Textos na Categoria 'Oração'

Vamos, Não Perca o Momento

Pergunta: Baal HaSulam escreveu no jornal “A Nação” que é inadmissível perder a hora certa. O que isso significa no contexto do movimento de protesto atual em Israel?

Resposta: Isso significa que temos de divulgar a mensagem de unidade, mas primeiro de tudo, unir-se entre si. Não podemos esquecer isso, caso contrário nosso aspecto se transformará em um acordo comum.

Quando se fala com as pessoas e fazendo aparições diante delas, você tem que entender que você está junto conosco e que pretende transmitir a carga interior, espiritual da nossa interconexão com elas. Só isso vai permitir-lhes sentir que a unidade é a salvação.

Da 5a. parte da Lição Diária de Cabala 14/7/11, “A Nação”

 

O Mundo Inteiro Está De Pé Embaixo Do Monte Sinai

Dr. Michael LaitmanPara que o estudo se torne um “elixir da vida” ao invés de um “elixir da morte”, ele tem que começar com a intenção de atrair a Luz que corrige. Nós temos que estudar e abrir o livro somente para a nossa correção.

A Cabalá e todos os outros livros sagrados, não importa em que linguagem eles foram escritos (por exemplo, o Talmude e a Mishna usam a linguagem dos conselhos e alegorias), são descrições de nossa conexão com a Luz, nossos estados espirituais. Todos esses livros, escritos pelos sábios (Cabalistas) no curso de toda nossa história, falam do mundo espiritual, nossos estados mais elevados.

Se a pessoa estuda com o objetivo de alcançar os estados e graus espirituais dos quais os Cabalistas nos falam, como uma criança que deseja crescer, então primeiro ela alcança a revelação de seu próprio mal. Está escrito: “Eu criei a inclinação ao mal e, além disso, a Torá, o meio para sua correção”.

Enquanto nós estivemos “no exílio”, tudo isso estava oculto, mas agora nós começamos a sair do exílio final. E tal qual durante o êxodo do Egito, hoje nós estamos de novo em pé diante da recepção da Torá se desejarmos nos tornar “como um homem com um coração”, alcançar a garantia mútua tal qual no Monte Sinai.  

Um monte de ódio está sendo revelado na nossa frente (Monte Sinai vem da palavra Sinnah – ódio). Mas, mesmo a despeito disso, nós nos unimos com a ajuda de nossos pontos no coração, a qualidade superior, o Moisés em nós que nos empurra para cima e nos guia através do deserto, através do “período de preparação” para entrar na “terra de Israel”, isto é, o desejo para a doação.

É assim que toda a humanidade, hoje, está em pé diante da montanha de ódio. Isso se revelou a nós como um por todos e é chamada de crise global. Nós estamos todos no mesmo estado, mas nem todos entendem completamente isso ainda, tal como aquela multidão de pessoas que também incluía diferentes pessoas – homens, mulheres, idosos e crianças, que pouco entendiam o que estava acontecendo.

Mesmo assim, todos já começaram a sentir esse estado. Só que alguns já entendem que a causa de tudo isso é o nosso ego e o ódio que nos divide, enquanto que outros ainda experimentam isso como uma situação financeira ruim. Cada pessoa sente algum tipo de carência dependendo de suas qualidades, do seu ambiente e necessidades: uma pessoa tem necessidade de um apartamento, outra tem necessidade de queijo tipo cottage, uma terceira de algo mais, e assim por diante em toda a humanidade, em cada pessoa..

Da 1aparte da Lição Diária de Cabalá 11/08/11, Escritos do Rabash

Nós Exigimos Nossa Própria Correção!

Dr. Michael LaitmanAs pessoas saem para manifestar porque elas não têm nada. Mas todas as correções só podem vir da Luz. Hoje, nós já estamos em um processo global, mundial, onde a correção é impossível com a ajuda de qualquer governo. Eles simplesmente não têm nenhum instrumento para conseguir isso.

