Textos na Categoria 'Equivalência com o Criador'

Realização Aqui E Agora

Dr. Michael LaitmanO Zohar é uma qualidade única, a Luz superior que vem para corrigir-nos se estivermos prontos para a correção e descobrirmos o lugar que precisa ser corrigido. Este lugar é a conexão entre nós, e uma vez que somos o resultado da quebra, temos que tentar nos conectar a fim de encontrar o atributo comum de doação entre os nossos vasos (desejos).

Quando descobrimos que isso não existe entre nós, nos arrependemos e queremos que a Luz nos influencie e transforme o ódio e a repulsa que ocorre entre nós na doação e amor mútuo que queremos descobrir. Então, vamos exigir que a Luz execute esse trabalho e nos transforme daqueles que são repelidos por aqueles que se aproximam e se conectam entre si e estão unidos.

Então, conforme a intensidade da conexão que alcançamos, vamos sentir a força comum de doação que é chamada de Luz de Hassadim. Se quisermos realmente nos esforçar para doar um ao outro, a fim de descobrir o Criador (que já é um tipo diferente e mais sublime de trabalho), então na mesma Luz de Hassadim que é revelada entre nós, vamos ver o que precisa ser feito, que esforços internos especiais, e neles vamos descobrir a real ação de doação chamada de “revelação do Criador às criaturas”. Nós sentimos como doamos e damos prazer a mesma força, ao mesmo pensamento, a mesma raiz. Nós temos que tentar alcançar tudo isso aqui e agora, na conexão entre nós.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 04/03/13, O Zohar

Tornar-se Um “Trapo”

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “Introdução ao Livro do Zohar“, Item 5: Portanto, o senso comum afirma que nós entendemos o oposto do que parece ser superficialmente, e decidimos que somos verdadeiramente criaturas nobres e dignas, de importância imensurável, realmente dignas do Trabalhador que nos fez.

Pergunta: Como é que isso concorda com o que o Rabash disse-lhe uma vez: “Agora você é um trapo como eu sou”?

Resposta: Há muitos discernimentos e elementos no termo “trapo”: eu sou incapaz de qualquer coisa, sou dependente do Criador e estou feliz por ter descoberto este fato. Por isso, eu quero ver o início e o fim das minhas ações, e em cada ação eu tenho que fazer esforços para atingir o conceito de “trapo”, e depois me aderir ao Criador e com isso obrigá-Lo a fazer algo.

Assim, o estado de “trapo” vem depois de todo o esforço, de acordo com o princípio “Eu me esforcei e encontrei”. É a fase final e é um nível muito importante para que eu entenda melhor que não tenho nada, que estou totalmente “espremido”, impotente, carente de energia e motivação que devo receber da Luz.

Eu não consigo realizar a correção, não posso acumular os discernimentos necessários, mas posso atingir o desejo necessário para me esforçar que recebo do ambiente. Eu poderia ficar no nível “animal” para sempre, se o Criador não me deixasse subir para um nível mais elevado sobre o qual Baal HaSulam escreve.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 03/03/13, “Introdução ao Livro do Zohar

Retirada Não É Uma Opção

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “Um Discurso para a Conclusão do Zohar“: Este ambiente irá ajudá-lo a obter a grandeza do seu Rav através do amor dos amigos que apreciam o Rav.

Pergunta: Como é que o amor dos amigos ajuda a atingir a grandeza do Rav?

Resposta: O termo “Rav” inclui o Criador, e em geral tudo que ajuda a pessoa a se elevar ao próximo nível. Os amigos não são aqueles que ajudam a pessoa a subir ao próximo nível, mas em reconhecer a grandeza desse nível. A pessoa não se vê no próximo nível, mas com a ajuda do grupo e graças à influência dos amigos, ela começa a imaginar a grandeza do próximo nível.

Nós usamos o “combustível” do grupo, embora ninguém tenha ainda atingido o nível mais alto. O espírito geral e a atmosfera geral são suficientes, porque esta é a nossa natureza: a pessoa aprecia os valores do seu ambiente e os considera importante. É de acordo com este princípio que nós crescemos.

