Textos na Categoria 'Israel Hoje'

Sionista, Antissionista, Judeu?

Laitman_043Sionista, antissionista, judeus: eles não são a mesma coisa! Os judeus foram divididos em sionistas e antissionistas com o surgimento de sua aspiração por Sião no século XIX. Sempre houve o desejo de renascer em nossa terra, mas o movimento não-religioso de estabelecer o renascimento do povo judeu em sua pátria histórica foi algo novo.

Há sionistas que criticam Israel por não concordar com a sua política de “ocupação”. Entre a comunidade ultra ortodoxa, Neturei Karta saiu contra o sionismo e o Estado judeu porque acredita que Israel só pode ser estabelecido com a vinda do Messias.

Eu acredito que o ultra ortodoxo está totalmente certo. Na verdade, é apenas com a vinda do Messias (a força de atração que tira as pessoas do exílio através de atitudes de conexão e amor, tira do estado egoísta) que o verdadeiro Israel será estabelecido. Eles não levam em conta que a vinda do Messias (redenção do ego, do ódio mútuo) depende dos nossos esforços em se unir através de um método abrangente de educação pública e consolidação em um todo completo. É assim que deixamos o exílio através do caminho mais curto, através Achishena – eu vou apressá-lo (Isaías 60:22).

Mas se esperarmos pelo Messias passivamente, isso vai acontecer por meio de Beito – em seu tempo (Isaías 60:22). Isto significa através do sofrimento terrível (guerras, holocaustos), de dores de parto, por assim dizer, até que os judeus se tornem unificados como um povo e, depois, uma nação adequada. Isso é semelhante ao que Abraão fez 3.500 anos atrás, quando uniu parte dos babilônios em um grupo que se chamava Israel “voltado diretamente ao que é superior”, para a união e o amor.

Inconscientemente, as nações do mundo estão esperando essa unidade especificamente de nós. Até a realização deste estado, eles vão nos culpar por todos os seus problemas e sofrimento, porque a origem de todo o sofrimento pode ser resumida como a falta do poder unificador e amor em nosso mundo que só pode aparecer através da unificação do povo judeu.

O Povo Do Livro Está Perdendo O Livro

laitman_209Nas Notícias (nrg.co.il): Resumo: Segundo o professor Yaira Amit, membro do corpo docente de Estudos Bíblicos na Universidade de Tel Aviv, os judeus não-religiosos em Israel não sabem e não entendem a Bíblia e sua importância como o livro no qual a cultura judaica é baseada e seu papel na preservação da identidade judaica nacional. A maioria dos estudantes israelenses não sabem o conteúdo e as principais histórias da Bíblia e dificilmente podem ler os nomes de seus heróis ou citar as palavras mundialmente famosas dos profetas judeus. A razão para a sua ignorância e sua indiferença em relação à Bíblia é que ela tem sido sistematicamente empurrada para fora do sistema educativo nacional. Escolas não-religiosas cortaram as horas de estudos bíblicos para duas horas por semana.

Resposta: A maioria dos alunos sente que estudos bíblicos são desinteressantes, irrelevantes, não têm nada a ver com a gente, e estão relacionados com a religião que eles consideram detestável.

Eu sugiro aprender mais sobre o significado interno da Bíblia, porque trata-se da estrutura do nosso mundo, a sua correção, a revelação do mundo superior, e o objetivo e sentido da vida. De acordo com esse método, os jovens não estudam uma história árida, mas a informação que é relevante ao mundo inteiro.

Nova Vida # 721 – De Abraão À Geração Do Deserto

Nova Vida # 721 – De Abraão À Geração Do Deserto
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

Quem são os filhos de Israel que se reuniram em torno de Abraão na Babilônia? O que simboliza a fome e o exílio que eles sentiram no Egito, e o que podemos aprender sobre a nossa vida hoje com sua história?

