Textos na Categoria 'Mundo'

Todo Mundo Deve Saber Sobre A Crise

Dr. Michael LaitmanPergunta: Deve o curso básico de educação integral incluir o tema da crise e os métodos de superá-la?

Resposta: Eu acho que esse tema também deve ser incluído no curso básico, porque o homem existe num campo de informação, sob a influência da mídia, que faz lavagem cerebral e enche-o com todos os tipos de bobagens, e elas dizem que é possível se livrar da crise, de alguma forma superá-la e assim por diante.

Nós devemos dar à pessoa uma base forte, científica, social e principalmente psicológica, para que ela certamente saiba e entenda que só podemos superar a crise através de nossa equivalência com a natureza, apenas se criarmos uma sociedade integral, “redonda” – uma sociedade de consumo razoável, compreensão mútua, equilibrando pessoas umas com as outras, etc. Isso só é possível sob a influência do ambiente.

Nós precisamos mostrar à pessoa todas as teorias para a solução da crise e mostrar um caminho, através de pareceres científicos, que nenhum deles pode funcionar, uma vez que são inventados por nossa mente egoísta que quer nos desviar da verdade.

Eu diria que a maioria destas teorias é projetada para garantir o lucro com a continuação do seu desenvolvimento, que lhe permite se sentar e cavar as suas próprias preocupações. Afinal de contas, vemos que desde o início elas não estão levando a lugar nenhum.

Portanto, o tema “Métodos de Superação da Crise” deve necessariamente ser incluído no curso básico de educação integral.

Da “Discussão sobre Formação Integral” 22/05/12

Visão Geral Do Curso De Educação Integral: A História Da Evolução Do Ego

Dr. Michael LaitmanComo a nossa natureza é o desejo de receber e ser satisfeito (satisfazer nossos desejos corporais por alimento, sexo e família, e nossos desejos humanos em troca de dinheiro, respeito, controle e conhecimento), o nosso ego revelado nestes desejos foi se desenvolvendo e determinando o progresso da humanidade desde os tempos antigos até meados do século XX. Portanto, nós mudamos constantemente, e ao mesmo tempo mudamos a nossa sociedade, desenvolvendo tecnologia, indústria, a família e as disposições sociais, etc.

A partir da metade do século XX, o ego parou o seu crescimento linear e começou a ficar redondo, o que significa que se tornou egoisticamente global. Assim, nós descobrimos que a natureza que nos rodeia é oposta a nós, ou seja, é altruisticamente global (em doação). Estes dois sistemas estão agora num conflito.

Nosso papel é garantir que eles não estarão em conflito e não negarão um ao outro; caso contrário, a humanidade começará a se destruir com a atração de uma indesejável influência negativa da natureza. É importante que a humanidade se torne mais como a natureza e em harmonia com ela.

Isto significa que o desenvolvimento do ego atingiu o seu fim. Por um longo tempo, ele nos empurrou para frente; nós acreditávamos que esse era o caminho para mudar o mundo e fazer o que quiséssemos com ele, e agora isso chegou ao fim.

Agora, o mundo, a natureza, está se voltando contra nós, exigindo que mudemos. Portanto, temos que passar de uma mudança no nosso meio ambiente para uma mudança em nós mesmos.

Isto é muito difícil e é impossível de se concordar, mas vemos que muitas pessoas no mundo já chegaram a essa conclusão.

O método da educação integral é construído para contar, explicar, tranquilizar e convencer as pessoas de que não é difícil mudar a si mesmo sob a influência do ambiente e da sociedade. Se agirmos desta forma, vamos criar uma sociedade harmoniosa e uma vida que vai abrir novos patamares para nós.

Da “Discussão sobre Formação Integral” 22/05/12

Drachmagedon

Dr. Michael LaitmanNas notícias (do The Times): “Uma vitória da Coligação Radical de Esquerda, conhecida pela sigla Syriza, levantaria a possibilidade de uma saída da Grécia do Euro – e conversas secretas entre autoridades financeiras europeias nesta semana examinaram os eventuais limites de retiradas nos caixas automáticos, restituição da checagem nas fronteiras do país e dos controles de capital”.

