Textos na Categoria 'Trabalho em Grupo'

Trabalhe Na Atenção

942As relações entre amigos devem ser profissionais e direcionadas apenas para a correção. É assim que testamos o grupo. Não importa quantos problemas ainda tenhamos que enfrentar, conseguiremos transformá-los em algo útil? Essa é a grandeza do grupo.

E a medida em que seremos capazes de receber inúmeras perturbações e transformá-las em força depende de como todos nós resistimos a essas perturbações e nos ajudamos mutuamente.

E tudo isso está na mente. Claro, posso realizar várias ações materiais, mas, em última análise, todas essas coisas residem dentro de nós, porque constroem um vaso espiritual que deixa de ser algo material.

Estamos falando de pensamentos através dos quais aumentamos os desejos que se conectam, passam de um para o outro, e todos nós recebemos ainda mais desses desejos, e cada um os recebe do outro também na forma de perturbação, até que os internalize. Em suma, cada vez que isso acontece, é um trabalho de atenção, que chamamos de intenção.

Como se costuma dizer: “Um mandamento sem intenção é como um corpo sem alma”. Assim, o esclarecimento significa que a pessoa deve estar atenta a isso a cada momento. Tudo surge da atenção interior ao ponto em que meu coração e minha mente estão agora, naquele em que estou concentrado.

É como se eu estivesse movendo o feixe de uma lanterna de uma coisa para outra, examinando, dentro da situação dada, como devo me relacionar com ela, o que devo aumentar, a que devo prestar mais atenção, como me conectar com isso, em que direção devo me voltar, como expandir a conexão existente.

Este é um trabalho interior. Imagine o quanto uma pessoa está concentrada nisso dentro de si e até que ponto ela não pode ser perturbada. Somente através disso ela cresce.

Da Lição Diária de Cabalá 18/02/26, Rabash, “De acordo com o que é explicado sobre ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’”

O Grupo É A Minha Salvação

963.7O grupo é o meu espelho. Na medida em que o construo, ele me constrói. Tanto a minha atitude em relação a ele quanto a atitude dele em relação a mim são desvinculadas do meu desejo de receber, o que me ajuda a construir relações de doação em vez de expandir e preencher espaços de recepção.

Se eu estivesse trabalhando diretamente com o Criador, certamente usaria os meios de recepção. Baal HaSulam escreve que, se o Criador fosse revelado, eu correria em Sua direção gritando: “Peguem o ladrão!” O próprio desejo de receber me mostraria quão maravilhoso é trabalhar para o Criador; eu desejaria estar perto Dele, fazer algo por Ele.

Afinal, se Ele me preenche de confiança e prazer, por que não trabalhar? Por que não percebê-Lo como bom e grandioso? Sempre queremos estar perto da grandeza.

Assim, o desejo de receber se voltaria para o Criador em busca de benefício pessoal. Mas se, em vez do Criador, eu estiver em um grupo no qual não encontro grande benefício pessoal, poder, confiança ou forte influência sobre mim, então, dentro dele, existem condições que me permitem trabalhar não com meu desejo de receber, mas na direção da doação. Quero desenvolver em mim a capacidade de doar e, portanto, volto-me para o grupo.

Descobri que a quebra dos vasos é a oportunidade de trabalhar com o desejo de receber dos outros, daqueles externos a mim, como se fosse o Criador. O fato de o Criador ter colocado diante de mim alguém mais, “outro”, além de Si mesmo, é verdadeiramente a minha salvação.

Neste caso, posso realmente praticar como ser alguém que dá e não alguém que recebe. Posso discernir se estou dando ou recebendo. Posso realizar exercícios que, posteriormente, me permitirão entrar em um relacionamento com o Criador, no qual minha atitude para com Ele será verdadeiramente de doação.

O grupo me ajuda a abandonar meu desejo de receber, porque não é um provedor de prazeres para mim. Enquanto que, se eu estivesse trabalhando com o Criador, eu só trabalharia com Ele como a fonte de prazeres e nunca seria capaz de abandonar meu desejo de receber.

