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Nova Vida # 646 – A Ideologia Judaico-Israelense

Nova Vida # 646 – A Ideologia Judaico-Israelense
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Existem dois caminhos de desenvolvimento: o caminho do estabelecimento de metas ou apenas rolar e fluir ao longo da vida. É assim que prosseguimos até a antiga Babilônia quando Abraão reuniu o povo a sua volta que depois se tornou o povo de Israel.

Resumo

Eles estavam conectados pela ideologia do “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18), conectados acima de todas as diferenças de opinião. Essa ideologia vem até nós da natureza; todas as suas partes são conectadas de forma harmoniosa, como um único corpo. De onde vem o poder de se unir? Afinal, isso é contra a nossa natureza. É da força que une todas as partes da natureza.

Essa é a ideologia do povo de Israel, e na verdade, é a única ideologia que pode ser considerada uma ideologia. Nós devemos nos desenvolver no tipo de unidade para o qual a natureza está nos avançando, quer queiramos ou não.

O Islã tem uma ideologia terrena, que é trazer todos sob seu controle. Mas nós temos uma ideologia espiritual. Tanto o cristianismo como o islamismo resultam de uma única fonte, Abraão. Mas nenhum deles muda a pessoa. Só nós temos o método para mudar uma pessoa de egoísta para altruísta. Mas desde já não estamos fazendo isso. Desde a destruição do Templo tem havido ódio infundado entre nós e uma pequena Luz está nos sustentando até voltarmos a nós mesmos.

Todo o poder que o Islã tem hoje, é apenas porque não ativamos a nossa ideologia. O islamismo e o cristianismo só existem por causa da nossa fraqueza. Se nos fortalecêssemos com amor fraternal, tudo ficaria bem. A partir de hoje, apenas a conexão entre nós pode salvar Israel. A Cabalá ensina como trazer amor aos nossos corações. O cristianismo e o islamismo também falam sobre o amor ao próximo, porque eles extraíram isso de nós. Mas eles não têm um método para alcançar este objetivo.

O único método que pode corrigir o mal em uma pessoa é a sabedoria da Cabalá. Ela nos ensina sobre como toda a realidade é construída. A conexão entre nós terá uma influência através da nossa raiz comum, Abraão, bem como sobre nossos primos, e eles vão se acalmar.

De KabTV “Nova Vida # 646 – A Ideologia Judaico-Israelense”, 08/11/15

Um Segundo Holocausto? Depende De Nós

laitman_222Quando o antissemitismo está aumentando, atingindo níveis nunca vistos antes, uma chamada para cancelar o Dia em Memória do Holocausto foi ecoada nas Universidades em toda a Europa. Nos EUA, há protestos Universidades para boicotar Israel, e a organização BDS está se tornando cada vez mais legítima aos olhos de muitos. Pode ser o momento de começar a nos perguntarmos como evitar um segundo Holocausto.

Eu nasci em 1946, cerca de um ano após a Segunda Guerra Mundial, na região de Vitebsk, onde muitos judeus foram mortos. As atrocidades que o nosso povo passou ardem na minha memória desde que eu era criança e fazem parte da minha vida. Para mim, o Dia em Memória do Holocausto não é apenas um Dia de Memória nacional de um acontecimento trágico que ocorreu no passado, mas um sinal de aviso do que pode acontecer, especialmente se considerarmos o ódio que as nações do mundo sentem em relação a nós.

É um erro comum acreditar que o ódio contra os judeus nasceu na Alemanha nazista sete décadas atrás. Na verdade, é um fenômeno que tem mais de 3.000 anos de idade. De acordo com a sabedoria da Cabalá, a raiz do ódio profundo está no encontro no Monte Sinai, um evento especial onde o sentimento de ódio foi revelado entre a nação de Israel (a palavra “Sinai” vem da raiz “Sina – ódio” em hebraico), no topo do qual eles conseguiram subir e se unir como um só homem em um só coração através do método de conexão, a Torá.

Do Webinar: “Por Que Os Judeus?”

