Textos na Categoria 'Mundo'

Você Irá Pagar Duas Vezes

Opinião: (Primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi): “Primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi nesta sexta-feira disse que o líder líbio Gaddafi era amado por seu povo e que a rebelião que o derrubou não foi um levante popular”.

“Este não era um levante popular, como em outros países norte Africano, onde o vento da liberdade começa a soprar “, ele disse jovens apoiantes do seu partido Povo da Liberdade se reuniram em Roma”.

“Homens poderosos decidiram dar vida a uma nova era, colocando para fora Gaddafi, ele disse”.

“Este não era um levante popular porque Gaddafi foi amado por seu povo, como eu era capaz de ver, quando fui para a Líbia”.

Meu comentário: Durante muito tempo, tudo no mundo está acontecendo por ordem de alguém, incluindo terror, revoluções e guerras. Eles entendem que em um mundo integrado e unificado, o dano que inflige um sobre os outros, agindo egoisticamente e causando mal retorna de volta para ele, mas é multiplicado pelo coeficiente de integridade do mundo no momento de sua ação. Ou seja, como eles dizem: “Você vai pagar duas vezes”. Eu não recomendo …. Embora vamos testemunhar-lo em um futuro próximo.

Com relação aos planos para anular o estado de Israel, vai contra o plano da natureza para elevar a humanidade ao nível bíblico, que está começando a ser implementado agora. De acordo com este plano, o princípio bíblico de “amar o teu próximo como a ti mesmo” tem de se espalhar por todo o mundo a partir da Terra Santa, e não a partir do Capitólio. Este é o propósito da existência de Israel.

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Edward Topol: Salvem Israel!

Os EUA Denunciados Por Orquestrar A Crise Financeira Da Europa

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Laurence Parisot, chefe da associação dos empregadores franceses MEDEF): “A líder empresarial francesa e presidente do influente MEDEF, Laurence Parisot, disse numa entrevista no domingo ao jornal Le Figaro que os jogadores-chave da elite financeira dos EUA, e particularmente a mídia americana, têm desempenhado um papel central na proposital desestabilização e agravamento da dívida soberana Européia e na crise financeira durante todo o verão de 2011 e continuam a fazê-lo ao espalhar falsos rumores em torno de mercados financeiros internacionais, numa tentativa de reforçar o seu próprio lado, particularmente nas relações com a China.

“Laurence Parisot passou a explicar como a situação se agravou especialmente para a Europa, quando a China começou a denunciar categoricamente e criticar os EUA pelo nível exorbitante de sua dívida. ‘Os americanos, então, provavelmente quiseram passar a culpa para a Europa. Vimos uma espécie de guerra psicológica e uma tentativa de desestabilizar a zona do Euro. Os mercados reagiram de maneira exagerada, sendo, por natureza, muito sensíveis aos rumores – até mesmo rumores organizados’, disse ela na entrevista.

“No entanto, a presidente do MEDEF afirmou que ao invés de serem devido a algum tipo de conspiração, as dificuldades da zona do Euro eram simplesmente ‘orquestradas’ do outro lado do Atlântico. Ela citou exemplos tais como a forma como a imprensa dos EUA imediatamente ecoou e explicitamente espalhou os principais rumores sobre o estado financeiro de bancos franceses e o colapso iminente da suposta zona do Euro, embora esses rumores fossem completamente infundados e não tivessem nenhuma fonte confiável.

“Para citar, ‘Nós fomos dos ataques à Espanha até a Itália e depois à França, e houve até mesmo rumores de degradação da Alemanha na semana passada! Quando as publicações americanas lidas por investidores e analistas levam em conta manchetes falsas e sensacionalistas, é hora de se questionar’ disse ela”.

Meu comentário: Os EUA fazem isso abertamente, pelo direito do mais forte de fazer o que é vantajoso para si, sem se sobrecarregar com o pretexto das “boas maneiras”. É assim em tudo. Hoje, tal atitude de qualquer pessoa, sem falar de qualquer país, em relação aos outros, não ficará sem resposta do sistema integral da natureza que está sendo revelado agora.