Pergunta: Portanto, por que eu devo amar os amigos? Não basta simplesmente apreciá-los?

Resposta: O amor dos amigos já é a satisfação. O primeiro passo que eu devo dar é aceitar o caminho e a meta, concordar em aceitar o sistema e a ideia da força superior a qual conectamos e aceitamos. Então, como eu posso elevar esses valores acima de mim mesmo? Através do apoio do ambiente que vai me ajudar a sentir a grandeza da meta.

O “ambiente” são os livros de Cabalá, os amigos e o professor. Juntos, eles me levarão ao Criador. Isto significa que todos esses fatores devem ser constantemente importantes para mim, estar acima da minha autoimportância. Só então eu serei capaz de avançar.

Comentário: Ainda assim, na vida comum, o ambiente nos influencia até mesmo se não pensarmos positivamente nele.

Resposta: É verdade, quer gostemos ou não, o ambiente nos influencia usando o nosso ego, nosso desejo de receber que está sempre pronto para desfrutar. É simplesmente mostrado diferentes tipos de prazer; eles os percebem como isca e os engole.

Por outro lado, eu não sou atraído para as metas que o grupo apresenta. Pelo contrário, por causa delas eu tenho que desistir de coisas e aspirar receber prazer da doação, a qual eu realmente não entendo. Eu não a entendo a tal ponto que até sinto repulsa por ela. O caminho todo é feito de concessões, de autoanulação, de anulação perante o grupo, embora nada em mim seja atraído a algo assim.

Acontece que eu não gosto do grupo e da mensagem do professor sobre o Criador. Deve haver trabalho mútuo por parte do indivíduo e por parte do grupo. Os amigos têm que trabalhar juntos para que todos sintam que essas coisas são obrigatórias e desejáveis​​, de modo que cada um veja como elas são essenciais e importantes, e que o entusiasmo geral inunde a sua consciência e a sua alma.

Se não criarmos uma espécie de “lavagem cerebral” aqui, nós simplesmente não seremos capazes de avançar. Impressões externas não vão nos ajudar aqui, nem boas palavras ou ações amigas. Internamente, a pessoa ainda rejeitará a ideia de doação se ela não for reforçada pela atitude séria do grupo, onde todos estão prontos para investir nela e estimular um ao outro.

As pessoas que se agarram a sua exterioridade, girarm em torno da meta, do sistema, por décadas. Algumas se tornam Hassidim, algumas se envolvem no estudo árido, e outras lidam com a disseminação, mas não implantam o método de forma correta e eficiente.

Tudo isso é porque o ambiente não é forte o suficiente para varrer uma pessoa em direção à meta. Afinal, com isso nós lutamos contra a nossa natureza, o nosso desejo de receber, que temos que neutralizar e até mesmo atrair para a doação. Isto é extremamente difícil, mas esta é a chave. Se tivermos sucesso, vamos avançar em direção à dimensão superior, e se não, como se diz “vamos nos aposentar”. …

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 21/02/13, “Um Discurso para a Conclusão do Zohar

Meu Grão De Areia Favorito No Universo Do Criador

Dr. Michael LaitmanPergunta: Em sua carta nº 29, Baal HaSulam escreve que “a proibição é o mesmo que permissão, visto que a chave que é boa para fechar também é boa para abrir”. Que tipo de “chave” ele quer dizer?

Resposta: A chave é a Luz de Hassadim, a intenção de doar. Por um lado, nós podemos nos fechar com esta chave e, assim, impedir a Luz de entrar em nossos desejos egoístas. Por outro lado, podemos nos abrir para a Luz que se veste de intenção de doar. Sob esta condição, a Luz tem permissão de entrar no desejo de receber. Bina se recusa a receber; portanto, Bina é contra a Luz de Hochma. Como é que ela se abre para a Luz de Hochma após a restrição? Ela se transforma numa “vestimenta para a Luz”, numa condição. Nós estamos prontos para receber guloseimas da mesa do anfitrião sob a condição de que Ele nos permita pensar Nele, e não nos nossos estômagos.

