Textos na Categoria 'Oração'

Não Há Nada Mais Fácil!

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se as almas conseguem se unir, o Criador é revelado em sua conexão mútua. Quem cria essa conexão, nós ou a Luz?

Resposta: Nós nunca fazemos nada. Tudo é feito exclusivamente pela Luz. Ela quebrou os desejos (Kelim) e os corrigiu. Nós só devemos expressar a nossa vontade de elevar MAN (Mayin Nukvin, as águas femininas) e pedir que a Luz corrija a nossa conexão e seja revelada entre nós, nos preencha. Ela fará tudo o que for necessário.

Nós não precisamos de nada, exceto o apelo, como um bebê que está constantemente chorando e exigindo. Este é todo o nosso trabalho. Não há nada mais fácil: exija, implore, chore! Obrigue-O!

Isto é o que se chama “meus filhos Me venceram”. Nós O pressionamos, pedimos a Ele, e isso é tudo o que Ele espera de nós. É assim como funciona todo o sistema superior: ele espera somente um apelo de baixo, pois tudo que Bina (a Mãe Superior) anseia é “alimentar” as almas, preenchê-los com a Luz.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 24/12/10 , “Perfeição na Vida”

Escreva Uma Oração

Dr. Michael LaitmanPergunta: Quando você está “sendo cozido no mesmo caldo” com o grupo, você começa a sentir ódio de seus amigos. Como eu aplico a “mente espiritual” a este ponto específico, a fim de superar o ódio? O que exatamente devo fazer?

Resposta: Você deseja encontrar uma solução para o problema no nível onde você está e não entende que o problema surgiu para arrastá-lo para outro lugar. Você deseja resolvê-lo ou se livrar dele? Você deve se mover para outro lugar até descobrir o ódio e o ressentimento novamente, e você também terá que mover-se deste lugar.

No final, a fim de nos livrarmos do ódio, temos que corrigir nossa conexão mútua a cada vez. Algumas vezes, isto pode ser feito com a ajuda de uma refeição compartilhada, uma ação comum, alguma mudança artificial e, outras vezes, estudando juntos; ou, talvez, o tempo se encarregue disso.

No entanto, o meio mais confiável é a oração. Quando você está em um estado de inspiração, quando você  sente ódio e simultaneamente percebe que deve superá-lo, tente escrever uma oração e deixe o grupo ler esta oração todos os dias como um ato de união. Isto funcionará.

Da Lição Diária da Cabalá 20/10/10, “Venha ao Faraó – 2

Remédio Amargo Ao Invés De Mentiras Doces

Dr. Michael LaitmanA Luz sempre me traz uma sensação de hiato entre a Luz e os desejos. Isso sempre me dá uma sensação ruim e não pode me trazer nada de bom. Em primeiro lugar, isso sempre me dá a percepção do mal, que é a verdade. Conforme eu sou capaz de subir acima da sensação do “amargo versus doce” para a análise do “verdadeiro versus falso”, a fim de esclarecer a verdade, apesar do gosto amargo, a Luz é capaz de me influenciar.

Mas onde eu obterei a força para suportar a verdade tão fortemente, mesmo quando me sinto mal? Eu só posso receber essa força adicional do ambiente. Portanto, é inútil para nós gritar para a Luz. A Luz nos influencia conforme estamos preparados para ela. Ela pode esperar mil anos até que sejamos preparados por meio do desenvolvimento lento e gradual, ou ela pode aumentar drasticamente a sua influência a cada segundo, se estivermos preparados para isso.

Não existe atraso do final da Luz. O atraso depende apenas de como eu estou preparado para tolerar a diferença entre os Kelim e as Luzes, etar “acima do conhecimento”, acima do sofrimento corporal, quando eu estou pronto para estar na verdade, mesmo que ela seja amarga. De fato, realmente é amargo não usar os Kelim de recepção, o desejo para o seu próprio benefício, enquanto se permance na intenção de doar.