O mesmo povo que quis descobrir o sentido da vida na antiga Babilônia se reuniu em torno de Abraão com a intenção de revelar a força superior, a força de amor e doação que gere a nossa vida ao nos adaptarmos a ela. Houve uma grande crise na Babilônia, o egoísmo entrou em erupção e separou o povo, e Abraão lhes ensinou como se conectar. Ele levou esse grupo de pessoas com ele da Babilônia à terra de Canaã.

Os sucessores do caminho de Abraão foram Isaque e Jacó. O egoísmo continuou a crescer dia após dia e o mesmo povo se esforçou para superá-lo, mas eles não foram bem sucedidos. Isso criou um sentimento de escravidão e provocou o despertar do ponto de Moisés neles, o ponto de conexão que vai contra o ego, contra o Faraó, e traz as dez pragas do Egito.

O milagre do êxodo do Egito acontece quando os filhos de Israel escapam do ego. Quando eles se reúnem no Monte Sinai eles ouvem que devem sentir o amor entre eles e estão prontos para fazer isso, mas não podem, e então vão para o deserto. Os 40 anos no deserto simbolizam o esforço que fizeram para ao menos não prejudicar os outros se não podem alcançar o amor. O ego é revelado como uma serpente em um dado momento e seu esforço é subir acima dela, para não prejudicar os outros e manter a amizade entre eles.

Os filhos de Israel recebem o maná do céu no árido deserto. É a força que os ajuda a manter as boas relações entre si. Na Babilônia, o ego era relativamente pequeno, mas no Egito ele entrou em erupção de uma maneira terrível. A esse respeito a nossa situação é pior hoje. Há ódio entre nós; somos desconsiderados nas estradas, nos meios de comunicação, no Knesset, em todos os lugares. Se quisermos mudar isso, é preciso primeiro reconhecer a causa para essa situação ruim, que é o nosso egoísmo, e depois temos que aprender a corrigi-lo.

De KabTV “Nova Vida # 721 – De Abraão À Geração Do Deserto “, 26/04/16

A Unesco Ignora A Conexão Histórica Do Judaísmo Com O Monte Do Templo

Laitman_417Nas Notícias (aljazeera.com): “A resolução, aprovada pela Diretoria Executiva da agência cultural de 58 nações da ONU na semana passada, condena a mordomia do governo Israelense e desacredita a renovação dos “assim chamados” banhos rituais Judaicos e a suposta criação de ‘túmulos judaicos falsos’.

“Os sítios também são chamados por seus nomes em árabe ou inglês, ou, no caso do muro ocidental, o local mais sagrado onde os Judeus podem rezar, são colocados entre aspas.

“O Muro das Lamentações está na histórica cidade velha de Jerusalém Oriental, que foi ocupada por Israel junto com o resto da Cisjordânia e da faixa de Gaza durante a guerra do Médio Oriente de 1967, embora o Parlamento de Israel, o Knesset, tenha aprovado a Lei de Jerusalém, que, em 1980, declarou a cidade “completa e unida”.

“No entanto, a grande maioria da comunidade internacional – incluindo os Estados Unidos, União Europeia e a ONU – não reconhece as reivindicações de Israel da soberania sobre Jerusalém Oriental.”

Meu Comentário: O povo Judeu surgiu sob a liderança de Abraão na antiga Babilônia, através da união de famílias separadas, clãs e tribos. Eles concordaram em se tornar uma única sociedade cujo objetivo era alcançar a relação de “e amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18). Em tais relações entre as pessoas, a propriedade de amor que gerencia o mundo se manifesta. Essa característica é chamada de Criador.

Como resultado do egoísmo que nos domina, nós existimos dentro da propriedade de amor, como em uma bolha impenetrável. Dentro dela, nós sentimos o nosso mundo, em seu egoísmo. A Cabalá nos chama a nos unir apesar do nosso egoísmo, para romper a membrana dessa bolha e descobrir por nós mesmos o mundo superior eterno e perfeito.