No Aniversário De Hitler

laitman_293Comentário: No dia 20 de abril, aniversário de Adolf Hitler, nove universidades na Alemanha, de repente começaram a imprimir folhetos com citações do livro de Hitler, Mein Kampf: “Acorde Europa! Estrangeiros hostis têm inundado a Europa, e os judeus são responsáveis ​​pelo assentamento de elementos raciais estrangeiros nas margens do Reno”. Isto foi escrito há muito tempo, e agora está sendo publicado em uma nova edição.

Resposta: Baal HaSulam disse que o nazismo não é um produto da Alemanha. Portanto, o ciclo se completou no nazismo. Qualquer história humana começa em pequena escala.

Houve sementes do nazismo no passado que se desenvolveram no curso da evolução, que se repetiram em uma espiral e alcançaram a última manifestação explícita no nazismo alemão. E agora chegou o tempo da manifestação do nazismo em todo o mundo.

E a afirmação de que “os judeus são responsáveis pelo assentamento de elementos raciais estrangeiros nas margens do Reno” é verdadeira. Nós não somos responsáveis ​​pela invasão estrangeira à Alemanha e seu assentamento lá. Nós somos responsáveis ​​por não levar o mundo à correção, por não explicar e não dar o exemplo de como fazê-lo.

Na verdade, nós ficamos de braços cruzados porque não estamos atraindo a Luz Superior que pode corrigir a humanidade. Os judeus são a única força que pode fazer isso, e se não fizermos isso, tudo que acontecer será natural.

O nazismo é a forma mais extrema de ódio mútuo que aparece na humanidade. Portanto, é natural que ele seja dirigido primeiro aos judeus, e dessa vez em todo o mundo. Ele vai ser cultivado simultaneamente por todos, começando com fontes proeminentes e sérias, das quais todos os outros vão gradualmente se juntar porque não serão capazes de resistir.

Vamos ver como isso acontece na América e na Europa, porque lá os judeus serão responsabilizados em vez de Israel; aqui nós, em geral, estamos em uma situação semelhante agora àquela da época de Masada.

Em breve, teremos que lutar, não em terra, ar e mar, mas na dimensão espiritual. Essa é a razão de termos que preparar rapidamente o povo de Israel e os judeus de todo o mundo, deixando claro para eles que se nos unirmos e entendermos a nossa missão no mundo, não vamos enfraquecer ou matar nossos rivais, mas vamos mudar e reeducá-los, e o mundo vai chegar a um final feliz.

Tudo depende unicamente de nós. Vamos começar a fazer isso. Só nos resta tempo para uma correção precisa, não para reflexões e filosofias.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 24/04/16

O Vice-Ministro Da Saúde Versus Mc Donald’s

Laitman_506_6Pergunta: O Vice-Ministro israelense da saúde, Jacob Litzman, pediu que o povo israelense reduzisse o consumo de fast food e quer inclusive proibir a rede de restaurantes McDonald’s. Ele sugeriu ensinar as crianças a evitar alimentos não saudáveis. Ele enfatizou que a meta do Ministério da Saúde mudou e que agora vai se concentrar em reduzir a popularidade de fast food.

Resposta: Os americanos já perceberam que devem desistir de fast food, uma vez que só é benéfico para aqueles que o produzem.

Mas as pessoas ainda devem pegar algo no caminho e não têm ideia, por exemplo, de que é feito um cachorro-quente, e realmente não se importam desde que isso as preencha. A pessoa come um cachorro-quente, bebe uma coca-cola e se sente bem. O fato de que mais tarde ela deve gastar seu salário em médicos e medicamentos não importa, ela não vê uma conexão aqui.

Eu sou pela remoção de todo o junk food e doces, é claro. Eles são apenas o produto das nossas tecnologias mais recentes. Se você dissesse para uma pessoa 150 anos atrás, que você tem doces, ela não entenderia o que você está dizendo. Doces, assim como o açúcar, não existem na natureza. Há, por outro lado, frutas, mel, nozes e assim por diante.

Pergunta: Mas o corpo anseia por ele.

Resposta: Isto é porque é fácil para o corpo receber um suprimento imediato de gorduras e carboidratos. O corpo se acostuma muito rapidamente com esses alimentos e torna-se muito preguiçoso para obtê-lo de outra maneira. Isso é muito prejudicial, por isso esses alimentos devem ser proibidos em instituições para crianças e em cada esquina. É melhor consumir alimentos como falafel porque é um produto vegetal. Se você não frita o alimento em óleo, é certamente saudável.