Meu comentário: O mais importante é que tudo isso não vai ajudar, e que toda a UE está afundando. Se nós estamos falando de um sistema interligado, é impossível sacrificar um órgão e esperar que o resto se torne mais saudável.

O Fim Do Mundo Como O Conhecemos

Dr. Michael LaitmanOpinião (Dani Rodrik, professor da Kennedy School of Government na Universidade de Harvard): “Ao longo dos próximos anos, a economia mundial desabará no que os historiadores do futuro chamarão da Segunda Grande Depressão. O desemprego sobe para níveis recordes. Governos sem recursos fiscais ficam com pouca opção, exceto responder de uma forma que só agrava os problemas para outros países: proteção do comércio e depreciação competitiva da taxa de câmbio. À medida que os países afundam na autarquia económica, repetidas cúpulas econômicas globais produzem poucos resultados além de promessas vazias de cooperação.

“Como na Grande Depressão, as consequências políticas são mais graves e têm um significado de longo prazo. O colapso da zona do euro (e, para todos os efeitos práticos, da própria UE) obriga um grande realinhamento da política europeia. …Partidos centristas pagam o preço por seu apoio ao projeto de integração europeia e são repudiados nas urnas pelos partidos de extrema direita ou extrema esquerda. Governos nacionalistas começam a expulsar imigrantes.

“Para países vizinhos, a Europa já não brilha como um farol da democracia. O Oriente Médio árabe toma um rumo decisivo em direção a estados islâmicos autoritários. Na Ásia, a dificuldade econômica entre os EUA e a China pende para o conflito militar, com confrontos navais cada vez mais frequentes no Mar da China Meridional ameaçando explodir numa guerra em grande escala”.

Meu comentário: Para evitar a queda da humanidade, é preciso dizer ao mundo, como uma pessoa doente, sobre a sua doença e difundir amplamente esse conhecimento a todos, para que a sociedade se torna consciente do perigo em que se encontra. Saber sobre a doença e suas possíveis consequências é o primeiro passo para superá-la. Então é necessário explicar a razão para a situação em que nos encontramos, a razão para a crise. Depois de analisar isso, é possível entender como tratá-la. Esta é a forma como o curso educação integral é construído.

Na Crista Dos Movimentos De Protesto

Pergunta: O que devemos fazer para que a nossa calma voz, a gota no oceano, seja ouvida o mais alto possível para que as gotas se tornem correntes e as pessoas finalmente venham a nos ouvir?

Resposta: Eu acho que temos de estar na crista dos movimentos de protesto, porque o governo os estuda tem medo deles. Se tomarmos o nosso lugar no movimento de protesto e ascendemos acima de todos, mostrando-lhes e os convencendo que a solução não é destruir, roubar, quebrar vitrines e incendiarem lojas, então em primeiro lugar, o governo vai nos ver como um fator positivo, em segundo os psicólogos, sociólogos, cientistas políticos e outros vão estudar este fenômeno. Temos que introduzir estes movimentos de protesto e agir em paralelo, mostrando a todos a nossa ideologia, o nosso método.

Espero que com o poder dos grandes movimentos de protesto e seus milhões vamos nos tornar conhecidos. [Leia mais →]

O Medo Do Futuro É Nosso Ajudante

Dr. Michael LaitmanPergunta: Existe uma maneira de evitarmos atingir o catastrófico ponto de bifurcação e voltarmos a tempo ao bom caminho?

Resposta: Uma pessoa inteligente é aquela que pode prever um resultado futuro, e como é capaz de vê-lo de forma tão clara, ela é capaz de mudar o presente. Por exemplo, uma pessoa quer fazer algo que lhe traga prazer instantâneo; porém, vendo que esta ação irá resultar em sofrimento futuro, ela vai anular o impulso deste prazer, vai se tornar cautelosa, e terá a força para superar o desejo.

