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O Libelo De Sangue Das Nações Unidas

Dr. Michael LaitmanOpinião (Alexander Shoihet): “Um relatório da ONU diz que Israel cometeu crimes de guerra. Este é um libelo de sangue moderno contra Israel pelas Nações Unidas. Na verdade, todas as reuniões das Nações Unidas consistem de falsas acusações contra Israel ‘cometendo genocídio, apartheid e crimes contra a humanidade’”.

“O novo relatório da Comissão das Nações Unidas rejeita o direito de Israel à auto-defesa. Só no ano passado, esta sociedade de antissemitas chamada Organização das Nações Unidas, aceitou 20 resoluções condenando Israel, e nem mesmo uma contra outras nações do Oriente Médio. A ONU é uma organização mundial de ‘direitos humanos’ em que o Irã é um membro da comissão para a igualdade de direitos para as mulheres, Sudão supervisiona a preservação dos direitos humanos, a Síria está à frente do Comitê de Direitos Humanos, em que Cuba, Venezuela, Rússia e Arábia Saudita também são membros! Essa é as Nações Unidas”.

“Por que Israel é um membro do poço de cobra antissemita e nazista? Por que ele precisa ouvir toda essa abominação, justificar suas ações para se defender, e pagar mais um monte de dinheiro para este conjunto desprezível? Será que temos tão pouco respeito por nós mesmos que estamos ainda preparados para esperar a benevolência destes alunos e discípulos de Hitler e Goebbels?”.

Meu Comentário: A ONU se oferece como representante de todos os países do mundo que dizem abertamente na nossa cara que nós somos os culpados por todas as catástrofes humanas! E eles estão certos! Nossa Torá nos diz a mesma coisa; todos os desastres vieram ao mundo apenas como resultado das ações de Israel.

A sabedoria da Cabalá explica como, através da nossa unidade, temos que corrigir a nossa influência negativa e prejudicial para o mundo. A escolha do mundo futuro está apenas em nossas mãos, e assim as acusações contra nós são justificadas. As nações do mundo não têm a possibilidade de corrigir o mundo e expressam isso abertamente com suas acusações contra os judeus.

Cabe a nós explicar dentro das Nações Unidas, como todos nós vamos corrigir em conjunto o mundo através da aplicação da pressão sobre os Judeus e ajudando-os a fazê-lo. Desta forma, o ódio em relação aos Judeus vai forçá-los a se unir. Por isso, é possível dizer (de brincadeira) que as Nações Unidas merecem o Prêmio Nobel da Paz por “estabelecer a paz entre os Judeus!”.

Apenas Israel Salvará A Civilização Ocidental

Dr. Michael LaitmanOpinião (Dr Dan Schueftan, chefe do Centro de Pesquisa de Segurança Nacional – Universidade de Haifa): “Nós só devemos lidar com a gestão do conflito, o que significa envolver-se continuamente na melhoria de sua vida, mas isso é gestão e não uma tentativa de resolver o conflito. A raiz do problema exclusivo da sociedade israelense é o fato de que os árabes são uma minoria em nosso Estado, mas uma minoria que sente que é a maioria, porque é a maioria no Oriente Médio. Os judeus, por outro lado, são a maioria neste Estado, mas eles têm um forte sentimento de que são uma minoria.

“A situação global afeta os árabes e eles sentem que são parte do grande mundo árabe. Se a sociedade árabe mundial tenta resolver seus problemas estruturais e se volta para a barbárie, parte dos árabes israelenses também mostra o seu interesse por essas ideias. Na verdade, é este paradoxo da consciência dos árabes israelenses que leva ao conflito e os confrontos que não podem ser realmente resolvidos. Qualquer tentativa de resolver este conflito só piora a situação e ameaça a existência do Estado de Israel.

“O ponto é que Israel parece ser uma empresa colonial, mas as tentativas de mudá-la de acordo com os modelos ocidentais podem destruir suas bases. O acordo de paz de “dois Estados para dois povos”, na verdade, leva à criação de dois Estados: um ocidental e um que não é judeu, uma transformação gradual do estado de Israel num Estado árabe.

