Textos com a Tag 'Crise'

UE E EUA: Integração?

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (da Reuters): “A Europa e os Estados Unidos estão prestes a abrir negociações comerciais no início do próximo ano para aprofundar a maior relação comercial do mundo, disseram funcionários da UE e dos EUA, liberando potencialmente bilhões de euros em novos negócios transatlânticos.

“Juntos, o bloco e os Estados Unidos são responsáveis por cerca de metade da produção econômica do mundo e cerca de um terço do comércio mundial. Mas a crise da dívida na Europa e o ilusório crescimento americano estão pressionando ambos os lados a considerar a derrubada das barreiras finais ao comércio”.

Meu comentário: A consolidação do mercado para ajudar a integração global pode, de uma forma mais pacífica, facilitar o reconhecimento da necessidade de uma integração universal global.

A Crise Que Salva

Dr. Michael LaitmanNas notícias (do The New York Times): “‘Não há dúvida de que a crise está forçando as pessoas a ficarem juntas”, disse José María Redondo, porta-voz do conselho, que atribuiu a queda na taxa de divórcio ao estouro da bolha imobiliária e os tempos de crise econômica.

“A crise não está apenas diminuindo os divórcios, mas também transformando o processo, de acordo com os advogados de divórcio. Os juízes estão reduzindo o pagamento de pensão alimentícia e o duelo dos cônjuges mudou da luta por propriedade para a briga sobre a questão crítica de quem assume dívidas…

“Alguns espanhóis dizem que os tempos difíceis podem ter pelo menos um benefício. Se a crise ajuda a preservar a família espanhola, tornando mais difícil se divorciar, isso não é uma coisa ruim, disse Julian M. Valon, um pioneiro advogado de divórcio que ajudou a escrever a lei do país sobre o divórcio em 1981.

“‘Se há algo de positivo na crise económica, é que as pessoas têm menos dinheiro para brigar do que antes’, disse ele, ‘e isso poderia ajudar as pessoas a ficar juntas, mesmo nos momentos difíceis’”.

Meu comentário: A crise é o colapso de nossa antiga natureza egoísta e o nascimento de uma natureza altruísta. É um processo histórico, ou seja, longo e doloroso. Ele ocorre acima de nós. Houve algumas mudanças, como que em nossa história. Mas esta é a primeira vez em que podemos participar conscientemente do nosso renascimento e, assim, facilitar o fluxo do processo de nascimento. Caso contrário, como no passado, vamos nos deparar com revoluções e guerras simultaneamente em todo o mundo.

A crise está acontecendo em todas as áreas de nossa vida porque é uma crise de nossa natureza; isso é o que precisamos mudar: conscientemente, por meio da educação integrante, ou inconscientemente, quando o sofrimento nos forçará a aceitar as novas mudanças. Como você pode ver, a nível pessoal, a crise nos ensina a vida “correta”.

Parem De Saquear O Planeta!

Dr. Michael LaitmanOpinião (Ernst Ulrich von Weizsäcker, Co-Presidente do Clube de Roma, Alemanha): “Todo médico sabe que um pré-requisito para o sucesso do tratamento é o diagnóstico correto. E aqui está ele: a humanidade prefere fechar os olhos e pensar que enquanto o clima não muda dramaticamente, não podemos fazer nada. Se a humanidade continuar a falar desta maneira, o mundo vai se aproximar do fim.

“Infelizmente, para muitas pessoas, o sucesso no curto prazo é mais importante do que o destino de seus próprios netos. Portanto, todos expulsam pensamentos.

“Eu espero conseguir cinco coisas:

Nós precisamos desenvolver oportunidades positivas para o crescimento,

É necessário garantir que os escândalos em torno do financiamento da pesca (alguns acreditam que nenhum peixe deve permanecer no oceano inteiro) ou em torno do uso de combustíveis fósseis se tornem conhecidos em todo o mundo,

Nós precisamos promover as ideias sobre ‘como tornamos a Terra mais adequada para viver’,

Nós precisamos colaborar com fundos de investimento que invistam fundos de acordo com rigorosos critérios ambientais; isso poderia influenciar seriamente os mercados,

Governos e empresas ao redor do mundo devem adotar regras obrigatórias para parar a pilhagem da riqueza do planeta”.