Se nós continuamos pensando no Criador enquanto continuamos recebendo prazeres, se O sentimos e entendemos que ele gosta de nós, então nossas sensações se tornam um milhão de vezes maior do que aquelas que recebemos de uma autoindulgência direta. Nós multiplicamos o prazer porque entendemos o significado do Anfitrião e sentimos amor por Ele. É assim que ficamos prontos para aceitar as guloseimas.

Portanto, Bina bloqueia apenas uma pequena quantidade de Luz (Nefesh de Nefesh) que poderia ter recebido diretamente no desejo de receber. Ela se abre para a Luz de NRNHY, a Luz infinita do Criador. Isso implica que a chave que fecha a porta também abre. Como se diz: “Abra um pequeno espaço do tamanho de um buraco de uma agulha para Mim e Eu vou abrir os portões por onde carros e carruagens entram”.

Nós não podemos receber diretamente mais do que um fino raio de Luz que sustenta a vida de todos nós e revive todo o mundo. A intenção de doar multiplica a pequena centelha viva e a expande até o tamanho do Criador, se nós nos esforçamos em doar a Ele.

Nós “usamos” o Criador como uma lupa e amplificamos o fino raio que formou toda a criação, toda a matéria. Nós temos que aumentar tanto a matéria quanto o prazer proporcionalmente à grandeza do Criador aos nossos olhos. Essa oportunidade é concedida a nós por uma “ferramenta” chamada de “intenção de doar”.

É chamada de “doação”, mas devido a ela nós recebemos a oportunidade e adquirimos a capacidade de aumentar nosso desejo de receber que foi moldado pelo Criador “a partir do nada”. É semelhante a um minúsculo grão de areia, uma ponta da agulha, que podemos multiplicar proporcionalmente à “escala” do Criador, para que possa ser preenchido com a Luz que é tão poderosa quanto o próprio Criador.

Isso acontece porque temos que começar a trabalhar em doação “na ponta de uma agulha”, num “minúsculo grão de areia”, de um desejo de receber que foi criado por Ele. Nós recebemos um grama de prazer e simplesmente não conseguimos “nos encaixar” mais neste pequeno desejo que é tão pequeno quanto um grão de areia. No entanto, se conseguirmos expandi-lo em prol da doação, é crucialmente importante em prol de quem fazemos isso. Assim, nós multiplicamos nosso desejo e o prazer proporcionalmente à escala de Seu amor por nós, como uma criança que sorri para sua mãe e, portanto, causa enorme alegria nela.

É a “patente” que usamos, a oportunidade milagrosa que nos foi concedida pelo Criador. Nós usamos seu poder e a força do Seu amor por nós ao expandir-nos com a sua ajuda. Caso contrário, seríamos as menores criaturas do mundo. Todos os outros níveis da natureza (inanimado, vegetal e animal) se satisfazem diretamente, enquanto que, pelo simples fato de que nascemos como pessoas, passamos por todos os níveis anteriores (inanimado, vegetal e animal) e só há uma coisa deixada para nós, um ponto no coração que está completamente vazio de qualquer satisfação.

Como somos tão infelizes, uma pequena centelha desperta em nós. É o desejo de receber prazer no nível falante que agora permanece vazio em nós. Se não formos capazes de receber o poder do Criador e não tirarmos “vantagem” do Seu amor e de Sua gentil atitude em relação a nós, usando-a para “engrandecer” a nós mesmos com esta qualidade, nós ficaremos com um desejo escasso e oco. Mesmo a morte é melhor do que esse tipo de vida…

Felizmente, nós recebemos a oportunidade de receber o poder do Criador se tratarmos cada um de forma correta. É por isso que aconteceu a quebra e todos os outros tipos de preparações do Alto, de modo que as pessoas possam sentir a necessidade de amar, ou pelo menos perceber a necessidade de se unir.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 25/02/13, Escritos do Baal HaSulam , “Carta 29”

Quando A Luz Encontra As Reshimot

Dr. Michael LaitmanPergunta: Às vezes eu me espanto com meus próprios pensamentos, de onde eles vêm?

Resposta: Do Criador.