“Os árabes israelenses nunca se viram como israelenses e não querem se ver como tais, mas também não querem sair do ‘malvado’ Israel nem aderir ao ‘maravilhoso’ Estado palestino que algum dia será fundado. Eles querem viver em Israel, mas não o aceitam como seu Estado. Isso é típico do Oriente Médio. A sociedade árabe se deu conta de que não será capaz de chegar perto da sociedade ocidental em seu padrão de vida. Na verdade, se afasta ainda mais longe dela e não será melhor no futuro, na medida em que o processo de destruição no Oriente Médio continua.

“O que impede os países do Oriente Médio de recuperar o atraso com os Estados ocidentais é a intolerância e a relutância em aceitar os outros. Se uma pessoa trata a sua esposa como um objeto, você pode investir tanto dinheiro quanto quiser, mas essa nunca será uma sociedade ocidental, e a ciência e o estilo de vida ocidental nunca serão desenvolvidos. Somente aqueles que exibem atitudes extremas podem contar com o apoio das massas.

“Imigrantes árabes em países europeus e nos EUA em desenvolvem a sua própria imagem pessoal, preservando-se do que eles escaparam. Os americanos acreditam obstinadamente que os princípios democráticos serão aceitos pelos imigrantes árabes e o Médio Oriente; que tudo mudará para melhor e todo mundo viverá segundo os padrões ocidentais. Mas o gênio está saindo da garrafa destruindo tudo em torno dele e as coisas estão ficando cada vez pior. A única salvação do ocidente e dos EUA é uma mudança de atitude em relação ao problema árabe.

“De todos os países do mundo ocidental, a situação em Israel é a melhor porque nós entendemos esse problema. Se alguém pode salvar as civilizações ocidentais somos nós”.

Meu Comentário: A sabedoria da Cabalá vê este problema como dado a nós de Cima para que possamos nos desenvolver espiritualmente.

E, eu vejo a mesma solução: apenas Israel pode salvar a civilização ocidental.

O Feriado Da Entrega Da Torá — Todos Os Dias

Dr. Michael LaitmanPergunta: Por que devemos receber a Torá anualmente durante a festa de Shavuot se já a recebemos no Monte Sinai?

Resposta: Essa não é uma ação física e sobre estar fisicamente no pé do Monte Sinai. Nós ouvimos que uma pessoa deve se ver como saindo do Egito todos os dias. Ela deve ouvir os Dez Mandamentos todos os dias como se os tivesse recebendo repetidamente. É porque o nosso ego, nosso desejo de receber, se renova a cada dia. Em contraste com isso, nós devemos continuamente despertar o desejo de doar, o poder do amor. Essa é a razão porque a Torá nos é dada diariamente.

Agora, no entanto, estamos no exílio, o que significa que não sentimos a força do bem que está oculta de nós. Nós só podemos revelá-la através da sabedoria da Cabalá, que também foi intencionalmente escondida até não muito tempo atrás.

Pergunta: Como a Torá está relacionada com a sabedoria da Cabalá?

Resposta: A sabedoria da Cabalá é chamada de sabedoria da verdade, a sabedoria da Luz, uma vez que, na verdade, através dessa sabedoria, nós podemos alcançar a força da bondade, do amor e da doação, e realizar a garantia mútua e a unidade entre nós. Nós temos tentado fazer isso há décadas no estado de Israel, mas as coisas estão ficando cada vez piores. Nós já chegamos a um ponto em que a situação é insuportável.

A sabedoria da Cabalá, por outro lado, revela a força da bondade, do amor, que nos une e nos permite usá-la. Nós começamos a sentir como devemos equilibrar o mal onde quer que ele seja revelado pela força da bondade. Então, nós temos duas forças, pelas quais podemos avançar na direção certa para a unidade e amor, e podemos nos desenvolver de forma boa e maravilhosa.

Do Programa da Rádio Israelense 103FM, 17/05/15

O Espírito Da Judiaria Russa

Dr. Michael LaitmanPergunta: Por algum tempo, grandes Cabalistas viveram em cidades russas: Baal Shem Tov, Rabi Nachman de Breslov e outros. Isso influencia o espírito da Judiaria Russa?