Da Lição Diária de Cabalá de 26/02/26, Rabash, “O que é, ‘O Sabotador Estava no Dilúvio e Estava Matando’, na Obra?”

O Criador É O Objetivo E O Grupo É O Ajudante

963.7Pergunta: Quando devemos trabalhar para reconhecer a grandeza do grupo e quando devemos trabalhar para reconhecer a grandeza do Criador?

Resposta: Em essência, devo me esforçar para reconhecer a grandeza do Criador. Afinal, tenho assuntos a tratar precisamente com o Criador. Ele é meu princípio, Ele é quem me dá força e Ele é meu objetivo.

Contudo, trilho este caminho tendo como pano de fundo meu desejo de receber. Devo reconhecer e cultivar o Criador dentro de mim, partindo do estado oposto. Portanto, para desligar meu “eu”, meu ego, meu interesse Nele quando me apresento como aquele que recebe, usa e desfruta, obviamente O coloco como meu objetivo, mas não posso usá-Lo.

Não consigo manter uma conexão com Ele se meu desejo de receber revela prazer, apoio e satisfação Nele. Então, em vez Dele, preciso de alguém com quem trabalhar e usar esse trabalho para promover minha intenção de receber algo em troca. Em essência, isso significa um grupo em vez do Criador.

Por quê? Um grupo pode fornecer críticas ao meu trabalho. Por si só, isso inicialmente não satisfaz meu desejo de receber. À medida que conheço o grupo, não sinto prazer, confiança, eternidade ou perfeição. Mas se eu trabalhar nisso e quiser revelar essas qualidades dentro do grupo, começo a senti-las.

Da Lição Diária de Cabalá de 26/02/26, Rabash, “O que é, ‘O Sabotador Estava no Dilúvio e Estava Matando’, na Obra?”

Sem Me Voltar Para Mim Mesmo

235Pergunta: Existem sentimentos diferentes de maldade em relação ao Criador e em relação ao amigo?

Resposta: Para nós, o desejo de receber não faz diferença se estamos lidando com o Criador ou com um amigo. Não há distinção, pois sempre formamos nossa atitude a partir de nossas próprias entranhas não corrigidas.

Se uma pessoa direciona sua atenção para algo fora de sei desejo de receber, seja o Criador ou um amigo, a medida da correção e a magnitude e qualidade do desejo de receber determinam sua atitude em relação a esse objeto. Não há diferença.

Portanto, podemos usar o grupo e, de acordo com nossa reação a ele e com nossas relações mútuas, examinar e analisar criticamente nosso desejo de receber, exigir correções e implementá-las. Afinal, se algo tem uma direção voltada para fora do desejo de receber e a transcende, o mesmo se aplica tanto ao grupo quanto ao Criador.

Contudo, quando se trata da minha atitude em relação a mim mesmo, então, obviamente, importa se estamos falando do grupo ou do Criador. Que prazeres o grupo pode me dar em comparação com o Criador?

Tudo depende do grau de confiança que eu deposito em mim mesmo. Pode ser que eu imponha uma restrição em relação ao Criador e diga: “O que é o Criador para mim? O que me importa é o respeito ao grupo”. Ou, ao contrário, posso já restringir minha atitude em relação ao grupo: “Para que preciso do grupo? Eu quero o divino”. Mas sou eu quem deseja.

Quando uma pessoa tenta trabalhar sem se voltar para si mesma, descobre que, se não é para si, mas para fora de si, não lhe importa para quem é feito ou a quem exatamente trará benefício. Se é fora de mim, se nem no início, nem durante a ação, nem depois eu recebo qualquer resposta dentro de mim, que diferença faz qual dos mil fatores possíveis eu estou agora dedicando, se os resultados permanecem lá e não retornam a mim?

Que diferença faz quais sejam esses fatores? Da perspectiva do desejo de receber, não consigo analisá-los; não tenho nenhuma conexão com eles. Acontece que eu simplesmente projeto algo de mim para o espaço, e isso é tudo.

