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Quem Detém A Chave Para A Liberdade E A Felicidade?

937Pergunta: O hino nacional de Israel, chamado “A Esperança” (Hatikva), contém os seguintes versos: “Nossa esperança aind.a não está perdida, a esperança que perdura há dois mil anos: ser um povo livre em nossa terra” O que significa ser um povo livre?

Resposta: A verdadeira independência não significa ter a possibilidade de fazer o que eu quiser sem considerar ninguém. Nós existimos dentro da estrutura da natureza, na qual operam duas forças. A força geral da natureza é positiva e generosa; ela criou o mundo inteiro e criou a segunda força em oposição a si mesma: a força negativa e egoísta.

É precisamente entre essas duas forças que o ser criado pode existir e sentir-se independente. As forças positivas e negativas nos governam e, portanto, são consideradas as forças superiores da natureza. Uma pessoa que se encontra entre elas possui a liberdade de escolher a qual força se unir.

Isso é chamado de linha do meio, quando conheço as forças positivas e negativas e escolho livremente quais delas considerar como boas e más e qual força prevalecerá.

No exato momento em que estabeleço o equilíbrio entre essas duas forças, como se estivesse nos pratos de uma balança, posso ser considerado independente. Pois agora nem a força do bem nem a do mal, nem o positivo nem o negativo, atuam sobre mim, e eu mesmo determino a linha do meio.

A liberdade é o sonho de todas as nações, de toda a humanidade, de toda a criação. É somente na busca pela liberdade que todos os elétrons se movem, as árvores crescem, as flores desabrocham e os animais percorrem a floresta em busca constante dela.

Pessoas, animais, plantas e até mesmo pedras buscam atingir um equilíbrio tal que nada os oprima. Só então é possível sentir-se vivendo livremente.

De todos os seres criados — inanimados, vegetais, animados e humanos — somente o povo de Israel possui a chave para essa liberdade e equilíbrio, ou seja, para a independência. Essa é a chave para o ponto ao qual todas as partes da criação estão direcionadas.

Essa chave se encontra na Cabalá, na parte interna da Torá. O povo de Israel é capaz de tomar essa chave e, com sua ajuda, encontrar o equilíbrio desejado por todos, a marca zero na balança, para se sentir independente e mostrar esse caminho a toda a humanidade.

Então o povo de Israel alcançará sua verdadeira realização. Para isso o Estado de Israel foi criado, e é exatamente isso que todas as nações do mundo esperam de nós. E se não lhes proporcionarmos esse sentimento de independência e liberdade, esse sentimento de equilíbrio, elas sentirão sua profunda dependência de nós e, portanto, odiarão os judeus e nos acusarão de lhes esconder a possibilidade de uma vida feliz.

Portanto, a independência do povo de Israel é a base da independência objetiva, verdadeira e completa. E todas as outras formas de independência que existem entre as nações e entre todas as outras partes da natureza dependem do povo de Israel. Devemos compreender até que ponto a realização de nossa verdadeira liberdade está em nossas mãos e nos obriga a alcançá-la pelo bem de todos.

De KabTV “Nova Vida 551 – O Que é a Verdadeira Independência?”, 12/04/15

Pelo Dia Da Independência

269Uma pessoa nasce e existe neste mundo para alcançar a independência de sua natureza, para romper com o plano inanimado, com o desejo de desfrutar, e para construir uma forma oposta a isso.

Isso é o que significa tornar-se independente do grau anterior. O próximo grau não existe em uma forma pronta que possamos observar e estudar para tirar um exemplo. Não há ninguém para imitarmos. Podemos apenas buscar qualidades opostas e, dessa forma, construiremos o próximo grau.

A cada instante, os desejos e pensamentos mudam e crescem, e a pessoa pode trabalhar para se construir de forma independente deles. Ela se desenvolve cada vez mais no grau animado. Não é mais o simples animal que era ao nascer. O egoísmo, a inclinação ao mal, se revela cada vez mais nela. Mas o mal foi criado para que, acima dele, construíssemos o oposto, o grau espiritual, a inclinação ao bem, o ser humano.

