Textos na Categoria 'Formação Integral'

Os Espanhóis Estão Dispostos A Trabalhar De Graça

Dr. Michael LaitmanNas notícias (do Espanarusa.com): “A crise econômica tem decepcionado tanto os espanhóis que 14% dos desempregados com mais de 30 estão dispostos a trabalhar de graça, sem recompensa financeira. A pesquisa revelou que, entre os espanhóis que têm um emprego, 18% não recebem um salário. Três em cada quatro explicam que trabalhar de graça vai ajudá-los a encontrar uma posição paga no futuro”.

Meu comentário: A sociedade não é obrigada a fornecer trabalho a todos, mas deve cuidar de prover as necessidades básicas a todos. Ela também deve cuidar da educação integral para todos os cidadãos, a fim de trazer a sociedade ao equilíbrio com a natureza.

23 De Janeiro De 2013, Davos: Fórum Econômico Mundial

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (do Business Inquirer): “A elite política e empresarial do mundo se reuniu num resort coberto de neve de Davos na quarta-feira, com o objetivo de incutir alguma confiança na economia global em meio a sinais de recuperação”.

“Cerca de 45 líderes mundiais vão conviver com cerca de 2.500 lobistas, jornalistas, capitães da indústria e economistas no resort de esqui suíço para a reunião anual de cinco dias do Fórum Econômico Mundial (FEM) “…

“Os organizadores escolheram o tema ‘dinamismo flexível, que reflete a necessidade de uma melhoria na estrutura da economia global para resistir a emergências repentinas, como a crise da dívida da zona do euro”.

Meu comentário: Enquanto os políticos e economistas não estiverem cientes do beco sem saída do desenvolvimento protecionista egoísta, não reconhecerem que o futuro do mundo está no desenvolvimento integral global, na produção e consumo sustentáveis, evitando a produção excessiva, e aceitarem a necessidade do consumo racional igualitário por todas as pessoas no mundo, até o ponto da integração plena de toda a humanidade, como o próximo estágio do nosso desenvolvimento, a crise vai inevitavelmente nos forçar a reconhecer os nossos erros através de suas manifestações dramáticas.

Levar A Metodologia Integral Ao Mundo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se ambientes corretos e positivos emergirem alguma vez em Israel, qual será o seu aspecto?

Resposta: Eu falei sobre condições específicas de Israel ontem em Ashdod, na palestra dedicada a “O que nos espera em 2013”. Tudo o que podemos esperar é o resultado de nosso próprio trabalho. O que quer que consigamos, vamos receber de volta em conformidade. Nós somos os senhores do nosso destino, e tudo depende do que escolhemos.

Se nós soubermos como este mundo é organizado e regido e tivermos alguma ideia sobre o que significa a força superior, a forma como ela age e para onde nos leva, se a seguirmos e nos tornarmos seus parceiros, vamos alcançar fácil e rapidamente o sucesso. Neste caso, todo mundo vai nos seguir e seremos abençoados tanto neste mundo como no mundo superior.

Se não fizermos isso, vamos ter que passar por adversidades muito duras, principalmente nas áreas de segurança, saúde, desemprego, antissemitismo, etc. Nós estaremos sujeitos a uma pressão muito forte que nos obrigará a fazer o nosso trabalho de qualquer maneira e dar o método de correção ao mundo inteiro.

O mundo sempre odiou os judeus sem qualquer compreensão clara da razão para esta animosidade e culpa os judeus por todos os seus problemas. Hoje, nós temos que explicar aos outros por que eles nos odeiam tanto. Na verdade, a menos que nós cumpramos a nossa missão, não há razão para nos odiar. No entanto, o ódio por si só não vai ajudar. Outras nações devem nos ajudar na distribuição em massa da sabedoria da Cabalá; isso irá levar todos nós à correção.

Chegou a hora; não há porque esperar que algo especial aconteça. O que quer que aconteça será o resultado de nossos desejos. Isto é o que eu falei na palestra.

Nós temos que avançar nessa direção, e Israel se tornará o centro da educação mundial aonde a Luz vai se espalhar para todos.