Portanto, não temos quaisquer outros meios para acelerar o nosso desenvolvimento, a não ser  nos conectarmos com o ambiente. No entanto, a conexão com o ambiente também é extremamente dolorosa. Eu não posso superar a mim mesmo. Eu posso gastar milhares de horas argumentando com os meus amigos para nos unirmos, mas isso será apenas palavras. Depois disso, eu tropeço contra meu muro interior e sou incapaz de fazer algo além de palavras.

No entanto, se ao menos nós tentamos fazer isso juntos, então, cada pessoa recebe uma impressão dos outros e, portanto, atinge o ponto da verdade: que ela é incapaz de fazer isso e que deve, exatamente, romper esse muro. Então, ela exige isso da Luz que Corrige.

Da 2ª parte da Liçã Diária de Cabalá 21/12/10, Talmud Eser Sefirot

Aspirar A Estados Futuros

Dr. Michael LaitmanOs Cabalistas escrevem sobre diversos estados da alma, estados pelos quais eles realmente passaram. O que importa é o quanto nós queremos imaginar esses estados e nos identificamos com eles. Todos eles são indicações de como podemos devolver prazer ao Criador, e, em virtude dessa aspiração, revelarmos a mesma ação Dele. É assim que nós nos unimos com o Criador: ele dá à pessoa e a pessoa dá a Ele.

Estes são os estados sobre os quais os Cabalistas nos falam. Quanto mais aspiramos a eles, mais a força ou a Luz deles nos influencia, aproximando-nos dos estados de união e levando-nos até eles.

Esse processo continua ao longo de todo o caminho. Isso não acontece somente agora, quando estamos nos preparando  para  entrar nesses estados de interconexão, mas também mais tarde, quando sentiremos melhor as ações espirituais. De uma forma ou outra, apenas a nossa aspiração, apenas a nossa elevação de MAN, uma oração por estados mais elevados de doação mútua e revelação do amor, nos ajudará a ascender a novos níveis a cada vez.

Este  é o caminho que a alma deve seguir até o final da correção. Somente este tipo de trabalho nos permitirá avançar.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 21/12/10, O Zohar

Uma Marca Do Sistema Superior

Dr. Michael LaitmanO Zohar, Introdução, Capítulo “Fechadura e Chave”, Item 42: Essa gravura que foi feita em Bina foi gravada e ocultada dentro dela, como alguém que oculta tudo atrás de uma chave, e a totalidade desta única chave está oculta em um palácio. E, embora tudo esteja oculto neste palácio, esta chave é a mais importante, porque essa chave fecha e abre.

Essa é uma grande pergunta e um grande mistério: Como está organizado o sistema espiritual,com a finalidade de corrigir o desejo egoísta, que é oposto ao Criador em todas as maneiras?

Duas forças totalmente opostas, Bina e Malchut, unidas sob a influência de um terceiro fator, a intenção. Então, eles construíram um sistema que realmente é capaz de facilitar a correção com a ajuda das forças de recepção e doação, produzindo uma intenção nos níveis mais inferiores.

Este mecanismo está nas três Sefirot superiores do Mundo de Atzilut, enquanto que as sete Sefirot inferiores são operadas pela fechadura e chave. O sistema está pronto para ser usado: se nós o ativarmos, ele vai nos influenciar. Nós não  sentimos como a sua Luz nos influencia, mas, entretanto, eles descem, já organizados na combinação certa. Eles são o que muda o nosso desejo para que ele atinja a equivalência com a intenção.

O Livro do Zohar explica o segredo do sistema superior que conecta as forças do Criador e da criação, a fim de tornar-nos semelhantes a Ele. Nós não sabemos como o processo de mudança ocorre conosco e, portanto, estudamos o seu mecanismo como uma “qualidade milagrosa” (Sgula). Cada vez mais passamos a compreender que não entendemos nada. Nós crescemos cada vez mais desiludidos com nossas próprias forças e, sem ver qualquer saída, colocamos nossas esperanças no Sistema Superior; assim, de forma oposta, nos alegramos com essa dependência.

