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Todo Mundo Vai Conhecer o Criador

Pergunta: Existe alguma diferença entre estudar o Livro do Zohar no congresso com as massas e estudá-lo em nosso grupo nas lições da manhã? O que é mais importante a qualidade ou quantidade?

Resposta: Quantidade não desmerece a qualidade. Dentro de uma massa de pessoas, sempre há aqueles que podem se unir a um maior ou menor grau, e há aqueles que não podem unir-se de forma alguma e se esquecem disso.  Em ambos os casos, a quantidade tem sua vantagem, pois está escrito: ” Eu habitarei no meio de meu povo”.

Neste momento, não estamos falando de algum grupo especial de pessoas, ou seja, aqueles que são brilhantes, determinados, capazes do trabalho interno, e bem treinados. O Criador habita dentro de toda a nação, não apenas em um pequeno grupo de pessoas especiais que Ele mesmo avança e reune na ponta da pirâmide. Independentemente disso, ele ainda diz que Ele habita entre as massas. [Leia mais →]

A Constante Variável Na Equação Da Garantia Mútua

Pergunta: Posso ver além das aparências e conectar os pontos no coração dos meus amigos, com o seu vazio interior, que eles próprios ainda não podem sentir?

Resposta:
Sim! Comece a usar a força da garantia mútua, pois o sistema já está lá. Se uma pessoa consegue abri-lo nem que seja por um instante, é o seu sucesso!

O mesmo sistema existe entre nós e o Criador, mas não nos é permitido alcançá-Lo. Ao nos dirigirmos ao Criador, não temos a oportunidade de “reversão”: O limiar mínimo de entrar no sistema aumenta à medida que o abrimos. Por exemplo, eu manifesto de 10% do mesmo, então agora não há caminho de volta, só para a frente porque o Criador é constante, e o contato com Ele só pode ser construído em uma base contínua. Se eu levantar a medição a 15%, isso se torna o meu mínimo.

É por isso que para agora nós podemos “jogar” a garantia mútua, não em relação ao Criador, mas apenas em relação ao grupo, onde não existem problemas com subidas e descidas, e onde não é necessário sermos constantes. Neste, o sistema de almas é diferente do próprio Criador. Ele está presente nele, mas ocultando-Se dentro do grupo, ele permite que eu “jogue”, entretanto, pulando para cima e para baixo, enquanto todos movimentam-se para frete. E quando eu chegar a uma direção única constante a Ele, Ele irá revelar-Se para mim.
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Da Lição Diária de Cabala de 8/10/10, “O Arvut”

Contator Espiritual

A espiritualidade não existe em alguma distância no espaço, mas está escondida entre os nossos relacionamentos egoístas. Tão logo conseguimos conectar-nos,  no ponto de contato entre nós, vamos descobrir a espiritualidade; todo o sistema vai começar a trabalhar, a Luz será revelada, e ela irá criar uma imagem espiritual em você.

Este é exatamente o que deveríamos pensar ao ler o Livro do Zohar .

Da 2a. parte da Lição Diária de Cabala de 7/10/10, o Zohar

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125 passos de mim para o Criador

Pergunta: No nosso mundo, as pessoas se unem para ter sucesso em algum tipo de negócio. Como podemos unir as nossas almas?

Resposta: Para ter sucesso na espiritualidade, eu preciso me conectar com as pessoas que desejam alcançar a mesma condição e objetivo. E juntos, nós temos que perceber que sem uma ligação especial entre nós, não vamos envisionar este objetivo. Na verdade, ele irá simplesmente desaparecer entre nós!

Não está em algum lugar “lá em cima”, como tem que ser entre nós. No entanto, devido ao fato de que nós não nos unimos, mas fugimos, esse objetivo cai em um abismo que nos separa. Na verdade, o ódio que nos separa é infinito e insondável. Acontece que existem você e eu, e estamos separados por um abismo de profundidade infinita, no fundo do qual se encontra a meta espiritual, a unificação. E não há nada que possamos fazer!

Queremos unir com você e não podemos, enquanto nós continuamos descobrindo essa lacuna, por isso trabalhamos para construir uma ponte sobre isso o tempo todo. Assim, vamos construir ponte após ponte até cobrir todo a profundeza sem sem fundo. Desta forma, temos 125 níveis de revelação do ódio no qual se revela, cada vez que descobrimos o amor sobre o ódio.

O ódio é determinado pela profundidade de ambos os nossos desejos, e acima dele, nós conectamos através da tela, a Luz que Retorna, enquanto estamos construindo o receptor (Kli) que pertence a nós dois agora. A tela é a conexão entre nós, e o ódio é o seu desejo interno.