Os instrumentos do novo mundo globalizado vêm apenas com a Luz que corrige. É no nosso mundo que devemos perceber todas as mudanças que a Cabalá fala, e o mundo vai sentir e entender na prática como a Luz superior o influencia através de nós.

Sem a Luz, não encontraremos uma única solução para nossos problemas. Só seremos atraídos para guerras, de modo que, finalmente, este caminho nos faça revelar a necessidade da Luz. A primeira coisa que as pessoas que fazem greves nas ruas deveriam estar gritando é, “Exigimos as forças para a nossa própria correção!”. Isso porque unir-nos uns com os outros é a única maneira de recebermos tudo o que desejamos – seja você uma mãe com crianças pequenas, um idoso ou um médico.

O mundo entrou numa crise de tais proporções, que ele não tem nada para lhe dar! Por exemplo, os manifestantes na Grécia começaram com ameaças. Mas o governo não tinha nada para dar a eles, e ele não estava escondendo nada. A verdade é que o processo de desenvolvimento está se desenrolando para convencer as pessoas da necessidade de se iniciar a correção. É por isso que ele está revelando o mal de nossa existência neste mundo para nós. Esta é a essência do que está acontecendo hoje.

Agora, o mundo inteiro deve entender vários princípios novos. Em primeiro lugar, nós estamos todos conectados e a crise que estamos experimentando hoje é global. O próprio mundo tornou-se global, e nós só podemos sair da crise a partir da união.

E não há nada que possamos exigir do governo. Nós receberemos tudo somente sob a condição de que nos unamos uns com os outros. Como num grupo, eu só posso receber a força dele se eu levá-lo à união.

A crise tem uma causa maior: é a Luz influenciando-nos e revelando a quebra entre nós. Portanto, nenhuma pessoa em nosso mundo tem uma solução para esta crise.

Nós resolvemos todas as crises anteriores, encontrando um meio cada vez maior de mimar nosso crescente desejo egoísta. Mas hoje começou uma era completamente diferente. Hoje, a Luz está revelando a falta de conexão entre nós. E somente dando alguns passos rumo ao estabelecimento desse tipo de conexão é que seremos capazes de melhorar o nosso estado. Então, cada pessoa receberá o que desejava – mas isso só acontecerá através da conquista da conexão, da união, da integração e da reciprocidade.

Portanto, todas as forças que aspiram ao protecionismo, à divisão e o isolamento, estão voltadas contra a correção, e não há nada pior do que isso, porque através delas a humanidade se aproxima da guerra.

A única coisa que nós precisamos é da Luz que corrige. Uma pessoa que estuda a Cabalá atrai a Luz com seus estudos e trabalho no grupo, enquanto que uma pessoa que não estuda tem que atingir algum tipo de compreensão e consciência da situação, da necessidade da união, da garantia mútua e da fraternidade. É assim que chegaremos à bondade.

Todos devem conseguir pelo menos algum tipo de entendimento disso. Mas o trabalho principal é da competência daqueles que ativamente atraem a Luz, porque o mundo a recebe através deles. Portanto, todos os nossos alunos devem se tornar ainda mais fortes e corrigir-se mais ainda, para que a Luz que atraímos influencie a todos.

Esta é a predestinação de uma pessoa chamada “Israel” – tanto aqueles que vivem no estado de Israel, quanto todos os nossos alunos em todo o mundo. Cada pessoa cujo ponto no coração despertou e que se uniu ao nosso grupo é obrigada a pensar nisso.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 09/08/11, Escritos do Rabash

Levar O Mundo À União

Dr. Michael LaitmanAo ler O Zohar, nós devemos tentar ter em mente que todas as correções correspondem à união entre nós. Devemos ver tudo o que ocorre no mundo de hoje como a revelação da desconexão. No final, o ódio, as desordens e todos os problemas que surgem estão sendo revelados por isso, e o mundo inteiro vai sentir que temos que consertar as conexões entre nós.

Na medida em que trabalhamos na disseminação e falamos sobre a conexão entre todos, acima da separação e oposição entre todas as partes do país e do mundo, nessa medida nos preparamos e pedimos a união durante o estudo.