Mas como avalio a doação que recebi? É grande ou pequena? De alta qualidade? O fato é que eu só meço o quanto ela está desapegada de mim. Como escreve Rabash, existe uma consciência da grandeza do Criador antes de uma pessoa se desconectar de si mesma, e existe uma consciência da grandeza do Criador depois que ela se desconecta de si mesma.

No segundo caso, eu trabalho num estado em que não sinto de forma alguma meus atos de doação. Desagrupo-os do meu “eu” como se os lançasse ao espaço.

Por que faço isso? Porque a sociedade me dá a sensação da importância de tais ações. Em outras palavras, adquiro um sentimento da importância de algo que está fora do meu desejo de receber, um Kli, um desejo não realizado, e de repente sinto que devo satisfazê-lo doando algo de mim mesmo. Assim, um certo desejo externo a mim é satisfeito.

Se uma pessoa trabalha nisso, ela gradualmente passa para um estado no qual pode realmente sentir o que significa agir não por si mesma, acima da razão. E isso acontece gradualmente.

Da Lição Diária de Cabalá 26/02/26, Rabash, “O que é, ‘O Sabotador Estava no Dilúvio e Estava Matando’, na Obra?”

Entre O Martelo E A Bigorna

232.05Pergunta: Uma pessoa pode manter o Criador em mente em um estado de profunda escuridão, com a sensação de estar caindo abaixo de tudo o que existe?

Resposta: Não se pode manter a sensação da presença do Criador ou o sentido do objetivo em todos os estados. E não apenas em todos os estados; pode-se dizer que em nenhum, porque aprendemos com os erros. É do negativo que chegamos a conhecer o positivo.

Isso significa que a cada tentativa eu preciso falhar, tentar novamente e falhar de novo. Mas isso não significa que meu objetivo seja falhar. Meu objetivo é alcançar o sucesso, e então uma falha não é uma falha de fato, mas sim uma forma de me mostrar mais um desejo não realizado que eu preciso satisfazer.

Portanto, nosso caminho inclui dois tipos de estados, dois tipos de sensações, que estão constantemente em contradição um com o outro. Uma pessoa está sempre entre eles como entre um martelo e uma bigorna.

Só é possível perseverar com a ajuda do ambiente. Não consigo imaginar uma pessoa que realmente persevere e avance sozinha. Talvez ela estude. Por exemplo, recentemente, um israelense de Oslo me ligou; ele mora lá há dezessete anos: “Leio seu site, participo do fórum em hebraico”. Mas ele não está progredindo! Ele não sente que lhe falta força.

Baal HaSulam escreveu sobre isso centenas de vezes: “Uma pessoa não sente falta de força quando cai e não consegue se levantar da queda, e isso significa que ela não está progredindo. O verdadeiro sinal de progresso é quando ela começa a precisar de uma força externa”.

Da Lição Diária de Cabalá 09/02/26, Rabash, “O que significa que, antes da queda do ministro egípcio, seu clamor não foi atendido, na obra?”

Explore A Si Mesmo

250Pergunta: Como podemos neutralizar as coisas que acompanham qualquer uma de nossas ações intencionais durante o período de preparação: o ego, o desejo de receber, a necessidade de autoestima e o orgulho? Como escolhemos a força de doação, o Criador?

Resposta: Tenho mil desejos, todo tipo de aspirações. Nem sei o que há dentro de mim. Se quero trabalhar como um bom psicólogo, começo a mergulhar em mim mesmo, analisar cada fator e seu modo de ação, e buscar uma oportunidade para influenciar ou corrigir algo.

Talvez o fruto desses esforços seja um doutorado em psicologia. A correção não virá disso, porque não estou me corrigindo, nem me vendo ou “lendo” com a minha mente. Somente a luz, que traz uma mudança no meu desejo de receber, me explica quem eu sou de uma maneira diferente a cada vez.

Portanto, não preciso me isolar em mim mesmo, mas voltar-me para o exterior, ou seja, esforçar-me constantemente em direção ao Criador ou ao grupo. Devo adquirir essas qualidades, compreendendo que a grandeza reside nelas.

