Textos na Categoria 'Israel'

O Mecanismo De Governo No Israel Antigo

570Pergunta: Dizem que existe um paradoxo do poder: assim que o ganhamos, perdemos algumas habilidades. Digamos que os empáticos se tornam insensíveis, pessoas honestas se tornam ladrões e profissionais se tornam incompetentes. Mesmo estando no poder por apenas quatro ou cinco anos já é muito. Por exemplo, na Roma e na Grécia antigas, os governadores eram trocados todos os anos.

Como era tratado no Israel antigo? Havia alguma restrição aos que estão no poder?

Resposta: No antigo Israel, isso estava em constante mudança. Uma pessoa não podia estar no poder se não provasse aos outros que usava o poder corretamente e que era moral e mentalmente superior aos outros. Portanto, seu trabalho era demonstrar suas habilidades superiores o tempo todo.

Por exemplo, um rei tinha que ensinar, ser juiz, emitir decretos e justificá-los perante a assembleia. E a assembleia consistia de 120 sábios que não o obedeciam simplesmente; eles se opunham e votavam livremente “a favor” ou “contra”. Tudo isso era muito complicado.

Além disso, havia uma limitação de poder tanto ao longo dos anos quanto em diversas áreas.

De KabTV, “Estados Espirituais”, 22/03/22

O Recurso Especial Do Livro Do Zohar

65Pergunta: O que há de especial no Livro do Zohar?

Resposta: Este livro muda as pessoas se elas o seguirem. Ele está escrito e conectado com essas fontes superiores, que influenciam grandemente uma pessoa e são capazes de revelar as qualidades ocultas de doaçãoe amor nela.

O Livro do Zohar evoca uma iluminação da luz superior em uma pessoa. Nas fontes, A Bandeira do Acampamento de Efraim, está escrito: “Aqueles que não tiveram a honra de entender O Livro do Zohar ainda devem estudá-lo, pois a linguagem do Zohar limpa a alma”.

Pergunta: No mesmo livro fonte, é dito que O Livro do Zohar explica o Maase Bereshit (Ação Inicial) e Maase Merkava (Ação da Criação). Quais são esses estados?

Resposta: Maase Bereshit são textos sobre a criação do mundo, sobre toda a criação e seu sistema. E Maase Merkava são textos que falam sobre o trabalho de governança dos sistemas deste mundo, a conexão de todas as almas e seus ciclos. Ambos se aplicam especificamente a nós. Precisamos descobrir esses sistemas e participar deles. Está escrito sobre isso no Livro do Zohar, talvez algumas linhas, mas através delas uma pessoa começa a ver todo o sistema.

Dizem que O Livro do Zohar tem uma nova interpretação todos os dias. Depende da qualidade de uma pessoa. Se ela muda, se ela se torna mais corrigida, a cada dia ela vê o próprio Livro de forma diferente. Ele a revela profundidades cada vez maiores de seu texto.

De KabTV, “Estados Espirituais”, 15/02/22

Para Trazer A Correção Ao Mundo

214Pergunta: O que significa que a importância dos judeus é determinada de acordo com a velocidade da correção e das nações do mundo de acordo com a revelação do plano do Criador?

Resposta: Isso significa que devemos trabalhar juntos! Agora estamos em um estado em que devemos nos corrigir rapidamente e atrair os povos do mundo para isso. É assim que deve ser executado.

E se não, os profetas dizem que isso pode acontecer através do sofrimento, um sofrimento enorme, ainda muito maior do que antes. A Cabalá fala sobre a possibilidade de uma guerra atômica.

Acontece que os judeus são os culpados por não trazerem correção ao nosso mundo a tempo. No entanto, eu espero um caminho bom e gentil.

De KabTVV, “Close-Up, Fórmula do Criador”, 18/07/10

A Alma De Um Judeu

294.1Pergunta: A alma de um judeu será sempre um judeu?

Resposta: Sim, porque estas são as almas da Babilônia que aspiravam se unir umas às outras e unir-se ao Criador. Elas responderam a esse chamado porque pertencem à parte mais fina e superior de uma única alma.