Portanto, quanto mais nós exercermos uma influência e disseminarmos este conhecimento, quanto mais nós falarmos sobre a união, tentando levar a nação à união, quanto mais pedirmos isso durante o estudo, mais mereceremos de conduzir esta Luz até nós, e de nós para a nação e o mundo.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 10/08/11, O Zohar

A Reparação É Um Negócio Delicado

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual é a quantidade de Luz que eu preciso atrair para finalmente retornar à Fonte?

Resposta: Isso ficará claro a partir da revelação do mal. Por exemplo, quando meu carro quebra, eu o levo a uma oficina de reparo. Lá, um especialista me diz: “Você não pode virar o volante, mas esta não é a causa do problema; o problema está nas barras de direção”. Ou seja, primeiro ele descobre a quebra e só então ele decide como corrigi-la.

Só quando você compreende a causa do mau funcionamento você consegue ver o que precisa ser feito com a sua inclinação para o mal. Você tem que perceber o problema. Ao fazer isso, você atinge o propósito da criação e entende quem é o Criador, de acordo com o princípio de “de Suas ações nós O conheceremos”.

Ele lhe deu um carro quebrado, você entendeu a natureza do problema, e partir daí você percebeu como corrigi-lo. Como resultado, você entendeu o que significa ser corrigido. Isto é o que faz de você um ser humano semelhante ao Criador. Sem a realização do mal, você não entenderá que Luz você precisa e não chegará ao verdadeiro apelo pela correção, chamado MAN.

Afinal, MAN é a união entre Malchut e Bina. Eu tenho que saber o que não está corrigido dentro de mim do lado de Malchut, e qual deve ser a minha forma corrigida do lado de Bina. Quando ambos já estão conectados dentro de mim, isso é chamado MAN. Agora, eu sei o que tenho que alcançar, enquanto que a natureza da Luz, que executará a correção, ainda é desconhecida para mim. No entanto, é claro para mim que uma força externa que realizará essa tarefa é necessária aqui.

Da 5ª parte da Lição Diária de Cabalá 06/07/11, “Matan Torá (A Entrega da Torá)”

Súplica E Gratidão

Dr. Michael LaitmanNós temos dois estados com respeito à força que nos desenvolve: a súplica e a gratidão. O estado mais produtivo é a súplica. A gratidão é muito útil também, porque nela nós estamos em adesão com o Superior, e ao fazer isso nós acumulamos força para o futuro, para quando outra súplica vier.

Mas, a nossa revelação de que somos indivíduos independentes que se identificam com o Criador acontece precisamente durante a súplica. Um exemplo maravilhoso disso são os salmos do Rei Davi, que expressam absolutamente a atitude da criatura para com o Criador em todas as formas possíveis.

Por isso ele é chamado “Rei Davi” (“Malchut” significa “reino”). Essa é a força que revela e me tira (da palavra “Moshech”), razão pela qual a força que executa a correção final é chamada de Mashiach ben David (Messias Filho de Davi). Os salmos são a expressão do desejo completo da criatura em súplica e gratidão, em ambos os estados. Ao unir esses estados, nós nos atualizamos. Então, o desejo completo da criatura é revelado corretamente: como o Criador que existe e se veste nela.

Assim, todos os estados completos nos levam ao final, e o Pensamento da Criação que criou a criatura é agora revelado nela, na própria consciência da criatura. Nisto reside a única diferença entre o ponto inicial e o final do caminho. Do estado onde a criatura pouco sentia sua própria existência, como certo ponto desprendido do Criador, ela alcança seu próprio estado interior e compreende que existe em completa adesão com o Criador; ao mesmo tempo, ela é completamente independente.

Não há outra realidade senão o Pensamento da Criação. Não há outro processo senão aquele da criatura alcançar o estado no qual ela existe desde o começo. E cada vez a súplica precisa ser alcançada primeiro. Ela é as lágrimas das quais falam os profetas: “Minha alma chora na escuridão”, o estado mais elevado possível, quando o homem exige a força para alcançar seu estado verdadeiro fora da escuridão, antes que a meta da criação seja atualizada dentro dele.