A humanidade, inconscientemente, aguarda a unificação do povo Judeu para mostrar o exemplo (ser uma Luz para os povos do mundo) de como é possível unir o mundo integral. Enquanto não cumprirmos essa Mitzvah (mandamento) para trazer o mundo à unidade com o Criador, o mundo vai nos odiar. Quanto mais rejeitarmos nossa missão, mais nós iremos testemunhar um ódio cada vez maior do mundo em relação a nós.

Nova Vida # 725 – Dia Memorial: O Fim Do Luto

Nova Vida # 725 – Dia Memorial: O Fim do Luto
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi ben Moshe Mandelbaum e Tal

Resumo

Por que Israel está em uma luta contínua por sua existência? Como podemos pôr fim à guerra e de que maneira a Cabalá proporciona uma sensação de segurança para nós e para o mundo?

Eu nasci no sofrimento da Segunda Guerra Mundial e vim para Israel, servi no exército e nas forças militares da reserva. O Dia Memorial é um dia de auto-investigação.

De acordo com a sabedoria da Cabalá, nós vivemos no sistema da natureza em que existem leis claras e definidas. Como Judeus, nos é dado o livre arbítrio e nosso papel é equilibrar o mundo em que a força egoísta negativa cresce constantemente. O primeiro a equilibrar o mundo foi Adão, e depois houve Abraão. Abraão disse ao povo como lidar com o egoísmo, com a ajuda da força positiva na natureza. A nação de Israel que se reuniu em torno dele aprendeu a construir uma conexão acima do ego e a equilibrar as duas forças na natureza.

As raízes da nação de Israel, que foi construída sobre o amor ao próximo, são a sua singularidade. Se voltarmos ao nosso papel e trouxermos a força positiva ao mundo, ninguém se levantará contra nós. Em vez de competir uns contra os outros, temos que invocar um novo tipo de concorrência, a competição sobre a ajuda mútua. Temos que chegar mais perto da força do amor para o bem de todos os soldados caídos, e, então, também vamos sentir todas as almas entre nós.

Da KabTV “Nova Vida # 725 – Dia Memorial: O Fim do Luto”, 05/05/16

Netanyahu Critica Moshe Ya’alon

laitman_547_06Pergunta: O primeiro-ministro de Israel convocou o então ministro da Defesa, Moshe Ya’alon, para explicar seus comentários na frente de oficiais superiores da IDF. Ya’alon afirmou que os oficiais devem expressar suas opiniões, mesmo que sejam diferentes dos pontos de vista e da opinião do comando superior e dos líderes políticos. Suas palavras provocaram respostas diferentes por parte do governo e do exército, começando com o total apoio à ideia de demitir Ya’alon. (Ya’alon renunciou ao cargo poucos dias depois.) Como você se relaciona com tal pluralismo?

Resposta: Isso não é pluralismo, mas indiscriminação que só existe no nosso exército. Os militares devem se empenhar na sua profissão. Por alguma razão, nós estamos testemunhando uma tendência infeliz de militares que preparam seus futuros políticos. Isso é totalmente inaceitável, porque enquanto ainda no exército eles começam a se adaptar a certas correntes ou partidos políticos, enquanto que o exército deve ser totalmente indiferente e independente de qualquer um, subordinado apenas ao governo. Não importa o que ele comanda, o exército deve desempenhar as suas ordens e pensar apenas em como fazê-lo da melhor maneira possível.

Se os oficiais militares começam a discutir sobre o porquê políticos pensam de uma maneira ou de outra, não é mais um exército, mas outro parlamento. Isso deve acabar, parar, e deve haver uma lei em que uma pessoa que é liberada do serviço militar ou da polícia não pode manter uma posição no governo. Ela pode se envolver em qualquer tipo de trabalho administrativo no mercado livre, não importa onde e como, mas em nenhuma circunstância pode fazer parte da política.

Comentário: Nesse caso, não teríamos tido metade dos nossos primeiros-ministros, já que a maioria deles eram ex-oficiais militares!