Para corrigir o desejo de receber, não podemos permanecer nele. A luz constrói o vaso e a luz corrige o vaso. Se não a atrairmos, ficaremos apenas presos à nossa natureza animal e jamais nos libertaremos dela. Então seremos cientistas lidando com nossa parte animal, como psicólogos, e nada mais.

Nem mesmo eles sabem nada sobre o íntimo de uma pessoa, especialmente sobre aquelas qualidades mais próximas da espiritualidade. No campo das qualidades humanas, eles não têm compreensão alguma e admitem isso.

Nosso trabalho não deve se concentrar na introspecção: “Quem ou o que sou eu?”. Deve visar alcançar o doador, o único, “não há outro além Dele”, o Bom que faz o bem.

Você precisa trabalhar constantemente fora de si mesmo em direção a Ele. Essa deveria ser minha principal tarefa. E todos os meus desejos de me voltar para dentro de mim e me explorar são uma verdadeira Klipa, um obstáculo que surge como resultado do Criador expandir meus vasos, e cada vez que isso acontece, eles me parecem mais importantes do que alcançar o Criador como o único, o benevolente.

Da Lição Diária de Cabalá de 26/02/26, Rabash, “O que significa ‘O Sabotador estava no Dilúvio e estava Matando’ na Obra?”

Eu Quero Que Seja Assim!

284.06Pergunta: Como posso ter certeza de que a grandeza do Criador é a única razão para minha anulação ao grupo?

Resposta: Como posso verificar se somente a grandeza do Criador me guia pelo caminho? Lembrando-me disso, tentando me lembrar, nada mais. Temos que construir sobre o que já temos. Só posso ter certeza de que, se me lembro disso, me lembro. É como um escudo à minha frente. Não tenho mais nada. Como posso verificar isso?

Pergunta: Mas existe algum resultado?

Resposta: Estar no escuro significa que não consigo ver nem um passo à frente. Não posso verificar por nenhum resultado se minha ação foi correta. Só me resta imaginar o resultado o máximo que puder, sem saber absolutamente nada sobre ele, como uma espécie de lema.

Isso se chama escuridão; você faz algo sem saber o quê. Você estende a mão sem saber o que significa “estender”. Da mesma forma, ao andar pela casa no escuro, você tateia sem saber o que pode encontrar.

Então, você “estende a mão”, ou seja, faz algum tipo de movimento interno, sem saber de nada. Você só quer o que essa ação lhe proporcionará. Mas o que significa “querer”? O que você sabe sobre o que deseja alcançar? Você ainda não chegou ao estado em que estará. Mesmo assim, já é suficiente que você pense dessa forma no seu estado atual.

A única certeza que você pode ter é: “Sim, acho que sim agora. Não sei o que posso imaginar a seguir”. Uma criança é um exemplo disso. Ela também faz coisas sem saber o que está fazendo e chega a alguma conclusão. Ela não tem razão nem força; está ocupada com coisas imaginárias, mas tudo está organizado de forma que o que ela faz a leva a algo, e ela cresce.

Qual a diferença entre o corpóreo e o espiritual? Intenção, desejo. Qual a diferença entre um embrião corpóreo e um embrião espiritual? O embrião corpóreo pertence ao mundo corpóreo: tudo o que ele faz resulta nisso, e ponto final. Mas, como embrião espiritual, eu devo desejar ser formado em forças espirituais, assim como um embrião corpóreo em forças corpóreas.

O mesmo aqui: quero alcançar algo. Não conheço a essência das ações, apenas me foi dito. E também não sei quais serão os resultados. Apenas o lema: quero que assim seja. Esta é a diferença entre ações espirituais e corpóreas: uma pessoa deve se colocar na ação, e então ela acontece.

Da Lição Diária de Cabalá 18/02/26, Rabash, “De acordo com o que é explicado sobre ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’”

Avalie Seu Estado

294.2Pergunta: Como uma pessoa pode determinar por si mesma que não é o grupo que precisa de correção, mas ela mesma?

Resposta: Esse sentimento se revela a uma pessoa como uma avaliação de seu estado quando, de repente, ela o enxerga dessa maneira.