Pergunta: Será que devemos banir esses alimentos?

Resposta: É claro que eu gostaria de manter todos os doces e junk foods longe de nossos filhos. Veja como o francês vive. Eles vivem mais tempo porque tudo o que consomem é natural. Eles não consomem cachorros-quentes e bolos. Eu acredito que não devemos adotar o pior que existe na humanidade. Eu apoio a proposta do Vice-Ministro da Saúde.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 14/04/16

Um Terço Dos Muçulmanos Britânicos São Antissemitas

Laitman_727Pergunta: De acordo com os resultados de uma pesquisa organizada pela empresa ICN, mais de um terço dos seguidores do Islã na Grã-Bretanha acreditam que os Judeus adquiriram muito controle na Grã-Bretanha e influência sobre os meios de comunicação, as instituições financeiras e a economia. Além disso, mais de um quarto deles estão convencidos de que os Judeus são responsáveis ​​pela maioria das guerras na Terra.

Ao contrário dos outros cidadãos na Grã-Bretanha, 27% dos Muçulmanos que foram questionados, reconheceram que odeiam os Judeus simplesmente por causa de seu comportamento. Portanto, será que o antissemitismo tem sido historicamente mais pronunciado entre os Muçulmanos?

Resposta: Ao longo de muitas gerações os Judeus e Muçulmanos conviveram de forma mais ou menos normal porque nunca tiveram quaisquer opositores religiosos; não havia contrastes especiais entre eles.

A crise nas relações começou com a oposição geográfica e política, quando a Inglaterra não queria deixar a terra de Israel e começou a incitar o ódio entre os Árabes em relação aos Judeus. Essa foi a política usual de “dividir para reinar”.

O Islã em sua essência não é de todo oposto ao Judaísmo; pelo contrário, essas têm sido duas religiões que têm estado próximas como um contrapeso ao Cristianismo.

Pergunta: Por que o atual Islã radical produz uma agressividade tão intensa para com os Judeus?

Resposta: O Islã moderno é o Islã radical, mas a base do verdadeiro Islã é o Sufismo (Sabedoria da Cabalá Islâmica). Os Cabalistas Árabes (Sufis) viveram em todas as épocas, de onde vêm grandes obras literárias.

Hoje um grande choque de egoísmo está acontecendo no mundo. Por isso, é natural e necessário que Israel saia em primeiro lugar e apresente o método de unidade para todo o mundo. Este só existe conosco, e não queremos revelá-lo em nós e começar a trabalhar com ele. Esse método de unificação é chamado de sabedoria da Cabalá. Não é misticismo, cartas de tarô ou fitas vermelhas, mas especificamente a verdadeira sabedoria da Cabalá.

Se começarmos a estar envolvidos com a sabedoria da Cabalá, toda a humanidade vai sentir imediatamente como a nossa intenção é séria de introduzir as correções da natureza egoísta da humanidade no mundo e trazer todos à unidade, estabelecendo paz e tranquilidade. Assim, todas as correntes dirigidas contra nós desaparecerão.

Pergunta: Qual é a primeira corrente que irá aceitar a sabedoria da Cabalá?

Resposta: Em primeiro lugar todos serão contra os Cabalistas, incluindo o Judaísmo. Depois disso, a conscientização e a compreensão começarão a acontecer, em parte entre os Cristãos e em parte entre os Judeus.

Enquanto isso, a questão é muito mais complicada entre os Muçulmanos, mesmo que internamente eles estejam mais perto da compreensão. Mas há um grande problema interno entre eles em relação à sua identidade.

A melhor coisa será se nós Judeus nos unirmos e mostrarmos aos povos do mundo a forma de alcançar a unidade global em nosso mundo.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 14/04/16

UNESCO Contra Israel

Laitman_417Pergunta: O Comitê de Gestão da UNESCO aprovou uma decisão sobre Jerusalém que não mencionou a conexão dos Judeus e Israel com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações.

O Monte do Templo é mencionado apenas e só como um lugar em que a Mesquita de Al-Aqsa se encontra e a área do Muro Ocidental (Muro das Lamentações, Kotel) é chamado de Al-Buraq Square, a praça de onde o profeta Maomé subiu ao céu. No mesmo documento eles afirmam que Israel está “ocupando” essa área.

