Textos com a Tag 'Criador'

O Grupo É O Meio Para Alcançar O Criador

943Quando uma pessoa trabalha com a grandeza do grupo, ela trabalha contra o seu desejo de receber. Eu quero que o Criador seja o mais grandioso possível porque isso me dá mais confiança, mais paz; eu pertenço a algo grandioso!

Mas quando trabalho na grandeza do grupo, qual é a sua grandeza? Ele se esforça mais para doar; quer investir mais; essa é a grandeza do meu grupo.

Ou seja, eu valorizo o grupo de acordo com sua inclinação para doar, e isso não satisfaz meu desejo de receber. Quando o desejo de receber não encontra satisfação, não tenho escolha: devo começar a valorizar essas qualidades em si mesmas.

Ao colocar o grupo à minha frente em vez Dele, o Criador me deu a oportunidade de ignorar completamente meu desejo de receber e de sair daquilo.

Portanto, Ele quebrou o vaso de Adam HaRishon e deu a cada pessoa o ambiente como meio de alcançar a doação. Sem isso, não seríamos capazes de fazer nada.

O grupo é o meio para alcançar a grandeza do Criador, para reconhecê-Lo como o bom que faz o bem. Se eu separar o grupo do Criador, jamais conseguirei realizar sequer a menor ação que me permita sair de mim mesmo.

Como exemplo, Baal HaSulam menciona a União Soviética, que se afastou do Criador e tentou construir uma sociedade ideal de forma independente; os kibutzim fizeram o mesmo. Houve outros exemplos semelhantes na história, e todos terminaram em fracasso.

Em nosso trabalho, devemos conectar o grupo e o Criador um ao outro para que o grupo se torne o meio. Rabash escreve sobre isso muito claramente em todos os seus artigos sobre o grupo.

Da Lição Diária de Cabalá 26/02/26, Rabash, “O que é, ‘O Sabotador Estava no Dilúvio e Estava Matando’, na Obra?”

O Único E Perfeito

275Pergunta: Se não há outro além Dele, a quem o Criador doa?

Resposta: É um sistema fechado, parte do qual recebeu intencionalmente um acréscimo egoísta oposto ao Criador, a fim de revelá-Lo com mais clareza. Essa parte realiza todas as suas funções internamente.

Imagine que você tem uma orquestra sem tons maiores ou menores. O que você faria? A harmonia é essencial.

Para criar essa harmonia e enfatizar Sua unidade e perfeição, o Criador fez um sistema oposto, um que O contradiz. A partir disso, você pode livremente investigá-Lo e, mais importante, coroá-Lo.

É precisamente graças ao egoísmo que Ele criou e sobre o qual você trabalha, que você decifra o Criador que se esconde dentro deste sistema, O revela e descobre que Ele é o único e o perfeito.

Da Lição Diária de Cabalá em Russo, 02/09/18

O Criador É O Objetivo E O Grupo É O Ajudante

963.7Pergunta: Quando devemos trabalhar para reconhecer a grandeza do grupo e quando devemos trabalhar para reconhecer a grandeza do Criador?

Resposta: Em essência, devo me esforçar para reconhecer a grandeza do Criador. Afinal, tenho assuntos a tratar precisamente com o Criador. Ele é meu princípio, Ele é quem me dá força e Ele é meu objetivo.

Contudo, trilho este caminho tendo como pano de fundo meu desejo de receber. Devo reconhecer e cultivar o Criador dentro de mim, partindo do estado oposto. Portanto, para desligar meu “eu”, meu ego, meu interesse Nele quando me apresento como aquele que recebe, usa e desfruta, obviamente O coloco como meu objetivo, mas não posso usá-Lo.

Não consigo manter uma conexão com Ele se meu desejo de receber revela prazer, apoio e satisfação Nele. Então, em vez Dele, preciso de alguém com quem trabalhar e usar esse trabalho para promover minha intenção de receber algo em troca. Em essência, isso significa um grupo em vez do Criador.