O grau humano caracteriza-se pela necessidade de conexão com os outros, em contraste com o grau animado, onde cada um se sente cada vez mais separado e distante dos demais. Ao mesmo tempo, no nível animado, parece-lhe que, ao se distanciar de todos, alcança a independência.

Mas, para me construir em um nível humano, preciso me anular e me conectar com todos. E surge a questão: onde está a independência nisso? Pelo contrário, negligencio a mim mesmo em prol dos outros. Isso é exatamente o oposto.

Devemos perceber o quanto é insignificante a independência física que buscamos por meio das ordens da natureza. E a independência no grau humano consiste no esforço para cumprir as instruções de uma força superior. Construímos nossa semelhança com o superior na medida em que conseguimos transcender nossa natureza física.

Diz-se: “Tu salvas o homem e o animal, ó Criador”. Ambos os graus se elevam, se apoiam mutuamente e, juntos, constroem a independência da natureza, do desejo de desfrutar. Desta forma, alcançamos o objetivo da criação, para o qual o Criador cria tudo com um desejo egoísta — para que, acima dele, construamos o grau humano, Adam, semelhante ao Criador, em adesão, em apoio mútuo, em conexão entre todos os desejos.

Tudo o que Baal HaSulam disse sobre o povo de Israel há quase cem anos ainda é relevante hoje. Nós somos realmente como “nozes num saco”, pois nos mantemos unidos por obrigação, sob a influência de forças externas negativas. Ninguém conhece a grande missão deste povo, que ainda precisa ser revelada. Portanto, invejamos todos os outros povos que têm o direito de existir em sua própria terra, direito esse que ninguém contesta.

Mas os judeus são um povo tão especial com quem nenhum outro povo no mundo se relaciona positivamente. Este é um fenômeno peculiar. E o próprio povo de Israel, internamente, não consegue se unir naturalmente; sente uma desunião interior.

E mesmo os não judeus em quem despertou no coração a aspiração de se conectar com a força superior, que os leva ao estudo da Cabalá, também revelam o quanto são diferentes e distantes uns dos outros. Eles não têm o desejo de se aproximar dos outros.

Não importa a que povo pertençam no mundo material, mas assim que se unem num grupo empenhado no progresso espiritual, tornam-se imediatamente semelhantes ao povo de Israel: igualmente desunidos. Cada grupo é como um saco de nozes, que se esfregam umas nas outras e não querem se unir.

Esta é uma manifestação da mesma natureza, tanto no povo de Israel quanto nos grupos Cabalísticos de todo o mundo que desejam se aproximar do Criador. Disso se depreende que os judeus não são apenas um povo, mas também, no passado, um grupo de Cabalistas. Outrora, eles alcançaram um nível espiritual elevado, sendo capazes de superar a separação e se unir. Posteriormente, caíram desse patamar e agora existem em uma forma oposta.

Devemos estudar nosso estado espiritual a partir de seu oposto, que existe hoje. Pois quanto mais nos desenvolvemos e tentamos estar juntos, pior nos saímos. Mas devemos nos alegrar que o mal esteja sendo revelado, nossa verdadeira natureza. Essa natureza não é comum; é muito pior do que a de todos os outros povos, porque provém da quebra.

Todos os outros possuem uma natureza comum e animada que busca o bem-estar material para seus corpos. Mas o povo de Israel, por meio de suas tentativas de união e do estudo da Cabalá, desperta consciente ou inconscientemente a luz superior que retorna à fonte, e dessa forma revela a quebra, a ausência de unidade, de espiritualidade. Portanto, qualidades antiespirituais, opostas ao Criador, se revelam em nós.

Devemos esclarecê-las, compreendê-las e relacionar-nos com elas com grande respeito, pois é precisamente acima dessas consequências da quebra, da corrupção, da separação do espiritual e da unidade que devemos construir o estado corrigido. Todos esses estados que se opõem à unidade e à correção, assim como aqueles que a apoiam, pertencem ao grau humano. Portanto, devemos valorizá-los e trabalhar neles.