Resposta: Sem dúvida, os estudantes do Baal Shem Tov viveram em cada cidade. O Baal Shem Tov primeiro começou a aplicar a sabedoria da Cabalá que o ARI revelou no século XVI. Ele ensinou isso a vários de seus estudantes Cabalistas, que atingiram o mais alto nível no sistema. Seu papel foi despertar a inspiração no povo, para corretamente elevar, estabilizar e levá-los para a frente. Essa foi a ideia de restaurar o espírito do povo, que já havia sido perdido no momento da destruição do Beit HaMikdash (Templo), quando eles caíram do nível do amor mútuo para o ódio mútuo. Portanto, a necessidade amadureceu para elevar o povo do nível da rejeição egoísta para o nível altruísta de amor mútuo.

O Baal Shem Tov estabeleceu o que foi chamado de Hassidismo, um trabalho Cabalístico prático. Mas é preciso dizer que o Hassidismo de hoje é muito diferente. O Baal Shem Tov mudou o estudo do ARI para aproximá-lo do povo e mostrar-lhe a correção interna. Dessa forma, ele implementou a regra geral da Torá, “ama o teu próximo como a ti mesmo”. O povo então foi capaz de deixar o exílio espiritual e físico, porque um está conectado ao outro. Mas se a pessoa não estivesse pronta para a redenção espiritual, ela também não alcançaria a liberdade física.

Portanto, por duas gerações até o século XVIII, a atual Cabalá, que se chamava Hassidismo, prosperou. Em cada aldeia e assentamento havia pessoas envolvidas em alcançar o Criador com base na conexão correta entre elas, que é o que requer a Torá. Dessa forma, o Judaísmo se tornou espiritual, e apareceram muitas pessoas que se tornaram professores. Ao mesmo tempo, os adversários do Hassidismo apareceram, mas aconteça o que acontecer, ambos os grupos começaram a se elevar espiritualmente e isso desempenhou um papel enorme na influência do ambiente.

Ao mesmo tempo, pessoas oportunistas começaram a aparecer, o que mudou tudo e substituiu a corrente popular, de modo que elas já não estavam mais envolvidas com a realização da Torá. Em vez disso, elas simplesmente realizavam Mitzvot (mandamentos) físicas com algum tipo de aspiração interna ligeiramente maior, mas não mais do que isso. Isso significa que o Hassidismo caiu para um nível inferior. Mas, até o final do século XIX e apesar de tudo isto, ainda havia uma multidão de Cabalistas que sentia o mundo superior, o sistema de gerenciamento. A partir disso, eles ensinaram os outros. Isso influenciou muito fortemente o espírito da Judiaria Russa e foi enraizado neles para sempre. Portanto, a descoberta contínua do mundo espiritual, a descoberta da alma, o sentimento do mundo superior e todo o sistema de descoberta do Criador como a força superior de supervisão, os empurrou e hoje ainda empurra uma grande parte dos Judeus da Rússia para a verdadeira realização espiritual.

Entre meus alunos hoje, é possível encontrar muitos da antiga União Soviética e Russos ainda vivendo na Rússia. Até hoje, o potencial espiritual que lhes foi inserido pelos seguidores do Baal Shem Tov ainda vive dentro deles.

De Kab TV “Sobre a Nossa Vida” 07/05/15

Procurar O Sentido Da Vida

Dr. Michael LaitmanPergunta: Hoje o estudo da sabedoria da Cabalá se tornou moda. Seus devotos são celebridades, como Madonna. Será que isso perturba ou ajuda a sua meta global de levar a pessoa a uma natureza espiritual?

Resposta: Por um lado, isso chama a atenção das pessoas para a sabedoria da Cabalá, uma vez que elas começam a ler e se interessar por ela. Por outro lado, Madonna e outros não estão realmente envolvidos com a Cabalá. Nada pode ser feito sobre isso; essa é a forma como a humanidade se desenvolve. Quando se trata do grande sistema espiritual, não há entendimento imediato nem a percepção do que é isso, de modo que as pessoas abordam essa questão de vários ângulos.