Meu comentário: Se você estabelecer um diagnóstico correto, então não está na nossa atitude para com o planeta, mas em nós mesmos, em nosso egoísmo, e tratar a causa é a solução correta e a cura. Isto significa reeducar as pessoas, e isso não pode ser ignorado, caso contrário, não vamos conseguir um resultado positivo, e a doença vai piorar como em todos os anos de existência do Clube de Roma.

Analistas da UN Acreditam em Recessão

Nas notícias (do BusinessStandard): “As Nações Unidas reduziu a previsão de crescimento da economia mundial para os próximos dois anos, ao mesmo tempo que alertou para uma nova recessão global devido à situação do “penhasco fiscal” dos EUA e a crise de débito da UE..

“Um agravamento da crise da área do Euro, o “penhasco fiscal” nos Estados Unidos e um pouso forçado na China pode causar uma nova recessão global. Cada um desses riscos pode causar perdas de produção global de entre 1 e 3 por cento, disse o líder da ‘UN’ para o reporter Rob Voss…”

“É essencial alterar o rumo na política fiscal e mudar o foco de consolidação a curto prazo para o crescimento económico robusto, com sustentabilidade fiscal de médio a longo prazo..”

“A reorientação das políticas fiscais devem ser internacionalmente coordenadas e alinhadas com as políticas estruturais de apoio à criação de emprego direto e crescimento verde. As políticas monetárias (também necessitam) ser melhor coordenadas internacionalmente e reformas regulatórias do setor financeiro devem ser aceleradas a fim de conter a taxa de câmbio e volatilidade do fluxo de capital, que representam riscos para as perspectivas econômicas dos países em desenvolvimento”

Meu comentário: Sua posição indica apenas a falta de compreensão dos especialistas sobre a causa da crise sistêmica. Eles ainda estão esperando por um retorno ao antigo sistema de gestão. Vamos ter de aprender a natureza de um novo estado integral da humanidade. A lentidão de líderes mundiais e o nosso atraso (BB) para explicar como corrigir a crise pode trazer grande sofrimento para a transição para a próxima fase (formação).

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2013: A Recorrência Da Crise Econômica

Dr. Michael LaitmanOpinião (DeAnne Julius, ex-analista da CIA, membro fundador do Comitê de Política Monetária do Banco da Inglaterra): “Olhe ao redor do mundo e grandes riscos abundam. Um ou mais países podem desistir da zona do euro. A violência pode se espalhar por todo o Oriente Médio. O Congresso dos EUA ainda pode tirar o país de seu abismo fiscal e da recessão. A disputa de uma ilha entre a China e seus vizinhos pode incendiar, fazendo com que os EUA intervenham no Pacífico. Mas, na minha opinião, o maior risco é que um desses evento,s ou algum outro, jogue o mundo em outra crise financeira global, uma ‘CFG II’”.

“Esta é uma possibilidade, por três razões. Primeiro, a economia mundial ainda está frágil e lentamente se recuperando da CFG de 2007-08. …Segundo, a política econômica está no seu limite. Tanto a política fiscal quanto a monetária atingiram seus limites efetivos. … A terceira vulnerabilidade é a fraqueza política. A austeridade prolongada está minando o apoio político dos partidos tradicionais e encorajando a extrema direita e a extrema esquerda. Os países periféricos da Zona Euro estão particularmente em risco”.

Meu comentário: Para reduzir esses riscos é necessária uma ampla cooperação, mas nós vemos como os governos estão observando silenciosamente o crescimento do protecionismo e do fascismo em seus países. Apenas a adoção de uma política unificada de educação e treinamento em todos os países do G-20 vai trazer paz, equilíbrio, e criar as condições para uma compreensão do processo de integração e tomar as decisões certas no novo ambiente.