Resposta: E nós não precisamos deles. Qual foi o benefício do general De Gaulle se tornar primeiro-ministro? Ele perdeu o amor de seu povo. Nós devemos entender que não é a mesma coisa. Por alguma razão, acreditamos que uma pessoa que sabe como comandar também vai saber como conduzir bem um Estado. Estudos mostram que é exatamente o oposto, porque as leis em cada caso são totalmente diferentes. Essa é a razão pela qual isso não deve ser permitido.

Pergunta: Por que todos querem se expressar e mostrar a sua independência no exército israelense?

Resposta: A questão é que todos os israelenses vieram de diferentes lugares e foram inicialmente organizados apenas em kibutzes. Todos os membros do kibutz serviram no exército, estavam acostumados a esse modo de vida, e então, gradualmente, fizeram o seu caminho para a política. Isso aconteceu porque o nosso Estado foi fundado em tempos de guerra, mas hoje isso é simplesmente impossível.

Pergunta: Será o fato de que todos sentem que ele é o chefe relacionado com o nível espiritual?

Resposta: “Todo mundo deve estar feliz com seu destino e com o que lhe foi dado! É dever dos trabalhadores trabalhar e do homem corajoso ser um guerreiro”, disse Shota Rustaveli. É assim que devemos avançar.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 17/05/16

Nova Vida # 569 – Sociedade Israelense: Ódio Aos Ricos

Nova Vida # 569 – Sociedade Israelense: Ódio Aos Ricos
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

A sociedade muda de acordo com o desenvolvimento do ego humano. Antigamente os ricos eram respeitados, depois passaram a ser odiados. O ódio aos ricos é muitas vezes conduzido por pessoas instruídas entre os dez por cento de cima. Em Israel, a situação é singular porque não temos vivido juntos como uma única sociedade nos últimos dois mil anos. Em Israel, nós não passamos por todo o processo pelo qual os europeus passaram, por exemplo, com todas as suas revoluções e mudanças.

Os fenômenos sociais que estão ocorrendo em Israel não têm sido típicos para o povo judeu. Na Diáspora, os judeus se apoiavam, se ajudavam, não roubavam e mentiam entre si.

Neste país, nós estamos passando rapidamente por processos que aconteceram nas nações ocidentais ao longo de centenas de anos. As disparidades econômicas só vão piorar até começarmos a nos reeducar para a conexão. A educação para a conexão entre o público geral irá irradiar novos valores, mesmo entre os ricos no topo.

A natureza da educação para a conexão irá permear toda a nação uma vez que todos nós estamos conectados numa rede ligada. Só a educação para a conexão irá iniciar uma verdadeira revolução, uma vigorosa revolução padrão não será benéfica de qualquer forma.

Hoje, as pessoas sentem que os ricos estão roubando e explorando-as, de modo que os odeiam. Como resultado da educação para a conexão, os próprios ricos vão querer contribuir mais para a sociedade como um todo.

Através da tendência a se conectar, o público vai reconhecer um novo benefício, uma nova realização: a descoberta da força superior, uma nova vida. Essa não é apenas uma realização através da vestimenta da riqueza, propriedade ou honra; é a realização por meio da Luz.

Para obter essa realização exaltada, a realização por meio da Luz, a pessoa deve estar conectada corretamente aos outros. O ódio aos ricos só vai parar quando eles trabalharem em conjunto com os pobres para a construção de uma sociedade unida.

De KabTV “Nova Vida # 569 – Sociedade Israelense: Ódio aos Ricos”, 14/05/15

Nova Vida # 568 – O Fosso Socioeconômico Em Israel

Nova vida # 568 – O Fosso Socioeconômico Em Israel
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

As pessoas sábias sempre foram respeitadas e a riqueza não era tão valorizada como a sabedoria. No passado, a coisa mais importante era ser sábio na Torá e só depois vinha a aquisição de conhecimento e a experiência profissional. Era assim quando a nação de Israel estava no exílio.

Em Israel, o conhecimento e a sabedoria são menos apreciados hoje. Nós temos que mudar nosso sistema de valor social e respeitar a especialização e a sabedoria em vez da riqueza.