Por quê? Um grupo pode fornecer críticas ao meu trabalho. Por si só, isso inicialmente não satisfaz meu desejo de receber. À medida que conheço o grupo, não sinto prazer, confiança, eternidade ou perfeição. Mas se eu trabalhar nisso e quiser revelar essas qualidades dentro do grupo, começo a senti-las.

Da Lição Diária de Cabalá de 26/02/26, Rabash, “O que é, ‘O Sabotador Estava no Dilúvio e Estava Matando’, na Obra?”

Onde Está O Criador?

744Pergunta: Ainda não entendo onde está o nosso mundo, onde está o mundo espiritual, superior, em relação a ele, e onde está o Criador.

Resposta: É tudo muito simples! Tudo o que foi criado é um desejo a ser realizado, a ser desfrutado. Tudo o que é possível sentir é percebido dentro de si, através de suas próprias sensações. Enquanto o desejo for egoísta, o que ele percebe é chamado de “este mundo”. Quando se torna altruísta, o que ele percebe é chamado de “mundo superior ou espiritual”.

O desejo é composto por cinco partes, níveis 0-1-2-3-4, que representam a magnitude do desejo, em quantidade e qualidade. Além disso, quanto maior a qualidade, menor a quantidade, assim como em nosso mundo existem muitas pedras comuns, mas poucas preciosas. Dentro desses quatro tipos de desejos, uma pessoa percebe os níveis inanimado, vegetativo, animado e humano. A parte zero é o “eu”, o ponto de referência.

No âmago do desejo está o “eu”, a partir do qual a pessoa percebe o mundo, seu próprio desejo, mas este é percebido como algo que existe fora desse “eu”. A percepção comum do mundo é chamada de egoísta (consumista).

Onde está o Criador? Onde quer que o “eu” abra espaço para Ele!

Sem Me Voltar Para Mim Mesmo

235Pergunta: Existem sentimentos diferentes de maldade em relação ao Criador e em relação ao amigo?

Resposta: Para nós, o desejo de receber não faz diferença se estamos lidando com o Criador ou com um amigo. Não há distinção, pois sempre formamos nossa atitude a partir de nossas próprias entranhas não corrigidas.

Se uma pessoa direciona sua atenção para algo fora de sei desejo de receber, seja o Criador ou um amigo, a medida da correção e a magnitude e qualidade do desejo de receber determinam sua atitude em relação a esse objeto. Não há diferença.

Portanto, podemos usar o grupo e, de acordo com nossa reação a ele e com nossas relações mútuas, examinar e analisar criticamente nosso desejo de receber, exigir correções e implementá-las. Afinal, se algo tem uma direção voltada para fora do desejo de receber e a transcende, o mesmo se aplica tanto ao grupo quanto ao Criador.

Contudo, quando se trata da minha atitude em relação a mim mesmo, então, obviamente, importa se estamos falando do grupo ou do Criador. Que prazeres o grupo pode me dar em comparação com o Criador?

Tudo depende do grau de confiança que eu deposito em mim mesmo. Pode ser que eu imponha uma restrição em relação ao Criador e diga: “O que é o Criador para mim? O que me importa é o respeito ao grupo”. Ou, ao contrário, posso já restringir minha atitude em relação ao grupo: “Para que preciso do grupo? Eu quero o divino”. Mas sou eu quem deseja.

Quando uma pessoa tenta trabalhar sem se voltar para si mesma, descobre que, se não é para si, mas para fora de si, não lhe importa para quem é feito ou a quem exatamente trará benefício. Se é fora de mim, se nem no início, nem durante a ação, nem depois eu recebo qualquer resposta dentro de mim, que diferença faz qual dos mil fatores possíveis eu estou agora dedicando, se os resultados permanecem lá e não retornam a mim?

Que diferença faz quais sejam esses fatores? Da perspectiva do desejo de receber, não consigo analisá-los; não tenho nenhuma conexão com eles. Acontece que eu simplesmente projeto algo de mim para o espaço, e isso é tudo.