Mesmo os estudantes que vêm até nós estudar não entendem exatamente onde estão por meio ano ou mais. Eles podem ser comparados àqueles que estudaram física quântica. Lá, também, por um ano os alunos dão voltas desesperados com a falta de compreensão. Uma pessoa não pode entrar imediatamente numa nova dimensão, de modo que a sabedoria da Cabalá deve haver um período de adaptação.

Pergunta: Será que essas celebridades o ajudam?

Resposta: Isso não depende delas, mas sim da necessidade, da demanda e do imperativo da pessoa. As pessoas vêm para a sabedoria da Cabalá quando a questão sobre o sentido da vida cutuca sua alma: “Para que eu estou vivendo?!” Se essa questão queima na pessoa, ela sente uma falta de sentido em sua existência e não pode ficar em paz com isso. Portanto, no final das contas, ele chega até nós. Mas, se a questão sobre o sentido da vida é satisfeita por ela através de comida, sexo, riqueza, família, conhecimento, etc., então ela está presa em algum lugar nesses níveis de satisfação. Isto não é nem bom nem mau; no entanto, a pessoa simplesmente se encontra nesse nível de desenvolvimento.

Por algum tempo eu procurei o sentido da vida, começando com a ciência e depois disso a religião, e não o encontrei nelas. E quando isso se tornou completamente insuportável, eu fui aconselhado a procurar os Cabalistas. Eu procurei meu professor por quatro anos, e quando o encontrei, entendi que isso era para mim.

Da Conferência de Imprensa 11/03/15

Mostrando Ao Mundo Nossas Faces Brilhantes

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como uma pessoa pode fugir do caminho espiritual se o seu ponto no coração a atrai para isso?

Resposta: Toda a geração que saiu do Egito tem que morrer, e somente aqueles que nascem no deserto alcançam a terra de Israel. Nem todos eles morrem ou  nascem como novas pessoas quando chegam ao ponto de Bina.

Nascer como um novo povo expõe os pontos no coração à Luz de modo que dela surja uma imagem completa do homem que se assemelha ao Criador. Todos os outros morrerão, o que significa todos os outros atributos numa pessoa. É como vemos em nosso mundo quando mil entram numa sala e apenas um sai como professor.

Pergunta: Agora, quando nos envolvemos na disseminação, não esperamos que esse ponto seja revelado na pessoa, mas realmente começamos a despertá-lo nela. Em sua opinião, essa maneira um tanto agressiva é justificada?

Resposta: Eu não acho que sejamos agressivos, porque a nossa principal motivação não é impor nosso método a ninguém, mas identificar-se com o seu sofrimento, suas deficiências e seus sonhos não realizados. Nós sentimos pena e nos identificamos com ele e começamos a perceber que a dor e as deficiências que ele sente são o resultado de seu desamparo e desesperança.

Ele não admite, mas nós começamos a confessar: “Não há segurança suficiente no meu ambiente. Olhe para o que acontece comigo, meus filhos, meus netos. O que está acontecendo com o clima”. Ele reclama de falta de energia, escassez de água, sobre as grandes contas de serviços públicos que tem que pagar, etc. Ele não esquece a política local, política global, e tudo o que está no noticiário, embora isso não lhe diga respeito.

Se levarmos tudo isso em conta, temos a sensação de inutilidade, desespero, vazio e falta de propósito que são inconscientemente expressos como reclamações sobre tudo. Parece que se ele aceitar isso, tudo dará certo, mas se ele receber uma meta e ouvir que nada acaba, que tudo tem um objetivo e que tudo ficará bem, essa meta cobrirá todas as suas queixas.

As pessoas não morrem de fome, é claro, mas são privadas das coisas mais básicas. Nós vemos que é impossível corrigir alguma coisa, a menos que corrijamos a nós mesmos e comecemos a nos conectar e a pensar no outro. Afinal de contas, há um excesso de tudo o que precisamos no mundo, mas, ao mesmo tempo, em alguns países, metade de sua população está morrendo de fome, e a única razão é que não estamos conectados.

Não devemos nos acalmar e dizer que tudo isso será ajustado de alguma forma. Isso não pode ser! Esta é a razão por que o nosso contato com o mundo de hoje tornou-se tão vital.