O crescente egoísmo levou à destruição social e as pessoas não veem mais a pessoa, mas quanto dinheiro ela tem. Por outro lado, nós podemos ver que as pessoas estão ficando cansadas de perseguir o dinheiro. A depressão generalizada e o abuso de drogas são uma indicação disso.

Nós devemos levar em conta não só a riqueza, mas também a felicidade, a alegria, a sensação de segurança e paz na família. Nós precisamos de uma nova abordagem da vida, de modo que a pessoa se sinta encorajada, tenha apoio, seja é amada, segura e conectada.

Uma sociedade igualitária só pode ser construída educando-se as pessoas a se conectar para que elas se sintam próximas umas das outras e cuidem umas das outras.

De KabTV “Nova Vida # 568 – O Fosso Socioeconômica Em Israel”, 14/05/15

Por Que Os Políticos Não Mantém Suas Promessas?

laitman_263Pergunta: Por que os políticos nunca mantêm as suas promessas?

Resposta: Não é rentável para um político manter suas promessas. É vantajoso se elas não são implementadas por outros para que ele possa comparecer perante os eleitores de novo e de novo e falar sobre cumprir as exigências deles pouco antes das eleições porque a principal coisa para ele é o poder.

Essa é a razão porque o governo não beneficia seus constituintes. Portanto, só confie nos Cabalistas. Eles devem manter as suas promessas, porque o poder não é o seu objetivo, mas o meio para alcançar o Criador.

China A Favor Do Estabelecimento Da Palestina

laitman_547_02Comentário: O primeiro-ministro da China, em sua aparição na Liga Árabe, declarou que Israel deve ser dividido em uma nação judaica e uma nação palestina com a capital da nação palestina em Jerusalém Oriental. Eles alocaram 7,6 milhões de dólares para isso.

Resposta: Só parece estar alocado. Não há nenhuma nação no mundo que não irá proteger Israel até que a ONU tome a decisão de liquidar a “nação sionista”. Eles vão determinar a data e o período de tempo para o processo, quando todos devem deixar o território do país. Cada um vai sair para onde quiser, para onde quer que concordem em aceitar, se concordarem.

Isto é o que vai acontecer aqui em Israel, se continuarmos a nos envolver em benefício pessoal, com esquemas de um contra o outro, e pensar apenas nisso.

Todos nós sabemos como tratamos uns aos outros em vez de se unir, como todo mundo odeia o outro no Knesset (Parlamento), tentando impor sua opinião. Se isso continuar, não temos futuro.

Pergunta: Será que isso significa que Israel não tem nenhum amigo?

Resposta: Uma nação não tem amigos, só interesses. Isso é o que determina se uma nação é amigável ou não. De acordo com os interesses recebidos, não temos amigos, porque estamos nos comportando de forma inadequada. Não estamos dizendo nem mostrando à humanidade o que devemos fazer para que o mundo possa ser salvo e sua condição melhorada, especificamente graças ao nosso comportamento correto.

Cabe a nós mostrar ao mundo um exemplo de como se unir, como elevar o nível de vida, das relações sociais, e tudo o mais, porque, dessa forma, atraímos até nós a Luz Superior, a força superior, que pode implementar todas as mudanças em nossa natureza, e daí é só esperar que essa situação influencie o mundo.

A força superior não é Deus como pensamos. É a força que existe na natureza, e é necessário saber como atraí-la para que ela mude a humanidade e acrescente o bem (força positiva) ao mal que preenche o nosso mundo. Sem ela, somos apenas influenciados pelo polo negativo.

Se fizermos isso, não só teremos amigos, mas todo mundo vai inclusive nos seguir com os olhos fechados, porque o mundo não tem outro lugar para ir. Nós só precisamos dar o exemplo pessoal do método de unificação.

Portanto, devemos fazer isso para que o povo de Israel saiba qual é a realização de sua missão histórica. Sem isso, o mundo irá nos conduzir de uma forma terrível, não só aqui, mas também de todos os pontos do mundo. O futuro está apenas na unificação.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 24/04/16