Mas com o colapso do Primeiro e Segundo Templos, elas caíram deste nível espiritual e se misturaram com toda a humanidade. Nós vemos como essa mistura atingiu tais proporções que em todos os pontos do globo elas não podem esquecer esse pequeno número de pessoas, decidir quem são, o que são ou o que fazer com elas.

Como resultado, chegamos a um estado onde, através da revelação da Cabalá, este grupo de pessoas será forçado a subir novamente ao nível espiritual e mostrar a toda a humanidade o mesmo exemplo que o resto dos babilônios não poderiam aceitar na antiga Babilônia.

As almas judias não podem mudar porque são diferentes em sua raiz. Elas correspondem a Galgalta ve Eynaim, a parte da alma comum que está engajada na implementação da correção. E o resto das almas se juntam a ela e também se engajam na correção mútua, mas com a ajuda da luz superior, que recebem através dessa parte superior.

Isso não é de forma alguma um desrespeito pelas nações do mundo ou uma preferência por alguns em detrimento de outros. É apenas a maneira como as coisas são. A propósito, como resultado da mistura dos judeus com as nações do mundo durante o exílio espiritual, os mesmos estados surgem em outras nações como para os judeus, e eles também sobem.

Vemos esses exemplos que ocorreram no mundo antigo. São eles: Rabi Akiva, Onkelos que nos deu o Targum aramaico (tradução) da Torá, e outros. Ou seja, houve almas que em exílios passados receberam um gene espiritual de Galgalta ve Eynaim, foram capazes de adaptá-lo e usá-lo ainda melhor do que os judeus.

De KabTV, “Close-Up, Reencarnação”, 03/05/10

De Acordo Com As Leis Espirituais

947Os judeus são as pessoas que deixaram a antiga Babilônia, adotaram o método Cabalístico de existência e se estabeleceram de acordo com esse método.

Os romanos e os gregos são partes da Babilônia que tomaram um rumo diferente e se estabeleceram de acordo com seu egoísmo. Isso é descrito nos livros do historiador Flávio Josefo que viveu em Roma e escreveu o livro Antiguidades dos Judeus.

Roma desenvolveu-se de forma totalmente materialista, em completo contraste com Jerusalém, porque os judeus viviam de acordo com certas leis que foram estabelecidas originalmente por Abraão.

Eles aprenderam a se comportar na cidade, na família e em seu círculo, e também como observar rigorosamente o código que visa a igualdade, o respeito a cada indivíduo e seu desenvolvimento. Não havia diferença entre o filho de um pobre e o filho de um rico. Cada um recebia a mesma educação.

Não havia tal coisa que uma menina de uma família pobre sem dote não pudesse se casar. Esta sempre foi a preocupação de toda a comunidade ou cidade. Nem uma única menina, nem pobre nem rica, permanecia solteira.

Tudo isso foi explicitado nas leis e realizado com muita clareza porque são leis espirituais que falam de uma sociedade maximamente corrigida.

O rei tinha que prestar contas ao seu povo. Nos Salmos, o rei Davi parece clamar ao Criador: “Veja o que eu tenho que fazer como rei: julgar e participar de todos os confrontos. Sou obrigado, obrigado, obrigado…”.

As raízes dessa ideologia se originam no espiritual, onde todos são iguais e interconectados e cada um determina completamente a posição e a condição de cada um.

Portanto, não há pequeno nem grande, tudo é um círculo, uma bola.

De KabTV, “Close-Up. Fórmula do Criador”, 18/07/10

Choque De Duas Ideologias

Laitman_192Pergunta: De acordo com a Cabalá, o que Roma e Israel representam? Houve um confronto constante entre eles ao longo da história?

Resposta: Há uma contradição entre o Criador e o ser criado, ou seja, entre o pensamento do Criador, Seu comportamento, Sua qualidade de doação e amor, e a natureza do ser criado, que só quer receber, ser satisfeito, desfrutar, e ser realizado em seu orgulho, força, conhecimento e riqueza.

Portanto, toda a essência, toda a filosofia de vida, do antigo Israel, o grupo que emergiu da antiga Babilônia e se tornou uma nação, se formou na base da igualdade, “ame o seu próximo como a si mesmo”, e por isso existiu no sentimento da força superior, na compreensão de seu próprio desenvolvimento e na perspectiva do propósito final. Tudo isso era absolutamente oposto aos bárbaros.