A principal coisa é que a crise é agora evidente em cada aspecto da vida. Eu vejo o quão ela é profunda e é uma sensação muito desagradável, porque se olharmos para as coisas objetivamente, é como um tsunami que se aproxima e está ameaçando eliminar todos nós. Portanto, ou enfrentaremos aflições terríveis que forçarão todos nós a nos corrigir ou prevenimos esses sofrimentos com nossas explicações que levam as pessoas a começar a se corrigir perante os problemas que chegam. Os animais podem sentir um tsunami se aproximando e escapar com antecedência, mas o nosso ego não nos deixa sentir um desastre se aproximando com antecedência e nos engana sussurrando-nos que está tudo bem!

Os animais não podem sobreviver dessa maneira. Nós estamos numa situação pior, porque estamos desconectados da natureza. A fim de nos fundirmos com a natureza, temos que estar no atributo de doação e equilibrar nosso egoísmo através desse atributo. Só então ascenderemos ao nível de Moisés e seremos capazes de falar com o Criador.

Se nos conectarmos com a natureza, seremos capazes de resolver corretamente todos os nossos problemas e avançar à bondade. Caso contrário, o nosso ego continuará a nos confundir. Nós estamos destruindo a nossa vida, e a situação está realmente se tornando ameaçadora. Eu não estou tentando assustar ninguém; todo mundo já sabe tudo isso. As pessoas têm simplesmente se acostumado com a ideia de que uma guerra pode irromper e haverá problemas, aniquilação e morte. Nós nos tornamos apáticos: vamos viver pacificamente hoje, e o que vier amanhã, não importa. O mundo está num estado de desamparo absoluto e as pessoas não podem fazer nada com suas vidas, com a humanidade, com tudo o que temos feito e causado.

Nunca na história da humanidade as pessoas relutaram em ter filhos ou em pensar e se preocupar com eles, e nunca as crianças deixaram seus pais e viajaram para muito longe deles. Mas, por outro lado, vemos também o outro extremo hoje, quando adultos infantis (30-40 anos de idade) vivem com os seus pais e não têm a intenção de ter uma família própria.

Nós chegamos à última fase do desenvolvimento do egoísmo que já necessita correção. Portanto, chegou a hora de dizermos ao mundo inteiro que temos as duas tábuas de pedra com os Dez Mandamentos em nossas mãos. Vamos levantar um pouco a máscara de ferro e expor nossas faces brilhantes para todos.

O Mundo Vindouro, Aqui E Agora!

Dr. Michael LaitmanPergunta: De que forma o mundo, que eu estou vendo agora na minha vida, difere do mundo vindouro, sobre o qual é dito: “Você vai ver o seu mundo em sua vida” (17-A Berachot)?

Agora eu estou vivo e vejo o que todo mundo vê, um mundo cheio de ódio. Que tipo de benefício eu obtenho desse “imenso” computador que você fala, que leva todo o sistema a um estado de separação, ódio e desconfiança em nossos relacionamentos mútuos?

Resposta: Eu vejo todo esse gigantesco mecanismo superior e como ele joga conosco para nos fazer desenvolver de modo que nos tornaremos semelhantes a Ele subindo ao Seu nível. É dito: “E as crianças vão voltar para seu pai no céu (o Criador)”(Vayicrá Rabá 1:3). Então, eu começo a justificá-Lo, entendê-Lo, e vejo de que maneira preciso me comportar para viver nesse nível em todos os momentos e não ter que esperar!

No momento em que eu começo a estudar a sabedoria da Cabalá, eu tenho a possibilidade de subir ao nível da força que gere isso.

Do Programa da Rádio Israelense 103FM, 12/04/15

Conflito Planejado Entre Os Estados Unidos E Israel

Dr. Michael LaitmanPergunta: Desde o primeiro dia do mandato de Obama, ficou claro que ele pretende mudar a política dos EUA no Oriente Médio, aproximando-se do mundo islâmico em geral, das nações árabes em particular, e melhorar as relações com o Irã.

A violência e as crises que vêm uma após a outra no Oriente Médio forçaram Obama a desviar ligeiramente da direção que ele escolheu. Mas tanto a respeito da questão da Palestina e nas repetidas tentativas de se aproximar do Irã à custa de tradicionais aliados dos Estados Unidos na região, vemos que sua linha de conduta tem se mantido como era. Como podemos e seremos capazes de se opor a isso?