Anteriormente, até 1995, tal comportamento das pessoas e países não causava uma reação negativa tão óbvia da natureza. Os americanos, assim como outras nações, deveriam tomar conhecimento disso.

Os EUA Continuam Enfrentando Uma Crise Nacional

Dr. Michael LaitmanNa Mídia (do discurso do Presidente Obama no Congresso): …A questão é se, em face de uma crise nacional, nós podemos parar o circo político e realmente fazer algo para ajudar a economia. …Em última análise, nossa recuperação não será dirigida por Washington, mas por nossas empresas e nossos trabalhadores…

Estou enviando a este Congresso um plano que vocês devem aprovar de imediato. Ele se chama “American Jobs Act”. …

O objetivo do “American Jobs Act” é simples: colocar mais pessoas de volta ao trabalho e mais dinheiro nos bolsos daqueles que estão trabalhando. … Ele irá fornecer um benefício fiscal para empresas que contratam novos trabalhadores, e vai reduzir pela metade os impostos sobre os salários para cada trabalhador americano e cada pequena empresa. Ele dará uma sacudida na economia que estagnou….

Comentário: Se é isso que o Sr. Presidente realmente pensa, então ele está equivocado na origem. É necessário mudar a atitude da pessoa para com o mundo, a fim de mostrar o exemplo de um país que substituiu a política e a economia de poder por uma política e economia de união.

E para conseguir isso, é necessário lançar um amplo sistema de educação global e integral no espírito da “garantia mútua”, e de acordo com o entendimento das novas conexões na sociedade, criar a economia do novo mundo: a economia da garantia mútua.

Esta é a única coisa que nos ajudará a sair da crise!

Não Espere Pelos Problemas

Dr. Michael LaitmanPergunta: Nos EUA não há movimento de protesto, como na Espanha ou Israel. Então, como podemos transmitir a mensagem da garantia mútua para as pessoas aqui nos EUA?

Resposta: Em primeiro lugar, não fique triste que a sua situação seja diferente da Espanha ou Israel. Nesses países, os problemas são muito maiores do que as que você está enfrentando. Não se desculpe por isso. Você deve aprender com os pequenos problemas. Nossa abordagem não é para ficarmos felizes com o sofrimento das pessoas.

De uma forma ou outra, as pessoas sentem que o mundo mudou e colocou esses problemas diante delas para que sua solução não pudesse ser encontrada por políticos, sociólogos, cientistas políticos, psicólogos, economistas, ou pedagogos. Isto nos permite vir com as explicações.

Primeiro de tudo, nós explicamos porque ninguém é capaz de encontrar a solução: porque agora há novas forças agindo no mundo, que estão em harmonia e interconexão global, enquanto os líderes não entendem isso e estão usando métodos ultrapassados. Nós temos que tentar levar essa mensagem às pessoas para que ela penetre nelas gota a gota.

Obviamente, é mais fácil dar explicações para aqueles que sofrem. No entanto, temos que tratar a todos com amor. Nós queremos salvar nossos filhos de problemas para que eles não tenham que aprender com a experiência amarga. Nós queremos que eles passem bem. Essa é a mesma abordagem que devemos ter para com todos.

Se não tivermos êxito depois de todos os nossos esforços, os problemas chegarão, e sob seus golpes as pessoas se tornarão cada vez mais sensíveis às nossas explicações. Mas é melhor explicar tudo a elas antes disso. É como se você estivesse jogando uma semente na terra e com o tempo ela crescesse.

Da palestra em Miami 14/09/11

A União Como Método Para Resolver A Crise, Parte 2

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Ludger Kühnhardt, Professor de Ciência Política, Diretor do Centro de Estudos de Integração Européia, Universidade de Bonn): “O século XXI, ao contrário do período após o Congresso de Viena, não é mais um jogo de perde e ganha entre vencedores e perdedores. Pelo contrário, é um século de vários nós interligados.