A resolução formula uma demanda para o governo de Israel não limitar o acesso dos Muçulmanos à Mesquita de Al-Aqsa e também condena o governo de Israel pelas “ações ilegais contra a liberdade religiosa”.

A partir de sua familiaridade com a Presidente da UNESCO, Irina Bokova, como você explicaria a atitude dela em relação a nós?

Resposta: Essa é uma atitude completamente legal. Inconscientemente, o mundo está exigindo de nós o método para a correção de sua natureza. Uma vez que não estamos agindo nisso, eles nos culpam por tudo o que está acontecendo no mundo.

Nós tivemos que nos reunir na terra de Israel para levar a cabo a nossa missão de nos tornar um povo, como um homem com um coração, e viver de acordo com a regra geral, “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18), servindo, assim, como um exemplo para todos. Ao longo dos 70 anos de existência da nação, ainda não chegamos à realização do nosso destino, então não temos o direito a esta terra.

Comentário: Quando você se encontrou pessoalmente com os representantes da UNESCO, houve um bom entendimento mútuo entre vocês e reuniões calorosas que deveriam levar a mudanças na atitude para com a nossa nação.

Resposta: As atitudes apenas mudaram em uma direção negativa.

Eles ouviram de mim o que a sabedoria da Cabalá diz e sobre o que é a nossa organização, embora a realidade lhes mostre que a tendência é completamente oposta!

Pergunta: E onde está o apoio deles?

Resposta: Sobre o quê?! Tudo depende de nós. Nós somos o povo Judeu; cabe a nós chegar a um acordo mútuo, um elo mútuo, amizade, amor, conexão e unidade, apoio mútuo!

Mas a cada dia que passa, mais e mais partidos políticos surgem em nossa nação; separação e divisão acontecem porque ainda não implementamos a função para a qual existimos aqui.

Nós recebemos uma oportunidade de Cima para estabelecer uma nação aqui que irá mostrar a humanidade o futuro do mundo, mas se não realizarmos isso, não temos nada para fazer aqui! Nós não temos nenhuma possibilidade de reivindicar o direito a esta terra, porque não nos esforçamos pela amizade e amor entre nós, a criação da sociedade correta, e não somos um exemplo para o futuro da humanidade.

Por isso, é natural que os representantes da UNESCO tenham parado de levar em conta todas as nossas reivindicações para a terra de Israel. Eles aceitam os Palestinos porque não têm qualquer obrigação para com eles, mas não é conosco. Os Palestinos querem viver aqui, esta é a sua terra. Eles sentem que pertencem a ela mais do que nós e, na verdade, isso é assim.

Infelizmente o povo de Israel não está realizando o seu destino e por isso não há lugar para ele aqui.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 18/04/16

Nova Vida # 716 – Os Filhos De Israel No Egito, Parte 2

Nova Vida # 716 – Os Filhos de Israel no Egito, Parte 2
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Depois de ter sido criado na casa do Faraó, Moisés, que representa a força do amor, sai e vê coisas terríveis. Os filhos de Israel e os Egípcios representam diferentes abordagens da vida, o egoísmopuro em contraste com a conexão e o amor.

Hoje as pessoas meio que se sentem mal, e se não avançamos por conta própria, a força da natureza que gere o mundo pode amargar nossa vida. Hoje, como no passado, temos que romper com o método atual de vida e passar para um novo método. Essa é a razão de Moisés ter se casado com Tzipora (Séfora), a filha de Jetro, uma vez que ela representa um desejo adicional, um desejo que é feito de doação e recepção. Moisés recebe um desejo adicional para avançar porque ele é uma força fraca, insuficiente para enfrentar o grande ego, mas o Criador está com ele.

Esta é a preparação que Moisés precisa, a fim de lidar com os Egípcios, com o Faraó, com os filhos de Israel e com o Criador. É assim que o Criador prepara os filhos de Israel para a redenção.

De KabTV “Nova Vida # 716 – Os Filhos De Israel No Egito, Parte 2”, 14/04/16

A França Prefere Refugiados Muçulmanos

Laitman_049_02Comentário: A França é uma nação cristã e católica, mas aceita principalmente refugiados muçulmanos, enquanto os refugiados cristãos que se encontram no meio da multidão na fronteira do Iraque buscando entrar na França são recusados.