Resposta: Foi precisamente quando o Faraó era mau que nós deixamos o Egito. Não se pode dizer de forma inequívoca que Obama é ruim para nós – seu ódio aos judeus e a Israel em particular, tem um potencial para o nosso desenvolvimento.

Seu ódio e suas políticas só aceleram o nosso despertar e influencia nosso destino através da Luz Superior, como está escrito em Provérbios 21:1: “Os corações dos príncipes e reis estão nas mãos do Criador”. Portanto, nós determinamos o nosso destino, não Obama.

Memória Do Passado E Do Futuro

Dr. Michael LaitmanPergunta: No Memorial Day (Dia em Memória) nós honramos a queda e dizemos na oração em memória: “Que elas possam ser impressas no coração de Israel de geração em geração”. O que exatamente precisamos lembrar? Que lições devem ser aprendidas com essas perdas?

Resposta: Lembrar, e depois fazer um cálculo para o futuro. Independentemente de parentesco, porque todo mundo, seja perto ou distante, pertence ao mesmo povo.

Nós precisamos estar conscientes de porque eles caíram. O que causou esses problemas? O que o mundo quer de nós? Por que somos incapazes de organizar nossas vidas para que a paz e tranquilidade reinem em nossas relações entre nós e as outras nações?

Nós percebemos que nos falta apenas uma coisa: equilibrar e compensar a inclinação ao mal que queima entre nós, constantemente causando atrito e conflito. Se nós conseguirmos normalizar e apaziguar as relações dentro do país, vamos abrir este guarda-chuva da paz acima de todos os outros.

O que acontece com o povo de Israel vai definitivamente acontecer com o mundo. Isto é afirmado na Torá.

Uma vez que todos nos odeiam, essa é a própria prova do nosso papel particular. Afinal de contas, o mundo não abriga um ódio coletivo tão forte por qualquer outro povo. É difícil ver isso como um sinal de uma força especial, uma atitude especial?

É hora de pensar no que acontece com esses povos. Ao longo da história, nós fugimos da miséria, tentando ser como todo mundo, e, em contrapartida, nos é dito: “Não, vocês não são como nós. Afastem-se e verifiquem a si mesmos. Nós culpamos vocês por serem especiais e nos trazerem todo o mal e sofrimento”.

De onde pareceria que vem essa calúnia? Afinal de contas, nós queremos dar ao mundo apenas coisas boas. Eles dizem: “Não, nós não precisamos de tudo o que parece ser bom para vocês. Nós queremos de vocês o que realmente fará a paz no mundo”.

As nações exigem a unidade de nós, que vai ser um bom exemplo para todos.

De KabTV “Uma Nova Vida” 16/04/15

Da Babilônia Para A América Do Sul

Dr. Michael LaitmanPergunta: O grupo europeu do Bnei Baruch também deve se culpar se o mundo experimenta um desastre por causa de uma falta de conexão dentro de Israel?

Resposta: Hoje em dia, todo mundo é responsável por isso, ou seja, cada um que estuda a sabedoria da Cabalá e sente uma conexão dentro de Israel. Quando me refiro a Israel, refiro-me a todos os nossos amigos e grupos de todo o mundo.

Todos nós recebemos um despertar do Criador, assim como o grupo de Abraão recebeu na antiga Babilônia. Portanto, hoje, nós estamos na mesma situação de Israel (Yashar-El – direto ao Criador).

Não importa que um recebeu um despertar há 3500 anos na Babilônia, veio com ele até este dia, e outro recebeu este despertar na América do Sul apenas alguns meses ou anos atrás. De acordo com o mundo espiritual, não há nenhum significado nesses anos físicos.

Todos nós já estamos relacionados com Yashar-El, diretamente conectados aos Criador, e assim devemos transmitir a Luz através de nós para o mundo. Se fizermos isso, ele vai ser bom; e se não, vai ser muito ruim. Eu espero que consigamos.

Da 5ª parte da Lição Diária de Cabalá 28/04/14, Temas Escolhidos: Dia em Memória do Holocausto