Isto significa que haverá uma grande academia de educação integral. Ela será baseada numa plataforma ideológica forte e sólida; milhares de pessoas vão aprender a agir em conjunto, em conexão com o outro. Pois sem conexão, não existe força. Será semelhante ao Sinédrio, e a unidade permitirá que as pessoas desenvolvam novos métodos e inovadores de educação de crianças, adultos e em diversos setores da sociedade, e fornecerá respostas às suas perguntas.

Portanto, o método de correção vai se espalhar daqui para todo o mundo, e nossos grupos regionais se tornarão os principais ramos de ensino que irão adaptar e traduzir os materiais de estudo para atender seus países e regiões. Eles vão realizar workshops, palestras, debates e transmissões na mídia, para que a metodologia se espalhe rapidamente em todos os lugares e o mundo vai vê-lo como a única forma de conseguir satisfação e um futuro bom e confortável.

Então, graças à educação integral, as pessoas vão ver que não há outra “dimensão” por trás dela. As pessoas vão ver que a unidade lhes oferece a possibilidade de uma elevação especial, vão aspiram por isso. É assim que elas vão atingir o Criador. Diz-se: “Todos me conhecerão, do menor ao maior”. A sabedoria e o desejo geral de se unir com a força superior e a natureza, para alcançar harmonia, relações integrais universais, conexão interna e uma comunidade mundial baseada nos princípios da garantia, vão se espalhar por todo o mundo.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 11/01/13, “A Paz”

“O Que Irá Substituir O Modelo De Globalização?”

Dr. Michael LaitmanOpinião (David M. Smick, conselheiro macroeconômico global, fundador e editor da revista International Economy, autor do The World Is Curved: Hidden Dangers to the Global Economy): Aqui está uma previsão: o partido político que controla a Casa Branca depois de janeiro poderia, quatro anos depois, ficar fora do poder por uma geração. Os desafios econômicos são assustadores”…

“O modelo de globalização dos últimos 30 anos está rachando. E não parece haver qualquer novo modelo para substituí-lo”…

“É difícil subestimar o grau em que este defeituoso, às vezes assustador, benefício que chamamos de globalização tem sido a notória galinha dos ovos de ouro. Como resultado, o público tem expectativas irreais sobre o quanto a economia pode oferecer num mundo pós-globalização”.

Meu comentário: Nós temos que repensar todo o modelo do mundo, na medida em que a economia reflete apenas uma de suas horríveis relações. A globalização, que foi construída por egoístas, falhou, mas ela acelerou a realização do mal na dependência egoísta e nos força a reconhecer o fim, o beco sem saída, da abordagem egoísta geral para a vida. Um mundo realmente global, integral, está à frente, no qual todas as relações e soluções serão baseadas apenas na equivalência com as leis da natureza, o Criador.

Computadores Ofuscaram O Interesse Das Crianças Por Brinquedos Tradicionais

Dr. Michael LaitmanNas notícias (do GlobalScience.ru): “Psicólogos americanos estão alarmados. As crianças de hoje abandonam cada vez mais brinquedos tradicionais em favor de computadores; além disso, o processo começa numa idade muito precoce. Esta tendência é observada em todos os países desenvolvidos e leva os produtores de brinquedos tradicionais à ruína. Será que é necessário ensinar as crianças a usar a tecnologia de computador tão cedo, imergindo-as no mundo virtual?

“Os psicólogos alertam que a felicidade está numa boa comunicação com a criança, passar um tempo junto com ela, e por isso, aconselham os pais a não comprar a sua fuga das responsabilidades com brinquedos caros, mas passar mais tempo com as crianças”.

Meu comentário: Nós temos transformado a nossa vida de modo que não temos tempo para as crianças; nós as empurramos para computadores. Se não fosse a ameaça de ruína dos fabricantes e vendedores de brinquedos tradicionais, ninguém teria levantado a questão. Na educação integral que a Cabalá oferece, a principal ênfase está na comunicação entre as crianças e discussões com o professor, visitas guiadas, e jogos; trabalhar com um computador é apenas complementar.