A correção diz respeito apenas ao grau humano. Ela exige nossa unidade e proximidade em opiniões e sensações. Embora ninguém renuncie à sua opinião e aos seus sentimentos, a conexão se dá acima deles, em “um só homem com um só coração”, como no primeiro homem, Adam HaRishon. O último homem, finalmente corrigido, será o mesmo. A revelação da quebra do passado aponta para a correção futura.

Portanto, hoje somos um grupo especial, um novo povo, o povo do Criador, que está tentando se reerguer do pó.

Existem nações — isto é, tais desejos de desfrutar — que estão unidas no nível animado. Elas sentem proximidade e compreensão de acordo com suas qualidades materiais e, portanto, se sentem bem juntas. Cada uma sente que vale a pena pertencer a esse grupo, ao seu povo.

Existem 70 nações desse tipo no mundo, grupos, cada um caracterizado por seu próprio espírito, grau de unidade, nível de existência, caráter e genes físicos. As pessoas naturalmente sentem que pertencem a um desses grupos. Mesmo que surja ódio entre elas, é puramente material e não tem relação com o espiritual.

Mas, ao mesmo tempo, um grupo pode existir em um grau superior, graças à unificação por um objetivo especial. Esse objetivo não é natural, transcende a natureza material: unir-se acima do egoísmo individual. Aqui, dois opostos se combinam.

Por um lado, existe uma conexão negativa entre eles, porque ninguém se sente obrigado a pertencer a esse grupo ou vinculado a ele. Mas, por outro lado, eles estão unidos por um objetivo que foi definido artificialmente.

O objetivo comum cria um espaço comum para eles, pois somente unidos poderão alcançar essa meta sublime e elevada. Então serão considerados um povo especial, não segundo o DNA material, mas segundo os genes espirituais (Reshimot) que despertam neles.

Tal grupo, ao alcançar um novo tipo de unidade em contraste com a separação natural e material, é chamado de povo de Israel (Yisra-El) porque deseja se tornar semelhante ao Criador (Yashar-Kel), a força superior. Ele já possui uma nova natureza, uma nova essência.

De geração em geração, busca-se alcançar a força superior e, para isso, cria-se um método, estabelecendo tradições de acordo com essa força superior — feriados, dias especiais, mandamentos físicos em consonância com sua conquista espiritual.

Ou seja, forma-se uma unidade segundo leis espirituais. Na história, surge um grupo de pessoas que estabelece leis e tradições para si mesmas em conformidade com a fonte superior.

Cada povo tem suas próprias tradições, mas as tradições do povo de Israel correspondem a graus espirituais que foram alcançados no passado ou designados para o futuro como “um sinal para os filhos”. Essas tradições lembram a pessoa dos graus espirituais que ela ainda precisa alcançar.

Da Lição Diária de Cabalá de 09/05/19, “Dia da Independência”

A Escada De Jacó: Um Sistema Rigoroso De Avaliação

292A escada para a realização espiritual está dentro de nós, enquanto meu grau atual existe externamente. Além disso, dentro de mim existem camadas, muito parecidas com as de uma cebola, que representam estados cada vez mais internos. Cada uma dessas esferas constitui um mundo, um novo estado e um grau superior.

Partindo da esfera mais externa (que me é revelada atualmente e constitui meu estado atual), todas as esferas estão aninhadas umas dentro das outras, cada vez mais profundamente, até o ponto central mais interno, o estado da minha correção final.

Portanto, a Torá narra a história da escada que apareceu a Jacó em um sonho, descrevendo sua forma específica. Ela é descrita precisamente como uma escada, não como esferas ou outra forma, embora pudesse ter sido descrita dessa maneira também. Os sábios escolheram representar esse estado específico porque ele corresponde à relação entre o ramo e a raiz.

Jacó deita-se no chão, adormece, desconecta-se da sua realidade presente e, então, vê toda a escada que se eleva até os céus, começando no degrau mais baixo. Quem é Jacó? Ele é Abraão, que adquiriu a Aviut de Isaac e agora é capaz de trabalhar com ela na linha do meio.

