Textos na Categoria 'Trabalho em Grupo'

Abra Suas Asas

928Pergunta: O bater das asas de cada ganso cria uma corrente ascendente que sustenta as aves que voam atrás.

Se as pessoas se movem em direção a um objetivo, digamos que elas entendem que precisam se mover juntas. O que são “batidas de asas” para as pessoas?

Resposta: Para as pessoas, isso pode existir se elas definirem um objetivo maior e entenderem como alcançá-lo.

Pergunta: Diz aqui que essa corrente ascendente gerada pelo movimento das asas sustenta os pássaros que voam atrás. Como isso os sustentam? Com ​​o quê?

Resposta: O mesmo se aplica à batalha: aqueles que vão à frente dão o exemplo aos que vêm atrás. Ou seja, o bater de asas é o exemplo que você demonstra.

Pergunta: Quando um pássaro sai da formação, ele começa a sentir uma forte resistência do ar, o que o força a retornar rapidamente à formação e continuar voando com menos esforço.

Suponha que as pessoas estabeleçam metas ambiciosas e não consigam perseverar, desistindo e abandonando o grupo. Como podemos fazer com que elas internalizem a ideia de que uma pessoa sozinha não conseguirá alcançar o sucesso, que para isso é preciso fazer parte do grupo?

Resposta: Todas devem estar focadas em um único objetivo. Então, algumas irão à frente, permanecerão juntas, e outras ficarão para trás, e dessa forma todas alcançarão o objetivo juntas.

Pergunta: E aquelas que ficam para trás entendem que são mais fracas, então se agarram aos seus amigos; será que terão o pensamento de que “não conseguirei romper sozinha”?

Resposta: Claro.

Pergunta: Isso se a importância do objetivo for mantida constantemente?

Resposta: Sim.

Pergunta: Quando o líder se cansa, voa para o fundo do bando e outro pássaro o substitui. Na vida, os líderes — políticos, aqueles que lideram pessoas, estados — não sentem responsabilidade. Eles só saem nas eleições. Não existe algo como “Estou cansado, vou ceder meu lugar a outro”. O que um líder precisa ter para que esse pensamento surja?

Resposta: A importância do objetivo de todo o rebanho.

Comentário: Entendi, a importância da meta está no ápice, na base.

Minha Resposta: Sim. Ele precisa entender que é responsável por garantir que o rebanho continue no caminho e alcance o objetivo.

Comentário: Mesmo que ele não esteja lá, mesmo que ele…

Minha Resposta: Isso não importa.

Comentário: Significa que seus pensamentos não são sobre si mesmo, mas sim sobre o rebanho.

Minha Resposta: Sim.

Comentário: Isso é o mais importante! Parece que tivemos um exemplo assim. Begin saiu daquele jeito, por conta própria. De repente, levantou-se no meio de uma reunião e disse: “Estou cansado”.

Minha Resposta: Sim. Foi uma ótima decisão.

Comentário: Então ele ficou quieto por dez anos, quase não concedeu entrevistas. E foi assim que ele partiu.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 05/01/26

Para Encontrar A Metade Que Falta Do Vaso

534Constantemente lidamos com nosso desejo egoísta, que age de acordo com sua propriedade natural, o desejo de receber satisfação, nossa única matéria. Aguardamos a luz da correção e acrescentamos uma intenção para satisfazer esse desejo.

Devemos separar desejo de intenção. Com o desejo de desfrutar, sempre tenho a oportunidade de trabalhar e progredir. Como diz o ditado: “Faça tudo o que estiver ao seu alcance”. Mas a intenção de doar aos outros ou ao Criador surge como resultado da influência da luz que nos cerca. É isso que precisamos pedir.

Ou seja, eu já possuo metade do vaso espiritual, o desejo de desfrutar. Não o estou negligenciando nem anulando, apenas quero mudar sua intenção. Se uma pessoa separa corretamente sua atitude em relação à ação e à intenção, ela sempre será capaz de realizar algumas ações e trabalhar, tanto quando a espiritualidade a atrai quanto quando não. Mas a força da unidade que foi formada no passado a auxilia.