O Enfraquecimento Dos EUA

Dr. Michael LaitmanNas notícias (da Fox News): “Quase um quarto dos estudantes que tentam se juntar ao Exército dos EUA abandonam seu exame de admissão, pintando um quadro sombrio de um sistema de educação que produz graduados que não conseguem responder a questões básicas de matemática, ciência e leitura”…

“O relatório do Education Trust descobriu que 23 por cento dos recém-formados do ensino médio não obtêm a pontuação mínima necessária no exame de alistamento para participar de qualquer ramo das Forças Armadas”…

“Os resultados dos exames militares também são preocupantes, pois o teste é dado a um conjunto limitado de pessoas: dados do Pentágono mostram que 75 por cento das pessoas de 17 a 24 anos sequer se qualificam para fazer o exame, pois são fisicamente inaptos, têm antecedentes criminais ou não terminam o ensino médio”…

“O estudo mostra grandes disparidades de pontuação entre os estudantes brancos e a minoria, semelhantes às diferenças raciais em outros testes padronizados. Quase 40 por cento dos estudantes negros e 30 por cento dos hispânicos não passam, em comparação com 16 por cento dos brancos. A pontuação média para negros é 38 e para os hispânicos é 44, comparado à pontuação média dos brancos de 55”…

“Um relatório do Departamento de Defesa observa que as forças armadas devem recrutar cerca de 15 por cento dos jovens, mas apenas um terço são elegíveis. Mais graduados do ensino médio estão indo para a faculdade do que em décadas anteriores, e cerca de um quarto são obesos, tornando-os medicamente inelegíveis.

Meu comentário: Nada pode ser alcançado à força. A formação integral deve vir em primeiro lugar e a educação só em paralelo com ela. Caso contrário, os alunos não vão estudar. E com a educação integral, eles mesmos querem essa educação; é o que vemos em nosso sistema. A formação integral usa a inclinação natural das crianças e adultos, sem pressão e coerção.

“A União Européia É A Vítima Da Crise, E Não A Causa Da Crise”

Dr. Michael LaitmanOpinião (José Barroso, Presidente da Comissão Europeia): “‘Essa crise não foi criada pela União Europeia. Esta crise foi criada pela dívida pública insustentável criada pelos governos nacionais e pelo comportamento financeiro irresponsável tolerado pelos supervisores nacionais’, diz ele. ‘A União Europeia é vítima da crise, não a causa da crise. Nós não somos o problema. Nós somos parte da solução’”…

“‘Às vezes no debate isso é apresentado como uma crise do euro, o que não é. A realidade é que os países que não estão no euro são alguns dos mais afetados’, diz ele. ‘Por exemplo, o país que mais mobilizou dinheiro dos contribuintes para apoiar os bancos foi a Grã-Bretanha, e não um país da área do euro. Não vamos esquecer o caso da Islândia’”.

“‘Austeridade, ele argumenta, também tem sido erroneamente caracterizada como uma política europeia’”.

“‘Algumas pessoas tentam vincular a política de rigor das finanças públicas ao euro. Isso é um mito. A Grã-Bretanha está tendo o orçamento mais restrito desde a segunda Guerra Mundial e não é membro do euro. É verdade que a estabilidade financeira na área do euro, por causa das diferenças entre os 17 países, coloca desafios específicos e isso é o que estamos tentando resolver’”.

Meu comentário: Sem entrar em discussão com Barroso, nós podemos dizer que existem leis objetivas da natureza. Conforme a semelhança com elas, nós ganhamos, e conforme a nossa diferença com elas, nós perdemos. Quanto mais nos desenvolvemos, mais sentimos a recompensa ou a punição conforme a nossa semelhança com a Natureza. Desculpas não vão nos ajudar. É possível se esconder temporariamente das críticas, mas a Rússia está pagando por seu passado “socialista”, e a Europa terá que pagar por um longo tempo pela sua unificação criada incorretamente.

“A Europa Em 2013: Um Ano De Decisão”

Dr. Michael LaitmanOpinião (George Friedman, presidente da Stratfor): “É a dimensão política que se tornou a mais importante, não a financeiro. Pode muito bem ser que a União Europeia esteja no processo de lidar com seus problemas bancários e possa evitar outros problemas da dívida soberana, mas o preço que pagou é uma recessão e, muito mais grave, o desemprego numa taxa maior do que nos Estados Unidos, e muitíssimo mais elevada em alguns países.