Por exemplo, se um viciado em drogas visse a imagem futura que o consumo de drogas causaria, isso o convenceria a desistir.

É por isso que as pessoas precisam ver a imagem do terrível futuro, apesar de não desejarmos assustar as pessoas. É muito difícil apresentar tais informações, mas visto que as pessoas estão fechando os olhos para o que está acontecendo, é necessário encontrar meios adequados para informa-las das ameaças. Portanto, agora existem cada vez mais filmes sobre este assunto.

Eu espero que a razão prevaleça. Eu vejo isso acontecendo em nossa consciência da natureza do mal, embora eu desejasse ver isso acontecendo mais rapidamente. Mas apenas a visão de um futuro ameaçador e o medo pode ajudar a pessoa, nada mais vai detê-la.

Da “Discussão sobre Formação Integral” 13/06/12

O Mundo Precisa Saber A Verdade!

Dr. Michael LaitmanPergunta: Há duas forças: uma força conduz à união e bondade e a outra à destruição e morte. Neste momento, a humanidade está irreversivelmente a caminho de um ponto de bifurcação, onde precisamos parar, porque não podemos mais continuar assim. Se as coisas correrem de forma natural, isso seria catastrófico?

Resposta: Sim, seria uma catástrofe natural e social, ou seja, guerras. Se continuarmos indo teimosamente contra a natureza, por um lado isso evocaria uma série de catástrofes naturais como sismos, furacões e assim por diante, e por outro lado, desencadearia em nós certa tensão e pressão interna que uma guerra nuclear global irromperia. Este é o curso natural dos acontecimentos, sem termos consciência.

Mas, se revelarmos este ponto com antecedência, através da mídia e por todos os tipos de possibilidades, então poderemos avança-lo. Isso não deve ser feito quando já for inevitável e entrarmos num estado de grande conflito, mas enquanto estamos antecipando tudo e sentimos com antecedência, embora este ponto já exista agora. Assim, nós podemos começar a mudar a nós mesmos e a sociedade.

Isto só pode ser conseguido através da disseminação da verdade sobre o nosso estado e direção: em que direção estamos indo, que força está nos fazendo avançar, e sobre a inevitabilidade de chegar àquele estado preciso. Na verdade, as pessoas já estão falando sobre isso, embora muito pouco.

E o mais importante, há um método de correção que nos permite mudar o que existe hoje. A propósito, o próprio método é indolor, sem drama. A pessoa não vai precisa se quebrar.

Ela chega a um grupo e se engaja nele sob a influência de um ambiente suave, amigável e favorável, participa dele como um simples workshop psicológico numa universidade. Dentro de algumas sessões, ela começa a sentir como ela mesma e sua visão de mundo mudam.

Portanto, nada de dramático acontece à pessoa. Ela começa a adquirir de forma simples, fácil e confortável um novo sistema de conhecimento e percepção do mundo.

Da “Discussão sobre Formação Integral” 13/06/12

Do Egoísmo Linear Ao Mundo “Redondo”

Dr. Michael LaitmanPergunta: Atualmente, nós passamos de um desenvolvimento egoísta linear e limitado, para um mundo “redondo”. Como construir o curso de educação integral, de forma que ele mude rapidamente a pessoa de uma percepção linear do mundo para uma percepção global e universal?

Resposta: É fácil! Tudo depende da influência do ambiente!

Se o ambiente que circunda a pessoa for integral, haverá uma sociedade construída acima de circunstâncias especificamente iguais. Naturalmente, não existem pessoas iguais, mas circunstâncias iguais vão servir como ligação entre elas: de forma amigável e igual, criando campos integrais de comunicação ao seu redor, aonde a pessoa vai se sentir como parte do todo, mesmo que esse sentimento desapareça gradualmente, à medida que o sentimento do todo começa a prevalecer.