O jornal Figaro realizou um estudo e descobriu que a ala esquerda do Partido Socialista não quer parecer como se a França preferisse os cristãos.

Resposta: A humanidade corrigida deve considerar todos de forma totalmente igual, mas isso não está acontecendo em nenhum lugar do mundo. Uma nação cristã, católica, ou protestante deve, em primeiro lugar, assimilar os cristãos que estão sofrendo no Oriente Médio antes deles serem mortos. Seu número não é tão grande.

Comentário: Eles estão matando inúmeras famílias iáziges que fugiram de Mossul.

Resposta: Os muçulmanos estão intencionalmente matando os cristãos; por isso, eles devem ser assimilados em primeiro lugar.

Comentário: Eles estão sentados no Iraque à espera de vistos de saída, mas não estão recebendo-os. Em vez disso, as autoridades realizam testes rigorosos e exigem provas da vulnerabilidade de sua posição.

Resposta: Por enquanto eles estão aceitando extremistas muçulmanos de direita.

Comentário: O jornal Figaro pergunta: “Por que uma grande nação, tal como a França, que concordou em aceitar trinta mil refugiados sírios de acordo com a quota alemã, se recusar a levar os cristãos?”

Resposta: Eles querem se retratar como liberais, mas, por enquanto, os cristãos estão sendo mortos. Como é possível compreender o mundo de hoje? As pessoas estão jogando um jogo de duas caras: embora eu seja assim por dentro, por fora eu preciso olhar de outra forma. Esse é um paradoxo muito interessante, eu vou aceitar aqueles que estão matando e aqueles a quem eles estão matando vou deixar para trás.

Portanto, não temos nada com que se indignar que entre os judeus que vivem na diáspora, a mesma coisa acontece. Eles são contra Israel e em prol da nação deixar de existir, que o povo de Israel se dissolvesse completamente entre os outros povos, para que nenhuma memória deles permaneça.

Acredita-se que dentro de apenas uma ou duas gerações os judeus americanos vão simplesmente “morrer”, ou seja, se tornar completamente assimilados entre os americanos.

É mais correto dizer que especificamente dentro de uma ou duas gerações vamos sentir golpes muito sérios nos Estados Unidos e entre os judeus americanos, quando o Criador vai devolvê-los à sua raiz com a ajuda de uma força brutal.

Isso será revelado na forma de um holocausto ou problemas maiores. Os judeus vão começar a voltar às suas raízes, porque não vão ter para onde fugir.

Aqueles que rejeitam Israel e estão desconectados dele estão decretando para si muito grandes golpes, e seu retorno para a terra vai acontecer através de uma fonte intratável. Isso é mencionado na Torá: ” Mesmo que tenham sido levados para a terra mais distante debaixo do céu, de lá o Senhor, o seu Deus, os reunirá e os trará de volta” (Deuteronômio 30:4).

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 10/04/16

Nova Vida # 715 – Os Filhos De Israel No Egito, Parte 1

Nova Vida # 715 – Os Filhos De Israel No Egito, Parte 1
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Como o Egito representa o ego de uma pessoa? Como as figuras na história sobre o êxodo do Egito ilustram as forças que operam em uma pessoa, e qual é a analogia entre a escravidão do Egito e a crise que o mundo está passando hoje?

Resumo

A história do êxodo do Egito em seu sentido literário é bem conhecida em todo o mundo, por que não é clara? No entanto, se quisermos penetrar no significado profundo dessa história e compreender as forças que constroem as figuras nela, devemos nos afastar da simples descrição dos personagens da história. Nosso mundo é gerido da mesma forma que diferentes forças criam a exibição em uma tela de computador. A realidade é feita de duas forças: a força de doação e a força de recepção, o Criador e a criatura.

A mão do Criador transforma as imagens desde dentro, e também motiva Bátia a tirar Moisés do Nilo. Moisés simboliza uma força especial que deve corrigir todos os outros desejos que estão no atributo de recepção e levá-los para fora do Egito, que simboliza o ego. Moisés foi criado como um príncipe na casa do Faraó, o sistema egoísta do capitalismo saudável, onde todos se preocupam apenas consigo mesmo e tudo gira em torno do dinheiro.