Pergunta: Mas quando penso nos meus pensamentos, isso também vem Dele. Então, onde eu estou, realmente?

Resposta: Eu tenho que atribuir tudo a Ele, tudo a uma fonte, à Luz que é derramada de Cima e evoca as Reshimot abaixo. O encontro entre a Luz e as Reshimot é o que criou a realidade em que me encontro. A partir daqui se desenvolve o meu senso de realidade.

Há cinco níveis de desenvolvimento em mim e eu quero atingir a minha fonte, meu Criador, ou seja, eu alcancei o quinto nível. Então eu quero alcançar do que sou feito: a “Luz” e as Reshimot.

Em outras palavras, eu pergunto sobre o sentido da vida: De onde vem a vida? Para quê e como?

Normalmente, esta questão vem como resultado de sentimentos desagradáveis, quando me sinto mal. Nesse caso, os Cabalistas nos dizem que a pessoa não pode entender e fazer algo por si mesma. Primeiro eu tenho que reunir e construir um sistema no qual vou agir – tanto do ponto de vista das Reshimot quanto da perspectiva da Luz.

Neste sistema, há eu e o outro, e isso me permite evocar as Reshimot e a Luz nele. Então eu começo a me assemelhar ao Criador, como se diz, “Nós O conheceremos a partir de Suas ações”.

Esse sistema é chamado de “grupo”.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 01/03/13, “A Paz”

Como A Ocultação É Formada?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Do que é formada a ocultação?

Resposta: A ocultação foi formada de nossos sentimentos e mente corrompidos. É como se eu estivesse tentando entender alguma coisa, mas não consigo. Eu me esforço, “quebro a cabeça”, tentando me aproximar por um lado e por outro, mas não consigo entender isso. Acho diferentes pontos para me agarrar, mas não consigo penetrá-los para que isso faça sentido para mim. A razão para isso é a falta de conexão, ou seja, a falta de vasos de percepção.

É como um quebra-cabeça que tem que ser reunido para que cada saliência combine perfeitamente com o entalhe designado. É a mesma coisa aqui, eu não tenho os entalhes corretos na minha deficiência, de modo que a peça do quebra-cabeça entre em mim e se conecte comigo. Então, eu vou entender, perceber e sentir, e a imagem vai, subitamente, ser revelada a mim.

Eu me lembro que quando eu era estudante do Rabash e fui reclamar com ele indignado que a ocultação dura muito tempo. Mas a ocultação decorre da falta de equivalência, da falta de compatibilidade entre os seus atributos internos e as deficiências do mundo que tem que entrar em você. Por enquanto, a sua deficiência não pode perceber esta forma. Portanto, o que pode ser feito aqui? Você é como uma criança que está tentando com força colocar um cubo num buraco redondo. Mas a criança não entende que não vai conseguir e assim continua empurrando o cubo e chorando.

Nós também não entendemos a necessidade de compatibilidade aqui, que é alcançada pela observação e pelos esforços. Isso é difícil e nós vemos como uma criança não consegue suportar essa situação. É o mesmo conosco, visto que a razão é sempre a incompatibilidade, a falta de equivalência. Imagens perfeitas e completas vêm de Cima, mas nós temos que nos tornar compatíveis a elas.

Assim, todos os eventos em sua vida, todas as situações que não são sentidas como totalmente perfeitas, como a imagem do Criador, indicam a falta de vasos de percepção, algum tipo de incompatibilidade sua com o superior.

Primeiro, agradeça o sentimento de deficiência; já é uma revelação. Você não precisa acalmar e silenciar esse sentimento, mas sim trabalhar com ele de propósito. Alegre-se que os males estão sendo revelados e comece a corrigí-los.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 25/02/13, O Estudo das Dez Sefirot

Os Dias Benéficos Do Purim

Os dias festivos do Purim são muito bons e benéficos. Estes são os dias em que, no nosso mundo, há há forças boas, as forças da unidade, que podem nos ajudar a nos conectar e resolver os problemas.