“Anos Difíceis E Dolorosos À Frente Da Zona Do Euro”

Dr. Michael LaitmanOpinião (Angela Merkel, chanceler alemã): “A chanceler alemã Angela Merkel rejeitou sugestões na sexta-feira de que o pior já passou para a zona do euro, dizendo que o bloco monetário enfrentou anos de reformas dolorosas, de crescimento lento e desemprego elevado.

“‘Uma razão por eu cuidar muito as minhas previsões é o processo de ajuste, pois as mudanças que estamos passando são muito difíceis e dolorosas, disse Merkel.

Ela disse que o bloco não verá os frutos do mercado de trabalho e outras reformas estruturais por vários anos, com 2013 se configurando num outro desafio.

“‘No ano que vem, e o presidente do BCE disse isso, teremos taxas de crescimento muito baixas, vamos ver um crescimento negativo em alguns países, e podemos esperar que os níveis muito elevados de desemprego continuem’, disse Merkel”.

Meu comentário: Não importa o quão angustiante, eles devem ir de propagandistas a realistas. Aos poucos, todos nós vamos nos acostumar com o fato de que não dominamos o mundo, mas que ele é controlado pela natureza de acordo com um programa rigoroso. Conheça-o e entenda como se adaptar a ele; isso é possível estudando Cabalá.

Um Quarto Da População Da UE Está Em Risco De Pobreza

Dr. Michael LaitmanNas notícias (de EUROPA, Eurospats): “Em 2011, 119,6 milhões de pessoas, ou 24,2% da população, na UE-27 estavam em risco de pobreza ou exclusão social, em comparação com 23,4% em 2010 e 23,5% em 2008. Isso significa que eles estavam ao menos em uma das seguintes três condições: em risco de pobreza, severamente privados materialmente ou vivendo em domicílios com intensidade de trabalho muito baixa…

“Em 2011, as percentagens mais elevadas de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social foram registradas na Bulgária (49%), Roménia e Letónia (ambos 40%), Lituânia (33%), Grécia e Hungria (ambos 31%), e a menor, na República Checa (15%), Países Baixos e Suécia (ambos 16%), Luxemburgo e Áustria (ambos 17%)”.

Meu comentário: Este é apenas o início da quebra das antigas relações econômicas. Só uma política de padrão de vida racional (necessária), com redução total do resto da produção e a implementação da educação integral, vai levar a humanidade à equivalência com as novas relações naturais, para revelar a natureza e a evolução da sociedade.

Cúpulda Da UE: Eles Decidiram Não Decidir Nada

Dr. Michael LaitmanNas notícias (de Spiegel International): “A lista de realizações que esta mais recente Cúpula da União Europeia deveria entreguar era longa: a zona do euro recebeu um impulso substancial com um decisivo redesenho da arquitetura da união monetária. Houve ainda uma nova convenção para ajustar rapidamente tratados da UE às realidades das mudanças que ocorrem na zona do euro…

“Ainda antes que os 27 chefes de estado e de governo chegassem à Bruxelas na noite de quinta-feira, tal ambição tinha sido esquecida. Poderia ser a exaustão antes do Natal que tirou o melhor dos líderes da UE, mas o entusiasmo pela reforma estava longe de ser encontrado. Um após o outro, eles insistiram que seriam conduzidas conversas meramente informais sobre o aprofundamento da união monetária. Após nove horas de conversações, a Cúpula concordou com um documento de cinco páginas que, embora chamado de ‘roteiro’, é pouco mais do que um vago traçado para os próximos seis meses. Certamente, a data mais concreta mencionada é junho de 2013 – até lá, o Presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, deve ter trabalhado num cronograma sólido para o estabelecimento de uma melhor coordenação da política fiscal entre os estados-membros da zona do euro. Ele deve também examinar como os tratados de reformas bilaterais entre a Comissão Europeia e os membros com moeda única individual poderiam examinar a fim de tornar as reformas recomendadas por Bruxelas mais vinculativas. A criação de um fundo – referido vagamente como ‘mecanismos de solidariedade’ por insistência da Alemanha – poderia ser usada para recompensar os países sérios de que a reforma também está para ser examinada”.