Esta imagem simples pode ser apresentada a todos; ela explica que a única maneira de transcender o estado atual é ascender a um nível superior. Quanto mais alto você ascender, melhor será para você. Isso se aplica tanto a nós individualmente quanto a toda a nação. Por quais meios isso pode ser feito? É o que Baal HaSulam explica no final do “Prefácio do Livro do Zohar”. O meio é o mesmo para o indivíduo, para todo o povo e para o mundo inteiro.

E não devemos nos ressentir pelo Criador nos ter colocado em condições tão difíceis. Notícias terríveis são transmitidas na televisão, mas isso fez com que alguém mudasse de ideia? Não.

Pode-se dizer, é claro, que essas pessoas infelizes simplesmente desconhecem a existência de uma solução para o problema, que ninguém lhes explicou isso. Em primeiro lugar, devemos aceitar que esses Kelim, esses estados, nos vêm do alto, que nos são enviados pelo Criador. Então, à luz desse conhecimento, a pessoa gradualmente começa a vislumbrar uma possível saída e a compreender que, aparentemente, se a causa reside Nele, a solução também deve estar Nele.

Nos dias do Rei Davi, havia guerras. Naquela época, as batalhas eram travadas corpo a corpo, com lanças, espadas, arcos e flechas, e até 100.000 pessoas podiam morrer em um único dia! Guerra é guerra. Tudo depende da perspectiva.

É claro que, para nós, neste mundo, toda morte é uma tragédia. Mas precisamos entender que, lá em cima, eles não levam os corpos em consideração da mesma forma que nós. Lá de cima, o que importa é a intensidade da experiência interior vivenciada através daquele corpo. Se perdemos 40 pessoas em uma semana e isso não altera nossa consciência, é como se não tivéssemos perdido ninguém.

Pois o que é medido é o grau da sua dor, como ela o desperta, quais são os resultados; e se ela não o despertou, é como se você não tivesse perdido nada, como se não tivesse sentido nada. O verdadeiro sistema de avaliação é muito rigoroso.

Da Lição Diária de Cabalá 07/04/26, Rabash, “A Conexão entre Pessach, Matza e Maror

A Escada Espiritual — Estados Interiores

231.02Qual a diferença entre querer receber algo bom agora, no estado em que me encontro, e acreditar que seria melhor para mim se eu ascendesse a um estado superior, a um nível mais elevado? Como surge em mim a consciência dessa diferença?

A diferença mais essencial reside em compreender que só me sentirei bem me aproximando do Criador. É precisamente isso que devemos adquirir agora.

A pessoa precisa imaginar uma escada espiritual que a eleva deste mundo à correção final e compreender que todos os degraus estão em um estado constante e estável. Cada degrau tem suas próprias condições.

As condições em que uma pessoa se encontra agora são ruins apenas porque essa é a natureza desse degrau. Consequentemente, nada de bom pode lhe acontecer agora. Subir para o próximo degrau significa se libertar do mal que existe no grau anterior.

Então ela já estará pensando em como subir degrau por degrau, como atrair a luz circundante, e para isso ela precisa estudar e acreditar que isso a ajudará, e ao mesmo tempo, buscar o apoio do grupo.

Portanto, devemos estudar diligentemente o método da Cabalá . Sem ele, poderíamos ser tentados a definir a escada espiritual meramente como uma série de estados interiores dentro de uma pessoa, em vez de alguma estrutura que se apoia nesta terra e alcança o céu. Devemos concluir que ela consiste inteiramente em meus próprios estados interiores.

Mas se eu pensar assim, posso perder todos os pré-requisitos vitais necessários: a necessidade de atrair a luz circundante, a necessidade indispensável de um grupo e o imperativo de me esforçar para cima a fim de me aproximar do Criador. Eu não teria mais uma compreensão nítida e clara; em vez disso, tudo se tornaria vago e indistinto.