Assim, quanto maior a quantidade de Luz que Retorma que ascende graças a nossa conexão, mais Luz do Alto recebemos e experimentamos prazer. E por este sentimento de prazer, que satisfazemos uns aos outros! Todo mundo está encantado pelo fato de que o outro está sentindo prazer. Caso contrário, não há nada que podemos dar porque nos doamos uns aos outros o nosso próprio prazer individual.

Na verdade, todos nós somos criados como receptores, por isso só podemos receber. Podemos conceder apenas na intenção. E o que mais posso dar para alguém além da minha intenção?

A partir da quarta parte da Liição Diária de Cabala de  9/26/10 , “600 mil almas”

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A Realidade Humana

A garantia mútua é um espaço especial entre nós, o nosso desejo comum. Todas as revelações espirituais ali acontecem. E se não houver espaço, não há desejo comum, mas apenas os nossos desejos egoístas individuais. Construímos este espaço comum à medida que eu me anulo e entro neste desejo coletivo, você anula a si mesmo e coloca-se lá também, e assim todo mundo. Caso contrário, ele não existe!

O receptor em que nós podemos receber a Luz não está pronto, temos que construí-lo, temos que aspirar a unidade. Ao cultivar a nossa unidade, de 0 a 125 níveis, percebemos, em cada grau, uma nova imagem, maior revelação do Criador. Todos os livros “sagrados” (a Torá, o Zohar, etc) nos dizem exatamente sobre isso: os níveis da conexão que criamos transformando o nosso mal e rejeição de uns aos outros em amor e unidade. Assim, toda a Torá é composta de histórias que descrevem a forma de como desdobrir e corrigir o mal. [Leia mais →]

Revelando O Criador Através Do Zohar

Dr. Michael LaitmanÀ medida que nós lemos O Zohar, o que é importante para mim? Conhecer o texto em todos os seus detalhes ou conhecer o Criador? Afinal de contas, O Zohar fala sobre Ele e Suas ações. Será que eu quero saber o que está escrito a respeito das ações em si, ou sobre onde e de Quem vêm essas ações?

Há um ponto de quebra oculto aqui, que leva ao sucesso ou fracasso, à Luz ou escuridão, à revelação do Criador ou lembrança do texto, estudar a Torá ou alcançar Aquele que dá a Torá. O objetivo é revelar e conhecer o Criador que está por trás do texto. Ele é exatamente o que é importante para mim, e é por isso que eu penso sobre a forma de revelar a força através das ações que são descritas aqui.

É como se eu me sentasse à mesa com o Anfitrião que preparou os pratos mais requintados para mim. No entanto, eu nem sequer olho para os pratos ou presto atenção em qualquer coisa a minha volta. Não significa que eu abandono tudo; eu só uso isso para revelá-Lo e para obter uma conexão com Ele.

Antes de mais nada, por que eu vim para essa mesa? Eu vim por causa do Anfitrião, a fim de encontrá-Lo, e não pela comida. Uma vez que eu realizo várias ações a fim de conhecê-Lo, eu estou autorizado a pegar qualquer coisa que eu queira da mesa, para saboreá-la e apreciá-la. Eu posso fazer qualquer coisa, desde que Ele seja importante para mim e o restante seja apenas um meio.

À medida que lemos O Zohar, nós estudamos as ações do Criador, e o único propósito para isso é revelá-Lo. Nós devemos nos concentrar no que está por trás do texto e tentar penetrar através dele. Por um lado, o livro parece confundir-me. Por outro lado, através do meu esforço em penetrá-lo, de repente eu começo a perceber o Criador por trás dele. Não há nenhuma outra oportunidade de revelá-Lo. Não há nenhuma outra conexão com o Anfitrião.

Eu não O compreendo, porque Ele se esconde atrás da mesa. Eu só posso compreendê-Lo ao estudar os pratos que me foram dados. Por exemplo, eu gosto de doces e Ele os preparou para mim. Ele criou-me para gostar de doces e Ele os deu para mim. O que Ele deseja com isso? Além disso, eu realmente não gosto de coisas amargas, mas Ele me dá o amargo. Por quê? Eu preciso revelá-lo através de mim.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabala 20/09/10, O Zohar

A Casa Para O Criador

É essencial entender que tudo o que lemos no Zohar tem lugar dentro de nossa conexão. Nossa conexão produz (dá à Luz ao) “espaço”, uma nova dimensão onde o Criador será revelado. Na verdade, este espaço em si não existe. Mas se cada um de nós, com seu ponto no coração, desejar pela conexão com os outros, os nossos esforços colectivos constroem esse espaço, a rede entre nós, para a revelação da propriedade de doação: o Criador.