Mas como avalio a doação que recebi? É grande ou pequena? De alta qualidade? O fato é que eu só meço o quanto ela está desapegada de mim. Como escreve Rabash, existe uma consciência da grandeza do Criador antes de uma pessoa se desconectar de si mesma, e existe uma consciência da grandeza do Criador depois que ela se desconecta de si mesma.

No segundo caso, eu trabalho num estado em que não sinto de forma alguma meus atos de doação. Desagrupo-os do meu “eu” como se os lançasse ao espaço.

Por que faço isso? Porque a sociedade me dá a sensação da importância de tais ações. Em outras palavras, adquiro um sentimento da importância de algo que está fora do meu desejo de receber, um Kli, um desejo não realizado, e de repente sinto que devo satisfazê-lo doando algo de mim mesmo. Assim, um certo desejo externo a mim é satisfeito.

Se uma pessoa trabalha nisso, ela gradualmente passa para um estado no qual pode realmente sentir o que significa agir não por si mesma, acima da razão. E isso acontece gradualmente.

Da Lição Diária de Cabalá 26/02/26, Rabash, “O que é, ‘O Sabotador Estava no Dilúvio e Estava Matando’, na Obra?”

Por Que O Criador Envia Dor?

294.2Pergunta: Quando uma pessoa sente que a dor é praticamente parte do tratamento, ela se alegra. No entanto, como lidar com a dor? Como evitar que ela a afete negativamente e como evitar a impaciência e a irritabilidade?

Resposta: Digamos que uma pessoa sinta dor. Quando ela a conecta à causa, ao Criador, seu sofrimento se atenua porque ela percebe que existe uma causa. Então, ela já compreende que o Criador, certamente, tem uma boa intenção ao lhe enviar essa dor.

Isso é verdade para o nível inanimado da santidade. No entanto, se eu não passar para o próximo estágio, não estarei progredindo. Certamente completei um estágio: conectei a dor à sua origem.

Mas agora preciso dar o próximo passo. Por que Ele me enviou isso? Agora, tenho que, de certa forma, trazer essa dor de volta e lidar com ela como com um vaso vazio que precisa ser consertado. Então, já a trato como um sinal que me mostra onde preciso mudar.

Da Lição Diária de Cabalá 16/02/2026 , Rabash, “Faça para Si um Rav e Compre um Amigo – 1”

Revele Os Pensamentos E Ações Do Criador

962.3Pergunta: O que significa que uma pessoa deve construir uma “cabeça” (Rosh)?

Resposta: Está escrito: “Pelos Teus atos Te conhecemos”. Ao assemelhar-me ao Criador, começo a perceber os Seus pensamentos.

Como aprendemos neste mundo? Uma criança pequena observa o pai ou o professor e imita suas ações sem entender o porquê. Assim também acontece conosco: não entendemos, mas se realizarmos as ações correspondentes, gradualmente fica claro para nós por que a pessoa acima escolheu agir daquela maneira.

A princípio, a pessoa vê apenas a forma externa — o que o ser superior faz em relação a ela. Mas, à medida que se torna semelhante ao ser superior, alcança a Sua intenção: por que Ele Se revela desta maneira e o que busca alcançar em Seu relacionamento com o ser inferior. Desta forma, é-lhe concedida a “cabeça”, como está escrito: “Pelos Teus atos Te conhecemos”.

Esta é a única ação pela qual podemos ascender de um grau inferior para um superior. A ação em cada grau é chamada de sabores da Torá. Quando alcanço os sabores da Torá, revelo as ações do Criador dentro de mim e me torno semelhante a Ele, então experimento os sabores da Torá.

Os Ta’amim (sabores) são as luzes que se espalham pelo Guf (corpo) do Partzuf quando alinho minha intenção com a intenção de doar, e assim tenho um corpo, um Partzuf. A partir daí, chego ao ápice do grau, que é chamado de segredos da Torá ( Sodot Torá), as intenções do Criador.