Ela sempre poderá elevar uma oração, um pedido, com a intenção correta, de modo que se una à sua ação e determine sua qualidade espiritual. É assim que uma pessoa progride.

Quando ela começa a compreender mais, a sentir mais e a entrar no mundo espiritual, percebe que não há muita diferença entre o espiritual e o material. Basta uma mudança psicológica na pessoa para que ela possa vivenciar o espiritual.

Não precisamos apagar toda a nossa vida passada nem descartar todas as nossas raízes. Precisamos apenas extrair a intenção por trás de tudo isso e tentar corrigi-la.

Portanto, uma pessoa se alegra por ter saído do Egito e trazido consigo muitos bens materiais, desejos e muita força. Por outro lado, está repleta de intenções egoístas e sente que elas são o oposto da verdade. É nisso que ela começa a trabalhar agora. A partir desse estado, o trabalho se inicia. Por isso, esse é considerado o ponto de renascimento espiritual.

Sentimos como “Vocês estão hoje, todos vocês” diante do Criador, com nossos desejos corruptos, que podemos apresentar a Ele como prontos para correção.

Da Lição Diária de Cabalá, 26/10/11, Rabash, “Vocês Estão Hoje, Todos Vocês”

De Uma Semente Seca A Uma Árvore Frutífera

527Uma pessoa passa por vários estágios em seu desenvolvimento espiritual. Inicialmente, ela é como algo sem vida; junta-se a um grupo que começa a influenciá-la e a desenvolvê-la, mas ainda não é capaz de ações independentes e não entende onde realmente está.

Vários anos se passam dessa forma, até que percebem que há trabalho a ser feito e que precisam agir ativamente, esclarecendo constantemente a direção para a qual estão olhando. A partir desse momento, deixam de ser inanimados e se transformam em uma planta. Começam a crescer por conta própria, através do autocuidado, graças à conexão com os outros, seguindo os conselhos do mestre e com atenção ao caminho.

Eles procuram, por si mesmos, colocar-se sob a influência do ambiente, pois perceberam que este grupo não é meramente uma reunião de pessoas, mas que possui uma força interior especial, necessária ao seu desenvolvimento. Assim, tornam-se uma “planta” e começam a extrair forças do grupo, como do solo, para se integrarem ainda mais fortemente a ele. Compreendem que o fruto surge numa árvore madura, e a árvore só cresce se a pessoa se integrar ao grupo.

E à medida que crescem, desejam receber os frutos, que são conexão, amor, doação mútua e a revelação da força comum da doação na qual o Criador se revela. Tudo isso ainda está no nível vegetativo.

Mas existe também o nível animado, quando já são capazes de governar e assumir parte da responsabilidade pela conexão entre todos. Isso deixa de ser uma “árvore” enraizada em um só lugar e passiva em relação à pessoa que a cuida.

O grau humano dentro de uma pessoa é aquele que cuida da árvore. Contudo, o grau animado dentro de uma pessoa já não é apenas uma árvore, mas algo que se esforça para crescer e tenta participar ativamente de todo o sistema. A pessoa vê as falhas comuns e tenta corrigi-las. Ela vê não apenas como se corrigir e se integrar passivamente ao sistema, mas também como ajudar os outros, através dos quais se inclui nas conexões e correções gerais. Isso pode ser atribuído ao grau animado.

E depois há o grau humano, quando, de acordo com suas ações, ela já adere ao Criador. Descobre-se que o fundamento de todo o nosso desenvolvimento é o cuidado com a “árvore”.

Para começar, basta dividir a vida em material e espiritual. Ao mundo material deve-se dar o necessário — nada mais, nada menos. E ao trabalho espiritual — o resto, sem limitações.