Esse espaço pode ser considerado como o grupo. As pessoas perguntam constantemente: “Onde está a espiritualidade: para cima, para baixo, ou em algum lugar do lado?” Diz-se em uma oração: “Onde é o lugar da sua grandeza?” Não é por-onde, que não têm um lugar . Você tem que construir este lugar no seu relacionamento com os outros. Juntos, vocês estão construindo o espaço espiritual e nele, você encontra o Criador.

Além disso, o próprio Criador é considerado como “o lugar”, porque o sentimos no “lugar” que criamos para Ele. O Criador existe além de qualquer espaço. Vós tendes a construí-lo: um desejo coletivo e corrigido semelhante ao Criador, na propriedade de doação onde o Criador será revelado.

Ele pode ser revelado somente dessa forma, na equivalência de forma, ou seja, no lugar adequado para ele, que é a mesma propriedade de doação. Nada mais é possível. Este lugar é o Templo, a Casa do Criador, o desejo de Malchut, que adquiriu as propriedades de Bina. É por isso que é chamado Beit Templo, a Casa Santificada. Malchut é a casa e santidade é a propriedade Bina, doação.

A partir da 2 ª parte da lição diária 9/8/10 Kabbalah , o Zohar

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Manutenção Da Trajetória Espiritual

Pergunta: O que devemos fazer para mantermos a “trajetória espiritual” constantemente, ou seja, no ponto de tomar uma decisão em que o espaço de unidade espiritual vêm antes das realizações materiais?

Resposta: Assim que conseguirmos criar este tipo de ligação entre nós, um lugar para a “revelação do Criador”, ele imediatamente se desvanece. Isso é feito para que sejamos capazes de tomar esta decisão outra vez. Cada momento deve ser o “início”. E o que ajuda a pessoa a fazer esta escolha constante é apenas um ambiente forte, que lhe permite manter uma ligação (ver Baal HaSulam, “A Liberdade”).

É impossível manter esta decisão por sí próprio e por mais de um momento. Temos que trazer-nos para uma sociedade correta, como colocar uma semente no solo, e recebemos a realização da importância do objetivo da mesma. Então, você será capaz de unir os pontos de decisões, transformando-os em uma linha reta para a meta.

Da quarta parte da Lição Diária de Cabalá de 08/09/10 , “Rosh Hashaná”

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Ocultação Pelo Bem Da Salvação

Na realidade, não existe diferença entre o Criador e o grupo; ela existe somente em nosso ego. Somente um elemento está oculto de mim: a fonte do prazer. Por isso eu vejo o grupo ao invés de ver o Criador.

Porém, isso é feito para minha própria salvação, para que assim eu possa desenvolver um relacionamento altruísta com eles e não ser corrompido pelo prazer que eles possam me oferecer! Portanto, o prazer e a satisfação que existem no grupo estão ocultos de mim, e eu sou capaz de construir relacionamentos com eles através de minha ação livre e independente.

Se o Criador se revelasse a Si mesmo e revelasse o Seu amor por mim de uma só vez, isso iria me assistir em tudo e aniquilaria a possibilidade de usar meu livre arbítrio. Mas, na ocultação do Criador, eu permaneço totalmente independente. Se eu me sinto próximo ao grupo, eu me aproximo; se eu não me sinto assim, eu me afasto; Eu posso pensar não importa o que seja sobre eles também. A ocultação é um grande favor da parte do Criador; Ele faz isso por nosso próprio bem, para nos permitir nos construir a nós mesmos.

A ocultação me deixa permanecer neutro e reúne meu caráter individual e valores. Só parece que eu estou cercado por um grupo de estranhos. Na verdade, ele é minha própria alma, meu receptor(Kli) espiritual!

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Cabalistas Sobre Cabalistas, Parte 11

Caros amigos, por favor, façam perguntas sobre essas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

Seguindo Os Caminhos Dos Cabalistas

A forma mais bem sucedida para uma pessoa que deseja aprender a sabedoria é encontrar um cabalista verdadeiro e seguir todas as suas instruções, até que ela seja recompensada com o entendimento [em seus desejos corrigidos] da sabedoria, [a revelação do Criador] em sua própria mente, que significa o primeiro discernimento [do próprio Criador]. Depois, a pessoa será recompensada com a sua transmissão boca a boca [em uma tela comum, realização, de adesão], que é o segundo discernimento, e depois disso, [internamente] compreenderá a escrita, que é o terceiro discernimento. Então, ela vai ter herdado toda a sabedoria e os instrumentos do seu mestre, facilmente, e vai ter todo o seu tempo para desenvolver e expandir [suas revelações do Criador].

– Baal HaSulam, “O Ensino da Cabala e Sua Essência ”

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