população na terra decresce ou aumenta para condizer à densidade de egoísmo neste mundo em qualquer momento específico.

Além do facto de que este trabalho está dividido entre uma grande dose de pessoas vivendo hoje, ele gradualmente se torna completado por cada um de nós com cada vinda a (reencarnação em) este mundo. Cada vez, nós corrigimos o nosso ego em pequenas porções, dia após dia, durante todo o nosso tempo de vida e múltiplas encarnações.

Da Lição 1 do Mega Congresso, 23/07/10

Respostas Às Suas Perguntas, Parte 10

Dr. Michael LaitmanA Realização do Propósito da Criação Repousa Sobre Toda a Humanidade

Perguntas sobre o post “Cabalistas Sobre O Propósito da Criação”, Parte 7

Pergunta: A Cabalá afirma que as leis espirituais são rígidas e imutáveis como as leis da natureza em nosso mundo. Todavia, ela também afirma que, contrária a estas leis, uma centelha chamada “Ner Dakik” (iluminação tênue e pequena) desceu abaixo da Machsom (barreira que nos separa da espiritualidade) e gerou toda a realidade material. Como pôde ser que a lei espiritual fora violada?

Minha Resposta: Existem duas naturezas, dois mundos; o superior controla o inferior.

Pergunta: Citação: “Quando diz respeito à correcção da alma, nenhuma habilidade corpórea ou talento determina o sucesso”. Alguns de seus estudantes são muito talentosos e participam em praticamente todos os projectos de disseminação. Do mesmo modo, existem aqueles que têm grande dificuldade em trabalhar sequer uma hora por dia. Frequentemente, isto torna-me deprimido e até temeroso, porque é impossível alcançar o objectivo mesmo com tais esforços. Como posso eu usar este estado e não cair em desespero?

Minha Resposta: O sucesso espiritual depende do esforço colocado para se criar o desejo pela qualidade de amor e doação. Não tem nada a ver com as faculdades corpóreas recebidas naturalmente ao nascimento.

É Possivel uma Igualdade Verdadeira?


Até hoje a humanidade tem avançado por meio de três formas:

1. Misericórdia, justiça e paz, que ela, de certa forma, conseguiu manter;

2. A pressão da ditadura, que não pergunta a opinião das pessoas e simplesmente lhes diz como viver; ou

3. As pessoas foram divididas em escravos e senhores, e aceitaram esta desigualdade devido à falta de esperança.

Estas eram as formas anteriores das pessoas se desenvolverem, mas agora elas alcançaram a exigência pela igualdade global. As pessoas sentem que “Todos devem ser iguais!”. Por um lado, isso realmente expressa a sua visão interna de justiça; nós entendemos que a igualdade é correta. No entanto, a nossa definição de igualdade é errada – nós estamos procurando a igualdade externa, em vez da interna.

Portanto, nós aspiramos à igualdade entre todos externamente, mas ao longo dos últimos dois séculos, nós decobrimos que a igualdade externa é uma completa ilusão. O que nós precisamos é de uma igualdade que seja mais profunda, mais interna.

Para alcançá-la, nós teremos que nos conscientizar de todo o sistema da nossa inter-conexão e regressarmos ao princípio da verdade, onde verdade significa que cada pessoa obedece as leis da realidade devido ao conhecimento profundo, simples e global das pessoas sobre a Natureza.