Somente depois que ela seja completada nós chegamos à gratidão (melodia), na qual alcançamos uma adesão parcial com o Criador, até que cheguamos à completa realização e adesão.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 04/08/11, Shamati #18

O Zohar Se Revela No Amor

Dr. Michael LaitmanA fim de revelar O Zohar, nós devemos atingir o estado adequado para revelá-la. A Luz superior está em repouso absoluto. O Criador está simplesmente oculto dentro da criação, porque a criação é incapaz de estar em um estado onde o Criador fosse revelado nela.

Portanto, as mudanças só podem ocorrer dentro da criação. A criação tem que mudar, de modo que ela atingirá as condições para a revelação do Criador, de acordo com a lei de equivalência de forma.

Assim que atingirmos certa medida de equivalência com a qualidade do Criador, nós O revelamos. A qualidade mínima na qual revelamos o Criador, tornando-nos semelhantes a Ele, é alcançada quando nos unimos uns com os outros em uma conexão mínima.

Como isto é possível? Acima da força de repulsão que nos separa uns dos outros, acima do ódio e da falta de vontade de nos unir, nós tentamos despertar um desejo dentro de nós, uma necessidade constante de nos unir em nossas aspirações internas, em doação mútua, para criar um estado que expresse a qualidade do Criador – conexão mútua, doação e união, pelo menos no menor grau.

Mas mesmo se não formos capazes de fazer isso, devemos desejar que isso aconteça. Então, a força oculta em nós, o Criador, nos ajudará, nos aproximará, e construirá o estado de união dentro de nós, tornando-o realidade.

Em essência, não há mais nada para nós pensar que não seja tentar alcançar a união entre nós a partir da repulsa e do ódio, e para revelar isso nós também precisamos de persistência constante e aspiração.

Portanto, ao ler O Livro do Zohar, nós temos que tentar pensar constantemente na rede de conexão entre nós, que já existe, mas ela existe em antipatia mútua, na falta da importância da união. E nós temos que desejar que ela se transforme em sua forma oposta – a união entre nós. Quando a nossa união se tornar ao menos um pouco semelhante ao Criador, à Luz, a Luz começará a fluir através dela, que é chamado de revelação do Criador à criação.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 1/08/11, O Zohar

Um Detector Para Revelar O Criador

Dr. Michael LaitmanO Livro do Zohar fala sobre as conexões entre nós, porque não há mais nada para se falar em toda a realidade. A realidade é única. Nós estamos dentro da Luz, do Criador e temos que revelar o nosso verdadeiro estado.

Na medida em que tentamos revelá-lo, temos a sensação de escuridão interna, a qual podemos dispersar, abandonar com a ajuda de esforços mútuos na conexão entre nós. Com estes esforços mútuos, ajudamos a Luz a se tornar revelada.

É exatamente isso o que nós temos que fazer. Não há nada além de nossos esforços, o desejo, a preocupação, o pedido e a aspiração pelo estado de revelação. Então, qual é o problema? O problema é que desejar esta revelação significa desejar o estado que é oposto a nós. Nós nos encontramos entre duas aspirações: a atração natural para nós mesmos, e a aspiração artificial exterior, para fora de nós.

Portanto, através de esforços diferentes, por qualquer meio possível, eu tenho que ser inspirado pelo ambiente e atingir um estado onde a aspiração para fora se tornará mais importante para mim do que a atração natural para mim.

Se eu sou capaz de adquirir essa importância com a ajuda dos esforços e o pedido pela Luz, para que ela se torne revelada e me ajude, isso significa que sou capaz de revelar a conexão entre nós. Conforme eu revelo esta conexão, eu revelo a Luz, o Criador. Isso porque a Luz se revela dentro de nossa conexão, mas eu não posso revelá-la: falta-me o detector.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 1/08/11, “O Zohar

A Tarefa Mais Difícil É Pedir

Dr. Michael LaitmanGraças aos nossos estudos Cabalísticos, nós finalmente entendemos que o Criador executou, executa, e executará todas as ações. E tudo que é solicitado de nós é um pedido que constitui nossa liberdade de escolha. Isto é, nós temos que querer que o Criador nos corrija.