Finalmente, aos poucos começamos a ser incluídos no sistema. Estamos prontos para que ele faça todas as mudanças necessárias, modificando-nos com a finalidade de nos igualar a ele. Se a pessoa manifesta disposição de fazer isso, o sistema começa a influenciá-la.

Desta forma, a nossa primeira ação é inclinar nossas cabeças. Assim, o sistema superior  literalmente “grava” sua forma na pessoa e ela se torna semelhante a Ele.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 21/12/10, O Zohar

Desenvolvimento Espiritual: De Embrião À Pessoa

Dr. Michael LaitmanTalmud Eser Sefirot, Volume 3, Parte 8: Na espiritualidade, tempo e espaço significa a renovação da forma . Uma vez que o Partzuf cresce somente através de uma grande quantidade de uniões (Zivugim) e transferências de Luzes, que diferem umas das outras, construindo-o juntas, elas são chamadas de “meses do desenvolvimento intrauterino” ou o período do desenvolvimento embrionário, que pode durar 7, 9 ou 12 meses dependendo da quantidade de porções de Luz que são necessárias para formá-lo.

Nós estudamos as mudanças que acontecem com o desejo de desfrutar e contamos o número de mudanças ou renovações, que são chamadas de “meses” (Hodesh, mês em hebraico, vem da palavra Hidush – renovação). Não existe tempo na espiritualidade. O tempo é determinado pelo número de mudanças que atravessamos, ao invés do movimento do ponteiro de um relógio ou as mudanças de algum fator externo. Quanto mais eu mudei, é o quanto de tempo que se passou. É assim que o tempo é definido na espiritualidade.

Portanto, o período do desenvolvimento de um embrião significa que eu passo de um estado ao outro (“Eu passo”, Over em hebraico, vem da palavra embrião, Ibur) . Eu tenho que passar por certa quantidade de mudanças para ir do desenvolvimento intrauterino dentro do Superior ao desenvolvimento fora Dele.

Agora, eu também estou no Superior e Ele me desenvolve. Durante esse processo de desenvolvimento eu não tive qualquer influência nas mudanças que atravessei.  Eu sou forçado a mudar pelos instintos e forças que experimento como sofrimento, e, assim, eu passo por essas mudanças contra a minha vontade.

Então, surge outra fase: eu começo a sentir que existe algum tipo de razão por trás disso, que existe uma necessidade elevada, e que existe um Superior que faz essas mudanças em mim, desejando que eu comece a descobrir o sistema de governança, a ordem de desenvolvimento de causa e efeito, o começo e a meta de todo o caminho. É assim como o mundo inteiro está começando a despertar em nossa época.

Depois disso, nós alcançamos a compreensão de que temos que despertar essas mudanças por nós mesmos. De certo estado em diante não há tempo que o Superior mude por nós, forçando-nos a nos desenvolver. Agora, o Superior somente adiciona Luz para nós, as quais percebemos como mal. Porém, isso não nos habilita a nos desenvolver, mas somente alcançar a compreensão de que devemos exigir o desenvolvimento do Superior. Isto é, nós já precisamos participar do desenvolvimento por nós mesmos e exigí-lo.

O Superior não me força a fazer a ação em si, mas somente a solicitá-la, de modo que eu peça que Ele a coloque em prática. Meu pedido tem que estar no meio. Por enquanto, esse pedido pode ser expresso como um pranto, porque me sinto mal.

Depois disso, eu me desenvolvo e sou obrigado a ter esse pranto, que surge da compreensão do bem, quando entendo que tudo isso é para meu bem. Mesmo que eu possa me sentir mal em minhas sensações, eu já compreendo que isso é bom para o meu desenvolvimento, porque tenho que ascender ao próximo nível. Então, o Superior não exige mais um pranto de mim, mas a cooperação no desenvolvimento. Isso é chamado de sociedade (parceria).