Os romanos eram bárbaros em sua atitude em relação à vida porque acreditavam que a vida consiste na existência do corpo e nada mais. Além disso, essa filosofia foi plantada propositalmente, com clareza e sobriedade. Continha muito dos conceitos atuais de atitude em relação à vida. Ao mesmo tempo, a filosofia dos romanos era muito popular na Alemanha nazista.

Os romanos, de fato, representavam a força mais poderosa, orgulhosa e dominante do egoísmo, que acreditava que conquista, repressão e escravização são o significado da existência do povo.

Em Israel, porém, o significado da existência do povo era completamente diferente. Os romanos não podiam concordar com isso. Assim, duas atitudes perante a vida, duas filosofias, dois fundamentos, duas ideias, colidiram e iniciou-se uma guerra entre eles, uma resistência terrível.

Há contatos mais amigáveis e menos amigáveis. O povo judeu não tinha tal coisa de se isolar dos outros. Pelo contrário, venham e vivam conosco. Havia até um lugar especial para outras nações no Templo. Hoje não há mais nada disso.

Estamos falando apenas dos povos antigos, judeus e romanos. Estamos falando apenas dos romanos, não dos italianos de hoje. Deve-se notar que estas são nações completamente diferentes.

De KabTV, “Close-Up. Fórmula do Criador”, 07/08/10

“A Cúpula Do Negev: Israel Como ‘Uma Luz Para As Nações’” (Times Of Israel)

Michael Laitman, no The Times of Israel: “A Cúpula Do Negev: Israel Como ‘Uma Luz Para As Nações’

O papel de Israel como força de conexão no Oriente Médio não é uma coincidência; promover a unidade tem sido a essência do povo de Israel desde tempos imemoriais. Como parte de uma cúpula histórica na cidade israelense de Sde Boker, no Negev, os principais diplomatas de Israel, EUA, Egito, Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Marrocos concordaram em se reunir regularmente para estabelecer um fórum permanente para a criação de uma “arquitetura de segurança regional”, à luz da possível renovação do acordo nuclear iraniano.

O fórum inédito é um dos resultados dos “Acordos de Abraão” que trouxeram a normalização das relações diplomáticas entre Israel e os Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Marrocos. Embora a nova frente regional do Oriente Médio também se concentre em esforços conjuntos nas áreas de contraterrorismo e defesa, educação, saúde, turismo, alimentos, água e energia, a principal preocupação de Israel e seus aliados árabes é a ameaça de Teerã.

O Estado de Israel deve fazer tudo o que estiver ao seu alcance para proteger sua segurança, tanto formando alianças quanto lutando por reuniões políticas adicionais, e não há dúvida de que uma frente de segurança unificada no Oriente Médio pode deter o Irã. Em um nível mais interno, se o povo de Israel demonstrar uma frente espiritual unificada contra qualquer ameaça, isso mais cedo ou mais tarde a neutralizará. A coesão é o poder supremo para a redenção das pessoas de problemas e tormentos. Como os sábios disseram: “Quando Israel é como um homem com um coração, eles são como um muro fortificado contra as forças do mal”.

E por que exatamente nós, o povo de Israel, temos o poder de mudar situações complexas e complicadas? Porque desde o nosso início, cerca de 3.800 anos atrás, adquirimos de nosso ancestral Abraão na antiga Babilônia um método de conexão que nos ensinou como transcender o egoísmo que nos governava, como superar as diferenças e como nos direcionar para a força suprema da natureza. Assim, “Israel” (do hebraico Yashar-El) significa “direto” a “Deus”, e desde seus fundamentos, Israel sempre foi um grupo ideológico destinado a ser uma força unificadora no mundo.

Se nós, como povo de Israel, fôssemos mais fortes internamente em termos de coesão, veríamos resultados significativos em todas as áreas da vida sem a necessidade de acordos políticos. No entanto, enquanto não estivermos unidos na frente interna – fortemente conectados em um só coração – haverá uma necessidade vital de nossos líderes assinarem acordos nas frentes política e de segurança.