“Quanto melhor esses nós estiverem conectados entre si, mais eles vão entrar em ressonância com os melhores ideais e princípios que a Europa e os Estados Unidos representam. Esta lição da história ainda está para ser descoberta por aqueles que tentam revigorar um estado de espírito transatlântico comum. Esse esforço vai muito além do plano dos debates sobre o ‘declínio’ do Ocidente e o ‘excepcionalismo’ dos EUA.

Meu comentário: Ah! Se os políticos só entendessem o mundo como cientistas, ou se os cientistas tivessem a oportunidade de agir como políticos! Como nós podemos “cruzá-los” a fim de produzir um novo tipo de homem que entenda e execute?

A Zona do Euro Vai Superar A Crise Em 2014

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Klaus Regling , o chefe do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (EFSF)): “‘Pode-se justificadamente esperar que a crise passe dentro de dois a três anos. Em todos os países da zona do Euro os fundamentos estão melhorando”, disse o chefe do EFSF, o fundo de resgate da zona do Euro, à revista Spiegel, no domingo.

“Ele argumentou que em toda a zona do Euro os países já começaram a colocar suas finanças em ordem, e alguns dos mais afetados pela crise – principalmente a Irlanda – estão a resolver os problemas por si mesmos.

“Regling pensa que a situação na zona do Euro é melhor do que as finanças públicas dos EUA. ‘O déficit dos EUA, por exemplo, é três vezes maior que o da zona do Euro’, disse ele.

Meu comentário: Vamos anotar o que foi dito: o dólar entrará em colapso, e não o Euro. Uma coisa é clara: a natureza nos forçará a nos relacionar com o dinheiro não como um meio de exploração, mas um meio de união e ajuda mútua.

Cada Pessoa Alcançará O Infinito

Dr. Michael LaitmanPergunta: Será que os 99% da humanidade que não sentem a necessidade do desenvolvimento espiritual também atingirão a realização do mal em algum momento e pedirão pela correção?

Resposta: Sim. Isso será exigido de cada um. A correção do mundo reside no fato de que cada um alcance a realização, compreensão e revelação na medida específica inerente a ele. Depois, devido a sua inclusão nos outros, ele alcança a totalidade (100%).

Da lição de 9/9/11, Escritos do Rabash

Uma Escolha Simples: A Solidariedade Ou O Colapso Da Europa

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Jacek Rostowski, ministro das finanças Polonês): “Falando ao diário polonês Gazeta Wyborcza na segunda-feira (29 de agosto), o ministro disse: ‘As elites européias, incluindo as elites alemãs, devem decidir se querem que o euro sobreviva – mesmo num preço elevado – ou não. Se não, devemos nos preparar para um desmantelamento controlado da zona do euro’.

“Ele acrescentou: ‘Nós temos uma escolha simples: a solidariedade ou o colapso da Europa’.

“O ministro polonês disse que a solução a longo prazo para a crise é a integração mais profunda.

“‘O problema fundamental da zona do euro não é econômico, mas político’, explicou. ‘A escolha é: uma integração macroeconômica muito mais profunda na zona do euro ou o seu colapso. Não há terceira via’.

“Ele também diagnosticou duas formas de ‘populismo perigoso’ em ação na política da União Européia (UE) – um populismo do sul baseado na irresponsabilidade financeira, e um populismo do norte, baseado na falta de solidariedade com os países do sul.

“Mas ele acrescentou que os países ricos do norte, bem como os membros da UE fora da zona euro, sofrerão se ele cair.

“‘É difícil imaginar algo que possa atingir de forma mais dura a economia holandesa, alemã ou finlandesa do que o colapso do sistema bancário em qualquer país da zona do euro’, disse ele. ‘O colapso da zona do euro seria [também] catastrófico para a Polônia’.

Meu comentário: Cada vez mais os políticos entendem que as circunstâncias nos obrigam a nos unir. A única questão é se o egoísmo pessoal e nacional e o antagonismo nacional os deixarão começar a pensar e discutir uma unificação mais estreita. Será que os interesses egoístas não vão obscurecer a catástrofe global que nos espera se não começarmos a procurar a garantia mútua?