Da Lição Diária de Cabalá 08/01/12, Rabash, Carta 46

Superar A Separação

943Tudo é determinado unicamente pelo grau da minha conexão com as outras almas, no nível em que eu me encontrava antes de nos separarmos.

Se eu, de alguma forma, conseguir superar essa separação, aparentemente retornarei ao estado espiritual que essencialmente desejamos alcançar.

Se eu tentar fazer isso, então, seja qual for o resultado, seja ele bem-sucedido ou não, se eu me esforçar, descobrirei que essa é a única ação pela qual posso me impulsionar em direção a um estado espiritual.

Eu sou um Kli (vaso), e da minha parte, só existe uma ação: aumentar o Hisaron (carência), e então uma luz maior entrará neste Hisaron. E eu só posso aumentar o Hisaron saltando sobre as telas entre as 600.000 partes da alma, apesar da tela que nos separa, a qual surgiu como resultado da quebra do Kli quando o estado que conectava os desejos, as partes de Adam HaRishon, se rompeu e a tela de conexão se transformou em uma tela de separação.

Esta é a única ação que posso realizar, porque sou um pequeno Kli que se torna um grande Kli devido a isso. Além disso, não tenho outra possibilidade de corrigir nada no meu desenvolvimento, no meu caminho.

Da Lição Diária de Cabalá 11/01/26, Rabash, Artigo nº 17, 1986 “A Agenda da Assembleia – 2”

Dois Pontos

527Eu devo criar um Kli para que o Criador possa preenchê-lo. Se recebo inspiração do Criador, isso não é mérito meu, mas Dele. Se recebo inspiração dos amigos, isso também não é mérito meu, mas deles.

Busco inspiração nos amigos. Eu, o insignificante que nada possui e é incapaz de se unir a eles ou desejar o Criador, recebo essa inspiração deles e ajo de acordo com ela. Eu mesmo adquiri essa inspiração.

Aqui, necessariamente, devem existir dois pontos: eu sou completamente anulado, um zero, o mais baixo dos baixos; contudo, recebi inspiração deles porque os exaltei aos meus olhos a uma grande altura. Então, a inspiração que recebi deles através do meu trabalho em relação a eles torna-se como Keter para mim, enquanto eu mesmo sou como Malchut. Aqui eu tenho como que um Reshimo de Hitlabshut e um Reshimo de Aviut. É assim que eu ajo. Não há outra maneira.

Se eu simplesmente me inspiro no Criador, é a inspiração Dele. E se eu simplesmente me inspiro em um amigo, é a inspiração do amigo. Como, então, ela se torna minha? Devem haver dois pontos aqui: eu, que não sou inspirado nem pelo Criador nem por qualquer outra coisa, agora me inspirei em um amigo.

Necessariamente, devem existir dois pontos. Onde está o ponto do meu “eu”? Como o revelarei se não agir de acordo com a regra de amar o próximo como a si mesmo?

Você demonstra grandeza aos seus amigos para que eles retribuam essa grandeza.

Pergunta: Por que, quando demonstro grandeza a eles, percebo ainda mais que eu mesmo sou incapaz dela?

Resposta: Você só poderá perceber que é incapaz se tentar isso com os amigos e, na prática, constatar que não consegue fazer nada. Em relação ao Criador, você não pode ver isso. Conclui-se que você deve receber tanto o ponto de Malchut quanto o ponto de Keter dos amigos, do grupo.

Da Lição Diária de Cabalá 11/01/26, Rabash, “A Agenda da Assembleia – 2”

Como Posso Me Autoavaliar?

294.4Pergunta: Como posso verificar se estou aplicando o esforço corretamente?

Resposta: Como verificar se seu esforço está correto? Existem muitas maneiras de verificar isso. Em primeiro lugar, observe se você realmente deseja aquilo que está fazendo. Geralmente, aquilo que você não deseja pode ser o correto. Em segundo lugar, verifique se é respeitado pelos seus colegas. Compare com o que está escrito nas fontes primárias e com o que o professor diz.