Assim, revelo os sabores da Torá, e o Criador revela-se a mim nesta ação, dando-me desejos. Então, a partir dos sabores da Torá, chego aos segredos da Torá: “Por meio de Tuas ações, nós Te conhecemos”, até o início do Partzuf. E o início do Partzuf consiste nas intenções do Criador, que não me é permitido revelar; devo preservá-las.

O que significa “não é permitido revelar”? Qual a gravidade dessa proibição? Na espiritualidade, “não é permitido” significa “impossível”. Essas ideias se acumulam dentro de mim a cada vez; elas estão todas organizadas de baixo para cima e são baseadas na rejeição da luz.

Da Lição Diária de Cabalá 10/02/26, Rabash, “Quais são as duas ações durante uma descida?”

As Qualidades Que Nos Apontam Para O Criador

239Quando uma pessoa é orgulhosa e não deseja anular sua autoridade perante o Criador, e afirma não ter humildade em si, mas faz o que quer, daí lhe advêm todas as más qualidades. A luz do prazer, que vem do alto, ilumina como uma tênue luz para sustentar o mundo. Como se sabe, ela se reveste de três qualidades, chamadas “inveja”, “luxúria” e “honra”, e todas as três qualidades estão incluídas na qualidade do orgulho (Rabash, “O que significa ‘O Criador não tolera o orgulhoso’ na Obra?”).

O orgulho é um termo comum para descrever uma característica da personalidade humana, um senso de individualismo exacerbado. Existe uma correção para esse sentimento: levar a pessoa a perceber que ela não é capaz de nada. Na verdade, ela é capaz de muitas coisas nesta vida, mas não consegue alcançar a correção espiritual por conta própria.

Como a pessoa é levada a compreender que não pode se corrigir sozinha, a chegar a Lishma? É com a ajuda de três qualidades: inveja, luxúria e honra.

Como o desejo humano de receber possui as três qualidades, ele se desenvolve. À medida que a pessoa se desenvolve, percebe que, sempre que não consegue controlar o desejo de receber, não consegue combiná-lo com a intenção de dar e utilizá-lo dentro da estrutura da eternidade. Então, ela desiste e pede ajuda ao Criador.

Na verdade, nosso progresso inclui muitos desses momentos em que tentamos e falhamos, tentamos repetidamente em vão. E a cada vez, uma oração surge em nossos corações, um apelo ao Criador, dizendo que sou incapaz, que não consigo. Até agora, esse pedido, de que estou realmente decepcionado comigo mesmo e quero alcançar uma intenção de doar, não se formou completamente como algo dirigido especificamente ao Criador.

Mas, gradualmente, a pessoa começa a aprender cada vez mais sobre esses detalhes dentro de seu desejo de receber, dentro de seu ambiente, e se convence da importância desse objetivo. Ela percebe que, caso contrário, sua vida será temporária, aleatória e sem sentido.

Isso acontece até que ela comece a entender que esse apelo não é um pedido natural devido a uma decepção acidental, mas uma certa abordagem a várias situações da vida, a fim de encontrar a atitude correta em todos os casos da vida, para ver o quanto é capaz ou não de dominar o desejo de receber e, com base nisso, voltar-se ao Criador com uma oração sincera.

Da Lição Diária de Cabalá 14/02/26, Rabash, “O que significa ‘O Criador não tolera os orgulhosos’ na Obra?”

Eleve A Importância Do Criador

243.04Em toda a realidade, não existe nada além do Criador e do ser criado. Por que o Criador organizou tudo de forma que a criação, o homem, não esteja sozinha, mas cercada por muitos outros como ele, cercada por um mundo inteiro, no qual estão entrelaçados e não direcionados ao Criador?

Se o Criador estivesse diante de mim, eu de alguma forma me entenderia com Ele. Em todo caso, eu não evitaria o contato com Ele, e mesmo que tentasse evitá-lo, ainda assim saberia que não tenho escolha, que somente Ele existe e que devo estabelecer contato com Ele. Ele não desapareceria do meu campo de visão.