Meu comentário: Os líderes europeus estão perdidos no novo mundo; eles não entendem o que está acontecendo, e nesse estado, a melhor decisão é não decidir nada. Eles agem razoável e sensatamente, olhando o que está acontecendo. No entanto, o desenvolvimento no sentido da integração continua, e os sistemas sociais que foram criados no passado, tornam-se cada vez menos adequados para serem trabalhados; ou seja, eles aumentam a crise, mas a resposta não está em mudar o mundo, mas em mudar o homem; isso ainda precisa ser entendido e, assim, apenas concordar com a necessidade da educação integral.

“O Pior Já Ficou Para Trás”

Dr. Michael LaitmanNas notícias (do The Guardian): “Os governos europeus chegaram a um memorável acordo sobre a supervisão bancária e aprovaram na quinta-feira a ajuda, adiada há muito tempo, à Grécia, proclamando os acordos como sinais de que o bloco está controlando seus problemas depois de três anos de profunda crise.

“O Presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, disse aos líderes na abertura da cúpula: “O pior ficou para trás, mas, claro, ainda há muito a ser feito”…

“O presidente do BCE Mario Draghi elogiou o acordo sobre supervisão bancária, a primeira etapa para uma união bancária com mais soberania conjunta, como um passo importante rumo a uma união estável, econômica e monetária.

“Ainda assim, a criação de uma união bancária completa, com poderes para descontinuar bancos falidos e garantir depósitos em toda a zona euro, provavelmente vai levar vários anos. Isso faz apenas parte do plano diretor do bloco para reforçar a arquitetura da zona do euro e evitar uma repetição da crise que ameaçou destruir o projeto da moeda única…

“Técnicos europeus reconhecem em privado que medidas mais ousadas, que visam a uma maior integração da área da moeda única, esperam o término da eleição geral alemã em setembro próximo”.

Meu comentário: Agora, o principal é ganhar tempo, porque não há solução, e o próprio tempo vai funcionar de alguma forma. Nós precisamos entender os líderes: eles não têm como resolver, eles precisam jogar de acordo com as suas posições, e quanto mais desesperada a situação, mais promessas devem ser ouvidas!

A Crise Mundial Não Vai Acabar!

Dr. Michael LaitmanOpinião (Michael Khazin, economista): “A crise mundial não vai acabar em 2013-2014, não há motivos para isso. As dificuldades na Europa não acabaram; pelo contrário, estão apenas começando. O principal problema da Europa não é a dívida, mas o fato de que ela não pode mais aumentar, o que implica, automaticamente, na queda do PIB. Por conseguinte, ela não vai ser capaz de devolver os débitos acumulados durante este período.

“A recessão continua, o estímulo da demanda levou à situação que agora as despesas das famílias ultrapassam sua renda em 25%.

“Em quatro anos, Obama aumentou o lado das despesas do orçamento em um trilhão de dólares que foram inteiramente para suportar a demanda. Caso contrário, o PIB dos EUA teria caído cerca de 10%.

“Mas outro trilhão de dólares é necessário, e não está claro onde consegui-lo. A emissão não tem efeito. Por esta razão, o declínio no mundo vai continuar.

“A economia dos EUA não vai entrar em colapso até 2014 se a política de Obama de “tapar buracos” com a emissão de dinheiro continuar. Nem desastres econômicos acontecerão na Europa até as eleições na Alemanha, porque o dinheiro vai ser buscado a todo custo. Talvez, ele seja impresso. Quedas abruptas não são esperadas em 2013, mas haverá uma tendência para a deterioração gradual da depressão”.

Meu comentário: Há tempo para melhorar e disseminar o método de correção da crise global por meio da educação integral, bem como para elevar o nível espiritual do grupo mundial do Bnei Baruch. Isso vai ajudar as forças da mente integral, da unidade e do consumo razoável a se manifestarem no mundo.