Dinheiro (Kesef) representa a capacidade de cobrir (Kisuf) (mesma raiz, em hebraico), a capacidade de pagamento pela satisfação do meu desejo, enquanto o Egito simboliza o mesmo sonho que nós temos em nosso mundo hoje. Hoje, já não podemos gerir o nosso mundo desta maneira porque é contra o Criador, a qualidade de amor e doação, e por isso temos que avançar para um sistema onde cada um examina o que pode dar aos outros e não receber.

Quando os filhos de Israel fugiram do Egito, foi porque eles não queriam viver de acordo com seu desejo por dinheiro, de acordo com o desejo de receber, e sentiram que isso significava a morte para eles. A alternativa é viver no amor, não no orgulho, e é isso que Moisés representa.

De KabTV “Nova Vida # 715 – Os Filhos De Israel No Egito, Parte 1”, 14/04/16

Escândalo Sobre Os “Documentos Do Panamá”

laitman_263Pergunta: Mais de onze milhões de documentos financeiros confidenciais vazaram de uma empresa legal do Panamá. Acontece que, através dessa firma, empresários, políticos e bilionários evadiram impostos. Entre eles estavam 72 ex-chefes e atuais chefes de governo. Aparentemente, seiscentas empresas israelenses e 850 israelenses estavam envolvidos nessas maquinações. Você acha que eles serão processados?

Resposta: Eu não posso imaginar quem iria processá-los! Não importa o que aconteça, as pessoas poderosas desse mundo, os banqueiros e os chefes de estado, têm fechado grandes contas que estão oficialmente registradas nos nomes de seus filhos e netos, e nada pode ser feito sobre isso. É impossível enfraquecê-los. Eles vão colocar alguns funcionários menores em seu lugar, que serão de repente afastados de seus cargos e eles vão pegar o dinheiro.

Comentário: Ainda temos um presidente e um ex-ministro em Israel que são acusados.

Resposta: Por enquanto, a fusão completa de uma oligarquia com o governo de Israel não tem ocorrido, onde um cobre o outro. E mesmo que você seja meu adversário político ou econômico, ainda temos um acordo privado que nessas áreas, eu não vou interferir, nem você. Isso ainda não se estabeleceu em Israel, de modo que dentro desse país com muitos escândalos isso vai gradualmente passar.

Quando eu cheguei a Israel há 40 anos, era impossível considerar subornar alguém. Porém, nos últimos 40 anos, nos tornamos como todo o resto do mundo. Como resultado, em parte, isso fará com que o mundo perceba que temos que nos livrar de nosso egoísmo, subir acima dele.  Sessenta ou 70% do que ganhamos vai para uma caixa preta e desaparece em algum buraco, que não fornece nenhum benefício!

Se fosse revelado quanto a humanidade ganha, quanto se gasta em seu benefício, e quanto isso causa dano, descobríamos que 90% são prejudiciais!

Pergunta: Será que o dinheiro tem uma raiz espiritual?

Resposta: O dinheiro é uma cobertura sobre os desejos. Se eu puder trabalhar corretamente com o meu desejo, o que significa que eu o utilizo para boas ações, esse desejo é coberto por uma tela chamada “dinheiro” (Kesef, em hebraico), “anseio” (Kisuf, em hebraico). O “ramo” dessa característica em nosso mundo é o dinheiro. O ouro é um metal prejudicial, que simboliza a cobiça, o desejo de lucro, o egoísmo puro. O ouro é Malchut, o dinheiro (prata) é Bina.

Pergunta: Será que essa cobiça destruirá a humanidade?

Resposta: No final, ela levará ao reconhecimento do mal e a humanidade terá que se livrar dela.

Pergunta: Será que isso significa que os governantes do mundo não podem ser punidos? Existe algum tipo de punição para eles?

Resposta: Não pode haver qualquer punição. Nós estamos trabalhando em um único sistema egoísta, e aquele que está numa posição elevada pode fazer o que quiser. Mesmo se alguém ficasse em seu lugar, seria o mesmo.

Pergunta: Será que isso significa que não há nenhuma maneira de sair dessa situação?

Resposta: A única saída é através da educação obrigatória para todos os executivos.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 04/04/16