No entanto, o mundo está organizado de tal forma que, em vez do Criador, sou forçado a lidar com todo tipo de coisa: amigos, sociedade, o professor e os livros. Preciso organizar o mundo inteiro, minha família, meus filhos, tantos detalhes no meu ambiente que acabo me afastando ainda mais do Criador e me esquecendo Dele. E mesmo quando me lembro Dele, o ambiente imediatamente me confunde e, mais uma vez, me afasto do objetivo.

Isso é feito intencionalmente para que, por meio dos meus próprios esforços, eu eleve a importância do Criador. Se o Criador estivesse diante de mim, eu seria automaticamente direcionado a Ele: não haveria saída, quer eu quisesse ou não, eu seria obrigado a estabelecer essa conexão e não haveria para onde fugir.

Se, além do Criador, existem muitas outras atrações, fatores e causas, e parece que são elas que moldam minha vida, me confundem, aparentam ser mais importantes, como se me dessem mais prazer do que o Criador, e determinam minha vida em vez Dele, então tenho um problema sério. Nesse caso, preciso organizar meu relacionamento com o Criador, mantendo-me conectado a todas essas coisas.

É assim que o Criador “brinca” comigo. Desejando ser importante aos meus olhos, Ele me cerca de várias coisas, e elas me confundem, me atraem, determinam minha vida, como se eu dependesse delas e não Dele. Isso continua até que eu compreenda que, na verdade, tudo isso é falso, e não é minha esposa, a sociedade, o mundo, o destino, as nações ou o país que me governam.

Chego à conclusão de que devo constantemente fortalecer meu relacionamento com o Criador, mesmo diante dessas perturbações.

Se eu constantemente colocar a Sua importância acima de cada obstáculo que Ele coloca diante de mim, então, sem dúvida, me apegarei cada vez mais ao Criador e me aproximarei gradualmente Dele. Ele já sabe quais obstáculos pode usar para fortalecer o vínculo entre nós.

Este processo é chamado de trabalhar no reconhecimento da importância do Criador. Em todos os obstáculos, vejo constantemente que por trás deles está o mesmo único Criador. Desta forma, eu me construo e reúno forças para alcançá-Lo. Todas essas perturbações se transformam em órgãos e forças para mim, que se incorporam à minha alma.

Da Lição Diária de Cabalá 16/02/26, Rabash, “Faça de Si um Rav e Compre um Amigo – 1”

Revelar As Ações Do Criador

278.03Pergunta: Quando ocorre a mudança de intenção de Lo Lishma para Lishma (em benefício do Criador)? Meu “combustível” muda após o Machsom  ou continuo agindo com a intenção “em benefício próprio”?

Resposta: Após o Machsom, o “combustível” de uma pessoa muda. Ela emerge das ocultações dupla e simples em que existia antes do Machsom e chega à revelação do Criador. Qual é a diferença entre redenção e exílio?

A redenção é a sensação da presença do Criador, o governo superior sobre toda a realidade. Mas se você não sente isso, então está no exílio (que é, na verdade, onde você está agora). Você pode ouvi-Lo, pensar e imaginá-Lo, mas não O sente verdadeiramente. Portanto, essa sensação não determina o rumo da sua vida.

Mas quando você começa a sentir o Criador, percebe que não há outra força agindo além Dele. E Faraó e todos os outros “personagens” são fatores através dos quais o Criador determina e organiza tudo o que acontece com você, tanto interna quanto externamente. E tudo isso para que, ao discernir essas mudanças, o ponto único em seu coração possa se desenvolver. O ponto no coração é o início da alma (Nefesh).

Quanto a como você revela que tudo o que lhe acontece, tanto interna quanto externamente, são apenas Suas ações, está dito: “Duas luzes, a interna e a externa, poliam o Kli como a água. Assim, o Kli é construído”.

Da Lição Diária de Cabalá 09/02/26, Rabash, “O que significa que, antes da queda do ministro egípcio, seu clamor não foi atendido, na Obra?”