“Nós podemos dividir a União Europeia em três categorias, medindo-a em relação à taxa de desemprego nos EUA, que é de cerca de 7,7 por cento. Há cinco países da UE significativamente abaixo deste valor (Áustria, Luxemburgo, Alemanha, Holanda e Malta). Há sete países com desemprego em torno da taxa dos EUA (Roménia, República Checa, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Reino Unido e Suécia). Os 15 países restantes estão acima dos níveis de desemprego nos EUA, 11 têm taxas de desemprego entre 10 e 17 por cento, incluindo a França em 10,7 por cento, a Itália 11,1 por cento, 14,7 por cento na Irlanda e em Portugal de 16,3 por cento. Dois outros são incrivelmente maiores – Grécia em 25,4 por cento e 26,2 por cento na Espanha. Estes níveis estão próximos da taxa de desemprego nos Estados Unidos no auge da Grande Depressão.

“Para países industrializados avançados – alguns dos mais poderosos da Europa, quanto a isso – estes são números impressionantes. É importante considerar o que esses números significam socialmente. Tenha em mente que a taxa de desemprego sobe para os trabalhadores mais jovens. Na Itália, Portugal, Espanha e Grécia, mais de um terço da força de trabalho com menos de 25 anos está declaradamente desempregado. Vai se levar uma geração para trazer a taxa para um nível aceitável na Espanha e Grécia. Mesmo para os países que permanecem em cerca de 10 por cento durante um período prolongado de tempo, o período de tempo será substancial e a Europa ainda está numa recessão.

“Considere alguém desempregado em seus 20 anos, talvez com um diploma universitário. Os números significam que há uma excelente chance dele nunca ter a oportunidade de prosseguir a sua carreira escolhida e possivelmente nunca conseguir um emprego no nível social que previa. Na Espanha e na Grécia, os jovens – e os velhos também – estão enfrentando uma catástrofe pessoal. Nas demais, o percentual enfrentando uma catástrofe pessoal é menor, mas ainda muito real. Lembre-se também que o desemprego não afeta apenas uma pessoa. Ela afeta a família imediata, pais e possivelmente outros parentes. O efeito não é apenas financeiro, mas também psicológico. Isso cria um efeito sombrio, um sentimento de fracasso e medo.

“Também cria jovens extirpados cheios de energia e raiva. O desemprego é a raiz de movimentos contra o Estado à esquerda e à direita. Os que estão desempregados há muito tempo e que não têm esperança, pouco têm a perder, e acham que têm algo a ganhar por desestabilizar o Estado. É difícil quantificar que nível de desemprego gera esse tipo de inquietação, mas não há dúvida de que a Espanha e Grécia estão nessa zona e que outras poderiam estar.

“É interessante que, enquanto a Grécia já desenvolveu um movimento de direita radical de certo tamanho, o sistema político da Espanha, embora experimente um estresse entre o centro e as regiões autônomas, permanece relativamente estável. Eu diria que essa estabilidade é baseada numa crença de que haverá uma solução para a situação de desemprego. Sua completa enormidade ainda não afundou, nem o fato de que este tipo de problema do desemprego não é corrigido rapidamente. É profundamente estrutural. A taxa de desemprego nos EUA durante a Grande Depressão foi atenuado num grau limitado pelo New Deal, mas exigiu a reestruturação da Segunda Guerra Mundial para realmente resolver.

“É por isso que 2013 é um ano crítico para a Europa”.

Meu comentário: Embora o ano de 2013 não seja esperado como crítico, mas passando calmamente, o tempo enfraquece a União Europeia e o mundo. Há mais problemas sociais, e não econômicos, mas eles não podem ser resolvidos senão pela educação da sociedade, porque ela está perdida, não tem orientação, líderes ou objetivos. As pessoas não podem ser geridas nessas condições, mas nada de novo pode ser oferecido a elas. É por isso que os líderes desaparecem, e o barco está balançando no meio do oceano…

Superar Preconceitos

Dr. Michael LaitmanPergunta: A maioria da humanidade se relaciona à Cabalá com preconceito. Como é possível construir corretamente a disseminação na Internet, se a pessoa que entra no nosso site imediatamente percebe que está lidando com a Cabalá? É impossível esconder isso dela.