Então, a pessoa começa a perceber o mundo de uma forma holística. Ela vai tratar o resto que está fora de sua pequena sociedade como um todo, e será capaz de perceber o mundo corretamente, interagindo com tudo de uma maneira adequada.

Da “Discussão sobre Formação Integral” 21/05/12

À Beira De Uma Atitude Razoável À Vida

Dr. Michael LaitmanHoje nós sentimos não só o mundo à nossa volta como invertido, hostil e ameaçador, mas também nossa própria natureza como hostil, porque o egoísmo nos coloca nesses estados, e não podemos domar ou destruí-lo.

Nós estamos esgotando os recursos naturais, embora saibamos que em mais de 20 anos, eles estarão esgotados. E o que vai acontecer então? Isso não importa. A principal coisa é aproveitar ao máximo, a fim de acumular “papel verde” no banco. Então, onde está a abordagem inteligente aqui? Nós fabricamos milhões de itens plásticos para jogá-los fora no lixo alguns meses depois, e depois o óleo com o qual fabricamos esse plástico vai ter ido embora, mas nós sequer pensamos nisso.

Todas essas manifestações hostis da natureza interna e externa em relação a nós forçam a pessoa a se “encolher” e esconder em algum canto. Ela não consegue controlar nem essa ou outra natureza, nem a sua ou uma externa.

Assim, nós nos encontramos na necessidade de cruzar o ponto de bifurcação. Acrescenta-se a isso, especificamente, o reconhecimento do mal em nossa natureza que nos posiciona contra a natureza externa e não nos permite considerar tudo de forma sábia, correta e sensata. O ego nos obriga a sermos atraídos à riqueza, honra, conhecimento e controle, e nós o utilizamos apenas de uma forma prejudicial.

Tudo isso é a revelação do dano resultante daquilo que aconteceu conosco nos últimos 30-40 anos. Até então tínhamos nos desenvolvido corretamente: as pessoas usavam a natureza quando era realmente necessário. Lembro-me que a garantia do primeiro refrigerador que eu comprei tinha 18 anos! Hoje nada disso existe! Hoje tudo é feito de propósito, de modo que o produto quebre o mais rapidamente possível. Mesmo que não esteja estregado, você será chamado para substituir o antigo pelo novo com um desconto.

Acontece que nós cruzamos a fronteira da atitude correta para com a vida, o mundo e a natureza. E nós precisamos reconhecer as nossas relações ruins conosco mesmos, com os outros e a natureza. E só depois disso será possível falar sobre o fato de que existe um sistema para se alcançar a harmonia.

Ele irá revelar um enorme mundo para nós que não é construído sobre opostos, sobre a escravidão absoluta e a total liberdade, mas sobre a correta linha do meio, o que significa que tudo vai estar equilibrado. Então, nós vamos ver que essa é exatamente a forma como a natureza funciona.

Assim, eu acho que as comunicações vão finalmente mudar, o pêndulo vai mudar, a amplitude de sua oscilação que se desvia na direção oposta do estado original chegará ao seu meio. Então, vamos começar a agir de forma mútua, e não através de dispositivos de comunicação, mas através da comunicação interna direta entre todos, não verbalmente, não externamente emocional, mas criando um campo comum de comunicação. Nós temos essas aptidões para as quais não precisamos de nenhum dispositivo. Nós simplesmente sentimos a tudo e a todos como um todo coletivo.

Da “Discussão sobre Formação Integral” 21/05/12

Quantas Vezes O Mundo “Morreu”

Dr. Michael LaitmanDeclaração: 2800 aC – Assíria: A inscrição numa placa de argila diz: “Agora, no fim dos tempos, a Terra está chegando ao fim. Existem múltiplos sinais do cataclismo iminente. Suborno e corrupção se tornaram habituais”. No entanto, cerca de dois séculos após estas palavras terem sido escritas, os assírios criaram um dos Estados mais poderosos do mundo antigo.