Antes do Machsom, não tínhamos um sistema claro pelo qual pudéssemos nos examinar e avaliar. Essencialmente, você está perguntando onde está esse padrão com o qual poderia se comparar e ver o quanto, mais ou menos, você corresponde a ele, ou, ao contrário, o quanto não corresponde.

Antes de você entrar no mundo espiritual, isso não lhe é revelado. É por isso que se chama “ocultação”.

Mas você pode se avaliar em relação ao seu desejo de receber, em relação ao grupo e ao professor; pelo menos dessa forma você pode se testar. Não é à toa que se diz: “Não confie em si mesmo até o dia da sua morte”. Enquanto o seu egoísmo não morrer, você pode cometer erros — erros terríveis, tolos e até mesmo os mais simples. É aqui que reside o interesse.

Você continua cometendo os mesmos erros repetidamente, como se estivessem nas mesmas situações, que parecem simples. Como isso é possível? Você passou por situações tão complexas, não se deixou abalar, conseguiu superá-las de alguma forma, e de repente cai em alguma tolice novamente?

É assim mesmo. Não conhecemos os graus. Parece-nos que cada grau é assim. Não. Eles podem aparecer para você de uma forma muito simples e natural. De repente, você se torna como uma criança que fica de pé e chora por ter perdido a mãe.

Todos os períodos anteriores ao Machsom são assim. Depois dele, tudo depende da tela, do grau em que você está fundido com o Criador.

Da Lição Diária de Cabalá, 08/01/26, Rabash, “Sobre a Recompensa dos Receptores”

O Mérito De Um Amigo

528.01Pergunta: O que significa se conectar com um amigo?

Resposta: Unir-me a um amigo significa que desejo entrar em comunhão com o Criador. Mas, infelizmente, não consigo alcançar isso sem me conectar com você. E você também precisa chegar à mesma conclusão: se não se conectar comigo, jamais alcançará o Criador.

O Criador, a adesão com Ele e a conquista de equivalência em qualidades com Ele é a nossa meta, tanto a sua quanto a minha. Ninguém alcançará isso sem se conectar com o outro, mas somente através do outro — sim.

União significa que o Kli (vaso) para alcançar o Criador está localizado dentro do seu amigo. Um Kli é a impressão, o anseio, a exaltação da meta, a grandeza do Criador.

Quando você sentir que está louvando o Criador, que está exaltando-O, saiba que não foi você, mas seu amigo, quem lhe proporcionou essa inspiração. Mas você só pode receber inspiração em troca de sua própria contribuição para Ele. Se você fizer isso, então, por meio disso, um Kli será criado, no qual você se esforçará para alcançar o Criador.

E até que você se conecte com um amigo e absorva a grandeza do Criador através dele, e saiba que foi o Criador quem lhe deu o anseio por Si mesmo. Foi Ele quem expressou Seu desejo por você, e não você por Ele.

Da Lição Diária de Cabalá 11/01/26, Rabash, “A Agenda da Assembleia – 2”

Em Que Consiste O Trabalho Com Amigos?

939.02Meu trabalho com um amigo é receber dele despertar, elevação, uma noção da importância do objetivo, da grandeza do Criador e louvor ao Criador. Na medida em que ele pode me proporcionar isso, eu exalto a conexão com Ele. Isso significa que eu exalto a conexão no grupo, e uma coisa desencadeia outra.

Mas tudo o que eu verifico, analiso e avalio em um amigo, toda a minha atitude em relação a ele, deve estar em conformidade com a atitude dele em relação ao Criador. Não importa o quanto possa parecer diferente para mim, é assim que funciona.

Não devo penetrar em sua alma, nem forçá-lo a falar sobre seu relacionamento com o Criador. Mas a forma externa pela qual ele expressa seu anseio pelo Criador me permite compreender que ele o deseja ardentemente.