Resposta: Esta é uma questão muito sensível. Este problema existe conosco em todo o mundo. Nós somos notáveis pelo estudo da Cabalá, e em nenhum lugar do mundo é assim abraçada. Eu não sei como é possível quebrar a resistência do pensamento humano.

Mesmo conosco em Israel há grande rejeição, não aceitação da sabedoria da Cabalá. Se vamos em frente com a educação integral, eles nos aceitam abertamente, mas no momento em que descobrem que estamos conectados com a sabedoria da Cabalá, eles imediatamente nos recusam e rejeitam. Pessoas sérias e educadas, de repente, se tornam completamente primitivas, estando certas de que é algum tipo de bruxaria ou forças impuras. E nada realmente ajuda. Elas não são capazes de superar seu medo.

Só o tempo, um pedido ao Criador, e os nossos esforços constantes finalmente darão um empurrão para frente com esta questão. Eu acho que nos falta o esforço global, tentar de forma contínua e mútua pedir ajuda para nos mudar de Cima, e então a força interior da Luz vai criar novas condições. Quando os nossos esforços externos e o nosso pedido interno de ajuda para a Luz romperem o ego e atraírem ao menos algumas centelhas de anseio dirigido, então as pessoas já não vão ter preconceitos.

Da Convenção em Novosibirsk 09/12/12 Lição, 7

Responsáveis Pela Humanidade

Dr. Michael LaitmanQual é o futuro da humanidade, porque a cada dia ela se sente mais e mais confusa? Debaixo da bravata externa existem pessoas pequenas e perplexas que não sabem o que fazer. Elas correm de um lado para o outro, tentando eliminar as causas de todos os problemas: sociais, políticos, econômicos e ambientais. E os problemas vão continuar crescendo porque no centro deles está o ser humano que não está adaptado ao novo sistema, um novo mundo.

É por isso que nós estamos diante de uma enorme tarefa de dizer a humanidade sobre o novo mundo e como corresponder a ele. Nós temos que nos sentir responsáveis por isso.

Não há necessidade de esperar até que o sofrimento acelere o desenvolvimento da humanidade; pelo contrário, ele retarda o processo. As pessoas se escondem do sofrimento, se encolhem, e não aceitam nada. Em vez de se expandir, compreender e corrigir, as pessoas começam a regredir. Apenas a consciência adequada dos problemas irá acelerar o seu desenvolvimento. É por isso que precisamos fazer todos os esforços para levar nossa mensagem à humanidade.

A educação integral, a formação integral, a integralidade de todos os níveis, setores, nações e estados é o futuro da humanidade; não há outro método. Isso depende apenas de nós, do nosso grupo global, qual caminho seguir: ser forçado ou tomar um caminho curto. Portanto, conclamo vocês a pensar nisso e a desenvolver planos claros para nossa disseminação.

A disseminação consiste de dois sistemas:

1. Disseminação interna: a conexão entre nós que estudamos a ciência da Cabalá e nos esforçamos pela unidade, tanto entre nós como no mundo;

2. Disseminação externa: através da Internet, livros, palestras, workshops, etc.

Mas a pessoa não deve estar à custa do outro! A proporção deve ser a seguinte: internamente, nós temos que expandir constantemente a formação de professores e organizadores. Centenas de milhares, milhões de pessoas vão precisar de nós!

Em breve você verá que essa necessidade vai surgir. Ainda hoje, se estivéssemos prontos, poderíamos encontrar o emprego de nossas forças no campo da educação integral. Vocês podem fazer tudo! Vocês não tem idéia do quão importante cada um de vocês é para o mundo! Vocês têm que se transformar em professores do mundo. Esta é a garantia do bom futuro da humanidade.

Eu espero que sejamos capazes de trazer uma nova abordagem para o mundo, especialmente através de nossa parte interior, através da disseminação interna, através da rede comum, ligando todas as pessoas no mundo. Depende apenas de nós. E aqui, é claro, os nossos obstáculos pessoais vão nos ajudar ou nos impedir de realizar esta missão.

Da Convenção em Novosibirsk 09/12/12, Lição 6