Enquanto isso, brotos do futuro papel de Israel também podem ser vistos se formando no nível físico. Israel está revelando uma extraordinária característica política de estar no centro de todos os fatídicos conflitos e ameaças – desde a “Cúpula do Negev” reunindo os países do Oriente Médio sobre o Irã, passando pelo papel de mediador entre a Rússia e a Ucrânia, até as recentes visitas do Presidente de Israel à Turquia e a delegação do Exército de Israel ao Marrocos.

Israel está gradualmente ganhando terreno ao assumir seu legítimo papel de força de conexão entre os povos. No futuro também se espera que Israel formalize seu papel físico e espiritual para se tornar uma espécie de parlamento e fórum internacional através do qual os países possam se comunicar – um Sinédrio contemporâneo que lembra a antiga assembleia de sábios na Terra de Israel. Como disse o pensador judeu Rav Kook: “O propósito de Israel é unir o mundo inteiro em uma família”.

Países de todo o mundo continuarão a sentir inconscientemente que Israel deve funcionar como o fator de conexão entre todas as nações e povos, independentemente de quem lidera a nação. O mundo continuará a nos pedir para agirmos como mediadores. A demanda mundial nos estimulará a continuar realizando a tarefa que nos foi confiada desde os dias de nosso acordo original com Abraão, para nos tornarmos verdadeiramente “Uma Luz para as Nações”.

Você Não Pode Se Esconder De Sua Missão

448.9Pergunta: Os judeus não apenas se dirigem a Israel, mas também se dispersam por todo o mundo. Onde os judeus podem encontrar um lugar calmo e quente?

Resposta: Eu acho que eles não vão encontrar tal lugar em nenhum lugar. Claro que eles podem encontrar abrigo temporário aqui ou ali. Mas, em princípio, todo o globo já está começando a ficar marrom: América do Sul, América do Norte e Ásia estão a caminho. Juntos, o fascismo e o pan-arabismo tornarão a vida insuportável para os judeus em todos os lugares.

Pergunta: Por que somos expulsos de todos os lugares? Por que somos tratados assim desde os tempos romanos?

Resposta: Por não cumprirmos nossa função histórica. Todos nós devemos cumpri-la. Devemos mostrar às pessoas a existência correta de uma nação. Em geral, não existe povo judeu porque estamos reunidos nas 70 nações do mundo.

Certa vez, na antiga Babilônia, Abraão, o líder religioso dos babilônios, começou a reunir pessoas de mentalidade semelhante ao seu redor e ensiná-las a se unirem para serem como uma pessoa com um coração e um pensamento. Ele liderou um grupo de pessoas que concordaram com seus ensinamentos da Babilônia para a terra de Israel. Este foi o início da formação da nação judaica, que foi basicamente formada pelos 70 maiores povos do mundo.

Pergunta: Digamos que os judeus em todas as manifestações comecem a se comportar corretamente e se unam. E daí? Não haverá governos? Haverá apenas um país? Como será?

Resposta: De fato, será como um país, como uma nação em todo o globo. E as pessoas vão entender que é dessa forma que elas podem existir.

Pergunta: Você acha que isso é possível?

Resposta: Esta é a evolução espiritual da qual estamos participando.

Eu desejo que todas as pessoas conheçam o propósito da vida, o propósito da existência humana. Isso responderá a todas as perguntas, incluindo como devemos viver, o que devemos alcançar, como criar os filhos e onde devemos chegar.

Pergunta: Se a humanidade estudar suas propriedades, o princípio da unificação não se tornará uma arma perigosa nas mãos de pessoas vaidosas?

Resposta: Não. Se a associação for realizada de acordo com as leis corretas, traz grande benefício para todos porque corresponde a uma única natureza integral.

De KabTV, “Encontros com a Cabalá”, 05/01/22

“A Anistia Internacional Está Afirmando Que A Política De Israel Contra A Palestina É Equivalente Ao Apartheid. Isso É Uma Distorção Grosseira Ou Um Reflexo Preciso Da Situação? O Que Você Acha?” (Quora)

Dr. Michael LaitmanMichael Laitman, no Quora: A Anistia Internacional Afirma Que A Política De Israel Contra A Palestina É Equivalente Ao Apartheid. Isso É Uma Distorção Grosseira Ou Um Reflexo Preciso Da Situação? O Que Você Acha?