A União Como Método Para Resolver A Crise, Parte 1

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Steven Weber e Bruce W. Jentleson, O Fim da Arrogância: A América na Competição Global das Idéias): “A política mundial entrou numa era nova e distinta, onde as idéias e a influência estão ligadas numa competição vibrante e, por vezes, feroz por ascendência.

“Questões essenciais sobre a melhor forma de alcançar a ordem mundial e o que constitui as sociedades justas, aparentemente estabelecidas no final do século XX, foram reabertas no século XXI.

“Os governos são apenas uma entre muitas vozes, e em alguns aspectos, a menos magnética para muitas pessoas, simplesmente porque eles são os menos originais.

“Os Estados Unidos precisam de uma articulação acionável de reciprocidade. Reciprocidade não é altruísmo ou abdicação do interesse nacional. Nenhuma nação pode estar a favor de outras em vez si mesma. Mas, numa era global, é mais essencial do que nunca ter uma reivindicação confiável para usar o seu poder e a posição para a busca de ações e resultados que sirvam interesses comuns.

“Os Estados Unidos serão testados pelo público mundial na próxima década e muito mais do que jamais foram. O mesmo ocorrerá com cada candidato à liderança na competição de idéias.

“Isso nos deixa otimistas. Porque se os americanos compreenderem os termos deste novo jogo internacional, não há realmente ninguém que possa conduzir isso de forma mais eficaz”.

Meu comentário: Em um novo mundo integral, os governos são as formas mais obsoletas do velho mundo, enquanto as massas são muito mais sensíveis à forma de unificação que a humanidade deve aceitar.

Portanto, as massas trarão uma nova forma ao mundo, mas a organização do ambiente externo correto, necessário para a correção das massas, dificilmente é viável sem o governo, já que os meios de comunicação de massa estão em suas mãos. Evidentemente, ao pressionar os governos, as massas os forçarão a criar condições para o ambiente correto, necessário para construir a sociedade da próxima geração.

O Sonho Americano Saindo Pela Culatra

Dr. Michael LaitmanPergunta: Será que a disseminação da ciência Cabalística nos EUA deve diferir da disseminação em outros países devido à influência do “sonho americano”, que supostamente somos capazes de atingir aqui – o sonho de muito dinheiro, uma boa vida, mulheres bonitas …? Como podemos combater esse estereótipo?

Resposta: Eu acho que os outros países ainda têm fantasias de que seja possível atingir esse “sonho” nos EUA. No entanto, eu creio que tudo isso está se tornando coisa do passado. As pessoas devem acordar do sonho. Eu não acho que esse “sonho” durará muito, tanto para aqueles que vivem nos EUA quanto para aqueles que vivem no exterior.

Olhe como os norte-americanos estão perdendo o respeito em todo o mundo, como as pessoas já não estão mostrando uma boa atitude para com eles e estão, na verdade, começando a desprezá-los. Logo, isso se transformará em ódio. Isso está acontecendo principalmente porque as pessoas não querem tolerar a atitude dos EUA em relação a elas, a atitude de um país que se permite a liberdade de fazer qualquer coisa que desejar.

Portanto, eu não acho que esse “sonho americano” tenha qualquer poder. À medida que a crise se agrava, mais e mais pessoas no mundo revelarão que o “sonho americano”, que já derreteu, foi construído à custa delas, porque os EUA astutamente exploraram o mundo inteiro. E isso vai voltar a eles como um bumerangue muito poderoso.

Conforme nós disseminarmos o método de correção, que reside na união, igualdade, garantia mútua, salvaremos a nós mesmos da culpa e dos golpes, como está escrito: “O amor cobrirá todos os pecados”. Não tentaremos acertar as contas do passado, mas criaremos novos tipos de relacionamentos. O que passou, passou. Não vale a pena sondar o passado.

Se começarmos a acertar as contas do passado, o mundo inteiro se voltará aos EUA com reclamações, porque é assim que o seu sistema econômico foi construído: à custa das outras nações. Somente o método que nos é oferecido pela ciência da Cabalá limpará todas as dívidas até hoje, e daqui para frente começaremos a construir algo novo, sem lembrar de nada do que aconteceu ontem.

Da  Palestra # 2 em Nova Iorque, 12/09/11