Tenho a obrigação de estar sob a influência dos amigos, de aumentar meus desejos através da conexão com eles e de interagir com eles, o que opera em duas direções: de mim para eles e vice-versa.

Se você perceber que eles estão aqui e verdadeiramente prontos para isso, significa que o Criador os trouxe até você, e, de acordo com isso, você deve se relacionar com eles de uma maneira especial. Você não tem escolha, mas Ele tem, e Ele os escolheu precisamente. A partir deste ponto, comece a desenvolver sua atitude em relação a todo o grupo.

Da Lição Diária de Cabalá, 11/01/26, Rabash, “A Agenda da Assembleia – 2”

É Possível Se Forçar A Amar?

231.01No artigo “Sobre a Recompensa dos Receptores”, Rabash escreve que existem coisas proibidas; coisas permitidas que não podem ser recebidas por mera liberalidade, mas que são necessárias; e também coisas recebidas através do cumprimento de mandamentos que não podem ser recebidas por mera liberalidade.

Além disso, existem coisas permitidas e coisas recebidas por meio de mandamentos que podem ser recebidas em prol da doação. De acordo com o nível de desempenho, a pessoa recebe uma recompensa.

E o que é essa recompensa? Recompensa significa realizar a ação da maneira mais otimizada, através da qual a pessoa atinge a equivalência de forma. Por que, então, não dizem que a equivalência de forma é o objetivo, mas sim que o objetivo é a recepção em prol da doação? Porque o resultado não depende de nós. O resultado provém da lei do Criador, enquanto a ação depende de nós.

Isso é semelhante à forma como Rabash explica a questão do amor: Como alguém pode se forçar a amar o Criador, ou a “amar o próximo como a si mesmo”, quando não podemos interferir nisso? Como posso forçar meu coração a amar alguém?

Em nosso mundo, isso pode ser alcançado por meio do esforço — quando me dedico a alguém, dou-lhe algo, cuido dele. Isso fica evidente no exemplo de pessoas que adotam uma criança para criar, e a criança se torna completamente sua, porque elas investem nela.

Antes de investirem nela, não sentiam nenhum amor por ela — nem amor natural e instintivo, nem amor acima da natureza. Mas depois de investirem uma parte de si mesmos nela, ela se torna muito importante para eles, porque é essa parte de si mesmos nela que eles amam, e disso nasce o amor pela criança.

Assim também acontece conosco: quando desejamos receber e transmitir algo a alguém, cria-se uma conexão entre nós. E na espiritualidade, quando queremos amar alguém que nos é completamente estranho, com o intuito de dar (e não de receber, pois nesse caso estaríamos falando de um sentimento animal), trata-se de uma lei diferente, como está escrito: “Ame o Senhor, seu Deus”.

Da Lição Diária de Cabalá de 01/08/26, Rabash “Sobre a Recompensa dos Receptores”

Para Cumprir A Tarefa Espiritual?

938.07Nossa correção em relação à doação não deve ser direcionada ao nosso próximo, mas sim à correção de nossa conexão com o Criador. Só então ela se tornará verdadeiramente boa para o próximo, pois, na verdade, tudo o que existe no mundo provém do Criador.

Mas se você quer mudar o estado deste mundo, você deve mudar o que vem do Criador. E isso só pode ser feito se você doar a Ele. E na medida em que você doar melhor, Ele não precisará afetar o mundo de uma maneira pior.

Você pode chegar a isso através da sociedade, quando você doa aos seus amigos e eles doam a você, vocês criam um grupo, e assim como no final da correção no nível espiritual vocês se unem em almas, vocês tentam se unir aqui, na tarefa espiritual, isto é, de fato, ascender a esse nível.

Com isso, você evoca a luz circundante em nosso mundo e obriga o Criador a dar mais luz a este mundo.

Da Lição Diária de Cabalá 07/01/26, Rabash, “Sobre o Medo e a Alegria”