Em vez de discutir se o relatório é uma distorção grosseira ou um reflexo preciso da situação, há fatores mais profundos em ação na narrativa de “Israel como um estado de apartheid”. Embora o relatório descreva Israel como conduzindo políticas de apartheid em relação aos palestinos e também aos árabes israelenses, as visões negativas sobre Israel são de fato originadas nas relações egoístas entre o próprio povo judeu.

Abertamente, não encontramos relatos sobre conexões negativas entre judeus, mas secretamente, há um sentimento profundamente semeado nas nações do mundo de que o povo judeu deve ao mundo um método de correção das relações humanas até o ponto de “ame seu próximo como a ti mesmo”, e que os judeus não estão conseguindo fornecer este método. O sentimento do povo judeu não fornecer ao mundo um método para superar os impulsos divisivos é o que, em última análise, se forma como visões negativas que as nações do mundo mantêm em relação ao povo de Israel e a narrativa de “Israel como um estado de apartheid” é uma dessas consequências. É como o Cabalista Yehuda Ashlag (Baal HaSulam) escreve em seus “Escritos da Última Geração”: “É fato que Israel é odiado por todas as nações, seja por motivos religiosos, raciais, capitalistas, comunistas, cosmopolitas, etc. É assim porque o ódio precede todas as razões, mas cada uma apenas resolve seu ódio de acordo com sua própria psicologia”.

Em suma, a conexão é uma lei da natureza e o povo de Israel foi estabelecido como um canal pelo qual passar a conexão nos níveis mais profundos da natureza para a humanidade. A solução para as crescentes visões negativas sobre o povo de Israel é, portanto, que eles percebam seu papel no mundo, ou seja, implementem o método que leva a “amar o próximo como a si mesmo”. Como tal, eles se tornam “uma luz para as nações”, ou seja, um canal para a tendência de “amar o próximo como a si mesmo” se espalhar pelo mundo. Pelo contrário, sua falha em realizar este método impede que tal tendência se espalhe pelo mundo, e o mundo sente cada vez mais que o povo de Israel é uma fonte de escuridão, até um ponto em que o mundo sentirá que não há o direito desta nação existir.

Portanto, não temos escolha a não ser começar a aumentar nossas conexões positivas um com o outro até o pico do amor. Ao fazer isso, inverteríamos o mal em bem e veríamos paz e harmonia em todo o mundo. Da mesma forma, descobriríamos que o mundo inverteria sua atitude em relação a nós de negativa para positiva.

Baseado no vídeo “Por que a narrativa ‘de Israel como um Estado de Apartheid ganha cada vez mais atenção?” com o Cabalista Dr. Michael Laitman e Oren Levi. Escrito/editado por alunos do Cabalista Dr. Michael Laitman.

Para Onde Estamos Indo?

400Pergunta: O comportamento dos judeus ao redor do mundo, e dos judeus americanos em particular, pode levar o mundo ao Holocausto?

Resposta: Depende apenas dos próprios judeus. Nosso mundo está organizado de tal maneira que os judeus existem nele por uma razão. Eles devem trazer para a humanidade o método de unificação primeiro entre os judeus e depois entre todos os outros povos ao seu redor. Sem qualquer diferença! Para que o mundo finalmente chegue a um estado absolutamente geral.

E se os judeus não se moverem para este estado, terríveis excessos mundiais começarão no nível da natureza e do clima, em todos os níveis, até que a natureza nos quebre. E a natureza é o Criador.

No entanto, ela nos fará entender que a aproximação entre as pessoas é o principal fator que nos permitirá encontrar a vida certa.

Pergunta: Acontece que nós, como o povo escolhido, irritamos levemente o Criador com nosso comportamento. Pelo que entendi somos eleitos ou isso também é um mito?

Resposta: Sim, somos eleitos. Mas fomos escolhidos para nos unir e mostrar ao mundo inteiro a possibilidade de nos unirmos. E se não fizermos isso, o mundo inteiro instintivamente se voltará contra nós. Esta é a razão do antissemitismo.

De KabTV, “Encontros com a Cabalá“, 05/01/22