Depois, nós alcançamos o estado onde o Superior não me desperta de forma alguma, mas eu tenho que procurar pela oportunidade de despertar dentro de mim usando o ambiente. Eu tenho que despertar o Superior, de modo que Ele me desperte, e, então, eu concordo com Sua ação e digo a Ele exatamente como fazer isso. É como se eu entendesse e escolhesse a melhor forma de ação por mim mesmo, e então o Superior a faria.

No final, nós alcançamos o estado onde eu dou ao Superior todas as ordens. No começo do caminho Ele fez todas as ações em mim, desde o princípio até o fim, sem minha consciência. Eu não sabia quem estava agindo em mim, o que Ele fazia, e onde estava. Mas, no final do caminho, eu determino tudo, do princípio ao fim, e somente uso a força do Superior.

Todo nosso caminho se situa na aquisição de uma independência progressivamente maior e autossuficiente, tornando-se cada vez mais semelhante ao Superior.

Da 2a parte da Lição Diária de Cabalá 16/12/10, Talmud Eser Sefirot

O Que É A Salvação Para Mim?

Dr. Michael LaitmanEstá escrito que a pessoa que abre um livro de Cabalá deseja salvar sua vida, sua alma. Ela pergunta sobre o sentido da vida e procura por seu significado, desejando ser salva do vazio, que é pior que a própria morte. Nós vemos que toda a humanidade está gradualmente se aproximando desse estado.

É quando a pessoa grita do fundo do seu coração por correção; então, o que é correção para ela? Esse é todo o problema: será que ela imagina corretamente a salvação pela qual está pedindo? O significado desta para ela é ascender acima do egoísmo, unir-se com os outros e com toda a realidade como um todo? Será que ela entende que não pode mais usar os desejos (Kelim) de receber? Ela se pergunta: qual o sentido em viver na recepção, absorvendo interiormente?

Se a pessoa realmente quer algo mais, isso só é possível nos desejos de doar, nos Kelim que estão dirigidos para fora. Então, seu grito por ajuda significa: “Salve-me do desejo que atrai tudo para si e não dá nada!”.

Se o coração da pessoa já está dirigido para fora, se ela deseja sair de si mesma, estabelecer sua conexão com todos e lá encontrar a sensação de vida, então sua intenção é correta e a Luz que chega até ela a leva de volta à Fonte.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 15/12/10, O Zohar

Se Você É Um Herói …

Dr. Michael LaitmanPergunta: Ultimamente, eu me sinto muito cansado e durmo na aula. Isso significa que o meu desejo pela meta não é forte o bastante?

Resposta: Antes de mais nada, devemos aceitar todos os estados como vindo do Alto, do Criador, porque “Não há outro além Dele”. Se eu me relaciono com cada estado como sendo construtivo e proveniente do Criador, e que, portanto, avança-me em direção à meta, então este já é um estado útil que realmente me constrói. Neste aspecto, nem tudo depende do estado em si, mas da minha atitude para com ele: De onde ele vem?

Não importa o estado em que estou – bom, ruim, médio, ou que carece de qualquer movimento, mesmo que eu permaneça nele por vários meses. Se eu sempre me refiro a ele como o estado correto para fazer discernimentos, correções e avanços, então eu não me preocupo com o que está realmente acontecendo.

Eu sempre elevo MAN, permaneço na intenção, e como resposta, recebo MAD do Alto, o estado que chega até mim. A intenção vem de mim, enquanto que o estado vem do Superior.

Portanto, nós devemos olhar para tudo o que nos chega do Superior como uma bênção. O que quer que chegue até nós é o que veio, pois, sem dúvida, vem Daquele que é Bom e Faz o Bem, e não há outro além Dele. Eu tenho que tratar todos os estados como necessários no caminho.