Nós temos apenas um problema: encontrar a rede de forças entre nós, uma conexão na qual o Criador seria revelado. Nós não precisamos de mais nada! A coisa mais importante para nós é revelar o Criador.

Esta é a nossa principal tarefa, e isto pode ser resolvido apenas na conexão entre nós.

Uma vez que nós estabelecemos uma rede de conexão entre nós, pelo menos em sua qualidade mínima, imediatamente sentiremos o Criador.

É por isso que é muito bom que estamos ficando juntos estes dias. Tente fazer tudo isso! Você não pode imaginar o quanto precisamos disso! Uma vez que a força geral começa a se manifestar entre nós, teremos uma arma poderosa em nossas mãos, um poderoso meio para corrigir o mundo, e depois começaremos a trabalhar com isto.

Afinal de contas, nós não sabemos para onde ir sem isto , o que controlar, e o que pressionar. A manifestação do Criador abre os nossos olhos totalmente, desata as nossas mãos, e mostra o caminho.

[101553] A partir da aula virtual de 24/02/13

Material Relacionado:
Rejeição Social Vinculada A Posteriores Consequências Na Saúde

 

Em Linha Reta São Os Caminhos Dos Justos

Rabash, “A Torá é um Nome Santo”: Portanto, quando a inclinação do mal traz a uma pessoa pensamentos alheios, é então o tempo certo para pegar nesses pensamentos e eleva-los “acima da razão.”

Uma pessoa pode fazer isso em relação a qualquer coisa que o seu coração deseja, e ele não deve dizer que agora ele foi repelido pelo trabalho, mas antes que lhe foi dado o desejo e pensamento de Cima, para que ele seja capaz de o trazer à Santidade. Assim, ele está na verdade a ser aproximado ao Alto, e portanto foi-lhe enviado este tipo de trabalho.

E sobre isto foi dito: “Em linha reta são os caminhos do Senhor, os justos o seguirão e os pecadores se perderão neles,” o que significa que se a pessoa é recompensada, ele pode ascender dessa forma e se ele não for (recompensado), ele descerá por essa espiritualidade.

Acontece que não há um momento na nossa vida em que a Luz não nos seja revelada, através da revelação de espessuras adicionais em nós, de diferentes maneiras. Convocado em nós em diferentes sentimentos e pensamentos que são evocados pela mente e coração, e nós temos que responder.

Este desejo adicional pode levar-nos ao mau humor ou a uma ascensão egoísta; ele pode levar-nos a pensamentos que estão mais próximos ou mais afastados da espiritualidade, á critica do ambiente ou de tudo que está relacionado com o caminho espiritual. Tudo isto acontece, é claro, apenas pela revelação do novo Reshimot (genes espirituais). Se uma pessoa está no ambiente correto e em adesão ao professor, aos livros e ao grupo, a todos os esforços que estabilizem o seu caminho, então ele não esquecerá isto.Aí ele não perderá nenhuma oportunidade que lhe foi dada e irá constantemente responder.

A resposta em si pode parecer boa e bem-sucedida ou não tão boa e sucedida não faz diferença. O importante é que ele cumpra o momento atual, o Reshimo que lhe foi dado e siga em frente.

Mas se uma pessoa não se agarrar ao professor, á Torá e ao grupo, então ele não tem hipótese de cumprir esse momento, e assim a vida passa sem qualquer objectivo. Ele pensa que está avançando, mas na realidade ele está apenas acumulando sabedoria. Isto significa que ele não está a progredir no cumprimento do novo Reshimot mas apenas a desenvolver a sua egoísta mente.

Por isso, se diz, “Em linha reta são os caminhos do Senhor.” Se uma pessoa se relaciona com isso corretamente, então ele passa através deles como o “justo.” Caso não o faça, então ele desce e abandona o caminho espiritual. O principal é verificar se você pode atribuir a cada momento ao cumprimento da meta, que significa alcançar o atributo de outorga acima da razão.