Ela percebe que, apesar de suas ações, todas elas derivam da intenção de se sentirem realizadas, de receber. Embora outros também possam estar em um estado semelhante, isso não importa. A pessoa se avalia em relação à luz que desce sobre ela e determina que está na intenção de receber.

Ela pode sucumbir ao desespero, ou pode dizer: “O que me está sendo revelado agora é um sinal da revelação de algo novo, algo real. Agora, preciso encontrar forças. Aquele que me revela esse estado também me revelará como posso sair dele”.

Tudo depende da preparação da pessoa e do grupo: de como a apoiam e de quão pronta ela está para receber esse apoio.

Da Lição Diária de Cabalá 26/02/26, Rabash, “O que significa ‘O Sabotador Estava no Dilúvio e Estava Matando’ na Obra?”

Como Alguém Pode Se Inspirar Em Um Amigo?

528.04Comentário: É fácil se inspirar em um amigo que me trata bem. Mas é difícil se inspirar em um amigo que ocasionalmente me trata mal.

Minha Resposta: Existem amigos que tolero com dificuldade ou talvez não consiga tolerar de jeito nenhum. Existem aqueles que mal noto; eles não me irritam nem me encantam. E, finalmente, existem aqueles com quem me sinto maravilhoso e feliz, entre os quais é um prazer estar. Então, qual deles devo considerar como alvo de conquista? Afinal, dizem: “Compre um amigo para si”.

É impossível dar uma resposta universal para isso. Eu diria o seguinte: a cada momento você verá do que é capaz, e é isso que você deve fazer. Ninguém vai lhe dizer que você precisa se concentrar especificamente naquela pessoa que você odeia, com quem você não consegue conviver, mesmo que ela esteja no grupo. Isso está errado. Em vez disso, a cada momento você deve estar com aqueles amigos com quem, na sua opinião, você consegue investir esforço.

Mas isso não se baseia em “atacar” alguém, começar a dar presentes, unir-se a essa pessoa e imediatamente ir beber cerveja juntos para se aproximar. Não. Investir esforço em conquistar um amigo é um investimento no grupo como um todo.

Não se trata de uma conexão pessoal com um indivíduo específico no qual eu esteja constantemente focado. De acordo com o estado de espírito da pessoa em qualquer momento, aqueles ao seu redor parecem diferentes a cada vez. Às vezes você está em um bom estado, como se estivesse elevado no sentido espiritual, e então, de repente, se vê pronto para abraçar e beijar justamente aquele que você geralmente detesta.

Da Lição Diária de Cabalá 16/02/26, Rabash, “Faça para Si um Rav e Compre um Amigo – 1”

Como Se Anular Diante Dos Amigos?

938.05Pergunta: Qual é a forma correta de autoanulação?

Resposta: Se você deseja alcançar a união com o Criador, você se junta ao grupo e utiliza suas forças para desenvolver a intenção de se entregar a Ele. Então o grupo se torna muito importante para você; você se anula diante dele para chegar ao reconhecimento da grandeza do Criador, e corrigir as perturbações que surgem em seu caminho rumo à autoanulação se torna uma força adicional.

Pergunta: Como posso me convencer a me anular perante meus amigos?

Resposta: Não sou capaz de me convencer disso. Só acontece se eu sentir que é necessário. Chegar a um estado em que não tenho mais nada em que me apoiar e somente o grupo pode me ajudar no caminho não vem apenas dos meus próprios esforços.

Posso trabalhar em grupo, estar perto dos meus amigos e fazer mil coisas, mas se eu não tiver em mente (mesmo que minimamente) que estou fazendo isso para alcançar o objetivo, que o grupo deve me ajudar e que estou trabalhando nele apenas para isso, não receberei um único pensamento, nem um único esclarecimento. Isso só acontecerá quando eu trouxer um pouco da minha intenção, do meu desejo. Então começará a funcionar.

Da Lição Diária de Cabalá de 18/02/26, Rabash, “De acordo com o que é explicado sobre ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’”