Da Lição Diária de Cabalá 07/04/26, Rabash, “A Conexão entre Pessach, Matza e Maror

Perguntas Durante A Lição

582.01Comentário: Quando alguém lhe faz uma pergunta pelo Skype ou pessoalmente, é um tipo de energia. Mas quando uma multidão está sentada à sua frente e lhe faz uma pergunta, é uma energia completamente diferente, como agulhas perfurando ou um peso esmagador.

Minha Resposta: Claro, porque é uma força enorme, um desejo enorme. Como o egoísmo de uma pessoa pequena e insignificante pode ser comparado ao egoísmo de uma massa tão vasta, vil e egoísta como a dos meus alunos na lição?

Por um lado, são mais grosseiros, mais desiludidos, mais vazios e, por outro, intensamente direcionados para a meta. Em última análise, essas forças se combinam e se reforçam mutuamente.

Mais importante ainda, as perguntas são feitas coletivamente; todos os vetores do desejo convergem e se entrelaçam.

Naturalmente, este é um tipo de esclarecimento completamente diferente. Como uma pessoa pode ser comparada com as massas? Ao lado delas, você é um anjo.

De KabTV, Eu Recebi uma Chamada. Perguntas em uma Lição”, 29/09/10

A Verdade Mais Inconveniente

Não podemos transcender o que sentimos. Se sentimos um mundo cheio de sofrimento, significa que nós mesmos somos assim. No fundo, não queremos realmente ver o mundo de forma diferente. Na verdade, queremos que ele permaneça como está.

Pergunta: Então, queremos esse sofrimento?

Resposta: Sim, estamos acostumados com isso, estamos inseridos nisso. E esse é o problema.

Comentário: Mas isto é, na verdade, anti-vida.

Minha Resposta: É aí que estamos.

Pergunta: Nós não estamos vivendo, estamos?

Resposta: Não estamos.

Comentário: Isto é uma revolução total — nós querendo sofrer.

Minha Resposta: Toda a nossa história, e a história de toda a humanidade em geral, é apenas um
fluxo contínuo de sofrimento.

Comentário: Mas achamos que fomos levados a isso. Está até escrito na Torá: “Vá e sofra”. De modo geral, diz que sofreremos. Ou seja, não atribuímos isso a nós mesmos; não somos nós que o desejamos, fomos lançados neste ciclo de sofrimento. Não é nossa culpa. Mas você diz que isso vive em nós.

Minha Resposta: Acho que a culpa é nossa. Não queremos sair desse nível. Não queremos mesmo!

Pergunta: Então, a tarefa toda é querer?

Resposta: Querer mudar tudo, sair desse nó de sofrimento.

Pergunta: O que se deve fazer para alcançar isso?

Resposta: Para alcançar isso, uma pessoa precisa parar de odiar os outros e se aproximar deles. Então tudo mudará. Acho que precisamos apenas proibir as pessoas de sofrerem, porque isso causa sofrimento no mundo. Acorde e cante!

Pergunta: “Acorde e cante”. Ou seja, se dói, acorde e cante. Aquela mesma música: “Acorde e cante, tente uma vez na vida…”?

Resposta: Sim.

Pergunta: O que devemos descobrir? O que está diante de nós? O que é isso?

Resposta: O Criador! Nada mais! Ele cria essas cenas e visões para nós o tempo todo para que estejamos constantemente com medo e para que gradualmente cheguemos a compreender essas miragens.

Pergunta: Então, meu desejo de sofrer deveria se transformar no fato de que diante de mim está…?

Resposta: Uma miragem.

Pergunta: E você diz que eu não tenho o direito de sofrer?

Resposta: Não! Assim que você começa a sofrer, isso se transforma em algum tipo de ação ou cena corpórea.

Comentário: Guerras, e por aí vai.

Minha Resposta: Sim. Mas se você não permitir o sofrimento, tudo melhora.

Pergunta: Então, lentamente, começo a ver o Criador?

Resposta: Sim.

Pergunta: Quando você diz “o Criador”, o que quer dizer? O que está diante de mim, diante de nós?

Resposta: A força que controla o mundo, nós, que deseja nos levar à compreensão do estado correto da natureza e de nós mesmos.

Pergunta: O que é isso?

Resposta: Alegria!

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 13/03/26