Da Preparação para a Lição Diária de Cabala 28/02/13

A Ressurreição Dos Mortos

Baal HaSulam, “Introdução ao Livro do Zohar “, item 3, Consulta n º 5 : A questão da ressurreição dos mortos: Uma vez que o corpo é tão desprezível, que, imediatamente após o nascimento está condenado a perecer e ser enterrado. Além disso, O Zohar disse que antes do corpo apodrecer totalmente, a alma não pode ascender ao seu lugar no Jardim do Éden, enquanto ainda há restos dela. Portanto, por que deve retornar e subir na ressurreição dos mortos? Não poderia o Criador encantar as almas sem ele?

Na verdade, por que “o corpo” deve renascer? E sobre a alma? Será que vai descer do Céu de novo?

Ainda mais desconcertante é o que nossos sábios disseram, que os mortos estão destinados a aumentar com suas falhas, de modo que não será confundido com outro, e depois Ele irá curar as suas falhas.

Nada resta do corpo depois que apodrece. Então, por que tem que reviver? Que diferença faz se alguém diz alguma coisa?

Devemos entender por que Deus deve preocupar-se de que ele não possa ser confundidos por outro, que para isso Ele iria recriar suas falhas e depois teria que curá-las.

“O corpo”, que significa o desejo de receber, sempre foi santo e sempre esteve em adesão. A rodada que todos nós fazemos só é necessária, a fim de subir mais alto em direção ao Criador para que possamos sentir todos os 125 graus, de modo a alcançar a fineza e a sensibilidade que irá esclarecer e avivar a nossa percepção para sentir o Criador, e subirá a partir do nível do ser criado para o nível do Criador por nós mesmos.

Portanto, o desejo de receber tem que passar por todo este ciclo e no final de correção para voltar e adquirir todas as falhas. Em seguida, será capaz de comparar o que foi no início da criação, e que ela se tornou no final da criação após ter passado por todos os níveis e apodreceu.

Tudo isso é cumprido pelo nosso trabalho no final do qual, após a “ressurreição dos mortos”, adquirimos um novo discernimento do desejo e com isso podemos aderir ao Criador.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabala de 27/02/13, “Introdução ao Livro do Zohar

Um Despertar Adicional

Todo o nosso trabalho vem para baixo revelando uma deficiência dentro de nós. Isso porque, mesmo antes de começarmos a fazer alguma coisa, o Criador já preparou tudo e está num estado de repouso absoluto. Da Sua parte, há sempre prontidão. Ele está apenas esperando por todas as oportunidades que uma pessoa Lhe dá, o que significa que quando ele revela uma deficiência adicional que é atingida pelas suas próprias forças, e não o que o Criador tenha evocado nele.

Portanto, deve haver algo além da nossa resposta, que é a nossa. Mas de onde vem essa resposta se nós existimos no sistema divino que o Criador dispôs para nós? Onde posso acrescentar algo da minha própria resposta? Como?

A única maneira que eu posso acrescentar algo de mim, é exercer em mim mesmo no meu nível e não num nível acima de mim, por conexão e de alguma forma estimulando um ao outro. Apenas devido ao fato de que eu possa despertar os outros por ações físicas e ele me despertar, podemos criar um despertar adicional em direcção ao superior da nossa parte. Por que na verdade estamos corrigindo a quebra, corrigindo as lacunas entre nós, influenciando o nível espiritual do nível corporal.

No nível espiritual, o Criador realiza a correção, mas só temos de começar o trabalho de conexão e, em seguida, o Criador o completa. No vaso corrigido conectado, começamos a descobri-Lo.

Deste modo nós subimos, cada vez é exigido uma conexão mais forte, em condições que se tornam mais especiais, mais difíceis, e um maior senso de unidade. Por isso, se diz que todo o nosso livre arbítrio está em escolher o meio ambiente. Por tais ações uma pessoa é evocada e evoca a paixão internamente mais qualitativa e desejo para o atributo de doação. De cada vez ele descobre um clarim de cima que vem do Criador chamando-o e convocando-o para ligar e para ascender. Portanto, através da construção de um vaso coletivo, uma pessoa é recompensada com a revelação do atributo da auto-outorga, este navio, que é chamado de revelação do Criador, que está vestido e revelado no ser criado.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabala de 27/02/13, Escritos de Baal HaSulam