50-100 dC – Palestina: Os primeiros seguidores de Jesus Cristo esperavam o fim do mundo, que em sua opinião poderia acontecer a qualquer momento. A predição de Jesus Cristo da próxima destruição do Templo em Jerusalém e a profecia do Seu segundo advento rapidamente se espalhou de boca em boca. O extermínio pelos romanos do Templo em 70 dC significava que a profecia se tornara realidade. A perseguição dos cristãos formou uma atmosfera psicológica específica dentro de suas pequenas comunidades. No entanto, logo o Cristianismo se tornou a religião oficial do império romano; além disso, as hierarquias clericais anunciaram oficialmente que o apocalipse seria adiado até um tempo indefinido no futuro.

1000 dC – Europa Ocidental: No ano 1000, católicos justos tinham medo de entrar no novo milênio, a nova era, no reino celestial. A antecipação contínua do “fim dos tempos” conduziu a Europa a completar a desolação. As pessoas estavam se preparando para o Dia do Julgamento e pararam de se preocupar com problemas corporais: eles não aravam as terras, nem davam pastos para o gado ou negociavam… A véspera do ano novo do ano 1000 foi uma apoteose de tensão, milhares de pessoas se reuniram em Roma, em antecipação à bênção do Papa que elas receberam juntamente com o seu conselho para voltar para casa. Tornou-se aparente que o fim do mundo tinha sido atrasado mais uma vez. Mas a histeria em massa só terminou em 1033 depois que todos testemunharam que os apocalipses prometidos não aconteceram mais uma vez no aniversário de 1000 da crucificação.

1492 – Rússia: Países ortodoxos da Rússia e da Grécia estavam se preparando para celebrar o 7000º aniversário da criação do mundo e encarar o fim dos tempos. O colapso de Constantinopla 40 anos antes deste evento parecia ser uma evidência óbvia do próximo fim do mundo. Mesmo que isso não tenha acontecido em 1492, nem em qualquer momento depois, as pessoas na Rússia ainda estavam esperando que isso acontecesse muitas décadas depois.

1914 – EUA: A previsão do fim do mundo se tornou um dos truques principais de várias seitas populares que surgiram no século XX, começando com Russell, o fundador dos “Testemunhas de Jeová”, que declarou que o “Dia do Julgamento” aconteceria em 1914, depois mudou a data para 1915; no final, ele morreu em 1916. Seus sucessores imediatamente continuaram prevendo o fim do mundo no futuro próximo, até 1975. Em antecipação ao apocalipse, as suas vítimas doaram suas propriedades para se salvar do esquecimento eterno. Quando o “fim dos tempos” não ocorreu mais uma vez, os seguidores dos “Testemunhas de Jeová” explicaram esta situação dizendo que eles foram mal interpretados.

2010: O medo do apocalipse voltou quando o Grande Colisor de Partículas foi lançado: ele demonstrou claramente que a colisão de prótons desencadeou o surgimento de micro “buracos negros” que têm a capacidade de “engolir” o mundo. Como se sabe, a Terra é constantemente bombardeada por raios cósmicos extremamente poderosos.

21/12/2012: O próximo dia do juízo final está previsto para o final de 2012. “Intérpretes” dos antigos maias explicaram que as palavras, “O décimo terceiro ciclo de um período de 400 anos vai acabar no dia 4 de Ahav, terceiro dia do mês de Kankin – as imagens da armada Okte Bolon com seu grande cerco”, representam a previsão de um apocalipse iminente, embora este trecho específico demonstre a coroação de um rei.

Meu comentário: De acordo com a Cabalá, não há tal coisa como o “fim do mundo”, mas sim uma transição para uma nova e maior percepção integral do reino material que se revela no nível da correção das nossas qualidades e, como consequência da expansão da alteração nos nossos órgãos de percepção da realidade. Isso já está acontecendo; o processo começou em 1995 e vai continuar.