Se eu mudo constantemente e aprofundo-me no estudo, no grupo, e na intenção, eu não estou preocupado com o que recebo Dele. Pelo contrário, é possível que a cada vez eu receba Dele um tratamento duro (Gevurot), mas eu entendo que é exatamente este tratamento que me faz avançar. Afinal, é assim que uma pessoa séria é tratada, uma que se espera que progrida, em contraste com um bebê que é tratado com ternura e nada se espera dele. Portanto, tudo depende se você é ou não um herói ….

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 15/12/10 , O Zohar

O Meu Trabalho É Parte Do Trabalho Comum

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual deve ser a preocupação de cada um durante a lição: a pureza do seu trabalho espiritual ou apenas a união?

Resposta: Não basta estar preocupado de forma esquemática com a união em geral. Como o Baal HaSulam escreve, nós devemos construir a união entre Israel, a Torá e o Criador.

Nós estamos em um estado onde todos juntos decidem tudo. Cada pessoa adiciona seu “centavo” ao desejo comum do grupo e recebe dele a aspiração ideal para a oração. Então, sua oração pessoal, mais uma vez se derrama na unidade da oração comum.

O trabalho individual sempre combina com o trabalho comum: a pessoa completa o todo, e também se completa com o todo. Como resultado, nós formamos uma única oração, sobre a qual está escrito: “Os filhos de Israel clamaram a partir do trabalho”.

Para alcançar isso, a meta deve ser extremamente importante para nós, de modo que não a troquemos por nenhuma “realização” ou conhecimento teórico. Nós não estamos satisfeitos com o ritmo tranquilo do cotidiano, porque no ritmo atual, podemos continuar “avançando” por mais mil anos. Não estamos satisfeitos com o sucesso na disseminação, porque esta é, obviamente, apenas um meio. Não importa quão grande sejam nossas realizações, não podemos considerá-las como a meta de nossas vidas, nem mesmo temporária ou intermediária.

Não podemos nos acalmar com os resultados do nosso trabalho e esforços, esperando que eles façam o trabalho com o tempo. Em vez disso, a pessoa deve imediatamente mudar seu olhar para a coisa mais importante e colocar a verdadeira meta diante de si: a revelação da qualidade do Criador, a qualidade de doação dentro dela. Devemos exigir isso de forma inequívoca e sem descanso. Qualquer interrupção prejudica a pessoa e sua conexão com o Criador. Portanto, este é o lugar onde a oração comum é necessária, que é capaz de ser constante.

Nós temos que entender que é preciso grandes esforços para entrar no mundo espiritual, mas eles não são tão difíceis de serem feitos no grupo e depende apenas do nosso acordo.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 14/12/10 , O Zohar

O Cronômetro Continua Seu Tique-Taque

Todas as manhãs, antes da aula, nós nos levantamos novamente em nossos pés e começamos com uma ardósia limpa. A mesma coisa pode acontecer também ao longo do dia. Está escrito: “Deixe as coisas velhas que você já ouviu serem novas para você todos os dias”. A pessoa deve sempre sentir que ela é uma nova criação, sempre e estabelecer contato, a partir do trabalho espiritual, e chegar mais perto do Criador.

Toda vez que ela faz essa renovação, ela percebe o Reshimot, até que ela adquira uma quantidade suficiente deles. Esse número não é conhecido com antecedência, mas o cronômetro está passando e as rodas estão girando, mudando os números após o ponto, e em algum momento a roda principal do lado esquerdo vai saltar de um número para o próximo.

A mesma coisa nos acontece. É por isso que a cada momento precisamos renovar a conexão, a intenção, e a aspiração para o objetivo. Está escrito: “O final da ação situa-se no pensamento inicial”. Eu já devo manter o objetivo em mente agora, que eu espero chegar no final. Para onde vou? O que eu quero exatamente? Cada vez eu devo imaginar isso de novo, mas mais precisamente, de forma clara, palpável e perceptível. [Leia mais →]