Tudo o que o Criador fez conosco antes não precisou do nosso consentimento; nós obedecíamos à ordem direta da nossa natureza, e assim, não tínhamos nada a pedir. Nós simplesmente seguíamos nosso instinto natural, satisfazendo nosso desejo crescente em todas suas manifestações. Porém, para nos dar a oportunidade de nos desenvolver por nós mesmos, de adquirirmos autoconhecimento, e revelarmos o Criador e Suas ações, em certo momento o Criador começa a atuar contra nossa natureza.

Essa virada ocorre na nossa geração. O Criador não nos persegue, empurrando-nos para frente, mas fica parado na nossa frente e exige que nós nos aproximemos d’Ele por nossa própria vontade. Na verdade, esse é nosso trabalho: mobilizar em nós as forças, os desejos, e o entendimento de que precisamos nos aproximar d’Ele. E nós mesmos não podemos fazer isso; nós só podemos pedir, exigir d’Ele que Ele nos traga para mais perto.

Para fazer isso, nós precisamos vir e trabalhar juntos para descobrir dentro de nós o desejo pela doação mútua. Nós precisamos recriar dentro de nós a forma desejada do Criador, a qualidade perfeita da doação. Nós temos que aspirar dentro do nosso grupo alcançar tal relacionamento entre nós, de modo que a força, que existe lá em ocultação, seja revelada. Isso significa revelar o Criador, conhecê-Lo, para nos apegar a Ele. 

Então, nós avançaremos e nos governaremos. Mas, da mesma forma que antes nós inquestionavelmente obedecíamos ao nosso desejo egoísta, sem mesmo pensar nele, agora nós desejamos obedecer ao Criador com a mesma devoção. Depois de todos as questões, desafios e análises, a despeito de nossas objeções e resistência, nós queremos ser completamente manejados por Ele e nos tornar Seus fiéis trabalhadores, como se diz: “O amor cobre todos os pecados”.

E a chave nesse processo é encontrar o ponto de dirigir ao Criador o pedido de mudança e de correção de nós mesmos cada vez. Nós não deveríamos procurar dentro de nós mesmos pelas forças e meios de nos tornar “justos”, fazendo “boas ações”.

Obviamente, é impossível alcançar a verdadeira oração de uma só vez, e nós temos que passar por muitas análises no caminho até ela. Mas, o obstáculo principal são os pensamentos da pessoa, de que ela é o mestre de suas ações e deve corrigir a si e o seu ambiente com suas próprias forças. Ela se esquece de que ela é meramente argila nas mãos do Mestre, e que “não há outro além d’Ele”, o Único que executou, executa, e executará todas as ações. E nossa liberdade de escolha, dada a nós para nos aproximar da perfeita doação, é somente pedir por essa qualidade, essa força, que reinará entre nós.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 27/07/11, Shamati #50

Pare De Olhar O Mundo Através de Uma Cortina Rasgada

Dr. Michael LaitmanPergunta: Que frase eu posso escrever na minha frente, em letras maiúsculas, para que toda vez que eu me distraia e meus pensamentos vagueiem, eu possa voltar e me concentrar novamente?

Resposta: Imagine um estado ao qual vale a pena constantemente aspirar, e o descreva, de modo que essa frase possa imediatamente lembrar-lhe que você percebe a realidade como dividida e quebrada em diferentes partes somente porque você está dentro do egoísmo.   

Tão logo você elimine essa visão através do seu ego, tudo se torna um único todo. É como se você estivesse olhando para a realidade através de uma cortina que tem pequenos furos nela e o que você vê parece ser feito de partes separadas. Mas, então, você remove essa cortina dos seus olhos e toda a realidade se transforma em uma única realidade.

Da 2a parte da Lição Diária de Cabalá 28/07/11, O Zohar